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Oportunidade: Rede Nissei oferece 45 vagas de trabalho em Curitiba e região

A rede de farmácias Nissei está oferecendo 45 vagas de trabalho em Curitiba e Região Metropolitana.

Os contratos são para farmacêuticos, balconistas e assistentes de caixa, com salários que vão de R$ 1.100 a R$ 3.800 e têm início imediato. De acordo com a rede, as contratações não têm relação direta com a pandemia do novo coronavírus.

Como medida de prevenção ao Covidi-19, o processo seletivo será virtual. Para realizar as entrevistas e evitar aglomerações desnecessárias, a rede pretende utilizar ferramentas de uso virtual.

Para se candidatar, os interessados devem mandar o currículo para o e-mail recrutamento@drogariasnissei.com.br.

Fonte: Tribuna PR

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Após promessa de manter empregos, dono do Madero demite 600 funcionários

Apesar de afirmar em vídeos no Instagram que seus funcionários não seriam demitidos durante a crise causada pelo coronavírus, o empresário Junior Durski, dono da rede de restaurantes Madero, em Curitiba, dispensou nesta quarta (01), 600 funcionários. A informação foi publicada pelo Estadão e repercutida pelo Bem Paraná.

O  empresário justificou as demissões afirmando os funcionários faziam parte de equipes dos projetos de expansão da empresa, que previa lançar mais 65 unidades em 2020 e que o plano que foi abortado com a crise causada pela pandemia. Ele garantiu ao Estadão que maioria dos demitidos eram recém-contratados em treinamento.

“A minha empresa tem condições, recursos e caixa para passar três, quatro, cinco ou seis meses parada. Não estou preocupado comigo, já disse que manterei o emprego dos nossos empregados”, disse ele no vídeo polêmico em que afirmou que cinco ou sete mil mortes não poderiam justificar as paralisações que afetam a economia. (AQUI para assistir)

“Estou preocupado com o Brasil, com o pequeno empresário, com o vendedor de pipoca, com quem tem um restaurantinho, um barzinho. Estou preocupado com milhões de pessoas que não terão um emprego em 2021”, ressaltlu.

Apoiador do presidente Jair Bolsonaro, ele acabou pedindo desculpas no dia seguinte, dizendo que foi “mal interpretado”.

Entre os sócios de Durski está o apresentador Luciano Huck, que voltou atrás nesta quarta na demissão de professores da startup Alicerce pelo whatsapp por causa da pandemia.

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Vereadores debatem com o prefeito proposta de reabertura gradual e controlada do comércio

Parlamentares pedem cautela para se retomar aos poucos a atividade econômica

Em conversa com o prefeito Chico Brasileiro, os vereadores analisaram na terça-feira, 31 de março, a proposta de reabertura gradativa e controlada do comércio em Foz do Iguaçu. Entendem a necessidade, porém pediram cautela para se retomar aos poucos a atividade econômica mantendo todos os cuidados necessários para controle da pandemia do coronavírus.

Para essa operação coordenada, os vereadores defendem maior disponibilidade de testes rápidos para todos os casos suspeitos; que funcionários dos grupos de risco ou com sintomas de gripe permaneçam em isolamento domiciliar; além de que na medida em que houver a reabertura gradual e controlada, cada comerciante que reabrir as portas, obrigatoriamente assine o Termo de Responsabilidade Sanitária.

Assim, se compromete formalmente pelos cuidados necessários tanto na proteção aos funcionários quanto para os clientes. Toda a operação de reabertura deve estar condicionada ao monitoramento epidemiológico de casos da Covid-19 confirmados na cidade e havendo necessidade o fechamento pode ser retomado a qualquer momento. Os vereadores concordaram que a reabertura aos poucos só deve ocorrer a partir da próxima semana.

Alternativas seguras

Para o vereador Luiz Queiroga (DEM), membro da Comissão de Turismo, Indústria, Comércio, Segurança Pública e Assuntos Fronteiriços, “o momento requer prudência. Nós, vereadores estamos em constante conversas pelos grupos virtuais, debatendo os assuntos sobre a pandemia, tomando atitudes e sugerindo alternativas seguras para uma situação conturbada que o mundo inteiro está vivendo nesse momento. A ideia de reabertura gradual do comércio, de forma controlada, monitorada e todos cumprindo as responsabilidades é uma das possibilidades”.

