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Destaques, Foz do Iguaçu, Itaipu Binacional,

Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, visita Itaipu e obras estruturantes, nesta terça-feira (11)

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, cumprirá agenda oficial em Foz do Iguaçu (PR), na próxima semana. Será a terceira passagem de Albuquerque como ministro pela cidade: a primeira foi em fevereiro de 2019, para a solenidade de posse do diretor-geral brasileiro da Itaipu, general Joaquim Silva e Luna; e a segunda, em maio do mesmo ano, no lançamento da pedra fundamental da Ponte da Integração Brasil – Paraguai.

Será a primeira vez, no entanto, que o ministro terá mais tempo na programação em Foz: chegará na noite de segunda-feira (10) e passará a terça-feira (11) e a manhã de quarta (12) em uma série de compromissos na Itaipu e região.

Entre reuniões, apresentações e visitas à usina e às obras estruturantes capitaneadas pela binacional que estão transformando o Oeste do Paraná, Albuquerque vai debater temas diversos, como tendências do setor elétrico brasileiro, a atualização tecnológica da usina de Itaipu e os investimentos da empresa em projetos que, juntos, receberão aproximadamente R$ 1 bilhão em recursos da margem brasileira da hidrelétrica.

Sujeita a alterações, a programação prevê boas-vindas e uma série de apresentações no Centro Executivo da Itaipu, visita técnica à usina e às obras da ciclovia da Avenida Tancredo Neves; do Mercado Municipal; do Centro Integrado de Segurança Pública; da ciclovia da Vila A; da Ponte da Integração Brasil – Paraguai e do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu.

Na terça-feira, às 16h30, o ministro atenderá a imprensa no canteiro de obras da Ponte da Integração.

Integrante do Conselho de Administração da Itaipu desde 17 de maio de 2020, Albuquerque por enquanto tem participado das reuniões por vídeo, em função da pandemia de covid-19.

Curitiba, Destaques, Economia,

Em vídeo, Abrabar pede balada consciente para evitar fechamento de bares de Curitiba e do Paraná. Assista!

O presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), Fábio Aguayo, defendeu em vídeo nas redes sociais uma balada consciente para evitar o fechamento de bares e restaurantes do Paraná.

“Meus amigos de bares, restaurantes, casas noturnas e similares de Curitiba e todo Paraná, hoje estamos aqui para dar um recado muito importante”, disse Aguayo.

“É sexta-feira, fez um dia muito bonito, as pessoas vão sair. Mas, vamos sair com muita responsabilidade, evitar aglomerações, respeitar as normas, os procedimentos os protocolocos”, ressaltou.

De acordo com o presidente da Abrabar, a intenção é em conjunto para que a gente possa sair junto desta questão da Covid-19.

“Não podemos contrariar as regras do jogo. Temos que mostrar que temos compromisso com a sociedade”, pontuou.

Aguayo mandou na gravação um recado duro a quem não quer contribuir. “Aquela pessoa que não queira entrar com máscara, que não queira respeitar o distanciamento, que não queira seguir a regra, nem apareça. Deixe a gente trabalhar em paz”, disparou.

“Nós queremos ajudar as pessoas que querem contribuir com a sociedadade. Esse é o nosso dever, essa é a nossa função. Abrabar por todos!”, completou o presidente da Abrabar.

Destaques, Educação, Foz do Iguaçu,

Oportunidade: Unioeste abre PSS para contratar professores. Inscrições terminam dia 2 de setembro

A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) está com inscrições abertas para o Processo Seletivo Simplificado (PSS) de contratação de professor de ensino superior, mediante contrato temporário. O prazo termina no dia 2 de setembro, em unioeste.br/concursos.

São 63 vagas distribuídas por áreas de conhecimento ou matérias. Os docentes selecionados atuarão nos campi de Foz do Iguaçu, Cascavel, Francisco Beltrão, Marechal Cândido Rondon e Toledo.

A taxa de inscrição custa de R$ 60 a R$ 200, a qual deve ser recolhida até o prazo máximo de 3 de setembro.

A menor remuneração é de R$ 744, para professor auxiliar graduado. Docente adjunto, com doutorado, recebe salário de R$ 12,9 mil, incluído o valor de incentivo por titulação.

Para o campus iguaçuense, as vagas são nas áreas de Práticas em Contabilidade, Contabilidade Geral, Direito Privado e Língua e Literatura de Língua Inglesa.

Clique AQUI para conferir o Edital completo.

Por: H2Foz

Coronavírus em Foz do Iguaçu, Destaques, Saúde,

Foz do Iguaçu registra o 37º óbito e mais 48 novos casos de Coronavírus em 24 horas

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 07/08/2020, 48 casos de COVID-19, totalizando 3.717 casos da doença no município. Deste total, 3.458 pessoas já estão recuperadas.

Dos novos casos, 22 são mulheres e 26 homens com idades entre 6 meses e 84 anos. Duas pessoas estão internadas e as demais estão em isolamento domiciliar.

Dos casos confirmados ativos, 164 estão em isolamento domiciliar com sinais e sintomas leves e 58 pessoas estão internadas.

Óbito

Foz do Iguaçu registrou nesta sexta-feira (07) o 37º óbito em decorrência da Covid-19. O paciente, de 78 anos, estava internado no Hospital Municipal Padre Germano Lauck desde o dia 13 de julho.

Ele deu entrada na instituição apresentando coriza, dor de cabeça, tosse seca e agitação psicomotora. O exame RT-PCR foi realizado no leito do paciente, com resultado positivo para o novo Coronavírus.

O quadro se agravou e o paciente não resistiu às complicações, falecendo na manhã de hoje (07). O idoso era diabético e possuía sequelas de um Acidente Vascular Cerebral.

Destaques, Foz do Iguaçu, Geral,

Enfermagem de Foz do Iguaçu integra ato estadual por Piso Salarial digno. Veja horário da concentração

Os profissionais de enfermagem de Foz do Iguaçu vão integrar, no próximo sábado (08), uma mobilização estadual por um Piso Salarial digno à categoria. A concentração para o ato, na Praça da Paz, começa às 8h, informa a enfermeira Cristina Morceli Bezerra de Souza. Em Curitiba, trabalhadores irão fazer uma carreata do Shopping Palladium até o Palácio Iguaçu, no Centro Cívico da capital.

Linha de frente no combate à Covid-19, doença provocada pelo novo Coronavírus, os profissionais de enfermagem querem a aprovação de uma lei regulamentando a categoria. A profissão atualmente é regida por uma legislação de 1986, ou seja, anterior a própria Constituição Federal e ao Plano Real, lembra a enfermeira. 

De acordo com Cristina de Souza, há 20 anos estão sendo discutidos projetos de leis para acrescentar um piso salarial para classe, mas sem sucesso. “É necessário aplicar o princípio da adequação social para que possamos ter um salário digno, nós queremos que o Estado e a União vejam a importância da profissão perante a sociedade” explica.

A enfermeira lamenta as promessas que são feitas ao longo dos anos, mas que nunca são cumpridas. “Todos os anos de eleições, sempre aparecem projetos de lei para agradar a classe, mas nunca são votados”, ressalta. Tem duas propostas que a categoria defende, segundo Cristina de Souza. 

“Um no Senado (PL 2564 de 2020), que regulamenta o piso salarial da enfermagem. O segundo está na Câmara dos Deputados (PL 2997 de 2020), que estipula a jornada semanal de 30 horas para a classe e cria o piso salarial nacional”, concluiu. Após a mobilização na praça, haverá uma carreata até o Gramadão da Vila A.

Curitiba
Na capital, a mobilização de carros terá início às 7h30 do sábado (08), no shopping Palladium. Todos os participantes, profissionais ou simpatizantes, são convidados a utilizar jaleco branco e uma faixa preta no braço esquerdo.

