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Resgate: Conheça um pouco da antiga usina do rio São João, dentro do Parque Nacional do Iguaçu. Veja fotos!

Dos arquivos do Google Imagens catalogados pelo jornalista Adelino de Souza e suas memórias narradas em um grupo de colegas da imprensa de Foz do Iguaçu e região.

“Essa foto (acima) é divina da região do Parque (Nacional do Iguaçu). Antiga usina no rio São João, um pouco antes da Polícia Florestal”.

“Tomei muitos banhos ali com (Juvêncio) Mazzarollo (em memória), Roberto Lange, Marcelo, Zé Beto Maciel. Lugar abandonado que precisa ser resgatado para visita à comunidade”.

“Os jornalistas novos nem sabem disso, mas ainda existe. Está no mesmo lugar, mas ninguém explora. Osso tinha de ser um lugar da comunidade iguaçuense, sem ingresso, entrada livre”.

Itaipu propõe ao ICMBio reativar a Usina São João

“Eu diria que ali serve até para cena de filme. Eu e os amigos saíamos do laguinho do outro lado da rua, atravessava e descia o rio até chegar as cachoeiras e a velha usina”.

“Lembro até hoje que para cortar caminho, descia pelo cano e chegava antes dos colegas para tomar banho de cachoeira. Minha adolescência rural permitia superioridade aos metropolitanos, meninos de prédio, seus urbanos”.

“Lembro de uma vez que subimos pelo rio a partir da usina. Uma aventura. Na época namorava a Silvana (Canal). Ela furou a canela em uma pedra. O Mazarollo estava na cachoeira e saltou lá de cima para ajudar quando viu o sangue se misturar com a água”.

“Velhos tempos, belos dias”

“Seremos omissos se não resgatarmos essa bela historia. E hoje teremos Itaipu e Unila como parceiros, sem gastar praticamente nada. Vejam que belo prédio. Tive o privilégio de ver neste ângulo e depois descer no Iguaçu”.

Abaixo registro da história da Usina São João de Foz do Iguaçu com belas imagens de William Brisida e produção de Raíso Boing

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Plantio de mudas contribui com regeneração vegetal de fragmento florestal, na Vila A

Nesta sexta-feira (29), profissionais da Itaipu começaram a plantar 2.700 mudas em uma área degradada

O plantio de 2.700 mudas de árvores nativas vai mudar por completo uma área degradada na borda de um fragmento florestal de cerca de 100 hectares, na entrada da Vila A. A recomposição florestal começou a ser feita nesta sexta-feira (29), por profissionais da Itaipu e de uma empresa contratada. O plantio atende à compensação ambiental devido ao corte de árvores para a implantação de uma ciclovia naquela região.

“Nós aproveitamos que teríamos que fazer este plantio de compensação e escolhemos este local para alocar as plantas”, explica a engenheira florestal, Veridiana Pereira, da Divisão de Áreas Protegidas da Itaipu. “Esta área estava bastante degrada e já tinha sido submetida a um plantio da Itaipu há quase 20 anos. Sobrou só esta pequena região”.

Para recompor a região, foram escolhidas 50 diferentes espécies nativas, do viveiro florestal do Refúgio Biológico Bela Vista. “Para fazer a restauração, nós pensamos em restaurar os processos ecológicos. Por isso, trouxemos árvores frutíferas, como amoreira, pitanga, jabuticaba e gabiroba, que vão atrair a fauna”, conta Veridiana.

“Também trouxemos algumas árvores ornamentais, como os ipês de várias cores”, continua a engenheira florestal, “e ainda espécies de crescimento rápido, que farão o primeiro estágio de recomposição, para que as outras espécies possam se desenvolver na sequência”.

Foto: Sara Cheida / Itaipu Binacional

O plantio, iniciado nesta sexta-feira (29), deve ser concluído na segunda-feira (1°), em um bolsão na Avenida Garibaldi, entre a Avenida Andradina e a BR-277. As árvores são plantadas dentro da área, que agora está cercada por alambrados. As obras da ciclovia naquela região continuam – na quinta-feira (28), foi iniciada a aplicação do asfalto no trecho da Avenida Garibaldi.

