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Covid-19: Dois estabelecimentos são interditados por descumprimento do isolamento social em Foz do Iguaçu

Equipes de segurança realizaram fiscalização no fim de semana em estabelecimentos comerciais e residências. Multa é de R$ 8.424

No fim de semana, forças de segurança realizaram uma fiscalização para orientar e notificar estabelecimentos e pessoas por descumprimento de isolamento social.

Segundo relatório, na sexta-feira, 03, entre 15h e 18h foram feitas 16 vistorias, 13 orientações, 01 notificação e 02 interdições.

Durante a noite, foram realizadas 25 vistorias, anotou a Rádio Cultura

O isolamento social é determinado por decreto municipal e estadual para conter a proliferação do novo coronavírus (COVID-19).

As multas, de R$ 8.424, são aplicadas no caso de reincidência, informa o secretário municipal de Segurança, Reginaldo Silva.

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Grupo atendeu ao chamado de pastores e faz oração e jejum em frente ao Palácio Iguaçu, em Curitiba

Um grupo de oração atendeu a convocação de pastores que apoiam o presidente Jair Bolsonaro e se reuniu neste domingo (05) na Praça Nossa Senhora de Salete, em frente ao Palácio Iguaçu, sede do Governo do Estado, no Centro Cívico de Curitiba.

O dia de jejum, como mostra o registro de Eduardo Matysiak da Futura Press, ocorreu nas primeiras horas da manhã.

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Eu, a CEU, a ditadura e as lutas sociais – por Carlos Molina

(em memória)

Vindo de S. Paulo chegando a Curitiba em final de Agosto de 1978 ao desembarcar na rodoviária de pronto tive de enfrentar uma garoa fria. Com pouco dinheiro no bolso não tinha condições de pagar um taxi. Pedi informações sobre o caminho para chegar ao Passeio Público, ponto de referência que me deram para chegar a CEU, que soberana reinava encravada no meio da maior área verde central.

Perdemos Carlos Molina

Era 5;30 da manhã, enfrentando a intempérie comecei o que era para ser uma curta caminhada, haviam me dito que não passava de dez quadras, “logo ali”. Depois de caminhar poucas centenas de metros a minha roupa já estava encharcada e a cada passo a mochila pesava cada vez mais. A garoa fria penetrava na alma, tremia de frio.

Ao avistar o Passeio Público depois da “longa” caminhada pela Mariano Torres a alegria tomou conta de mim pela certeza de que estava perto do destino. Sonhava acordado com uma bela xícara de café quente. Pegando a rua Luis Leão contornei o parque, sendo que neste trajeto menor fui assombrado pelos terríveis gritos e fortes pancadas nas grades dadas por algum bicho enclausurado naquele recinto público. Pensei com os meus botões: Será que ele está tão irritado com este clima como eu estou? Clima filha da puta, que fazia a garoa paulistana virar coisa pequena!

No fim da pequena curva lá estava a imponente CEU. Tinha dois contatos na Casa, o meu primo Pedro e o meu amigo Batistão, velho amigo da infância e adolescência na minha querida Tupã. Dirigi-me a portaria e fui muito bem atendido pelo porteiro “Gabriela”, apelido estranho pelo qual um morador ao qual ele atendia antes de mim o chamou, e perguntei sobre os dois. Era muito cedo e eles ainda estavam dormindo, era um domingo, achei uma sacanagem os acordar.

Com a autorização do porteiro fui ao banheiro ao lado da portaria e vesti uma roupa seca, quente. Voltando a portaria perguntei sobre como poderia tomar um café e ele me encaminhou para o refeitório. Tomei uma generosa xícara de café com leite e comi dois pães com geleia e margarina, na situação que estava foi um verdadeiro banquete.

