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6ª Pesca Internacional ao Tucunaré neste final de semana em Santa Terezinha de Itaipu

Evento acontece sexta e sábado (15 e 16), no Terminal Turístico Alvorada de Itaipu

A 6ª Pesca Internacional ao Tucunaré será realizada nesta sexta (15) e sábado (16), no Terminal Turístico Alvorada de Itaipu, em Santa Terezinha de Itaipu. A estrutura do evento foi montada durante esta semana e já está quase tudo pronto para o evento que atrai pescadores de diferentes estados brasileiros e até de outros países da América do Sul.

Ainda restam poucas inscrições. Por questões de segurança, o número é limitado em 300 embarcações. O valor para duplas até o dia 14 de março é de R$ 450,00. No dia 15 ele sobe para R$ 500,00. Já para a equipe com três integrantes, o valor até o dia 14/03 é de R$ 500,00 e após essa data fica R$ 550,00. Elas podem ser feitas pela internet, através do site www.pestipescaesportiva.com.br.

De acordo com a programação, os kits dos pescadores começarão a ser entregues às 16h do dia 15 de março. O kit contém camiseta, 1 mapa do lago, 1 regulamento, 1 saco de lixo e vales para o café da manhã colonial. Às 18h30 acontece a abertura oficial com animação do DJ Eddy Martins, e logo em seguida será servido o jantar.

O valor do ingresso é de R$ 30, e o evento é aberto ao público. Crianças até 12 anos pagam meia-entrada. Todos os participantes do jantar vão concorrer ao sorteio de dois motores elétricos Motorguide 55 lbs. Haverá ainda palestra sobre o regulamento, desafio de arremessos e show com a banda Zyons.

No sábado, dia 16 de março, a movimentação começa cedinho, a partir das 5h com o café da manhã. Pouco depois, às 7h45 haverá a benção do padre aos pescadores e a largada será dada às 8h no atracadouro externo do Terminal Turístico Alvorada de Itaipu. A prova será encerrada às 16h e a premiação está programada para começar às 17h com a premiação aos alunos do Ensino Fundamental participantes do concurso de redação e a entrega de troféus às equipes vencedoras.

Fonte: DECOMSTI

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Corrida e Caminhada da Mulher batem recorde em Foz do Iguaçu

Aproximadamente 900 pessoas, entre brasileiros, paraguaios e argentinos participaram

A 8ª Corrida e Caminhada do Dia Internacional da Mulher e 4ª Corrida Kids, que foi realizada no domingo, dia 10, contou com 900 competidores, entre adultos e crianças. O certame se dividiu nas categorias; feminino, masculino e duplas e foram premiados os 5 primeiros lugares.

Largada e chegada foram realizadas no Colégio COC Semeador e o evento foi organizado pelo Instituto ECOPROJETAR, com apoio das associações Voluntárias Cisnes Branco e Mulheres do Turismo, (Amutur), que já anunciaram a edição 2020, que será exatamente no Dia Internacional da Mulher, 08 de março.

Os competidores receberam um kit com camiseta, viseira, número de peito e um chip para cronometrar eletronicamente a corrida. Os atletas foram recebidos a partir das 07h com café da manhã fitness e atividade física para se preparar para a prova, que teve a largada as 08 horas da manhã.

A seguir, listamos as categorias que subiram ao pódio e receberam medalha, troféu e brindes de alguns patrocinadores, após percorrer 8 quilômetros por ruas e avenidas como Felipe Wandscheer, República Argentina, Cel Francisco José Ludolf Gomes e Luísa Wandscheer.

MASCULINO
1º – MOISES HERMES DOS SANTOS – 28:54 minutos.
2º – FAVIAN MARCELO ESQUIVEL – 29:21 minutos.
3º – URIWAGNER FONESI DE OLIVEIRA – 29:44 minutos.
4º – EDIVAN NOGUEIRA MAMEDIO – 31:30 minutos.
5º – VALDEIR PEDRO DA SILVA – 32:18 minutos.

FEMININO
1º – SHIRLEY APARECIDA V. MALIKOSKI – 37:38 minutos.
2º – PATRICIA ZANCHETT SCHEK – 38:24 minutos.
3º – EDINEIA RODRIGUES – 39:59 minutos.
4º – NEIVA FRANCISCA DA COSTA GRZYBOVSKI – 40:33 minutos.
5º – DALIANE RIBEIRO – 40:38 minutos.

