Browsing Category

Economia

Destaques, Economia, Geral, Notícias, Política,

Prefeitura apresenta a empresários plano de retorno gradual e monitorado do comércio de Foz do Iguaçu

Acifi debateu o planejamento de reabertura gradativa do comércio em abril

A minuta do plano de retorno gradual e monitorado do comércio foi exposta pela Prefeitura de Foz do Iguaçu à ACIFI nesse sábado, 4. A Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu havia cobrado a apresentação do planejamento no último dia 26 e nesse momento analisa a proposta coletivamente com entidades parcerias da sociedade civil.

Em linhas gerais, o plano para o segundo ciclo de contenção à covid-19 está organizado em três fases para serem implantadas em abril. Entre as medidas previstas estão a implantação do termo de responsabilidade sanitária aos estabelecimentos (para maior proteção de todos) e a reabertura monitorada e regrada de vários setores da economia local.

Coordenado pelo presidente da ACIFI, Faisal Ismail, o encontro, presencial e por teleconferência, contou com participação do prefeito Chico Brasileiro; do secretário municipal de Saúde, Nilton Bobato; da equipe técnica da saúde, Vigilância Epidemiológica e Hospital Municipal; e do promotor Luis Marcelo Mafra, que atua em saúde pública.

A proposta exposta pelo poder público prevê o cumprimento, de 6 a 12 de abril, das regras sanitárias, como adoção de equipamentos de proteção individual (EPIs), limitação de atendimento simultâneo ao público, higienização e distanciamento entre as pessoas, com reabertura gradual do comércio a partir de 13 de abril.

Faisal Ismail frisou que a entidade, já considerando o estudo exposto pelos técnicos da saúde, vai propor ajustes na proposta apresentada pela prefeitura para a reabertura do comércio a fim de minimizar os prejuízos às empresas e preservar empregos sem causar danos à saúde pública.

ACIFI também está elaborando sugestões de alteração no texto do termo de responsabilidade sanitária, bem como a ampliação do escopo do novo decreto. “É necessário definir critérios com isonomia para abranger outros segmentos para além dos relacionados na minuta inicial, sempre com a devida segurança à saúde”, completou.

Município – Chico Brasileiro, que participou por teleconferência, destacou que a proposta leva em conta as atuais condições epidemiológicas e um cenário de controle da covid-19. “O retorno gradual do comércio busca evitar aglomeração de pessoas e conter o número de casos”, disse.

Também participaram da reunião lideranças de instituições da iniciativa privada e do poder público. Juntos, todos estão trabalhando para a retomada do crescimento econômico com adoção de medidas que reaqueçam setores estratégicos atingidos pela pandemia. O encontro teve ainda a presença de vereadores e secretários municipais.

Brasil, Destaques, Economia, Geral, Notícias, Saúde,

Coronavírus: Maioria dos líderes caminhoneiros apoia isolamento e discorda do presidente Bolsonaro

Manifestação dos caminhoneitos em abril de 2018. Foto: Armando Paiva/Raw Imagem/Estadão Conteúdo

Ainda que mantenha prestígio em algumas alas dos representantes dos caminhoneiros do Brasil, o presidente Jair Bolsonaro não conta com apoio de maior parte da categoria quando o assunto é a reabertura do comércio, defendida por ele, na contramão das medidas de isolamento contra o coronavírus.

Em conversas com sete representantes da classe, a coluna ouviu apoio da maioria às medidas de prevenção à covid-19, doença causada pelo novo vírus, destaca Chico Alves no UOL.

“A melhor prevenção é o isolamento”, prega Diumar Bueno, presidente da Confederação Nacional de Transportadores Autônomos (CNTA). “Não vejo dos caminhoneiros nenhum apelo para voltar o funcionamento do comércio, já que as atividades essenciais estão sendo mantidas”.

A CNTA é a principal entidade nacional da categoria. Congrega federações de todos os estados e 150 sindicatos de todo o país.

