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Mural do Gramadão fortalece a arte de rua e estimula talentos de Foz do Iguaçu

Trabalho foi entregue oficialmente nesta quinta-feira (22) e ficará exposto até outubro, quando está prevista a reinauguração do espaço de lazer

A grafitagem dos 800 metros quadrados de tapumes metálicos que cobrem as obras do Gramadão da Vila A, em Foz do Iguaçu (PR), com recursos da Itaipu Binacional, deu impulso a uma forma de expressão artística disseminada nos grandes centros urbanos, mas ainda pouco explorada na cidade da fronteira: a street art, ou arte de rua. O trabalho foi entregue oficialmente nesta quinta-feira (22) e ficará exposto até outubro, quando está prevista a conclusão das obras e a reinauguração do espaço de lazer.

Em apenas um mês, os artistas locais transformaram trechos da Avenida Silvio Américo Sasdelli e Rua Perdigão em uma grande galeria a céu aberto, com imagens inspiradas no tema “Gentilezas Urbanas”. Foram utilizadas aproximadamente 800 latas de tinta spray. O abraço entre os amigos, o encontro carinhoso entre o jovem e o idoso, brincadeiras infantis, o passeio da criança com seu animal de estimação, o descanso à beira da árvore, com o pôr do sol mais bonito da cidade – tudo isso foi tema para as obras que estampam o painel.

Para fazer o trabalho, os autores adotaram o estilo “spray art”, considerado uma “grafitagem raiz” no mundo das artes. Nele, a pintura é feita diretamente sobre a superfície – diferente do estêncil, que usa moldes vazados como apoio. “O estêncil é uma técnica com desenho mais rígido, quando não se pode ter muita margem de erro. Nós decidimos pintar direto porque ficamos mais livres para nos expressar”, explica a grafiteira Victoria Budel, 22 anos, artista envolvida na produção.

“O estêncil funciona mais em superfícies lisas. No tapume (ondulado) é bem mais complicado. Você precisa virar a lata em diferentes posições para não espalhar a tinta e esfumaçar os traços”, completou David Souza, que também trabalhou no projeto.

Estudante de Antropologia na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Victoria vê com otimismo o fortalecimento da arte de rua em Foz do Iguaçu. Ela morou nove anos em São Paulo, onde o estilo faz parte da paisagem urbana há muito tempo. “Gostava de reparar quando via um artista trabalhando, observava os desenhos já feitos e me inspirei muito em viver a arte na prática”, afirma.

As referências vieram de artistas como a equatoriana Sandra Fabara, a “Lady Pink”, Katia Suzue e Mag Magrela. David também viveu em São Paulo, nos anos 1990, e acompanhava o trabalho de autores hoje consagrados, como Binho Ribeiro, Paulo César Silva, o “Speto”, e os irmãos Gustavo e Otavio Pandolfo, conhecidos como “Os Gêmeos”.

Ainda em São Paulo, David passou pela transição comum a alguns artistas de rua: de pichador (uma forma de transgressão) para grafiteiro (expressão de arte). “Trabalhava numa metalúrgica e todos os finais de semana praticava [o grafite] nas paredes do fundo da casa onde morava. Eu me dediquei ao máximo, até me profissionalizar.”

Ao chegar a Foz do Iguaçu, o artista estranhou a quantidade de muros e fachadas vazios, sem vida. “Foi aí que tentei me aproximar de Itaipu e me chamaram para fazer um painel no Hospital Costa Cavalcanti. Ficamos muito felizes porque começamos a ter mais oportunidades”, afirma. O trabalho de 90 metros de extensão, em uma ala exclusiva do HMCC, foi concluído em setembro de 2020.

Antes, em fevereiro, pouco antes da pandemia de covid-19 impactar o País, artistas mobilizados pela Itaipu grafitaram um muro de quase 100 metros da sede do Centro de Atenção Integral ao Adolescente de Foz do Iguaçu (Caia), localizada no Bubas (bairro Porto Meira), uma das maiores ocupações do País. Victoria foi um deles.

“A street art é um movimento importante e Foz do Iguaçu tem um grande potencial: é um lugar bonito, cheio de culturas. Acredito que esse novo trabalho, no Gramadão, possa inspirar outros jovens a seguirem o mesmo caminho. Muitos param, conversam com a gente, e têm interesse em aprender grafite e viver de arte”, diz Victoria. “Espero que tenhamos mais espaços para mostrar a nossa arte”, completa David.

