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Navios iranianos deixam Porto de Paranaguá neste fim de semana

Os dois navios de bandeira iraniana, que aguardam abastecimento na área do Porto de Paranaguá, estão prestes a zarpar. A questão, que estava sendo resolvida na Justiça desde o início de junho, chega ao desfecho neste final de semana.

De acordo com a Diretoria de Operações da empresa pública Portos do Paraná, nesses quase 50 dias em que os navios permaneceram fundeados, todo apoio necessário foi dado para as embarcações, tripulantes e agentes envolvidos na operação.

Com o passe de saída, assim que abastecido, o MV Bavand seguirá para o Porto de Bandar Imam Khomeini (IRBIK), no Irã. Já o MV Termeh irá para o Porto de Imbituba, Santa Catarina.

Segundo a empresa que presta serviço para a Petrobras no abastecimento de navios, eles estão alinhando com a agência marítima a programação (dia e hora) para o abastecimento.

No Porto de Paranaguá apenas uma empresa faz este serviço para a Petrobras. São duas barcaças com capacidade para carregar até 1.450 toneladas de combustível.

O abastecimento de navios pode ser feito com as embarcações atracadas no cais ou fundeadas. A operação é segura, com barreiras de contenção para evitar que qualquer produto caia no mar.

O trabalho é feito por sete marinheiros, devidamente qualificados. Com mais de dez anos de experiência nesse tipo de atividade, eles passam por treinamentos e capacitação periódicos.

Em média, a empresa realiza de 50 até 90 abastecimentos de navios por mês. Os abastecimentos são feitos dentro de uma área limite – de mar mais calmo, com menos trânsito de embarcações. Na Baía de Paranaguá, o limite é próximo à Ilha das Cobras.

Nenhum dos dois navios iranianos movimentou carga nos Portos Paranaenses. As embarcações apenas fizeram parada técnica de apoio, para abastecimento, no Porto de Paranaguá.

No total, já foram mais de 1.300 atracações, em 2019, de navios de mais de 50 nacionalidades diferentes.

Brasil, Destaques, Economia,

Luz mais cara: Aneel anuncia bandeira vermelha para agosto

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou, hoje (26), que a bandeira tarifária para o mês de agosto será a vermelha, no patamar 1, onde há uma cobrança extra de R$ 4 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Em julho, a cobrança foi da bandeira tarifária amarela, quando há um acréscimo de para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos.

De acordo com a agência, a medida foi tomada pela possibilidade de aumento no acionamento das usinas termelétricas, que têm custo de geração de energia mais alto. Também pesou na decisão, a diminuição do volume de chuvas, com a chegada da estação seca.

“Agosto é um mês típico da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). A previsão hidrológica para o mês sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios”, disse a Aneel.

De acordo com a Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) e o preço da energia (PLD).

No dia 21 de maio, a Aneel aprovou um reajuste no valor das bandeiras tarifárias. A bandeira amarela passou de R$ 1 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos, a bandeira vermelha patamar 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh e no patamar 2 passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos.

A bandeira verde não tem cobrança extra. Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca. Com informações da Agência Brasil.

Brasil, Destaques,

Deltan recebeu R$ 33 mil e fez “meio de campo” para empresa envolvida na Lava Jato

O procurador Deltan Dallagnol recebeu R$ 33 mil de uma empresa de tecnologia delatada na Operação Lava Jato e buscou levá-la a oferecer soluções para a Procuradoria da República no Paraná, de acordo com reportagem do site Intercept e do jornal Folha de S. Paulo. “A tecnologia é essencial para podermos avançar contra a corrupção”, disse ele em vídeo para a companhia Neoway. “Isso nos faz precisar, se queremos investigar melhor, usar sistemas de Big Data”, afirmou. (assista ao vídeo abaixo).

Dallagnol recebeu R$ 33 mil da Neoway quando ela já estava citada numa delação que tem como personagem central Cândido Vaccarezza, ex-líder de governos petistas na Câmara que foi preso em 2017, e em negociatas na BR Distribuidora.

A matéria destaca: “Quando finalmente percebeu que havia recebido dinheiro e feito propaganda grátis para uma empresa investigada pela operação que comanda no Paraná, o procurador confessou a colegas: ‘Isso é um pepino para mim’. Mas só escreveu à corregedoria do Ministério Público Federal para prestar ‘informações sobre declaração de suspeição por motivo de foro íntimo’ quase um ano depois, quando o processo foi desmembrado no STF e uma parte foi remetida à Lava Jato de Curitiba”.

“Não ficou só na palestra, realizada em março de 2018. Deltan também aproximou a Neoway de outros procuradores com a intenção de comprar produtos para uso da Lava Jato. Ele chegou a gravar um vídeo para a empresa, enaltecendo o uso de produtos de tecnologia em investigações – a Neoway vende softwares de análise de dados”.

Evento da Neoway, delatada na Operação Lava Jato, em que o procurador Deltan Dallagnol participou e recebeu R$ 33 mil, segundo reportagem da #VazaJato
Turismo,

Turismo rural conquista visitantes em diversas regiões do Paraná

Os atrativos do turismo rural no Paraná integram cenários em meio à natureza, o convívio com animais da fazenda, cavalgadas, opções para quem curte aventura e uma saborosa culinária típica com produtos frescos. Esse segmento do turismo vem crescendo nos últimos anos e colaborado para aquecer a economia local e preservar costumes.

Os roteiros incluem circuitos temáticos, hotéis fazenda, sítios, recantos e uma infinidade de passeios para todos os gostos. Entre as atividades estão caminhadas em meio à natureza, cavalgadas, trilhas, acampamento, banho de rio e cachoeira, pescaria, passeio de charrete ou trator e esportes de aventura.

Quem quiser também pode alimentar animais da fazenda, fazer uma pausa para descanso em uma rede nas árvores e aproveitar a culinária preparada em fogão a lenha.

CIRCUITO ITALIANO

Localizado na Região Metropolitana de Curitiba, o circuito italiano, em Colombo, foi criado com o objetivo de preservar o meio ambiente, valorizar a cultura e gerar emprego e renda no meio rural e, assim, evitar a migração de famílias para áreas urbanas.

Quem o percorre pode aproveitar atrativos naturais e culturais, vinícolas e restaurantes, e se divertir em parques aquáticos e pesque e pague. Além de comprar produtos da agricultura familiar, da agroindústria e artesanato, os visitantes contam com várias opções de hospedagem e espaços para eventos.

CIRCUITOS

O município de Medianeira, no Oeste do Paraná, é famoso pelas diversas opções de propriedades rurais para abrigar turistas. São cerca de 24 propriedades prontas para oferecer atrativos tipicamente rurais. Quem deseja viver uma experiência no campo pode apreciar aspectos culturais, a gastronomia e produtos das agroindústrias familiares.

O circuito Polônes-Ucraniano, em Malet, no Centro-Sul, permite contato com a cultura dos imigrantes europeus que colonizaram a região. Ele agrega o conhecimento e os costumes dos colonizadores, áreas de lazer e produtos gastronômicos.

O roteiro reúne em torno de 50 pontos turísticos, como igrejas polonesas e ucranianas, cachoeiras, grutas, sítios, lojinhas de artesanato e cantinas. Há ainda uma unidade do Chalé do Produtor onde os agricultores da região comercializam seus produtos.

Outros atrativos são a festa do Kiwi, famosa pelos bailes e shows, e a do Colono, que reúne os fãs de rodeio. Em ambas, as delícias típicas das cozinhas do Velho Mundo são os grandes destaques.

SÃO LUIZ DO PURUNÃ

Muitas pessoas procuram São Luiz do Purunã para fugir do agito da cidade – o distrito do município de Balsa Nova fica a apenas 51 quilômetros de Curitiba. A região tem sido destaque no desenvolvimento do turismo rural com várias opções de hospedagens e atividades diferenciadas para praticar em campo. Com forte presença da cultura gaúcha, o local promove rodeios, tiro de laços, bailes sociais e acampamentos campeiros.

Há também cavalgadas, cicloturismo, rapel e escalada, trilhas e caminhadas. Outra opção é conhecer belas propriedades que abrigam restaurantes dedicados à culinária camperia e a famosa costela de fogo de chão.

Em Ribeirão Claro e Carlópolis, no Norte Pioneiro, os visitantes aproveitam o cenário da Represa de Chavantes. Os aventureiros podem praticar canoagem, rafting, trekking, voo livre e paraglider. As atrações incluem ainda passeios náuticos, cavalgadas, cachoeiras e belas fontes de água mineral.

ROTEIRO DOCE IGUASSU

A região dos Vales do Iguassu, no Sudoeste do Estado, é famosa pelo clima frio, agroindústrias, belas paisagens e pela venda de produtos orgânicos. O Rio Iguaçu com suas hidrelétricas e o início do Parque Nacional do Iguaçu, em Capanema, também atraem os turistas.

Além das visitas a propriedades rurais que produzem mel, uva, abacaxi, mandioca e grãos, entre outros produtos, o roteiro têm passeios de barco, de carro de boi e pesca esportiva. O visitante também pode conhecer as agroindústrias familiares e alambiques.

A presença da cultura indígena no município de Mangueirinha, imensos lagos artificias e fontes de água mineral e termal completam a diversão. A produção de vinhos e queijos também faz sucesso, principalmente em Mariópolis e Salgado Filho.

A grande surpresa da região está na Cratera de Impacto de Vista Alegre, em Coronel Vivida, causada por um asteroide há cerca de 150 milhões de anos, com aproximadamente 9,5 quilômetros quadrados de diâmetro e recém-descoberta por pesquisadores.

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Contra ataques cibernéticos, Itaipu amplia parceria com PTI e Exército

A Itaipu Binacional vai ampliar as ações em defesa cibernética, com apoio do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e do Exército Brasileiro. O assunto foi discutido nesta quarta-feira (24), em Foz do Iguaçu (PR), em uma reunião de trabalho coordenada pelo diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, e pelo chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército, general Décio Luís Schons.

Uma das estratégias será fortalecer a atuação do Laboratório de Segurança Eletrônica, de Comunicações e Cibernética (Lasec²), vinculado ao Centro de Estudos Avançados em Proteção de Estruturas Estratégicas (Ceape²) e em fase de instalação no Parque Tecnológico.

O Lasec² foi criado dentro de um acordo de cooperação firmado por Itaipu, Exército e Parque Tecnológico, em 2014, e contará com ambientes de simulação e sistemas para identificar vulnerabilidades. O laboratório manterá um banco de dados atualizado, relacionando as principais ameaças cibernéticas do planeta.

Ameaça global

O general Silva e Luna observou que a ameaça cibernética é hoje uma das maiores preocupações em termos de defesa, não só do Brasil, mas de todas as forças armadas modernas. Como exemplo, ele disse que o próprio Ministério da Defesa brasileiro, que ele chefiou até o ano passado, sofria (e rechaçava) ataques diários.

Para o general Décio Luís Schons, a parceria entre Itaipu e Exército atende necessidades das duas instituições, “visando acima de tudo o interesse nacional e o bem comum”. “Acredito que exista sobre todos nós uma grande responsabilidade. Temos que fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que isso (ataques cibernéticos) não aconteça. E, se acontecer, que estejamos preparados”, salientou.

Ainda sobre o acordo com Itaipu, ele disse que se trata de uma parceria “ganha-ganha”. “Porque vai fazer tudo o que Itaipu necessita em termos de prevenção tecnológica, particularmente em relação a esses riscos cibernéticos. E, ao Exército, em particular, vai dar a oportunidade de capacitação para o nosso pessoal.”

O general Silva e Luna destacou que o projeto de defesa cibernética também será importante no processo de atualização tecnológica das unidades geradoras, trabalho que já está em andamento e deve se estender pelos próximos 14 anos. “O momento é oportuno e vamos avançar nesta direção”, disse, classificando a parceria com o Exército como “estratégica para Itaipu e para o Brasil”.

Após o encontro, no Centro Executivo da binacional, na Vila A, o grupo fez uma visita técnica às instalações do Parque Tecnológico, onde receberam informações sobre o andamento do projeto de baterias de sódio, do sistema híbrido de armazenamento de energia (parceria com o Exército) e do próprio Ceape².

A reunião de trabalho teve a participação do chefe de Tecnologia e Inovação e Comunicações do Exército, general Bráulio de Paula Machado; do chefe de Ensino, Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, general Hildo Vieira Prado Filho; e do comandante de Defesa Cibernética, general Guido Amin Naves – entre outros representantes do Exército.

Pela Itaipu, participaram os diretores de Coordenação, general Luiz Felipe Carbonell; técnico executivo, Celso Torino; e financeiro executivo, Anatalicio Risden Junior. Também estavam presentes o chefe da Assessoria de Informações, Francisco Ronald Rocha Fernandes, o superintendente de Segurança Empresarial, Alfredo Santos Taranto, representantes de outras áreas da empresa e também do Parque Tecnológico Itaipu.

Curitiba, Destaques, Política,

2020 é logo aí: direita lança pré-candidatura a prefeito em Curitiba

Os partidos já começam a se movimentar para as eleições de 2020. Em Curitiba, a primeira legenda a lançar seus pré-candidatos a prefeito é o Patriota. Em evento no próximo domingo (28), o partido liderado por Fabiano Dos Santos, apresentará sua Comissão Executiva Estadual que será responsável pela estruturação do partido nos 399 municípios paranaenses.

Contando com o Vereador Pastor Ezequias  e com a ativista Patrícia Busato , a legenda quer representar uma alternativa para a capital. A sigla conta com três pré-candidatos à prefeitura: o jornalista Ogier Buchi, o empresário Afonso Rangel, que é gestor da Universidade Tuiuti, e o advogado Thiago Chamulera, que vem propondo para a capital “menos política e mais gestão”.

“Princípios como desburocratização e um Estado fiscalmente responsável, juntamente com a valorização da família tradicional, fazem do Patriota, um partido de direita conservadora”, diz Thiago Chamulera.

O evento do Patriota acontece a partir das 14hs no Espaço Encontro Amazônia (Rua Nilo Peçanha, 1907 – Bom Retiro)