DUPLAS (masculino e feminino)
1º – Alejandro / YAMILA – 37:16 – minutos.
2º – MAYCON LAZAROTTO / KEIDY ROZE CIMA PONTES – 37:26 minutos.
3º – AHED AHSSIB ZAHWI / BERCHIN BEATRIZ CUENCA – 37:56 minutos.
4º – ANDREA BERNARDES / LUCAS CLARO DE ABREU – 38:16 minutos.
5º – ADENIR MARQUES DE OLIVEIRA / EVA MARIELA PALAVECINO – 38:40 minutos.

A Corrida e Caminhada do Dia Internacional da Mulher também realizou a 1ª Feira da Mulher voltada à saúde, esporte e lazer, como material esportivo, suplementos, souvenires e artesanatos, além da participação do Parque das Aves que levou o setor de turismo para dentro da atividade esportiva.

Ação social – Dezenas de latas de leites e kit higiene foram levadas pelos atletas que participaram da 8ª edição da Corrida e Caminhada do Dia Internacional da Mulher. Esta ação foi coordenada pela Associação de Voluntárias Cisnes Branco e Associação de Mulheres do Turismo, (Amutur), presididas por Neusa Miguens e Lilian Grellmann e as doações serão destinadas às mães grávidas carentes e para as presidiárias da Cadeia Laudemir Neves.

Patrocínio:
Duty Free Shop, COC Semeador, Mabu Thermas & Resort, Shopping Terra Nova, Track & Field, Auto Escola JK, Blascor, Capobianco Clinica e Spa, Celeiro Natural, Cellshop, Empório Da Vila, Espaço Laser, Flores & Frutas, Hope Resort, Iguassu Engenharia e Construções, Lux Spa, Miami Bike, O Doidão, Oral Sin, Parque Das Aves, Pomare, Recanto Park Hotel, Rfelix, RPC, SAX, Shopping China, Sos Proteçao, TCL, Vita Imagem, World Tennis, FRT Operadora de Turismo.

Institucional:
Revista 100 Revista, Rádio Transamérica, Agência BP2, Silvana Canal Marketing Comercial, AMUTUR – Associação das Mulheres do Turismo de Foz do Iguaçu, CMDM – Conselho Municipal Dos Direitos Da Mulher De Foz Do Iguaçu, CMEG – Câmara Da Mulher Empreendedora E Gestora De Negócios, Conselho da Mulher Empresária e Executiva Da Acifi e Voluntárias Cisne Branco.

Logístico:

Foztrans, Guarda Municipal, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

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Colit: um longo ponto de discórdia no Litoral do Paraná

Uma jabuticaba paranaense. Assim pode ser definido o modelo, há até pouco tempo vigente, do Conselho de Desenvolvimento Territorial do Litoral do Paraná (Colit). Não há em outros estados uma estrutura não técnica capaz de interferir em licenciamentos ambientais. Ou seja, é uma exclusividade local, em comparação com a fruta nacional, usada para exemplificar toda vez que os brasileiros fazem uma adaptação à moda da casa, que só existe em terras tupiniquins. As informações são da Gazeta do Povo.

Com a configuração que foi ganhando ao longo do tempo, o Colit virou uma unanimidade em descontentamento. Os grupos mais preocupados em acelerar investimentos no Litoral o viam como uma instância que freava projetos, tendo em vista que o conselho tem, entre seus componentes, integrantes da sociedade civil organizada, como pesquisadores e membros de organizações não governamentais. Do outro lado, quem esperava uma posição mais técnica na avaliação dos projetos encontrava uma composição majoritariamente política – com quantidade de membros suficiente para aprovar qualquer iniciativa de interesse governamental.

Como estratégia para colocar fim ao cabo de guerra, o governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) assinou um decreto em fevereiro modificando as atribuições do Colit. Basicamente, tirando do conselho o poder de dar a anuência a licenciamentos ambientais. A medida é passível de contestação judicial – já anunciada por grupos que, embora critiquem o conselho, o enxergavam como a única arena de discussão pública de projetos. Ratinho Junior havia prometido durante a campanha eleitoral, em entrevistas dadas a veículos de comunicação do Litoral, que iria acabar com o Colit. O decreto não encerrou as atividades, mas esvaziou o conselho sem apontar o que será dele a partir de agora.

