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Fabio Aguayo

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100 dias de oxigenação e uma nova história para o TCE-PR

Fábio Aguayo

O conselheiro Fabio Camargo, presidente do Tribunal de Contas do Paraná, quebrou a velha máxima de que o Tribunal de Contas era um Tribunal “faz de conta” ou “uma Ilha”, como foi dito em sua única e primeira entrevista, depois de um longo tempo sem se manifestar, ao jornalista Marc Sousa, na Rádio Jovem Pan.

Completados 100 dias de gestão, Camargo colocou literalmente o TCE-PR e a importância do Controle Externo no centro das atenções no Centro Cívico, com diversas ações que já repercutem positivamente pelo Brasil. E não é pela sua fiel companheira, a golden Tika que o acompanha, tanto na vida privada como na profissional.

Entre os destaques da gestão, a comunicação que em menos de 100 dias, foram entregues R$ 20 milhões economizados pela nova gestão ao governo do Estado para reforçar o caixa neste momento de pandemia e a medida cautelar, em julgamento no STF, visando cooperar no combate ao Covid-19, atacando o principal foco de transmissão do coronavirus, o transporte público.

A medida judicial do transporte público visa permitir apenas a circulação de trabalhadores da saúde, serviços essenciais e relacionados à vacinação da Covid-19 no transporte coletivo de Curitiba. A ação veio após técnicos do TCE-PR comprovarem aglomerações em horários de pico. Foram expedidas várias orientações para a Prefeitura de Curitiba reduzir esse quadro, não sendo cumprida.

Muitos torceram o nariz pela iniciativa do conselheiro. Mas não deixaram de o parabenizar por colocar o debate nacional do transporte público na pauta central dos Poderes Públicos, meio de transporte mais utilizado pela população e subsidiado pelo dinheiro arrecadado do bolso do contribuinte

Camargo, sabendo do seu papel institucional, recebe diversas figuras do meio politico e da sociedade para debater como cooperar, não só no combate a Covid-19, mas na melhora da fiscalização das contas públicas. Ouve mais do que fala. Assimila as boas sugestões, e o principal, dá autonomia para os servidores saírem das sombras e mostrarem seu qualificado trabalho à sociedade.

O conselheiro também impôs um ritmo de trabalho intenso aos servidores, chegando a desempenhar as atividades fora do expediente natural, especialmente em tempos de trabalho remoto, para debater os projetos em andamento.

Todos que conhecem Camargo afirmam que está tão focado na valorização e importância da atuação da corte, que sabe que o sucesso da sua gestão é estratégico para isso e que até nos momentos de descontração, principalmente em seu quartel general em Matinhos, onde recupera as energias, não perde a oportunidade de entrar em contato com seus assessores e servidores.

Depois de anos recluso e reflexivo, ele sabe que não pode falhar. Ainda mais fiscalizando as contas públicas.

Os servidores, num primeiro momento estavam apreensivos, pois não sabiam como seria, mas o impacto está sendo positivo, conquistas e direitos estão reconhecidos e devidamente, o que valoriza e engaja os servidores para o crescimento e melhora do desempenho.

Um fato icônico do começo da gestão, Camargo imprimiu sua marca em uma reunião com toda a diretoria. A sua maneira intensiva de trabalho pela jovialidade tem contagiado os diretores e Coordenadores que estão sempre dispostos aos desafios da gestão.

Ligou um dia à noite, por volta das 22h para todos os diretores e avisou de uma reunião, no dia seguinte, cedo, por volta das 8h30, pegando muitos diretores de surpresa, ou melhor, de pijama.

Com a sua Tika a tiracolo, jogou limpo. Foi direto ao ponto, como é de seu costume. Falou para os presentes se eles preferiam ser conhecidos como servidores do Tribunal Faz de Conta ou de um Tribunal ativo, valorizando o trabalho de todos e reconhecido pela sociedade.

Um dos participantes no evento disse que os olhos de muitos brilharam. A chamada, a estilo Felipão, como gosta de se definir Camargo, deu resultado. Ali foi o ponto da virada.

A mesma fonte diz que ele gosta de se comparar ao Felipão treinador vitorioso, intenso. Dá seus puxões de orelha, em alguns a orelha fica bem vermelha, mas é admirado pelo seu modo sincero e estilo paizão, volte e meia é visto se confraternizado aos abraços com os servidores. Sobra até para a Tika.

