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Itaipu Binacional rescinde R$ 42 milhões em convênios sem aderência a sua missão. Recursos serão realocados

Convênio com a FGV, instituição que promove hoje evento em Lisboa, foi um dos atingidos pelas medidas de austeridade

Há pouco menos de dois meses no cargo, o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, conseguiu, só num primeiro mapeamento, reduzir drasticamente os gastos em convênios considerados sem aderência à missão de Itaipu. A rescisão soma mais de R$ 42 milhões. Toda essa economia será aproveitada em obras estruturantes e em outras parcerias com impactos sociais mensuráveis. Nenhuma das medidas afeta a região Oeste do Paraná, área de influência da empresa.

O bom emprego dos recursos públicos e sua realocação em ações que deixem legado foi uma das primeiras medidas adotadas pelo diretor desde sua posse, no dia 26 de fevereiro.

Silva e Luna determinou a reavaliação de diversos convênios. Os que foram considerados fora dos rigorosos padrões estabelecidos pela nova diretoria foram cancelados.

Um dos primeiros exemplos foi o corte do repasse de verbas para o convênio com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que promove o VII Fórum Jurídico de Lisboa, de 22 a 24 de abril, em Portugal.

O convênio foi assinado em novembro do ano passado. No mês seguinte, foram repassados para a fundação R$ 2.492.375. A partir de fevereiro, com a posse do diretor, o convênio foi analisado e, por não ser considerado aderente à missão de Itaipu, foi determinado seu cancelamento.

Por determinação do diretor-geral brasileiro, Itaipu permanecerá revisando todos seus contratos, convênios e patrocínios a fim de adequá-los à política de austeridade adotada desde que assumiu o cargo, seguindo diretrizes do governo do presidente Jair Messias Bolsonaro.

“Sou favorável a convênios que deixem legado para a sociedade, como obras estruturantes ou que gerem um impacto social mensurável, e não em ‘coisas que no dia seguinte terminam’.”, diz Silva e Luna.

Todas as medidas têm como premissa respeitar os bons preceitos da administração pública: legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência, conforme previsto no Artigo 37 da Constituição Federal. “Os convênios e patrocínios que não se enquadrarem à nova política de austeridade serão suspensos”, finaliza o general.

A reavaliação das prioridades nos gastos de Itaipu, determinada por Silva e Luna, tem como objetivos básicos: não onerar o custo da energia elétrica, em respeito ao consumidor brasileiro; investir na atualização tecnológica da usina; e dispor de recursos para dar início à construção da segunda ponte entre Brasil e Paraguai, prevista para começar ainda no primeiro semestre deste ano.

Foto: Nilton Rolin/Itaipu Binacional

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Movimento de turistas na Itaipu sobe 17,5% no feriado de Páscoa

Nos três dias do feriadão, o Complexo Turístico Itaipu (CTI) recebeu 8.905 visitantes

O feriado prolongado da Páscoa, de 19 a 21 de abril, levou 8.905 visitantes aos atrativos do Complexo Turístico Itaipu (CTI), na margem brasileira da usina, instalada em Foz do Iguaçu (PR). O número é 17,45% superior ao do mesmo feriado no ano passado e superou as expectativas do CTI, que previa um aumento de 5% em relação a 2018.

O passeio que mais atraiu visitantes à usina foi a Itaipu Panorâmica, com 5.424 pessoas, ante 4.905 registradas no ano anterior – um aumento de 10,6%. A Sexta-feira Santa foi o dia mais movimentado, com um público total de 3.496 visitantes. Os três dias apresentaram aumento no número de turistas, em relação a 2018, quando passaram pela usina 7.582 pessoas.

Proporcionalmente, no entanto, o passeio que teve maior aumento na visitação foi o Ecomuseu. No ano passado, o atrativo recebeu 872 visitantes; neste ano, o acumulado foi de 1.238, salto de 42%.

Os dados consideram apenas as visitas turísticas recebidas pelo lado brasileiro de Itaipu e não contabilizam também as visitas institucionais do período.

Ações

Para receber o público, o Complexo Turístico Itaipu organizou uma programação especial para o feriado, com ampliação dos horários de atendimento. O passeio Itaipu Panorâmica teve saídas a cada 15 minutos durante os três dias – a primeira às 8h30 e a última às 17h.

Mais informações, reservas e compras de ingresso antecipadas pelo site www.turismoitaipu.com.br.

Foto: Caio Coronel

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Parcerias com municípios lindeiros alinhadas à missão de Itaipu serão mantidas

O compromisso foi reforçado pelo diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, ao presidente do Conselho dos Lindeiros

O diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, reuniu-se nesta quarta-feira (17) com o prefeito de Pato Bragado, Leomar Rohden, presidente do Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, e com a prefeita de Mercedes, Cleci Loffi, que ocupava a pasta até o mês passado. O encontro aconteceu no Centro Executivo, em Foz do Iguaçu. Foi a terceira reunião do diretor com importantes interlocutores da binacional na região.

Dentro de uma política de portas abertas com os parceiros estratégicos, Silva e Luna já manteve diálogo com o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro; com o presidente da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop, área de abrangência ampliada de Itaipu, com 54 cidades) e prefeito de Jesuítas (PR), Aparecido José Weiller Júnior; e com o reitor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Gustavo Vieira.

Na terça-feira (16), o diretor fez um sobrevoo na região para conhecer mais de perto as ações socioambientais de Itaipu. “Os lindeiros são uma espécie de fiscais e guardiões do nosso reservatório”, disse o general.

Na pauta com o conselho foram abordados diversos temas, como as parcerias mantidas com a binacional (convênios e contratos), responsáveis por um forte impulsionamento da riqueza na região vizinha ao reservatório. Uma das principais fontes de receita dos lindeiros – 16 municípios no total – vem dos royalties pagos por Itaipu.

Fazem parte da entidade as cidades paranaenses de Guaíra, Marechal Candido Rondon, Santa Helena, Missal, São Miguel do Iguaçu, Medianeira, Santa Terezinha de Itaipu, Diamante D’Oeste, Terra Roxa e Foz do Iguaçu, Mercedes, Pato Bragado, Entre Rios do Oeste, São José das Palmeiras e Itaipulândia, além de Mundo Novo, do Mato Grosso do Sul (MS).

Royalties

Uma das preocupações do conselho levadas ao diretor é em relação à manutenção de distribuição de royalties após a revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu, que trata das bases financeiras da prestação dos serviços de eletricidade. A compensação financeira proveniente da formação do reservatório de Itaipu para a produção de energia elétrica da usina gera riqueza traduzida em benefícios para a educação, desenvolvimento e infraestrutura local.

O diretor tranquilizou os dois prefeitos quanto ao assunto. “O pagamento dos royalties é uma obrigação de Itaipu e vamos mantê-lo”, afirmou. Para os municípios esses recursos foram recentemente ampliados por meio da Lei 13.661/2018, que alterou os porcentuais de distribuição dos royalties: agora, do total repassado ao Tesouro Nacional por Itaipu, 65% são destinados às cidades (antes eram 45%), 25% aos estados (eram 45%) e 10% para órgãos federais (Ministério do Meio Ambiente, Ministério de Minas e Energia e Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Os lindeiros recebem 85% dos 65% destinados aos municípios que têm direito aos royalties. Eles são mais beneficiados porque foram mais diretamente atingidos pela formação do reservatório da usina. Os 15% restantes da fatia de 85% são distribuídos entre municípios indiretamente atingidos por reservatórios a montante (rio acima). Para os estados, também se aplicam os porcentuais de 85% e 15% para os direta e indiretamente afetados, respectivamente.

O pagamento de royalties começou em março de 1985. Desde então, os governos do Brasil e do Paraguai já receberam, juntos, mais de US$ 11 bilhões. Só os 16 municípios lindeiros foram beneficiados com mais de US$ 2,03 bilhões de dólares. O último repasse aconteceu no dia 29 de março deste ano, no valor de US$ 9,1 milhões.

Convênios

Hoje Itaipu mantém ativos cinco convênios com o Conselho dos Lindeiros: Linha Ecológica, Conselho dos Lindeiros Asfalto TST, Projeto Mais Verão, Encontros e Caminhos e Convênio dos Municípios Lindeiros Cidades Sustentáveis.

Segundo o diretor de Itaipu, todos os convênios com aderência à missão serão mantidos. Hoje, por determinação do general, muitas parcerias estão sendo reavaliadas atendendo uma diretriz que prevê o melhor emprego dos recursos dentro dos bons preceitos da administração pública. A medida leva em consideração os princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, de acordo com o artigo 37 da Constituição Federal.

Pedidos

Entre outras bandeiras, os prefeitos pediram um olhar especial para a segurança pública, saúde, questão indígena e convênios mantidos com a entidade. Segundo o presidente do Conselho, Itaipu é a principal parceira para diversas ações. “Estou muito tranquilo em ouvir do diretor que suas percepções são parecidas com as nossas. Até mesmo a questão da austeridade é um princípio nosso, assim como cuidar da nossa gente e da nossa água”, disse.