Para Veridiana, a construção da ciclovia, além de dar mais uma opção de lazer à comunidade, também cumpre o papel na conservação do fragmento florestal. “A área foi cercada e foi dado uso público para a região, isso é superimportante para preservação da área. A ideia é que as pessoas usem a ciclovia, aproveitem a sombra das árvores e ocupem o espaço”, conclui.

Foto: Sara Cheida / Itaipu Binacional

Compensação ambiental

O plantio das 2.700 mudas na região do fragmento obedece a uma compensação ambiental decorrente da autorização florestal fornecida pelo Instituto Água e Terra (IAT) para o corte de árvores, o que foi necessário para a construção da ciclovia ao redor de todo o fragmento florestal.

Foto: Alexsandro Rodrigues Pinheiro / Celtab-PTI

Com 4.800 metros de extensão, a ciclovia vai circundar a área, passando pelas avenidas Garibaldi, Andradina e Paraná e pela BR-277. A obra inclui a construção de calçadas, ciclovia, drenagens, espaço para prática de caminhadas e iluminação complementar. O contrato de R$ 8,4 milhões é financiado pela Itaipu.

Foto: Alexsandro Rodrigues Pinheiro / Celtab-PTI

Quando foi projetada a obra da ciclovia, foi feito um inventário com o cálculo das árvores que precisariam ser retiradas. O inventário foi enviado para a prefeitura de Foz do Iguaçu, que responde pela área onde a vegetação está em estágio inicial de desenvolvimento, e para o IAT, órgão responsável pela autorização ambiental quando envolve vegetação em estágios mais avançados.

Foto: Alexsandro Rodrigues Pinheiro / Celtab-PTI

O projeto inicial foi alterado para minimizar ao máximo o corte de árvores. Por exemplo, o trajeto que passaria por trás do Centro de Medicina Tropical acabou sendo redirecionado para a frente. Também não foi suprimida a vegetação em todo o trecho da BR-277.

Foi encaminhado ao IAT o pedido de permissão de corte de 268 árvores. O órgão ambiental, por sua vez, estipulou como compensação ambiental o plantio de 2.700 mudas. Já a prefeitura autorizou a retirada de outras 325 árvores menores e definiu a compensação com 728 mudas, que foram doadas ao horto municipal.

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Atrativos de Foz do Iguaçu confirmam a reabertura a partir do dia 10 de junho

Os principais atrativos turísticos de Foz do Iguaçu confirmaram a retomada da visitação em 10 de junho, dia do aniversário de emancipação do município.

Nesta data, o Parque Nacional do Iguaçu vai reabrir os portões no trecho onde estão as Cataratas do Iguaçu, juntamente com o complexo do Marco das 3 Fronteiras. A visitação no circuito turístico da Itaipu Binacional começa gradativamente no dia 11 de junho, feriado de Corpus Christi. As informações são de Ronildo Pimentel no GDia.

A reabertura dos principais atrativos turísticos da Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina integra a programação da live solidária da Itaipu no dia do aniversário de Foz do Iguaçu (10 de junho). As datas foram confirmadas na manhã desta quarta-feira (27), em boletim da Cataratas do Iguaçu SA., concessionária da exploração turística do Parque Nacional do Iguaçu.

“A retomada será gradativa e respeitando os protocolos sanitários, como distanciamento social e medição de temperatura dos visitantes, entre outras medidas”, diz a nota. Os três atrativos, que dependem de decisões do governo federal, estão fechados desde o dia 18 de março, como estratégia enfrentamento e para evitar a propagação do novo Coronavírus.

O plano de reabertura dos atrativos turísticos de Foz do Iguaçu está definido em protocolo de segurança sanitária editado pelo prefeito Chico Brasileiro em 7 de maio. O dia 10 de junho é uma previsão, diz o secretário de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos, Gilmar Piolla. 