A produtora cultural Yoná Castilho, da Companhia de Teatro Amadeus, que coordenou o projeto, avalia que a iniciativa de Itaipu contempla duas dimensões: o apoio ao artista, prejudicado economicamente pela crise sanitária, e o acolhimento ao cidadão. “O artista facilita a vida de todos durante uma pandemia”, reflete. “Imagine uma quarentena sem poder consumir nenhum conteúdo relacionado a arte: nenhuma série, filme, música, novela. Seria definitivamente mais difícil. Então poder levar para a comunidade cores, tintas, mensagens de harmonia e cumplicidade é gratificante para nós.”

Novo Gramadão

As obras de revitalização do Gramadão da Vila A começaram em outubro do ano passado e contemplam nova iluminação, arborização, sinalização, criação de rampas e adaptação da Concha Acústica, melhorias no mobiliário urbano, ordenamento e adequação das barraquinhas de comidas, entre outros. O investimento é de R$ 3,9 milhões, recurso da margem brasileira da Itaipu. A proposta foi apresentada pelas assessorias de Comunicação Social e de Turismo e a execução é da Diretoria de Coordenação da empresa. A conclusão das obras está prevista para outubro.

O diretor-geral brasileiro, general João Francisco Ferreira, reforça que as obras no Gramadão da Vila A darão mais conforto e qualidade de vida para o cidadão, além de transformar o espaço em um novo atrativo turístico da cidade. Ele cita outros projetos voltados para a cidade, como o Mercado Municipal, as ciclovias e pistas de caminhadas. “Essas iniciativas beneficiam a população como um todo, de Foz do Iguaçu e região, e abrem novas oportunidades de negócios. O pequeno comerciante, o artista, os profissionais do turismo, todos ganham com uma cidade mais bonita e mais movimentada.”

Fotos: Sara Cheida/ Itaipu Binacional.

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Puerto Iguazú, na Argentina, tenta atrair fábrica brasileira de calçados ‘Beira Rio’, de olho nos empregos

A fabricante brasileira de calçados ‘Beira Rio’ informou que instalará uma unidade na Argentina. O anúncio foi feito durante uma vídeo conferência entre representantes do governo argentino e da empresa, na quarta-feira (21).

Participaram do encontro virtual o ministro do Desenvolvimento Produtivo da Argentina, Matias Kulfas; o embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Scioli; o secretário de Indústria, Ariel Schale; o presidente da Calçados Beira Rio, Roberto Argenta; a diretora Comercial e de Marketing, Maribel Silva e o diretor de Indústria, João Henrich.

De olho na geração de emprego e renda, a prefeitura de Puerto Iguazú, na fronteira com Foz do Iguaçu, formalizou ao governo nacional e provincial, faça os trâmites necessários para que a cidade seja a sede da fábrica na Argentina.

A nova unidade poderá produzir 3 milhões de calçados por ano. A Beira Rio possui 11 unidades industriais no Rio Grande do Sul e vende seus calçados para 85 países.

As informações são de Radio Cultura

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Paraná ultrapassa marca de 2 milhões de doses aplicadas contra a Covid-19

Mais de 2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já foram aplicadas no Paraná. O número foi alcançado nesta quarta-feira (21), de acordo com o vacinômetroda Secretaria de Estado da Saúde. Foram aplicadas até o momento 2.018.742 doses, todas dos grupos prioritários definidos no Plano Estadual de Vacinação contra a doença. Dessas, 1.470.656 equivalem ao primeiro ciclo da imunização e outras 548.086 à dose de reforço, finalizando o processo. Os números são da atualização das 10h29.

O total de paranaenses vacinados equivale a 12,7% da população do Estado, estimada pelo censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 em 11.516.840 pessoas, e a 31% das cerca de 4,6 milhões de pessoas incluídas entre os grupos prioritários. São aquelas que estão mais expostas ao vírus, como trabalhadores da saúde e da segurança pública, ou que correm mais riscos de apresentar piora ou morrer pela doença, como pessoas com mais de 60 anos ou que apresentam alguma comorbidade.

