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Acifi afirma que não apoiou carreata pelo fim da quarentena do Coronavírus em Foz do Iguaçu

A Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (Acifi) não apoiou a carreata da manhã desta sexta-feira (27), pedindo o fim da quarentena contra o Coronavírus e a abertura do comércio em Foz do Iguaçu.

A informação é do presidente da entidade, Faisal Ismail. “A Acifi não estava apoiando esta manifestação”, ressaltou Faisal.

A mobilização, de acordo com ele, “foi voluntária” e criada por um grupo de empresários dentro de um aplicativo chamado Telegram.

De acrodo com o presidente da Acifi, no aplicativo de internet “eles tomaram a decisão de fazer este movimento, como aconteceu em muitas cidades do país”.

A mobilização, que partiu por volta das 10h da manhã do Gramadão da Vila A de Itaipu, foi convocada pelas redes sociais pelo militar da reserva e pré-candidato a prefeito da extrema-direita Ranieri Marchioro.

O ato reuniu empresários e simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro, que vem defendendo o fim do isolamento social e a retomada do comércio por se tratar de uma “gripezinha” a infecção Covid-19, provocada pelo Coronavírus.

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Ponte da Amizade completa 55 anos unindo brasileiros e paraguaios e a região da Tríplice Fronteira

A Ponte Internacional da Amizade, principal símbolo da integração entre Brasil e Paraguai, completa 55 anos desde sua inauguração, em 27 de março de 1965.

A estrutura é uma das obras mais importantes para o desenvolvimento social e econômico de Foz do Iguaçu e Ciudad del Este (Brasil e Paraguai, respectivamente) e Puerto Iguazú na Argentina, que completa a Tríplice Fronteira.

A data que marcou a inauguração da importante ligação, quase passou despercebida devido ao noticiário focado este ano na Pandemia da Covid-19 (Coronavírus).

Em função da Pandemia, a Ponte da Amizade permanece fechada por decisão do governo paraguaio desde a segunda-feira, 16 de março.

Apenas caminhões de cargas estão autorizadas a cruzar o trecho entre os dois países.

A foto que ilustra esta postagem foi gentilmente cedida por Roger Meireles, do GDia.

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Hotelaria e gastronomia de Foz apoiam rede solidária de enfrentamento ao coronavírus

Empresas doam alimentos ao Grupo Pró-Heróis Coronavírus, que surgiu após ser feito o empréstimo de 40 leitos e 10 frigobares da rede hoteleira

Empresários dos meios de hospedagem e gastronomia de Foz do Iguaçu e região estão doando alimentos no 34º Batalhão de Infantaria Mecanizado e apoiando a viabilização da infraestrutura montada na central de suporte aos profissionais da saúde e outras vítimas da pandemia do novo coronavírus.

A ação atende ao chamado feito pelo presidente o Sindhotéis, Neuso Rafagnin. As empresas estão contribuindo especialmente com alimentos perecíveis para serem usados na alimentação de profissionais da linha de frente. “Pedimos a todos que façam as doações à rede solidária de apoio e combate ao coronavírus”, frisa o dirigente.

Segundo ele, o momento é de manter a serenidade e apoiar quem mais precisa, para superar essa crise. “Ao mesmo tempo reivindicamos que os governos anunciem medidas eficazes, pois até agora os empresários e trabalhadores estão sendo convocados para fazer sacrifícios”, diz.

O apoio dos empresários é direcionado ao Grupo Pró-Heróis Coronavírus Foz, que atua em várias frentes para garantir apoio na alimentação e o bem-estar físico e psicológico dos mais de 300 funcionários do Hospital Municipal envolvidos no plantão de atendimento aos pacientes do coronavírus.

Solidariedade

Encabeçado por 20 profissionais de diversas áreas de conhecimento, o Grupo Pró-Heróis Coronavírus Foz surgiu após ser feito o empréstimo de 40 leitos e 10 frigobares da rede hoteleira da cidade para formar a estrutura de apoio e descanso montada no hospital. Na ocasião, em conversa com o Comitê de Enfrentamento da Covid-19, foram identificadas várias outras demandas dos profissionais que estão na linha de frente do combate à doença.

