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Detran realiza Leilão de 456 veículos para circulação

O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran/PR) realiza leilão de veículos nos dias 25, 28 e 29 de junho. Ao todo serão ofertados 456 veículos para circulação

Na sexta-feira (25), através do site do Leiloeiro Oficial, www.albanoleiloes.com.br,  o leilão de 154 veículos aptos à circular em via pública. Na segunda-feira (28), através do site do Leiloeiro Oficial www.rdleiloes.com.br, o leilão de 136 veículos, também aptos à circular em via pública. Na terça-feira (29) através do site do Leiloeiro Oficial www.hoppeleiloes.com.brserão ofertados 166 veículos, igualmente aptos à circular em via pública.

Os veículos foram recolhidos pela Polícia Militar e não foram retirados por seus proprietários dentro dos prazos e na forma da legislação. Podem participar pessoas físicas e jurídicas, portadoras de CPF ou CNPJ, documento de identidade e maiores de 18 anos, conforme regras descritas no Edital Leilão nº 002/2021, disponível no site www.detran.pr.gov.br.

Os veículos poderão ser examinados nos locais onde se encontram, de segunda à sexta-feira, das 8h às 14h, nos 10 dias que antecedem ao leilão, sendo que as autorizações para acesso aos locais de depósitos (exige que se apresente documento de identidade, reconhecido por lei federal) deverão ser obtidas em um dos endereços abaixo relacionados, obedecendo os critérios de segurança e assepsia estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e decretos locais vigente em função da Covid-19.

Para conferir os lotes: Agência de Notícias do Paraná

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Paraná Turismo divulga pesquisas sobre cenário do setor, movimento aéreo e impactos da pandemia

A Paraná Turismo, autarquia pertencente ao Governo do Estado, vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, realizou dois estudos sobre o setor. Um deles é o Boletim de Inteligência Turística 2021, que tem como base os empregos e estabelecimentos nas Atividades Características do Turismo (ACTs) em 2019. O outro analisa o movimento aéreo entre os meses de janeiro e abril dos anos de 2020 e 2021, períodos pré e durante a pandemia.

O Boletim de Inteligência Turística 2021 tem como objetivo mostrar as tendências e a evolução dos dados do setor no Paraná, favorecendo diretamente a elaboração e implantação de políticas públicas e a orientação de investimentos privados, além de servir de subsídio para pesquisas dos setores público, privado, acadêmico e do terceiro setor.

Os dados mostram quais foram as atividades características do turismo que mais geraram empregos em 2019, período anterior à pandemia do coronavírus, quando ainda era possível estabelecer parâmetros comparativos com anos anteriores.

Na ocasião, o setor que mais gerou empregos formais no País foi o de Alimentação, com 62,5% de todas as vagas preenchidas, seguido pelos Alojamentos, que teve 16% de toda a geração de empregos formais.

Dos pouco mais de 2 milhões de empregos gerados nas atividades turísticas no País, o Paraná foi mais relevante (6,2%), atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O Paraná gerou 128 mil empregos formais no setor e, seguindo a tendência do Brasil, Alimentação também foi o primeiro, com 64,1%, seguido dos Alojamentos, com 15,4%.

O Paraná também foi o quarto estado em número de estabelecimentos nas ACTs: dos quase 510 mil estabelecimentos brasileiros que se dedicavam ao turismo em 2019, 7,8% estavam no Estado, ou seja, quase 40 mil deles. Novamente, o setor de Alimentação foi o mais representativo (67,8%), seguido dos Transportes Terrestres, com 9,7%.

De acordo com Gilce Zelinda Battistuz, do departamento de Estatística da Paraná Turismo, provavelmente esses dados apresentem déficit nas divulgações seguintes a partir de 2020 por conta dos efeitos da pandemia do coronavírus. “Dificilmente o Paraná irá cair de posição em si, mas provavelmente tenha uma queda nos dados para 2020, porque devemos ter um desajuste nos dados”, disse.

Movimento aéreo – A Paraná Turismo também lançou um boletim que analisa o movimento aéreo entre os meses de janeiro e abril dos anos de 2020 e 2021, períodos pré e durante pandemia. No que se refere aos embarques domésticos e internacionais, o Brasil apresentou queda de 39% entre um ano e outro.

O Paraná teve queda de 51% na comparação entre os períodos, de 1,2 milhão para 605 mil embarques, aproximadamente. O aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, teve um decréscimo de 47% nos embarques de passageiros domésticos e internacionais em 2021, atrás somente do Galeão, no Rio de Janeiro, e Congonhas, em São Paulo.

Levando em conta somente os embarques em aeroportos paranaenses, todos apresentaram queda: Foz do Iguaçu (62%), Londrina (47%), Maringá (39%) e Cascavel (43%).

A análise da Paraná Turismo destaca, no entanto, que o Afonso Pena registrou em abril de 2021 dados positivos em relação aos demais meses pesquisados. Enquanto janeiro, fevereiro e março de 2021 tiveram queda, o quarto mês começou a reaquecer a movimentação de passageiros, com crescimento de 445% em comparação ao mesmo mês do ano anterior.

O mesmo ocorre com o Aeroporto Internacional das Cataratas, em Foz do Iguaçu, que em abril de 2020 chegou ao menor fluxo de passageiros da história (254 passageiros), enquanto no mesmo mês em 2021 houve 17.865 embarques.

Monitora Turismo – A pesquisa Monitora Turismo, feita pela professora Mariana Aldrigui, da Universidade de São Paulo (USP), aponta outro dado preocupante para o setor: perda de 110.833 vagas formais de emprego em 2020, ano da pior crise enfrentada pela história da indústria.

Foz do Iguaçu e Curitiba foram duas das cidades pesquisadas. Elas tiveram saldo anual negativo de 2.655 (Foz) e 2.325 (Curitiba) empregos formais em 2020. Os dados consideram as 571 atividades ligadas ao turismo, sendo elas diretas (21), compartilhadas (191) e aquecidas (217).

João Jacob Mehl, presidente da Paraná Turismo, ressalta que as perdas apresentadas pela pesquisa necessitam ser repostas. “São perdas irreparáveis que nós temos que repor e a expectativa é a retomada com o turismo regional preponderando, porque ainda não é possível viajar para longe. Esse é o início da recuperação de todos os postos de trabalho que foram perdidos”, disse.

Para acessar as pesquisas na íntegra entre em http://www.turismo.pr.gov.br/Pagina/Estatisticas-do-Turismo-Dados-e-Informacoes e escolha a opção Boletins de Inteligência Turística.

As informações são de Agência de Notícias do Paraná

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Por causa da estiagem, Cataratas do Iguaçu registram a menor vazão de água do ano, diz Copel

Nos dias 9 e 10 de junho, a vazão foi de 308 mil litros de água por segundo, um quinto da vazão considerada normal. A seca é sentida também no Rio Paraná, que está 8,5 metros abaixo da média dos últimos cinco anos.

Por causa da estiagem, o Rio Iguaçu registrou, nesta semana, a menor vazão do ano nas Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. A informação é da Companhia Paranaense de Energia (Copel), responsável pelo monitoramento hidrológico do rio.

Nos dias 9 e 10 de junho, a vazão foi de 308 mil litros de água por segundo. O número representa um quinto da vazão considerada normal, que é de 1,5 milhão por segundo – marca que não é alcançada desde março.

O leito do Rio Iguaçu conta com seis usinas hidrelétricas e nasce na região de Curitiba, atravessa o estado, e deságua em Foz do Iguaçu, nas Cataratas, conforme a Copel.

Por isso, segundo a companhia, é importante chover na região metropolitana da capital do estado para haver reflexo no aumento da vazão do rio.

A seca é sentida também no Rio Paraná. Na região da Ponte da Amizade, entre Foz do Iguaçu e Paraguai, o nível do rio está 8,5 metros abaixo da média dos últimos cinco anos.

A Ilha de Acaray, que antes era cercada de água, atualmente aparece isolada na paisagem, apenas rodeada por pequenas piscinas naturais e grandes áreas de terra, que antes ficavam submersas.