A aceleração no processo de imunização no Paraná está relacionada às campanhas recentes adotadas pelo Governo do Estado junto aos municípios com foco em atingir o máximo possível de pessoas e fazer com que as doses enviadas pelo Ministério da Saúde cheguem rapidamente aos braços dos paranaenses.

Com o Vacina Paraná de Domingo a Domingo, salas de vacinação ao redor do Estado estão funcionando ininterruptamente, todos os dias da semana. Já o Corujão da Vacinação estendeu os horários de aplicação até a meia-noite em algumas cidades para atingir aquele público que por algum motivo não consegue comparecer em horário comercial.

“Não queremos vacina em estoque. O trabalho do Governo do Estado é para que as doses cheguem o mais rapidamente possível às 22 Regionais de Saúde e de lá para os 399 municípios paranaenses. Precisamos vacinar, vacinar e vacinar. É a solução para vencermos essa pandemia”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

APLICAÇÃO – O Paraná recebeu do Ministério da Saúde, até agora, 2,8 milhões de doses da vacina contra a Covid-19. A maior parte já foi repassada aos municípios: de acordo com o Vacinômetro, 2.433.979 vacinas foram distribuídas. Das destinadas para a primeira dose, o índice de aplicação é de 102,4%. Ou seja, foram usadas algumas vacinas reservadas para a segunda dosagem. A taxa de reforço é de 54,6%.

As doses são administradas conforme a ordem prevista no Plano Estadual, iniciando por pessoas idosas em Instituições de Longa Permanência, indígenas, pessoas com deficiência institucionalizadas, trabalhadores da saúde, quilombolas e idosos, que são vacinados regressivamente até chegar à faixa dos 60 anos. A partir daí, será iniciada a imunização das pessoas com comorbidades.

No Paraná, profissionais das forças de segurança e salvamento e das Forças Armadas já estão sendo vacinados. Com a vacina já aplicada em praticamente 100% dos profissionais da saúde e nos primeiros da fila, a vacinação no Paraná está na faixa etária entre os 60 e os 64 anos.

Municípios – Na ordem, os municípios com o maior quantitativo aplicado até agora em números absolutos, somando a primeira e a segunda dose, estão Curitiba (349.093), Londrina (132.402), Maringá (85.414), Cascavel (69.415) e Ponta Grossa (57.130).

As informações são de Agência de Notícias do Paraná

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Abertura de novas lojas no Shopping Catuaí Palladium fomenta mais de mil novos empregos diretos e indiretos

No ano em que comemora seu 5º aniversário, o Shopping Catuaí Palladium tem diversos motivos para celebrar: recebeu duas novas lojas âncoras – a varejista de moda, C&A, que trouxe para Foz do Iguaçu a primeira loja conceito do Brasil, com espaços digitais e experiências inéditas; e a gigante Cellshop Duty Free, o maior free shop do país em fronteira terrestre, com arquitetura inspirada nos modelos Europeus, incorporando na loja o passeio por uma das 7 Maravilhas do Mundo, as Cataratas: um verdadeiro case de inovação. Para o próximo semestre está prevista a inauguração de mais uma âncora no Catuaí Palladium, segunda loja franca, a Hype Duty free, que promete trabalhar com mix especializado em produtos orientais, além da chegada de um renomado restaurante internacional.

Com as mais novas marcas regionais, nacionais e internacionais, o shopping contabiliza um número surpreendente de inaugurações recentes: A Página Livrarias, Alisson Acosta Exclusive Salon, Cellshop Duty Free, C&A, Claro, Conforto da Pele, Falls Café, Lond Woman, Markdown, Nuestra Casa, Pandora, Studio da Beleza, Tapetes Schmitz, Asmar’s Doceria Árabe, Havanna Cafeteria e Kami Sushi. Em breve serão anunciadas novidades em serviços e alimentação. Apenas entre as novas operações já inauguradas são geradas mais de mil vagas diretas e indiretas às famílias iguaçuenses; sendo que contabilizando todo o empreendimento e as lojas, o número de empregos diretos ultrapassa 2,5 mil, chegando a 6 mil vagas indiretas.

