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Incêndio de campo na BR-277, na área urbana de Foz do Iguaçu. VEJA FOTOS!

Flagrantes enviados por um colaborador mostra um incêndio de campo ainda em curso na BR-277, dentro da área urbana de Foz do Iguaçu.

A área fica entre o Distrito Industrial e a trincheira de acesso ao bairro Três Lagoas.

Nas imagens, colaboradores da concessionária do trecho da rodovia tentam conter as chamas.

O colaborador do blog, que pediu para não ter a identidade revelada, disse que seguida no sentido Prainha de Três Lagoas à BR, quando observou a coluna de fumaça.

Ao cruzar na região do semáforo, percebeu que uma viatura do Corpo de Bombeiros ao lado de um hidrante.

Em breve mais informações

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#NaEstrada: No Chile, Puerto Varas é tesouro escondido pelo vulcão Osorno

Ao fundo o imponente Vulcão Osorno, visto de Puerto Varas na orla do Lago Llanquihue. Foto: #ExpediçãoPatagônia2016*

A seção #NaEstrada do Cabeza NEWS fechou uma parceria com o multimídia Cleverson Lima do Cão dos Diabos e parceiro de primeira hora do blog, que vai narrar o dia a dia e um pouco de como é a vida na estrada. Sem esconder as coisas boas, as fortes emoções e os perrengues, sempre eles, que teimam em atormentar quem está no trecho.

Na estreia, a narrativa romântica e dedicada a Puerto Varas, cidade quase toda germânica na orla do Lago Llanquihue, a porta de entrada da Patagônia chilena. Aproveitem a leitura neste sábado (04) de isolamento em meio a pandemia do Coronavírus.

“No Chile, Puerto Varas é tesouro escondido pelo vulcão Osorno

Em janeiro de 2016 partimos de Foz do Iguaçu rumo ao Chile e sua Patagônia andina, embora não tanto: a ideia era chegar Puerto Varas, cidadezinha bacanuda encravada na região conhecida como Los Lagos, um pouco acima da Patagônia. Podemos que dizer que é a porta de entrada.

Embora pouco conhecida dos brasileiros, a região guarda alguns dos cenários mais bonitos da América do Sul, com parques naturais, vulcões e lhamas e uma forma de escapar de roteiros mais caros e movimentados do Chile. Confesso que me surpreendi positivamente e por vários fatores.

Em primeiro lugar pelo fato de que, apesar do jeitão de cidade pacata, Puerto Varas nos mostra como o Chile destoa do restante da América do Sul não só pela riqueza do povo, mas também pelo desenvolvimento de todas suas regiões.

O fato é que a desigualdade castiga regiões de Brasil e Argentina. Enquanto no país hermano há uma concentração de riqueza e desenvolvimento em Buenos Aires, capitais de província parecem ter parado nos anos 80. O interior do país é em grande parte pobre, problema que também sofremos em maior ou menor grau a depender do estado.

Já o Chile parece ter dado uma uniformidade para o desenvolvimento do Norte até o Sul. Seriam as reformas liberais da ditadura ou a estreita geografia a razão para isso? Mas prefiro não entrar no debate

Puerto Varas surpreende mais pelas coisas boas e que nada nos lembram os perrengues diários. A cidade conta com bons restaurantes, bons e baratos hotéis, uma orla tranquila ao redor do Lago Llanquihue e qualidade de vida que é invejável para muitos países de primeiro mundo.

Toda colonizada por imigrantes alemães, ainda guarda muito da cultura e arquitetura germânicos. Ou seja, muitas construções em estilo enxaimel, bons doces e carnes fortes.

É como estar numa cidade grande aproveitando o melhor das cidades pequenas, ou seja, a salvo de multidões de turistas (que preferem a vizinha Puerto Montt, que tem aeroporto) e aparentemente escondido pelo imenso e vistoso Vulcão Osorno.

A jóia da região é um passeio que vale muito a pena, sendo oferecido por todas as pequenas agências de turismo da região e também pelos hotéis. Seu topo conta com neve que alguns corajosos temem em tentar escalar e com um teleférico que no dia nos deu um susto, já que parou de movimentar bem meio. A sensação de estar parado a mais de 30 metros no cume de um vulcão pode ser assustadora, eu garanto.

Andando pela cidade, vários pequenos cafés e, numa época em que os pólos gastronômicos não pipocavam em todo lugar, a cidade contava uma feira a céu aberto com vários food trucks, alguns bem modernos tanto no estilo como no cardápio.

Na saída, uma breve com senhor Jorge, do Weisserhaus Hotel, ficou na lembrança. Muito simpático, um verdadeiro gentleman, ele explicou por que brasileiros e chilenos se dão tão bem. E a sua tese era bem simples:

“Nós não fazemos fronteira. Por isso brasileiros, uruguaios, bolivianos e chilenos odeiam os argentinos”

Não teve como não concordar.”

* A #ExpediçãoPatagônia2016 foi organizada pela equipe do Cabeza NEWS e percorreu, a partir de Foz do Iguaçu, perto de 8 mil quilômetros passando por várias províncias e o deserto de Neuquén na Argentina até a Patagônia Andina, retornando pela capital Santiago (Chile), os Caracoles na Cordilheira dos Andes, Mendoza até o ponto de partida.

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Cataratas do Iguaçu registram a menor vazão de água do ano, afirma Copel

‘Uma das estiagens mais severas dos últimos 50 anos’, disse diretor de meio ambiente da Sanepar. Vazão do Rio Iguaçu nesta quinta-feira (2) representava 17% da vazão média normal nas Cataratas

O Rio Iguaçu teve a menor vazão de 2020 nesta quinta-feira (5) nas Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. A informação é da Companhia Paranaense de Energia (Copel), responsável pelo monitoramento hidrológico do rio.

Cataratas completa 12 dias sem receber turistas

Até às 14h desta quinta-feira, a Copel registrou a vazão de 259 mil litros de água por segundo, isso representa 17,2% da vazão normal, de 1,5 milhão, informou o G1 PR.

De junho de 2019 até março de 2020, em todos os meses, choveu menos do que a média histórica no Paraná, contou o diretor de meio ambiente e ação social da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Júlio Gonchorosky.

Ele explicou que a situação é grave não só no Rio Iguaçu, mas em todos os mananciais do estado. “O Paraná está passando por uma das estiagens mais severas dos últimos 50 anos”, disse.

De acordo com Gonchorosky, a expectativa de melhora para esse cenário ainda não é das melhores. A previsão é de que nos próximos três meses, o máximo que deve acontecer, é de que as chuvas ocorram dentro da média.

A recuperação para esse período de estiagem, conforme o diretor, deve ocorrer apenas nas chuvas de verão.

O Parque Nacional do Iguaçu está fechado para visitação desde o dia 18 de março. A medida é uma forma de prevenir a propagação do novo coronavírus.

AQUI para ler o restante do artigo

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Infraero realiza ação de combate ao mosquito da dengue no Aeroporto de Foz do Iguaçu

Nesta sexta-feira (3/4), o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu/Cataratas (PR) estará engajado no combate ao Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

A ação será realizada a partir das 8h no sítio aeroportuário, e contará com o apoio de cerca de 40 pessoas, entre funcionários da Infraero, de empresas terceirizadas e a comunidade aeroportuária.

Juntos, farão um pente fino em busca de possíveis focos de proliferação do mosquito e percorrerão áreas como Seção Contra Incêndio (CSI), depósitos, estacionamentos, canteiro de obras, dentre outros locais.

Diante do elevado número de notificações e confirmações de dengue em Foz do Iguaçu nos últimos meses, o pente fino faz parte de algumas medidas que a Infraero está tomando juntamente com os demais agentes públicos, para contribuir na mitigação dos riscos à saúde de todos da região.

Para o superintendente do Aeroporto de Foz do Iguaçu, Joacir Araújo, é fundamental que todos se envolvam nas ações para combate à proliferação do mosquito.

“A Infraero está empenhada em trabalhar junto com o município no combate ao transmissor dessas doenças. Além disso, estamos ampliando o serviço contínuo de dedetização dentro da área do aeroporto”, afirma Joacir.

SERVIÇO:

Inspeção contra o mosquito da dengue no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu

Data: 3/4

Horário: 8h

Local: Balcão de Informações da Infraero (ponto de encontro)

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Parque das Aves libera 300 periquitos resgatados de contrabando, maus-tratos e tráfico animal em novo Viveiro

Batizado de Cecropia, recinto tem 5 mil metros quadrados, sendo um dos maiores do mundo e vai abrigar periquitos e tucanos

Nesta terça-feira (31), 300 periquitos resgatados de contrabando, maus-tratos e tráfico vão receber um novo lar no Parque das Aves. O viveiro batizado de Cecropia é um dos maiores do mundo e será um espaço de aprendizado, contemplação e interação, no qual, o visitante poderá alimentar aves, proporcionando uma conexão com os animais.

