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Corpo de Bombeiros em Foz do Iguaçu recebe novos equipamentos de combate a incêndios

O 9º Grupamento do Corpo de Bombeiros em Foz do Iguaçu recebeu uma remessa de novos equipamentos de segurança, nessa sexta-feira (29). Os materiais representam um investimento de R$ 32.223, adquiridos através de uma parceria entre a corporação militar e a 4ª Vara Federal da Justiça Federal em Foz.

“Compreendendo o essencial papel de socorro público prestado pela corporação, a 4ª Vara Federal mobilizou os recursos necessários para a aquisição dos equipamentos”, destacou o 9º GB.

Com o montante repassado foram adquiridos um kit para picape, dois pulverizadores costais motorizados e 60 macacões descartáveis antibiológicos. Os instrumentos serão usados em ações de combate a incêndios ambientais e também na desinfecção de instalações e veículos em prevenção ao Covid-19.

O repasse e teste dos equipamentos aconteceu na manhã dessa sexta e apresentou resultados excelentes.

Novas viaturas

Além dos novos itens de segurança, o 9º GB ganhou um reforço extra em abril com o recebimento de duas novas viaturas, sendo um caminhão de combate a incêndios e resgates e um automóvel Cruze, que foi empregado no serviço administrativo da unidade.

O caminhão Auto Bomba Tanque e Resgate (Abtr) faz parte de um lote que está sendo entregue na área do 3º Comando Regional de Bombeiros visando a renovação da frota para o melhor atendimento as ocorrências de combate a incêndios e resgates.

O Abtr teve seu chassi desenvolvido exclusivamente para esta finalidade. A viatura possui um tanque com capacidade de quatro mil litros de água, interligado com cinco conjuntos hidráulicos, possibilitando o combate a incêndios com quatro linhas de ataque direto e um potente canhão monitor na sua parte superior. Ele custou R$ 925 mil e foi adquirido com recursos estaduais oriundos da Taxa do Exercício do Poder de Polícia do Corpo de Bombeiros (vistorias, análises de projetos e licenciamento).

Por: GDia

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Resgate: Conheça um pouco da antiga usina do rio São João, dentro do Parque Nacional do Iguaçu. Veja fotos!

Dos arquivos do Google Imagens catalogados pelo jornalista Adelino de Souza e suas memórias narradas em um grupo de colegas da imprensa de Foz do Iguaçu e região.

“Essa foto (acima) é divina da região do Parque (Nacional do Iguaçu). Antiga usina no rio São João, um pouco antes da Polícia Florestal”.

“Tomei muitos banhos ali com (Juvêncio) Mazzarollo (em memória), Roberto Lange, Marcelo, Zé Beto Maciel. Lugar abandonado que precisa ser resgatado para visita à comunidade”.

“Os jornalistas novos nem sabem disso, mas ainda existe. Está no mesmo lugar, mas ninguém explora. Osso tinha de ser um lugar da comunidade iguaçuense, sem ingresso, entrada livre”.

Itaipu propõe ao ICMBio reativar a Usina São João

“Eu diria que ali serve até para cena de filme. Eu e os amigos saíamos do laguinho do outro lado da rua, atravessava e descia o rio até chegar as cachoeiras e a velha usina”.

“Lembro até hoje que para cortar caminho, descia pelo cano e chegava antes dos colegas para tomar banho de cachoeira. Minha adolescência rural permitia superioridade aos metropolitanos, meninos de prédio, seus urbanos”.

“Lembro de uma vez que subimos pelo rio a partir da usina. Uma aventura. Na época namorava a Silvana (Canal). Ela furou a canela em uma pedra. O Mazarollo estava na cachoeira e saltou lá de cima para ajudar quando viu o sangue se misturar com a água”.

“Velhos tempos, belos dias”

“Seremos omissos se não resgatarmos essa bela historia. E hoje teremos Itaipu e Unila como parceiros, sem gastar praticamente nada. Vejam que belo prédio. Tive o privilégio de ver neste ângulo e depois descer no Iguaçu”.

