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Pizzaria que virou atração em Foz reabre nesta terça com novo dinossauro na decoração

Depois de dois meses fechada devido à pandemia do Novo Coronavírus, pizzaria com temática de dinossauros volta a atender com mais uma escultura de 4 metros em exposição

Um Estegossauro de 4 metros bem no meio do salão! O dinossauro, conhecido pelas placas ósseas espalhadas nas costas, é a nova atração da Jurassic Pizza, espaço temático inaugurado há seis meses na Av. República Argentina, em Foz do Iguaçu. Depois de ficar dois meses fechada devido à pandemia da COVID-19, a pizzaria anuncia a reabertura para esta terça-feira (02), das 18h30 às 22h.A novidade na decoraçãohomenageia as crianças da cidade, impedidas de frequentar lugares públicos desde o início da quarentena.

Para compensar o fechamento temporário do espaço kids (previsto em decreto municipal), esculturas de dinossauros foram espalhadas entre as mesas, atrativo que garante o cumprimento dos protocolos de segurança e diverte as famílias.

Mudanças provisórias

Reconhecida por servir dezenas de sabores de pizzas no sistema de rodízio, a pizzaria adequou o atendimento para cardápio à la carte, provisoriamente. As opções preservam a qualidade da massa feita com farinha especial, do molho preparado com a parte nobre do tomate e do recheio feito com ingredientes de sabor singular. Estão mantidos no cardápio de bebidas drinks temáticos como o “doce-azedinho” Dino Frozen. A dança do mascote, Dino, terá apresentação única por noite, por volta das 20h.

O gerente da pizzaria, Carlos Jarquin, ressalta que o momento que todos estamos presenciando é atípico. Segundo ele, “o novo formato planejado é um convite para que os clientes vivam essa nova experiência com garantia de proteção à saúde deles e dos funcionários”. O horário de atendimento também sofrerá alterações para atender os protocolos de segurança: das 18h30 às 22h. As portas da pizzaria ficarão abertas para facilitar a circulação de ar, haverá álcool gel disponível em vários pontos, comunicados informam a obrigatoriedade do uso de máscara ao circular pelo salão e foi delimitado o distanciamento de 2 metros entre as mesas.

Pizza em casa

Durante o período de isolamento social, a Jurassic Pizza lançou o serviço de delivery. A equipe da produção usa máscaras e luvas, além de seguir todos os procedimentos internos recomendados pelas autoridades sanitárias. As pizzas são entregues com embalagem plástica para resguardar a caixa. Os clientes do delivery também recebem um mimo jurássico. Quem optou por retirar a pizza na Jurassic até o último domingo (31) recebia a pizza das mãos do mascote, Dino. O serviço de delivery funciona das 18h30 às 23h.

Um novo atrativo em Foz

Inaugurada há seis meses em Foz do Iguaçu, a Jurassic Pizza tornou-se um atrativo para moradores e turistas ao recriar elementos dos vales pré-históricos, compartilhando esse cenário com apaixonados por pizza, por sabores marcantes e pela tranquilidade de ter as crianças ao alcance dos olhos. Logo na entrada, os clientes caminham por cima da réplica do fóssil de um dinossauro encontrado no Brasil, o Macrocollum itaquii. A escultura foi feita com orientação dos pesquisadores do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia de Santa Maria (CAPPA/UFSM). No meio do salão, um Tricerátopo de 3 metros fascina crianças e adultos. Saindo da parede, a enorme cabeça de um Tiranossauro Rex virou ponto de parada entre uma pizza e outra. O bar temático integra essa atmosfera que transporta os frequentadores para milhões de anos atrás. Acostumada a proporcionar viagens ao tempo da pré-história, a Jurassic Pizza reabrirá totalmente adaptada a esse novo momento que vivemos!

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Escolas particulares sinalizam retorno às aulas neste mês

Escolas particulares podem retomar as atividades em junho. O sindicato que representa estas instituições fez o pedido à Secretaria de Saúde que inclui sugestões para o protocolo de medidas de proteção contra a Covid-19.

O Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe/PR) fez sugestões à Secretaria Estadual de Saúde e em 17 Secretarias Municipais para a elaboração de um protocolo que permita o retorno às aulas. Segundo a presidente do Sinepe, Esther Cristina Pereira, o pedido inclui uma série de medidas para garantir a proteção de estudantes, professores e funcionários, e tem como foco o retorno gradual, começando por alunos que tenham pais trabalhando em áreas consideradas essenciais, como explica a presidente.

A presidente do Sinepe considerou ainda que, além de dar suporte às famílias em que os pais estão trabalhando, o retorno deve ajudar a diminuir o impacto psicológico que o isolamento causa nos alunos.

A solicitação prevê o retorno das atividades em cursos livres a partir de 08 de junho. A data de referência para a Educação Infantil é o dia 22 de junho e, para os anos iniciais do Ensino Fundamental, dia 29 de junho.

O pedido foi protocolado nas cidades de Curitiba, Candói, Carambeí, Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Guaratuba, Marechal Cândido Rondon, Pato Branco, Palmeira, Palotina, Pinhais, Pinhão, Piraquara, Ponta Grossa, Toledo e São José dos Pinhais.

Os Planos de Retomada das Aulas podem ser acessados na página sinepe.org.br

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o pedido está sendo analisado pelo Centro de Operações de Emergência e ainda não há data para um posicionamento oficial.

O Sinepe também disponibilizou um questionário para saber como os pais avaliam o ensino remoto nestes dois meses e o que eles pensam sobre o retorno às atividades. A pesquisa está prevista para ser concluída no dia 12 de junho e vai traçar um panorama sobre como está a relação entre pais, escola e pandemia, como conta a presidente do sindicato.

Por: Rádio Cultura

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Serviços de pavimentação asfáltica seguem avançando na região norte de Foz

Em Foz do Iguaçu, os trabalhos de recuperação da malha viária executados pela Prefeitura Municipal seguem avançando em todas as regiões da cidade.

Nesta segunda-feira (25), os serviços executados pelas equipes da Usina Municipal de Asfalto se concentram no bairro KLP.

“Desde 2017 estamos trabalhando intensamente nas ações de infraestrutura da cidade que por muitos anos ficou no esquecimento do poder público. Essas são ações que além de melhorar a qualidade de vida das pessoas, traz progresso, desenvolvimento, valorização dos imóveis e também tiram muitos bairros do isolamento viário”, comentou o prefeito Chico Brasileiro.