Falta de chuvas

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), entre janeiro até o fim do mês de junho, são esperados quase 1035,9 milímetros de chuva em Foz do Iguaçu. Contudo, a realidade foi de 718 milímetros até o momento.

Em janeiro, época de bastante chuva, caiu 508 milímetros em Foz. De fevereiro até este sábado (12), choveu apenas 210 milímetros – 23,66% a menos do que precisava.

Veja mais em G1 Globo

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Paraná registra temperatura abaixo de zero e frio predomina em grande parte do estado

No Centro-Sul do Paraná, as temperaturas negativas chegaram na madrugada deste domingo (13). O Instituto Meteorológico Simepar informou, os termômetros na cidade chegaram a -1,4°C, a menor temperatura do estado. Curitiba também amanheceu gelada, com 5°C.

A condição, segundo o Simepar, se dá por conta da atuação de um sistema de alta pressão atmosférica. “A tendência para o restante da manhã é de o tempo se manter estável, sem chuva. Mas, apesar de o sol predominar, não deve esquentar muito. A partir da noite, nota-se novamente um alto resfriamento”, explica o meteorologista Samuel Braun.

Na capital, a expectativa é de que as temperaturas não passem dos 18°C neste domingo.

Para segunda-feira, novamente a expectativa é para temperaturas baixas. “Previsão de mínimas próximas aos 5°C, então mantém-se um padrão e com condição de formação de nevoeiros”, conclui Braun.

Segundo a simepar informa, a previsão para o Inicio de semana em Foz do Iguaçu, será de tempo firme sem chuva e com temperatura minima entre 11 graus e maxima de 23 graus na região.

Com informações de Banda B

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Foz do Iguaçu registra mais quatro óbitos e 41 novos casos de Coronavírus

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 13/06/2021, 41 casos de covid-19. No total, são 38.967 casos da doença no município desde o início da pandemia. Destes, 37.404 pessoas já estão recuperadas.

Dos 41 novos casos, 19 são mulheres e 22 homens, com idades entre 13 e 67 anos. Entre eles, 39 estão em isolamento domiciliar e 2 internados.

Do total de casos ativos, 409 pessoas estão em isolamento domiciliar com sinais e sintomas leves e 196 pessoas estão internadas.

Óbitos

Foz do Iguaçu registrou 4 óbitos em consequência da covid-19. As vítimas são 2 mulheres de 85 e 69 anos e 2 homens de 59 e 59 anos. No total, são 958 mortes pela doença no município desde o início da pandemia.

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Webinar sobre deriva de agrotóxicos e proteção de abelhas acontece na segunda

O segundo webinar sobre deriva de agrotóxicos e proteção de abelhas, organizado pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), será nesta segunda-feira (14), às 10 horas.

O evento, com apoio da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná), busca discutir as medidas necessárias para a instrução de técnicos e agricultores quanto aos cuidados na utilização de agrotóxicos. O primeiro aconteceu no dia 7 de junho.

A transmissão será pelo YouTube do Crea-PR. O público-alvo inclui profissionais que prescrevem agrotóxicos, comerciantes e produtores rurais (confira a programação completa abaixo). A inscrição dá direito a certificado para os participantes e pode ser feita pelo site do Conselho.

Proteção – As abelhas são grandes agentes polinizadores, sendo responsáveis, em alguns ecossistemas, por até 90% da polinização das plantas. Porém, devido às atividades humanas, são muito suscetíveis à perda de seus habitats, porque exigem uma grande área florestada e estão sujeitas à ação de agrotóxicos em áreas agrícolas.

Essa situação impacta diretamente na agricultura. A apicultura, a sericicultura e a viticultura, por exemplo, enfrentam riscos como o colapso de colmeias, mortandade de bichos da seda por contaminação dos ramos de amoreira, com diminuição da produção de casulos, além de prejuízos financeiros e até a desistência de produtores rurais que acabam buscando outras alternativas de cultivos ou renda.