A convocação aos diretores reverberou em todos os departamentos. Dali em diante, mesmo em trabalho remoto, o TCE-PR entrou em campo para mostrar seu papel.

Em 100 dias mostrou que veio para ficar para sempre no hall de bons presidentes da corte.

  • Fábio Aguayo é empreendedor, dirigente de entidades de turismo, gastronomia e entretenimento e profissional na área de relações institucionais e governamentais.
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Índice de transmissão da Covid-19 volta subir e Curitiba pode ter novas restrições

A imprensa estadual destacou nesta quinta-feira (06) que o índice de transmissão da Covid-19 voltou a acelerar em Curitiba. A notícia nos trás uma reflexão diante da doença, que pode trazer novas medidas restritivas afetando principalmente a gastronomia e entretenimento e todas as atividades correlatas ao turismo

Entre os destaques na imprensa está o alto risco de contaminação pelo coronavirus dentro dos terminais e dos ônibus do transporte coletivo de Curitiba e região metropolitana. Na Câmara Municipal, a vereadora Carol Dartora propôs à prefeitura de Curitiba a implementação de um sistema de rodízio de horários no comércio e nos serviços da capital paranaense.

Tal medida, aprovada pelos vereadores, traria impacto, também, no transporte coletivo, reduzindo as aglomerações, em certo horários de pico, como já constatado em fiscalização rigorosa feita pelos técnicos do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), como mostra a foto do alto que ilustra esta nota.

Essa questão do rodízio de horários no comércio já foi me apresentada pelo presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Camilo Turmina, em um encontro para debatermos ideias para auxiliar no combate à Covid-19. O momento é de diálogo, união e ações, entre as instituições, para reduzirmos a curva de contaminação.

O que falta agora é transparência e planejamento e debater com a sociedade civil quais serão as medidas a serem adotadas. Temos ciência de que se continuar este crescimento serão inevitáveis as restrições. O decreto atual tem validade até o dia 12 de maio.

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Cida é a quarta ex-governadora do Paraná no Conselho da Itaipu

Pedro Ribeiro

Com a nomeação do presidente Jair Bolsonaro para o Conselho de Administração da Itaipu Binacional, Cida Borghetti se tornou a quarta ex-chefe do executivo estadual a ocupar uma das seis cadeiras destinadas a brasileiros no Conselho.

Antes de Cida Borghetti, a posição já foi ocupada pelos ex-governadores José Richa, Orlando Pessuti e Ney Braga. Ney Braga, inclusive, foi diretor-geral da Usina.

A experiência de ter comandado o Estado sede da Itaipu Binacional, que tem uma das economias mais fortes do país, o conhecimento da realidade local e das relações com o Paraguai são critérios favoráveis na escolha de ex-governadores para a função.

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Precisamos de união para fortalecer a ciência

Com a nova retenção e contenção dos investimentos do Governo Federal, a sociedade civil organizada será fundamental, diria que crucial, para o avanço dos projetos de pesquisas das universidades, especialmente a nossa Universidade Federal do Paraná (UFPR), que está avançada no desenvolvimento da vacina contra o novo Coronavírus (covid-19).

A idéia é aproveitar o sucesso das campanhas dos Vouchers de Compras que ajudaram e tem ajudado na manutenção dos bares, restaurantes e casas noturnas em seus negócios ou atividades, agora com a reativação, incluindo um ícone de doação, como tem os de gorjetas nos aplicativos de modais.

Cada cliente do setor poderia doar, por livre vontade, de R$ 1,00 a R$ 5,00, que seria destinado a pesquisa ou implementação da distribuição da vacina.

O link e o repasse seria direto a UFPR.

Esta iniciativa pode aliar o varejo com a indústria em favor da sociedade e dos cidadãos neste momento crucial de nossas vidas, no qual precisamos de alternativas, principalmente de vacinas!

Qual a sua opinião sobre esta proposta? A sociedade envolvida e engajada pode contribuir nas pesquisas das nossas universidades? Vá nos comentários abaixo e deixe seu recado!

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Imprensa repercute fechamento de bares e novo empreendimento no Shopping Hauer de Curitiba

A imprensa repercutiu as mudanças que serão encaminhadas nos próximos meses em toda a estrutura do Shopping Hauer, um dos mais conhecidos de Curitiba. O plano prevê o fechamento de bares tradicionais no espaço.

O Plural destaca que o Hauer, que em 2016 se fixou como um ponto de encontro da noite e da gastronomia curitibana, vai desalojar a maioria dos bares para dar lugar a um complexo de clínicas, afetando apenas uma parte do centro de compras atual.

“Pelo menos 13 estabelecimentos, entre uma hamburgueria, um bar de drinks e outros botecos serão afetados. São empreendimentos que ficam na Avenida do Batel e na Rua Coronel Dulcídio”, escreve o portal (AQUI para ler a íntegra da reportagem).

A Banda B informa que o Hauer foi parcialmente vendido e o bairro Batel deve ganhar um novo empreendimento e traz uma avaliação da Abrabar, que já avalia formas administrativas e jurídicas para atuar junto aos empresários do local.

“Um dos principais pontos da noite curitibana, o Shopping Hauer foi parcialmente vendido e o bairro Batel deve ganhar um novo empreendimento em breve. Donos de bares já foram comunicados do negócio e estão no processo de rompimento do contrato de aluguel”, escreve o site da emissora (AQUI para ler a íntegra do artigo)

Já o RICMais ressalta que o fechamento do shopping não tem relação com aglomerações na pandemia, segundo informou o Ministério Público.

“O Shopping Hauer, conhecido ponto da vida noturna de Curitiba (PR), teve parte de seus empreendimentos vendidos e deve ser substituído por um novo negócio. Os donos dos bares e restaurantes foram informados da negociação e o rompimento do aluguel já está em andamento”, diz o portal (AQUI para ler a íntegra da matéria)

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Os estragos da Covid no setor de gastronomia e entretenimento; um terço da categoria sucumbiu

Fábio Aguayo

A Abrabar, o SindiAbrabar e o Sindehotéis estão realizando um levantamento dos estabelecimentos do setor que fecharam as portas ou enfrentam dívidas altíssimas devido a suspensão das atividades por força de decretos restritivos na pandemia da Covid-19.

Só para os caros leitores terem uma idéia, em Curitiba, onde temos temos 27 municípios, perdemos até dezembro do ano passado, mais quatro mil empresas de gastronomia e entretenimento, de um universo de 54 segmentos do setor do turismo.

Nosso setor representa 37 atividades econômicas entre bares, restaurantes, lanchonetes, pizzarias, hamburguerias, casas de chá, cafeterias, cantinas, food trucks, tabacarias, casas de shows, empresas de eventos, buffet infantis, entre outros.

Se o leitor visitar nossos complexos gastronômicos, tipo Cadore ou Vila Urbana, vai perceber que mais da metade das lojas estão fechadas definitivamente. As galerias, centros comerciais e shoppings, que tinham de cinco, 10 até 15 casas da nossa categoria em média trabalhando, hoje estão com um terço em atividade.

As cantinas e lanchonetes dentro das universidades, estão totalmente fechadas porque não tem aula ou movimento. Nosso setor se encontra com um endividamento quase impagável, no qual as pessoas vão ter esperar de três a cinco anos para terem nome limpo ou crédito na praça.

Das empresas abertas em Curitiba antes da pandemia, que eram aproximadamente 14 mil, em dezembro de 2020 restavam em média 11 mil. Este número pode ser ainda mais alarmante, assim que fecharmos a atualização dos dados, incluindo a região metropolitana.

Por isso é importante neste momento de dificuldade contar com a sensibilidade dos prefeitos e secretários para permitir a reabertura dos setores da categoria. Muitos empreendedores não tem recursos para o acerto dos colaboradores e sequer para pagar os custos de uma baixa e fechar empresa.

Temos uma convenção coletiva moderna, com pisos diferenciados e termos aditivos que foram feitos antes e durante a pandemia, e graças a ela muitos empregos foram mantidos. Mas é bom frisar que, tanto o lado empresarial quanto o laboral e os autônomos, ficaram abandonados neste período.

Neste apelo, lutamos também pela liberação dos bares sem cozinha, mas que trabalham com aperitivos, uma vez que a situação está cada vez mais terrível para o nosso setor.

Como bem destacou o José Petri, presidente do Sindehotéis: “Nós somos os órfãos da Covid”. Precisamos urgente do braço amigo do poder público para sair desta buraco e voltarmos a gerar emprego e renda o quanto antes.

* Fábio Aguayo é presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar)

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Os donos do pedaço

Desde o início da pandemia da Covid-19, quando começaram os decretos restritivos com toque de recolher e lockdown, os estabelecimentos de gastronomia e entretenimento tiveram suas atividades praticamente paralisadas. Nos tornamos alvo de muitas ações cinematográficas, dado o grande aparato de viaturas e agentes.

