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Rei Roberto Carlos fará três shows em junho no Paraná – Londrina, Maringá e Foz do Iguaçu. Veja locais e datas!

Três cidades do Paraná irão se emocionar ao som do Rei da música brasileira. Roberto Carlos vai se apresentar em Londrina, Maringá e Foz do Iguaçu. As datas são, respectivamente, dias 12, 14 e 15 de junho.

Roberto Carlos é apontado por muitos como o maior intérprete da música brasileira de todos os tempos. Move multidões por onde passa e sua turnê pelo estado promete ser emocionante. As informações são da Gazeta do Povo.

Em atividade desde 1959, o cantor lançou seu mais recente trabalho em 2018. É o seu 33º álbum da carreira, batizado como “Amor sin Límite”. No disco, disponível nas plataformas digitais, o artista interpreta músicas inéditas em espanhol.

Este ano, Roberto saiu em turnê por várias cidades dos Estados Unidos e também pela Europa. Como resultado da turnê, entrou para a lista da revista Global Concert Pulse entre os 30 artistas de maior público nos Estados Unidos.

Na mesma lista estão: Elton John, Cher, a banda Kiss, entre outros grandes nomes da música mundial.

AQUI para ver os locais dos shows e preços dos ingressos

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Em defesa dos povos indígenas

19 de abril.

Uma data para valorizar a cultura indígena, mas também para refletir diante de todas as ameaças recentes aos índios, historicamente perseguidos e exterminados.

Os avanços observados nas últimas décadas na consolidação de direitos e da rede de proteção aos indígenas vêm sendo atacados.

Relembrando o que diz a Constituição:

“São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens”.

Texto Guilherme Bittar

#emdefesadospovosindigenas #diadoindio #demarcação #preservacaoDia do índio.

Criança indígena vendendo balaio no centro de Curitiba.

Foto Eduardo Matysiak

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Festival de Foz do Iguaçu que une solidariedade e culturas undergrounds será neste sábado, 20

Tudo pronto para mais uma edição do Festival Solidário Underground, evento que une em mesmo espaço culturas alternativas e muita solidariedade em Foz do Iguaçu.

A próxima edição deste evento que já virou tradição será neste sábado (20), a partir das 22h na Casa Urbana Bar, na Rua Mandaguari, 460 – Jardim Santa Rosa.

No palco, as atrações serão as bandas Wargore de Cascavel, Lucifer’s Children de Assunção (Paraguai) e Mil Réis de Foz do Iguaçu.

A participação especial fica por conta da galera da Troupe Luz da Lua.

Contexto
O Festival Solidário Underground que nasceu entre as paredes do saudoso Casulo Rock Bar, veio ao longo dos anos se adaptando aos espaços e expandindo, lembram os promotores.

A evolução ocorreu mantendo o sentido expresso na tríade de seu nome:

Festival, para promover a festa, o show, a diversidade de bandas que a tríplice fronteira e região nos apresenta, abrindo espaço para bandas já consagradas e também para as que estão começando; festejar os amigos, a arte, a música, a contra cultura, festejar a união e a solidariedade.

Solidário, que é o objetivo maior que nos une, que nos motiva a correr por meses para ao fim termos arrecadado uma boa quantia de donativos e de fato atender a quem precisa;

Underground, que muito mais do que um estilo musical é um estilo de vida, é o fazer com as próprias mãos, é o ressurgir lá de baixo, do subterrâneo como a própria palavra implica, dos becos, do submundo ao que pertencemos, e reverberar força, som, arte, união, longe dos padrões sociais e comerciais.

Clique AQUI para ler mais sobre o festival

Os ingressos custam R$ 10,00 mais um quilo de alimento não perecível. Serão comercializados caldinhos de mandioca (com ou sem carne) e brigadeiros.

Toda a arrecadação será destinada à compra de mais alimentos que serão doados à comunidade da Ocupação Bubas.

Sorteios

A festa contará ainda com sorteio de muitos brindes que o leitor confere abaixo:

– Ovo de páscoa de colher sabor brigadeiro da Boleria Carolina;
– Quadro da Top Rock Produtos Alternativos;
– Brincos feitos com material sustentável da Naina Acessórios;
– CDs das bandas Wargore, Repudiyo, Vinyl;
– Camiseta da banda Bronca;
– Vale 2 super lanches Festival Solidário do Barba Lanches;
– Quadro ou escultura do artesão e músico Roger Solano;
– Kit Canecas de cerveja e chapéu do Goran, da Brenda Himura;
– Camisetas;
– Um fim de semana para um casal no Hostel da Ilha, na Ilha de São Francisco do Sul, promovido por Klaiton e Ana.

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Por que todo morador da Tríplice Fronteira deveria conhecer a Unila

Kaká de Souza, no ClickFoz

No último sábado (13) tive a oportunidade de assistir a uma conferência TEDx organizada por alunos da Unila – Universidade Federal da Integração Latino-Americana – que aconteceu no Parque Tecnológico Itaipu – PTI. O TEDxUnila teve como tema “Emergindo das Fronteiras” e levou ao palco do CineTeatro dos Barrageiros 18 palestrantes.

TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada ao lema “ideias que merecem ser compartilhadas”. Começou há 26 anos como uma conferência na Califórnia, e, desde então, o TED tem crescido para apoiar ideias que mudam o mundo através de múltiplas iniciativas.

Em uma conferência TED, pensadores e realizadores de todo o mundo são convidados a dar a melhor palestra de suas vidas em 18 minutos ou menos.

Já o TEDx, é uma iniciativa que surgiu a partir do TED, e que concede licenças livres para que as pessoas ao redor do mundo que desejam organizar eventos no formato TED, o façam em suas comunidades. Mais de 5.000 eventos TEDx já foram realizados, e as palestras selecionadas a partir desses eventos são transformadas em vídeos de TED Talks que ficam disponibilizados no site do TED e também no Canal do TED no Youtube para que pessoas do mundo todo possam acessar.

Esta não foi a primeira edição do TEDx aqui na terra das Cataratas, em 2013 tivemos nossa primeira edição, a TEDxAvCataratas com o tema “Conversas Transformadoras” que contou com 7 palestrantes.

Em nove anos de existência da Unila em Foz do Iguaçu, esta foi a primeira vez que me aproximei dela, foi a primeira vez em que ví com meus próprios olhos o que é a Unila ou quem são os “Unileiros”, e lá pela metade do TEDxUnila, eu já estava me sentindo envergonhado por lembrar quantas vezes utilizei a expressão “Unileiros” de forma pejorativa, depreciativa.

Claro, a relação entre estudantes da Unila e grande parte da sociedade iguaçuense, nunca foi das melhores. Talvez, por culpa da própria cidade, que não se preparou para receber alunos provenientes de vários países, que chegaram a Foz, cada um com sua própria bagagem cultural, e talvez, nesse ponto, a própria universidade tenha falhado quando não promoveu, logo no início, a interação entre moradores e estudantes.

Como respeitar aquilo que não se conhece? Os estudantes estrangeiros não conheciam bem a cidade para onde estavam vindo, e assim que chegaram, sentiram na pele o peso da discriminação, provavelmente porque esperavam encontrar aqui uma cidade cosmopolita, a capital da tríplice fronteira, a meca da cultura latino-americana que iria abraçá-los. Mas na verdade, encontraram uma cidade extremamente careta, que agarrada a seus valores morais não aceitou bem as modernidades trazidas na bagagem dos estudantes e nem fez questão de inseri-los nesta realidade.

Avulsos à sociedade que não os acolheu, foram obrigados a viver em pequenos bandos, geralmente formados por seus iguais. A distância entre alunos e sociedade iguaçuense ficou ainda maior quando os primeiros casos de depredação de patrimônio surgiram. Primeiramente, nos próprios dormitórios, onde motivados pela solidão que uma cidade, na época com mais de 250 mil habitantes, os fez sentir, começaram a fazer uso de bebidas alcoólicas em grande quantidade. Depois, nas ruas da cidade, quando, movidos pela polarização que atingiu todo o Brasil, tomaram partido das discussões políticas e promoveram protestos e pichações na cidade.