Voltando portaria lá estava outro porteiro, se não me engano era o Sabugaro. Perguntando a ele como poderia arrumar um canto para descansar ele me encaminhou a “sala dos outros”, um enorme quarto repleto de beliches. O local fedia a mofo, o que de cara atacou a minha renite. Resolvi esperar acordado na sala de recepção, desisti da ideia de dormir um pouco. Acabei cochilando sentado em uma das poltronas, ao despertar já passava das dez.

Acordei com uma tremenda dor no pescoço. A Casa já estava toda agitada, cheia de vida. Levantei e fui ao banheiro tirar o gosto de cabo de guarda chuva da boca e me dirigi novamente à portaria. O Batista havia saído e o meu primo Pedro ainda estava no quarto, para lá me dirigi e fui carinhosamente muito bem recebido por ele.

Conversamos até a hora do almoço e descemos para almoçar. No refeitório me senti em um “internato anárquico”, o enorme salão estava lotado e o ruído era ensurdecedor, um borburinho de risadas e vozes desencontradas, misturados com o som metálico dos garfos se chocando com as bandejas.

Elogiei a comida e os da mesa disseram que não era para me acostumar, pois durante a semana não era assim. A CEU passava por uma séria crise causada pela má gestão dos recursos. A diretoria anterior havia desperdiçado muito dinheiro fazendo banquetes em homenagem aos políticos ligados à ditadura.

Logo que em 1978 cheguei a Curitiba, tendo como referencial a CEU, o MDB e a Oposição Bancária, ao entrar em contato com a realidade para aqui poder me reorganizar já me engajei politicamente. Através destes amigos pude saber que existia um foco de oposição começando a se reorganizar, e que este organizava uma panfletagem pela libertação da Flávia Schilling, brasileira presa política no Uruguai.

Ocorreu um panfletagem no campo do Coxa, era dia de Atletiba. Todo mundo muito tenso no executar da ação, aqui também a ditadura imperava. Do grupo participavam alguns ex-presos políticos, sindicalistas de oposição e vários estudantes, entre eles alguns moradores da CEU.

Anteriormente os professores estaduais havia tentando uma paralisação grevista em 1977 e os estudantes da Federal haviam feito um protesto ocupando o prédio da Reitoria, fato também ocorrido em 1978, onde foram duramente reprimidos. A oposição à ditadura retomava os espaços nas ruas, e nela a CEU, junto com os demais segmentos democráticos, começava a se reengajar de forma mais massiva e neste Movimento fez a diferença.

Em 1979 vários ceuenses tinham forte presença no Movimento Cultural em Curitiba. Na Casa existiam muitos artistas amadores experimentais vanguardistas (poetas, cronistas, cineastas e cinéfilos, etc.), sendo que estes participavam ativamente das atividades que ocorriam na Casa Romário Martins, local onde o cinema arte resistiu com apoio institucional, coisa rara naquele triste período de escuridão.

1979 foi um ano crucial para a vida em sociedade em nossa capital, e no desenrolar deste os ceuenses ocuparam um grande espaço na luta pelo retorno do Estado de Direito. Tanto na UFPR como na Católica os estudantes partiam para a reorganização das suas entidades de base e a CEU era parte importante nesse processo.

No meio do ano o Teatro Guaíra acabou com a meia entrada para os estudantes e da CEU serviu como base (reuniões secretas nos quartos, pinturas das faixas, etc.) para a organização da “Manifestação Teatro para o Povo”, ato que reuniu perto de 1.000 pessoas, coisa rara para a época e ainda mais para a conservadora Curitiba. Ocorreu forte repressão policial com o uso de cassetetes e gás contra os manifestantes.

Com a união de vários segmentos sociais surge em Curitiba o CBA (Comitê Brasileiro pela Anistia Ampla Geral e Irrestrita), dele os ceuenses também participaram (reuniões, atos públicos, panfletagens, colagem de cartazes, pixações, etc.), como participaram do Comitê de Solidariedade aos Trabalhadores em Greve. As greve pipocavam, sendo as maiores as que envolveram os professores e os trabalhadores da construção civil. Nesta última os ceuenses deram grande contribuição na central de distribuição de alimentos, que funcionou na Igreja do Guadalupe.