O descuido e a falta de conhecimento no uso das técnicas de controle das derivas via boas práticas de aplicação exige soluções emergenciais. Por isso, a Secretaria da Agricultura, a Adapar e o IDR-Paraná desenvolvem ações de assistência técnica, fiscalização, capacitação e conscientização dos agricultores quanto à necessidade de cuidados nas aplicações de agrotóxicos, e trabalham para aprimorar suas ações educativas para técnicos e produtores.

Programação

Painelistas de três estados.

(RS) Rafael Friedrich de Lima, Engenheiro Agrônomo/Fiscal Estadual Agropecuário – SEAPDR, Chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários, Departamento de Defesa Agropecuária DDA/MAPA.

(SC) Matheus Mazon Fraga, Engenheiro Agrônomo Msc., Gestor Divisão de Fiscalização de Insumos Agrícolas Cidasc

(PR) João Miguel Toledo Tosato, Engenheiro Agrônomo/Fiscal de Defesa Agropecuária, coordenador do Programa de Agrotóxicos na Adapar.

(PR) Alessandro Casagrande, Fiscal de Defesa Agropecuária, Engenheiro Agrônomo, Gerente de Apoio Estratégico – Inovações Tecnológicas.

As informações são de Agência de Notícias do Paraná

Cascavel, Coronavírus, Destaques, Geral, Paraná,

Homens são presos com ecstasy em festa clandestina que reunia 150 pessoas, em Cascavel

Evento em chácara nas proximidades da BR-369 foi encerrado após fiscalização na noite de sábado (12)

Uma festa clandestina com a participação de cerca de 150 pessoas foi flagrada na noite de sábado (12), de acordo com a Polícia Militar (PM), dois homens foram presos com ecstasy no local. Segundo a prefeitura da cidade, o evento ocorreu em uma chácara, nas proximidades da BR-369.

Segundo a PM, os participantes da festa clandestina foram revistados. Dois homens foram presos suspeitos de tráfico de drogas. Um deles tinha 77 comprimidos de ecstasy, e o outro estava com dez. Segundo os agentes, os participantes do evento clandestino, Os organizadores não teria alvará e autorização para o evento. Já os participantes não utilizavam máscara e nem respeitavam distanciamento.

A polícia também encontrou três litros de um solvente usado como entorpecente. Os participantes que portavam drogas em menor quantidade foram encaminhados para assinatura de termo circunstanciado, frisou a Polícia Militar.

Assessoria

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Imóveis rurais em faixa de fronteira no Paraná são vistoriados para regularização

Equipes do Incra no Paraná iniciaram vistorias em áreas rurais para regularização fundiária na região oeste do estado, localizadas na faixa de fronteira. No município de Santa Helena, a 607 quilômetros de Curitiba, os técnicos do instituto estiveram em uma propriedade rural para levantamento de informações e coleta de dados, atendendo às demandas dos produtores rurais que desejam regularizar as suas propriedades.

O produtor rural Idercino Pereira, residente em Santa Helena, vê com muito otimismo o trabalho dos servidores do Incra para regularizar a propriedade onde vive. Com idade avançada e um pouco de dificuldade para falar, ele está confiante. “Há mais de quarenta anos aguardo a regularização do lugar onde vivo e produzo”, disse Pereira.

Os trabalhos de vistoria começaram, dia 7 de junho, e devem seguir nos próximos meses, respeitando as condições específicas e precauções necessárias em função da pandemia do novo coronavírus.

Titulação – Ao todo, são 968 títulos passíveis de emissão dentro da faixa de fronteira no estado do Paraná. Trata-se de área indispensável à Segurança Nacional, localizada numa faixa interna de 150 quilômetros paralela às divisas do Brasil com outros países. No Paraná, 119 dos 399 municípios aguardam as ações de regularização fundiária.

Conforme o Decreto nº 85.064/80, compete ao Incra iniciar os processos de alienação e concessão de terras públicas, de colonização, de loteamentos rurais e das transações com imóveis rurais envolvendo estrangeiros.

“Estamos organizando os trabalhos das divisões de Governança Fundiária e também de Desenvolvimento e Consolidação de Projetos de Assentamento para organizar o fluxo de emissão de títulos de domínio em imóveis localizados dentro da faixa de fronteira no Paraná, conforme as diretrizes do governo federal, por meio do programa Titula Brasil”, diz o superintendente regional do Incra no estado, Robson Luís Bastos.

Fluxo – Nos trâmites de regularização fundiária, após o Incra concluir os processos administrativos, os mesmos são enviados ao Conselho de Defesa Nacional (CDN). O CDN é responsável por conceder o ato de Assentimento Prévio para a prática de determinadas ações especificadas na Lei nº 6.634/79 e no Decreto nº 85.064/80. Na legislação, essas atividades relacionadas às ações do Incra incluem a alienação e concessão de terras públicas; e a transação com imóvel rural envolvendo estrangeiro.

Coronavírus, Coronavírus no Paraná, Destaques, Paraná, Saúde,

Covid-19 no Paraná: Estado abre vacinação para população acima de 40 anos e trabalhadores da limpeza urbana

O Governo do Estado abrirá oficialmente a vacinação contra a Covid-19 para a população geral acima de 40 anos no Paraná a partir da próxima semana. A ampliação acontecerá com o envio de 237 mil doses do imunizante AstraZeneca/Fiocruz para os 399 municípios do Estado.

As doses serão destinadas a pessoas de 40 a 59 anos (73.250 doses), trabalhadores da educação básica (18.250), assistência social (16.710), trabalhadores do ensino superior (15.465), trabalhadores do transporte aéreo (2.895), trabalhadores portuários (2.040) e pessoas com comorbidades (108.390).

Além destes, o Paraná iniciará a vacinação do grupo de trabalhadores da limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, estimada em 11.828 pessoas, segundo o Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19.

Para essa imunização, serão disponibilizadas 34 mil doses de CoronaVac que ainda estavam no Cemepar. Este quantitativo deve suprir a primeira e segunda dose deste grupo, considerando a reserva técnica e a possibilidade de que mais pessoas estejam dentro dessa área, superando a estimativa populacional.

Nesta sexta-feira (11), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) enviou 145.080 vacinas da Pfizer/BioNTech. Dentro deste lote, 22.146 vacinas são destinadas a trabalhadores de educação do ensino superior para o início da imunização deste grupo. Agora, com este novo lote de 15.465 doses também para este grupo, o Paraná já terá alcançado 59,04% da estimativa total de 57.912 profissionais desta área. Considerando a porcentagem de reserva técnica, o quantitativo de doses pode alcançar até 64,94% do total.

Para maiores informações: Agência de Notícias do Paraná

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Rua Irlan Kalichewski, a minha preferida em Foz do Iguaçu

Por Marcos Kidricki Iwamoto

A minha rua preferida possui somente quatro quarteirões, o bastante para abrigar obras de artes singelas e casas de madeiras coloridas.

Além dos inconfundíveis “Flamboyants”, que a enfeitam de outubro a dezembro.

Entre outras belezuras…

Os pequenos tesouros desta rua nos convidam a caminhar por ela, curtindo o visual com um chimarrão, ou tereré em dias mais quentes.

O nome da rua é uma homenagem a um dos filhos do pioneiro Sr. Casemiro Kalichewski, uma indicação do vereador Betinho Holler.

A família Kalichewski migrou de Ponta Grossa para o oeste paranaense em 1927, depois de três dias de viagem em cima de uma carroça.

Ajudaram no desenvolvimento da Vila Yolanda com seu comércio, o Armazém Nossa Senhora Aparecida, na casa que construíram em 1967.

Um imóvel de madeira que fica na esquina com a Avenida das Cataratas…

Esse espaço já hospedou uma eletrônica, uma loja de artesanatos, um bar de rock, e hoje em dia é o famoso café Empório com Arte.

A “Irlan Kalichewski”, sem dúvidas, é uma das ruas mais bonitas da NOSSA cidade.

* Marcos Kidricki Iwamoto é Auditor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)

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