Isso porque, segundo Piolla, vai depender dos indicadores de monitoramento da pandemia em Foz do Iguaçu, no Paraná e no Brasil. A reabertura das Cataratas do Iguaçu, principal termômetro do turismo da Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, é aguardada com expectativa pelo setor de turismo do destino. 

Recorde anual

O atrativo, conhecido internacionalmente, recebeu em 2019 mais de dois milhões de visitantes, recorde histórico da visitação anual. Os detalhes da reabertura serão definidos pela administração da unidade de conservação em conjunto com Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e concessionárias que operam no local.

Com a reabertura do Parque, volta também os passeio do Macuco Safari, abaixo das quedas de água. O roteiro inclui percurso na selva, em carreta, caminhada na trilha suspensa, bonde de acesso ao cais e a subida nas corredeiras do rio Iguaçu a bordo dos barcos bimotores, além de cachoeirismo no Salto do Macuco e rafting de botes nas corredeiras. A empresa também volta com os passeios do Kattamaram pelas águas dos rios Iguaçu e Paraná.

O complexo do Marco das 3 Fronteiras, que é operado pela mesma concessionária das Cataratas, também vai seguir o plano. Em relação a Itaipu, o diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, deverá seguir o protocolo do Parque Nacional. No entanto, o circuito só volta a receber visitantes no dia 11 de junho.

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Live nesta quinta, 28, vai abordar as parcerias em parques e as perspectivas das concessionárias com a Covid-19

A equipe do grupo Macuco Safari é convidada do Instituto Semear para uma live, a partir das 17h desta quinta-feira (28), com o tema “Parcerias em Parques: Perspectivas das concessionárias no contexto de Covid-19”.

A transmissão ao vivo terá como convidados Abel dos Santos Barbosa e Marcelo Skaf, gerente-geral e consultor estratégico do Macuco Safari, resepectivamente.

A empresa opera um dos mais tradicionais passeios turísticos de Foz do Iguaçu, dentro do Parque Nacional do Iguaçu, que é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio).

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Dia 10 de junho: live solidária na Itaipu reúne vários atrativos de Foz do Iguaçu. Veja programação!

É o “esquenta” da retomada do segmento, um dos mais afetados pela pandemia da covid-19 na fronteira

No dia 10 de junho, aniversário de Foz do Iguaçu, a usina de Itaipu será cenário da união de vários atrativos turísticos do Destino Iguaçu. É uma espécie de “esquenta” para a retomada do segmento, um dos mais impactados pela pandemia do novo coronavírus, na fronteira do Brasil com o Paraguai e Argentina.

A data marca o reinício gradativo do atendimento em vários pontos turísticos, como as Cataratas do Iguaçu, o Marco das Três Fronteiras e o Parque das Aves, além de parte da hotelaria.

Outras iniciativas – como um cinema a céu aberto, do Visitors Bureau – fazem parte desse recomeço. Pela manhã, no mesmo dia, a Prefeitura fará uma cerimônia simbólica de hasteamento das bandeiras, na região central. Não haverá desfile, para evitar aglomeração.

A live com o cantor iguaçuense Gabriel Smaniotto começará às 17h30, diretamente do Mirante Central, tendo como fundo a barragem da maior usina em produção do mundo. Uma solenidade com poucas pessoas acompanhará o show, que será transmitido em vários canais.

O compartilhamento será feito por oito entidades que fazem parte do Programa Acelera Foz: Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu (Codefoz), Itaipu Binacional, Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Prefeitura de Foz, Sebrae, Programa Oeste em Desenvolvimento, Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (Acifi) e Conselho Municipal de Turismo (Comtur).

Vários atrativos estão ajudando a divulgar a ação. “Neste momento de retomada, é preciso que todos estejam juntos no mesmo propósito e com muita segurança. Foz está saindo na frente porque está adotando medidas sanitárias importantes e se preparando com todos os cuidados”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna.