Histórico: voltar no tempo para entender

Para entender como o Colit se transformou num ponto de discórdia é preciso voltar no tempo. Na década de 80, foram publicados dois decretos relacionados: um que considerava o Litoral como Zona de Interesse Turístico e outro sobre o Macrozoneamento, com um diagnóstico das áreas ocupadas e preservadas, definindo que tipos de atividade poderiam ser desenvolvidas em cada uma das macrozonas.

Surge aí o Colit, com a função não de licenciar, mas de garantir que o macrozoneamento fosse seguido, trabalhando o ordenamento territorial. Na época, o conselho inclusive auxiliou na construção dos planos diretores dos municípios, com a exceção de Pontal do Paraná – que só estruturou as regras muito mais tarde.

O conselho contava com câmaras técnicas e funcionários, como arquitetos e historiadores. Excepcionalmente, o Colit autuava e embargava obras que estariam em desacordo com as regras do zoneamento. Também teve uma função gestora, para viabilizar soluções coletivas para a zona costeira. Ao invés de pensar num empreendimento isolado, avaliava o conjunto de ações no território.

O órgão ganha atribuições a partir de 2008, quando o Conselho Estadual de Meio Ambiente (CEMA) determina que todo licenciamento do Litoral do Paraná tenha anuência do Colit. Não para relicenciar ou discutir os critérios. A função seria enviar o licenciamento para a câmara técnica e verificar se o empreendimento estava em conformidade com o planejamento territorial proposto – que em nada tem relação com as exigências obrigatórias da licença ambiental.

O Ministério Público percebeu que os processos não estavam passando pelo Colit e apontou isso em ações judiciais. Foi quando o CEMA decidiu reconfigurar o órgão, em 2016, com caráter mais político e menos técnico, com participação de prefeitos, por exemplo. Começaram aí as dificuldades para conseguir reunir todas as partes e analisar vários casos na mesma sessão. A digitalização integral dos processos parou de ser feita e cada vez os pareceres eram menores e menos detalhados.

Em 2017, uma nova modificação foi colocada em prática: os licenciamentos poderiam chegar ao Colit já com a aprovação prévia pelo presidente, o secretário estadual de Meio Ambiente, em casos enquadrados como situação de emergência. É o chamado Ad referendum, expressão em latim para caracterizar uma decisão que já havia sido tomada e só precisava de confirmação. Esse recurso foi usado na discussão da Faixa de Infraestrutura, conjunto de obras previstas para Pontal do Paraná, incluindo uma nova rodovia rasgando um trecho conservado de Mata Atlântica

Obras em Pontal do Paraná
Projeto do governo do Paraná prevê a construção de uma faixa de infraestrutura em Pontal do Paraná para desafogar a PR-412 e para ligar a PR-407 à Ponta do Poço, no balneário de Pontal do Sul, onde estará localizada a Zona Especial Portuária. As principais obras seriam a construção da nova rodovia, a dois quilômetros da PR-412, e o canal de drenagem.

A evocação de caso de situação de emergência causou debate. Sem maioria de votos, o único instrumento que sobrou a ambientalistas foi o pedido de vista. O caso foi parar na Justiça, diante da aprovação imediata do projeto. Contudo, passado o tempo de reavaliação do processo concedido pelo Judiciário, mesmo com o parecer da Universidade Federal do Paraná (UFPR) contestando aspectos do estudo de impacto ambiental e questionando a falta de conexão com qualquer projeto estruturante para o Litoral, o projeto foi aprovado.

Agora, com o decreto de fevereiro que retira do Colit a anuência de licenciamentos, a atribuição do conselho fica ainda mais confusa, quase inútil – sem corpo técnico para fazer avaliações mais aprofundadas e sem poder de decisão. Resta saber o rumo que o governo Ratinho Junior pretende dar ao Colit.