Silva e Luna se colocou à disposição para continuar a ajudar a região lindeira, assim como a região da Amop e de todo o Paraná. Ele informou que, em breve, será anunciado um convênio de segurança pública para melhorar todo o entorno do reservatório, que inclui um maior contingente de agentes na fronteira. Silva e Luna também destacou a construção da segunda ponte, que deve ter início neste semestre e que deixará um grande legado para toda a população da região.

A Itaipu

Com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada, a Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo produzido, desde 1984, mais de 2,6 bilhões de MWh. Em 2016, a usina brasileira e paraguaia retomou o recorde mundial anual de geração de energia, com a marca de 103.098.366 MWh. Em 2018, a hidrelétrica foi responsável pelo abastecimento de 15% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 90% do Paraguai.

Fotos: Nilton Rolin/Itaipu Binacional

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Por que todo morador da Tríplice Fronteira deveria conhecer a Unila

Kaká de Souza, no ClickFoz

No último sábado (13) tive a oportunidade de assistir a uma conferência TEDx organizada por alunos da Unila – Universidade Federal da Integração Latino-Americana – que aconteceu no Parque Tecnológico Itaipu – PTI. O TEDxUnila teve como tema “Emergindo das Fronteiras” e levou ao palco do CineTeatro dos Barrageiros 18 palestrantes.

TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada ao lema “ideias que merecem ser compartilhadas”. Começou há 26 anos como uma conferência na Califórnia, e, desde então, o TED tem crescido para apoiar ideias que mudam o mundo através de múltiplas iniciativas.

Em uma conferência TED, pensadores e realizadores de todo o mundo são convidados a dar a melhor palestra de suas vidas em 18 minutos ou menos.

Já o TEDx, é uma iniciativa que surgiu a partir do TED, e que concede licenças livres para que as pessoas ao redor do mundo que desejam organizar eventos no formato TED, o façam em suas comunidades. Mais de 5.000 eventos TEDx já foram realizados, e as palestras selecionadas a partir desses eventos são transformadas em vídeos de TED Talks que ficam disponibilizados no site do TED e também no Canal do TED no Youtube para que pessoas do mundo todo possam acessar.

Esta não foi a primeira edição do TEDx aqui na terra das Cataratas, em 2013 tivemos nossa primeira edição, a TEDxAvCataratas com o tema “Conversas Transformadoras” que contou com 7 palestrantes.

Em nove anos de existência da Unila em Foz do Iguaçu, esta foi a primeira vez que me aproximei dela, foi a primeira vez em que ví com meus próprios olhos o que é a Unila ou quem são os “Unileiros”, e lá pela metade do TEDxUnila, eu já estava me sentindo envergonhado por lembrar quantas vezes utilizei a expressão “Unileiros” de forma pejorativa, depreciativa.

Claro, a relação entre estudantes da Unila e grande parte da sociedade iguaçuense, nunca foi das melhores. Talvez, por culpa da própria cidade, que não se preparou para receber alunos provenientes de vários países, que chegaram a Foz, cada um com sua própria bagagem cultural, e talvez, nesse ponto, a própria universidade tenha falhado quando não promoveu, logo no início, a interação entre moradores e estudantes.

Como respeitar aquilo que não se conhece? Os estudantes estrangeiros não conheciam bem a cidade para onde estavam vindo, e assim que chegaram, sentiram na pele o peso da discriminação, provavelmente porque esperavam encontrar aqui uma cidade cosmopolita, a capital da tríplice fronteira, a meca da cultura latino-americana que iria abraçá-los. Mas na verdade, encontraram uma cidade extremamente careta, que agarrada a seus valores morais não aceitou bem as modernidades trazidas na bagagem dos estudantes e nem fez questão de inseri-los nesta realidade.

Avulsos à sociedade que não os acolheu, foram obrigados a viver em pequenos bandos, geralmente formados por seus iguais. A distância entre alunos e sociedade iguaçuense ficou ainda maior quando os primeiros casos de depredação de patrimônio surgiram. Primeiramente, nos próprios dormitórios, onde motivados pela solidão que uma cidade, na época com mais de 250 mil habitantes, os fez sentir, começaram a fazer uso de bebidas alcoólicas em grande quantidade. Depois, nas ruas da cidade, quando, movidos pela polarização que atingiu todo o Brasil, tomaram partido das discussões políticas e promoveram protestos e pichações na cidade.

Os cidadão iguaçuenses – e eu me incluo nisso – por sua vez, também não os conheciam, e levados por inúmeras matérias sensacionalistas, trataram logo de, por conta de casos isolados, nivelar toda uma instituição e quem fazia parte dela, pelo nível mais baixo.