AQUI para ler o restante do artigo

Destaques, Economia, Geral, Notícias,

Trabalhou em 2019? Pode ter até R$ 1.045 de abono do PIS; veja calendário

O governo divulgou nesta sexta-feira (3) o calendário de pagamento de até R$ 1.045 de abono salarial do PIS/Pasep para quem trabalhou com carteira assinada em 2019, informa o UOL.

Os depósitos começam em 16 de julho deste ano e seguem até 30 de junho de 2021. Para ter direito, é preciso preencher alguns requisitos, como ter recebido em média até dois salários mínimos por mês (veja mais abaixo a lista completa das condições).

O valor pago é de até um salário mínimo (R$ 1.045, em 2020) e varia de acordo com o tempo trabalhado. Se a pessoa trabalhou o ano todo, recebe um salário mínimo. Se trabalhou um mês, ganha proporcionalmente: 1/12 do mínimo.

O calendário de saques segue o mês de nascimento dos beneficiários do PIS (para funcionários de empresas privadas) e o número de inscrição no Pasep (servidores públicos).

AQUI para ver mais no UOL

Brasil, Curitiba, Destaques, Economia, Estadual, Notícias,

Setor de entretenimento entrou em colapso e já demitiu 3,2 mil. Abrabar estima até 8 mil demissões

Largo da Ordem é um dos principais polos gastronômicos de Curitiba (Foto: SMCS)

O setor de entretenimento, que reúne gastronomia, lazer e turismo, entrou literalmente em colapso em Curitiba. O segmento já demitiu 3,2 mil colaboradores e pode chegar a oito mil demissões até o dia 6 (segunda-feira), segundo cálculos da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar).

As demissões em massa, que começaram há aproximadamente 15 dias, estão em destaque na mídia estadual e nacional nesta sexta-feira (03) e são decorrentes do isolamento social, necessário por conta da pandemia do coronavírus, mas que já traz efeitos significativos para a economia do Paraná.

O número, porém, pode chegar a 8 mil até o próximo dia 6, uma vez que não há data para que aglomerações de pessoas voltem a ser permitidas, informa o site da rádio Banda B. Em Curitiba, casas noturnas foram fechadas por determinação da prefeitura, lembra Fábio Aguayo, presidente da Abrabar.

Empresas fechando
O setor entrou em colapso e empresas já estão sendo fechadas, ressalta a Abrabar. “O mais dramático é que está chegando o dia de pagamento dos funcionários e muitos não têm como pagar. Vamos ter que renegociar com o sindicato dos trabalhadores para que ninguém fique na mão”, afirmou Aguayo (foto abaixo).

“Como nosso dever é priorizar o pagamento dos salários do mês, vamos fazer empréstimo bancário, linha de crédito, e ter que segurar de alguma maneira, para honrar com o pagamento”, analisou.

Atualmente, segundo a associação, o setor tem 12 mil estabelecimentos com 37 atividades econômicas, que representam 20% do Produto Interno Bruto (PIB) de Curitiba e 6% do estado, informa o G1, portal de notícias do Grupo Globo.

Demissões
Na última quarta-feira (1°), a rede de restaurantes Madero demitiu mais de 600 funcionários. Segundo o empresário Junior Durski, as demissões se concentraram em equipes voltadas aos projetos de expansão da rede, que previa abrir mais 65 unidades ainda em 2020.

Em Curitiba, decreto assinado pelo prefeito Rafael Greca em 19 de março proíbe a abertura de vários serviços relacionados ao setor, como casas noturnas, espetáculos, boates, cinemas, teatros e tabacarias. O objetivo da administração municipal é evitar a aglomeração de pessoas.

Os empresários já estão tendo que tomar medidas para arcar também com contas e impostos. “Muitos já deixaram de pagar impostos e taxas, enquanto dívidas com fornecedores estamos tentando postergar lá para frente. A luz, estamos negociando com a Copel, a Sanepar ainda não se posicionou e a Compagás não vai cortar o fornecimento, até para que possamos manter pelo menos parte da atividade”, explica.