Abaixo registro da história da Usina São João de Foz do Iguaçu com belas imagens de William Brisida e produção de Raíso Boing

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Longa espera. Fiscalização paraguaia trava fluxo de caminhões e sindicato de Foz do Iguaçu e região teme greve

A fiscalização imposta pela Marinha paraguaia aos caminhões que retornam ao Brasil com o objetivo de coibir crimes como tráfico de pessoas, drogas e armas tem feito caminhoneiros brasileiros ficarem até oito dias do outro lado da fronteira até serem liberados para retornar ao Brasil.

O pente-fino acontece logo após a aduana do lado paraguaio da Ponte da Amizade, destaca O Paraná.

O Sindifoz (Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas de Foz do Iguaçu e região) acompanha a situação e tenta, por meio de diálogo com o país vizinho, amenizar o problema.

“(…) o maior rigor é na hora em que eles saem do país vizinho e voltam para o Brasil. Isso causa um transtorno aos caminhoneiros que, em alguns casos, ficaram oito dias retidos”, explica o presidente Celso Antonio Gallegario.

O Sindifoz e outras entidades do setor tentam uma negociação com o Codena e o Ministério dos Transportes Paraguaio para mudar a situação, pois temem uma greve da categoria.

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Cerimônia online marcará o aniversário de 106 anos de Foz do Iguaçu

Em virtude da pandemia do novo coronavírus, uma cerimônia de hasteamento da bandeira substituirá o tradicional desfile cívico militar em comemoração ao aniversário de Foz do Iguaçu, no dia 10 de junho. A solenidade acontecerá a partir das 9 horas e será transmitida pela página da prefeitura no Facebook.

O prefeito Chico Brasileiro, o vice-prefeito Nilton Bobato e algumas autoridades dos poderes legislativo, executivo e judiciário participarão do ato, alem do comando do Exército, Marinha e Aeronautica e líderes religiosos.

Essa será a primeira vez na história que o município não terá o desfile cívico, mas a cerimônia está sendo planejada com muito cuidado e dedicação. “Teremos uma bandeira nova de Foz do Iguaçu, confeccionada especialmente para esse dia e seu hasteamento, como de praxe, será acompanhado pela banda do 34º Batalhão de Infantaria Mecanizado”, adiantou André Guedes, diretor de Cerimonial e Relações Públicas.

Além do hasteamento oficial da bandeira, o prefeito Chico Brasileiro fará um pronunciamento sobre o atual cenário vivido em Foz do Iguaçu, as medidas de enfrentamento ao coronavírus e a retomada das atividades turísticas. Foz foi uma das primeiras cidades do Paraná a adotar medidas preventivas e reforçar a estrutura de atendimento para pacientes com a Covid-19. 

O município capacitou equipes, ampliou a oferta de testes, implantou a telemedicina e conquistou a habilitação do Laboratório Municipal. Hoje Foz do Iguaçu é o município com o melhor número de testes per capita no Paraná. Todas essas ações possibilitaram a retomada gradativa do comércio, da rede hoteleira e a partir 10 de junho, dos atrativos turísticos. 

Live solidária

Os 106 anos do município também será marcado pela retomada das atividades no turismo. Para selar este importante momento Programa Acelera Foz, que conta com o apoio da prefeitura, está programando uma LIVE com o cantor Gabriel Smaniotto, no Mirante Central da Itaipu. O horário ainda será divulgado.

A live é filantrópica e será a primeira ação de turismo do Acelera Foz, programa de retomada da economia da cidade, com impacto direto em toda a região do Oeste do  Paraná  e  da  fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. Durante a live, serão arrecadadas doações para os profissionais do setor de turismo que perderam seus empregos ou renda por causa da pandemia e hoje não têm  como  sustentar  suas  famílias.  Ao longo  da apresentação, todos os atrativos serão exibidos, numa uma ação conjunta de todo o Destino Iguaçu.

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Plantio de mudas contribui com regeneração vegetal de fragmento florestal, na Vila A

Nesta sexta-feira (29), profissionais da Itaipu começaram a plantar 2.700 mudas em uma área degradada

O plantio de 2.700 mudas de árvores nativas vai mudar por completo uma área degradada na borda de um fragmento florestal de cerca de 100 hectares, na entrada da Vila A. A recomposição florestal começou a ser feita nesta sexta-feira (29), por profissionais da Itaipu e de uma empresa contratada. O plantio atende à compensação ambiental devido ao corte de árvores para a implantação de uma ciclovia naquela região.

“Nós aproveitamos que teríamos que fazer este plantio de compensação e escolhemos este local para alocar as plantas”, explica a engenheira florestal, Veridiana Pereira, da Divisão de Áreas Protegidas da Itaipu. “Esta área estava bastante degrada e já tinha sido submetida a um plantio da Itaipu há quase 20 anos. Sobrou só esta pequena região”.

Para recompor a região, foram escolhidas 50 diferentes espécies nativas, do viveiro florestal do Refúgio Biológico Bela Vista. “Para fazer a restauração, nós pensamos em restaurar os processos ecológicos. Por isso, trouxemos árvores frutíferas, como amoreira, pitanga, jabuticaba e gabiroba, que vão atrair a fauna”, conta Veridiana.

“Também trouxemos algumas árvores ornamentais, como os ipês de várias cores”, continua a engenheira florestal, “e ainda espécies de crescimento rápido, que farão o primeiro estágio de recomposição, para que as outras espécies possam se desenvolver na sequência”.

Foto: Sara Cheida / Itaipu Binacional

O plantio, iniciado nesta sexta-feira (29), deve ser concluído na segunda-feira (1°), em um bolsão na Avenida Garibaldi, entre a Avenida Andradina e a BR-277. As árvores são plantadas dentro da área, que agora está cercada por alambrados. As obras da ciclovia naquela região continuam – na quinta-feira (28), foi iniciada a aplicação do asfalto no trecho da Avenida Garibaldi.

Para Veridiana, a construção da ciclovia, além de dar mais uma opção de lazer à comunidade, também cumpre o papel na conservação do fragmento florestal. “A área foi cercada e foi dado uso público para a região, isso é superimportante para preservação da área. A ideia é que as pessoas usem a ciclovia, aproveitem a sombra das árvores e ocupem o espaço”, conclui.

Foto: Sara Cheida / Itaipu Binacional

Compensação ambiental

O plantio das 2.700 mudas na região do fragmento obedece a uma compensação ambiental decorrente da autorização florestal fornecida pelo Instituto Água e Terra (IAT) para o corte de árvores, o que foi necessário para a construção da ciclovia ao redor de todo o fragmento florestal.

Foto: Alexsandro Rodrigues Pinheiro / Celtab-PTI

Com 4.800 metros de extensão, a ciclovia vai circundar a área, passando pelas avenidas Garibaldi, Andradina e Paraná e pela BR-277. A obra inclui a construção de calçadas, ciclovia, drenagens, espaço para prática de caminhadas e iluminação complementar. O contrato de R$ 8,4 milhões é financiado pela Itaipu.

Foto: Alexsandro Rodrigues Pinheiro / Celtab-PTI

Quando foi projetada a obra da ciclovia, foi feito um inventário com o cálculo das árvores que precisariam ser retiradas. O inventário foi enviado para a prefeitura de Foz do Iguaçu, que responde pela área onde a vegetação está em estágio inicial de desenvolvimento, e para o IAT, órgão responsável pela autorização ambiental quando envolve vegetação em estágios mais avançados.

Foto: Alexsandro Rodrigues Pinheiro / Celtab-PTI

O projeto inicial foi alterado para minimizar ao máximo o corte de árvores. Por exemplo, o trajeto que passaria por trás do Centro de Medicina Tropical acabou sendo redirecionado para a frente. Também não foi suprimida a vegetação em todo o trecho da BR-277.

Foi encaminhado ao IAT o pedido de permissão de corte de 268 árvores. O órgão ambiental, por sua vez, estipulou como compensação ambiental o plantio de 2.700 mudas. Já a prefeitura autorizou a retirada de outras 325 árvores menores e definiu a compensação com 728 mudas, que foram doadas ao horto municipal.

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Covid-19: Cascavel tem 100% dos leitos de UTI ocupados; Foz do Iguaçu pode receber pacientes

Segundo a Secretaria de Saúde de Cascavel, o risco de haver um colapso no sistema de saúde da cidade é alto.

A Secretaria de Saúde de Cascavel informou que os 10 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) destinados ao tratamento da Covid-19 no município estão ocupados. Segundo a Secretaria, o risco de haver um colapso no sistema de saúde no município é alto.

Os pacientes que precisarem de leitos a partir de agora, em Cascavel, serão transferidos para outras cidades da Macro Região Oeste. Foz do Iguaçu está entre essas cidades. Cascavel é responsável pela 10º Regional de Saúde e atende pacientes de outras 24 cidades.

Cascavel é a cidade com a pior situação no oeste do Paraná em ocupação de leitos. Em segundo está Assis Chateaubriand, que ocupa 70% dos leitos. Ambas as cidades disponibilizam 10 leitos específicos para Covid-19. Foz do Iguaçu é a cidade que tem mais leitos disponíveis no oeste, sendo 30 leitos de UTI, e, de acordo com o último boletim, apenas dois estão ocupados, ou seja, a taxa de ocupação é de 6,67%.

Além dessas cidades, também tem leitos específicos para Covid-19 na região oeste, Francisco Beltrão, Pato Branco, Toledo e Palmas. Ao todo são disponibilizados 71 leitos de UTI na Macro Região. No estado, é a região com menos leitos disponíveis por habitante, a região oferece um leito de hospital para cada 27,4 mil moradores.

Por: Rádio Cultura Foz

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EDITORIAL: A culpa sempre é dos políticos corruptos!

Quem nunca se revoltou com as falcatruas praticadas por agentes públicos, amplamente divulgadas pela imprensa, que atire a primeira pedra. Nos últimos tempos, falar mal daqueles que ocupam cargo público virou senso comum.

Ah, político é tudo corrupto! Tudo farinha do mesmo saco! Nenhum presta…

Estas expressões costumam sair com naturalidade, ainda mais em tempos de redes sociais, onde cada um pode dar opinião. Muitas vezes sem qualquer embasamento científico ou teórico, mas é, claro, importante é dizer o que pensa.

O difícil mesmo é fazer uma ‘mea culpa’ e ver que a corrupção não é exclusividade do prefeito, do vereador, governador, do deputado, senador ou presidente da República.

A corrupção pode (e muitas vezes) está presente nas pequenas coisas do dia a dia. Jogar papel de bala na rua, pensando que ninguém viu, é uma corrupção. Subornar o guarda após um ‘deslize’ no trânsito também é.

Furar a fila, não respeitar as vagas de idosos ou portadores de necessidades especiais no estacionamento. São tantas as ações que se enquadram perfeitamente no quesito corrupção, que as vezes pensamos se tratar de coisas normais. Mas não é!

Esta semana, a sociedade parananese ficou estarrecida ao ver que quase 11 mil servidores públicos se aproveitaram, pasmem, do auxílio emergencial de R$ 600 criado para ajudar trabalhadores autônomos ou desempregados durante a pandemia do Coronavírus.

Oras, servidor público não são ricos na sua maioria? Não tem bons salários e não passa necessidades? Então, por quê fazer isto? São perguntas que aparecem de imediato ao ver este tipo de notícia. Servidores públicos, em sua maioria, não são ricos, mas tem salário mensal, mesmo durante a pandemia.

Voltando um pouco no passado, algo de duas a três semanas, lembramos que mais de 73 mil militares também sacaram irregularmente o benefício. Como se vê, a corrupção não é exclusiva dos políticos, sem querer isentá-los, mas está presente em todos os setores e precisa ser combatida individualmente, nos atos do dia a dia.

No Paraná, dos 399 municípios, apenas 11 não tiveram casos de servidor que sacou o benefício. O blog lista eles, como forma de reconhecimento destas populações – Centenário do Sul, Entre Rios do Oeste, Iguaraçu, Itaguajé, Juranda, Pinhalão, Saudade do Iguaçu, Sertanópolis, Tomazina, Verê e Vitorino.

Não pense que a conduta precisa ser correta só da porta para fora. Todos tem o dever de respeito com o dinheiro público. É um verdadeiro escárnio ter que se deparar com uma situação que revela o lado perverso e não solidário de vários servidores públicos.

Acorda gente!

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Pós-Coronavírus: Reabertura dos atrativos turísticos anima a rede hoteleira de Foz do Iguaçu

Rede hoteleira vive momento histórico e adota procedimentos para voltar a receber hóspedes desde início da pandemia do Coronavírus

Os grandes hotéis de Foz do Iguaçu estão numa corrida contra o tempo para encerrar os últimos preparativos antes de voltar a receber hóspedes. A expectativa é com a reabertura para visitação dos principais atrativos da Tríplice Fronteira – o Parque Nacional do Iguaçu, o complexo do Marco das 3 Fronteiras, o Parque das Aves, o Dreamland, entre outros, no dia 10 de junho e o Circuito Turístico da Itaipu, no feriado de Corpus Christi (11 de junho). 

Foz do Iguaçu tem um parque hoteleiro com aproximadamente 32 mil leitos distribuídos entre mais de 180 meios de hospedagens como hotéis, pousadas, albergues e hostels. Os estabelecimentos, que estão fechados desde a segunda metade de março, quando entrou em vigor o decreto de situação de calamidade, estão autorizados a reabrir desde o dia 11 de maio.
A retomada dos serviços de hotelaria criou um contexto inédito numa das cidades mais visitadas do Brasil. A nova rotina tem relação com os protocolos de segurança sanitária que precisam ser adotados para evitar a propagação do novo Coronavírus, agente da infecção denominada Covid-19.

A Bourbon Hotéis & Resorts anunciou a retomada gradativa de alguns de seus empreendimentos. O próximo será o Bourbon Cataratas do Iguaçu Resort, que abre no dia do aniversário de Foz do Iguaçu, 10 de junho, junto com diversos atrativos turísticos da cidade. O estabelecimento está fechado há 81 dias. Na volta, os espaços serão reabertos respeitando limites e regras de convivência, informa a assessoria.

Um dos dois hotéis da Rede Viale, o Viale Tower (no centro), reabriu no dia 18 de maio com medidas de proteção, informa em nota a assessoria. “É uma nova realidade que exige muitas providências por parte dos responsáveis pelos hotéis”, disse o gerente do hotel, Fernando Higa. “Mas são medidas necessárias para dar segurança à nossa equipe e aos hóspedes”, ressaltou.

Procedimento

Entre os novos procedimentos estão a aplicação de produto antiviral no tapete de entrada, instalação de “cortina” de vidro na recepção e obrigatoriedade de uso de máscaras para hóspedes e equipe de trabalho, além de aferição de temperatura. A disponibilização de álcool gel nas áreas comuns, nos banheiros públicos e nos apartamentos também foi adotada.

O estabelecimento implantou ainda a higienização mais frequente de superfícies de contato como balcões, maçanetas, botões de elevador, interruptores, telefones, etc. e a remoção de revistas e jornais. As máquinas de cartão estão envelopadas com filme plástico. Também são substituídos o enxoval a cada troca de hóspede e cobertores e toalhas são embalados de forma individual.

Ronildo Pimentel
Por GDia

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Placas indicando mão única na Rua Sérgio Gasparetto, na entrada de Foz do Iguaçu, foram furtadas

Sinalização seria retirada pela prefeitura após entrega da obra pela Caixa Econômica Federal

A reportagem da Rádio Cultura esteve nesta sexta-feira (29) na Rua Sérgio Gasparetto, marginal à BR 277, e constatou que as placas de sinalização instaladas ao longo da via não estão mais no local.

Em contato com o Instituto de Transporte e Trânsito de Foz do Iguaçu (Foztrans) e a Secretaria Municipal de Obras, fomos informados que o município não fez a retirada das placas.

Com a entrega da obra de recuperação asfáltica, ciclovia e sinalização, Obras deveria tirar as placas que seriam colocadas em outras ruas da cidade. Cada placa custou R$ 300.

As placas sinalizando o sentido de mão única da via foram colocadas conforme o projeto de recuperação da marginal, financiado pela Caixa Econômica Federal. A notícia que a rua deixaria de ser mão dupla e passaria para mão única gerou protestos de empresários da região, afirmando que o acesso às suas empresas ficaria interrompido.

A prefeitura voltou atrás e decidiu que a rua continuaria sendo mão dupla, mas que as placas dizendo o contrário precisavam ficar até que os fiscais da Caixa fizessem a vistoria e entrega da obra. Para isso, a Secretaria de Obras cobriu as placas para não confundir os motoristas.