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Apenas me defendi, diz dono de bar de Curitiba acusado de racismo e agressão

“Ela chegou super alterada e começou a chutar a porta do banheiro e ainda agrediu um funcionário verbalmente”.

A declaração é do empresário Arlindo Ventura, o Magrão, dono do O Torto de Curitiba, acusado de racismo e violência contra a mulher na terça (04).

Quando acontece isso, informou Magrão, a pessoa não é mais atendida. “Então, eu a barrei e falei para ir embora. Depois disso, ela começou a falar que tinha relação com racismo e feminismo”, relatou ele à Banda B.

A mulher insistiu nas agressões e jogou um “copo no meu rosto e chutou minha virilha” no ponto onde ele tem uma hérnia.

“Apenas houve uma defesa com o meu braço. Se a acertou, eu não vi”, disse o empresário, negando um soco intencional.

“Fomos até a Polícia Militar para sermos ouvidos. Temos imagens que mostram o que aconteceu e que mostram que ela estava agressiva e alterada”, completou.

A discussão acabou no 12° Batalhão da Polícia Militar, na Saldanha Marinho, onde todos foram ouvidos e liberados em seguida.

Nota Abrabar
O presidente da Abrabar (Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas), Fabio Aguayo, enviou nota à Banda B, sobre a confusão:

A posição da entidade é clara quanto as acusações de racismo na categoria, não compactuamos de forma alguma, até porque uma grande base de nossa mão de obra, empresários e clientes é formada de gente simples e humilde e temos que ser os primeiros guardiões dos direitos civis dos cidadãos de nosso convívio, mas também daremos todo o apoio ao estabelecimento para ter o seu direito ao contraditório e pleno suporte ao empresário para sua defesa de seus direitos caso queira comprovar que está sendo vítima de alguma armação ou mal entendido.

Foto: Reprodução sistema interno