Para o presidente do Comtur, Carlos Silva, é um momento histórico e de inovação da cidade. “As instituições e atrativos turísticos estão dando mais esse presente à população, criando uma grande corrente do bem. De forma consciente e muito mais preparada, precisamos cuidar da saúde e retomar as atividades econômicas de lazer e de viagem”, afima. “Esse é o foco do Comtur, que está intensificando, via gestão integrada, os esforços para retomar o movimento de turistas em nosso destino.”

Todas as medidas de segurança estão sendo adotadas, respeitando os protocolos sanitários previstos, como distanciamento social e medição de temperatura, entre outros. Hoje, a cidade de Foz pode ser considerada um dos destinos mais seguros em relação à covid-19. Uma grande testagem em massa está sendo feita e o número de leitos para casos do novo coronavírus, tanto no Hospital Municipal quanto no Hospital Ministro Costa Cavalcanti, é um dos maiores do País.

A doença está controlada na cidade e o Paraná é um dos estados com menor número de casos confirmados de covid-19 em todo o Brasil, proporcionalmente. A retomada acontecerá aos poucos, inicialmente para atender os moradores e os turistas da região.

Ao vivo

As últimas lives de Gabriel têm sido um grande sucesso. Elas tiveram em média 65 mil visualizações. Como o cantor mora em Foz do Iguaçu, não precisará fazer grandes deslocamentos e todo tipo de aglomeração será evitada.

A live é filantrópica e será a primeira ação de turismo do Acelera Foz, programa de retomada da economia da cidade, com impacto direto em toda a região do Oeste do Paraná e da fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Gabriel foi escolhido para fazer a live pela ligação com a cidade e sua história de superação. Depois de uma apresentação em que só seus pais estavam presentes, compartilhada na internet, ele virou um grande sucesso.

Durante a live, serão arrecadadas doações para os profissionais do setor que perderam seus empregos ou renda por causa da pandemia e hoje não têm como sustentar suas famílias. Ao longo da apresentação, todos os atrativos serão exibidos, numa uma ação conjunta de todo o Destino Iguaçu.

Na Itaipu, a retomada do turismo será gradativa, de acordo com a programação abaixo:

  • 10/06 – Live de retomada;
  • 11/06 – Itaipu Panorâmica;
  • 17/06 – Itaipu Refúgio Biológico;
  • 24/06 – Itaipu Ecomuseu;
  • 03/07 – Itaipu Iluminada.

Turismo na usina de Itaipu. Fotos: SkyTakes/Árvore Filmes.

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Prefeitura de Foz estabelece novas regras para funcionamento do transporte coletivo

Transporte vai operar de segunda a sábado, até as 22 horas. Idosos terão horário especifico para circulação

A Prefeitura de Foz do Iguaçu divulgou nesta quarta-feira (27), por meio do Decreto 28.159, as novas regras para uso do transporte coletivo no município. O objetivo é reduzir a circulação de pessoas para reforçar o controle, a prevenção e o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. As normas entram em vigor neste sábado (30).

Conforme o decreto, a circulação dos ônibus ocorrerá de segunda a sábado, até as 22 horas. Antes a circulação era estendida até meia-noite. Já aos domingos e feriados, serão disponibilizados ônibus apenas nos horários de pico. Nesses dias, a circulação ocorrerá no período das 6h às 8h, das 11h às 14h e das 16h às 20 horas.

As linhas continuam operando com a tabela de horários de domingo e limitação de 50% da capacidade de passageiros. Em média, cada ônibus tem capacidade para comportar até 80 passageiros, então será possível acomodar até 40 pessoas, sendo cerca de 30 usuários sentados e 10 em pé. Antes só era permitida a permanência de acordo com a quantidade de bancos disponíveis.

