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Coronavírus

Coronavírus, Curitiba, Economia,

Descumprimento de medidas contra Covid já resultou em mais de R$ 8,7 milhões em multas em Curitiba

A prefeitura de Curitiba já aplicou mais de R$ 8,7 milhões em multas por descumprimento das medidas restritivas de enfrentamento à pandemia de Covid-19 desde o início da vigência da Lei Municipal 15.799/2021, em 5 de janeiro, e até o fim da última semana. Ao todo, foram lavrados 791 autos de infração lavrados em 2.346 fiscalizações realizadas nas Ações Integradas de Fiscalização Urbana (Aifus) e pela Guarda Municipal.

Somente entre os dias 26 e 29 de abril, a força-tarefa da prefeitura e do governo do estado fiscalizou 59 estabelecimentos, o que resultou em 13 autos de infração e na interdição de 13 locais, além de R$ 85 mil em multas por infração às regras sanitárias previstas no Decreto 730/2021. Foram autuados bares nos bairros Capão Raso, Lindoia, Mossunguê, Centro, Boa Vista, Santa Cândida, Bairro Alto, Guaíra e Centro. Além disso, foram flagradas irregularidades em uma tabacaria na CIC e em uma casa noturna no Bairro Alto.

Fora as autuações, durante o mês de abril mais de 16 mil pessoas foram orientadas por guardas municipais nas mais diversas situações, em cerca de dois mil locais. As pessoas autuadas pelo município ainda têm o direito de recorrer no processo administrativo. De acordo com a prefeitura, os valores arrecadados com as multas são aplicados no enfrentamento da emergência em saúde pública no município.

As informações são de Gazeta do Povo

Coronavírus, Foz do Iguaçu, Política,

Prefeito de Foz do Iguaçu quer ação conjunta com Ciudad del Este para enfrentar a covid-19

Chico Brasileiro reuniu-se com a presidente do Codeleste, Linda Taigen, na última semana

O prefeito Chico Brasileiro é destaque na edição de sexta-feira, 30, do jornal paraguaio “La Nacion”, ao defender ações conjuntas com Ciudad del Este, no combate à covid-19. O diário reporta o encontro do prefeito com a presidente do Codeleste, Linda Taigen. Chico Brasileiro reafirma a preocupação com o aumento de casos da doença na fronteira entre os dois países caso medidas mais específicas não sejam tomadas, o que pode implicar um dano ainda maior para as duas cidades.

A questão foi levantada pelo prefeito com a presidente do Conselho de Desenvolvimento do Leste. Brasileiro marcou o encontrou para troca de dados sobre a situação atual na fronteira nas áreas de saúde, comércio e segurança.

Conforme Linda Taigen, “a autoridade brasileira comentou a intenção de fortalecer o grupo de trabalho formado por técnicos de vigilância sanitária e autoridades sanitárias dos dois países para coordenar as ações conjuntas, como vem sendo realizado desde o início da pandemia”.

Com 284,4 mil casos e 6.668 óbitos, o Paraguai determinou novas restrições sanitárias devido ao aumento de casos de covid, como a proibição de circulação à noite e de madrugada. As medidas, estipuladas em decreto presidencial, vão durar até o dia 10 de maio e também incluem regulamentos para atividades comerciais, de lazer, sociais e educacionais nas principais cidades do país, entre elas, Ciudad del Este.

Estima-se que 100 mil brasileiros moram no departamento de Alto Paraná e parte considerável deles procura atendimento na rede municipal de saúde de Foz do Iguaçu.

Dados atualizados

As ações passam pela atualização dos dados para que possam ser adotadas novas medidas que reduzam a transmissão do coronavírus nas duas cidades fronteiriças e, assim, ajudem a não continuar a afetar o movimento econômico.

“O objetivo principal é entender e conhecer a situação nos dois países para podermos encontrar as medidas em conjunto, de forma a evitar o surgimento de problemas que surjam em cada uma das cidades e que cada um dos municípios possa atender efetivamente às suas necessidades população de acordo com seus recursos. Foi sobre isso que conversamos ”, disse Linda Taigen ao diário paraguaio.

O presidente da Codeleste reafirmou que Foz de Iguaçu e Ciudad del Este devem enfrentar a doença “como um único território”. Linda Taigen disse ainda que estão planejadas mais reuniões separadas com as autoridades de saúde e, em seguida, uma nova reunião bilateral.

Coronavírus, Geral, Saúde,

Anvisa autorizou a exportação de oxigênio medicinal para o Paraguai

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil (Anvisa) autorizou a exportação para o território paraguaio de 621 toneladas de oxigênio líquido medicinal, o que contribuirá para o abastecimento do mercado de um produto tão necessário em hospitais, visando mitigar a difícil situação de saúde no país.

As operações de importação para o território nacional serão feitas de forma coordenada e sequencial durante as próximas quatro semanas, informou o Ministério das Relações Exteriores.

Da mesma forma, a Chancelaria Nacional apreciou o gesto de “solidariedade da irmã República Federativa do Brasil”.

Da mesma forma, o Itamaraty anunciou que continuará realizando as ações necessárias para apoiar o sistema público de saúde e assim enfrentar a pandemia provocada pelo coronavírus.

As Informações são de La Clave

Coronavírus, Destaques, Educação, Paraná,

Bancada federal paranaense conhece detalhes da Vacina desenvolvida pela UFPR contra a Covid-19

Pesquisadores da Universidade Federal do Paraná apresentaram a vacina da UFPR contra a Covid-19 para parlamentares paranaenses da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. A reunião foi realizada de forma remota. O objetivo foi buscar recursos para a fase clínica de testes, prevista para iniciar em seis meses. “A gente não pode parar a pesquisa. Na hora em que conseguirmos os êxitos esperados até o final do ano, precisamos estar com todo mundo comprometido. Para nós, uma das alianças mais estratégicas é com os representantes do povo paranaense no parlamento”, afirmou o reitor da UFPR, Ricardo Marcelo Fonseca.

Durante a reunião, os pesquisadores Emanuel Maltempi de Souza, Marcelo Müller dos Santos e Breno Castello Branco Beirão apresentaram aos parlamentares as informações sobre a vacina em desenvolvimento. O imunizante tem baixo custo de produção e apresentou resultados positivos nos três experimentos realizados com animais. “O soro do camundongo foi coletado depois de duas doses da vacina. A quantidade de anticorpos no soro animal foi muito grande. O soro, mesmo diluído 16 mil vezes, ainda testou positivo contra as proteínas virais. Em alguns animais nós precisamos diluir 500 mil vezes. Este valor, em um teste semelhante, é de 10 a 100 vezes maior do que o da AstraZeneca”, explicou o professor Emanuel, ressaltando as diferentes condições dos ensaios realizados com a Vacina da UFPR e com a da AstraZeneca.

A Vacina da UFPR tem característica multifuncional, o que quer dizer que pode ser reconfigurada para atender variantes do Sars-CoV-2 e adaptada para doenças como dengue, zika vírus, leishmaniose e chikungunya. Outra vantagem é que o imunizante é produzido com tecnologia 100% nacional, o que garante soberania tecnológica ao país, que hoje depende de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) estrangeiro para produzir as vacinas contra a Covid-19. “Podem ter certeza de que a universidade dos paranaenses, a Universidade Federal do Paraná, vai estar sempre a serviço da nossa comunidade. Seja nos tempos de tempestade, como agora, mas também nos tempos de calmaria”, finalizou o reitor.

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Coronavírus, Destaques, Paraná,

Vacinas da Pfizer e da AstraZeneca/Fiocruz chegam ao Paraná nesta segunda-feira, 03

O Paraná recebe nesta segunda-feira (03) 32.760 doses de vacinas da farmacêutica norte-americana Pfizer, produzida em parceria com a empresa de biotecnologia alemã BioNtech, e 391.500 doses da Covishield, da Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. Ao todo, 424.260 imunizantes desembarcarão no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 8h30.

Os imunizantes somam-se às 14.600 unidades da Coronavac/Butantan que chegaram no sábado (01), totalizando 438.860 doses, referentes ao 16° lote enviado pelo Ministério da Saúde. Em seguida, serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde serão separadas para distribuição às 22 Regionais de Saúde.

Devido às suas especificidades técnicas e exigências de armazenamento – que demandam temperaturas muito baixas – as vacinas da Pfizer ficarão em Curitiba, seguindo orientação da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.

As vacinas da AstraZeneca/Fiocruz darão início à imunização das pessoas com comorbidade, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente, grupos preferenciais dentro dos planos nacional e estadual de vacinação. As doses da Coronavac/Butantan têm como foco profissionais da saúde, profissionais da segurança pública e salvamento (além das Forças Armadas).

PFIZER – Os imunizantes são parte do primeiro lote de 1 milhão de doses enviado pela fabricante ao Brasil na quinta-feira (29). Eles foram produzidos na fábrica da Pfizer em Puurs, na Bélgica. Nesta remessa, o Ministério da Saúde distribuiu 500 mil doses para os 26 estados mais o Distrito Federal. A outra metade, referente à segunda dose, será encaminhada nos próximos dias. O governo federal tem um acordo de compra de 100 milhões dessas vacinas.

As doses da Pfizer serão enviadas pelo Ministério da Saúde ao Paraná em caixas térmicas em temperaturas entre -25°C e -15°C. Logo que chegarem, serão transferidas para os frezeers de baixa temperatura instalados no Cemepar.

“A vacina da Pfizer requer um aporte maior de equipamentos, como freezers de alta performance, por exemplo. O Paraná tem estrutura disponível para armazenar esses imunizantes, e a nossa ideia é que sejam aplicados imediatamente”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

O Estado conta com nove freezers para armazenamento do imunizante. Sete são de ultrabaixa temperatura (-80ºC) e dois são de temperatura de -20ºC.

Conforme orientações técnicas do Ministério da Saúde, a conservação das vacinas pode ser feita por no máximo 14 dias, por isso as aplicações da primeira remessa devem ocorrer apenas nas capitais.

O diretor-geral da Secretaria de Estado da Saúde, Nestor Werner Júnior, explicou que ao chegarem às salas de vacinação as doses devem ser mantidas a uma temperatura que varia entre 2°C e 8°C, e precisam ser aplicadas na população em um período de até cinco dias. “A vacina da Pfizer também requer duas doses para garantir a imunização completa, respeitando intervalo de 21 dias entre elas”, destacou.

Segundo o secretário Beto Preto, para a aplicação, cada frasco com seis doses deverá ser diluído com soro fisiológico injetável. “Isso não é novidade para os profissionais da saúde. Os vacinadores já realizam esse procedimento na aplicação de outros imunizantes”.

ASTRAZENECA/FIOCRUZ – Os imunizantes Covishield serão usados para pessoas com comorbidade, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente, além de idosos. O Paraná possui 1.328.677 pessoas com comorbidades e gestantes e puérperas e 400.682 pessoas com deficiências permanente grave.

Segundo o plano estadual, pessoas com Síndrome de Down, com doença renal crônica e gestantes e puérperas serão vacinadas independentemente da idade, enquanto a vacinação daquelas com comorbidades ou deficiência permanente severa, nesse primeiro momento, alcançará apenas aqueles que têm entre 55 e 59 anos. A operacionalização consta no plano estadual (anexo III) e está sendo pactuada com os municípios.

Dentro desse lote há 116.269 imunizantes para continuar a vacinação de primeira dose de pessoas com 60 a 64 anos (21%).

CORONAVAC/BUTANTAN – A pauta de vacinação da Coronavac/Butantan envolve 2.747 primeiras doses para profissionais da segurança pública e salvamento (além das Forças Armadas), o que representa cerca de 7,4% desse grupo, e segundas doses para trabalhadores de saúde (8.103 doses referentes ao lote 12) e profissionais da segurança pública e salvamento (2.339 doses, referentes aos lotes 13 e 14).

VACINAÇÃO – De acordo com o Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde, o Estado já distribuiu 3.054.585 doses de imunizantes para aplicação da primeira e segunda doses. O Paraná também aplicou 2.748.459 doses da vacina contra a Covid-19 – 1.752.686 são relativas à primeira dose, além de 995.773 segundas doses. Os números foram atualizados às 10h10 do sábado.

As informações são de Agência de Notícias do Paraná

Coronavírus, Destaques, Foz do Iguaçu, Saúde,

Secretaria de Saúde de Foz faz alerta para que a população atualize dados cadastrais de atendimento via SUS

Segundo dados levantados, cerca de 20 mil pessoas estão com cadastros desatualizados e não estão sendo encontradas para consultas ou exames

A Secretaria de Saúde de Foz do Iguaçu pede à população para que mantenha atualizados os dados cadastrais junto às Unidades Básicas de Saúde (UBS), para atendimento via Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com números levantados pela pasta, quase 20 mil usuários estão com cadastros desatualizados, sendo 9.983 para consultas e 9.919 exames.

Segundo Elaine Cristina de Lima, coordenadora da Central de Regulação de Agendamentos, o cadastro atualizado permite o contato ágil com os usuários para o aviso e a confirmação de possíveis procedimentos.

No Poliambulatório Nossa Senhora Aparecida, administrado pela Fundação Municipal de Saúde, mais de 400 pequenas cirurgias deixaram de ser feitas em virtude de cadastros desatualizados.

“É essencial que este cadastro seja feito sempre que o paciente precisar de um serviço. Os principais problemas são referentes a telefones antigos, números inexistentes e até CEPs que não correspondem com o endereço. Essas pessoas acabam indo para lista de pendências e, por consequência, o procedimento atrasa”, explica Elaine.

“Fazemos este apelo para que a população se atente à atualização dos dados e, assim, possa existir uma maior agilidade e eficiência nas consultas e exames. Basta procurar a unidade de saúde mais próxima e solicitar essa verificação”, ressalta a secretária municipal de Saúde, Rosa Maria Jeronymo.

Como atualizar

O cadastro pode ser regularizado na Unidade Básica de Saúde referência da residência do usuário, com: documento com foto, cartão SUS, comprovante de residência e ao menos dois números de telefone para contato.

Para conferir se está na fila de pendência, o morador pode ir até a UBS e solicitar a verificação da posição na fila de espera para o atendimento. Caso apareça a notificação, o cadastro pode ser feito e, no mesmo dia, a Central de Agendamentos será notificada. Em até 48h a UBS já terá a nova data, horário e local para repassar ao paciente.

Brasil, Coronavírus, Justiça,

MPF ajuíza ação civil pública contra associação médica que publicou manifesto em defesa do “tratamento precoce” da covid-19

Ação também exige que Anvisa exerça poder de polícia em relação à publicidade de medicamentos do “kit covid”

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública no Rio Grande do Sul contra a associação intitulada Médicos pela Vida por dano potencial à saúde e dano moral coletivo, em razão da publicação no jornal impresso Zero Hora, em 23 de fevereiro deste ano, de informe publicitário contendo manifesto em que defende o “tratamento precoce” contra a covid-19. Entre outras medidas, a ação exige o pagamento de indenização no valor sugerido de R$ 10 milhões, como forma de reparação.

O MPF também pede que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) seja condenada a adotar todas as providências de polícia administrativa em relação à publicidade, pelo grupo de médicos, dos medicamentos que integram o chamado “kit covid”, e que tragam informações danosas à população, contrariando legislação atinente ao tema.

No informe publicitário, a associação – com sede em Recife (PE), mas que também é integrada por médicos registrados no Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) – cita os possíveis benefícios do intitulado “tratamento precoce” para a covid-19, citando expressamente os medicamentos. Tal referência, no entanto, é realizada sem qualquer indicação de possíveis efeitos adversos que podem decorrer da utilização desses medicamentos, além de possivelmente estimular a automedicação, uma vez que indicado por associação médica.

Segundo o MPF, a publicação contraria a legislação e ato normativo que tratam da propaganda e publicidade de medicamentos. Resolução da Anvisa, por exemplo, determina que as informações sobre medicamentos devem ser comprovadas cientificamente, o que não é o caso daqueles elencados no manifesto quando aplicados a casos de covid-19.

A publicidade de medicamentos de venda sob prescrição, por sua vez, deve ficar restrita aos meios de comunicação destinados exclusivamente aos profissionais de saúde habilitados a prescrever tais produtos. Nos casos de medicamentos sob controle especial, as regras são ainda mais rígidas, e a publicidade somente pode ser efetuada em revistas de controle exclusivamente técnico, referentes a patologias e medicamentos, e também dirigidas direta e exclusivamente a profissionais de saúde habilitados.

Além disso, ao indicar a existência de medicamentos supostamente eficazes contra a covid-19, a publicação possivelmente estimula a população a não observar as medidas recomendadas para redução do contágio e que são de evidente necessidade para o controle da pandemia, como evitar aglomerações, manter distanciamento social, higiene das mãos, uso de máscara, dentre outras. A confiança no “tratamento precoce” pode induzir o usuário a não procurar o sistema de saúde a tempo, aumentando os riscos de agravamento do quadro, com prejuízos à própria saúde e ao sistema como um todo.

O manifesto cita ainda o artigo 32 do Código de Ética Médica, sugerindo possível omissão dos profissionais que não adotam a prescrição dos medicamentos do “kit covid”, e afirma que “no momento em que dezenas de milhares de casos surgem todos os dias, não podemos ficar de braços cruzados e deixar de tratar esses pacientes!”.

O dano coletivo, no entender do MPF, decorre do fato de a associação Médicos pela Vida ter exposto a risco a saúde da população, induzindo-a a acreditar que o “tratamento” em questão é suficiente para minimizar a replicação viral e atingindo também a honra dos profissionais que não a recomendam, indicando estarem incorrendo inclusive em infração ética.

Além do pagamento de indenização, na ação o MPF requer, liminarmente, que a associação retire do seu site o manifesto publicado por meio do informe publicitário, e todas as demais informações que contrariem a legislação e atos normativos, especialmente sobre a propaganda/publicidade de medicamentos e o Código de Ética Médica. Ainda que se abstenha de promover novas publicações em relação ao “tratamento precoce”.

Deverá ser publicada também uma mensagem retificadora no Jornal Zero Hora e no site da associação contemplando a declaração de que a mensagem decorre de determinação judicial, esclarecendo os equívocos do manifesto, como o fato de contemplar medicamentos não aprovados pela Anvisa para uso na covid-19 e ausentes de comprovação científica.

Coronavírus, Destaques, Saúde,

Paraguai tem novo recorde diário de mortes por Covid-19. Doença pode se tornar primeira causa de óbitos

A vacinação dos profissionais de saúde e início da imunização dos idosos no Paraguai, ainda não resultou em diminuição de casos e óbitos por complicações do novo Coronavírus (Covid-19). O país enfrenta o pior momento da pandemia, com aumento diário de novos infectados e mortes.

Na quinta-feira (29), o Ministério da Saúde do Paraguai informou que o país registrou 106 mortes em decorrência da Covid-19. O número é o maior já registrado em 24 horas. Também foram confirmados 2.695 novos casos da doença.

Em todo o país, 3.049 pessoas estão internadas com complicações da Covid-19, sendo 526 em unidades de terapia intensiva (UTIs). Outros 1.981 foram curados da doença.

Dos últimos óbitos, 29 são da faixa etária entre 40 e 59 anos. Outros 67 tinham mais de 60 anos. De acordo com o Escritório de Informações Estratégicas do Ministério da Saúde, doença poderia se tornar a primeira causa de morte no país.

O Paraguai iniciou a vacinação contra a Covid-19 no dia 22 de fevereiro, onde até a quinta-feira 111.700 pessoas receberam pelo menos uma dose da vacina. O Paraguai tem 7,045 milhões de habitantes de acordo com estimativa de 2019.

Segundo a Our World in Data, o país atualmente é o sexto país do mundo com mais mortes por Covid-19 a cada milhão de habitantes e também na média semanal. Nos últimos sete dias foram 635 mortes pela doença.

Na lista, os países com mais mortes por milhão de habitantes são Perú (22.11), Hungría (19.46), Polônia (16.80), Brasil (14.88), Macedônia (14.40), Paraguai (14.30), Bosnia e Herzegovina (14.02), Bulgaria (13.82) e Uruguai (12.95).

Com informações da Radio Cultura e do Última Hora

Coronavírus, Paraná,

Medianeira: Secretaria de Saúde confirma mais dois casos de óbito por Covid-19

Medianeira confirma nesta quinta-feira (29) 19 novos casos positivos de COVID-19, totalizando 5090 casos da doença no município, sendo 07 do sexo feminino, 12 do sexo masculino, idade entre 18 e 63 anos.

No boletim de hoje foram registrados dois óbitos. O primeiro óbito registrado foi de uma mulher de 77 anos que apresentava comorbidades, estava internada no Hospital Policlínica de Cascavel e seu óbito ocorreu no dia 26/04.

O segundo óbito é de um homem com 57 anos que apresentava comorbidades, seu óbito ocorreu noite do dia 28/04, no Hospital Ministro Costa Cavalcanti em Foz do Iguaçu.

As informações são de Guia Medianeira

Coronavírus, Paraná, Saúde,

No Paraná, 15% dos municípios já estão vacinando pessoas a partir de 60 anos

Em ritmo acelerado no processo de aplicação da vacina contra a Covid-19, 63 municípios do Paraná já começaram a imunizar pessoas com 60 anos. O número corresponde a 15,7% das cidades do Estado, conjunto espalhado por 18 das 22 regionais que compõe o sistema público de saúde paranaense.

Na Regional de Saúde de Paranavaí (14ª RS), por exemplo, 16 municípios estão aplicando as doses dentro da faixa etária que abre o grupo prioritário estipulado pelo Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde. É a área do Estado que mais avançou na campanha, com destaque para Alto Paraná, Amaporã, Diamante do Norte, Guairacá, Jardim Olinda, Loanda, Nova Aliança do Ivaí, Nova Londrina, Paraíso do Norte, Paranapoema, Planaltina do Paraná, Porto Rico, Querência do Norte, Santa Cruz do Monte Castelo, Santo Antônio do Caiuá e São Pedro do Paraná.

Na sequência aparecem as regionais de Francisco Beltrão (8ª RS), com sete cidades; e Cascavel (10ª RS) e Apucarana (16ª RS), ambas com cinco.

“Aqui no Paraná pedimos para que a vacinação ocorra durante todos os dias da semana. Com o Corujão da Vacinação, queremos que as aplicações se estendam também durante a noite. A estratégia tem surtido efeito. A intenção é abranger o maior número de pessoas possível em um curto espaço de tempo”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

“Muitos municípios entenderam o nosso pedido e estão dando cada vez mais agilidade ao processo de proteção contra a Covid-19. O propósito do nosso Plano de Vacinação é fazer a vacina chegar até o braço das pessoas o mais rápido possível”, acrescentou.

Vacinação e distribuição – De acordo com o Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde, o Paraná aplicou 2.638.432 doses da vacina contra a Covid-19 – 1.698.462 são relativas à primeira dose, além de 939.970 segundas doses. Os números são desta quarta-feira (28).

O quantitativo corresponde a 95,2% dos imunizantes para as aplicações iniciais distribuídas pelo Estado (1.784.022) e 79,3% das doses que completam o ciclo (1.185.894).

Em números absolutos, as cidades que mais vacinaram são Curitiba (309.579 pessoas), Londrina (104.672), Maringá (74.012), Cascavel (53.976) e Ponta Grossa (47.718).

Já em relação à população, os destaques são São Jorge d’Oeste (29,85%), Diamante do Norte (26,87%), Nova Laranjeiras (25,18%), Pontal do Paraná (24,30%), Rio Bom (23,97%) e Miraselva (23,85%).

Mais doses – O Paraná receberá nos próximos dias o15° lote de vacinas contra o coronavírus enviado pelo Ministério da Saúde. No total, serão 309.200 doses de imunizantes: 6.200 da Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan/Sinovac, e 303.000 da Covishield, da Universidade de Oxford/Astrazeneca/Fiocruz.

Todas as vacinas são destinadas à primeira dose de grupos prioritários cuja imunização já está em andamento: pessoas de 60 a 64 anos e profissionais da segurança pública e salvamento.

Confira a lista das cidades que já começaram a vacinar pessoas de 60 anos

1ª RS – Paranaguá – Paranaguá, Morretes, Antonina e Guaraqueçaba
2ª RS – Metropolitana – Cerro Azul
3ª RS – Ponta Grossa – Jaguariaíva (começa nesta quinta-feira, 29)
4ª RS – Irati – Nenhum município
5ª RS – Guarapuava – Nenhum município
6ª RS – União da Vitória – Antônio Olinto
7ª RS – Pato Branco – Saudade do Iguaçu
8ª RS – Francisco Beltrão – Ampére, Barracão, Bela Vista da Caroba, Cruzeiro do Iguaçu, Pinhal de São Bento, Santa Izabel d’Oeste e Verê
9ª RS – Foz do Iguaçu – Itaipulândia, Matelândia e Ramilândia
10ª RS – Cascavel – Iracema, Diamante, Corbélia, Lindoeste e Espigão
11ª RS – Campo Mourão – Barbosa Ferraz, Quarto Centenário e Rancho Alegre d’Oeste
12ª RS – Umuarama – Nenhum município
13ª RS – Cianorte – Cidade Gaúcha, Guaporema e Tuneiras do Oeste
14ª RS – Paranavaí – Alto Paraná, Amaporã, Diamante do Norte, Guairacá, Jardim Olinda, Loanda, Nova Aliança do Ivaí, Nova Londrina, Paraíso do Norte, Paranapoema, Planaltina do Paraná, Porto Rico, Querência do Norte, Santa Cruz do Monte Castelo, Santo Antônio do Caiuá e São Pedro do Paraná.
15ª RS – Maringá – Nossa Senhora das Graças
16ª RS – Apucarana – Califórnia, Faxinal, Grandes Rios, Mauá da Serra e Rio Bom
17ª RS – Londrina – Miraselva e Pitangueiras
18ª RS – Cornélio Procópio – Cornélio Procópio
19ª RS – Jacarezinho – Jaboti, Japira e Santana do Itararé
20ª RS – Toledo – Diamante do Oeste, Nova Santa Rosa, Ouro Verde do Oeste e Santa Helena
21ª RS – Telêmaco Borba – Curiúva, Imbaú e Ventania
22ª RS – Ivaiporã – Nenhum município

As informações são de Agência de Notícias do Paraná