Desde a fase de construção do Catuaí Palladium, considerado um dos maiores shoppings do Paraná, pertencente ao Grupo Tacla e Grupo Catuaí, o empreendimento foi planejado para atender às expectativas da comunidade e contribuir na geração de empregos e movimentação de diversos setores da economia. Desde o início das obras, em janeiro de 2014, o shopping atuou na geração de aproximadamente 10 mil empregos diretos e indiretos durante as diferentes fases da construção, trabalhando com mão de obra local e trazendo novas e maiores perspectivas no desenvolvimento econômico e social da cidade. “A chegada do shopping trouxe para a região ainda mais perspectiva de crescimento. Estamos evoluindo junto com a nossa cidade, viabilizando a transformação na vida de muitas famílias”, comenta a superintendente do Catuaí Palladium, Daiane Ashidate.

As informações são de GDia

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VÍDEO: Prédio em obra desaba e deixa pelo menos dois mortos e três feridos em Foz do Iguaçu

A laje de um prédio em construção desabou na manhã desta quinta-feira (22), na Rua Javaré, fundos do Bosque Guarani, na região central de Foz do Iguaçu.

O Corpo de Bombeiros, adianta a Rádio Cultura, confirmou que até o momento o acidente deixou dois mortos e três feridos.

No vídeo abaixo, integrante do Corpo de Bombeiros detalha como ocorreu o acidente e os procedimentos para resgatar os corpos debaixo dos escombros. Assista!

O tenente Rogério, da equipe de salvamento do Corpo de Bombeiros, informou que a estrutura está instável e corre o risco de cair. Os bombeiros estão em contato com os engenheiros para saber como agir sem colocar a equipe em risco.

A obra pré-moldada está em fase de concretagem e seria futuras instalações de uma clínica.

As informações são de Radio Cultura

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Foz do Iguaçu espera vacinar todos com mais 60 anos ainda em abril

A secretária de saúde, Rosa Jeronymo, disse nesta quarta-feira, 21, que a expectativa é vacinar contra a covid-19 todas as pessoas com 60 anos ou mais ainda neste mês de abril, mas para isso precisa receber mais doses que devem enviadas pelo Ministério da Saúde. Na última semana, segundo Rosa Jeronýmo, foram aplicadas 11 mil segundas doses.

Na próxima etapa, cumprida a vacinação dos idosos, serão vacinados outros grupos prioritários. “As estratégias da campanha de vacinação e o estabelecimento de grupos populacionais prioritários a serem vacinados são de definição do Ministério da Saúde. Segundo o que consta no Plano Estadual de vacinação, os próximos grupos serão as pessoas com comorbidades, trabalhadores da educação e continuar vacinando as equipes de segurança”, disse a secretária.

Sobre a compra de vacinas articulada pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Rosa Jeronymo reafirmou a adesão de Foz do Iguaçu ao consórcio da FNP e a previsão é da compra de 30 milhões de doses, “Foz aderiu ao consórcio da Frente Nacional de Prefeitos, o projeto de lei foi aprovado pela Câmara de Vereadores. Mais de 2.000 municípios aderiram e agora o consórcio está negociando com a Rússia, a compra de 30 milhões de doses”, disse.

Mais doses – “Está nas tratativas porque essa vacina precisa da liberação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas o Ministério da Saúde está acompanhando e dando apoio para que haja a liberação da Anvisa e na ajuda da importação e na logística de distribuição para os estados, após isso os Estados farão as entregas aos municípios”, completou.

Rosa adianta que com as doses do consórcio, metade dos 250 mil moradores de Foz do Iguaçu será imunizada até o mês de agosto. “Se conseguirmos fazer essa compra (do consórcio da FNP), eu acredito que até agosto a gente consiga vacinar metade da nossa população”.

As informações são de GDia

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‘Distritão Eleitoral’ pode ser novidade das próximas eleições, diz advogado

O presidente da Câmara já se mostrou favorável às medidas que propõe o fim da reeleição, aumento dos mandatos e eleições majoritárias (distritão)

A Câmara dos Deputados criou, esta semana, uma Comissão Especial para tratar da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral 125-A, de 2011. A intenção, de acordo com o colunista e colaborador do Cabeza News, o advogado Gilmar Cardoso, é acelerar a tramitação e viabilizar a implementação de mudanças, já para as eleições de 2022.

A proposta inclui a discussão sobre o voto majoritário para os deputados, o chamado – Distritão Eleitoral -, explica Gilmar Cardoso. Também entra no debate para aprovação de eventuais mudanças o fim da reeleição para presidente da República, e o aumento do mandato para os cargos políticos de quatro para cinco anos. Se aprovada e promulgada até outubro a reforma já passa a vigorar para 2022.

“Os deputados querem usar PEC já aprovada na CCJ para avançar tramitação. Grupo tenta incluir adoção do ‘distritão’, o que pode diminuir representatividade dos partidos”, afirma o advogado. Para ser aprovada na Câmara a PEC precisa obter 308 votos e no Senado 49, ambas as votações em dois turnos.

– Advogado Gilmar Cardoso (Foto: Arquivo Pessoal)

O advogado esclarece que com o Distritão cada Estado, por exemplo, vira um distrito e as cadeiras que cada estado tem na Câmara Federal passariam a ser preenchidas pelos candidatos mais votados. No caso do Paraná, os 30 candidatos de todos os partidos, mais votados em geral seriam eleitos.

Com isso a proporcionalidade de cada partido passaria a ser desconsiderada. Atualmente pelo sistema proporcional, a definição recai de acordo com a votação total dos candidatos e dos partidos (legenda), onde os votos excedentes dos mais votados ajudam a eleger os com menos votos, descreve Gilmar Cardoso.

O advogado disse que as manifestações contrárias à iniciativa alegam que o Distritão poderia favorecer e privilegiar os candidatos que tem mais dinheiro e que prejudicaria os partidos menores, acabando com a identidade partidária e deixando a eleição personalista. No Senado o clima é de indiferença, pois esse sistema já é adotado para a escolha dos senadores por cada Estado.

Segundo Gilmar Cardoso, efetivamente com a adoção desse novo sistema no processo eleitoral onde assumem os mais votados, independente do desempenho do partido nas eleições, a modalidade irá enfraquecer os partidos políticos, avaliou. Por outro lado, o Distritão também interessa às pequenas legendas que hoje tem dificuldades para formar chapas e que disputam preferencialmente vagas no legislativo, com estruturas menores e menos dinheiro para financiar campanhas.

Atualmente cada sigla pode lançar candidatos em número equivalente a 150% das vagas de cada estado ou município; os partidos podem até lançar menos candidatos, mas se assim o fizerem ficam em desvantagem porque as legendas com mais candidatos, consequentemente, tem mais gente fazendo campanhas e pelo sistema eleitoral vigente mesmo quem tem poucos votos ainda ajuda o partido a conquistar cadeiras.

Coligações

Também é ventilada a volta das coligações, vedadas para eleições proporcionais pela mesma regra, de 2017, que estabeleceu a cláusula de desempenho. As coligações facilitavam partidos menores elegerem representantes porque todos os partidos da aliança somavam votos para a divisão das cadeiras em disputa.

As eleições municipais de 2020 foram as primeiras sem essa possibilidade e os partidos nanicos elegeram só 1,1% dos vereadores, ante 2,4% na eleição anterior. Efeito semelhante é esperado nas eleições para deputados estaduais e federais reforma numa casa e no meio da obra já está mudando, afirmou.

A comissão especial deverá analisar o modelo do distritão e outros temas que envolvem a alteração da Constituição. O presidente da Câmara delegou a negociação sobre a reforma eleitoral à deputada Renata Abreu (PODE-SP), que deverá ser a relatora da comissão especial. Para isso, a parlamentar precisará ter uma proposta aprovada por Câmara e Senado até outubro, data limite exigida pela Constituição. A ideia é conseguir alterar as normas já para o próximo pleito.

Segundo Gilmar Cardoso, a escolhida de Lira disse que a comissão tratará de “qualquer mudança constitucional”, inclusive o voto impresso, uma das principais bandeiras do presidente Jair Bolsonaro. Outra reivindicação prioritária dos parlamentares é debater o distritão e outros assuntos que devem ser discutidos pelo colegiado são a cláusula de barreiras, que limita o uso do fundo partidário para enxugar o número de legendas, pesquisas eleitorais e o financiamento de campanhas, concluiu o advogado.

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Ibama exonera chefe que fiscalizou 100% da madeira que passou no Porto de Paranaguá

O Ibama do Paraná exonerou Antonio Fabricio Vieira da chefia da unidade técnica do órgão no Porto de Paranaguá, que fiscalizou 100% das cargas a serem exportadas pelo porto, em um total de 35.822 m3 de madeira nativa, comum valor de R$301,2 milhões.

A informação é da jornalista Ana Carolina Amaral, publicada nesta terça-feira(20), no blog Ambiência, do jornal Folha de S. Paulo. “A operação, segundo o blog apurou, deve gerar 30 autos de infração, por falta de documentação válida para todo o período de transporte da carga. A exportação de madeira nativa exige o Documento de Origem Florestal”.

“O blog teve acesso ao formulário da exoneração – que ainda não foi publicada no Diário Oficial. Ela foi assinada no último dia 19 pelo superintendente do Ibama no Paraná, Luiz Antonio Corrêa Lucchesi.

“O documento justifica a decisão como ‘necessidade de readequação da estrutura’. Fontes ligadas ao governo atribuem a ação a um pedido direto do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente), que teria telefonado ao superintendente do estado. O ministro nega relação com a providência. ‘Nunca falei com o SUPES-PR sobre nenhum assunto’, respondeu Salles ao blog.”

“De acordo com ordens de fiscalização acessadas pelo blog, a unidade do Ibama no Porto de Paranaguá é parte de duas operações estratégicas do órgão: a fiscalização da madeira exportada e também o combate à pesca ilegal, por conta do período do defeso do camarão.”

“Ainda no relatório concluído em fevereiro, o então chefe da unidade informava contar com somente três servidores em atividade. Ele pediu a admissão de mais cinco analistas para lidar com a demanda do porto e a reestruturação do prédio da unidade.”

“’Informamos que a sede e único prédio da administração da Unidade Técnica (em melhores condições de habitabilidade) encontra-se interditada pela Defesa Civil de Paranaguá, devido à má conservação da mesma e risco aos transeuntes, carecendo de reforma imediata’, diz o relatório.”

As informações são de Correio do Litoral

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Congresso do Paraguai aprova lei que destina recursos socioambientais à saúde durante pandemia

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (21) projeto de lei que destina os recursos de “Responsabilidade Social Empresarial Socioambiental”, e qualquer outro fundo social, para sua plena utilização na área da Saúde para o duração da pandemia covid-19.

Adianta a Agência IP que a proposta já passou pela Câmara dos Senadores. Com a aprovação pelos deputados, a matéria segue agora para o Poder Executivo para sua homologação ou rejeição.

A utilização total dos recursos socioambientais das binacionais Itaipu e Yacyretá gira em torno de US$ 150 milhões, segundo cálculos parciais dos parlamentares.

Projeto semelhante foi rejeitado na Câmara dos Deputados em 13 de abril e novo documento com o mesmo objetivo foi apresentado ao Senado dois dias depois.

Um grupo de deputados propôs uma modificação na qual o Poder Executivo pode autorizar empresas binacionais a usar esses recursos para a Saúde.

Já o projeto original afirma que esses fundos devem ser usados ​​em sua totalidade durante a declaração de emergência para a pandemia covid-19.

A votação final foi de 40 votos no projeto original, 39 na modificação e 1 abstenção dos 80 deputados que participaram da sessão desta quarta-feira.

Os recursos socioambientais devem ser utilizados para a compra de insumos, elementos de biossegurança e infraestrutura hospitalar.

Da mesma forma, o texto da Lei estabelece que o Poder Executivo deve notificar os diretores gerais e o conselho de administração de ambas as hidrelétricas, do lado paraguaio, a adequar seus regulamentos internos quanto à administração desses recursos.

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Dia do Descobrimento do Brasil

Hoje comemoramos o Dia do Descobrimento do Brasil, em 22 de abril de 1500. Nesta data as caravelas da esquadra portuguesa, comandada por Pedro Álvares Cabral, chegaram ao litoral sul do atual estado da Bahia, próximo a um morro batizado de Monte Pascoal.

No dia 24 de abril, dois dias após a chegada, ocorreu o primeiro contato dos indígenas brasileiros com os portugueses. De acordo com a Carta de Pero Vaz de Caminha, foi um encontro pacífico e de estranhamento, em função da grande diferença cultural entre os povos.