Diante das possíveis 8 mil demissões até o dia 6, a Abrabar já abriu negociação com o sindicato para poder fazer o parcelamento das rescisões. “Demorou para chegar o socorro de manutenção de empregos e alguns empresários acham melhor demitir que criar uma bola de neve lá para frente”, pontua.

Proposta de reabertura
A Abrabar disse que vai propor ao Governo do Paraná e à Prefeitura de Curitiba que as atividades do setor sejam retomadas gradualmente a partir de 10 de abril.

Segundo a associação, o ofício que será enviado ao governo propõe a redução da capacidade de atendimento, seguindo recomendações para evitar o contágio da Covid-19.

Brasil, Economia, Geral, Notícias,

Não estou no Cadastro Único. Como me inscrevo? Posso receber o auxílio emergencial?

O CadÚnico só irá auxiliar na verificação da renda de quem está inscrito. Os demais trabalhadores informais também terão acesso

O governo federal anunciou na quarta-feira (1º) que vai pagar um auxílio emergencial de R$ 600 mensais, por três meses, a trabalhadores informais, desempregados e MEIs.

Uma das possibilidades para receber este benefício, destaca o G1, é estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) do Ministério da Cidadania até o último dia 20 de março. Para as inscrições feitas após esta data, este enquadramento não será válido. Ou seja, não adianta se inscrever agora se o seu objetivo for somente receber o auxílio emergencial.

O trabalhador, porém, poderá receber o benefício se cumprir UM dos demais requisitos:

  • ser titular de pessoa jurídica (Micro Empreendedor Individual, ou MEI);
  • cumprir o requisito de renda média (renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa, e de até 3 salários mínimos por família) até 20 de março de 2020;
  • ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social.

Além disso, os beneficiários deverão se enquadrar em TODAS as condições abaixo:

  • ter mais de 18 anos de idade;
  • ter renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 522,50);
  • ter renda mensal até 3 salários mínimos (R$ 3.135) por família;
  • não ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

AQUI para ver mais sobre o benefício no G1

Destaques, Economia, Geral, Notícias,

Câmara de Foz do Iguaçu vota pacote de ajuda a autônomos e MEIs nesta sexta-feira, 03

Em meio à crise provocada pela pandemia do coronavírus, vereadores realizaram nesta quinta-feira, a primeira sessão virtual da história da Câmara

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu realizou neste dia 02 de abril de 2020 a primeira sessão virtual de sua história. Em virtude da pandemia do coronavírus e diante da necessidade de aprovar medidas rápidas para dar resposta a essa crise, os vereadores participaram da sessão online, em ambiente virtual e com transmissão ao vivo para toda sociedade.

Amanhã, sexta-feira (3), acontece mais uma sessão, a partir das 9h, em caráter extraordinário para votar projetos urgentes enviados pelo prefeito que viabilizam o pacote de ajuda com microcrédito para autônomos e microempreendedores individuais diante da crise causada pela pandemia. 

Na sessão desta quinta-feira foi lido o parecer das comissões ao projeto de lei 37/2020 referente ao microcrédito. O texto autoriza o município a participar do Programa de Microfinanças no valor de R$ 3 milhões que com a parceria do Sebrae e linha de crédito chegam ao montante de R$ 30 milhões. É o programa Juro Zero. Outros R$ 20 milhões serão disponibilizados pelo Fundo de Aval, com participação da Garantioeste.

O primeiro projeto recebeu pareceres favoráveis das comissões reunidas da Câmara e na sessão extraordinária desta sexta-feira, 03 de abril, entra em votação. O objetivo do Programa Juro Zero é atender cerca de 4 mil microempreendedores e autônomos, tais como:  guias de turismo, feirantes e ambulantes que tiveram suas atividades comerciais prejudicas neste momento.

O formato do programa apresenta benefícios imediatos para os microempreendedores e autônomos de Foz do Iguaçu, bem como aquece a roda da economia local, facilitando a recuperação financeira futura.