A partir das 8h os manifestantes partirão em carreata pelas ruas centrais de Curitiba, até o Palácio Iguaçu, no Centro Cívico da capital. “Quem não for de carro, concentração diretamente no Palácio Iguaçu a partir das 8h”, informa a convocação.

Os coordenadores orientam a utilização de máscaras e manter o distanciamento necessário. “Temos que dar exemplo!”, dizem.

Curitiba, Destaques, Economia,

Tribunal de Contas da União suspende aumento do pedágio na BR-376 e BR-101 entre Curitiba (PR) e Palhoça (SC)

O Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu o aumento do pedágio na BR-376 e na BR-101, no trecho entre Curitiba e Palhoça (SC).

A concessionária Arteris Litoral Sul havia anunciado que, a partir deste sábado (8), a tarifa básica passaria dos atuais R$ 2,70 para R$ 3,90. Um caminhão leve iria pagar R$ 7,80 e um caminhão com reboque até R$ 23,40.

O aumento de 44% foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Entre Curitiba e Guaratuba, os motoristas têm de passar por duas praças de cobrança de pedágio: em São José dos Pinhais e em Garuva (SC). Em Santa Catarina são mais 3 praças: Araquari, Porto Belo e Palhoça.

O aumento acima da inflação incluiria um pedido para “equilíbrio econômico-financeiro no contrato de concessão” em virtude da obra do Contorno Viário de Florianópolis, que está atrasada em oito anos. No seu despacho assinado na quarta-feira (6), o ministro do TCU Raimundo Carreiro cancelou o reajuste do pedágio e um termo aditivo na obra de mais de R$ 900 milhões.

Por: Correio do Litoral

Destaques, Economia, Foz do Iguaçu,

Comerciantes de Ciudad del Este querem imposto de 4% para fazer frente a lojas francas de Foz do Iguaçu

A reabertura da Ponte Internacional da Amizade, fechada desde 18 de março devido a pandemia do novo Coronavírus, não é o único fator que tira o sono dos empresários de Ciudad del Este, na fronteira do Paraguai com o Brasil. Os comerciantes querem que o governo federal crie um imposto único de 4% nos produtos importados, para conseguir fazer frente às lojas francas (free shops) que estão abrindo em Foz do Iguaçu.

O centro comercial de Ciudad del Este, conhecido pelas vendas de produtos tecnológicos importados de última geração, abriga 4,7 mil estabelecimentos constituídos. Aproximadamente 60% permanece com as instalações físicas fechadas, informa a Câmara de Comércio. O índice pode chegar até 80%, diz o presidente Juan Vicente Ramirez. Mais de 75 mil pessoas ficaram sem opção de renda.

A reabertura da Ponte da Amizade depende do governo federal dos dois países e não tem data para acontecer. Mas a volta do trânsito fronteiriço não é a única solução para os problemas, na avaliação dos empresários de Ciudad del Este. A questão é, como manter a competitividade com preços baixos para atrair compradores do Brasil e outros países, já que os mesmos produtos estarão disponíveis nas lojas francas de Foz do Iguaçu.

Caminhos

A Câmara de Comércio e Serviços de Ciudad del Este está atenta e já busca possíveis caminhos para resolver esta equação. Um deles é a unificação dos impostos. Nas lojas francas de Foz do Iguaçu, os mesmos produtos disponíveis no lado paraguaio, tem tributação de 6% dos importados e 3% dos itens desnacionalizados (produzidos no país). 

Em Ciudad del Este, as taxas vão de 2%, 4%, 8% a 40%, destaca a imprensa. A intenção é criar um imposto único de 4% sobre os produtos, informa Oscar Manuel Airaldi Roux, consultor da Câmara de Comércio local, e representante na Equipe Econômica Nacional, onde é analisado um regime de turismo para cidades fronteiriças.