Os trabalhos de hoje, coordenados pela Secretaria Municipal de Obras (SMOB),  acontecem na Rua Guaíra, mas nas últimas semanas dezenas de outras vias do bairro KLP também foram contempladas com os serviços de pavimentação, a exemplo das ruas Manaus, Ático Rorato e também de um trecho de calçamento da Avenida Maceió que faz a ligação com a Avenida Paraná. 

“Temos um cronograma extenso de pavimentação, porém devido à pandemia da Covid-19 muitos fornecedores enfrentaram dificuldades para entregar insumos, o que causou um pequeno atraso no cronograma, mas já estamos conseguindo normalizar a intensidade das ações e seguiremos trabalhando”, disse o secretário municipal de Obras, Cézar Furlan. 

Região norte

Nos últimos meses, a Prefeitura de Foz do Iguaçu aplicou volumosos recursos em pavimentação na região norte. Vias dos bairros Itaipu C, Cidade Nova, Porto Belo, KLP, Ipê entre outros receberam as melhorias. 
Além de atender antigas reivindicações da população, muitos desses serviços proporcionaram importantes melhorias na mobilidade urbana da região, a exemplo dos serviços realizados nas avenidas Andradina, Paraná, Maceió, Garibaldi, Fiorindo Brol e também a ponte construída na Rua Guaraqueçaba que passou a ligar as avenidas Paraná e a Tancredo Neves.

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Articulação de Hussein Bakri garante investimento de R$ 577 mil no Colégio Castelo Branco, de São Miguel do Iguaçu

Numa articulação do deputado estadual Hussein Bakri (PSD), o Colégio Estadual Castelo Branco, de São Miguel do Iguaçu, vai receber um investimento de R$ 577 mil. Nesta segunda-feira (25), foi assinada a ordem de serviço para reforma e construção da cobertura da quadra esportiva da escola, além de pequenos reparos. A obra deve durar quatro meses e vai beneficiar mais de 650 alunos.

“Essa conquista é fruto do entendimento do Governador Ratinho Junior de que educação sempre será investimento, nunca despesa. E também passa pelo trabalho duro do Secretário Renato Feder e do Presidente do Fundepar, José Maria Ferreira, de não parar o ritmo das obras mesmo em meio à pandemia, de forma a garantir uma infraestrutura ainda melhor aos nossos estudantes quando for possível retomar as aulas presenciais”, afirmou Hussein Bakri, que é Líder do Governo e Presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

A assinatura da ordem de serviço ocorreu no pátio do colégio com a presença da Chefe do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Foz do Iguaçu, Silvana Garcia André; da Diretora da escola, Anelise Carradore Lutz; do Vice-Prefeito de São Miguel do Iguaçu, Albino Bissolotti; do ex-vereador Quety; e de Luciano Scherer, assessor parlamentar da Liderança do Governo.

“Essa é uma obra aguardada por nós há bastante tempo. Sem cobertura na quadra, hoje os nossos alunos não têm um ambiente adequado para fazer as aulas de Educação Física, já que, além dos dias de chuva, o sol aqui na nossa região é muito forte. Por isso, agradecemos muito ao deputado Hussein Bakri por ter lutado e conseguido essa verba tão importante para a nossa comunidade escolar”, disse a diretora do Colégio Castelo Branco.

Já o Vice-Prefeito Albino Bissolotti destacou o momento especial vivido pelo Oeste do Paraná com a realização de uma série de obras importantes do Governo do Estado. “Eu tive a honra de construir e inaugurar esse colégio no Governo do Ney Braga. Então, é uma alegria imensa ver esse investimento se viabilizando graças à capacidade e ao entendimento do deputado Hussein Bakri. Ele foi prefeito de União da Vitória por duas vezes e conhece bem as necessidades dos municípios”, declarou.

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Polícia Civil investiga fraude à licitação de obras em unidades de saúde

Fraudes são em contratos de reforma e manutenção em unidades de saúde de Cascavel. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Uma pessoa foi presa.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu três mandados de busca e apreensão em endereços relacionados a pessoas envolvidas em fraude na fiscalização e execução de contrato de prestação de serviços de reforma e manutenção das unidades de saúde de Cascavel, no Oeste do Estado. Conforme apurado, a empresa escolhida foi contratada por aproximadamente R$ 1,4 milhão. 

Um servidor comissionado da prefeitura de Cascavel foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo. O homem atuava como fiscal de contrato. Além do revólver, em sua residência foi localizada uma cervejeira comprada pela empresa investigada, materiais de construção e de decoração pagos pela mesma empresa. 

Os demais mandados de busca foram cumpridos, de forma simultânea, nos endereços dos investigados. Computadores, celulares e documentos foram apreendidos durante o cumprimento dos mandados. Dez policiais civis participaram da operação.  

Investigações

As investigações iniciaram após requisição feita pela 7ª Promotoria do Patrimônio Público da Comarca de Cascavel. Os indícios apontavam a ocorrência de crimes relacionados a concorrência de número 15/2018 do município. 

De acordo com as diligências, a empresa em questão foi contratada para realizar serviços comuns de manutenção, reparos, adequações e melhorias nas unidades e serviços de saúde da cidade. Os problemas nas obras e reformas nas unidades de saúde foram amplamente noticiados nos órgãos de imprensa da região.  

No decorrer das investigações, a PCPR apurou possível relação de corrupção entre os proprietários da empresa e o fiscal do contrato, que teria recebido vantagens indevidas.  Ele era o responsável por atestar o serviço, em tese realizado, bem como assinar as notas fiscais para pagamento. 

Além disso, foi possível identificar que a mesma empresa foi vencedora de outras licitações junto ao município, desde 2018. Tendo recebido mais de R$ 4,3 milhões, conforme consta no Portal da Transparência de Cascavel. Estes outros contratos, também, são investigados pela PCPR em busca de irregularidades. 

A apuração da Polícia Civil também constatou indícios de que a empresa participava das licitações apresentando preços abaixo das demais concorrentes, pois já estaria acertado que a execução dos contratos não seguiria o que foi estipulado nos editais.

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Secretário da Saúde do Paraná apresenta balanço do quadrimestre na Assembleia Legislativa

Beto Preto falou sobre os investimentos em programas e ações, com destaque para as estratégias em relação à Covid-19, como o a capacidade da realização de testes e a estrutura de leitos.

O secretário de Estado da Saúde Beto Preto apresentou nesta segunda-feira (01/03) as ações e os investimentos na área, no primeiro quadrimestre de 2020, aos deputados da Comissão de Saúde Pública da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Em destaque, as informações referentes ao enfrentamento do novo coronavírus, como o aumento de casos confirmados, a capacidade da realização de testes, a estrutura de leitos e o planejamento das próximas semanas.

A audiência pública acontece a cada quatro meses na Alep, em cumprimento à Resolução nº 459/2012 do Conselho Nacional de Saúde. Pela primeira vez a reunião foi online.

“Estamos trabalhando em múltiplas frentes na gestão da saúde do Paraná. Nossa curva de casos de Covid-19 está em pleno crescimento. Passamos pela maior epidemia de dengue que o Estado já teve, estiagem, inverno chegando. Enfim, são muitos os desafios que enfrentamos”, explicou o secretário Beto Preto.

Sobre a ascendência de confirmações de Covid-19, ele reforçou que são várias as condicionantes que resultaram no aumento de casos. “Tivemos o Dia das Mães, o pagamento de aposentadorias, pagamento da segunda parcela de benefícios do Governo Federal. Aliado a isso, houve a parametrização para abertura de centros comerciais, shoppings, locais religiosos que estavam abrindo de maneira aleatória, especialmente na Capital, com as orientações publicadas. Nossa suposição é de que a movimentação aumentou e, por consequência, os casos”.

Indicadores

O diretor-geral da secretaria estadual, Nestor Werner Júnior, citou uma série de indicadores da área que constam no Plano Estadual de Saúde 2020-2023, além de programas e ações que apresentaram índices ou ampliação da capacidade. Ele destacou a mortalidade materno-infantil, citando que o ano de 2019 fechou com taxa de 42,5 por 100 mil nascidos vivos e no primeiro quadrimestre deste ano caiu para 27,2, considerando dados preliminares.

Outro indicador importante é a taxa de mortalidade infantil por mil nascidos vivos, que fechou 2019 com 10,3 e baixou para 9,2, no primeiro quadrimestre, considerando também dados preliminares.

Outros destaques mencionados pelo diretor-geral foram a ampliação das Ouvidorias do SUS para 100% dos municípios, fortalecendo o controle social do sistema, e a oferta de cursos de aperfeiçoamento, especializações e treinamentos pela Escola de Saúde Pública do Paraná. Outro serviço relevante é a doação de órgãos, em que o Paraná segue na liderança frente aos Estados do Brasil, mesmo com pandemia.

Na assistência farmacêutica, a secretaria ampliou e flexibilizou serviços desde a declaração da pandemia da Covid-19. Foram dispensados de forma antecipada, por dois ou três meses, remédios de tratamento; renovação automática de processos de medicamentos; pré-cadastro online para usuários das farmácias das regionais de saúde de Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel.

O presidente da Comissão de Saúde Pública, deputado Dr. Batista, falou sobre a percepção do trabalho da Sesa pelos colegas legisladores. “Temos uma equipe técnica espetacular e o nosso secretário é muito qualificado. Na audiência de hoje tivemos a participação de todos os deputados da comissão e de outros que fizeram questão de participar para reconhecer o trabalho da saúde”.

Investimentos

O relatório apresentado mostrou que entre janeiro e abril de 2020 a secretaria estadual da Saúde executou R$ 1,2 bilhão em Ações e Serviços Públicos de Saúde – ações, aquisição de equipamentos, custeio de leitos e unidades próprias. O valor é parte do orçamento de R$ 5,6 bilhões previsto para o ano de 2020, aprovado ano passado na Assembleia.

A Alep também repassou R$ 37 milhões para a secretaria estadual, recursos destinados ao enfrentamento à Covid-19 para custeio de leitos e aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). O secretário da Saúde explicou que os valores estão em processamento e serão executados nos próximos dias.

Dengue

O Paraná tem 237 cidades em epidemia pela dengue, de acordo com dados de 18 de maio. Entre agosto do ano passado e o último informe, são mais de 180 mil casos confirmados de dengue e 139 mortes pela doença. A secretaria repassou aproximadamente R$ 5,6 milhões para 174 das cidades que estão em situação de epidemia como reforço para assistência e vigilância.  

Hospitais regionais

Três hospitais que tiveram as obras aceleradas para atender pacientes de Covid-19 também receberam investimentos neste quadrimestre. As unidades são nas cidades de Telêmaco Borba, Ivaiporã e Guarapuava. Todos já estão iniciando os atendimentos aos pacientes com suspeita ou confirmação da doença.

“A estratégia da Sesa foi usar estruturas não temporárias para reforço ao suporte para pacientes Covid-19. Dessa forma, quando a pandemia passar, teremos regiões mais bem estruturadas do ponto de vista de atendimento à saúde”, comentou o secretário.

Coronavírus

A Secretaria de Estado da Saúde já investiu cerca de R$ 40 milhões para ações de enfrentamento da infecção causada pelo Sars-CoV-2, entre contratação de leitos, compra de equipamentos e pessoal.

De acordo com o diretor-geral da pasta, caso a pandemia dure até seis meses, o Estado pretende destinar até R$ 500 milhões para enfrentar a doença. “Vamos investir para salvar vidas, o Paraná não vai medir esforços para oferecer suporte e assistência aos pacientes”.

Presenças

Por causa da pandemia, a audiência teve o público restrito e foi realizada remotamente. Estiveram presentes ainda a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti Lopes; o diretor de Gestão em Saúde, Vinícius Filipak; a gestora do SUS na Sesa, Sandra Busnelo. Participaram remotamente os deputados Evandro Araújo, Douglas Fabrício, Michele Caputo, Márcio Pacheco, Arilson Chiorato e Ricardo Arruda.

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Campanha Junho Paraná sem Drogas terá lives durante todo o mês

Programação começa nesta segunda-feira (01/03), às 19 horas, pelas redes sociais do Conesd. Serão discutidos temas como o uso de narguilé e do cigarro eletrônico e o impacto do consumo de bebidas alcoólicas durante a pandemia.

O Governo do Estado inicia nesta segunda-feira (01/06) a campanha Junho Paraná sem Drogas, que dedica o mês às ações de conscientização, prevenção e tratamento ao uso de substâncias químicas e drogas. Neste ano, as atividades acontecerão de maneiras diferentes das edições anteriores devido à pandemia da Covid-19.

A campanha é da Secretaria de Estado da Segurança Pública, por meio do Conselho Estadual de Políticas Públicas sobre drogas do Paraná (Conesd), juntamente com o Núcleo Estadual de Política Sobre Drogas.

Durante o mês, 21 lives abordarão temas como prevenção e repressão às drogas no Brasil, o uso de narguilé e do cigarro eletrônico, o impacto do consumo de bebidas alcoólicas durante a pandemia, a inteligência policial no combate ao narcotráfico, entre muitos outros.  Os assuntos serão debatidos entre especialistas de políticas sobre droga, com transmissão pelas redes sociais do Conesd.   

“Diariamente, trabalhamos no combate ao tráfico de drogas, um mal que assola principalmente nossos jovens. Concomitante a isso, temos setores da Segurança Pública, como o Conesd e projetos das polícias, que atuam na prevenção do uso e propagação das drogas em nosso estado”, destacou o secretário da Segurança Pública do Paraná, Romulo Marinho Soares.

De acordo com o delegado e presidente do Conselho Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas do Paraná, Renato Figueiroa, o foco do Junho Paraná sem Drogas neste ano será o fortalecimento das redes familiares e comunitárias, em debates online com especialistas no assunto.

“Nossa responsabilidade se multiplica, uma vez que o isolamento social imposto agrava ainda mais a situação dos dependentes químicos, os quais sofrem com a ansiedade, a angústia e a depressão”, explicou Figueiroa.

Ele convida os paranaenses a assistir às lives que serão transmitidas pelas páginas oficiais do Conesd nas redes sociais: Facebook  e Instagram.

CONESD

Além das polícias Militar e Civil e do Departamento Penitenciário do Paraná, também compõem o Conselho Estadual de Políticas Públicas (Conesd) a secretaria estadual da Educação e do Esporte, a Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho, a secretaria estadual da Saúde, Ministério Público e o Núcleo Estadual de Políticas sobre Drogas.

Clique AQUI para acompanhar a programação completa.

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Soldado Fruet propõe construção de seis colégios em Foz do Iguaçu e região

O deputado Soldado Fruet (PROS) protocolou cinco emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Estado para o exercício de 2021, que será analisada pela Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP). Três delas reforçam dotações orçamentárias para a educação – incluindo a construção de seis colégios – e duas para a saúde. “Fui eleito para trabalhar pelo povo paranaense e, por isso, propus a destinação de recursos para investimentos em novas obras e também para melhorias que garantam a ampliação do atendimento de serviços do Estado para a população em geral e para o funcionalismo”, explica o parlamentar.

Educação

Uma das emendas prevê a construção de quatro escolas estaduais em Foz do Iguaçu e região, para aumentar a oferta de vagas na Região Oeste. Outra proposta é a construção de um colégio militar em Medianeira. “Devido ao sucesso da experiência do Colégio da Polícia Militar de Foz do Iguaçu, que trabalha valores como disciplina e hierarquia, reivindiquei a expansão deste modelo de ensino para mais jovens da nossa região”, aponta o Soldado Fruet.

O deputado formalizou ainda o pedido para construção de um colégio agrícola em Itaipulândia, para atender também os municípios vizinhos, e a implementação de cursos técnicos agrícolas no CEEP de Medianeira, que já está em construção. “O intuito é ampliar as possibilidades de qualificação da nossa população”, destaca o líder do PROS.

Saúde

Em mais uma iniciativa de seu mandato voltada ao funcionalismo, o Soldado Fruet solicitou o aumento do valor repassado pelo Governo do Paraná para a gestão do SAS, o Sistema de Assistência à Saúde dos servidores estaduais e seus dependentes. Outra emenda do deputado reforça recursos financeiros para ampliar o número de cirurgias eletivas no Oeste do Estado. “Saúde não pode ser prioridade apenas em discursos, precisamos de ações práticas que atendam às demandas da área, acabando com as filas de espera e demora nos atendimentos especializados e melhorando a qualidade do serviço prestado a todos os paranaenses”, conclui o deputado.

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Projeto prevê permissão a pequenos produtores nas Ceasas do Paraná

A Assembleia Legislativa deve votar na próxima segunda-feira, 8, o projeto de lei que dispõe sobre a organização e funcionamento dos mercados de produtos alimentares geridos pela Ceasa do Paraná.

“Além de definir critérios na autorização e permissão do uso dos boxes e lojas, a proposta também prevê que pequenos produtores possam locar os espaços ou se organizarem em associações e cooperativas para comercializar seus produtos nas centrais de abastecimento”, disse o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), um dos autores do projeto, assinado ainda pelos deputados Alexandre Curi (PSB), Ademar Traiano (PSDB), Hussein Bakri (PSD) e Delegado Francischini (PSL).

O projeto já está na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) com parecer favorável do relator, deputado Paulo Litro, mas com pedido de vistas do deputado Tadeu Veneri (PT). A proposta deve ser votada em primeira discussão pelos deputados.

São seis unidades da Ceasa no Paraná: Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu. Pelo projeto poderão exercer atividade mercantil na Ceasa pessoas físicas e jurídicas. No caso das empresas, a permissão será através de licitação num prazo de 25 anos com renumeração de uso. Para a pessoa física, a autorização, também renumerada, será feita por meio de termo de autorização de uso, desde que comprovada a condição de produtor rural individual, num prazo de um a cinco anos.

“É permitido aos produtores rurais individuais organizarem-se em: associação, cooperativa ou grupo, ainda que informal, limitado a seis produtores rurais”, diz o parágrafo 4º do artigo 11 do projeto lei.

A modalidade de vendas nos boxes serão feitas preferencialmente no atacado, podendo as centrais admitir a modalidade varejo em dias, áreas e locais predeterminados. A Ceasa poderá outorgar autorização na modalidade eventual, na qual a pessoa física poderá utilizar os espaços por três vezes por semana, exceto os pequenos produtores de folhagens, que admite-se o uso até quatro vezes por semana. Nesses casos, desnecessário licitação.

O projeto de lei ainda regula a remuneração dos espaços, os deveres e obrigações dos locatários, a forma de fiscalização, as infrações e as sanções impostas em caso de descumprimento das regras, entre outros aspectos.

Leia a seguir a íntegra do projeto.

PROJETO DE LEI

Dispõe sobre a organização e o funcionamento dos mercados de produtos alimentares geridos pela Centrais de Abastecimento do Paraná S.A., e dá outras providências.

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º A organização e o funcionamento dos mercados de produtos alimentares geridos pela Centrais de Abastecimento do Paraná S.A. – CEASA/PR regulam-se por esta Lei e pelo respectivo Regulamento de Mercado.

Parágrafo Único. Ao Regulamento de Mercado, aprovado pelo Conselho Administrativo da CEASA/PR, cabe suplementar as disposições desta Lei, com base nas normas e nos parâmetros por ela estabelecidos.

Art. 2º Para efeito desta Lei, considera-se mercado de produtos alimentares o espaço físico destinado pela CEASA/PR para o exercício da atividade mercantil.

Parágrafo Único. Compete à CEASA/PR definir ou autorizar os produtos que podem ser comercializados nos mercados por ela administrados.

Art. 3º Podem exercer atividade mercantil no mercado de produtos alimentares:

I – pessoas jurídicas, mediante permissão remunerada de uso;

II – pessoas físicas, mediante autorização remunerada de uso.

Parágrafo único.A modalidade de vendas preferencial no âmbito dos mercados de produtos alimentares será o atacado, podendo a CEASA/PR admitir o sistema de vendas na modalidade varejo em dias, áreas e locais predeterminados.

CAPÍTULO II

DA PERMISSÃO REMUNERADA DE USO

Art. 4º A utilização de espaço e a prática de atividade mercantil nos mercados de produtos alimentares por pessoa jurídica será admitida, na forma desta Lei, mediante permissão remunerada de uso, a qual deverá ser precedida de processo licitatório público, a ser realizado pela CEASA/PR.

§1º A permissão remunerada de uso é formalizada por meio de termo específico, denominado de Termo de Permissão de Uso – TPRU do qual constem o objeto, as obrigações e direitos de ambas as partes envolvidas, a vigência, o valor a ser pago mensalmente, a forma de atualização e revisão deste valor e os demais elementos necessários à sua efetivação.

§2º O Termo de Permissão Remunerada de Uso – TPRU é pessoal, sendo vedada a locação, a cessão ou a alienação, no todo ou em parte, do objeto.

§3º É de vinte e cinco anos o prazo da permissão remunerada de uso, observadas as demais condições previstas nesta Lei e em seu regulamento.

Art. 5º Não pode concorrer aos espaços de que trata o art. 4º pessoa jurídica cujo sócio administrador seja:

I – empregado ou servidor que preste serviços à CEASA/PR ou ao órgão do Poder Executivo do Estado do Paraná à qual a CEASA/PR estiver vinculada;

II – pessoa que esteja legalmente impedida de exercer o comércio ou a atividade de empresário.

III – pessoa que esteja com inadimplências junto a qualquer Poder Municipal ou Estadual da Federação, ou junto à União.

Art. 6º As alterações societárias na pessoa jurídica do permissionário devem ser comunicadas à CEASA/PR, na forma definida pelo Regulamento de Mercado ou por ato normativo da CEASA/PR.

Art. 7º As benfeitorias e as adaptações necessárias ao uso do espaço objeto do TPRU são de exclusiva responsabilidade do permissionário, dependem de prévia anuência e autorização da CEASA/PR e, uma vez realizadas, incorporam-se ao espaço objeto da permissão, sendo vedada a póstuma indenização dos valores gastos com sua realização.

Art. 8º A permissão remunerada de uso extingue-se nos seguintes casos:

I – término de sua vigência ou de outra condição previamente estipulada;

II – desistência do permissionário ou encerramento de sua atividade;

III – suspensão voluntária da atividade, sem prévia anuência da CEASA/PR, na forma do regulamento de mercado;

IV – retomada compulsória do espaço, motivada por interesse público relevante, previamente justificada pela CEASA/PR;

V – cassação do termo de permissão pela CEASA/PR ou por determinação judicial;

VI – cassação da licença de funcionamento pela autoridade competente.

§1º A extinção da permissão remunerada de uso não enseja qualquer indenização ao permissionário pela CEASA/PR, salvo, na hipótese do inciso IV, se a extinção ocorrer na vigência original do TPRU e antes de decorrida metade do prazo por ele estipulado.

§2º A eventual indenização prevista no §1º restringe-se às benfeitorias úteis e necessárias e é proporcional ao prazo restante de fruição da permissão.

§3º Extinta a permissão, o permissionário deve devolver o espaço objeto do TPRU nas mesmas condições em que o recebeu.

Art. 9º Ao extinguir-se a permissão, o espaço deverá ser licitado.

Art.10 As disposições deste Capítulo aplicam-se, no que couber, aos espaços para comercialização no varejo.

CAPÍTULO III

DA AUTORIZAÇÃO REMUNERADA DE USO

Art. 11A utilização de espaço e a prática de atividade mercantil nos mercados de produtos alimentares por pessoa física é admitida, desde que comprovada a condição de produtor rural individual ou suas organizações, mediante autorização remunerada de uso, na forma desta Lei, a ser realizado pela CEASA/PR.

§1º A autorização remunerada de uso é formalizada por meio de termo específico, denominado de Termo de Autorização de Uso – TARU, do qual constem o objeto, as obrigações e direitos de ambas as partes envolvidas, a vigência, o valor a ser pago mensalmente, a forma de atualização e revisão deste valor e os demais elementos necessários à sua efetivação.

§2º O Termo de Autorização Remunerada de Uso – TARU é pessoal, sendo vedada a locação, a cessão ou a alienação, no todo ou em parte, do objeto.

§3º Os requisitos e documentos necessários para a comprovação do status de produtor rural individual serão definidos no Regulamento de Mercado.

§4º Para obterem a autorização de que trata o caput deste artigo, é admitido aos produtores rurais individuais, mediante comunicação formal à CEASA/PR, organizarem-se em:

I – associação;

II – cooperativa;

III – grupo, ainda que de forma informal, limitado ao número máximo de seis produtores rurais.

§5º O prazo da autorização remunerada de uso, a ser definido pelo CEASA/PR para cada outorga de autorização, poderá ser de 1 (um) a 5 (cinco) anos, observadas as demais condições previstas nesta Lei e em seu regulamento.

Art. 12 Não pode concorrer aos espaços de que trata o art. 11º pessoa física que seja:

I – empregado ou servidor que preste serviços à CEASA/PR ou ao órgão do Poder Executivo do Estado do Paraná à qual a CEASA/PR estiver vinculada;

II – pessoa que esteja legalmente impedida de exercer o comércio ou a atividade de empresário.

III – pessoa que esteja com inadimplências junto a qualquer Poder Municipal ou Estadual da Federação, ou junto à União.

IV – pessoa que tenha qualquer vinculo com empresas que atuam no comércio atacadista de horitifrutigranjeiros.

Art. 13 As benfeitorias e as adaptações necessárias ao uso do espaço objeto do TARU são de exclusiva responsabilidade do autorizatário, dependem de prévia anuência e autorização da CEASA/PR e, uma vez realizadas, incorporam-se ao espaço objeto da permissão, sendo vedada a póstuma indenização dos valores gastos com sua realização.

Art. 14 A autorização remunerada de uso extingue-se nos seguintes casos:

I – término de sua vigência ou de outra condição previamente estipulada;

II – desistência do autorizatário ou encerramento de sua atividade;

III – suspensão voluntária da atividade, sem prévia anuência da CEASA/PR, na forma do Regulamento de Mercado;

IV – retomada compulsória do espaço, motivada por interesse público relevante, previamente justificada pela CEASA/PR;

V – cassação do termo de autorização pela CEASA/PR ou por determinação judicial;

VI – identificação de fraude cadastral ou comercialização de produtos de fora do Estado do Paraná;

§1º A extinção da autorização remunerada de uso não enseja qualquer indenização ao autorizatário pela CEASA/PR, salvo, na hipótese do inciso IV, se a extinção ocorrer na vigência original do TARU e antes de decorrido metade do prazo por ele estipulado.

§2º A eventual indenização prevista no §1º restringe-se às benfeitorias úteis e necessárias e é proporcional ao prazo restante de fruição da autorização.

§3º Extinta a autorização, o autorizatário deve devolver o espaço objeto do TARU nas mesmas condições em que o recebeu.

Art. 15 Extinta a autorização, o espaço previamente ocupado pelo autorizatário deverá ser ocupado por novo interessado.

Art. 16A CEASA/PR poderá excepcionalmente outorgar, caso necessário, observado o disposto por esta Lei e por este Capítulo, autorização remunerada de uso na modalidade eventual, na qual o autorizatário poderá utilizar os espaços dos mercados de produtos alimentares e neles exercer atividade mercantil de forma eventual e precária, no limite máximo de 3 (três) dias por semana, excepionalizando a pequenos produtores de culturas denominadas folhosas, admitindo a esses o uso de até 4 vezes por semana.

Parágrafo único.Fica eximida da realização de licitação pública a outorga de autorização remunerada de uso na forma prevista pelo caput deste artigo.

Art.17 As disposições deste Capítulo aplicam-se, no que couber, aos espaços para comercialização no varejo.

§1º A autorização é a título precário, pessoal e intransferível.

§2º A critério da CEASA/PR, a autorização remunerada de uso na forma prevista pelo Art. 16 desta Lei poderá ser renovada, sem necessidade de realização de processo licitatório, mediante apresentação de documentação necessária para renovação do cadastro de pessoa física que conste no Regulamento de Mercado.

CAPÍTULO IV

DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO

Art. 18. Compete à CEASA/PR:

I – proceder à organização do mercado de produtos alimentares, nas modalidades de atacado e de varejo, de que trata esta Lei;

II – estabelecer dias e horários de funcionamento e abastecimento do mercado;

III – organizar e manter atualizado o cadastro dos permissionários e dos autorizatários;

IV – supervisionar e fiscalizar a organização, o funcionamento e as instalações do mercado, bem como o cumprimento de suas finalidades;

V – cobrar, acompanhar e fiscalizar:

a) o pagamento dos valores referentes à permissão ou à autorização e ao rateio devidos pelos permissionários e autorizatários;

b) o cumprimento das normas relativas a posturas, segurança pública, limpeza urbana, vigilância sanitária e demais normas estabelecidas em legislação própria;

VI – aplicar sanções pelo descumprimento de normas ou condições estabelecidas em lei, no regulamento do mercado, no edital de licitação ou no TPRU;

VII – elaborar o Regulamento de Mercado;

VIII – zelar pelo cumprimento do regulamento do mercado e da legislação pertinente.

CAPÍTULO V

DA REMUNERAÇÃO

Art. 19. O valor da permissão ou da autorização é pago mensalmente, na forma definida pela CEASA/PR.

Parágrafo único. O valor de que trata este artigo pode ser diferenciado entre os permissionários ou autorizatários em razão de política de fomento promovida pelo Poder Público do Estado do Paraná ou de programa de incentivo a atividades rurais, devidamente aprovadas no Conselho de Administração da CEASA/PR.

Art. 20. A receita proveniente da ocupação dos espaços deve garantir a sustentabilidade financeira da CEASA/PR.

Parágrafo único. O valor da permissão ou da autorização deve ser atualizado anualmente, utilizando o índice geral de preços do mercado (IGP-M), em fevereiro de cada ano, e revisto a cada cinco anos.

Art. 21. As despesas ordinárias e extraordinárias necessárias a rotina das unidades da CEASA/PR e sua administração. serão ressarcidas pelos permissionários, mediante rateio proporcional à área útil ocupada.

Parágrafo único. São da responsabilidade de cada permissionário ou autorizatário a manutenção, a conservação e a limpeza da área de uso individual.

CAPÍTULO VI

DOS DEVERES E DAS PROIBIÇÕES

Art. 22. Além do disposto no Regulamento de Mercado e na legislação pertinente em vigor, são deveres do permissionário e do autorizatário:

I – trabalhar no mercado apenas com materiais e produtos previstos no termo de permissão ou autorização de uso;

II – manter os equipamentos e o espaço em bom estado de higiene, conservação e limpeza;

III – manter exposto o preço do produto;

IV – manter registro da procedência dos produtos comercializados;

V – manter balança aferida e nivelada;

VI – respeitar o local destinado ou demarcado para a comercialização ou exposição de seus produtos;

VII – respeitar e cumprir o horário de funcionamento do mercado;

VIII – respeitar as normas de vigilância sanitária e as demais normas expedidas pela CEASA/PR.;

IX – colaborar com a fiscalização da CEASA/PR. e demais órgãos e entidades, prestando as informações solicitadas e apresentando os documentos pertinentes à atividade;

X – usar o uniforme estabelecido pelo órgão ou entidade competente nas atividades que envolvam a manipulação de alimentos, produtos perecíveis e agropecuários;

XI – tratar com civilidade o cliente e o público em geral;

XII – acondicionar o lixo em recipiente adequado, para recolhimento ao término do mercado;

XIII – apresentar os documentos exigidos sempre que solicitados pela CEASA/PR.;

XIV – manter os dados cadastrais atualizados junto à CEASA/PR.;

XV – pagar valores, tarifas e rateios que lhe couberem;

XVI – recolher tributos e cumprir demais encargos no prazo e nas condições fixados na lei;

XVII – manter-se regular com as obrigações tributárias, trabalhistas e perante a Seguridade Social e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço;

Parágrafo único – Ao permissionário ou ao autorizatário, fica expressamente proibida a comercialização de produtos vedados pelo TPRU, TARU ou pelo Regulamento de Mercado.

Art. 23. Sem prejuízo de outras vedações definidas no Regulamento de Mercado, ao permissionário ou ao autorizatário é proibido:

I – descarregar mercadoria fora do horário permitido;

II – colocar ou expor mercadoria fora dos limites da área demarcada, boxe ou loja;

III – vender produtos fora do grupo previsto no TPRU ou no TARU;

IV – vender gêneros alimentícios impróprios para o consumo, deteriorados ou condenados pelo serviço de fiscalização sanitária ou, ainda, com peso ou medida irreal;

V – fornecer a terceiros não autorizados mercadorias para venda ou revenda no âmbito do mercado;

VI – fazer uso de passeio, arborização, mobiliário urbano, fachada ou qualquer outra área da CEASA/PR. para exposição, depósito ou estocagem de mercadoria ou vasilhame;

VII – usar jornais, papéis usados ou quaisquer outros que contenham substâncias químicas prejudiciais à saúde para embalagem de mercadorias;

VIII – lançar, na área do mercado ou em qualquer outra da CEASA/PR. e de suas adjacências, detrito, gordura, água servida ou lixo de qualquer natureza;

IX – utilizar qualquer tipo de aparelho ou equipamento de som, bem como executar música ao vivo nas áreas do mercado;

X – desacatar servidores da Administração Pública no exercício de suas atribuições ou em razão delas;

XI – portar arma, qualquer que seja a espécie;

XII – praticar jogos de azar no recinto do mercado;

XIII – exercer atividade no mercado em estado de embriaguez ou sob efeito de drogas ilícitas;

XIV – deixar de exibir a documentação exigida para o exercício de sua atividade, quando solicitado pela fiscalização;

XV – deixar de atender solicitação ou determinação da fiscalização;

XVI – deixar de cumprir as normas estabelecidas nesta Lei, na legislação aplicável, no regulamento de mercado, no TPRU ou no TARU.

CAPÍTULO VII

DA FISCALIZAÇÃO

Art. 24. A fiscalização e a regulamentação do uso do espaço público no mercado são exercidas pela CEASA/PR. com base no Regulamento de Mercado e no disposto pelo TPRU e pelo TARU.

CAPÍTULO VIII

DAS INFRAÇÕES E DAS SANÇÕES

Art. 25. Constitui infração o descumprimento pelo permissionário ou pelo autorizatário:

I – de qualquer norma desta Lei ou de outras aplicáveis às atividades por ele exercidas;

II – das disposições fixadas no regulamento do mercado;

III – das cláusulas do TPRU ou do TARU;.

Parágrafo único. A infração de que trata este artigo prescreve no prazo de cinco anos, contado da data de sua ocorrência.

Art. 26. Responde solidariamente com o infrator aquele que concorrer para a prática da infração ou dela se beneficiar.

Art. 27. As infrações de que trata esta Lei são apuradas, por comissão constituída por Servidores da CEASA/PR., nomeados pela Diretoria da empresa, em processo disciplinar, observados o contraditório e a ampla defesa.

§1º. A instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição prevista no art. 19, parágrafo único.

§2ºA Diretoria da CEASA/PR poderá criar ato normativo dispondo sobre atos e procedimento relativos ao processo disciplinar tratado pelo caput deste artigo.

Art. 28. As sanções são aplicadas segundo a gravidade da infração e podem ser:

I – advertência, por escrito;

II – multa;

III – suspensão da atividade;

IV – apreensão do produto ou do equipamento;

V – cassação da permissão ou da autorização.

§1º. A aplicação de qualquer sanção prevista nesta Lei não exime o infrator de:

I – reparar o dano;

II – sanar a irregularidade constatada.

§2º. A aplicação das sanções previstas nos incisos III; IV e V do caput por motivo de infração cometida pelo permissionário ou autorizatário,devidamente apurada em processo disciplinar, eximirá a CEASA/PR do pagamento de qualquer tipo de indenização por perdas e danos.

Art. 29. A advertência é aplicada ao permissionário ou ao autorizatário cuja infração a qualquer dispositivo constante desta Lei não importe sanção mais grave.

Art. 30. A multa terá valores regulados pela CEASA/PR., e os valores das multas serão aprovados pela Diretoria da empresa.

§ 1º A multa é aplicada:

I – em caso de descumprimento de qualquer dos deveres ou proibições previstos nesta Lei;

II – em caso de três advertências aplicadas no período de um ano.

§ 2º A multa pode ser aplicada juntamente às demais penalidades.

Art. 31. A suspensão da atividade não pode ser superior a trinta dias e é aplicada ao permissionário ou ao autorizatário que tiver sido advertido por três vezes no prazo de seis meses.

Art. 32. A apreensão de produto ou de equipamento pode ser cautelar ou definitiva e ocorre nas hipóteses de risco ao interesse público ou quando descumpridas as cláusulas do TPRU ou do TARU.

Parágrafo único. O produto ou o equipamento apreendido será encaminhado ao Programa Banco de Alimentos para doação a entidade beneficente previamente cadastrada no programa.

Art. 33. A cassação da permissão ou da autorização é aplicada:

I – ao permissionário que tiver sido suspenso por três vezes no período de um ano;

II – no caso de locação, cessão ou alienação do objeto, no todo ou em parte, da TPRU ou do TARU.

Parágrafo único. A cassação da permissão ou da autorização inabilita o infrator, pelo prazo de cinco anos, a obter nova permissão ou autorização para ocupar espaço no mercado da CEASA/PR.

Art. 34. As sanções serão aplicadas pelo Diretor-Presidente do CEASA/PR, ou por quem ele delegar.

Art. 35. Cabe pedido de reconsideração da decisão no prazo de quinze dias.

Parágrafo único. O pedido de reconsideração é decidido por uma comissão nomeada pelo Diretor-Presidente da CEASA/PR.

CAPÍTULO IX

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 36. Fica a CEASA/PR., autorizada a firmar contratos de gestão compartilhada com as entidades representativas de permissionários ou devidamente constituídas e sediadas nas unidades da CEASA/PR., cabendo à Diretoria da CEASA/PR. fiscalizar e regular os serviços prestados, podendo ser revogado o contrato, a qualquer momento, se existir descumprimento ou baixa qualidade de serviços prestados.

Parágrafo Único. A entidade representativa fará prestação de contas mensais à CEASA/PR., que em decisão conjunta, irá definir o destino de possíveis saldos de recursos financeiros obtidos na gestão do condomínio, sendo obrigatório, o investimento dos recursos em benfeitorias nas unidades da CEASA/PR.

Art. 37. Poderá exercer o serviço de aluguel de carrinhos para movimentação de mercadorias, exclusivamente, entidades sem fins lucrativos, que tenham celebrado Termo de Cooperação Técnica com a CEASA/PR. Oferecendo serviços aos Produtores Rurais, como assistência previdenciária, contábil, jurídico, etc.

Art. 38A Diretoria da CEASA/PR promoverá durante o exercício de 2020 (dois mil e vinte) processo de recadastramento de todos os permissionários e autorizatários, que estiverem, na data do lançamento do edital do processo de recadastramento para empresas regulares com suas informações cadastrais junto a CEASA/PR, considerando o Termo de Permissão Remunerada de Uso atual.

Art. 39. Fica assegurada a emissão de TPRU, sem necessidade de realização de novo processo licitatório, com prazo estabelecido de 10 (dez) anos, aos ocupantes das áreas permanentes da CEASA/PR que tenham concluído, até o dia 31/12/2020 o processo de recadastramento promovido pela Diretoria da empresa e que comprovem os requisitos abaixo elencados:

I – atuação nas centrais de abastecimento e mercados da CEASA/PR;

II – sua regularidade fiscal com o Estado do Paraná, a Seguridade Social e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço;

III – inexistência de débitos inadimplidos perante a Justiça do Trabalho;

IV – inexistência de débito financeiros e divergências cadastrais junto à CEASA/PR, ressalvados aqueles com exigibilidade suspensa.

§1º O ocupante de que trata este artigo deve requerer a regularização da sua atividade no prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data de publicação desta Lei.

§2º Ocorrendo a necessidade de diligências, a CEASA/PR deve abrir prazo de 60 (sessenta) dias para serem cumpridas pelo requerente de que trata o §1º.

§3º O ocupante que não atender ao disposto neste artigo perde o direito ao espaço ocupado.

Art. 40. Os espaços desocupados, ou não regulares cadastralmente, na data de publicação desta Lei devem ser, conforme o caso, objeto de licitação para permissão de uso ou outorga para autorização de uso.

§1º. Serão observados o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada.

§2º. O processo licitatório previsto no caput deste artigo, no caput do art. 4º e no caput do art. 11 desta Lei deverão ser realizados pela CEASA/PR preferencialmente na modalidade concorrência pública.

Art.41 Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Estadual, Geral, Turismo,

Festival das Cataratas terá atenção redobrada com responsabilidade sanitária

Confirmado para os dias 9, 10 e 11 de setembro, em Foz do Iguaçu (PR), o Festival das Cataratas – um dos maiores eventos do turismo nacional – neste ano terá um novo desafio. Além da responsabilidade social e ambiental, preocupações recorrentes, a responsabilidade sanitária vai ter a atenção redobrada por parte dos organizadores a fim de garantir o bem-estar e a segurança dos participantes e expositores.

O tema foi levantado pelo idealizador do Festival das Cataratas, Paulo Angeli, durante uma live sobre a retomada do turismo transmitida na tarde desta segunda-feira (1º). “O evento vai ter que ser inovador pelo momento em que estamos vivendo, e terá a responsabilidade de reabrir, com segurança, a temporada de grandes eventos do turismo”, disse.

A conversa foi mediada pelo jornalista Carlos Gruber e também contou com a participação do presidente da Embratur, Gilson Machado, e do vice-governador do Paraná, Darci Piana. Machado apontou o Turismo Interno e o Turismo de Aventura como apostas para a retomada do setor: “Vamos estimular o turismo interno, o grande diferencial do Brasil em relação aos outros países, e as atrações ao ar livre”.

Já Darci Piana ressaltou que o turismo vai ter grande importância na retomada econômica no Estado. Ele citou o Turismo Rodoviário como uma saída momentânea. “O turismo rodoviário sempre foi forte e vai mais uma vez salvar a pátria. Estamos jogando muitas fichas nisso para movimentar principalmente as pequenas regiões. Mostrar que é possível gastar pouco para aproveitar as férias”, completou.

Paulo Angeli também relembrou que para o próximo dia 10 de junho, data de aniversário de Foz do Iguaçu, está marcada a abertura de alguns atrativos e da rede hoteleira, atendendo todos os protocolos sanitários, tornando o Destino Iguaçu um dos mais seguros para o turista.

15º Festival das Cataratas
Dias: 9, 10 e 11 de setembro
Local: Rafain Palace Hotel & Convention
Foz do Iguaçu – PR – BR
045 3029 6603 / 99975 2402