Aprovados requerimentos relacionados à crise da Covid

O requerimento 91/2020, do vereador Marcio Rosa (PSD), solicita do Governador do Estado informações sobre o grupo populacional que será beneficiado com tarifas diferenciadas em decorrência da pandemia da Covid-19. O requerimento 90/2020, do mesmo vereador, solicita informações semelhantes a Copel, bem como o requerimento 92/2020, requisita da Sanepar.

Outro requerimento, também do vereador Marcio, quer informações do Prefeito sobre o decreto do Executivo 27.993/2020, no tocante a suspensão temporária de cobrança de impostos municipais. O parlamentar questiona como vai ficar a situação de quem havia optado pelo pagamento parcelado dos tributos municipais. Os requerimentos foram aprovados e ficam aguardando resposta da Prefeitura.

Brasil, Destaques, Economia, Estadual, Notícias, Política,

Medida Provisória da União, apelidada de MP do Socorro, dá fôlego aos empresários

Iniciativa chegou um pouco tarde, segundo a Abrabar, mas vai permitir a preservação de empregos e renda

O Governo Federal editou, nesta quarta-feira (1º de abril), a Medida Provisória 936, que institui o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda, com medidas trabalhistas complementares para o enfrentamento do estado de calamidade pública reconhecido por decreto legislativo. A iniciativa, na avaliação da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), garante um fôlego extra aos empreendedores de todo país.

O programa implantado pelo presidente Jair Bolsonaro, prevê pagamento de benefício emergencial de preservação do emprego e da renda, para colaboradores com salário até R$ 3.135,00, além da redução proporcional de jornada de trabalho e de salários e a suspensão temporária do contrato de trabalho. “Embora tenha chegado atrasada, a MP 936 traz um fôlego aos empresários”, ressalta o presidente da Abrabar, Fábio Aguayo.

De acordo com a entidade, o setor empresarial poderá reduzir sensivelmente as despesas com a folha de pagamento. “Seja pela suspensão do contrato de trabalho ou pela redução salarial com a proporcional redução da jornada. Isso pode  evitar muitas demissões”, afirma Aguayo. “O governo finalmente entrou com uma parcela de contribuição”, ressaltou.

Negativo
Apesar de altamente positiva, a MP tem alguns fatores negativos. A limitação dos benefícios em três meses e a suspensão do contrato em dois meses, com proporcional tempo de garantia no emprego estão entre os itens listados pela Abrabar. “Não sabemos quanto tempo o estado de emergência irá perdurar”, avalia o presidente.

“Tão pouco o tempo para retomada da economia, o que pode forçar ao empregador permanecer com o empregado, pagando salário integral em período sem receita ou com muita pouca receita”, ressalta. Outro ponto negativo é a exclusão da faixa de empregados com vencimentos entre R$ 3.136,00 e R$ 12.202,00.

Melhorar
A Abrabar acredita que ainda é possível melhorar alguns pontos da MP. Cada setor da economia vai responder de uma forma a crise, o governo tem que observar isso e auxiliar os setores que vão sofrer mais para a retomada e isso não está previsto na MP. “Muitos setores irão precisar de mais que três meses de auxilio para sua retomada”, completou Aguayo.

Brasil, Destaques, Economia, Estadual, Notícias,

Governadores do Sul e Sudeste debatem impactos da pandemia

Consórcio reúne Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo

Governadores dos estados que integram o Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud) se reuniram nesta quinta-feira (02/04), por meio de videoconferência, para debater questões de saúde e impactos econômicos provocados pela pandemia do novo coronavírus.

Em carta que será encaminhada para a União, os governadores do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo mostram a preocupação do grupo com a abrupta queda de arrecadação, especialmente do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), justamente no período em que os Estados precisam de novos recursos para o combate a Covid-19.