Airaldi Roux afirmou à rádio La Clave, que os acordos precisam ser finalizados. “Uma roda que não tem solução deve ser trocada. O modelo de remendos não funciona, tudo isso simplesmente explodiu porque veio o Covid, que gerou uma crise econômica, depois uma crise social, que é chamada de pandemia de fome e não há como detê-lo, se não for uma solução fundamental”, comentou.

Por: GDia

Destaques, Foz do Iguaçu, Itaipu Binacional,

VÍDEO: Obra da nova ponte de Foz do Iguaçu completa um ano e muda paisagem na fronteira. Assista!

Primeiras movimentações no canteiro de obras começaram no dia 7 de agosto de 2019; em apenas um ano, mais de 30% do cronograma estão concluídos. Recursos são de Itaipu Binacional.

Há exatamente um ano, no dia 7 de agosto de 2019, começavam as primeiras movimentações no canteiro de obras da Ponte da Integração Brasil-Paraguai, entre Foz do Iguaçu (PR) e Presidente Franco (Alto Paraná). O vaivém de homens e máquinas, na cabeceira brasileira da futura ponte, ao lado do Marco das Três Fronteiras, indicava uma mudança definitiva na paisagem da região. “Estamos vivendo um momento histórico: este local onde aqui estamos hoje nunca mais será o mesmo”, afirmou naquela manhã o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna.

De fato, o espaço mudou radicalmente, como previu o general. Apenas um ano após o início da construção, mais de um terço da obra está concluído, tornando-se exemplo de eficiência na aplicação de recursos públicos. O ritmo manteve-se acelerado a despeito dos entraves burocráticos (que são comuns em obras de grande porte, envolvendo dois países), da pandemia de covid-19, que pegou a todos de surpresa, a partir de março, e da forte estiagem, que reduziu o nível do rio Paraná e dificulta o transporte de insumos.

“O aniversário de um ano do início da obra, com avanço de 30% da construção, demonstra o compromisso e a seriedade de transformar promessa em entrega”, afirmou Silva e Luna, nesta semana. O compromisso foi assumido ainda na posse do general, no dia 26 de fevereiro do ano passado, pelos presidentes Jair Bolsonaro (Brasil) e Mario Abdo Benítez (Paraguai). Menos de três meses depois, no dia 10 de maio, os presidentes voltaram à região para o lançamento da pedra fundamental.

O governador do Paraná, Carlos Ratinho Massa, durante visita técnica ao canteiro de obras, no início do ano, lembrou que o projeto estava em discussão havia mais de 25 anos e foi tirado do papel em tempo recorde pelo atual governo. Ele estima que o investimento vai abrir mercados e trazer mais riqueza não apenas para a região, mas para o Estado, Brasil e Paraguai. “Somos responsáveis pela gestão dessa obra, que só traz pontos positivos, representando uma equação de ganha-ganha”, declarou.

Também em visita ao canteiro de obras, em fevereiro, o ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse que a nova ponte vai facilitar o transporte de cargas e região e fortalecer a relação de Brasil e Paraguai – que são sócios na maior geradora de energia do planeta, a Itaipu Binacional. “Com a concretagem dos blocos, já podemos sentir o coração da obra bater”, comparou.

Transformação

Hoje, já é possível ver os oito pilares da margem brasileira quase prontos (os maiores com 60 metros de altura) e parte das sapatas, estruturas que darão sustentação à nova ponte. Também chegaram ao canteiro de obras as primeiras vigas longarinas, que são estruturas metálicas com 20 metros de comprimento e 60 toneladas. Essas vigas servirão de base para a pista de rolamento.

O movimento no canteiro de obras é intenso, com aproximadamente 450 trabalhadores. A expectativa do consórcio Construbase-Cidade-Paulitec, responsável pela construção, é que em abril de 2021 os trabalhos avancem sobre o rio, conectando ambas as margens. Com o cronograma sendo cumprido à risca, a nova ponte internacional deve ser inaugurada em março de 2022.