Este ano, 1979, também foi vital para o Movimento Estudantil, a UNE é reconstruída no Congresso que aconteceu em Salvador/Bahia. Os ceuenses participaram ativamente do processo de escolha dos delegados, sendo que entre estes vários eram moradores da CEU.

* Carlos Molina nos deixou esta semana, na noite de 31 de março

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Eleições 2020: MDB pode ter recorde de candidaturas femininas em Curitiba

Com excesso de mulheres dispostas a saírem candidatas pelo MDB na eleição municipal de quatro de outubro, em Curitiba, o partido pode ter um número recorde do gênero feminino.

Anota o Blog do Tupan que as interessadas são de vários segmentos como associações de classe, empresarial, profissionais liberais, da saúde e professoras da rede pública.

As candidaturas só não vingam se a sigla, em situação confortável, não encontrar outras candidaturas masculinas para aumentar as alternativas e compensar o assédio de última hora e desistências.

A outra novidade na legenda é a volta do crescimento da candidatura à Prefeitura de Curitiba de João Arruda e o enfraquecimento da rede de apoios de Roberto Requião, até aliados dos anos 1980 já descartaram o apoio ao ex-senador.

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Sobe para dois pacientes internados e para 25 o total de confirmados com coronavírus em Foz do Iguaçu

Homem de 52 anos e mulher de 29 anos são novos infectados

Da Comunicação Social da Prefeitura

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma, na data de hoje 04/04/2020, mais dois novos casos positivos de Covid-19. Com estes resultados, sobe para 25 o número de casos confirmados da doença no município. Outros 40 casos estão em análise e 210 foram descartados.

Os novos casos tratam-se de um homem de 52 anos e uma mulher de 29 anos. O paciente está internado no Hospital Municipal Padre Germano Lauck desde o dia 27 de março. Ele foi internado com sintomas de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e permanece em isolamento.

Foram coletadas amostras para investigação de outras doenças respiratórias, incluindo a Covid-19. O paciente está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da ala COVID com uso de ventilação mecânica. A Vigilância Epidemiológica está investigando a transmissão da doença neste caso.

A mulher, de 29 anos, procurou atendimento médico no dia 30 de março, com sintomas respiratórios leves depois de retornar de uma viagem a São Paulo.

Ela foi classificada como caso suspeito, realizou a coleta para diagnóstico e foi orientada quanto aos cuidados de prevenção e isolamento domiciliar por 14 dias. A equipe da Vigilância Epidemiológica segue monitorando a paciente, que apresenta sintomas leves.

Dos 25 casos confirmados em Foz do Iguaçu, 10 já foram liberados do isolamento domiciliar, estão assintomáticos e recuperados; 13 permanecem em isolamento domiciliar e apresentam sintomas leves e 2 pacientes estão internados, um no Hospital Municipal e outro no Hospital Ministro Costa Cavalcanti.

Boletim da Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu

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Prefeitura apresenta a empresários plano de retorno gradual e monitorado do comércio de Foz do Iguaçu

Acifi debateu o planejamento de reabertura gradativa do comércio em abril

A minuta do plano de retorno gradual e monitorado do comércio foi exposta pela Prefeitura de Foz do Iguaçu à ACIFI nesse sábado, 4. A Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu havia cobrado a apresentação do planejamento no último dia 26 e nesse momento analisa a proposta coletivamente com entidades parcerias da sociedade civil.

Em linhas gerais, o plano para o segundo ciclo de contenção à covid-19 está organizado em três fases para serem implantadas em abril. Entre as medidas previstas estão a implantação do termo de responsabilidade sanitária aos estabelecimentos (para maior proteção de todos) e a reabertura monitorada e regrada de vários setores da economia local.