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Programa de Estágio traz “gringos” para trabalhar na Itaipu

Entre os cerca de 80 estudantes que participam do Programa de Estágio da Itaipu, no mês de março, destacam-se alguns que vieram de longe para trabalhar na empresa. São jovens que chegaram de outras regiões brasileiras e até de outros países. Nestas quinta (7), sexta (8) e segunda-feira (11), eles passam por uma integração para conhecer aspectos gerais da usina, além de questões práticas sobre o estágio.

Nessa quinta-feira, a turma fez uma visita técnica à usina hidrelétrica pela manhã, parando no Mirante Central para a tradicional foto do grupo. Eles tiveram orientações sobre o estágio e ouviram a experiência compartilhada de outros estagiários e estagiárias, já com mais tempo de casa. Na parte da tarde ouviram as boas-vindas da Diretoria Administrativa, representada pelo assistente da DA, Rogério Miranda.

O estudante uruguaio Federico Hernán Garrido de León, 24 anos, é um dos que vieram de longe para estagiar na Itaipu. Na verdade, nem tão longe assim. Aluno do 5º ano do curso de Ciências Biológicas, na Unila, ele já está há algum tempo em Foz do Iguaçu. “Já trouxe a família várias vezes para conhecer a Itaipu”, diz. Além de Federico, outro estudante de fora é o mexicano Victor Ramirez Flores.

Federico decidiu estudar no Brasil quando viu uma chamada do Ministério da Educação uruguaio. E já se sente em casa. “É uma boa oportunidade estagiar na Itaipu, uma empresa que faz bem feito as ações que realiza. Ela vai me abrir algumas portas no futuro”, resume. Após a formatura, o objetivo é fazer mestrado em alguma faculdade brasileira.

De Olímpia, no Estado de São Paulo, a estudante Letícia Renata Gonzaga, 23 anos, também conhece bem a região. No 5º ano do curso de Engenharia Ambiental pela UTFPR de Medianeira, ela terá que acordar cedo para pegar o ônibus diariamente e viajar os quase 60 km até Foz do Iguaçu. Mas vai valer a pena: “Quero aprender por aqui. O estágio na Itaipu vai agregar bastante ao meu currículo”, conclui.

Foto: Nilton Rolin/Itaipu Binacional

Fonte: JIE

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Em Puerto Iguazú, turista dá refrigerante a macaco e gera revolta nas redes sociais

A imagem acima, de uma mulher dando refrigerante a um macaco em uma trilha com vida selvagem no lado argentino do Parque Nacional do Iguaçu, viralizou nas redes sociais.

A cena passou a ser tratada pelos internautas como “turismo irresponsável”, uma vez que a trilha, apesar de levar ao contato direto com a natureza, está cheia de avisos para não alimentar os animais.

A imagem, segundo a imprensa, provocou indignação de grupos de ambientalistas que questionam a estratégia de aumentar cada vez mais o número de turistas na unidade de conservação.

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Morador de Morretes com febre amarela morre em Curitiba

Um morador de Morretes que contraiu a doença da febre amarela, morreu em um hospital de Curitiba nesta quarta-feira (6).

A causa da morte do paciente será divulgada nesta quinta-feira (7), no boletim da febre amarela da Secretaria de Saúde do Paraná.

Se for confirmado, será o primeiro óbito causado pela doença no Paraná em 2019, anota Gustavo Aquino no Correio do Litoral.

O homem, de 64 anos, residia na região do Candonga.

Até a semana passada, foram confirmados seis de febre amarela no Estado: um em Curitiba, dois em Adrianópolis, um em Campina Grande do Sul, um em Morretes e um em Antonina.

O mosquito Haemagogus leucocelaenus (foto acima), é o responsável pela transmissão da febre amarela silvestre.

Com informações da CBN Curitiba / William Bittar

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Estiagem deixa as Cataratas com menos da metade da vazão normal

Baixo volume de água obrigou a suspensão dos passeios de barco do lado argentino do atrativo; No Brasil segue normal

A longa estiagem na bacia do rio Iguaçu deixou as Cataratas do Iguaçu, principal atrativo turístico de Foz do Iguaçu, com menos da metade da vazão normal, que é de 1.500 metros cúbicos por segundo. De acordo com o monitoramento hidrológico da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), a vazão mais baixa registrada nesta quarta-feira (6) aconteceu às 9h da manhã, com 625 metros cúbicos por segundo, aproximadamente 58,3% da normal.

No final da tarde, por volta das 17h, o volume de água subiu um pouco, chegando a 947 metros cúbicos por segundo – perto de um terço da vazão normal. O Iguaçu é o principal rio do Paraná, com suas nascentes na região metropolitana de Curitiba. O percurso é de pouco mais de 1.320 quilômetros na divisa com Santa Catarina e fronteira com a Argentina. Neste trecho, estão instaladas cinco usinas hidrelétricas – a sexta ainda não foi concluída. As informações são de Ronildo Pimentel, no Gazeta Diário.

O pouco volume de água gera um visual diferenciado das 275 quedas que formam as Cataratas do Iguaçu. O fenômeno também afetou a navegação dentro da área de visitação do Parque Nacional do Iguaçu. Ontem foram suspensos os passeios de barcos do lado argentino das famosas quedas.

A medida, segundo a concessionária confirmou ao portal La Voz de Cataratas, é em função do baixo nível do rio Iguaçu. No momento da tomada da decisão, a vazão nas Cataratas estrava em aproximadamente 628 metros cúbicos por segundo. Caso persista a estiagem, não tem previsão de retorno dos passeios do principal atrativo turístico da Tríplice Fronteira.

Normal
No lado brasileiro do atrativo, os passeios de barcos até a tradicional “ducha nas Cataratas”, seguem normal. Em nota, a Macuco Safari, concessionária do Parque Nacional do Iguaçu que opera atrativos turísticos dentro da unidade de conservação, informa que os passeios de barco pelo rio Iguaçu continuavam sendo oferecidos normalmente nesta quarta-feira (6).

A empresa informa ainda que as embarcações utilizadas nos passeios brasileiros foram projetadas para navegar em ambientes como o rio Iguaçu. “(…) onde se verifica a presença de corredeiras e alterações no volume de água, a partir das variações climáticas”, ressalta a nota.

Diante da atual condição, em que o rio apresenta baixo nível de água, a empresa, a exemplo dos anos anteriores, adotou sistema de alerta. A medida incluiu monitoramento dos passeios e manutenção de barcos de apoio em pontos estratégicos do rio.

“Comprometida com a segurança de seu público usuário, a empresa Macuco Safari se mantém atenta a qualquer anormalidade que possa vir a comprometer a integridade de todos. A empresa garante que a qualquer alteração significativa suspenderá naturalmente as atividades”, conclui a nota.

Foto: Roger Meireles

Atualização 09h40
Com as fortes chuvas na bacia do rio Iguaçu, especialmente em Curitiba, começam aparecer indícios de que deve a vazão voltar ao normal nas Cataratas do Iguaçu, que é de 1,5 mil metros cúbicos por segundo.

De acordo com o Monitoramento Hidrológico da Copel, às 8h da manhã desta quinta-feira (7), a vazão dentro do Parque Nacional do Iguaçu estava em 1,1 mil metros cúbicos por segundo.

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Passeios de barcos suspensos no lado argentino das Cataratas do Iguaçu

Os passeios de barcos pelo rio Iguaçu, no lado argentino das Cataratas do Iguaçu, dentro do Parque Nacional do Iguaçu, estão suspensos.

A medida é em função do baixo nível do rio Iguaçu, anotou a jornalista Kelly Ferreira, do portal La Voz de Cataratas.

O volume das águas do rio Iguaçu no principal atrativo da Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina estava, na manhã desta quarta-feira (6), em 628 metros cúbicos por segundo.

O fluxo normal, quando todas as 275 quedas têm água, é de 1,5 mil metros cúbicos por segundo.

Não existe previsão de retorno dos passeios no atrativo.

Foto: LaVozDeCataratas

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Campanha pede mais infraestrutura para levar turistas ao Litoral do PR

Entidades se unem para defender obras estruturantes na faixa do litoral

A retomada da licitação e a execução da rodovia em Pontal do Paraná, a chamada Faixa de Infraestrutura, representa o início de um novo ciclo de desenvolvimento social e econômico na faixa litorânea do Paraná. É com esta mentalidade, que entidades de classe estão se unindo em torno da campanha que busca uma mobilização no sentido de garantir esta e outras obras essenciais para este processo.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou, em 12 de fevereiro, o governo do Paraná a retomar a licitação da nova rodovia. A decisão agradou especialmente aos empresários do litoral e a Federação das Empresas de Hospedagem, Gastronomia, Entretenimento, Lazer e Similares (Feturismo), que encampou a ação.