A estrutura terá 760 metros de comprimento e vai ser do tipo estaiada, com vão-livre de 470 metros – o maior da América Latina, correspondente a um edifício com 156 andares. Contará com pista de 3,7 metros de largura em cada faixa, acostamento de 3 metros e calçada de 1,70 metro.

Os recursos são da Itaipu Binacional, que está investindo aproximadamente R$ 463 milhões no projeto, considerando a estrutura, as desapropriações e a criação de uma perimetral no lado brasileiro, que vai ligar a nova ponte e a aduana da Argentina à BR-277, caminho para Curitiba e Porto de Paranaguá. A gestão da obra é do governo do Paraná, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

Longo caminho

O projeto de uma nova ligação entre Brasil e Paraguai, pelo Rio Paraná, é uma antiga reivindicação da região. Mas o caminho até o início da construção foi longo. A primeira vez que Brasil e Paraguai firmaram um acordo para a obra foi em 1992, há 28 anos. De lá para cá, acordos foram assinados, comissões foram criadas, editais publicados, porém, sem resultado efetivo. Uma das maiores dificuldades era viabilizar financeiramente o empreendimento.

Foi apenas no final de 2018 que os governos do Brasil e Paraguai encontraram uma solução, com a Itaipu Binacional assumindo o compromisso de financiar não apenas uma, mas duas pontes internacionais – a outra, em fase de projeto, vai conectar Porto Murtinho, no Mato Grosso do Sul, a Carmelo Peralta, no Paraguai.

Para a Ponte da Integração, um dos objetivos é receber o tráfego de veículos pesados do país vizinho e desafogar a Ponte Internacional da Amizade, construída há 55 anos e que se transformou numa das fronteiras mais movimentadas do mundo. Outro benefício será retirar o movimento de caminhões do centro de Foz do Iguaçu. Além de trazer mais segurança e conforto à população, o investimento tem potencial de gerar benefícios socioeconômicos para a toda a região de fronteira.

No lançamento da obra, o governador Carlos Massa Ratinho Júnior destacou que a nova ponte permitiria uma “mudança considerável na questão logística, na entrada e saída dos países”. “Vem ao encontro do projeto de logística que temos para o Paraná”, reforçou.

O general Silva e Luna afirma que os investimentos estão alinhados às diretrizes do governo federal e deixarão um legado para as futuras gerações. “O governo Bolsonaro tem nos dado todas as condições para que possamos remanejar os recursos sem que isso afete a conta de energia paga pelo consumidor brasileiro”, salientou.

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Oportunidade: Estado vai contratar profissionais e estudantes da área de saúde

São 250 vagas para profissionais e estudantes atuarem em atividades de combate e prevenção ao coronavírus. As inscrições devem ser feitas de acordo com a universidade responsável pelo município de atuação.

O Estado está com 250 vagas para profissionais e estudantes da área da saúde para atuarem em atividades de combate e prevenção ao coronavírus. As inscrições devem ser feitas de acordo com a universidade responsável pelo município de atuação.

O investimento é resultado da parceria entre a Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti); a Secretaria de Estado da Saúde, Fundação Araucária e da Itaipu Binacional.

Desde o mês de março, início da pandemia no Brasil, o Programa de Apoio Institucional para Ações Extensionistas de Prevenção, Cuidados e Combate à Pandemia do Novo Coronavírus já investiu R$ 14,5 milhões.

As atividades envolvem professores e estudantes dos cursos da área da saúde das Universidades Estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste), do Centro-Oeste (Unicentro), do Norte do Paraná (UENP), da Estadual do Paraná (Unespar) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR), além de profissionais recém-formados de diversas áreas.

“A contratação dos profissionais é fundamental para que o Estado do Paraná possa enfrentar essa realidade com profissionalismo, seriedade e proteção a qualidade de vida e ao bem-estar da população”, destacou o superintendente da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona.

Áreas

O edital contempla vagas para médicos, psicólogos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistentes sociais, biólogos, biomédicos, bioquímicos, educadores físicos, farmacêuticos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, médicos veterinários, nutricionistas, dentistas e técnicos em radiologia.

Atuação

Os bolsistas atuarão na plataforma de Telemedicina, nas divisas rodoviárias do Estado do Paraná, na Ceasa-Curitiba, nas Regionais de Saúde, no Laboratório Central do Estado (Lacen), no Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) e em unidades do Departamento Penitenciário do Estado do Paraná (Depen).

Mais informações sobre o edital, clique AQUI.

Destaques, Foz do Iguaçu, Itaipu Binacional,

Gestão eficiente da Usina de Itaipu mantém repasses de recursos em dia

No primeiro semestre de 2020, a Itaipu já transferiu ao Brasil US$ 150,7 milhões ( cerca de R$ 790 milhões). Desse total, US$ 116,5 milhões foram repassados ao Tesouro Brasileiro, a título de Royalties; US$ 34,1 milhões à Eletrobrás, sendo US$ 25,2 milhões a título de rendimentos de capital. Também foram pagos, US$ 8,9 milhões em ressarcimento de encargos de administração e supervisão (não incluídos no valor total).

Paraguai

De janeiro a julho de 2020 Itaipu já pagou ao Paraguai US$ 293,5 milhões (R$ 1,50 bilhão). Desse total, US$ 258 milhões foram repassados para o Tesouro Paraguaio, a título de royalties (US$ 113,7 milhões)  e compensações pela transferência de energia não utilizada (US$ 144,2);

US$ 35,5 milhões para a Administração Nacional de Eletricidade (ANDE), sendo US$ 25,2 milhões a título de rendimentos de capital. Também foram pagos US$ 10,3 milhões em ressarcimento de encargos de administração e supervisão.

A produção, distribuição e manutenção dos compromissos é possível graças a implementação de protocolos internos, realização periódicas de testes aos empregados, realização de turnos intercalados de acordo com a modalidade de trabalho, criação de grupos de contingência e cumprimento estrito dos cuidados sanitários.

Compensação financeira

Royalties são a compensação financeira que os governos brasileiro e paraguaio recebem pela utilização do potencial hidráulico do Rio Paraná para a produção de energia elétrica na Itaipu.

Os royalties são definidos pelo Tratado de Itaipu, assinado em 26 de abril de 1973, e as bases financeiras estão descritas no seu Anexo C. O cálculo do valor considera a quantidade de energia gerada mensalmente e índices de atualização do dólar. A distribuição é feita de acordo com a legislação de cada país.

 O pagamento de royalties começou em março de 1985. Desde então, os governos do Brasil e do Paraguai já receberam, conjuntamente, mais de US$ 12 bilhões.

Produtividade

A Itaipu Binacional fechou o primeiro semestre de 2020 com o maior índice de produtividade de todos os tempos: 1,0881 Megawatt médio produzido por cada metro cúbico de água que passou pelas turbinas da usina por segundo. O resultado é 2% superior ao mesmo período em 2019 e demonstra a eficiência no uso da água, em um ano em que esta matéria-prima foi bastante escassa – a afluência foi 12% inferior à observada no mesmo período em 2019, o pior cenário do histórico 1983-2020.

“A Itaipu está cumprindo sua missão de gerar energia, seguindo as diretrizes do governo federal de trabalhar com afinco para a retomada da economia brasileira”, afirmou o diretor-geral brasileiro da empresa, general Joaquim Silva e Luna.

A produção dos seis primeiros meses de 2020 fechou em 38.600.323 MWh, uma diferença de -4,58% em relação ao primeiro semestre do ano passado. Porém, a redução é baixa, se considerado o cenário de escassez de água e também a queda da demanda do Brasil e do Paraguai, devido às restrições impostas pela pandemia da covid-19

“Produzir quase 40 milhões de MWh nesses seis meses com a melhor produtividade em 36 anos de operação não acontece do dia para a noite. São pessoas que estão fazendo a diferença e isso nos fortalece na busca de um futuro promissor”, colaborou o diretor técnico executivo, Celso Torino.

Por: GDia