As aves vieram de diversos centros de resgate de todo o Brasil, além de muitos zoológicos, e refletem a triste realidade do hábito de adquirir ilegalmente animais silvestres como bichos de estimação, prática que financia o tráfico de animais. As aves recebidas de situações de apreensão chegam ao Parque, muitas vezes, em péssimas condições, com feridas pelo corpo, asas cortadas e membros em geral parcialmente amputados, que as deixam sem condição de voo, bicos quebrados e, algumas vezes, cegas.

Esses animais estavam em diversos ambientes pelo Parque e, com o término das obras do Viveiro Cecropia, foram transferidos para o manejo do local. Segundo Paloma Bosso, diretora técnica do Parque das Aves, esse é projeto de relevância e importância no apoio ao abrigo à fauna vitimada no país. Nesse viveiro elas têm uma nova oportunidade de ter um lar.

“Trabalhamos muito no planejando de toda a estrutura, desde a concepção do projeto até a chegada e adaptação dos grupos de animais provenientes de várias instituições do Brasil”, conta a veterinária que é especialista em comportamento e bem-estar animal.

Nesse primeiro momento, o viveiro não será aberto ao visitante por dois motivos: primeiro porque o atrativo está fechado por conta da pandemia do coronavírus (Covid-19); e segundo porque a equipe técnica segue trabalhando no monitoramento para adaptação das aves no novo ambiente.

“Antes de serem transferidos para o novo viveiro já estávamos monitorando o comportamento dos animais para entender como eles poderiam ficar melhor. A equipe ambientou o local e fez um amplo trabalho de enriquecimento ambiental e condicionamento para melhor adaptação, e assim manter uma boa qualidade de vida e estimular comportamentos típicos para cada uma das 12 espécies atualmente no recinto”, conta Paloma.

Futuramente, outras aves também irão integrar o viveiro, como araçaris, tucanos-toco e preguiças.

Abertura para o visitante

A diretora administrativa do Parque, Jurema Fernandes, conta que tudo foi pensado para uma melhor experiência do visitante, desde o caminho da passarela, até onde as aves vão pousar, melhor ângulo de visão dos visitantes e os conteúdos educativos passados a eles.

“A expectativa agora é na reabertura do Parque e pensar na experiência que vamos entregar ao nosso visitante, levando em consideração a conexão que pode ter com a natureza”, diz Jurema.

Método de construção

O viveiro levou dois anos até ficar pronto e foi estudado e estruturado sem nenhum dano à floresta. Por isso, foi feito sem a utilização de grandes máquinas, nem a derrubada de árvores. Aliás, as árvores fazem parte do design e ambientação para que os animais tenham o melhor ambiente possível para viver.

Ao todo 30 profissionais, especializados em construção sustentável em ambiente florestal, foram recrutados para o desenvolvimento do viveiro. Toda a estrutura, peças e colunas foram fabricadas pela equipe e levadas pelos trabalhadores com as próprias mãos para evitar a entrada de caminhões que compactassem o solo.

“O viveiro está inserido dentro da Mata Atlântica, por isso foi concebido com métodos construtivos sustentáveis, sem danos ao ecossistema”, diz Carmel Croukamp, diretora geral do Parque das Aves.

Sobre o Parque das Aves

Com 25 anos de atuação e 250 colaboradores, o Parque das Aves é a única instituição do mundo focada na conservação de aves da Mata Atlântica. Possui 16 hectares de mata restaurada, 1.300 aves de 130 espécies diferentes, com três viveiros de imersão e um borboletário. O objetivo do Parque das Aves é atuar investindo significativamente para criar um impacto positivo para as aves da Mata Atlântica, principalmente as 120 espécies e subespécies em risco de extinção. O Parque das Aves recebe 830 mil visitantes por ano, sendo um dos atrativos mais visitados de Foz do Iguaçu.

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Foz do Iguaçu tem 4.334 casos confirmados e três óbitos provocados pela dengue no Ano Epidemiológico

Enquanto a maioria das pessoas está mais preocupada com o avanço do Coronavírus no Brasil, os casos confirmados de dengue e notificações disparam em Foz do Iguaçu.

O último boletim da dengue, divulgado nesta terça-feira (31), registra o terceiro óbito causado pela doença na cidade. Assim como nos dois primeiros casos, a vítima é idosa, uma paciente de 88 anos que tinha hipertensão e diabetes.

A paciente deu entrada no dia 12 de fevereiro em um hospital privado com sintomas da dengue tipo D (a mais grave) e encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva. Com o agravamento do quadro clínico, ela faleceu no dia 28 de fevereiro.

A primeira morte pela dengue aconteceu no dia 08 de fevereiro e a vítima era um idoso de 76 anos com doenças pré-existentes, como hipertensão. O segundo óbito registrado no dia 17 de março também foi de um idoso de 72 anos que tinha diabetes e hipertensão.

A primeira vítima foi internada no Hospital Municipal, as outras em hospitais da rede privada no município.

A cidade tem 4.334 casos confirmados da doença e 19.287 notificações (que são aquelas situações que dependem de exames para confirmar ou descartar), dentro do ano epidemiológico, que começou em agosto de 2019.

A doença tem atingido principalmente as mulheres, que somam 55% dos casos, enquanto os homens somam 45% do total.

Dos casos confirmados, aqueles que contraíram a dengue menos agressiva somam 4.198, já a dengue com sinais de alarme somam 117 e da dengue grave são 19.

Embora o número esteja bastante elevado, os gráficos epidemiológicos revelam a redução das notificações nas últimas semanas. O pico da doença até agora aconteceu na semana 10 (fevereiro) com 2.506 notificações e foi sucessivamente registrando queda até chegar a 1.659 nesta semana.

Panorama

A dengue é transmitida pelo Aedes aegypti que, após sugar sangue de uma pessoa contaminada, espalha ao se alimentar em outras pessoas que não estão com a doença.

O combate ao mosquito depende basicamente da atitude de cada em manter os quintais limpos e evitar recipientes que acumulem água parada, locais que se transformam em criadouros.

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Efeito Coronavírus: Cataratas do Iguaçu completa 12 dias sem receber turistas. Veja fotos exclusivas!

O Parque Nacional do Iguaçu completa nesta segunda-feira (30), 12 dias de fechamento para visitação pública, por determinação do Governo Federal para evitar a propagação do novo Coronavírus, agente da infecção Covid-19.

A unidade de conservação guarda em seu interior as Cataratas do Iguaçu, principal atrativo turístico da Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai e reconhecida internacionalmente.

No ano passado, mais de dois milhões de turistas visitaram as famosas quedas, estabelecendo um recorde histórico anual de visitação.

Neste início de semana, com a vazão do rio Iguaçu abaixo de 300 metros cúbicos de água por segundo (muito abaixo do normal, que é de 1,5 milhão de metros cúbicos por segundo), segundo monitoramento da Copel, o que impressiona, além da beleza dos paredões, é a ausência de pessoas principalmente nas passarelas.

O blog visitou o atrativo na última semana, e traz uma série de fotos exclusivas para o leitor.

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Cataratas promove live com o infectologista Edmilson Migowski para tirar dúvidas sobre a Covid-19

Encontro será transmitido pelo Instagram @grupo.cataratas, a partir das 19h desta sexta, 27 de março, e faz parte da campanha “Separar agora para juntar depois”

Em um momento em que um vírus parou o mundo, a união de esforços das empresas, dos governos e da mídia, em geral, para levar informação de qualidade a seus públicos pode ajudar as pessoas a lidarem melhor com esse cenário que envolve a saúde pública do planeta e que é uma novidade para todos.

Acreditando nisso, o Grupo Cataratas — que tem entre suas operações as Cataratas do Iguaçu, AquaRio, BioParque do Rio, Fernando de Noronha, entre outros — lança a campanha “Separar agora para juntar depois” com uma live no Instagram da empresa na sexta, 27 de março, às 19 horas.

A transmissão terá o apoio técnico do médico Edimilson Migowski, renomado infectologista, que conduzirá o bate-papo de forma didática, respondendo perguntas previamente enviadas à equipe. Após a ação, o Grupo Cataratas também lançará uma nova logo que temporariamente fará parte das comunicações da empresa.

Com duração de cerca de uma hora, a ação reforça com o público que nesse momento é preciso nos distanciar socialmente sem, no entanto, nos esquecer uns dos outros.

— Pensamos nos 5 milhões de pessoas que visitam nossos parques todos os anos e em todas as pessoas que um dia vão visitar, por isso, tornamos um projeto que seria interno em um serviço para a a sociedade. Levar informação e tirar as dúvidas das pessoas foi a maneira que encontramos de demonstrar afeto e respeito pelos nossos embaixadores, pelos visitantes e por todos que nos acompanham —, explica Akemi Gouvêa, Diretora de Marketing.

Para participar, basta acessar o perfil da empresa @grupo.cataratas no Instagram e clicar na foto do perfil na hora marcada, a partir das 19h. Dúvidas sobre os cuidados que devem ser adotados pelas equipes que estão em campo, rotinas de segurança, disseminação do vírus e esclarecimento de fake news podem ser enviadas PELO LINK até a véspera do evento para serem respondidas pelo especialista.

Sobre o especialista – Edimilson Migowski é Mestre em Pediatria e Doutor em Doenças Infecciosas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Também é Membro Titular da Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil, Membro Titular da Academia de Medicina do Estado do Rio de Janeiro e atua como especialista em programas de rádio e TV, como TV Globo, BandNews FM e TV Bandeirantes.

Grupo Cataratas – Principal empresa de ecoturismo do país, o Grupo Cataratas é responsável pela gestão de visitação nos ativos de natureza e parques nacionais mais importantes do país, como: as Cataratas do Iguaçu, Parque Nacional da Tijuca (concessionária Paineiras Corcovado) e Fernando de Noronha (EcoNoronha). Suas outras operações são: Aquário Marinho do Rio, BioParque do Rio e Marco das Três Fronteiras.

Por meio do seu instituto, o “Conhecer para Conservar”, desenvolve projetos relacionados à valorização e à recuperação da biodiversidade nas principais Unidades de Conservação do país e também no AquaRio, maior aquário marinho da América do Sul.

Grupo Cataratas – “Separar agora para juntar depois”

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Macuco Safari anuncia férias ou compensação de jornada aos colaboradores

O Macuco Safari, que opera passeios de barco e atividades de ecoaventura dentro do Parque Nacional do Iguaçu, anunciou a formalização de um acordo para garantir o isolamento social de seus colaboradores, conforme preconizou o Ministério da Saúde.

A empresa irá conceder “férias individuais ou compensação de jornada, conforme a situação específica e opção de cada colaborador”, informa em comunicado interno.

A iniciativa, que permite a todos permanecer em casa, passa a valer a partir de sexta-feira (27) para quem tirar féria individual. Os demais irão estabelecer um programa de compensação de jornada laboral.

“Com estas medidas o Macuco Safari, ciente de seu papel social, neste momento em que se observa o avanço da pandemia da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, busca o melhor caminho para evitar qualquer tipo de dispensa, preservando assim, a saúde física e emocional de seus colaboradores e, ainda, garantir a solidez da empresa”, completa.

Abaixo a íntegra do comunicado:

“Macuco Safari, empresa que opera passeios de barco e atividades de ecoaventura dentro do Parque Nacional do Iguaçu, formalizou acordo individual com seus colaboradores e procederá a concessão de férias individuais ou compensação de jornada, conforme a situação específica e opção de cada colaborador.

Portanto, a partir desta sexta-feira, 27 de março, parte de sua equipe estará em férias individuais, nos termos da Medida Provisória (MP 927/2020). E outra parte, mediante acordo individual, estabelecerá um programa de compensação de jornada laboral.

Seguindo as recomendações do Ministério da Saúde de que todos devem permanecer em casa, informamos ainda que, não será necessário o comparecimento do colaborador nas dependências da empresa. Por esta razão, os valores referentes aos acordos entabulados serão pagos por meio de conta bancária.

Com estas medidas o Macuco Safari, ciente de seu papel social, neste momento em que se observa o avanço da pandemia da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, busca o melhor caminho para evitar qualquer tipo de dispensa, preservando assim, a saúde física e emocional de seus colaboradores e, ainda, garantir a solidez da empresa.

Foz do Iguaçu, 25 de março de 2020″

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CVC faz campanha contra o próprio negócio? Não, a empresa entendeu a causa do momento. Assista!

Enquanto a internet virou campo fértil para vídeos dos mais variados e fora de contexto, muitos defendendo a movimentação econômica em troca de vidas, a CVC, maior agência de viagens do Brasil e uma das maiores do mundo, inovou.

“Você já pensou uma empresa fazer uma propaganda contra o seu próprio negócio? Parece loucura, né? Mas esta da CVC merece nosso aplauso. Primeiro pela criatividade; mas, principalmente, por entender a causa”, diz o texto de apresentação que vem junto com o vídeo abaixo: