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Fabio Aguayo

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Auxílio Emergencial do Paraná já distribuiu R$ 16 milhões e boa procura da gastronomia/entretenimento

Ajuda criada pelo Governo do Estado já sofreu mais de mil tentativas de fraudes, informa a Secretaria da Fazenda

A boa procura pelos recursos facilitados tem garantido o sucesso do programa de Auxílio Emergencial do Governo do Paraná, destinado aos micros e pequenos empresário. A linha de crédito tem registrado muita procura de empreendedores individuais que sofreram na pandemia do coronavírus, especialmente do setores de gastronomia, entretenimnento e eventos.

Importante destacar que metade dos valores destinados já foi retirado – algo em torno de R$ 16 milhões de um montante de R$ 32 milhões. De acordo com a Secretaria Estadual da Fazenda, infelizmente também muita gente tentou se apropriar indevidamente dos recursos. Até o momento, foram bloqueadas mais de seis mil tentativas de fraudes.

Existe ainda algum tipo de bug que impede alguns beneficiados retirarem suas parcelas. “Em nossa ótica, a política de auxílio no Paraná veio em boa hora para muita gente. Mesmo sendo baixo, não é um valor a ser desprezado”, diz o presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), Fábio Aguayo.

Retomada

“Temos consciência de que não é o ideal, mas entendemos que para quem paga tem o sacrifício e para quem recebe, um tipo de consolação com todo o sofrimento”, ressaltou. Na avaliação da Abrabar, seria interessante que daqui para a frente, com avanço da imunização/vacinação, todas as atividades possam trabalhar na plenitude.

Principalmente em paz e na capacidade máxima e assim, “dependendo exclusivamente do seu trabalho, para seu sustento”, frisou. Ainda de acordo com Aguayo, recursos como este do auxílio emergencial, seriam então destinados às pessoas que estão na linha da miséria ou extrema pobreza, empurrados também pela Pandemia.

O presidente da Abrabar agradeceu ao governador Ratinho Jr e ao secretário da Fazenda, Renê Garcia Jr, que proporcionaram a viabilidade deste auxílio. “Toda ajuda é muito bem vinda para o nosso setor”, completou Aguayo.

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Entidades de turismo, gastronomia e lazer vão ao MTur por volta do horário especial de verão no Brasil

Medida vai permitir uma hora a mais para programas familiares movimentando setores de gastronomia e entretenimento

Um grupo de entidades de turismo, gastronomia e entretenimento vai recorrer ao Ministério do Turismo (MTur) pela volta do Horário Especial de Verão no Brasil, encerrado em 2019 pelo presidente Jair Bolsonaro. A decisão veio após a negativa de retomada feita pelo Ministério de Minas e Energia, alegando “economia baixa” de energia elétrica.

“Nós acreditamos nisso (nos benefícios da volta do horário de verão), e acrescentamos que vai agregar na segurança pública e socialmente com a geração de empregos”, defendeu o empresário Fábio Aguayo, presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Norutnas (Abrabar), em reportagem a Mariana Grazini, Andressa Motter e Filipe Oliveira na Folha de S.Paulo.

A luta pela volta de uma hora a mais durante o dia reúne é encampada, além da Abrabar, por entidades como a Feturismo, CNTur, Abrasel, Sindihotéis e empresários de turismo, bares e restaurantes, eventos, entre outros. O fundador da Rede Havan, Luciano Hang, já se manifestou favorável a bandeira.

A iniciativa, na avaliação de Aguayo, vai contribuir ainda “na conscientização da população, do momento crítico que vivemos, com recursos hídricos e energéticos”. Ao sair mais cedo do serviço, os trabalhadores tem oportunidade de fazer programas de lazer em família, movimentando o setor de gastronomia e entretenimento.

O Ministério de Minas e Energia afirmou, em nota, que é limitada a contribuição do horário de verão para aliviar o consumo de energia nos momentos de pico.

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Abrabar esperava maior flexibilidade e lamenta restrição de horários e público

Bandeira Amarela renovada por mais uma semana mantém a restrição para funcionamento de bares e restaurantes

A Prefeitura de Curitiba anunciou, nesta quarta-feira (21), que irá renovar por mais uma semana a Bandeira Amarela com restrições de funcionamento das atividades econômicas, em especial da gastronomia e entretenimento. A Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) lamentou a falta de coragem de mudança na flexibilidade de horário, capacidade de público e atividades.

“Mas o que faltou as atividades econômicas, infelizmente sobrou coragem para fechar leitos de UTI pela queda de casos e internações por covid-19”, afirmou o presidente Fábio Aguayo. “São essas descompensações que não entendemos em Curitiba, diferentemente de outras cidades no Paraná e em especial nos outros estados, que flexibilizaram as normas”, frisou.

O que o setor está pedindo nos últimos 18 meses é um planejamento e diretrizes para outras atividades econômicas que não foram contempladas no atual decreto. “Especialmente de um norte de retomada das Casas Noturnas, criando alguma condição de ingresso nos estabelecimentos, que naturalmente aglomeram, apresentando testes de covid recente e ou comprovante de vacinação”, ressaltou.

Na Bandeira Amarela, que foi renovada por mais sete dias, Curitiba precisava acompanhar também a lógica da desativação de leitos de UTI. “Com o avanço da porcentagem de segurança na vacinação da população nos dá uma margem de tranquilidade e não comodidades”.

“Assim os cidadãos ficam menos reféns do medo e do estágio atual da variante Delta, mas passando com os cuidados necessários em uma Pandemia”, comentou. De acordo com Aguayo, o setor tinha esperança de uma maior sensibilidade da Prefeitura, especialmente pelo sofrimento dos últimos 16, 17 meses.

Duplamente penalizados

A Abrabar defende também uma sensibilidade maior dos governos municipal e estadual nas questões das empresas públicas de água, luz e gás. “Não protestando em cartório e cobrando juros abusivos em negociações para religamento, como está acontecendo”. 

Os empresários estão com dificuldades, ficaram fechados no primeiro semestre, com lockdow e horários restritivos e o preço agora estão pagando com protestos, cortes de água, luz, gás. A entidade pede ainda flexibilização na questão das fiscalizações, “que estão virando caça níquel ou indústria da multa”, diz.

Abertura

Aguayo lembra exemplos de maior flexibilização no enfrentamento ao covid-19, como Foz do Iguaçu, onde a Prefeitura autorizou há mais de uma semana bares e restaurantes atuarem até meia noite. Em Santa Catarina e São Paulo, os governos estaduais estão anunciando a retomada de todos os segmentos econômicos.

“A única bengala (desculpa da variante Delta) para não mudar em todo Sul do país é Curitiba”. A entidade pede ainda flexibilização na questão das fiscalizações, “que estão virando caça níquel ou indústria da multa”, completa Aguayo.

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Efeito Sergio Moro: Terceira via provoca a união improvável de Lula e Bolsonaro

Sem estar filiado ou anunciar candidatura o ex-juiz já tem perto de dois dígitos nas pesquisas de intenções de voto

O movimento encampado por grupos de Lavajatistas, Cidadão Democrático de Direito, Vem Pra Rua, Brasil Consciente, Curitiba Contra Corrupção e outros da sociedade civil e, especialmente de empresários e médicos de todo país, para convencer o ex-juiz Sergio Moro a disputar à presidência da República, fez acender a luz amarela dos demais pretendentes ao cargo em 2022.

Nesta terça-feira (20), uma união improvável ganhou destaque na imprensa nacional: Lula e Bolsonaro partiram ao ataque. “A terceira via é uma invenção dos partidos que não têm candidato”, disparou o ex-presidente ao portal O Antagonista. “Falam em polarização… O que tem de um lado é democracia e do outro é fascismo. Quem está sem chance usa de desculpa a tal da terceira via”.

O presidente Jair Bolsonaro reagiu imediatamente: “Não existe terceira via. O povo não gosta. É xilocaína ou vaselina. O Brasil está polarizado: eu e o ex-presidiário”. O pavor de ambos, de acordo com o portal, é que, “por algum motivo, o povo se recuse a aceitar a necessidade de escolher entre um criminoso e outro”.

As reações de ambos contra a terceira via deve-se ao “Efeito Sergio Moro”, segundo o empresário Fábio Aguayo, um dos líderes do movimento. “Em todas as pesquisas internas de partidos e instituições financeiras e de estatísticas, está crescendo organicamente”.

“Vale lembrar que, mesmo sem estar filiado ou assumir a candidatura, esta próximo a 2 dígitos ou já ultrapassou!”, completou Aguayo. O senador Oriovisto Guimarães (PODE) afirmou à Folha de Londrina que existe um vácuo no Centro.

Temor a terceira via

Já o Senador Alvaro Dias (PODE), afirma que o bolsolulismo teme a terceira via especialmente Sergio Moro. Ele é um dos maiores entusiastas da candidatura de Moro, inclusive fez convite oficial para ingressar ao partido, fato que aguarda ate novembro, quando dará a resposta oficial.

O ex-juiz esteve no Brasil e se reuniu, na última semana em Brasília (DF), com a presidente nacional da legenda, Renata Abreu. O Podemos, além de Alvaro Dias e Oriovisto Guimarães, abriga o terceiro senador do Paraná, Flávio Arns.

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Tomar a vacina é fazer a coisa certa

Nesta segunda-feira (19), recebi a primeira dose da vacina contra o coronavírus (covid-19). Sem dúvida, um momento esperado há muito tempo, especialmente pela atual fase em que vivemos de pandemia.

Já era para estar imunizado há um bom tempo, mas faltou vacina, muito em função da tal “imunização de rebanho” que tentaram fazer no Brasil, mas que só atrasou a vida de quem quer trabalhar e produzir para melhorar sua vida e do país.

Tomar a vacina é fazer a coisa certa também para a retomada de nossas vidas e atividades econômicas, não resta dúvida. Temos que nos proteger desta variante Delta e tantas outras que estão chegando o quanto antes.

Quando chegar sua hora, não pense duas vezes e não se deixe levar por pessoas preocupadas apenas em atrapalhar o processo.

Tomar vacina é fazer a coisa certa também para a retomada das nossas vidas!

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ABRABAR preocupada com confusão de festa clandestina em locais com os alvarás e licenças

Entidade contesta fechamento de festa em Curitiba, apontada como “clandestina”

A Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (ABRABA) contestou, nesta quinta-feira (15), o fechamento de uma festa no bairro Xaxim em Curitiba, sob o argumento de se tratar de um evento clandestino. O estabelecimento, com espaço para receber 700, estava com menos de 20% da capacidade.

“O local tinha licença de funcionamento”, ressaltou Fábio Aguayo, presidente da ABRABAR. “Temos que tomar cuidados com as informações, especialmente porque estes locais clandestinos vão se proliferar após a pandemia, ja que os organizadores não tem risco ou custos fixos, como um estabelecimento regular”, disse.

De acordo com reportagens veiculadas pela imprensa, aproximadamente 100 pessoas estavam na festa encerrada por equipes da Ação Integrada de Fiscalização Urbana (Aifu), composta pela Polícia Militar (PM), Guarda Municipal (GM), prefeitura e outros órgãos públicos. A medida teria sido adotada após denúncias.

De acordo com Fábio Aguayo, é importante o zelo das autoridades com a segurança da população, mas é preciso separar o joio do trigo. “Podemos sem duvidas ter no futuro uma nova tragédia tipo Boate Kiss”, disse em referência ao incêndio que matou 242 pessoas em 2013 na cidade Santa Mariana (RS).

Isso pode ocorrer uma vez que os organizadores destes tipos de eventos não tem responsabilidade civil e criminal pelo local. “Diferentemente de um estabelecimento licenciado e que tem que seguir regras, normas e exigências de prevenção e segurança, especialmente social, já que tem qe empregar com carteira assinada”.

Capacidade permitida

Em relação ao estabelecimento fechado, Aguayo reforçou que o espaço disponível é para 700 pessoas. “No local estavam 20% da capacidade, sendo 10 funcionários e o restante clientes que somavam 90. Importante ressaltar que, apesar de ter alvará, houve registro de aglomeração de pessoas sem máscara e sem distanciamento mínimo indicado”. 

“Quando os clientes estão sentados, com mesas nas distancias determinadas, não precisa usar máscara”, ressaltou o presidente da ABRABAR. Que completou: “Bom sempre lembrar também que o atual decreto de Curitiba, de bandeira amarela, libera bares sem cozinha e 50% do publico”.

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Casas de eventos são autorizadas funcionar como restaurantes durante a pandemia em São José dos Pinhais

Projeto de Lei de autoria dos vereadores foi sancionado nesta quarta-feira

O Poder Executivo sancionou, na manhã desta quarta-feira (14), Projeto de Lei da Câmara Municipal que autoriza e regulamenta critérios para empresas de festas, eventos e buffets a funcionarem eventualmente como restaurantes e lanchonetes, durante o estado de calamidade provocado pela pandemia.

O Projeto, de autoria dos vereadores Sinésio, Abilio Alves, Delegado Michel e Professor Wellington, foi aprovado em segundo turno na sessão da última terça-feira. Com a aprovação e sanção, os comerciantes já poderão atuar a partir de hoje. Os estabelecimentos que se encaixarem nos quesitos, poderão solicitar a autorização no departamento de licenciamento da prefeitura e estarão sujeitos a liberação da vigilância sanitária.

Os objetivos do Projeto, já transformado em Lei, são amenizar os impactos econômicos causados à área de eventos por conta da pandemia e gerar empregos no município. No ato de assinatura da sanção pela prefeita Nina Singer estavam presentes o vice prefeito, Professor Assis; o chefe de gabinete da prefeita, Andrei Gondro; os vereadores proponentes e representantes de comerciantes do município.

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Terceira via presidencial ganha força em debates promovidos pela sociedade civil

Eventos em Curitiba e São Paulo vão discutir uma alternativa nas eleições de 2022, que tenha um projeto de país e pelo país

Integrantes de movimentos que reúnem representantes de diversos segmentos sociais de todo Brasil acabam de dar o ‘start’ nos preparativos de um grande evento para debater nomes, em uma clara alternativa para o cargo de Presidente da República nas eleições de outubro de 2022. É a terceira via tão esperada pela Sociedade Civil e partidos políticos.

Os organizadores já se encontram debruçados sobre uma lista dos prováveis convidados para o ato, que será híbrido e público presencial restrito. A reunião deve ser realizada no decorrer de outubro, prazo e período que marcarão um ano para as eleições de dois turnos.

Coincidentemente, outubro será o mês em que Sergio Moro decidirá se vai disputar ou não as eleições do ano que vem. Estamos em negociações para realizar um evento semelhante em São Paulo, mas o “ponta pé” inicial ocorrerá em Curitiba e para tanto, as lideranças já estão preparando um check list com todos os itens necessários à realização.

Envolvimento

Participam desta mobilização grupos de Empresários, Médicos e Movimentos da Sociedade Civil que já manifestaram publicamente a preferência pelo nome do ex-juiz Sergio Moro para ser a Terceira Via nas próximas eleições.

A iniciativa, já contou com lançamento de banners pela internet, adesivos para veículos e outdoors espalhados por cidades pólos do país e agora busca a adesão de outros movimentos, grupos e segmentos sociais ligados ao esporte, segurança pública, direito, meio ambiente, educação, Classe Artística e Cultural, entre outros.

Um dos itens essenciais para tornar o debate muito democrático e viável nesse momento, além de buscar patrocinadores e apoiadores, que contribuirão com os custos do evento, é abrir para a comunidade Brasileira que vive no exterior e dar oportunidade de sua opinião e participação.

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Médicos em apoio à candidatura de Sérgio Moro

Depois do grupo de empresários que iniciou um movimento para que o ex-juiz Sérgio Moro seja candidato a presidência da República, agora um grupo de médicos do Paraná também começa a fazer campanha para que ele aceite ser o candidato da terceira via.

Aliás, as adesões começam a aparecer vindas de outros estados da federação.

Além de apoiar Sérgio Moro em uma eventual candidatura à presidência, o objetivo do grupo também é servir de inspiração para que outros setores da sociedade civil organizada abracem o nome de Moro e participem dessa corrente, pedindo a Moro que aceite ser candidato.

Médicos que queiram participar do grupo de WhatsApp podem solicitar o ingresso por meio e-mail: medicoscommoro@yahoo.com.br

As informações são de Paçoca com Cebola.

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Ratinho se derrete para Tikinha, companheira inseparável do presidente do TCE-PR

O apresentador Carlos Massa, o Ratinho do SBT e pai do governador do Paraná Ratinho Junior, se derreteu ao conhecer a Tikinha, companheira inseparável do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), conselheiro Fábio Camargo.

“Estou com o presidente do TCE-PR, o meu amigo Fábio Camargo, e ele não anda sem esta cachorra”, diz Ratinho.

Tikinha é da raça Golden Retriever e vai com Fábio em todos os locais, inclusive nas sessões do TCE-PR.

Ratinho encerra declarando o orgulho que sente “por este cara aí, viu?”, completou.

Assista abaixo o clipe