O documento do Cosud sugere uma série de medidas econômicas e fiscais que contribuam para que os governos locais possam enfrentar o agravamento da crise sanitária. “O momento é de união, de trabalharmos juntos para superar esse momento crítico. Deve haver concentração de esforços e recursos no combate ao coronavírus”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Medidas

As medidas sugeridas pelo Consórcio de Integração Sul e Sudeste são:

a) Recomposição de perdas de outras receitas além do Fundo de Participação dos Estados (FPE) ou Fundo de Participação dos Municípios (FPM), notadamente ICMS, royalties e participações especiais da atividade de óleo e gás, queda da safra entre outros fatores;

b) Inclusão do financiamento às empresas para os pagamentos de impostos entre as alternativas a serem oferecidas pela rede bancária, a exemplo dos pagamentos de funcionários;

c) Aprovação de emenda constitucional com prorrogação do prazo final de quitação de precatórios e suspensão do pagamento pecuniário dos mesmos enquanto por 12 meses, mantidos os pagamentos das requisições de pequeno valor;

d) Suspensão dos pagamentos de dívida com a União também por 12 meses;

e) Assunção pela União dos pagamentos junto a organismos internacionais enquanto durar a calamidade financeira nacional, sendo tais montantes incorporados ao saldo da dívida dos Estados com a União;

f) Suspensão dos pagamentos mensais do Pasep ou quitação por meio do gasto local em ações de saúde e assistência social;

g) Aprovação pelo Congresso Nacional do Projeto de Lei Complementar 149 (Plano Mansueto), na forma do substitutivo apresentado pelo deputado Pedro Paulo (RJ);

h) Aprovação de emenda constitucional consagrando o cômputo das despesas de inativos nas aplicações em educação e saúde, medida alinhada com a questão previdenciária nacional.

Economia, Geral, Notícias,

Magalu cria plataforma onde pequenas empresas podem anunciar produtos

O Magazine Luiza lançou uma plataforma digital de vendas para auxiliar micro e pequenos varejistas e profissionais autônomos a manter seus negócios durante o período de crise em meio à pandemia de covid-19.

Em nota, a rede afirma que o país tem cerca de 5 milhões de empresas varejistas, a maior parte delas com faturamento de até 5 milhões de reais ao ano. No entanto, apenas cerca de 50 mil atuam no comércio digital.

A iniciativa inclui duas plataformas, uma para empresas menores e outra para pessoas físicas. No caso de pessoa jurídica, os comércios podem oferecer estoques de produtos no site, no aplicativo e futuramente em lojas físicas do Magalu. A entrega será feita por meio dos Correios sem custos para o lojista, segundo o Magazine Luiza. A cada venda concretizada, o parceiro deve pagar, até o fim de julho, uma taxa de 3,99%.

No caso de pessoas físicas, o que inclui trabalhadores informais e autônomos, os produtos podem ser vendidos por meio de redes sociais individuais. Cada venda receberá uma comissão que pode variar entre 1% e 12%. “Nossa plataforma permitirá que esses milhões de brasileiros possam continuar a trabalhar, sem sair de casa e sem correr riscos.

Digitalizar o varejo e os brasileiros faz parte da nossa estratégia de negócio e do nosso propósito como empresa — e ele nunca se mostrou tão necessário quanto nesses tempos que estamos vivendo”, afirmou Frederico Trajano, CEO do Magalu, em nota.

Fonte: UOL

Economia, Estadual, Geral, Notícias,

Oportunidade: Rede Nissei oferece 45 vagas de trabalho em Curitiba e região

A rede de farmácias Nissei está oferecendo 45 vagas de trabalho em Curitiba e Região Metropolitana.

Os contratos são para farmacêuticos, balconistas e assistentes de caixa, com salários que vão de R$ 1.100 a R$ 3.800 e têm início imediato. De acordo com a rede, as contratações não têm relação direta com a pandemia do novo coronavírus.

Como medida de prevenção ao Covidi-19, o processo seletivo será virtual. Para realizar as entrevistas e evitar aglomerações desnecessárias, a rede pretende utilizar ferramentas de uso virtual.

Para se candidatar, os interessados devem mandar o currículo para o e-mail recrutamento@drogariasnissei.com.br.

Fonte: Tribuna PR