Nesse ponto, eu preciso fazer um “mea-culpa”, pois confesso que ajudei muito a difundir a cultura do ódio contra os “unileiros”, fiz inúmeras críticas em meu blog pessoal e em minhas redes sociais. A palavra “unileiro” virou sinônimo de insubordinação, uso de entorpecentes e vadiagem.

Perdoem-me, amigos da Unila, eu não sabia o que estava fazendo, aliás, acredito que até hoje, muita gente não saiba.

É fato que as atitudes de alunos da Unila por mim criticadas foram e continuam sendo erradas. Não estou escrevendo este texto para assoprar depois de dar o tapa. O que eu não poderia ter feito, mas fiz, foi generalizar e colocar todos os estudantes da Unila no mesmo balaio.

Durante as poucas horas em que participei do TEDxUnila, descobri que a Unila é muito mais que alunos insubordinados e usuários de entorpecente. Descobri que a Unila abriga milhares de jovens incríveis, que optaram por deixar suas famílias para vir para cá, desenvolver centenas de projetos de sustentabilidade, integração fronteiriça, saúde e desenvolvimento social, que visam a melhoria de toda a sociedade.

O que eu descobri e o que todos os iguaçuenses deveriam saber:

Os eventos científicos organizados pela Unila atraem milhares de pessoas e pesquisadores anualmente para Foz do Iguaçu movimentando todo o setor turístico. Dos 14 mestrados ofertados por universidades na região, 11 são ofertados pela Unila. Dos 400 docentes que atuam na Unila, 80% são doutores. O tão sonhado curso de medicina em Foz do Iguaçu, só virou realidade graças a Unila. A Unila abriga hoje quase 6 mil estudantes, 70% destes são brasileiros. No curso de medicina são quase 400 estudantes, destes, 20 são de Foz do Iguaçu e 100 são do Paraná. Os resultados de pesquisas desenvolvidas na Unila para o combate do Mal de Parkinson, usando um tratamento à base de canabidiol, substância extraída da Cannabis, estão alcançando os melhores resultados da história da luta contra a doença e já são referência para vários países do mundo. Os projetos de extensão da Unila abrangem toda a sociedade, levando saúde, cultura e conhecimento para todos os bairros, não apenas nos mais pobres, mas em todos.

Eu estou em dívida com a Unila, a cidade está em dívida com a Unila, mas ainda há uma chance para reverter isso. Conheça a Unila, abrace a Unila. A Unila é de Foz do Iguaçu, a Unila é Foz do Iguaçu. Se eu pudesse fazer um único pedido a você que leu este texto até o final, eu pediria; conheça a Unila! Esqueça aquela sua velha opinião formada e dê espaço em sua mente para a o que realmente a Unila representa para a região da tríplice fronteira.

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Atrativos de Itaipu se preparam para receber 8 mil turistas no feriadão de Páscoa. Veja fotos!

Complexo turístico preparou horários especiais dos passeios para receber o fluxo de visitantes entre a Sexta-feira Santa (19) e o domingo (21)

Os atrativos da Itaipu Binacional estarão preparados para receber quase 8 mil turistas neste feriado prolongado de Páscoa – um crescimento de 5% em relação ao mesmo período no ano passado, quando 7.582 visitantes estiveram na usina. A projeção é para o movimento entre a Sexta-feira Santa (19) e o Domingo de Páscoa (21).

Para receber o público, estimado em 7.961 pessoas, o Complexo Turístico Itaipu, administrado pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI), terá uma programação especial para o feriado, com ampliação dos horários de atendimento.

O passeio Itaipu Panorâmica, por exemplo, um dos mais procurados e que proporciona uma visão privilegiada externa da usina, terá saídas a cada 15 minutos durante os três dias – a primeira às 8h30 e a última às 17h. O pico da visitação deve ocorrer na Sexta-feira Santa, quando é estimado o fluxo de mais de 3.500 pessoas.

A hidrelétrica oferece oito opções de roteiro para os visitantes, que vão desde passeios para conhecer a grandiosidade da usina, como o Itaipu Panorâmica e Itaipu Especial, a uma experiência virtual no espaço, no Polo Astronômico.

Atualmente, os visitantes de Foz do Iguaçu podem conferir a exposição de animais taxidermizados, com a mostra “Itaipu Natureza”, organizada em parceria com o Instituto Harpia e instalada no Cataratas JL Shopping, na região central.

Além destes passeios na usina, o Complexo Turístico oferece visitas ao Refúgio Biológico Bela Vista e ao Ecomuseu, ambas estruturas da Itaipu.

Mais informações, reservas e compras de ingresso antecipadas pelo site www.turismoitaipu.com.br.

Confira os horários dos passeios da Itaipu para o feriado:

Itaipu Panorâmica: saídas a cada 15 minutos, com o primeiro passeio iniciando às 8h30 e o último passeio saindo às 17h;

Itaipu Refúgio Biológico: sexta e sábado, com seis saídas – 8h30 / 9h30 / 10h30 / 13h30 / 14h30 / 15h30. No domingo: 9h30 / 10h30 / 14h30 / 15h30;

Itaipu Especial: sexta e sábado: 8h30, 09h, 10h, 11h, 13h, 13h30, 14h, 15h e 16h. Domingo: 8h30, 9h30,10h30,13h,14h e 15h;

Itaipu Ecomuseu: 9h às 18h;

Itaipu Polo Astronômico: terça a domingo: 10h e 16h; noite – sextas e sábados: 19h30;

Itaipu Iluminada: sextas e sábados, às 19h30;

Itaipu Kattamaram: 10h30, 11h30, 13h30, 14h30, 15h30, 17h (pôr do sol).

Exposição Itaipu Natureza (Cataratas JL Shopping): de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingo e feriados, das 13h às 20h. Ingressos a R$ 15 (valor promocional para o mês de abril).

* (Com informações do PTI)

Fotos: Kiko Sierich/Itaipu Binacional

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TEDxUnila inova e tem grandes chances ter outra edição em 2020

Mais de 300 pessoas se envolveram no projeto, que ajuda a disseminar boas ideias

A primeira edição do TEDxUnila, ocorrida neste sábado, 13, no Cineateatro dos Barrageiros, no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), teve um resultado além do esperado, tanto pela adesão à iniciativa quanto pela qualidade das palestras.

Um grupo de mais de 300 pessoas, direta e indiretamente, se engajou às ideias propostas pelo TEDx (Tecnologia, Entretenimento e Planejamento), que merecem ser disseminadas, conforme o conceito do TED, que é uma plataforma mundial de discussões. Iniciada como uma conferência no Vale do Silício, na Califórnia, ela acontece em todos os continentes como um espaço para a discussão de propostas de influência positiva na sociedade.

Em Foz, o evento teve como tema “Emergindo das Fronteiras”. A escolha do nome, segundo os idealizadores, foi uma estratégia para inspirar e fazer as pessoas a refletir a região a partir da territorialidade, pertencimento, suas idiossincrasias, diversidade e outros aspectos de se viver numa localidade de fronteira, que une três países – Brasil, Paraguai e Argentina, com dificuldades como o próprio estigma da região, problemas como preconceitos e barreiras.

A iniciativa foi de um grupo de estudantes de diversos cursos da Unila, entre eles de Engenharia Química e Engenharia Física, Química e Cinema, entre outros. Em breve, os vídeos, com 16 palestras (chamadas de talkies) de até 18 minutos cada, serão publicados no canal TEDx no Youtube, que tem mais de 18 milhões de inscritos.

O TEDx Unila teve a colaboração de vários voluntários, entre eles empresários e pessoas físicas. Sem os patrocinadores e apoiadores, a realização do evento não seria possível. Contribuíram com apoio financeiro, tempo e serviços patrocinadores como o Sicredi, o Hotel Foz do Iguaçu, a Loumar Turismo, a Produsom, a Modelo Corretora, além da própria Unila e o Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

Palestraram no TEDx Unila, entre outros, o jornalista Mauri Konig, um dos maiores ganhadores de prêmios em sua área; o engenheiro de Itaipu e professor da Unioeste Jorge Habib; o reitor da Unila, Gustavo Vieira; o chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Ivan Baptiston; o secretário de Turismo de Foz, Gilmar Piolla; o professor Francisney Nascimento; e o ex-deputado e ex-diretor de Coordenação de Itaipu, Nelton Friedrich.

O principal legado do TEDx Unila foi unificar num só evento vários e diversificados conhecimentos e experiências sobre a fronteira sob diversas óticas. Foi também mais uma forma de divulgar Foz e a fronteira para um amplo público, mostrando as riquezas culturais da região, onde habitam pessoas de mais de 70 etnias, além do turismo, os atrativos, como as Cataratas e a usina de Itaipu, maior usina do mundo em produção de energia renovável do planeta, o Parque Tecnológico Itaipu, um espaço de soluções tecnológicas e de empreendedorismo e a própria tríplice fronteira, rica por sua própria concepção e posicionamento geográfico.

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Diretor de Itaipu abre canal de diálogo com a Unila. Veja fotos!

O encontro ocorreu nesta sexta-feira (12), às 16h, no centro Executivo da usina, na Vila A

O diretor-geral brasileiro da Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, teve em seu gabinete o primeiro contato com o reitor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Gustavo Vieira, na tarde desta sexta-feira (12). Com essa reunião, Silva e Luna reforça o canal de diálogo e interlocução com autoridades e entidades representativas da região.

Parte da estrutura da universidade está instalada no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), assim como a Universidade Aberta do Brasil (UAB) e alguns dos cursos da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

Uma das principais tratativas discutidas pelo diretor-geral brasileiro com o reitor da Unila foi a busca de uma solução para a obra inacabada próxima à entrada da usina, área de segurança nacional, e a conclusão do desvio de acesso às instalações da universidade dentro do Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

A Unila, criada no governo Lula, foi concebida para ter sua sede própria dentro da área da usina, mas a obra, um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, não foi finalizada. A Itaipu, na ocasião, havia oferecido uma sede provisória, no PTI, e ainda um terreno dentro da usina. Na época, o Ministério de Educação acatou a sugestão.

Sem Itaipu, que pagou também o projeto de Niemeyer, Foz ficaria sem a universidade, que, pelos planos originais, deveria ter dez mil alunos (hoje, tem quase a metade disso, pouco mais de quatro mil).

Durante as obras da sede da Unila, ocorreram conflitos jurídicos entre o consórcio construtor e a direção da instituição. O projeto parou e a obra, então, apenas recebeu intervenções para conter o deterioramento.

“A ideia é construir uma solução e sugerir ao MEC um caminho”, prontificou-se o diretor-geral brasileiro. Para o reitor da Unila, o que importa é encontrar uma saída. Segundo ele, não cabe proselitismo político num ambiente acadêmico, reforçando que a Unila tem viés muito mais pragmático do que o ideológico, que marcou a sua criação.

Para o general Silva e Luna, não há dúvidas de que dos bancos da Unila, especialmente dos cursos que têm aderência à missão da usina, e das outras instituições, poderão sair muitos profissionais talentosos e preparados. Além de engenharias, dentro da grade da Unila estão diversos cursos – entre eles, o de Medicina.

Mantida por recursos federais, a Unila oferece ensino superior público e gratuito em Foz do Iguaçu, Paraná. Criada pela Lei nº 12.189, de 12 de janeiro de 2010, a universidade ofereceu, em 2019, além de cursos de graduação, cinco de especialização, um Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e 11 cursos de mestrado, já aprovados pela CAPES/MEC, em diversas áreas do conhecimento. Em programas de pós-graduação stricto sensu, a Unila é responsável por 80% das vagas na região de Foz do Iguaçu.

Fotos: Nilton Rolin/Itaipu Binacional

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Nota da Reitoria: A finalidade da Universidade Federal da Integração Latino-Americana

A finalidade da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), mantida por recursos federais, é oferecer ensino superior público, gratuito e de qualidade, em Foz do Iguaçu, Paraná. Criada pela Lei nº 12.189, de 12 de janeiro de 2010, a Universidade atingiu, em 2019, a oferta de 1.415 vagas anuais de graduação, distribuídas em 29 cursos.

Além disso, a UNILA disponibiliza cinco cursos de especialização, um Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e 11 cursos de mestrado, já aprovados pela CAPES/MEC, em diversas áreas do conhecimento. Em se tratando de programas de pós-graduação stricto sensu, a UNILA é responsável por 80% das vagas na região de Foz do Iguaçu.

Dos 23 cursos de graduação avaliados na UNILA, 22 obtiveram, em uma escala de 1 a 5, notas 4 e 5, sendo considerados, portanto, muito bons ou excelentes. Do total citado, sete cursos foram avaliados sob a atual gestão do INEP/MEC. Deles, quatro obtiveram nota 4 e três cursos alcançaram o conceito 5.

A qualificação da UNILA, refletida nos resultados das avaliações externas, é também visível em seu quadro de servidores. O corpo docente da UNILA, 367 professores efetivos, é composto por 78,75% de doutores, dos quais 14,44% possuem pós-doutorado.

O quadro técnico, por sua vez, também possui alta qualificação, 45,42% concluíram especializações, 19,81% são mestres ou doutores, inclusive, parte deles, pela alta qualificação, atuando no ensino superior de Foz do Iguaçu e região.

Em abril de 2019, a comunidade que edifica diariamente a Universidade Federal da Integração Latino-Americana conta com 5.231 estudantes de graduação e 586 estudantes de pós-graduação, além de 996 trabalhadores, dos quais 902 são servidores públicos federais de carreira, aprovados em concursos públicos.

