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Fabio Aguayo

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Fiscalização e perseguição no polo gastronômico da rua Paranaguá

Fábio Aguayo

Desde o dia 8 de outubro estamos tendo blitz e fiscalizações na rua gastronômica da Paranaguá.

Isso é devido a reclamações de moradores onde estão alegando que todo problema e responsabilidade são dos bares como fato gerador.

Nós como empreendedores e comerciantes já conseguimos mostrar que o problema está na rua e de pessoas que não estão em nossos ambientes, que aliás trazemos segurança, conforto e cumprimento das regras sanitárias dentro dos estabelecimentos.

Sofremos diversas fiscalizações com 98% dos empreendimentos todos corretos.

Viemos de 18 meses de intensas regras sanitárias, acumulamos dívidas e estamos tentando sobreviver e gerar emprego/renda para não depender de auxílios governamentais.

Quando retornamos estamos passando por esse problema.

Esse semana foi revogado a portaria de música em bares, onde bares se quiserem ter música vão ter que gastar enormes quantias para poder ter música, sem aviso prévio para adequações.

Graças a isso faturamento caiu em 50%, alguns estabelecimentos/comerciantes estão falando em mais sofrimento e a temida demissão e encerramento de atividades se continuar desse jeito e perseguições.

  • Fábio Aguayo é empreendedor do setor de gastronomia e entretenimento e presidente ABRABAR (Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas)
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Reforma Tributária vai impulsionar contrabando de cigarros e bebidas alcoólicas

O relatório apresentado pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), para a Reforma Tributária, que tramita no Congresso Nacional, vai impulsionar o contrabando de cigarros falsificados e bebidas alcoólicas. Se aprovado com as alterações apresentadas na terça-feira (5), vai estimular uma guerra de consumo de produtos sem procedência.

A nova versão do relatório apresentada pelo Senado propõe uma recomposição na forma de cobrança dos impostos, substituindo alguns tributos atuais por novos tributos, incluindo o imposto seletivo. “Vão tratar nosso cliente e consumidor como viciado e ou dependente de bebidas e cigarros”, alerta Fábio Aguayo, diretor da Federação das Empresas de Hospedagem, Gastronomia, Entretenimento e Similares (Feturismo).

A Feturismo, organização filiada à Confederação Nacional de Turismo (CNTur), reforça que não é o momento de aumento de carga tributária para um setor que emprega milhões de famílias e que passou por muitas dificuldades durante a pandemia.

“O momento é de retomada e estimular bares, restaurantes e eventos é a garantia de milhões de empregos em toda a cadeia”, ressalta Aguayo. O texto apresentado por Roberto Rocha, unifica impostos (inclusive estaduais e municipais) e traz um tributo seletivo para desestimular o consumo de bebidas e cigarro (popularmente chamado de “imposto do pecado”).

Além disso, acaba com as isenções para produtos da cesta básica e propõe, como compensação, um programa que devolve dinheiro diretamente às famílias de baixa renda. O relatório faz parte da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 110. Existe um texto na Câmara sobre o mesmo assunto (PEC 45) e um projeto de lei do governo mais tímido, que unifica apenas dois tributos federais.

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62% dos bares e restaurantes estão longe das vendas da pré-pandemia, diz pesquisa

Alternativa para minizar a crise provocada pela pandemia é a volta do horário de verão, que tradicionalmente começa em outubro

O setor de gastronomia e entretenimento ainda está longe de retormar os patamares perdidos na pandemia do coronavírus (covid-19). Pelo menos 62% dos bares e restaurantes ainda não recuperaram as vendas do período anterior a chegada da doença, em março do ano passado.

A afirmação tem como base uma pesquisa realizada pela Associação Nacional de Restaurantes (ANR) em parceria com o Instituto Foodservice Brasil (IFB), e divulgada na terça-feira (28). De acordo com os dados, o índice de endividamento do setor é de 55% dos bares, restaurantes, cafés e lanchonetes.

Dos devedores, 78% são para bancos, 57% com taxas e impostos em atraso, 24% com fornecedores e 14% em função de pendências trabalhistas. Um fator que poderia minimizar esta situação, diz o presidente da ANR, Fernando Blower, é a volta do horário de verão extinto em 2019 e que tradicionalmente ocorria no mês de outubro.

A campanha pela retomada do horário especial foi lançada em junho pela Feturismo, Abrabar, CNTur e outras entidades ligadas ao turismo, gastronomia e entretenimento, como alternativa para melhorar as atividades dos setores, contribuindo para a melhora da saúde financeira dos estabelecimentos.