Os cidadão iguaçuenses – e eu me incluo nisso – por sua vez, também não os conheciam, e levados por inúmeras matérias sensacionalistas, trataram logo de, por conta de casos isolados, nivelar toda uma instituição e quem fazia parte dela, pelo nível mais baixo.

Nesse ponto, eu preciso fazer um “mea-culpa”, pois confesso que ajudei muito a difundir a cultura do ódio contra os “unileiros”, fiz inúmeras críticas em meu blog pessoal e em minhas redes sociais. A palavra “unileiro” virou sinônimo de insubordinação, uso de entorpecentes e vadiagem.

Perdoem-me, amigos da Unila, eu não sabia o que estava fazendo, aliás, acredito que até hoje, muita gente não saiba.

É fato que as atitudes de alunos da Unila por mim criticadas foram e continuam sendo erradas. Não estou escrevendo este texto para assoprar depois de dar o tapa. O que eu não poderia ter feito, mas fiz, foi generalizar e colocar todos os estudantes da Unila no mesmo balaio.

Durante as poucas horas em que participei do TEDxUnila, descobri que a Unila é muito mais que alunos insubordinados e usuários de entorpecente. Descobri que a Unila abriga milhares de jovens incríveis, que optaram por deixar suas famílias para vir para cá, desenvolver centenas de projetos de sustentabilidade, integração fronteiriça, saúde e desenvolvimento social, que visam a melhoria de toda a sociedade.

O que eu descobri e o que todos os iguaçuenses deveriam saber:

Os eventos científicos organizados pela Unila atraem milhares de pessoas e pesquisadores anualmente para Foz do Iguaçu movimentando todo o setor turístico. Dos 14 mestrados ofertados por universidades na região, 11 são ofertados pela Unila. Dos 400 docentes que atuam na Unila, 80% são doutores. O tão sonhado curso de medicina em Foz do Iguaçu, só virou realidade graças a Unila. A Unila abriga hoje quase 6 mil estudantes, 70% destes são brasileiros. No curso de medicina são quase 400 estudantes, destes, 20 são de Foz do Iguaçu e 100 são do Paraná. Os resultados de pesquisas desenvolvidas na Unila para o combate do Mal de Parkinson, usando um tratamento à base de canabidiol, substância extraída da Cannabis, estão alcançando os melhores resultados da história da luta contra a doença e já são referência para vários países do mundo. Os projetos de extensão da Unila abrangem toda a sociedade, levando saúde, cultura e conhecimento para todos os bairros, não apenas nos mais pobres, mas em todos.

Eu estou em dívida com a Unila, a cidade está em dívida com a Unila, mas ainda há uma chance para reverter isso. Conheça a Unila, abrace a Unila. A Unila é de Foz do Iguaçu, a Unila é Foz do Iguaçu. Se eu pudesse fazer um único pedido a você que leu este texto até o final, eu pediria; conheça a Unila! Esqueça aquela sua velha opinião formada e dê espaço em sua mente para a o que realmente a Unila representa para a região da tríplice fronteira.

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Do subúrbio, aos bares badalados

Da marginalização, bandas de metal e punk rock se renovaram, mantendo a ideologia autoral quase 40 anos após

Um artigo de Ronildo Pimentel no Guatá, Cultura em Movimento

Do subúrbio para os palcos dos bares badalados de Foz do Iguaçu. A introdução, bem que poderia descrever uma das estrelas meteóricas que surgem hoje em dia nas páginas da internet. Mas não é!

Essa história vai trazer à tona um pouco da galera da contra-cultura de Foz do Iguaçu.

Nos primórdios do nosso conto, nos distantes anos de 1980, as notícias chegavam com atraso na região da Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. Para quem estava em busca das tendências da cultura, a espera era ainda mais longa. Mas chegavam!

O primeiro Rock in Rio abriu muitas portas. Na esteira do mega-festival, vieram os regionais, forçando rupturas. Em Foz do Iguaçu o Rock Foz deu uma nova perspectiva para quem sonhava em montar uma banda e sair por aí. Era possível!