Na coluna de hoje, trago o desabafo do Rodrigo, companheiro da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) sobre esta terrível situação.

Os donos do pedaço

Não falta prepotência para aqueles que, por força de mero concurso público, consideram o estado de direito sua propriedade. Comumente constatamos visitas aos estabelecimentos gastronômicos, de bares e noturnos de modo geral, de comboios de viaturas e dezenas de funcionários públicos (policiais, fiscais da prefeitura, guardas municipais, dentre outros) de maneira truculenta e arrogante. A luz do giroflex se vê de longe, como se dissesse: “sim, chegamos, os donos do pedaço”. Multam sem qualquer critério, valentes e vigilantes, analisam tudo e fotografam, é o interventor maior que decide se a casa abre ou fecha.

O contribuinte por sua vez, lesado e desamparado, pratica seu protesto, a demissão massiva.
Até quando vamos suportar esses verdadeiros sanguessugas do estado ?

Sem receita e competência, a vez deles chegará em breve. Uma hora a fonte seca.
Esperamos que o dito popular não caia no gosto dessa turma reprimida: “sonegar para reparar.”

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Nosso setor só tem a agradecer ao Governo o horário a mais para trabalhar. Assista o vídeo!

Gostaríamos de parabenizar o Governo do Estado pela edição do novo decreto que vai permitir em todo Paraná trabalhar até às 23h, especialmente os bares, restaurantes e lanchonetes.

Esperamos que na capital, Curitiba, siga o mesmo horário até às 23h. Nosso momento é muito difícil, muitos empresários não conseguiram pagar o salário de março porque não conseguiram trabalhar.

Decreto estende funcionamento do comércio e reduz toque de recolher

Então, neste momento só temos que agracer o governador Ratinho Junior, o deputado Francischini e o secretário Guto Silva.

Nosso agradecimento inclui todos os membros e categorias representadas pela Abrabar, SindiAbrabar e Feturismo, como deixo claro neste vídeo abaixo.

Muito obrigado e boa sorte a todos nós!

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Fazer um rodízio no comércio pode frear um pouco os contágios de Covid no transporte coletivo?

O presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Camilo Turmina, tem defendido um sistema de rodízio no comércio como estratégia para reduzir as transmissões do novo Coronavírus (Covid-19), especialmente nas aglomerações dentro dos ônibus de transporte coletivo.

Turmina falou da sua ideia em recente audiência com o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), conselheiro Fábio Camargo, o qual busca alternativas para evitar a superlotação nos ônibus de Curitiba.

“Quantos por cento queremos que fiquem em casa? Se for 50% é bem simples. Um dia abre uma atividade econômica, no dia seguinte outra. Ninguém precisa de 800 farmácias abertas ou de todos os petshops abertos ao mesmo tempo”, explicou Turmina.

Na audiência, o presidente da ACP falou de outras propostas para reduzir a superlotação dos ônibus e frear os contágios por Covid-19.

Quer ver quais são elas? Acesse a íntegra da reportagem no portal Cabeza News

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Senado terá votação esta semana sobre auxílio para bares e restaurantes. Fiquem atentos!

Fábio Aguayo

Uma boa notícia para o nosso setor de gastronomia e entretenimento estará em votação esta semana no Senado Federal. Trata-se de um projeto sobre a criação de um auxílio aos bares e restaurantes do país, afetados fortemente pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

A pauta será discutida na quarta-feira (14), a partir das 16h, quando o Plenário se reúne de forma remota para votar quatro itens.

Entre eles está o PL 973/2021, que cria o Programa de Auxílio aos Restaurantes, Bares e Lanchonetes como medida para resguardar o setor que foi um dos mais atingidos com a pandemia covid-19.

A proposta do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) estabelece auxílio no valor de R$ 2 mil por três meses e a suspensão da cobrança de tributos federais com a posterior renegociação das dívidas para essas empresas.

Para receber o auxílio, os restaurantes, bares e lanchonetes devem ser cadastrados na junta comercial, estar ativos junto à Receita Federal e empregarem ao menos um funcionário.

Pela medida, a cobrança de tributos federais ficará suspensa até 31 de dezembro de 2021 e, a partir de 2022, o Poder Executivo Federal oferecerá modalidades de renegociação das dívidas, o que inclui também a previsão de desconto de até 70% e prazo para pagamento em até 145 meses.

* Fábio Aguayo é presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar)