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#NaEstrada: No Chile, Puerto Varas é tesouro escondido pelo vulcão Osorno

Ao fundo o imponente Vulcão Osorno, visto de Puerto Varas na orla do Lago Llanquihue. Foto: #ExpediçãoPatagônia2016*

A seção #NaEstrada do Cabeza NEWS fechou uma parceria com o multimídia Cleverson Lima do Cão dos Diabos e parceiro de primeira hora do blog, que vai narrar o dia a dia e um pouco de como é a vida na estrada. Sem esconder as coisas boas, as fortes emoções e os perrengues, sempre eles, que teimam em atormentar quem está no trecho.

Na estreia, a narrativa romântica e dedicada a Puerto Varas, cidade quase toda germânica na orla do Lago Llanquihue, a porta de entrada da Patagônia chilena. Aproveitem a leitura neste sábado (04) de isolamento em meio a pandemia do Coronavírus.

“No Chile, Puerto Varas é tesouro escondido pelo vulcão Osorno

Em janeiro de 2016 partimos de Foz do Iguaçu rumo ao Chile e sua Patagônia andina, embora não tanto: a ideia era chegar Puerto Varas, cidadezinha bacanuda encravada na região conhecida como Los Lagos, um pouco acima da Patagônia. Podemos que dizer que é a porta de entrada.

Embora pouco conhecida dos brasileiros, a região guarda alguns dos cenários mais bonitos da América do Sul, com parques naturais, vulcões e lhamas e uma forma de escapar de roteiros mais caros e movimentados do Chile. Confesso que me surpreendi positivamente e por vários fatores.

Em primeiro lugar pelo fato de que, apesar do jeitão de cidade pacata, Puerto Varas nos mostra como o Chile destoa do restante da América do Sul não só pela riqueza do povo, mas também pelo desenvolvimento de todas suas regiões.

O fato é que a desigualdade castiga regiões de Brasil e Argentina. Enquanto no país hermano há uma concentração de riqueza e desenvolvimento em Buenos Aires, capitais de província parecem ter parado nos anos 80. O interior do país é em grande parte pobre, problema que também sofremos em maior ou menor grau a depender do estado.

Já o Chile parece ter dado uma uniformidade para o desenvolvimento do Norte até o Sul. Seriam as reformas liberais da ditadura ou a estreita geografia a razão para isso? Mas prefiro não entrar no debate

Puerto Varas surpreende mais pelas coisas boas e que nada nos lembram os perrengues diários. A cidade conta com bons restaurantes, bons e baratos hotéis, uma orla tranquila ao redor do Lago Llanquihue e qualidade de vida que é invejável para muitos países de primeiro mundo.

Toda colonizada por imigrantes alemães, ainda guarda muito da cultura e arquitetura germânicos. Ou seja, muitas construções em estilo enxaimel, bons doces e carnes fortes.

É como estar numa cidade grande aproveitando o melhor das cidades pequenas, ou seja, a salvo de multidões de turistas (que preferem a vizinha Puerto Montt, que tem aeroporto) e aparentemente escondido pelo imenso e vistoso Vulcão Osorno.

A jóia da região é um passeio que vale muito a pena, sendo oferecido por todas as pequenas agências de turismo da região e também pelos hotéis. Seu topo conta com neve que alguns corajosos temem em tentar escalar e com um teleférico que no dia nos deu um susto, já que parou de movimentar bem meio. A sensação de estar parado a mais de 30 metros no cume de um vulcão pode ser assustadora, eu garanto.

Andando pela cidade, vários pequenos cafés e, numa época em que os pólos gastronômicos não pipocavam em todo lugar, a cidade contava uma feira a céu aberto com vários food trucks, alguns bem modernos tanto no estilo como no cardápio.

Na saída, uma breve com senhor Jorge, do Weisserhaus Hotel, ficou na lembrança. Muito simpático, um verdadeiro gentleman, ele explicou por que brasileiros e chilenos se dão tão bem. E a sua tese era bem simples:

“Nós não fazemos fronteira. Por isso brasileiros, uruguaios, bolivianos e chilenos odeiam os argentinos”

Não teve como não concordar.”

* A #ExpediçãoPatagônia2016 foi organizada pela equipe do Cabeza NEWS e percorreu, a partir de Foz do Iguaçu, perto de 8 mil quilômetros passando por várias províncias e o deserto de Neuquén na Argentina até a Patagônia Andina, retornando pela capital Santiago (Chile), os Caracoles na Cordilheira dos Andes, Mendoza até o ponto de partida.

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ONGs intensificam ajuda solidária durante pandemia mundial

Entidades brasileiras se unem para combater a fome, promovem arrecadação de produtos de higiene básica e orientam sobre cuidados necessários para evitar o contágio do Coronavírus entre moradores de favelas

A Covid-19 já afeta a vida de milhões de pessoas no mundo todo e nem todos podem trocar os escritórios pelo home office. Com os filhos longe da escola, o consumo alimentar dentro de casa aumentou, mas a renda foi comprometida pela falta de trabalho.

Preocupadas com a situação de moradores das favelas, entidades, como a ONG Incanto (Instituto de Cultura, Arte e Novas Tecnologias), de Curitiba, em parceria com a rede de ONGs Gerando Falcões, de São Paulo, conduzem uma campanha solidária com a entrega de cestas básicas digitais e arrecadação de álcool em gel.

Os voluntários das entidades prestarão apoio social para 600 famílias. Cerca de 2.400 moradores de comunidades carentes serão beneficiadas com a ação, em Curitiba e Região Metropolitana. De acordo com a presidente da Incanto, Camila Casagrande, as famílias contempladas são de 20 favelas em que a ONG já atua. “Estamos em um momento muito delicado em que todos os planos tiveram que ser adiados e reformulados. Mas, para essas pessoas, não existem outras alternativas, então vamos nos empenhar ao máximo no que pudermos”, explica.

O Instituto Incanto solicita ajuda como doações em dinheiro para realizar a compra de álcool em gel para ser enviado às famílias junto das cestas básicas. O produto não faz parte da realidade na vida dessas pessoas, pelo preço e a dificuldade de encontrar esse produto em mercados populares. É um item essencial que poderá mudar esse cenário de contato com a doença. “Diante da realidade dessas famílias que precisam ir às ruas buscar seu ganha pão, o vírus ganha ainda mais espaço. Precisamos minimizar qualquer possibilidade de contágio e levar esse vírus para dentro das favelas, uma vez que, essa quarentena é totalmente seletiva”, concluiu Camila.

Serviço

Para ajudar com as doações clique AQUI

Tem álcool em gel sobrando em casa, conhece algum fabricante, fornecedor ou comerciante que pode contribuir com grandes quantidades deste produto?
Entre em contato agora mesmo através da nossa página na internet pelo link Instituto Incanto, pelo nosso perfil do Instagram: @institutoincanto ou pelo whatsapp +55 (41) 9 9223-5118.  

Sobre as ONGS

O Instituto Incanto

É uma ONG que faz a conexão entre voluntários artistas com outras ONG’s para que sejam aplicadas aulas regulares de arte e cultura. Hoje, o Incanto atende 17 Casas Lares e projetos de contraturno escolar, transformando a vida de 510 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.


Gerando Falcões

É uma rede de ONGs em âmbito nacional que transforma periferias e favelas. Eles conseguiram juntar em menos de uma semana, 60 mil cartões alimentação que garantem por três meses o sustento dessas famílias. Esses cartões estão sendo entregues nas favelas, via parceiros de todo o Brasil e o Instituto Incanto faz parte desse time.

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Efeito Coronavírus: Cataratas do Iguaçu completa 12 dias sem receber turistas. Veja fotos exclusivas!

O Parque Nacional do Iguaçu completa nesta segunda-feira (30), 12 dias de fechamento para visitação pública, por determinação do Governo Federal para evitar a propagação do novo Coronavírus, agente da infecção Covid-19.

A unidade de conservação guarda em seu interior as Cataratas do Iguaçu, principal atrativo turístico da Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai e reconhecida internacionalmente.

No ano passado, mais de dois milhões de turistas visitaram as famosas quedas, estabelecendo um recorde histórico anual de visitação.

Neste início de semana, com a vazão do rio Iguaçu abaixo de 300 metros cúbicos de água por segundo (muito abaixo do normal, que é de 1,5 milhão de metros cúbicos por segundo), segundo monitoramento da Copel, o que impressiona, além da beleza dos paredões, é a ausência de pessoas principalmente nas passarelas.

O blog visitou o atrativo na última semana, e traz uma série de fotos exclusivas para o leitor.

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Saci-pererê contra o Apocalipse

Um texto do Rogério Bonato, direto do cativeiro para o GDia

O Apóstolo João, autor do quarto evangelho, escreveu as epístolas 1, 2, e 3, e também o livro do Apocalipse. Ele seria o mais novo dos 12 discípulos, e foi o que mais viveu, até os 94 anos. Sua densa visão metafórica descreveu os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, a Peste, a Guerra, a Fome e a Morte. O surgir dessas figuras dantescas, nos levariam ao Armagedom, o que representaria o fim da humanidade.

No atravessar de dois milênios, de João (103 D.C.), até os dias atuais, dezenas de ocorrências fizeram o homem acreditar que o fim estaria próximo; doenças, terremotos, tsunamis, erupções engoliram cidades, e, mais recentemente, os conflitos mundiais, explosões atômicas, enfim, a insensatez nos leva a crer que o Apocalipse, de fato, um dia ocorrerá.

Para expor e clarear o meu pensamento, sou forçado a escrever na primeira pessoa, porque não vejo histeria coletiva, ou exagero da imprensa e autoridades; não consigo vislumbrar o extermínio e suas sentenças, nas versões da religiosidade. Vejo apenas a verdade, por meio da lógica, ciência e depoimentos das mais brilhantes mentes do planeta.
Mas por outro lado, em muitos, abriu-se, foi, uma fenda imaginária e por ela saltaram os quatro cavaleiros, e, seus corcéis soltando fogo pelas ventas, esfregando os cascos na população indefesa. Uma esmagadura de oito bilhões de almas, com idosos, doentes e debilitados ceifados primeiro, a amostra apavorante do poder e impiedade! Quem se dá com uma miragem dessas, acredita que o mundo está para acabar.

Se de fato, os quatro cavaleiros estão saracutiando entre nós, serão facilmente identificados; são eles o Covid-19, a Influenza, a Dengue e a mais terrível e medonha das pragas, a Ignorância!

Em raros momentos o planeta se uniu em um único pensamento, e, nunca foi tão necessário desabrochar um senso coletivo de organização, investimentos, inteligência e criatividade. Parece um treino, para em algum momento, nos defendermos de uma invasão alienígena! O caso é que no meio desse esforço, o maior inimigo não é a doença, por mais contagiosa e desconhecida, é a dissonância, por parte dos incrédulos e a necessidade de escolher entre a saúde e o dinheiro, com a subsistência da economia, falando mais alto que a vida.

Não vou contribuir com a dissonância, defendendo um dos lados. Mas não seria o caso esperar mais um pouco, porque os colapsos monetários podem ser controlados, a sanidade humana não. De onde é que surgiu essa pressa? Em breve será possível realizar os testes para o coronavírus e pode ser, encontrem uma forma de tudo voltar ao normal; não vai demorar, sairão os resultados do nosso esforço, e, isso, pode ser, nos confortará.

O presidente Bolsonaro, naturalmente, vê pela frente um desastre sem precedentes e, se para ele, é difícil governar na normalidade, imagina depois dessa crise? Vai ver, é por isso, se comporta assim, ofegante, querendo atropelar o vírus como fosse resfriadinho. Ele é o timoneiro, mas somos a tripulação, e o correto seria se aconselhar. A teimosia e o desespero, nublam a visão e em situação assim, surgem icebergs. Pestanejar é um perigo!

É difícil entender a postura de alguns líderes, como o fez Bolsonaro ao anunciar bilhões na luta contra o covid-19 e no dia seguinte, se comportar como uma pipa se rabo. Mas há situações mais preocupantes, como o comportamento do presidente mexicano, que aconselhou beijos, abraços, o povo nas ruas; parecia ser mais louco que o Batman, mas retrocedeu. Muitas opiniões avançarão e recuarão durante essa guerra contra um ser microscópico.

Com bom senso, respirando fundo e obedecendo a ordem mundial, afastaremos rapidamente e de relho, os carinhas apocalípticos; nem que para isso, seja necessário convocar os nossos guardiões, Saci-Pererê, Curupira, Mula-Sem-Cabeça e a Mãe-d’água. Mesmo em tempos de coronavírus, o humor é imprescindível, porque advém do ócio criativo, do cativeiro necessário e que faz bem à saúde coletiva. Quero com isto dizer, que fazendo as coisas corretamente e com a cabeça no lugar, tudo vai passar.

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Fundação Cultural de Foz do Iguaçu cancela Fartal e recurso vai para o combate ao Coronavírus

A medida foi tomada em consenso com o prefeito Chico Brasileiro. Outro evento, o Megarock, também não será realizado.

O diretor-presidente da Fundação Cultural, Juca Rodrigues, anunciou hoje, 26, o cancelamento da edição anual da Fartal, a mais tradicional festa de Foz do Iguaçu. A decisão foi tomada em consenso com o prefeito Chico Brasileiro e faz parte de uma série de medidas adotadas pelo Município no enfrentamento ao novo coronavírus (COVID-19).

Outro evento previsto para ocorrer em julho, o Megarock, não será realizado. “A Fartal e o Megarock estão cancelados. Não serão realizados neste ano”, reforça Rodrigues.

A soma do repasse referente a Fartal e o Megarock é de aproximadamente R$ 1,2 milhão, informou o diretor-presidente. O valor será utilizado nas ações de enfrentamento ao novo coronavírus.

“Os eventos que estão sendo cancelados são de bastante aglomeração. Considerando as necessidades dos artistas e da população, a Fundação Cultural está estudando alternativas de produção artística e cultural, que sejam viáveis nesse momento de distanciamento social”, reforçou.

De acordo com boletim, atualizado diariamente pela Vigilância Epidemiológica, até o momento foram confirmados cinco casos da doença em Foz.

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Escoteiros do Brasil lançam plataforma online de atividades educativas

Em meio à pandemia do coronavírus, os Escoteiros do Brasil oferecem novas iniciativas de educação não-formal para crianças e jovens

Adeptos da vida ao ar livre e das atividades junto a natureza, mais de 110 mil jovens e adultos em todo o país estão buscando novas alternativas para seguir realizando atividades escoteiras. Pensando nisso, os Escoteiros do Brasil lançam nesta quarta-feira (25) o projeto Escoteiros Online.

A iniciativa contribui para a democratização do acesso à informação e permite que o desenvolvimento do programa educativo proposto pela organização seja realizado nesse momento de afastamento social, mesmo que à distância e de forma virtual.

Segundo o Presidente dos Escoteiros do Brasil, Rafael Macedo, esta é uma maneira de reforçar a importância do Movimento Escoteiro no enfrentamento da crise que toda a sociedade está passando neste momento.

“O escotismo surgiu há mais de cem anos e sempre atuamos de modo a contribuir na construção de um mundo melhor, agora não seria diferente. Este novo projeto, mais do que uma medida de enfrentamento à crise atual, é também uma maneira inovadora de praticar o escotismo e levar a nossa proposta educativa para milhares de famílias brasileiras que agora estão procurando alternativas saudáveis de educação e entretenimento, enquanto permanecem no isolamento domiciliar. Afinal, o escotismo continua muito ativo e relevante para os jovens e suas famílias”, considera Macedo.

Todo o trabalho será realizado por meio de uma nova plataforma disponível em www.escoteirosonline.org.br. A programação de conteúdo está sendo elaborada por voluntários e profissionais das mais diversas áreas, de diversos estados do país. Diariamente serão publicados artigos, dicas de saúde, sugestões de atividades escoteiras, transmissões ao vivo, vídeo aulas, além de atividades educacionais que serão realizadas com parceiros institucionais dos Escoteiros do Brasil.

A primeira grande ação online será no próximo sábado, dia 28 de março, durante o Festival Digital da Hora do Planeta, promovido pelo WWF-Brasil.

Os escoteiros irão realizar uma transmissão ao vivo sobre diferentes tipos de nós escoteiros, às 10h30, além de participarem de uma live exclusiva com especialistas sobre os cuidados com os oceanos, florestas, consumo consciente e mudanças climáticas, às 14h.

Ambas as atividades serão divulgadas e compartilhadas nos canais oficiais do WWF-Brasil, dos Escoteiros do Brasil e, em especial, na nova plataforma dos Escoteiros Online.

Serviço:
Plataforma de educação não-formal Escoteiros Online
Disponível em www.escoteirosonline.org.br

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Marechal Cândido Rondon tem confirmado o primeiro caso de coronavírus. Assista!

O tenista Thiago Seyboth Wild testou positivo para a Covid-19

Thiago está em Marechal Cândido Rondon desde o último dia 18, pois todos os principais torneios mundiais foram cancelados ou adiados por causa da pandemia.

O número 113 do mundo reside e treina no Rio de Janeiro e nos últimos dias vinha trabalhando fisicamente no Paraná, com seu pai, Claudio Wild.

O próprio atleta gravou um vídeo (veja abaixo) afirmando que, apersar do seu teste ter dado positivo para o Covid-19, se sente bem e espera em breve retornar às quadras.

Respeitando as orientações das autoridades de saúde, Thiago ficará em quarentena, ou seja, isolado de qualquer contato com outras pessoas pelos próximos 14 dias.

Neste ano o brasileiro teve uma grande ascensão ao passar da primeira fase do Rio e conquistar o título do ATP 250 em Santiago, no Chile, dando um salto no ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP).

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HMCC: Só saia de casa se for para salvar vidas. Pode começar doando sangue. Fica a dica!

O Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC) tem uma dica para quem quer sair de casa em tempos de quarentena para evitar a propagação do coronavírus.

A situação do estoque dos bancos de sangue preocupa profissionais da saúde de Foz do Iguaçu.

Que tal praticar um ato de amor durante sua quarentena e ajudar as pessoas que mais precisam?

Se você estiver saudável e estiver disposto a fazer essa generosidade, ligue para (45) 3576-8020 e agende sua doação.

O Hemonúcleo é um serviço essencial e não para nunca. Graças a ele, muitas vidas são salvas.

Vale lembrar que, para doar sangue, é necessário estar em boas condições de saúde e não estar apresentando nenhum sinal ou sintoma de processo infeccioso, tais como:

• Febre
• Diarreia
• Dor de garganta
• Coriza
• Tosse

Doadores que viajaram para fora do Estado ou do País nos últimos 30 dias deverão repassar essa informação no momento do agendamento, para que seja feita a checagem na lista de locais com transmissão (NOTA TÉCNICA Nº 5/2020 -CGSH/DAET/SAES/MS).

Doador agendado terá atendimento preferencial

PARA SEGURANÇA DE TODOS AS CRIANÇAS DEVEM FICAR EM CASA

Fonte: Assessoria de Comunicação HMCC

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Na Estrada: de Foz do Iguaçu a Montevidéu

Pegar a estrada, apontar um rumo e seguir. O plano está mais para utopia nestas épocas de quarentena do coronavírus.

O #NaEstrada chega para contribuir um pouco com o humor de quem está confinado, sem sair do lugar, como diz a música.

Bora seguir um roteiro rápido, de carro, cortando a Argentina, pela conceituadíssima Ruta 14 até a fronteira do Uruguai e a capital Montevidéu.

O Cabeza NEWS convida o leitor para, em pequenos relatos e muitas fotos, embarcar nesta aventura: um bate-volta de cinco dias partindo de Foz do Iguaçu (Brasil), cortando rodovias da Argentina até Montevidéu e Punta del Este, no Uruguai.

Primeiro trecho é pela RN12, de Puerto Iguazú a Posadas, capital de Misiones

Quem embarcar, tem à frente pelo menos duas rotas distintas de percurso – a Ruta 14 ( já conhecida do grupo) e as rodovias brasileiras com defeitos quase que intransitáveis e pedágios absurdos.

A escolha recaiu na primeira opção, com partida na manhã do dia 02 de janeiro de 2019 por Puerto Iguazú e a paciência necessária na imigração argentina.

Placas de trânsito indicam momento de acessar a emblemática Ruta 14

Pela frente, mais de 300 quilômetros na RN12 até Posadas, a capital da província de Misiones e ponto escolhido para o acesso à Ruta 14.

Curiosidades do percurso já na província de Corrientes
Rios e lagos integram a bacia hidrográfica do rio Uruguay às margens da Ruta 14

No trecho muitos rios e lagos que integram a bacia do rio Uruguay, um dos principias da região sul da América do Sul.

Quase 600 quilômetros na Ruta 14 até o primeiro pernoite, em Concórdia, na província de Entre Rios.

Chegada em Concordia com muita chuva
Vista da região central de Concordia

A volta ao trecho não foi diferente, céu carrancudo e pista molha e nossa saída à direita.

Momento da despedida da Argentina. Saída à direita

No segundo dia alcançamos o solo uruguaio, na fronteira da argentina Colon com a cidade de Paysadu.

Cruzar a fronteira da Argentina para o Uruguai também exige paciência

Logo na entrada, chama a atenção um museu do automóvel a céu aberto, com relíquias que há muito não são vistas nas ruas do Brasil.

A maioria dos veículos (ou seriam todos), estão fora de circulação.

O percurso diferenciado com a chegada em Montevidéu, depois de mais de 500 quilômetros rodados, aconteceu no início da tarde.

Cruzando os pampas do Uruguai

Impressiona as primeiras imagens do porto no rio Uruguay, que dá a impressão se tratar de um oceano – só impressão.

O porto de Montevidéu impressiona pela imensidão do rio Uruguay

Em solo uruguaio os primeiros e intensos contatos com a beleza da arquitetura, ruas e cenários da capital.

Caminhar pelos passeios de Montevidéu

Também a vida portuária onde tem uma feira gastronômica incrível e as margens do rio Uruguay.

Cada cenário é um convite para posar para fotos
A maconha se tornou produto do cotidiano uruguaio

No terceiro dia, mais Montevidéu e suas características ruas e ruelas, calçadões, teatros, museus, artesanatos, culinária…

As margens do rio Uruguay guardam belezas incríveis
Bora fazer uma ligação?

Num bate-volta tudo é rápido. Não tem tempo a perder, pernar é preciso!

Nos muros de Montevidéu, uma pequena mostra do cotidiano local

O rio Uruguay tem praias bastante concorridas no verão.

Uma viela, uma imagem …

E rápido foi nosso giro em Punta del Este, na foz do rio Uruguay com o Oceano Atlântico.

O trajeto é curto, 130 quilômetros, e a dica é uma ida rápida (os preços por lá são estratosféricos).

Punta del Este e o rio Uruguay chegando no Oceano Atlântico

Em meio às areias brancas de Punta del Este, chama a atenção a escultura La Mano.

Bate-volta é assim, hora de voltar para o trecho.

A volta, ah, a volta para o Brasil. Optamos por fazer um caminho diferente e incluir o Rio Grande do Sul no roteiro.

Percebemos na prática que a opção rodoviária pela Argentina foi a melhor.

O percurso atrasou um pouco, escolhemos Uruguaiana para nosso último pernoite da expedição.

A arquitetura de Uruguaiana impressiona

Partimos para o regresso ao solo argentino em busca da Ruta 14.

De volta ao trecho, curtindo as paisagens da Ruta 14.

Quando se está no trecho, as curvas das rodovias imitam a vida, que por mais torta que pareça, é preciso seguir em frente.

Último trecho da #ExpediçãoUruguai

Fotografias:
Ronildo Pimentel (texto)
Nádia Moreira de Souza
Cleverson Lima
Felipe Lima

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Em Curitiba, padre Reginaldo Manzotti celebra missa com fotos dos fiéis para continuar “sendo um girassol”

Via-se rostos de crianças, famílias e idosos. Mesmo assim o silêncio era total no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e Jesus das Santas Chagas, em Curitiba.

Fiéis estão proibidos de frequentar as igrejas, mas o padre Reginaldo Manzotti encontrou uma maneira de mantê-los presentes, sem contrariar a quarentena, informa o Notícias UOL.

Manzotti convidou os frequentadores da igreja a enviarem suas próprias fotos. Imprimiu em formato grande, em cores, e as colocou nos bancos. Uma forma de ver seus fiéis, enquanto celebra a missa em streaming, pela internet.

“Quando vi o santuário vazio durante a celebração, pensei o que poderia fazer para que o público se sentisse dentro da missa, mas respeitando todas as orientações”, disse.

Ele conta que se inspirou em um sacerdote italiano e pediu para que todos os fiéis enviassem fotos de suas famílias para espalhar nos bancos.

AQUI para ler a íntegra da reportagem