Dois anos se passaram até aquele que ficou conhecido como o primeiro festival underground de Foz do Iguaçu. Entre as atrações a, paulista Vulcano e a curitibana Epidemic, bandas já conhecidas no Brasil e exterior.

O palco, uma escola do Jardim São Paulo, na região do Bairro Morumbi.

A partir dali, bandas de metal e suas tendências heavy, death e thrash, hard rock, punk rock, hardcore, grind core pipocaram nos bairros. Sem espaço na mídia tradicional (rádio e TV), vistos com desconfiança pela sociedade (beirando a marginalização), com dificuldades para ensaiar e sem equipamentos para apresentações ao vivo.

A solução possível foi a união das bandas principalmente dos integrantes das bandas e amigos, os famosos “roadies”, que acabam garantindo a entrada nos festivais, graças a esta proximidade. Sem muitos recursos, o subúrbio se constituiu a principal trincheira desta vertente cultural.

Não era raro ver bandas inteiras dentro de ônibus de transporte coletivo, cruzando de bairro a outro a Foz do Iguaçu, carregando instrumentos, peças de bateria e os famosos cubos de som, fundamentais para os ensaios e os shows. O São Francisco (hoje Morumbi), Porto Meira, Vila C e AKLP eram os redutos desta turma.

De lá para cá já se passaram mais de 30 anos e aquele espírito de compor músicas, ou apresentar cover do grupo favorito, não morreu. O que mudou, e para melhor, foi a estrutura disponível. Muitas das bandas que começaram nos primórdios, em locais como o Bambu Pizza Bar, hoje sobem aos palcos de bares badalados de Foz do Iguaçu.

A cultura do faça você mesmo sobreviveu aos percalços e, depois de tantas décadas se renovou, deu razão a existência de um público fiel e, com o tempo, novos e bem preparados espaços foram surgindo em Foz do Iguaçu.

Longa vida ao rock n rol!

(*) Ronildo Pimentel é jornalista, músico underground, ativista cultural em Foz do Iguaçu e editor do CabezaNEWS

Na foto acima, integrantes das bandas e público comemoram mais uma noite de metal em Foz do Iguaçu
Acervo: Espiritual -Official Profile

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Região Oeste representa a maior parte da produção de tilápias do Paraná

Região se destaca no cenário nacional na produção de tilápias e atuação de Engenheiros de Pesca contribui na qualidade do produto beneficiado

Nesta época do ano, as vésperas da Páscoa aumenta o consumo de peixes em todo o Paraná. Mas a procura pelo pescado não ocorre apenas neste período e o ritmo alto de produção acompanha a demanda pelo produto nos demais meses do ano.

De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Piscicultura, em 2018 a produção total de peixes no Paraná foi de 129,9 mil toneladas, 16% maior em relação a 2017, o que posiciona o estado como o maior produtor de peixes de cultivo do país, seguido por São Paulo e Rondônia. Esse ranking foi alcançado principalmente pela produção de tilápias, categoria na qual o Paraná mantém a liderança nacional com 30,7% de participação.

Destaque 

Nesse contexto a região Oeste Paranaense representa a maior parte da produção do estado. Em franca expansão, surge a cada dia novas áreas rurais destinadas à piscicultura, além de empresas interessadas no beneficiamento do produto, em especial a tilapicultura, que é hoje uma das indústrias mais importantes da aquicultura brasileira.

Segundo dados do Instituto Ambiental do Paraná atualmente cerca de três mil produtores rurais de 12 municípios da Bacia do Rio Paraná 3, que abrange municípios da região Oeste comercializam peixes, desses, 95% estão envolvidos com a produção de tilápias. São aproximadamente dois mil hectares de áreas de piscicultura integradas a empresas de beneficiamento que atuam na região Oeste, todos com licença ambiental de acordo com o IAP.