“O objetivo deste grupo de voluntários é dar o apoio psicológico, uma alimentação saudável e tudo que envolve o bem-estar do funcionário para que ele possa atuar de maneira efetiva na assistência aos pacientes”, explica o diretor técnico do hospital, Fábio Marques, que integra o Comitê de Enfrentamento da Pandemia do Coronavírus.

Além das necessidades específicas para o combate, o hospital possui uma Comissão de Humanização, que busca realizar ações de bem-estar dos profissionais da saúde, e a criação de um grupo de voluntários era uma ideia latente e que ganhou força com a pandemia da covid-19.

Como ajudar

A ajuda pode ser feita por meio da doação de alimentos, empréstimo ou doação de equipamentos, ou por meio de algum suporte profissional de forma remota ou presencial. Para participar, entre em contato nos números (45) 99142-6362 e (45) 99125-3222, ou nas redes sociais do grupo no Facebook (Pró-Heróis Foz do Iguaçu) e no Instagram (instagram.com/proheroisfoz/).

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Governador anuncia pacote de R$ 1 bilhão para preservar os empregos

O valor é para estimular a atividade produtiva de todos os segmentos

O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta sexta-feira (27) um conjunto de ações que somam R$ 1 bilhão para estimular a atividade econômica e preservar emprego e renda dos paranaenses. O valor está distribuído entre linhas de crédito para o setor produtivo e pequenos empreendedores, dilação de prazos de financiamentos das prefeituras e de impostos para empresas, e contingenciamento de recursos do orçamento.

As medidas foram discutidas com o setor empresarial ao longo da semana e têm como objetivo primordial a manutenção dos postos de trabalho. “Nosso pacote é de proteção e manutenção dos empregos. Ele foi construído para atender autônomos, e de micro até as grandes empresas”, ressaltou o governador. “Os tomadores dos créditos terão o compromisso de manter seus trabalhadores”.

Ratinho Junior explicou que o governo estadual estruturou esta primeira etapa de medidas e que outras podem ser adotadas em caso de necessidade. “Queremos o menor prejuízo possível e atingir o máximo de pessoas nos próximos 30, 60 ou 90”, disse. “Estamos vivendo uma crise de saúde pública que atingiu a economia de todo o mundo. No Paraná, é a pior desde 1975, desde a geada negra”.

O governador ressalta que o Estado está atento aos problemas gerados pela pandemia do novo coronavírus. “O momento é muito duro, as empresas estão sofrendo, os autônomos estão com muitas dificuldades. Por isso formatamos esse grande pacote de investimentos para a classe empresarial, para ajudar todos os setores nesse momento”, acrescentou.

CRÉDITO 

A maior parte do pacote envolve disponibilidade de crédito. São linhas com juros menores, carências de até um ano e desburocratização dos processos. A operacionalização envolve o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Fomento Paraná. As instituições formataram programas emergenciais para destinar recursos aos micro, pequenos e médios empreendedores; aos setores mais atingidos pela crise; e empresas que já são clientes.

O Governo do Estado também aportou R$ 5 milhões em um fundo garantidor para os financiamentos, renovou por doze meses as condições das empresas que recebem incentivos fiscais, prorrogou por 90 dias o prazo de pagamento do ICMS para 277 mil empresas do Simples Nacional e anunciou um projeto de lei para manter empregos nas empresas que mantêm contratos com a administração estadual.

Além de injetar dinheiro novo na atividade produtiva, o Governo do Paraná estima manter em circulação até R$ 6 bilhões ao abrir a possibilidade da suspensão da cobrança de dívidas de tomadores de crédito (públicos e privados) junto aos agentes econômicos vinculados ao Estado.

Confira as medidas

Prorrogação do prazo para pagamento do ICMS

O Governo do Estado prorrogou o pagamento da alíquota do ICMS embutida no regime do Simples Nacional por 90 dias para 277 mil empresas. Esse é um regime tributário diferenciado e simplificado aplicável a microempresas (ME) e pequenas empresas (EPP – Empresas de Pequeno Porte) que têm receita bruta anual de até R$ 360 mil (micro) e até R$ 4,8 milhões para as EPP.

Renovação do prazo do programa de incentivos fiscais por doze meses

O Governo do Estado renovou automaticamente as condições do programa de incentivos fiscais por doze meses. São benefícios já aplicados a 12 setores, entre eles vestuário e vinhos. O prazo acabaria no dia 30 de abril. Esses benefícios atingem dois tratamentos tributários diferenciados, de redução de base de cálculo e créditos presumidos.

Aporte de R$ 5 milhões em garantias

O Governo do Estado aportou R$ 5 milhões no fundo garantidor formado por seis Sociedades Garantidoras de Crédito (SGCs), que recebem recursos do Sebrae, prefeituras, associações comerciais, empresas parceiras e do próprio Poder Executivo. O Sebrae aportou R$ 5 milhões e o Sicoob mais R$ 5 milhões, ou seja, são R$ 15 milhões a mais. Com o saldo atual, serão R$ 54 milhões de garantia.

Fomento Paraná

A estimativa da Fomento Paraná é empregar em torno de R$ 480 milhões no pacote econômico anunciado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior. Os recursos estão divididos em quatro grandes linhas principais e objetivam atingir pelo menos 40 mil empresas. “O intuito é não tirar dinheiro de circulação dos municípios e das empresas, por isso dos adiamentos da amortização dos atuais financiamentos. E também temos dinheiro novo. Estamos acompanhando as decisões do governo federal para ajudar os paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da instituição, Heraldo Neves.

Uma das principais medidas é uma linha de crédito de capital de giro de R$ 120 milhões com recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE) para atender empreendedores informais, microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas, com limite de até R$ 6 mil por tomador, em condições facilitadas de análise e de garantias, sem necessidade de aval de terceiros. Os recursos também custearão a postergação de parcelas de financiamentos privados e públicos já contratados, e ainda a redução (equalização) de taxas de juros em empréstimos das outras linhas.

A Fomento Paraná usará recursos do Fundo de Desenvolvimento do Estado (FDE) para reduzir em cinco pontos percentuais ao ano a taxa de juros da linha tradicional de microcrédito da instituição, que vai até R$ 10 mil para empreendedores pessoa física e até R$ 20 mil para pessoa jurídica. Com isso, a menor taxa de juros, que é de 1,28% ao mês, deve baixar para 0,91% ao mês. O prazo para pagamento nessa linha aumentou de 36 meses para 48 meses, com carência ampliada para até 12 meses (incluída no prazo total).

Empreendedores que iniciaram uma atividade informal até 31 de dezembro de 2019 poderão ter acesso a até R$ 1,5 mil. Quem já abriu um CNPJ e se formalizou, mas está há menos de um ano no mercado, terá acesso a um limite de R$ 3 mil. Empreendedores formalizado há mais de 12 meses, como microempreendedores individuais, micro ou pequena empresa, terão acesso a um limite de R$ 6 mil. Para as três faixas a taxa de juros será de 0,41% ao mês e o prazo para pagamento será de 36 meses, com direito a 12 meses de carência. Os recursos serão liberados em até três parcelas.

Outra linha, de R$ 160 milhões, disponibilizará capital de giro entre R$ 6 mil e o limite de R$ 200 mil para micro e pequenas empresas (faturamento anual até R$ 4,8 milhões), por meio de uma linha de crédito tradicional, com recursos repassados pelo BNDES. Nesse caso, a taxa de juros disponível será a partir de 0,68% ao mês e o prazo para pagamento de 60 meses, incluindo uma carência de até 12 meses. A liberação dos recursos será vinculada a um compromisso das empresas com a manutenção de salários.

Os atuais clientes da instituição financeira que desejarem também poderão solicitar a postergação de pagamento das parcelas de financiamento por um período de até 90 dias. A análise e aprovação dessa renegociação será feita caso a caso, com condições especiais de taxas de juros. A estimativa do banco é aportar R$ 36 milhões nesse segmento.

Também será oferecido aos municípios que possuem financiamentos com a Fomento Paraná uma possibilidade de moratória de 180 dias sem pagamento de juros ou de amortização do principal. Essa medida tem um impacto estimado de R$ 148 milhões. Cada município deverá analisar a vantagem ou não de suspender os pagamentos nesse prazo. 

E para o Banco da Mulher Paranaense há algumas mudanças. Toda empreendedora poderá tomar o crédito até o limite de R$ 6 mil da nova linha com recursos do FDE, formal ou informal, dentro das condições de taxa de juros de 0,41% ao mês, com prazo de 36 meses e carência para pagar. Acima desse valor, continuam valendo os recursos da Fomento Paraná: de R$ 6 mil a R$ 10 mil para pessoa física e de R$ 10 mil a R$ 20 mil para pessoa jurídica com mais de 12 meses de atividade, com taxa de 0,76% ao mês, com até 12 meses de carência e prazo total de 48 meses para pagar. Para micro e pequenas empresas que tenham mulheres como proprietárias ou sócias, há crédito acima de R$ 20 mil – até R$ 200 mil – com taxas a partir de 0,44% ao mês e prazo de 60 meses, incluída carência de 12 meses.

BRDE

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) formatou um programa emergencial de R$ 670 milhões. Ele inclui R$ 50 milhões da linha de microcrédito repassada para a Fomento Paraná, R$ 100 milhões de recursos próprios e R$ 520 milhões de outros fornecedores de crédito.

O objetivo é financiar micros, pequenas e médias empresas do Estado; os setores mais atingidos pela crise, como turismo, economia criativa, prestação de serviços, alimentação, entre outros; e tomadores que já são clientes.

São R$ 100 milhões de recursos próprios para atender o crédito de R$ 50 mil a R$ 1,5 milhão, com taxa de juros (Selic) de 3% ao ano, prazo máximo de 60 meses e carência de até 24 meses. A exigência é de que o tomador mantenha os postos de trabalho. As linhas são: microcrédito – até R$ 50 mil; micro e pequenas empresas – até R$ 200 mil; e demais empresas – até R$ 1,5 milhão.

Também haverá R$ 520 milhões disponíveis para linhas de capital de giro e para incremento da produção. As condições serão aquelas propostas pelos fornecedores de recursos, em especial a operacionalização das linhas anunciadas pelo BNDES, FUNGETUR, FINEP e outros.

O BRDE ainda postergou prazos (até seis meses) de todos contratos ativos destinados a micro, pequenas e médias empresas que não são do setor rural. Pode envolver reforma ou compra de maquinários em geral, pequenas centrais hidroelétricas, fornecedores de serviços para hotéis ou parques de entretenimento, etc. As linhas equalizadas (PSI e Plano Safra) precisam de portaria do governo federal.

Projeto de lei

O Governo do Estado vai encaminhar para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que institui a manutenção dos empregos nas empresas terceirizadas que atendem o poder público.

Contingenciamento

Haverá, ainda, contingenciamento de R$ 321 milhões no Orçamento em virtude da previsão da queda de arrecadação elaborada pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

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Em Curitiba, carreata em apoio ao presidente Bolsonaro e pelo fim da quarentena do Coronavírus. Veja fotos!

Um grupo de empresários e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro circula neste início de tarde de sexta-feira (27) pelas ruas da região central de Curitiba, capital do Paraná.

Eles se manifestam pelo fim da quarentena do Coronavírus e em apoio a Bolsonaro, que se manifestou rede nacional na terça-feira (24), afirmando que a infecção da Covid-19 é “uma gripezinha”.

Com o fim da quarentena, afirmam os organizadores, as pessoas voltarão a trabalhar, encerramento o isolamento social determinado pelas autoridades sanitárias para impedir a propagação do vírus.

As fotos da capa e que ilustram esta postagem foram enviadas pelo fotógrafo Eduardo Matysiak/Futura Press.

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Ratinho e Hussein Bakri garantem continuidade da Tarifa Rural Noturna a 12 mil produtores

O deputado Hussein Bakri (PSD) anunciou, na noite desta quinta-feira (26), que o Governo do Estado vai manter a Tarifa Rural Noturna, que beneficia 12 mil agropecuaristas com um desconto de 60% na conta da energia elétrica consumida entre 21h30 e 6 horas.

A decisão do Governador Ratinho Junior (PSD) foi tomada após o parlamentar alertá-lo do impacto que o fim do benefício causaria a setores importantes da economia estadual, envolvidos na produção de aves, suínos, peixes e leite.

“Fui procurado por entidades ligadas ao setor agropecuário e também por lideranças políticas da região Oeste preocupadas com a notícia de que o benefício seria cortado. De imediato, levei o tema ao Governador, que demonstrou sensibilidade e atenção aos 12 mil produtores que são beneficiados pelo programa. Esse subsídio terá uma importância ainda maior agora em meio aos reflexos econômicos provocados pela pandemia do coronavírus”, afirmou Hussein Bakri, que é Líder do Governo na Assembleia Legislativa.

Uma lei aprovada e sancionada no ano passado garante o subsídio de R$ 54 milhões ao ano para o pagamento à Copel da energia gasta por esses produtores rurais. No entanto, na última quarta-feira (25), eles receberam mensagens de celular informando que o benefício seria suspenso. A justificativa dos técnicos da Secretaria da Agricultura era de que a Tarifa Rural Noturna não estava levando em conta o perfil dos produtores, beneficiando não apenas aqueles que de fato necessitam do subsídio, mas também grandes agropecuaristas.

O problema foi contornado em uma conversa de Hussein Bakri com o Governador, que também foi alertado por entidades como a Faep (Federação da Agricultura do Paraná) e a Ocepar, que representa as cooperativas do estado. Segundo o Líder do Governo, Ratinho entendeu a importância do apoio financeiro aos produtores, cujas atividades precisam de energia elétrica 24 horas por dia.

No caso das granjas de aves e suínos do Oeste do estado, por exemplo, a energia garante o funcionamento dos equipamentos que fornecem água e alimentação aos animais e também aciona os sistemas de aquecimento e ventilação. “Essa é uma relação em que os dois lados ganham. Os produtores ganham competitividade nacional pagando menos pela energia, enquanto o Governo ganha em impostos com a geração de emprego e renda”, defendeu Hussein Bakri.

Sabedor da importância da energia elétrica para a produção agropecuária do Oeste do Paraná, no ano passado o parlamentar levou até a região o diretor-presidente de distribuição da Copel, Maximiliano Orfali, para debater soluções para as frequentes quedas de energia. Esses episódios têm sido frequentes, sobretudo no interior dos municípios, e causam prejuízos com a morte de animais e também com os gastos adicionais para o acionamento de geradores.

Depois da reunião, foram realizados mutirões em várias cidades para a poda de árvores que entravam em contato com os cabos condutores de energia. Em paralelo, a Diretoria de Distribuição da Copel trabalha na elaboração de um programa de redirecionamento de recursos priorizando o Oeste do Paraná.

Foto: Orlando Kissner/Alep

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Coronavírus: Governo anuncia R$ 40 bi para empresas pequenas e médias pagarem salários durante a crise

O governo federal anunciou nesta sexta-feira (27), a criação de uma linha de crédito de R$ 40 bilhões para o pagamento de salários de funcionários de pequenas e médias empresas por até dois meses.

Em contrapartida, o empresário terá que se comprometer a não demitir os trabalhadores em decorrência da crise causada pela pandemia do coronavírus, destacou o Portal UOL..

O volume de investimento, no total, poderá chegar a R$ 40 bilhões (R$ 20 milhões por mês) e atender aproximadamente 1,4 milhões de empresas e 12,2 milhões de trabalhadores.

A maior parte do dinheiro (85%) será injetada pelo governo federal e 15%, pelos bancos privados.

Na prática, isso significa que o governo ficará com 85% do risco de inadimplência e os bancos com os demais 15%.

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ACIFI cobra da prefeitura plano de retomada gradativa do comércio de Foz do Iguaçu

Entidade reivindica planejamento do município para o retorno seguro da atividade comercial

A fim de evitar um processo de demissão e falência em massa no comércio, a Diretoria e o Conselho Superior da ACIFI estão solicitando da Prefeitura de Foz do Iguaçu um plano para a retomada gradativa da atividade comercial. Essa medida é necessária para dar segurança às empresas e preservar empregos.

Esse foi o objetivo da carta pública distribuída pela entidade a empresários e meios de comunicação na quinta-feira, 26. O plano requerido pela ACIFI à gestão municipal deve apontar medidas de segurança a serem aplicadas no processo de reabertura de lojas comerciais, fechadas desde a última quarta-feira, 18.

A expectativa é para reabertura gradual em abril. De acordo com o presidente da ACIFI, Faisal Ismail, a data em que o comércio poderá abrir suas portas é uma decisão que cabe ao prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, observada a legislação e normativas dos governos estadual e federal.

“A data exata para reabertura gradativa do comércio e serviços é uma decisão que cabe à administração pública municipal e deve ser determinada e anunciada pela Prefeitura de Foz do Iguaçu, com toda a responsabilidade, serenidade, seriedade e segurança que essa medida exige”, frisa Faisal Ismail.

Para o presidente da entidade, a gestão do município deve elaborar esse plano com base na chamada Estratégia de Verticalização, Vigilância Ativa e fortalecimento do sistema de saúde. “O que inclui ampliação da capacidade de realização de testes/exames para covid-19, de forma rápida e efetiva, e reforço das ações de prevenção”, explica Faisal.

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Acifi defende isolamento vertical e retomada das atividades econômicas em Foz do Iguaçu

Nota da Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu

A Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI) informou, por meio de nota, que está discutindo a reabertura do comércio para o início do mês de abril em Foz do Iguaçu. O objetivo é cobrar que o prefeito municipal Chico Brasileiro estabeleça a data para reabertura de forma gradual das atividades econômicas na cidade. O fechamento do comércio foi uma medida tomada como precaução para prevenir a transmissão e o contágio pelo novo coronavírus (COVID-19).

Na nota, a entidade defende o isolamento vertical (que é a proteção dos grupos de risco) e retomada das atividades econômicas. Segundo a ACIFI, a decisão por cobrar a reabertura do comércio foi tomada em conjunto com outras entidades, incluindo o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Foz (CODEFOZ) e o Programa Oeste em Desenvolvimento (PODE).

Em nota, a ACIFI informa que todas as medidas de segurança estão sendo tomadas para diminuir os impactos que podem ser causados pelo novo coronavírus. A entidade está trabalhando em parceria com a Itaipu Binacional e com os 54 municípios do Oeste do Paraná para ampliar os testes rápidos para coronavírus e o número de leitos de UTI para atender os casos graves da doença.

“A partir de agora, o desafio será colocar em prática desde já, e de maneira organizada e com extremo senso de responsabilidade, uma série de ações e cuidados que todas as pessoas e empresas de Foz do Iguaçu e região precisarão ter para evitar a proliferação comunitária do vírus, além das demais medidas que o poder público precisará tomar para controlar a ocorrência de novos casos vindos de outras regiões” diz a nota.

Veja o Comunicado da ACIFI

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CDHMP apela para que prefeito de Foz do Iguaçu mantenha o isolamento social

Nota pública do CDHMP

O Centro de Direitos Humanos e Memória Popular vem a público, apelar para que as autoridades do Município não tomem nenhuma decisão que contrarie as medidas de isolamento social ou que se oponham as normas vigentes.

Igualmente, apelamos para que o Ministério Público , notifique as autoridades para que se abstenham de efetuar qualquer liberação contrária às medidas de isolamento até agora vigentes e que estão embasadas em estudos científicos , sem interferências diretas de posições econômicas e políticas.

Recuar na posição de isolamento horizontal é um ato criminoso, que coloca a população em risco. Os posicionamentos de entidades empresariais, no sentido da abertura do comércio torna-se ainda mais grave, tendo em vista que o Paraná e Foz do Iguaçu, já vivem sob uma epidemia de dengue, e que se a quarentena e as medidas de isolamento social não forem respeitadas, o sistema de saúde entrará em colapso.

Nós precisamos de medidas econômicas urgentes que venham trazer tranquilidade para o povo desempregado, informal, em situação de rua, empregado precariamente, e não medidas que venham expor ainda mais os fragilizados.

Não cansaremos de cobrar o poder público municipal, estadual e federal, de “que a vida vem antes do lucro”, por isso o Estado precisa agir para proteger os cidadãos e não empurrar à morte!

Foz do Iguaçu, 26 de março de 2020