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Romanelli destaca empenho das universidades para vencer o coronavírus

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) destacou nesta sexta-feira, 15, a importância do trabalho, estudos e pesquisas desenvolvidos pelas sete universidades estaduais do Paraná – Uenp, UEL, UEM, UEPG, Unespar, Unicentro e Unioeste – para vencer a pandemia do coronavírus. A Uenp e a Unioeste, por exemplo, já colocaram seus campi para funcionar como polos de vacinação.

Segundo Romanelli, as universidades estaduais têm uma relação direta de trabalho, municiando e auxiliando as autoridades sanitárias e prefeituras e, por muitas vezes, atendendo a população.

“As universidades estaduais assumiram um compromisso, desde março do ano passado, quando foram editadas as primeiras medidas de combate a covid-19. Desde então, juntas, passaram a adotar e construir soluções para enfrentar as dificuldades na área da saúde e da economia”, disse Romanelli

Desafio

Desde o início da pandemia, as sete universidades estaduais desenvolveram uma série de atividades em conjunto, desde a elaboração de planos de contingência e controle da propagação do vírus até a produção, em seus laboratórios, de grandes quantidades de álcool em gel, máscaras escudo de proteção e outros equipamentos que foram disponibilizados gratuitamente.

Romanelli também lembra o esforço para buscar e receber habilitação do Lacen (Laboratório Central do Paraná) para aplicar testes da covid-19. “As universidades estaduais também são parceiras da Secretaria da Saúde na ampliação de leitos de enfermaria e UTI nos hospitais Universitários de Maringá, Londrina, Ponta Grossa e do Oeste do Estado, oferecendo mais condições de tratamento aos pacientes positivados”, esclarece o deputado.

O deputado observa ainda a preocupação com a retomada da economia com a elaboração de planos de auxílio econômico e tecnológico para atender aos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, para evitar que fossem prejudicados durante as medidas de isolamento social.

“As universidades não pararam as atividades curriculares por conta da pandemia. Pelo contrário, empreenderam atividades remotas nos cursos de graduação para minimizar, em consequência da suspensão das aulas presenciais e também desenvolveram inúmeras pesquisas na busca da compreensão da pandemia e do seu enfrentamento, entre tantas outras ações que merecem ser destacadas”, enfatiza.

Superação

Foi criado  – em parceria com a Superintendência-geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior,  Secretaria da Saúde, Fundação Araucária e a Itaipu Binacional -o programa extensionista com a atuação de mais de 1.000 pessoas, entre profissionais e estudantes da área da saúde, coordenados por professores das universidades, em diferentes municípios para enfrentar a covid19.

“Uma ação pioneira, que serviu de referência para o Brasil, por apresentar resultados surpreendentes na instalação de call centers e plataformas de telesaúde e telepsicologia, que ajudou a monitorar a entrada e saída de pessoas em barreiras sanitárias nas divisas do Estado. Com isso, o Paraná reforçou as ações de monitoramento, prevenção e tratamento da Covid-19 em todo o Estado”.

A UEL (Universidade Estadual de Londrina) por exemplo, criou o programa “Saúde do Trabalhador em Tempos de Covid-19: como se proteger e evitar a disseminação”, que promoveu, neste período de pandemia, orientação para 415 e treinamento de 3.782 multiplicadores de informação que chegou a 25.918 trabalhadores.

O projeto acessou aos trabalhadores mais conhecimento sobre a doença e as formas de prevenção, possibilitando que as orientações possam ser multiplicadas no ambiente de trabalho e levadas a familiares e amigos, o que ajuda a controlar a transmissão do vírus.

Central de atendimento

Na UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) foi criado um Call Center, onde bolsistas passaram a acompanhar e auxiliar pacientes que testaram positivo para covid-19. “Cada bolsista foi treinado para fazer o contato com os monitorados e os familiares dos pacientes todos os dias, trabalhando em sistema de rodízio”, explica Romanelli. De acordo com a universidade, este acompanhamento é importante para colher cada vez mais informações que embasam decisões em relação à doença.

Os atendentes tiram dúvidas, dão orientações sobre as formas de prevenção, cuidados e combate ao coronavírus, além de prestar atendimento psicológico à população. A central atende de 12 cidades da região dos Campos Gerais pelo número 0800 200 4300, das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana.

Já a Unespar (Universidade Estadual do Paraná) criou um observatório com informações epidemiológicas a respeito da covid-19, em âmbito nacional, estadual e regional com enfoque nas regionais de saúde do Estado.

Orientação

A UEM (Universidade Estadual de Maringá) realiza trabalho de orientação nas divisas do Paraná com São Paulo e Mato Grosso do Sul, onde mais de 20 mil pessoas já foram abordadas. Além de orientação, uma equipe composta por nove profissionais da saúde, entre enfermeiras e técnicas de enfermagem, monitora os motoristas que entram no Estado, para evitar a disseminação da covid.

O trabalho faz parte do projeto “UEM no combate ao coronavírus”. A Polícia Militar faz a abordagem e as equipes de saúde orientam e fazem as testagens para quem apresenta sintomas.

A Unicentro (Universidade Estadual do Centro Oeste) também desenvolveu várias ações para enfrentar a pandemia do coronavírus no Paraná envolvendo professores, alunos e servidores da instituição.

Vacinação

A Uenp (Universidade Estadual do Norte do Paraná) se cadastrou no plano nacional de operacionalização da vacinação e dispôs da estrutura e equipamentos, como o pessoal capacitado para a tarefa. Desde o início da pandemia, a Uenp tem trabalhado com projetos de pesquisa e extensão que atenderam milhares de pessoas, que foram impactadas física, social e economicamente.

Romanelli destaca que a Uenp, ao se colocar à disposição para ser um dos pontos de vacinação contra a covid-19, demonstra responsabilidade na linha de frente para atuar no combate efetivo ao coronavírus. “É uma ação quem envolve toda a comunidade acadêmica dos três campi, em Cornélio Procópio, Bandeirantes e Jacarezinho. São ações como essa que nos fazem acreditar que é possível, com a soma de esforços, vencer a covid-19”, afirma o deputado.

A Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná) também se colocou à disposição do governo federal para integrar o plano nacional de vacinação. A universidade vai ceder a estrutura física, equipes profissionais, salas, veículos e equipamentos para atender à população da região oeste do Estado.

“Todas as universidades estão comprometidas com o combate a covid e demonstram a importância, abrangência e responsabilidade com a saúde pública e a economia em todas as regiões do estado. Para vencer a pandemia somente com a união e o esforço de todos, para reduzir o impacto na saúde dos paranaenses e reduzir os efeitos provocados na economia”, disse Romanelli.

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Meta do Paraná é vacinar 4 milhões de pessoas do grupo de risco até maio

A vacinação começará por profissionais da saúde que estão linha de frente do combate ao vírus, formado por 272.817 pessoas; população indígena (10.565 pessoas); idosos que moram em asilos e casas de repouso com 60 anos ou mais (12.224 pessoas), além de quilombolas e comunidades tradicionais ribeirinhas.

O planejamento do Governo do Estado aponta para a vacinação contra a Covid-19 de aproximadamente 4 milhões de pessoas no Paraná até o fim de maio. Como o processo estadual vai seguir o Plano Nacional de Imunização (PNI) elaborado pelo Governo Federal, a tendência é de que a aplicação das doses comece já na próxima semana, abrindo os trabalhos pelos grupos considerados prioritários.

De acordo com o Plano Estadual de Imunização (PEI), a vacinação começará por profissionais da saúde que estão linha de frente do combate ao vírus, formado por 272.817 pessoas; população indígena mapeada em 30 municípios paranaenses (10.565 pessoas); idosos institucionalizados (moradores de asilos e casas de repouso) com 60 anos ou mais (12.224 pessoas), além de quilombolas e comunidades tradicionais ribeirinhas, quantidade que ainda está sendo contabilizada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).

Essa fatia da população será atendida logo na primeira remessa de vacinas que chegar ao Paraná. A estimativa da Sesa é que o Estado receba 100 mil dos 2 milhões de doses do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford e pelo Laboratório AstraZeneca. As vacinas serão importadas do Instituto Serum, um dos centros da AstraZeneca para a produção da vacina na Índia, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto destacou que outras 300 mil doses do imunizante Coronavac, do laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo, completarão o conjunto inicial de 400 mil doses. Mas, antes disso, a diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai se reunir no domingo (17) para discutir os pedidos de autorização para uso emergencial dos imunizantes.

“A orientação do governador Carlos Massa Ratinho Junior é para imunizar o Paraná por inteiro, sem deixar nenhum dos 399 municípios para trás. O nosso lema é Imuniza Paraná”, afirmou o secretário. “Porém, será um processo escalonado que deve durar um ano, que vai andando conforme as doses forem desembarcando no Estado”, acrescentou.

Grupos de risco

Na sequência, logo após o início da campanha e conforme os imunizantes forem chegando ao Paraná, a Sesa planeja vacinar as pessoas que integram o chamado grupo de risco, formado por idosos e pessoas com comorbidades, por exemplo. Os idosos serão divididos por faixa etária. Acima de 80 anos (250.630 pessoas), entre 75 a 79 anos (215.843 pessoas), de 70 a 74 anos (321.432 pessoas), de 65 a 69 anos (439.203 pessoas) e de 60 a 64 anos (554.705 pessoas).

O contingente de moradores do Estado com comorbidades soma 1.172.812. Outros grupos vêm na sequência, totalizando pouco mais de 4 milhões de pessoas. “A ideia é conseguir imunizar o grupo de risco em até 90 dias e aproximadamente quatro milhões de paranaenses até o fim de maio”, ressaltou Beto Preto.

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Estado disponibiliza leitos de UTI para recém-nascidos vindos de Manaus

Pedido foi feito pelo Ministério da Saúde à Secretaria Estadual da Saúde. Já estão disponibilizados 25 Leitos de UTI neonatal – 10 nos Hospitais Monastier e 15 do Rocio, em Campo Largo.

O Governo do Paraná se colocou à disposição para prestar assistência em saúde para 25 recém-nascidos que estão em Unidades de Terapia Intensiva em Manaus. Foram disponibilizados 10 leitos no Hospital Infantil Waldemar Monastier e 15 no Hospital do Rocio, ambos de Campo Largo.

O pedido de ajuda foi feito pelo Ministério da Saúde para a Secretaria da Saúde do Paraná na manhã desta sexta-feira (15), para leitos de UTI neonatal para 61 pacientes recém-nascidos. Do total solicitado, 25 estão disponíveis já a partir desta sexta-feira.

De acordo com o secretário da Saúde, Beto Preto, o Estado está se organizando para acolher esses pacientes. “Recebemos com muita sensibilidade esse pedido para UTI para os bebês. Nos mobilizamos de forma a ajudar humanitariamente esses pacientes com todas as condições que temos aqui”, disse o secretário Beto Preto.  O deslocamento dos pacientes recém-nascidos será de responsabilidade da prefeitura de Manaus. 

HOSPITAL INFANTIL WALDEMAR MONASTIER

A unidade hospitalar voltada para o público infantil é própria do Estado e referência em cirurgia pediátrica de alta complexidade. Fica localizada em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. O hospital tem 84 leitos, sendo 30 de UTI neonatal, 10 UTI pediátrico e 54 de enfermaria.

O Hospital possui atendimento humanizado, exemplo disso é que todas as crianças são acompanhadas o tempo todo por seu familiar ou responsável, incluindo os pacientes em UTI. Cada leito tem uma poltrona confortável para que a pessoa permaneça bem acomodada. Desde que iniciou a pandemia, todos os pacientes e seus acompanhantes passam por um período de isolamento até que fique pronto o resultado do exame para diagnóstico da Covid realizado logo no acolhimento à internação. Esta é uma medida para evitar a transmissão da doença dentro do Hospital.

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Foz do Iguaçu está pronta para iniciar vacinação contra o coronavírus

Profissionais da linha de frente no enfrentamento à doença, idosos em situação de asilo e indígenas receberão as primeiras doses

A Secretaria Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu está preparada para iniciar a vacinação contra o coronavírus (Covid-19), anunciada pelo ministro Eduardo Pazuello nesta quinta-feira, 14, durante reunião com a Frente Nacional dos Prefeitos. O prefeito Chico Brasileiro e a secretária municipal de Saúde, Rosa Jeronymo, participaram do encontro virtual.

De acordo com Pazuello, as primeiras 8 milhões de doses de vacinas emergenciais – 6 milhões produzidas pelo Instituto Butantan com a farmacêutica chinesa Sinovac e 2 milhões da Universidade de Oxford em parceria com a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) – devem receber a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no próximo domingo, 17. 

A rede municipal de saúde de Foz está pronta para receber os imunizantes e fazendo o levantamento dos grupos prioritários que receberão as primeiras doses. 

Na terça-feira, 19, está prevista a divulgação do cronograma de distribuição de vacinas por Estado – o Paraná deve receber 5% dos imunizantes. 

Conforme anunciado pelo Ministério de Saúde, neste primeiro momento serão vacinados os profissionais que fazem parte da linha frente de enfrentamento ao coronavírus, idosos em situação de asilo e indígenas. 

A secretária municipal de Saúde explica que o município está fazendo o levantamento quantitativo dos profissionais que receberão as vacinas, que deverão ser aplicadas nos hospitais e unidades em que atuam. 

Foz do Iguaçu já possui estoque de seringas e agulhas e repassou ao Governo do Estado a relação dos demais insumos necessários para garantir a vacinação da população. 

Ainda segundo a secretária, todas as unidades de saúde já estão prontas para as próximas etapas da imunização, que devem abranger idosos de 75 anos. 

Rosa é incentivadora da campanha “Vacina já, eu vou tomar”. “A imunização representa segurança para a retomada das atividades que estão paralisadas. Mesmo assim, para garantir que vençamos essa pandemia, precisaremos manter as medidas de higienização, uso de máscaras e evitar aglomeração”, avalia a secretária.

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Ciudad del Este tem 98% de ocupação de UTIs para pacientes com Covid-19

O número de casos confirmados de Covid-19 disparou nos últimos dias em Ciudad del Este, município paraguaio ligado à Foz do Iguaçu pela Ponte Internacional da Amizade. De acordo com autoridades e profissionais de saúde, o Hospital Integrado do IPS está com 98% de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com a doença. Congresso Nacional aprovou projeto para acelerar a compra de vacina.

Os dados do Ministério da Saúde mostram que o Paraguai confirmou, desde o início da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), 117.590 casos. Deste total, 93.258 pacientes estão recuperados e o país registrou 2.437 óbitos em decorrência da doença. O Departamento de Alto Paraná, cuja capital é Ciudad del Este, tem até o momento 8.679 moradores positivados, com 7.489 recuperados e 322 mortes.

De acordo com as equipes do Hospital Regional de Ciudad del Este, praticamente todos os pacientes com Covid-19 internados são moradores do alto Paraná. Em entrevista a rádio La Clave, os profissionais de saúde fizeram um apelo para a sobrecarga de coleta de amostras exigida pelos viajantes. Os exames são por agendamento, mas quem apresenta sintomas é priorizado, afirmaram.

O diretor do Hospital Regional, Federico Schordel, informou que a ocupação de leitos está no limite e que o aumento de casos preocupa. “A minha (preocupação) nunca foi intimidação, mas empoderamento, peço consciência às pessoas. O mundo está passando por tempos muito difíceis. Sabemos que não vamos fechar tudo de novo, mas temos que cuidar de nós mesmos”, afirmou.

Apelo ao isolamento

Schordel pediu para as pessoas evitarem sair e conhecer estranhos, como em um bar, uma discoteca, que não sejam do meio familiar. “Hoje temos um pai, uma mãe com mais de 65 anos, com doenças de base, apelamos mais uma vez à consciência das pessoas para podermos sair desta situação”, ressaltou.

O Hospital Regional dispõe de 30 camas especiais (UTI), sendo que 29 estavam em utilização nesta quarta-feira (13). A rede soma ainda 35 pacientes na enfermaria de internação e oito na enfermaria de reanimação, além de dois na UTI Pediátrica.

“O que sempre nos preocupou com a pandemia é a ocupação dos leitos do Hospital Integrado”, contou. Em novembro do ano passado, houve uma redução de internamentos, o que possibilitou receber pacientes de outros departamentos. “Hoje estamos com apenas quatro pacientes de fora, o resto é tudo daqui”, disse Schordel.

Por: GDia

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Foz do Iguaçu registra mais 3 óbitos e 148 novos casos de Coronavírus

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 14/01/2021, 148 casos de COVID-19, totalizando 20.364 casos da doença no município. Deste total, 19.505 pessoas já estão recuperadas.

Dos novos casos, 55 são mulheres e 93 homens com idades entre 2 e 82 anos. Dos novos casos, 5 pessoas encontram-se hospitalizadas e 143 estão em isolamento domiciliar.

Dos casos confirmados, 454 estão em isolamento domiciliar com sinais e sintomas leves e 100 pessoas estão internadas.

Óbitos

Foz do Iguaçu registrou mais 3 óbitos em consequência da COVID-19, totalizando 305 mortes pela doença no município. As vítimas são duas mulheres de 65 e 82 anos e um homem de 48 anos que estavam internados no Hospital Ministro Costa Cavalcanti e Hospital Municipal Padre Germano Lauck.

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Hemonúcleo de Foz do Iguaçu pede doações de sangue de pessoas recuperadas da Covid-19

Segundo o hemonúcleo, plasma do sangue dos doadores é utilizado no tratamento de pacientes graves com a Covid-19. Doações devem ser feitas por meio de agendamento.

O Hemonúcleo de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, pede doações de sangue para pessoas que se recuperaram da Covid-19 e que não apresentam sintomas há mais de 45 dias.

O material coletado será usado na produção do plasma hiperimune ou convalescente. O objetivo do tratamento é ajudar o sistema imunológico de pacientes doentes, internados e em estado grave com a Covid-19.

Caso todos os critérios clínicos sejam preenchidos, o paciente pode receber o plasma com anticorpos extraído do doador.

Para doar é preciso ter entre 18 e 60 anos, e estar em boas condições de saúde. Podem participar da coleta apenas mulheres que não nunca ficaram grávidas, pois a gestação pode interferir no plasma.

De acordo com o hemonúcleo, para doar é preciso agendar o horário pelo telefone (45) 3576-8020. A coleta ocorre no Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), na Avenida Gramado, 364, Vila A.

A primeira transfusão de plasma hiperimune em Foz do Iguaçu ocorreu em 26 de agosto, no HMCC.

Conforme a Secretaria Municipal de Saúde, até quarta-feira (13), Foz do Iguaçu registrou 20.216 casos confirmados da Covid-19 e 302 pessoas morreram vítimas da doença. A cidade conta com 639 casos ativos.

Anticorpos

Conforme a equipe do hemonúcleo, o plasma é a parte líquida do sangue.

Pacientes que se recuperaram da Covid-19 podem doar porque o sistema imunológico da pessoa que foi contaminada produz proteínas na corrente sanguínea para combater a doença, que são chamados anticorpos.

Após a recuperação do infectado, os componentes sanguíneos com estes anticorpos podem ser coletados e utilizados em outras pessoas para auxiliar no tratamento da Covid-19.

Por: G1 Oeste e Sudoeste

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Laboratório Municipal de Foz do Iguaçu já realizou mais de 50 mil exames de Covid-19

A habilitação do Laboratório, em abril do ano passado, possibilitou maior celeridade nos resultados e melhor diagnóstico da situação da pandemia na cidade

Desde o início da pandemia do novo Coronavírus, o Laboratório Municipal de Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, já processou mais de 50 mil testes no município e área de abrangência da 9ª Regional de Saúde para o diagnóstico da Covid-19.

O laboratório é administrado pela Fundação Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu (FMSFI) em parceria com a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila). Em abril do ano passado, teve sua habilitação concedida pelo Laboratório Central do Estado (LACEN/PR), dando maior celeridade nos resultados e um melhor diagnóstico sobre a situação do município frente à pandemia.

Os testes realizados são do tipo RT-PCR, exame de metodologia eficaz e preciso, considerado padrão-ouro para detecção do Sars-CoV-2, vírus causador da Covid-19. Os resultados são liberados em até 36 horas.

Para alcançar os mais de 50 mil exames, o Laboratório Municipal contou com apoio irrestrito da Prefeitura de Foz do Iguaçu na descentralização do diagnóstico do novo coronavírus, o que possibilitou o aumento gradativo da testagem.

“No início da pandemia, o Laboratório tinha a capacidade de realizar até 60 exames por dia. Atualmente são 600 exames por dia, suprindo toda uma demanda existente, e sem nunca ter ocorrido a falta de teste para atender qualquer paciente suspeito”, avalia o prefeito Chico Brasileiro.

O prefeito ressaltou a integração de instituições, em um esforço conjunto para o combate ao coronavírus na cidade. “Por meio da parceria entre a Fundação Municipal e a Unila, e também do trabalho agregador da Itaipu Binacional, Hospital Ministro Costa Cavalcanti, Uniamérica e Unioeste, o município consegue realizar uma análise detalhada e transparente, viabilizando mecanismos para as decisões necessárias ao enfrentamento à pandemia da Covid-19”, destaca Brasileiro.

De acordo com o diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde, Sergio Fabriz, o Laboratório Municipal recebeu vários investimentos, desde a melhoria na estrutura física, criação do setor de Biologia Molecular, aquisição de novos equipamentos e número maior de recursos humanos. “A Fundação Municipal adquiriu um equipamento chamado Termociclador, que analisa e detecta o material genético do vírus. Juntamente ao que a Unila disponibilizou, temos duas máquinas de RT-PCR, o que ampliou significativamente nossa testagem”, explica o diretor.

O biomédico Rafael dos Santos da Silva, responsável pelo laboratório, comenta que a Fundação Municipal de Saúde é responsável pela aquisição de novos equipamentos, compra de reagentes e insumos. “São nove meses ininterruptos de dedicação de toda uma equipe. A tecnologia veio para agilizar os fluxos dos exames, otimizando o dia a dia de todos os setores envolvidos, desde o plantão coronavírus, a Central de Triagem até as unidades de internação desse grande complexo hospitalar que se tornou o Hospital Municipal Padre Germano Lauck”, exalta o biomédico.

O diretor da Fundação destacou a parceria com a Unila para a implantação do Laboratório. “O enfrentamento da pandemia nos levou a uma mobilização das equipes da Fundação e da Unila sem precedentes. Uma demanda da saúde pública onde os desafios continuam e o trabalho também. Tenho muito orgulho de tudo o que está sendo realizado em prol da população”, pontua Fabriz.

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Em dia com mais 2 óbitos, Foz registra 91 novos casos de Coronavírus

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 11/01/2021, 91 casos de COVID-19, totalizando 19.708 casos da doença no município. Deste total, 18.741 pessoas já estão recuperadas.

Dos novos casos, 53 são mulheres e 38 homens com idades entre 3 e 82 anos. Dos novos casos, 5 pessoas encontram-se hospitalizadas e 86 estão em isolamento domiciliar.

Dos casos confirmados, 575 estão em isolamento domiciliar com sinais e sintomas leves e 95 pessoas estão internadas.

Óbitos

Foz do Iguaçu registrou mais 2 óbitos em consequência da COVID-19, totalizando 297 mortes pela doença no município. As vítimas são um homem de 82 anos que estava internado no Hospital Municipal Padre Germano Lauck e uma mulher de 65 que estava internada no Hospital Ministro Costa Cavalcanti.

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Nas últimas 24 horas, Foz registra 130 novos casos e 3 óbitos em consequência da Covid-19

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 10/01/2021, 130 casos de COVID-19, totalizando 19.617 casos da doença no município. Deste total, 18.628 pessoas já estão recuperadas.

Dos novos casos, 72 são mulheres e 58 homens com idades entre 4 meses e 80 anos. Todos os casos novos estão em isolamento domiciliar.

Dos casos confirmados, 604 estão em isolamento domiciliar com sinais e sintomas leves e 90 pessoas estão internadas.

Óbitos

Foz do Iguaçu registrou mais 3 óbitos em consequência da COVID-19, totalizando 295 mortes pela doença no município. As vítimas são 3 homens de 55, 68 e 72 que estavam internados no Hospital Municipal Padre Germano Lauck.