Para o beneficiamento do pescado, três indústrias de grande porte atuam na região além de outras nove de médio e 10 de pequeno porte, o que estimula o interesse dos proprietários rurais pela piscicultura na região. Nessas indústrias em 2017 foram abatidas e processadas cerca de 160 toneladas de tilápias por dia, sendo que o produto final predominante é o filé. Em 2018 a região Oeste foi a responsável pela produção de 73% do pescado no estado, algo em torno de 10% da produção nacional com destaque para a tilapicultura.

De acordo com o Engenheiro de Pesca e chefe da Regional de Toledo do IAP, Taciano Cézar Freire Maranhão, para estimular mais o desenvolvimento da aquicultura na região, o governo do estado pretende “estimular o cultivo de alevinos de espécies nativas na região Oeste que são bastante procurados em tradicionais eventos de pesca esportiva e nos estabelecimentos de “pesque-pague”. As espécies são: pacus, piaparas, curimbatás, dourados, piracanjubas e tilápias.

Engenheiro de Pesca

A Regional Cascavel do Crea-PR alerta que a atividade de exploração e beneficiamento da piscicultura deve sempre ser acompanhada por um profissional qualificado da área de Engenharia de Pesca. Apesar de pouco conhecida pelo público em geral, essa graduação possui enorme importância no cenário nacional devido a demanda crescente por esses profissionais que têm contribuído para o crescimento exponencial da produção aquícola e pesqueira no Brasil.

O primeiro curso de Engenharia de Pesca no Brasil foi criado em 1976 na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Informações recentes mostram aumento no número de cursos dessa área no país, totalizando 25 distribuídos em todas as regiões do Brasil. O primeiro e único curso de Engenharia de Pesca no Estado do Paraná iniciou as atividades acadêmicas no ano de 1997 na Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste, Campus Toledo, e foi o primeiro voltado a águas interiores no Brasil.

Após 42 anos da criação do primeiro curso, mais de 8.000 profissionais Engenheiros de Pesca foram formados, dos quais 2.051 estão registados no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Na regional Cascavel do Crea-PR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná), 52 profissionais atuam no setor no Oeste do estado e o perfil profissional do Engenheiro de Pesca permite que ele trabalhe em diversos segmentos da aquicultura, pesca, administração pesqueira e tecnologia do pescado.

Cabe ao Engenheiro de Pesca aplicar novos métodos e tecnologias na localização, captura, beneficiamento e conservação de peixes, crustáceos e moluscos, além de atuar para que a exploração dos recursos pesqueiros seja feita de forma sustentável.

O Engenheiro de Pesca Ricardo Andrei Krause que também é Presidente da Associação dos Engenheiros de Pesca do Paraná, explica que a produção de tilápias torna-se mais lucrativa aos produtores com a atuação desses profissionais que possuem em sua graduação inúmeras horas voltadas ao cultivo aquícola. Ricardo Krause diz que “com o trabalho dos Engenheiros de Pesca a produtividade aumenta, visto que o engenheiro possui todo o embasamento teórico para a construção de viveiros de aquicultura e

embasamento para uma produção sustentável e economicamente viável, com excelente qualidade final de uma das proteínas animais mais saudáveis”, ressalta Ricardo Krause.

O Engenheiro de Pesca relata ainda o exemplo da cidade de Maripá, na região Oeste do Estado, que é uma das poucas cidades do Brasil que possui um Engenheiro de Pesca na prefeitura auxiliando na assistência técnica aos produtores rurais. “Com isso Maripá se tornou um dos municípios com maior produtividade de tilápia por hectare do Brasil”, afirma.

Sobre o Crea-PR

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), criado no ano de 1934, é uma autarquia responsável pela regulamentação e fiscalização dos profissionais da empresa das áreas da engenharias, agronomias e geociências. Além de regulamentar e fiscalizar, o Crea-PR também promove ações de atualização e valorização profissional por meio de termos de fomentos disponibilizados via Editais de Chamamento.

Produção de peixe deve crescer 22% no Paraná em 2016 – Foto Jonas Oliveira

Produção de peixe deve crescer 22% no Paraná em 2016 – Foto Jonas Oliveira

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TEDxUnila inova e tem grandes chances ter outra edição em 2020

Mais de 300 pessoas se envolveram no projeto, que ajuda a disseminar boas ideias

A primeira edição do TEDxUnila, ocorrida neste sábado, 13, no Cineateatro dos Barrageiros, no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), teve um resultado além do esperado, tanto pela adesão à iniciativa quanto pela qualidade das palestras.

Um grupo de mais de 300 pessoas, direta e indiretamente, se engajou às ideias propostas pelo TEDx (Tecnologia, Entretenimento e Planejamento), que merecem ser disseminadas, conforme o conceito do TED, que é uma plataforma mundial de discussões. Iniciada como uma conferência no Vale do Silício, na Califórnia, ela acontece em todos os continentes como um espaço para a discussão de propostas de influência positiva na sociedade.

Em Foz, o evento teve como tema “Emergindo das Fronteiras”. A escolha do nome, segundo os idealizadores, foi uma estratégia para inspirar e fazer as pessoas a refletir a região a partir da territorialidade, pertencimento, suas idiossincrasias, diversidade e outros aspectos de se viver numa localidade de fronteira, que une três países – Brasil, Paraguai e Argentina, com dificuldades como o próprio estigma da região, problemas como preconceitos e barreiras.

A iniciativa foi de um grupo de estudantes de diversos cursos da Unila, entre eles de Engenharia Química e Engenharia Física, Química e Cinema, entre outros. Em breve, os vídeos, com 16 palestras (chamadas de talkies) de até 18 minutos cada, serão publicados no canal TEDx no Youtube, que tem mais de 18 milhões de inscritos.

O TEDx Unila teve a colaboração de vários voluntários, entre eles empresários e pessoas físicas. Sem os patrocinadores e apoiadores, a realização do evento não seria possível. Contribuíram com apoio financeiro, tempo e serviços patrocinadores como o Sicredi, o Hotel Foz do Iguaçu, a Loumar Turismo, a Produsom, a Modelo Corretora, além da própria Unila e o Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

Palestraram no TEDx Unila, entre outros, o jornalista Mauri Konig, um dos maiores ganhadores de prêmios em sua área; o engenheiro de Itaipu e professor da Unioeste Jorge Habib; o reitor da Unila, Gustavo Vieira; o chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Ivan Baptiston; o secretário de Turismo de Foz, Gilmar Piolla; o professor Francisney Nascimento; e o ex-deputado e ex-diretor de Coordenação de Itaipu, Nelton Friedrich.

O principal legado do TEDx Unila foi unificar num só evento vários e diversificados conhecimentos e experiências sobre a fronteira sob diversas óticas. Foi também mais uma forma de divulgar Foz e a fronteira para um amplo público, mostrando as riquezas culturais da região, onde habitam pessoas de mais de 70 etnias, além do turismo, os atrativos, como as Cataratas e a usina de Itaipu, maior usina do mundo em produção de energia renovável do planeta, o Parque Tecnológico Itaipu, um espaço de soluções tecnológicas e de empreendedorismo e a própria tríplice fronteira, rica por sua própria concepção e posicionamento geográfico.

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Jovem de Foz acusa MC Mirella de tentar atraí-la para prostituição

Identificada como Gabi Rocha, ela publicou print de conversa com a cantora em rede social

A funkeira MC Mirella está sendo acusada de aliciar menores idade para prostituição por meio das redes sociais. De acordo com relato da usuária do Twitter Gabi Rocha, de Foz do Iguaçu, a cantora teria feito uma proposta para ela passar o final de semana com o dono de um shopping, oferecendo valores entre R$ 2 mil e R$ 5 mil. Na época, a jovem tinha 16 anos. Atualmente está com 17.

“Só tenho a dizer que tenho nojo! Não postei antes por eu ter medo de varias coisas acontecerem comigo, gente que tem dinheiro pode fazer qualquer coisa com quem não tem”, afirmou a usuária, que agora é maior de idade. As informações são do Portal RedeTV!

AQUI para assistir a gravação da conversa entre ela e Mirella

O nome de MC Mirella e a publicação está entre os assuntos mais comentados do Twitter no Brasil. O Portal RedeTV! tenta entrar em contato com a assessoria da cantora, mas a assessoria da cantora ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Atualmente, MC Mirella é um dos maiores nomes do funk carioca. Com mais de dez milhões de seguidores nas redes sociais, a funkeira coleciona hits de sucesso em parcerias musicais com nomes como MC Zaac e MC Pocahontas. A canção “Quer Mais?”, com Pocahontas, já ultrapassa a marca de 92 milhões de visualizações.

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Vai começar a edição 2019 das pesquisas nas pontes internacionais de Foz do Iguaçu

De 1º a 6 de maio, as aduanas das pontes internacionais da Amizade (Brasil e Paraguai) e Tancredo Neves (Brasil com Argentina) serão alvo de mais uma pesquisa sobre o trânsito entre os três países.

A pesquisa, que acontece há 20 anos, é coordenada pelo pró-reitor da UDC e propriedade intelectual do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas.

O levantamento de dados envolve aproximadamente 150 estudantes e professores de diversos cursos da UDC.

São quatro pesquisas que novamente levantarão dados sobre o tráfego de veículos e pessoas que atravessam as vias. Também serão levantados dados sobre o perfil de quem passa pela região.

A pesquisa é realizada com autorização e parcerias da RF, PF, PRF, Anvisa, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Dnit, Comtur, Acifi, Prefeitura Municipal, Polo Iguass, Codefoz, Fundo Iguassu, consulados paraguaio e argentino e demais órgãos.

Assista reportagem sobre a pesquisa

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Maior evento turístico trinacional será em junho no Brasil, Paraguai e Argentina

A Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina está pronta para mais uma edição do maior evento turístico trinacional. Nos dias 12, 13 e 14 de junho acontece o IV Congresso Binacional de Marketing Turístico, o I Congresso Trinacional de Turismo e o III Encontro Gastronômico Jesuíta Guarani e o 1º Encontro de Integração Trinacional entre estudantes de Turismo e afins.

Os eventos irão acontecer em três diferentes sedes fronteiriças – Puerto Iguazú (Argentina), Foz do Iguaçu (Brasil) e Encarnación (Paraguai).

A programação começa em solo paraguaio, das 9h às 17h do dia 12 de junho, com a presença de palestrantes e representantes de empresas como Google, Facebook e influenciadores internacionais.

No dia 13 de junho, os participantes serão transferidos para Foz do Iguaçu, onde participarão do Festival Internacional de Turismo Cataratas no Rafain Palace Hotel Resort, até às 19h.

A partir das 21h eles participarão, em Puerto Iguazú, do primeiro encontro de Integração entre Estudantes de turismo e relações públicas (comunicação social).

No dia 14 de junho continua o Congresso Trinacional de Turismo no Rafain Palace Hotel Resort em Foz do Iguaçu, das 9h30 às 13h com o tema Turismo de Reuniões e Eventos, com a presença de influencers turísticos renomados. O encerramento do mesmo será com entrega de diplomas aos participantes.

O investimento aos estudantes, para participar de toda programação, é de US$ 50 dólares, mais US$ 45 incluindo transporte ida e volta a partir de Encarnación a Puerto Iguazú e Foz do Iguaçu e pernoite em hotel.

o investimento para profissionais de turismo e afins é de US$ 100 dólares a inscrição, mais US$ 45 o pacote com transporte e hotel incluído.

Grastronomia
O III Encontro Gastronômico Jesuítico Guaraní na tríplice fronteira, com a presença de renomados chefs do Paraguai, Argentina e Brasil acontece dia 14 de junho, em Foz do Iguaçu, a bordo de um Cattamaram, das 15h às 18hs , com preparação e promoção de pratos regionais.

Na edição anterior, os chefs Vidal Dominguez, Carlos Losh, Ariel Leguiza entre outros, demonstraram ao vivo pratos variados com ingredientes extraídos do rio e da floresta.

Mais informações e reservas no whasapp +595 995 672460.