Coordenado pelo presidente da ACIFI, Faisal Ismail, o encontro, presencial e por teleconferência, contou com participação do prefeito Chico Brasileiro; do secretário municipal de Saúde, Nilton Bobato; da equipe técnica da saúde, Vigilância Epidemiológica e Hospital Municipal; e do promotor Luis Marcelo Mafra, que atua em saúde pública.

A proposta exposta pelo poder público prevê o cumprimento, de 6 a 12 de abril, das regras sanitárias, como adoção de equipamentos de proteção individual (EPIs), limitação de atendimento simultâneo ao público, higienização e distanciamento entre as pessoas, com reabertura gradual do comércio a partir de 13 de abril.

Faisal Ismail frisou que a entidade, já considerando o estudo exposto pelos técnicos da saúde, vai propor ajustes na proposta apresentada pela prefeitura para a reabertura do comércio a fim de minimizar os prejuízos às empresas e preservar empregos sem causar danos à saúde pública.

ACIFI também está elaborando sugestões de alteração no texto do termo de responsabilidade sanitária, bem como a ampliação do escopo do novo decreto. “É necessário definir critérios com isonomia para abranger outros segmentos para além dos relacionados na minuta inicial, sempre com a devida segurança à saúde”, completou.

Município – Chico Brasileiro, que participou por teleconferência, destacou que a proposta leva em conta as atuais condições epidemiológicas e um cenário de controle da covid-19. “O retorno gradual do comércio busca evitar aglomeração de pessoas e conter o número de casos”, disse.

Também participaram da reunião lideranças de instituições da iniciativa privada e do poder público. Juntos, todos estão trabalhando para a retomada do crescimento econômico com adoção de medidas que reaqueçam setores estratégicos atingidos pela pandemia. O encontro teve ainda a presença de vereadores e secretários municipais.

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Paraguaios são expulsos de Foz do Iguaçu ao transportarem alimentos para o país vizinho pelo Rio Paraná

Quatro toneladas de alimentos e três veículos foram apreendidos pela Polícia Federal

Cinquenta paraguaios foram deportados na manhã deste sábado (4), em Foz do Iguaçu, na região oeste do Paraná, ao tentarem levar quatro toneladas de alimentos do Brasil para o Paraguai pelo Rio Paraná, que divide os dois países. As informações são do G1 Oeste e Sudoeste.

Segundo a Polícia Federal (PF), os paraguaios foram pegos em flagrante quando descarregavam um barco com fardos de açúcar na margem do rio, em Cidade do Leste, no Paraguai. A suspeita dos policiais é de que eles estejam praticando o crime de descaminho.

O restante da carga e dos paraguaios foi encontrado no lado brasileiro.

A deportação está prevista na portaria do Ministério da Justiça que, na última quinta-feira (2), estendeu por mais trinta dias o fechamento das fronteiras do Brasil com oito países da América do Sul.

Quatro toneladas de alimentos e três veículos foram apreendidos e encaminhados para a alfândega da Receita Federal, em Foz do Iguaçu.

Foto: Divulgação/PF

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Coronavírus: Maioria dos líderes caminhoneiros apoia isolamento e discorda do presidente Bolsonaro

Manifestação dos caminhoneitos em abril de 2018. Foto: Armando Paiva/Raw Imagem/Estadão Conteúdo

Ainda que mantenha prestígio em algumas alas dos representantes dos caminhoneiros do Brasil, o presidente Jair Bolsonaro não conta com apoio de maior parte da categoria quando o assunto é a reabertura do comércio, defendida por ele, na contramão das medidas de isolamento contra o coronavírus.

Em conversas com sete representantes da classe, a coluna ouviu apoio da maioria às medidas de prevenção à covid-19, doença causada pelo novo vírus, destaca Chico Alves no UOL.

“A melhor prevenção é o isolamento”, prega Diumar Bueno, presidente da Confederação Nacional de Transportadores Autônomos (CNTA). “Não vejo dos caminhoneiros nenhum apelo para voltar o funcionamento do comércio, já que as atividades essenciais estão sendo mantidas”.

A CNTA é a principal entidade nacional da categoria. Congrega federações de todos os estados e 150 sindicatos de todo o país.

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Incêndio de campo na BR-277, na área urbana de Foz do Iguaçu. VEJA FOTOS!

Flagrantes enviados por um colaborador mostra um incêndio de campo ainda em curso na BR-277, dentro da área urbana de Foz do Iguaçu.

A área fica entre o Distrito Industrial e a trincheira de acesso ao bairro Três Lagoas.

Nas imagens, colaboradores da concessionária do trecho da rodovia tentam conter as chamas.

O colaborador do blog, que pediu para não ter a identidade revelada, disse que seguida no sentido Prainha de Três Lagoas à BR, quando observou a coluna de fumaça.

Ao cruzar na região do semáforo, percebeu que uma viatura do Corpo de Bombeiros ao lado de um hidrante.

Em breve mais informações

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Efeito Coronavírus: Educação de Foz do Iguaçu inicia a contação de histórias pela internet

Com mais de 26 mil alunos, a Rede Municipal de Ensino de Foz do Iguaçu encontrou uma solução caseira para manter contato com as crianças neste período de isolamento social.

Um projeto de contação de histórias foi ao ar nesta sexta-feira (03) no Facebook da Secretaria de Educação. As exibições acontecerão todas as segundas, quartas e sextas, sempre às 17h30.

O projeto “Nessa Escola tem História” envolve professores de todas as escolas e CMEIS. São eles (as) que contam as histórias em diferentes bibliotecas e brinquedotecas.  “Pensamos em algo que pudesse nos aproximar dos alunos, por isso elegemos as bibliotecas de algumas escolas como ambientação, para que uma professora contasse uma história”, explica a  Coordenadora Pedagógica da SMED, Juliane Antonioli.

A alternativa do projeto leva até as escolas uma equipe enxuta para fazer a gravação de cada professora. “Escolhemos escolas e CMEIs de todas as regiões da cidade, justamente para que as crianças pudessem identificar um local familiar a elas”, explicou a secretária Maria Justina da Silva. “A história vai trazer sempre algo relacionado  ao conhecimento, levando ações educativas que auxiliem na continuidade dessa proximidade da criança com a escola”.

A maioria das professoras convidadas a participar do projeto não tem experiência em transmissões em vídeo, mas conhecem bem o público. “Foi uma solução caseira, e todas toparam o desafio”, afirma Justina.

Dentro de suas redes sociais, cada escola também tem publicado uma série de atividades voltadas tanto a crianças dos CMEIs, quanto do fundamental. A disponibilização de livros digitalizados, e brincadeiras também podem ser encontradas na página da SMED.

Fundação Cultural

A contação de história também é tema para outro projeto tendo as crianças como público. Em “Eu, você e uma história”, a Fundação Cultural disponibilizará duas vezes por semana, também em sua página no Facebook, a transmissão ao vivo de histórias, permitindo interatividade on-line do público.

O projeto é desenvolvido por meio de um edital da Fundação Cultural que leva de maneira itinerante a contação a diversas escolas. “Devido ao isolamento, optamos por levar o projeto á população de outra forma”, comentou a diretora de cultura, Thaisa Praxedes.

De acordo com ela, o projeto compõem uma série de atividades de estímulo à iniciativa literária, incluindo oficinas e saraus.  “Pela internet fazemos com que mais pessoas possam ter acesso a esse conteúdo. Vamos testar essa nova forma de difusão dos conteúdos artísticos culturais e verificar a viabilidade técnica e operacional para fazer com que outras linguagens também sejam transmitidas dessa forma”.

As transmissões acontecem às terças e quintas-feiras, às 15 horas e devem iniciar na próxima semana.