Exemplo do Paraguai

Para o presidente da Abrabar, Fábio Aguayo, um bom exemplo de inteligência é o Paraguai, vizinho que divide a Itaipu Binacional com o Brasil. O país começa com o horário especial já no próximo domingo (3). A intenção é que o Paraguai, com aproximadamente 6,5 milhões de habitantes, consiga reduzir o consumo de energia elétrica neste período de escassez hídrica.

“Não é porque o Paraguai é um país pequeno, que não deve se preocupar com a crise hídrica. Os nossos vizinhos demonstram com isto que tem a inteligência estratégica da necessidade e conscientização do momento, que é o que economizar energia e prestigiar o turismo, lembrando que a região de Foz do Iguaçu é importante polo turístico para ambos os países”, explica Aguayo.

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Sergio Moro volta ao Brasil para decidir destino político, adianta a revista Veja

Ex-juiz recebeu duas pesquisas internas do Podemos que medem seu potencial eleitoral como candidato a presidente e ao Senadoa

Morando nos Estados Unidos desde que ingressou na iniciativa privada como consultor da americana Alvarez&Marsal, o ex-juiz Sergio Moro desembarca no Brasil na próxima quinta-feira, 23, para mais uma rodada de reuniões políticas. O objetivo, adianta Laryssa Borges na Veja, é analisar a aceitação de seu nome entre setores do empresariado como eventual candidato nas eleições do próximo ano.

Cortejado pelo Podemos para concorrer à Presidência da República, Moro recebeu nos últimos dias duas pesquisas privadas de intenção de votos que buscam situá-lo sobre o tamanho de seu potencial eleitoral não só como possível candidato ao Planalto, mas também como senador pelo estado de São Paulo.

Em uma delas, circunscrita a eleitores do estado de São Paulo e que foi a campo de 20 a 31 de agosto, o ex-juiz da Lava-Jato aparece com 9% da preferência do eleitorado na corrida presidencial, atrás atrás do petista Luiz Inácio Lula da Silva, com 26%, e do presidente Jair Bolsonaro, com 18%. O levantamento ouviu 2.300 pessoas no estado, e a margem de erro é de dois pontos percentuais.

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Por que quero Sergio Moro candidato?

Fábio Aguayo

O ex-juiz Sergio Moro estipulou prazo até o mês de outubro para dizer se será ou não candidato a presidência da República nas eleições de outubro do ano que vem. A decisão do homem que comandou a Lava Jato, maior operação de combate à corrupção na história do país, é esperada com ansiedade por amigos, apoiadores e boa parte da populaçao, até então calados, que acreditam ser possível mudar a história fazendo a coisa certa.

Sergio Moro, mesmo que ainda não esteja filiado a um partido político, aparece em terceiro lugar com uma média de 10 pontos nas pesquisas eleitorais. Seu desempenho leva a uma dedução simples: é o melhor e mais capacitado candidato a dar o rosto a tão esperada terceira via, freando de vez, desta maneira, a polarização entre o ex-presidente Lula e o atual presidente Jair Bolsonaro.

Muitos me perguntam nas ruas, aqui em Curitiba, em São Paulo ou até em Brasília, o porquê afinal quero Sergio Moro candidato? Respondo sempre a mesma frase com toda firmeza: Conheço o Sergio, e sei que a contribuição que ele pode dar ao Brasil é imensa. É o único que consegue hoje levantar de fato à bandeira do combate a corrupção. Um passo tão importante em nosso país na nossa jovem democracia.

Sabemos que a corrupção é o centro de grandes problemas que hoje enfrentamos. As consequências são danosas e provocam uma verdadeira catástrofe em nosso país. A corrupção sistêmica que assistimos faz muito tempo no dia a dia da nossa sociedade causa uma total falta da credibilidade. Além de inúmeros prejuízos na economia, saúde e na importante área da educação.

Moro sacrificou muito da sua vida profissional e pessoal em nome do que é certo, para tentar trazer um pouco de justiça para um país em que a impunidade, especialmente entre os mais poderosos, ainda é a marca. Sergio Moro já demonstrou que a retidão de caráter, a decência e a vontade de fazer o que é certo, independente das circunstâncias, podem custar caro.

A participação de Sergio Moro como candidato a presidente vai qualificar o debate e dará oportunidade para todos aqueles que, assim como eu, desejam um país mais justo, correto e sem corrupção. O Brasil, e os brasileiros, merecem ter a chance de escolher o que é certo, o caminho da decência, da credibilidade e da evolução democratica.

  • Fábio Aguayo é empresário, integrante do movimento Cidadão Democrático de Direito e representante de entidades de turismo, gastronomia e entretenimento.
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Bolsonaro pode recuar com horário de verão como fez com o STF, diz defensor da mudança

Representante de empresários que pede a alteração do relógio diz que tema é discussão apaixonada

O grupo de empresários do setor de turismo que, há quase três meses, lançou o movimento para pedir a volta do horário de verão se surpreendeu com a dimensão que o assunto tomou.

Depois de ver crescer o apoio de entidades representantes de restaurantes, shoppings, setor elétrico e até de defesa dos consumidores, o próximo passo é levar o debate para a população, segundo Fabio Aguayo, diretor da CNTur, que iniciou a pressão sobre o governo, conforme o Painel S.A. antecipou em junho.

Aguayo diz ter percebido que o horário de verão está entre os temas que dividem a polarizada sociedade brasileira e que um termômetro disso aparece nas redes sociais. Portanto, vai lançar um novo esforço na tentativa de chamar para a causa os apoiadores de Bolsonaro, que segundo Aguayo, são os maiores opositores.

“Uma das discussões mais apaixonadas nas redes sociais é o horário de verão. Os bolsonaristas entram em uma coisa surreal. E quem não é, também. Muitos bolsonaristas são contra porque o Bolsonaro é contra. Mas eu já consegui reverter bastante”, diz.

Ele afirma que o presidente pode voltar atrás, assim como fez na semana passada, na crise com o STF (Supremo Tribunal Federal), quando divulgou a nota de recuo dizendo não ter tido a intenção de atacar os outros Poderes nas manifestações do 7 de Setembro.

“Eu entendo que o Bento Albuquerque, o nosso ministro de Minas e Energia, é teimoso também. Ele pegou o espírito do Bolsonaro e não quer recuar. Mas não é questão de umbigo e vaidade. É uma questão nacional”, diz Aguayo.

A extinção do horário de verão, que veio por meio de um decreto ainda em abril de 2019, foi uma das primeiras medidas tomadas por Bolsonaro em seu governo. O presidente sempre reclamou da mudança no relógio, defendendo que ela não gerava economia de energia.

Quando tomou a decisão no inicio do mandato, Bolsonaro também apostava que a produtividade do trabalhador brasileiro aumentaria, porque, segundo ele, o horário de verão afetava o relógio biológico da população.

O Ministério de Minas e Energia avalia que a volta do horário de verão tem impacto limitado no consumo de eletricidade e não ajudaria a enfrentar a atual crise energética. A pasta chegou a negar oficialmente o pedido, mas agora está solicitando novos estudos ao ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

“O próximo passo é massificar. Agora, temos que sair do campo da política e das entidades. Agora é o povo entender”, afirma Aguayo, que diz estar convidando entidades de diferentes estados para abrir uma nova campanha com justificativas a favor do horário de verão.

A argumentação é que a volta da mudança no relógio promove economia de energia e favorece a circulação de consumidores em atividades como turismo e restaurantes no início da noite, o que pode ajudar os negócios a se reerguer do baque da pandemia.

As informações são do Painel S.A., da Folha de S.Paulo

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Entidades do setor elétrico dão apoio a volta do horário de verão em 2021

Não são só os setores de turismo, gastronomia, entretenimento e comércio que desejam o retorno do horário de verão. A Folhapress veiculou matéria destacando que entidades do setor elétrico também manifestaram apoio a medida que garante melhor uso da iluminação natural em um horário de grande demanda por eletricidade.

“O ganho é pequeno, mas nesse momento precisamos contar megawatt por megawatt”, disse o ex-diretor do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata, que vem trabalhando com o ICS e o Idec na avaliação da crise e da atuação do governo para enfrentá-la.

Leia abaixo a íntegra da reportagem:

Horário de verão pode voltar em 2021? Entidades do setor elétrico dão apoio

O horário de verão, extinto pelo presidente Jair Bolsonaro em 2019, garante melhor uso de iluminação natural em um horário de grande demanda por eletricidade

Um documento elaborado por entidades ligadas ao setor elétrico defende o retorno do horário de verão como medida emergencial para enfrentar a crise energética. As associações pregam ainda que, no longo prazo, o governo deve priorizar o incentivo à eficiência energética para reduzir o risco de novas crises.

O horário de verão foi extinto em 2019 pelo presidente Jair Bolsonaro, sob o argumento de que já não garantia grande economia de energia enquanto causava transtornos para trabalhadores, principalmente aqueles que dependem do transporte público ainda de madrugada.

Com o agravamento da crise energética, porém, vem crescendo no últimos meses o apoio ao retorno do programa, que adia em uma hora o fim do dia, garantindo melhor uso de iluminação natural em um horário de grande demanda por eletricidade.

Entidades do turismo, como CNTur e Feturismo, o setor de restaurantes e, depois, os shoppings já se manifestaram a favor. Nesta segunda, o apoio foi reforçado por Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), ICS (Instituto Clima e Sociedade), Iei (International Energy Intiative), Mitsidi Projetos e Hospitais Saudáveis.

“O ganho é pequeno, mas nesse momento precisamos contar megawatt por megawatt”, disse o ex-diretor do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata, que vem trabalhando com o ICS e o Idec na avaliação da crise e da atuação do governo para enfrentá-la.

O grupo de entidades diz que o horário de verão economizaria entre 2% e 3% do consumo no início da noite, reduzindo a necessidade de acionar térmicas mais caras que hoje pressionam a conta de luz.

Barata lembra que o próprio ONS foi contrário ao fim do horário de verão, mas prevaleceu o argumento de que a economia vinha se reduzindo na medida em que o pico do consumo no verão se deslocou para o meio da tarde, quando uma quantidade maior de aparelhos de ar condicionado estão ligados.

“Um dos argumentos é que economizávamos R$ 400 milhões e passamos a economizar R$ 100 milhões”, disse Barata. “Mas agora, se a gente economizar R$ 1 milhão está bom.” Ele frisa que a decisão deve ser rápida, já que a implantação do programa demanda ajustes em diversas atividades econômicas.

As entidades divulgaram um documento no qual propõem maior atenção do governo a iniciativas de eficiência energética, como uma medida estrutural para melhorar a segurança do setor elétrico brasileiro. A avaliação é que o Brasil está atrasado em relação a países desenvolvidos no tema.

Para elas, sucessivos governos vêm sendo negligentes com a questão, que só vem à tona em meio a crises de abastecimento. Para a coordenadora do ICS, Kamyla Borges, os programas do tipo deveriam ser unificados sob uma gestão, para garantir maior efetividade.

As entidades pedem ainda uma atualização dos padrões de eficiência em ar condicionado e geladeiras, com campanha para que o consumidor compre equipamentos mais eficientes.

Caso a periodicidade de atualização tivesse sido mantida, diz o ICS, o Brasil estaria economizando cerca de 1.100 MW médios, quase a capacidade da térmica GNA 1, no norte fluminense, cujas operações devem ser antecipadas para ajudar a combater a crise.

A título de comparação, o programa de redução voluntária do consumo por grandes empresas vai economizar 237 MW em setembro, volume total das ofertas aprovadas nesta segunda pelo CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico).

“A eficiência energética deveria ser vista também como política industrial, porque traz produtividade para a indústria e traz competitividade para a economia brasileira”, diz Borges.

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A manifestação pela democracia e contra corrupção será no dia 12, diz ex-procurador da Lava Jato

Atos do 7 de setembro são “autoritários” para derrubar aquilo que conquistamos no pós-ditadura”, disse Carlos Fernandes

Carlos Fernandes, um dos procuradores mais atuantes da Lava Jato, operação que combateu a corrupção no poder público brasileiro, disse que os atos convocados pelo presidente neste dia 7 de setembro não são contra a corrupção e a favor da democracia. “São manifestações autoritárias, que visam derrubar tudo aquilo que conquistamos com dificuldade no pós-ditadura”, afirmou.

O ex-procurador da Lava Jato afirma que as verdadeiras manifestações pela democracia e contra a corrupção, serão aquelas convocadas para dia 12 de setembro (sábado). “Não precisamos de menos democracia. Precisamos de mais combate a corrupção, mais transparência pública, e esta manifestação é apenas contra nossa Constituição”, disse nas redes sociais.

“Precisamos preservar a Constituição, lutar para que ela seja realmente cumprida e isso acontecerá dia 12 de setembro”, reforçou Carlos Fernandes. Os atos, encampados pelos movimentos Brasil Livre (MBL) e Vem Pra Rua (VPR), tem como pauta o impeachment de Jair Bolsonaro e por condições mais dignas aos brasileiros.

Péssima economia
Devido a má gestão do governo e da política econômica, o litro da gasolina chegou a R$ 7 na maioria dos estados, o quilo da carne R$ 50, gás de cozinha a R$ 110 e a energia 52% mais cara. O país tem 14 milhões de desempregados e combate a pandemia deixa muito a desejar, lembram os organizadores.

“Vamos para a rua. Vamos dizer eles não! Porque, não precisamos nem da volta de um governo corrupto e nem a manutenção de uma família autoritária e corrupta no poder. Precisamos mudar e temos que nos manifestar, mas manifestar no momento e na forma correta, pela democracia e pelo combate a corrupção”, concluiu.

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Curitiba mantém o rigor no privado e fecha os olhos nos parques, praças e transporte coletivo

Abrabar questiona decreto em vigor desde quarta (25), que proíbe pessoas de permanecer em pé dentro de bares e restaurantes

O novo decreto da Prefeitura Municipal, mantendo a bandeira amarela em Curitiba no enfrentamento a covid-19, traz uma flagrante falta de isonomia na aplicação dos rigores da lei. A medida, em vigor desde quarta-feira (25), proíbe a permanência de pessoas em pé nos estabelecimentos de gastronomia e entretenimento, enquanto permite aglomerações nestas condições em parques, praças e transporte coletivo.

“Enquanto mantém o rigor no setor privado, fecha os olhos para os locais de circulação pública, sem qualquer tipo de restrição”, denúncia o presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), Fábio Aguayo. Para a categoria, a medida é desnecessária. “Temos que cumprir a regra da capacidade das Casas”, ressaltou.

A sociedade curitibana tem acompanhado, especialmente nos finais de semanas nas praças, parques, terminais e nos ônibus pessoas em pé e em constante aglomeração. “Mas não vemos a mesma fiscalização e o mesmo rigor com essas áreas, que são responsabilidades da Prefeitura”, pontua.

Idênticas

As situações presenciadas nestes espaços são idênticas as relatadas nos dados estatísticos daqueles que foram multados. “Quais são as explicações que foram feitas, quais foram as mitificações? Usam a desculpa que tem placa. Nós também temos placas nos estabelecimentos”, relatou Aguayo.

É preciso diferenciar essas situações em Curitiba. No atual cenário, existe uma ilha sobre o que é de responsabilidade do poder publico. Já, para o estabelecimento privado, todo o rigor da lei. “Precisamos trabalhar gerar empregos, negócios. Estamos cansados de tantas restrições”.

Prevenção

As pessoas, de acordo com a Abrabar, tomaram as vacinas para poder trabalhar em paz, evitar que a pandemia se alastre. “Mas a fiscalização sempre é rigorosa com bares, restaurantes e lanchonetes. Parece que os vírus só mora nesses locais” diz Aguayo. De acordo com ele, nos locais que são da Prefeitura, não existe existe rigor.

“Vamos parar de hipocrisia. Enquanto outras cidades estão avançando, estamos sempre retrocedendo, vivendo dentro dessa bolha. Porque existe isso na cidade de Curitiba? Qual o interesse de prejudicar um setor? Porque o outro setor é beneficiado? essas são as respostas que nós precisamos”, completou o presidente.

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Abrabar e Abrasel agradecem Traiano por a retirada de projeto de lei que oneraria setor

As associações brasileiras de Bares, Restaurantes e Casas Noturnas (Abrabar e Abrasel) agradeceram ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano, pela retirada por ofício do projeto de lei 775/2019, que obrigava a constar nos cardápios informações sobre o peso das porções servidas nos estabelecimentos de gastronomia e entretenimento.

As entidades só podem agradecer ao presidente Traiano pela sensibilidade de retirar o projeto que iria onerar o nosso setor, um custo desnecessário para refazer todos os cardápios em um momento crítico devido a crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus (covid-19), afirmou Fábio Aguayo, presidente da Abrabar.

“Nós precisamos de incentivo, de apoio, não de empecilhos neste momento”, ressaltou o líder classista. De acordo com a proposta, protocolada em 2019, antes da pandemia, todos os estabelecimentos do Paraná, que comercializam alimentos na forma de pratos por porção, individual ou à la carte, devem informar em seus cardápios o peso líquido da porção servida aos consumidores.

Caso fosse aprovado o projeto, e transformado em lei, os empreendedores teriam que arcar com um custo extra na confecção e impressão dos informativos. Devido as normas restritivas da covid-19 (incluindo longos períodos de fechamento), a maioria dos estabelecimentos está endividada, com dificuldades de honrar o pagamento de impostos e taxas e dos salários dos funcionários.