É sabido que as universidades, naturalmente, transformam, pelo conhecimento estratégico que produzem, o território onde estão, colaborando com o desenvolvimento local. Para compreender o impacto de uma universidade na região, deve-se avaliar o que tem se produzido sobre o território em seus projetos de pesquisas e extensão. A UNILA desenvolveu, em 2018, 123 projetos de pesquisa e 271 ações de extensão.

Do total, parte teve como objeto a região trinacional, abordando temas estratégicos como fronteira, recursos hídricos, desenvolvimento sustentável, economia, educação, relações internacionais e produção de energias, dentre tantos outros.

A Universidade também é feita de diversidade. A UNILA é um espaço substancialmente diverso. Os estudantes brasileiros, maioria dentre o total de matriculados, são oriundos, em grande parte, da região Oeste do Paraná, e beneficiados pelo ingresso previsto na Lei n° 12.711/2012, Lei de Cotas para o Ensino Superior em Universidades Federais.

Em tal contexto, a UNILA tem contribuído para a expansão da oferta de ensino superior na região com a inclusão educacional de jovens e adultos antes excluídos do espaço universitário. A diversidade socioeconômica da UNILA é, ainda, associada à diversidade cultural, acolhendo cerca de 30% de estudantes internacionais, advindos de 27 países diferentes.

A presença desses últimos confere à Universidade destaque em um dos principais indicadores de qualidade do ensino superior, a internacionalização. A diversidade, marca da UNILA, é, portanto, reconhecida como fator de qualidade da politica pública educacional.

Apesar de todas as suas conquistas e seus esforços, a UNILA não conseguiu finalizar sua sede própria. A opção pela obra do campus Niemeyer, de alinhamento prévio à própria existência da Universidade, hoje, gera um ônus institucional e publicamente conhecido. Em aluguéis, a UNILA, e, portanto, os cofres públicos, despende considerável montante financeiro ao ano, sendo quase metade ao Parque Tecnológico de Itaipu (PTI).

No ano de 2015, a obra projetada por Oscar Niemeyer foi paralisada após a negativa de um aditivo contratual solicitado pelo consórcio responsável pela edificação. Na ocasião, a UNILA julgou abusivo o aumento requerido e, com base na austeridade e na legalidade da coisa pública, não cedeu às pressões sofridas.

Em 2017, depois de várias tentativas, a Universidade ainda não havia obtido recursos federais para a realização de uma nova licitação. No mesmo período, o Tribunal de Contas da União (TCU) emitiu o Acórdão TCU-Plenário n° 1339/2017, cujo conteúdo recomendava que a Itaipu Binacional revogasse cláusula de reversão de terreno (diante da não concretização da construção), presente em escritura pública de doação, cujo registro ocorreu anteriormente à existência da UNILA.

A interpretação do citado órgão de controle era a de que Itaipu Binacional e UNILA, na condição de órgãos federais, não deveriam manter uma relação contratual na qual uma das partes poderia ser penalizada.

Na impossibilidade da supressão da mencionada cláusula, devido a regras internas à Itaipu, a Universidade requereu ao Ministério da Educação (MEC) um posicionamento. Em outubro de 2017, o MEC, em concordância com o Ministério de Minas e Energias, autorizou a UNILA a negociar com Itaipu Binacional a permuta do prédio em construção por ativos de avaliação correspondente.

As negociações foram iniciadas, mas, com as mudanças ministeriais e as alterações das direções da Itaipu e do PTI, acabaram interrompidas. Não obstante esses percalços, até a presente data, a Universidade Federal da Integração Latino-Americana não deixou de atuar junto ao Ministério da Educação e à direção da Itaipu Binacional para que as negociações fossem retomadas e lograssem êxito.

A despeito da indefinição sobre sua sede própria, a UNILA continuou a obter resultados positivos. A título de exemplo, de abril de 2018 a abril de 2019, mantendo seu total de gastos públicos, seu número de trabalhadores e seu espaço físico, ampliou o número de matrículas de graduação em exatos 1.000 estudantes (de 4.817 para 5.817 discentes).

O empenho para o preenchimento de vagas, o enfrentamento da evasão e da retenção estudantil, a qualidade dos cursos ofertados e a eficiência na gestão de recursos têm sido as diretrizes da gestão da Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

Por fim, cabe destacar que a “universidade”, instituição multicentenária, responsável pela produção de conhecimento – muito mais do que pela emissão de diplomas –, carece de um tempo histórico para o seu pleno desenvolvimento.

Na América Latina, a primeira universidade foi criada no século XVI e, no Brasil, ela surgiu há pouco mais de 100 anos. Em Foz do Iguaçu, o ensino superior completou, nesta semana, 40 anos. A UNILA, com apenas 9 anos de existência, frente à longa história das demais universidades, ainda tem muito a percorrer, e, por isso, seus feitos devem ser mensurados por outros parâmetros que não os utilizados para a avaliação de instituições seculares e já consolidadas.

Todo o exposto conflui para que não restem dúvidas de que a finalidade da UNILA, como universidade pública em Foz do Iguaçu e um bem público social estratégico, está sendo plenamente atingida. Os números e as avaliações da Universidade Federal da Integração Latino-Americana respondem positivamente ao cumprimento de sua missão institucional.

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Brasil e Paraguai começam construir acordo do faturamento da energia de Itaipu

Reunião pode colocar fim ao impasse sobre a potência mensal a ser contratada para 2019

As chancelarias do Brasil e do Paraguai se reúnem, nesta quinta-feira (11), às 10h, na usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu, no Paraná, para definir um cronograma da contratação de potência até 2022. Com esse cronograma estabelecido, Itaipu terá garantida a previsibilidade das receitas necessárias para o pagamento das suas obrigações financeiras até o fim da renegociação do Anexo C do Tratado de Itaipu, previsto para acontecer em 2023.

“A reunião deverá ser pautada no espírito da binacionalidade que rege a natureza jurídica e diplomática da empresa, mantendo o foco no cumprimento da sua missão”, diz o diretor-geral brasileiro da Itaipu, o general Joaquim Silva e Luna. A expectativa é que a reunião tenha como resultado uma relação equilibrada entre os dois sócios.

Até o momento, não há acordo entre Eletrobras e Ande sobre a potência mensal a ser contratada de Itaipu para 2019, incluindo-se os meses de janeiro, fevereiro e março. Com esse impasse, Itaipu não tem conseguido receber as receitas de energia elétrica fornecida aos dois países.

Se as altas partes não chegarem a um acordo, poderão ser afetados: (i) o pagamento dos royalties aos dois países; (ii) a dívida da construção; e (iii) a remuneração pela energia cedida pelo Paraguai ao Brasil. Apesar do impasse, Itaipu continua fornecendo energia limpa e renovável aos dois países, sem prejuízo para a sociedade brasileira e paraguaia.

Programação
Participam do encontro pela delegação brasileira, o embaixador Pedro Miguel da Costa e Silva, a embaixadora Eugênia Barthelmess, o secretário Mario Augusto Morato Pinto de Almeida e a secretária Maria Eduarda Paiva Meira de Oliveira.

Pela delegação paraguaia estarão presentes o vice-ministro de Relações Exteriores, o embaixador B. Hugo Saquier Caballero, o chefe de gabinete da Chancelaria Nacional, embaixador Ricardo Scavone, a diretora da Unidade Geral de Recursos Energéticos, a ministra Martha Moreno, o assessor do Ministério de Relações Exteriores, Alcides Jiménez, e o segundo secretário, Luis Jeronimo Sann, chefe de gabinete do vice-ministro de Relações Exteriores.

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UNILA está com inscrições abertas para cursos de guarani, francês, grego e português para estrangeiros

Ministrados por docentes e estudantes, os cursos de extensão da UNILA são gratuitos e abertos para toda a comunidade

Estão abertas as inscrições para o curso de extensão “Culturas guaranis: aspetos socioculturais, diversidade linguística e transmissão de saberes” ofertado pela UNILA. Para participar é necessário fazer a inscrição até o dia 17 de abril, clicando AQUI.

Os encontros serão realizados às quartas-feiras, das 19h às 21h, na UNILA-Jardim Universitário. A primeira aula está marcada para o dia 17 de abril.

A Universidade também está com inscrições abertas para curso de Francês, até o dia 19 de abril, e língua grega clássica, até dia 24.

E, para a comunidade imigrante de Foz do Iguaçu, a instituição oferta o curso “O canto como ferramenta no aprendizado da pronúncia do português falado no Brasil”, que tem como foco a pronúncia numa abordagem de ensino-aprendizagem fundamentada em conteúdos básicos de fonética/fonologia e sua aplicação prática na canção brasileira.

Os interessados devem se inscrever até o dia 25 de abril.

Todos os cursos de extensão da UNILA são gratuitos e abertos para toda a comunidade. As aulas são ministradas por docentes e estudantes da Universidade.

A lista completa de ações com inscrições abertas está disponível AQUI.