“É uma medida necessária porque o Tribunal de Justiça determinou que não é possível obrigar as empresas a disponibilizarem mais ônibus e muitos trabalhadores estão ficando muito tempo esperando nos pontos de ônibus, sem poder embarcar porque todos os assentos estão ocupados”, explicou Fernando Maraninchi, diretor superintendente do Foztrans.
Outra determinação é que pessoas com mais de 60 anos poderão utilizar o transporte coletivo somente das 9h às 17 horas, evitando, desta forma, a circulação de idosos (grupos de risco) nos momentos de maior movimentação.

Para não prejudicar este grupo, a Secretaria Municipal de Saúde determinou que as consultas médicas dos idosos sejam agendadas ou reagendas somente para o período das 9h30 às 16h30.

Prevenção

Com a implantação das novas medidas, a principal meta é reduzir a circulação e a aglomeração de pessoas, mas os usuários do transporte coletivo devem manter uma série de cuidados. O uso da máscara é obrigatório. Também é recomendada a higienização das mãos antes e após o uso do transporte. No Terminal de Transporte Urbano (TTU) foram disponibilizados dispensers com álcool em gel para facilitar o cuidado.

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Governo do Estado proíbe pesca em rios durante crise hídrica

A iniciativa visa proteger as espécies de peixes, em especial as existentes nos corpos hídricos afetados pela seca. O retorno será permitido quando os rios atingirem a cota hídrica para dispersão de cardumes e navegabilidade

O Instituto Água e Terra (Portaria nº 157/20) proíbe a partir desta quarta-feira (27) a pesca em diferentes modalidades em águas continentais do Estado. A iniciativa visa proteger as espécies de peixes, em especial as existentes nos corpos hídricos afetados pela seca. O retorno da pesca será permitido quando os rios atingirem a cota hídrica para dispersão de cardumes e navegabilidade.

Fica proibida a pesca nas bacias dos rios Ivaí, Piquiri, Cinzas, Tibagi, Pirapó, Laranjinha, São Francisco Falso e Verdadeiro, Jordão e todos seus afluentes diretos. “A baixa vazão dos rios facilita a pesca furtiva, a predação e a extração de peixes jovens e adultos reprodutores”, explica o secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes.

Segundo ele, a conservação da biodiversidade da ictiofauna é essencial para a evolução e para a manutenção dos sistemas necessários à sobrevivência e reprodução das diferentes espécies.

Exceção

Fica excluída da restrição a pesca artesanal praticada por pescadores filiados à colônia Z-17 de Porto Ubá, no trecho do Rio Ivaí demarcado em aproximadamente 110 km, entre a ponte da rodovia BR 369, que liga São Pedro a São João do Ivaí até o Porto de Areia de Ivaiporã.

Penalidades

Os infratores que desrespeitarem estão sujeitos às penalidades previstas na Lei federal nº 9.605/98 e demais dispositivos que regulam a atividade pesqueira. A multa varia de R$ 700,00 por pescador e mais R$ 20,00 por quilo ou unidade de peixe pescado, além do perdimento dos petrechos.

Fiscalização

Fiscais do Instituto Água e Terra, da Polícia Ambiental, Civil e Militar irão reforçar a fiscalização para garantir que não ocorra descumprimento da Portaria.

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Dia da Mata Atlântica: Itaipu já recuperou quase 30% do bioma no Paraná

Data foi criada para alertar as pessoas sobre a necessidade de preservação das nossas florestas tropicais.

Em 27 de maio de 1560, na Carta de São Vicente, Padre Anchieta descreveu pela primeira vez a beleza e a rica biodiversidade das florestas tropicais brasileiras. Nesta data, desde o final dos anos 1990, é comemorado o Dia Nacional da Mata Atlântica, para conscientizar a população sobre a necessidade de preservação do bioma.

Em 2017, a Fundação SOS Mata Atlântica publicou um estudo indicando que Itaipu é a principal responsável pela regeneração de áreas florestais no Paraná. São quase 30% da recuperação do bioma observada no Estado nos últimos 30 anos.

No ano passado, os mais de cem mil hectares de áreas protegidas pela binacional, ganharam o status de Reserva da Biosfera, chancela dada pelo Programa “O Homem e a Biosfera” (MaB, em inglês) da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). É a única hidrelétrica do mundo com esse título.

O reconhecimento nacional e internacional comprova a eficiência dos programas de conservação promovidos pela binacional. É um trabalho que está na origem da empresa: desde a construção da usina, na década de 1970, sempre houve a preocupação de cercar o reservatório com áreas de mata, para evitar o assoreamento.

As ações incluem desde a recuperação de nascentes, produção de mudas de espécies nativas, até programas de reprodução em cativeiro de espécies da fauna regional – como a onça-pintada e a harpia, um dos maiores gaviões do mundo.

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Defluência diária da Itaipu Binacional, para elevar nível do Rio Paraná, alcança meta planejada

Abertura controlada do vertedouro e aumento da produção têm escoado mais água para melhorar a navegação do rio nos países vizinhos. Nesta quarta-feira (27), não há previsão de nova abertura.

Desde o dia 18 de maio, a usina hidrelétrica de Itaipu tem aberto o vertedouro de forma intermitente para complementar a água escoada pelas turbinas e defluir, diariamente, uma vazão média de 8.500 m³/s ao Rio Paraná, a jusante da barragem.

E, nestes primeiros oito dias de operação, o trabalho conjunto da área técnica da empresa conseguiu um feito: uma precisão quase perfeita no cumprimento da meta de defluência média diária. A

medida atende a uma demanda das chancelarias de Brasil, Paraguai e Argentina e tem o objetivo de aumentar o nível do rio para permitir a navegação nos países vizinhos.

Segundo o gerente do Departamento de Operação do Sistema de Itaipu, Rodrigo Pimenta, as áreas de Programação e Hidrologia elaboraram um estudo que indicou as necessidades de vertimento e a expectativa do deplecionamento do reservatório, balizando o planejamento da execução da Operação Especial, que deve seguir até sexta-feira (29).

Com as metas estabelecidas, a equipe montou alguns gráficos para acompanhar a execução da Operação Especial. No gráfico, é possível notar que as metas de defluência planejada e observada têm se mantidas praticamente iguais. Os pequenos desvios são inerentes ao próprio processo de execução da operação e devido a alterações eventuais na programação de produção.

Ao longo deste período, também foi negociado com o Operador Nacional do Sistema (ONS) uma maior produção de energia, reduzindo, assim, a quantidade de água que seria escoada via vertedouro. Até o momento, o vertimento observado foi 13% inferior ao planejado. Com as chuvas recentes e o consequente aumento da vazão do Rio Iguaçu, a redução do vertimento pode ser ainda maior. Nesta quarta-feira (27), por exemplo, não há previsão de abertura do vertedouro. A água que seria vertida acaba sendo armazenada no reservatório.

As chuvas da semana passada na área de influência do reservatório também ajudaram a reduzir o deplecionamento, fazendo as curvas do planejado e do observado se “descolarem”. Rodrigo Pimenta explica que as curvas partem de um ponto diferente, porque o nível do reservatório estava alguns centímetros mais alto que o previsto quando começou a operação.

“A partir das chuvas do dia 22, houve um descolamento considerável entre as curvas”, conta Pimenta. Segundo ele, em função das chuvas, até o momento, a taxa de deplecionamento do reservatório está, aproximadamente, 30% inferior ao previsto.

“É muito importante o trabalho conjunto de áreas como a Hidrologia, a Programação Energética e a Operação em Tempo Real, que fazem o melhor uso da água neste período”, resume o superintendente de Operação, José Benedito Mota Júnior. “Também é essencial a alta disponibilidade das unidades geradoras mantidas pela equipe de Manutenção para que possamos colocar as unidades em operação no melhor horário possível, otimizando o uso da água e atendendo o que nos foi requisitado”, conclui.

Fotos: Rubens Fraulini / Itaipu Binacional