O movimento “SOMOS TODOS LITORAL: Sem infraestrutura não tem turismo – #salveolitoral” conta com a participação, até o momento de 16 entidades de classe. Vai lançar neste Carnaval uma ação de outdoors nas Estradas que dão acesso ao Litoral Paranaense.

A ideia é engajar empresários, moradores e turistas no pedido de infraestrutura adequada aos municípios do litoral, garantindo mais segurança, conforto e mobilidade urbana que, aliada as belezas naturais, tornará a região perfeita para novos investimentos. “A função das entidades de classe é fomentar isto”, explicou Fábio Aguayo, vice-presidente de Relações Governamentais e Institucionais da Feturismo.

“Sabemos que é necessário ter um equilíbrio do meio ambiente com estes investimentos. Mas temos também que pensar na dignidade destas pessoas que moram no litoral e estão sofrendo sem emprego, sem perspectiva de ter oportunidade de trabalho, ou até de vida”.

Progresso e meio ambiente
A campanha quer incentivar as pessoas a cobrar isto do Governo do Estado. “Respeitamos os ambientalistas. O movimento busca o progresso, não agredir ou fragilizar o meio ambiente. É preciso bom senso para uma solução digna”, afirmou Aguayo. Não deixar crescer e desenvolver é atrapalhar o crescimento do Paraná e principalmente do litoral. É isto que estamos lutando, afirma.

“Santa Catarina e o Nordeste têm este olhar, por que o Paraná tem que ser diferente?”, indagou o dirigente da Feturismo. Que completou: “Estamos lutando pela melhoria do nosso litoral e especialmente a dignidade humana dos moradores que lá residem”.

Entidades já engajadas no movimento “SOMOS TODOS LITORAL: Sem infraestrutura não tem turismo – #salveolitoral”:

ANIMPO – Associação dos Nativos da Ilha do Mel

ANIME – Associação dos Nativos da Ilha do Mel e Comunidades Tradicionais da Bacia de Paranaguá

ACP – Associação Comercial do Paraná – Câmara Setorial de Gastronomia

ACIAPAR – Associação Comercial e Industrial de Pontal do Paraná

ACIG – Associação Comercial e Industrial de Guaratuba

FETURISMO – Federação das Empresas de Hospedagem, Gastronomia, Entretenimento e Similares do Estado do Paraná

SINDICOMBUSTIVEIS – Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lojas de conveniências do Estado do Paraná

SINDIPROM – Sindicato das Empresas Promotoras de Eventos do Estado do Paraná

SINDIABRABAR – Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares de Curitiba

ABRABAR -Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas

SEPEX – Sindicato das Empresas de Publicidade Externa do Estado do Paraná

Grupo Bossa – Projeto Bossa Nova Ilha

CNTUR – Confederação Nacional do Turismo

OMB – Ordem dos Músicos do Brasil

UGT – União Geral dos Trabalhadores

SEAC – Sindicato das Empresas de asseio e Conservação do Estado do Paraná

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Carnaval com jantar a bordo do Kattamaram II, sobre as águas do rio Paraná

Quem gosta de aliar a boa culinária com belas paisagens, sem fugir do clima contagiante do Carnaval, não pode ficar de fora destas.

A Echaporã vai colocar o Kattamaram II para levar turistas e moradores de Foz do Iguaçu, na noite de sábado (02), para uma noite inesquecível sobre as águas do rio Paraná.

“Traga sua família e amigos para uma noite diferenciada em nossa luxuosa embarcação”, diz trecho do convite.

O embarque, a partir das 21h, com saída às 21h30, será no Porto de Extração de Areia Quedas do Iguaçu, o antigo Porto Meira no final da Avenida General Meira, onde eram realizadas as travessias de balsa entre Brasil e Argentina, no rio Iguaçu.

O passeio vai durar aproximadamente duas horas e meia e deve ser feito com reserva pelo telefone (41) 3527-1444 ou pelo WhatsApp (45) 98414-4800.

Moradores de Foz do Iguaçu e dos municípios do entorno do Parque Nacional do Iguaçu, tem 50% de desconto.