Segundo Queiroga, o plano de retomada demanda mais alguns dias devido ao período de incubação do vírus e ao mesmo tempo acompanhando os dados epidemiológicos na cidade. “Entendemos o isolamento social como fundamental nesse processo e a partir de um determinado tempo, da forma recomendada pelas autoridades sanitárias, as atividades podem ser retomadas aos poucos e com todos os cuidados. Apresentamos outras propostas e atitudes como devolução de recursos economizados e a ideia de cortes no orçamento geral do Município para destinar recursos para o enfrentamento da pandemia e seus efeitos”, completou Queiroga.

Recursos de emendas

O vereador Márcio Rosa (PSD), vice-presidente da Comissão de Educação, Saúde, Assistência Social e Defesa do Cidadão, informou que além de devolver R$ 700 mil para aquisição de cestas básicas para as famílias carentes, os vereadores concordaram em liberar verbas das emendas impositivas consideradas inexequíveis, diante do momento de crise. Os recursos podem ser redirecionados em socorros as famílias necessitadas que ficaram sem renda.

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Pela união ao turismo e medidas emergenciais para salvar o setor

Por Fábio Aguayo, na Gazeta do Povo

A chegada do novo Coronavírus nos lançou a um momento único, onde será fundamental o envolvimento de todos para superar a crise. E, dentro deste espírito, a Feturismo, entidade civil, filiada à Confederação Nacional do Turismo (CNTur), terceiro grau sindical de atendimento às empresas do turismo do Paraná, agradece a publicação do pacote econômico do Governo do Estado, com destaque ao programa de contingenciamento de R$ 321 milhões do orçamento vigente.

Também é louvável o encaminhamento, à Assembleia Legislativa, de projeto de lei que institui a manutenção de empregos nas empresas terceirizadas que atendem o poder público. O momento é difícil, como citado, mas precisamos avançar, buscar esclarecer dúvidas e ações que podem contribuir.

Um Programa de Incentivo ao Turismo, com as “hashtag” Turismo é Meu Negócio, Somos Turismo, Somos Paraná, para incentivar os paranaenses a viajar dentro do estado, pode ser o ponto de partida para o setor. Também é preciso convencer moradores de outras regiões do país a conhecer as 14 diferentes faces do Paraná.

Nosso Estado tem belezas incríveis e estrutura capaz de absorver o turismo de eventos, de negócios, de lazer, esportes, cultura e gastronomia. Essa é a nossa proposta para uma forte retomada e aceleração do crescimento do setor que se tornou tão sensível.

Algumas ações trarão alívio para o nosso setor, como taxas menores sobre o ICMS dos combustíveis, até campanhas de encorajamento como “visite um destino paranaense em seus próximos três meses”. São pequenos pontos para nossa entidade, que se somando às outras voltadas ao setor, pode engajar.

Muitas outras questões colocam o setor do turismo em dúvida e para isso, dividimos o teor do pacote do governador Ratinho Junior em alguns tópicos e colocamos algumas questões a seguir sobre cada recurso ou incentivo proposto.

Com a estimativa da Fomento Paraná empregar R$ 480 milhões divididos em quatro linhas, objetiva atingir pelo menos 40 mil empresas. Nossas dúvidas são, seriam R$ 12 mil para cada empresa? Quais os setores empresariais teriam chance de conseguir estes recursos? Há alguma provisão específica para o setor do turismo e quais as formas de garantia?

Sobre a Fomento usar recursos do Fundo de Desenvolvimento do Estado (FDE) para reduzir a taxa de juros, isso nos deixou uma questão. Se a taxa de juros de 0,91% ao mês, ao final de 12 meses, nos dá um total de 11,48%. É possível diminuir este percentual de juros uma vez que a Fomento está fazendo uso de recursos do FDE?

Aos municípios que possuem financiamentos com a Fomento, será oferecida uma possibilidade de moratória de 180 dias sem juros ou de amortização do principal. Essa medida tem um impacto estimado de R$ 148 milhões.

Cada município deverá analisar a vantagem ou não de suspender os pagamentos nesse prazo. Os municípios que apresentam atrativos turísticos, em especial os que tem no turismo grande parte de sua renda, também estão sendo contemplados?

O BRDE formatou um programa emergencial de R$ 670 milhões. Se o objetivo é financiar micros, pequenas e médias empresas do estado, como está a previsão de aporte? A busca, portanto, está em que seja garantido um capital de giro de baixo custo para ao menos 3 meses de “oxigênio”?

E ainda postergou prazos (até seis meses) de todos contratos ativos destinados a micro, pequenas e médias empresas que não são do setor rural. Estas novas formas de financiamento poderiam ser utilizadas neste formato específico para o setor do turismo ou estão congeladas?

O pacote, segundo o anúncio, tem R$ 520 milhões disponíveis para linhas de capital de giro e para incremento da produção. Qual o formato a ser aplicado para estas linhas de capital de giro? Que tipo de empresas de nosso setor poderão participar e com quais custos e prazos? Qual o valor do aporte disponível somente do Fungetur e quais empresas são previstas de receber tal incentivo?

E a pergunta que mais aflige o setor é quando será a decisão e teremos o comportamento de sensibilidade da Copel/Sanepar/Compagas? Estamos implorando que seja debatido na reunião dos conselhos de administração das estatais, especialmente que tem maior a participação do Governo do Estado, para que haja uma consideração excepcional neste momento delicado.

O setor de turismo no Brasil e no Paraná não tem, pelo fechamento de fronteiras e barreiras, a presença dos turistas internos ou estrangeiros. Nosso pleito é para que tenha uma deliberação urgente que fixe ou informe as equipes próprias ou terceirizadas a instrução de não cessar o não fornecimento dos serviços por 120 dias.

Mesmo com atrasos nos pagamentos, independente do porte da empresa, não pedimos anistia e sim que seja providenciado um pacote excepcional de negociação e parcelamento. Após este período de calamidade pública e estado emergencial, não podemos correr o risco cruel de escolher demitir colaboradores, ou que seja pago um destes serviços neste trágico momento.

A Feturismo acredita que o diálogo é o melhor caminho para encontrarmos soluções e superarmos juntos este momento de dificuldade que enfrentamos.

Fábio Aguayo é presidente do Sindiabrabar e vice-presidente de Relações Governamentais e Institucionais da Feturismo (Federação das Empresas de Hospedagem, Gastronomia, Entretenimento, Lazer e Similares do Estado do Paraná).”

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Hotelaria e gastronomia reivindicam medidas para superar crise provocada pelo coronavírus

Empresários criticam ações incipientes adotadas pelos governos

Empresários da hotelaria e gastronomia de Foz do Iguaçu reivindicam dos governos federal, estadual e municipal medidas mais eficazes para enfrentar a crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus. A cobrança ocorreu em reunião do Sindhotéis, por teleconferência, com representantes da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação.

Coordenado pelo presidente do Sindhotéis, Neuso Rafagnin, o encontro avaliou as alternativas trabalhistas e tributárias para mitigar o colapso. Também coordenaram a reunião o presidente da FBHA, Alexandre Sampaio, e a advogada Lirian Sousa Soares Cavalhero, consultora jurídica da FBHA e titular do escritório jurídico Ope Legis, com sede em Brasília (DF).

Neuso Rafagnin abriu a conversa explicando que a aplicabilidade do aditivo à convenção coletiva entre os sindicatos patronal e laboral continua incerta mesmo tendo sido homologado pelo Ministério Público do Trabalho. “Estaríamos numa situação menos preocupante se o poder público tivesse honrado a lei”, resumiu.

Isso porque o governo federal anunciou que não dispõe de recursos para bancar nacionalmente os pactos em grande escala firmados com base no artigo 476-A da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como é o caso do acordo fechado entre o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares e o Sindicato dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade.

“Solicitamos aos governantes e parlamentares mais atenção ao turismo. Estamos falando de empreendimentos que geram diretamente e indiretamente dezenas de milhares de empregos. Foz é um destino turístico de potencial internacional, mas cada um precisa fazer a sua parte para preservar a saúde das pessoas e evitar a quebradeira geral”, concluiu Rafagnin.

Ele lembrou que o Sindhotéis está reivindicando ao Governo do Estado do Paraná para que sejam suspensas, por parte das concessionárias de água, energia elétrica e gás, as faturas cobradas na forma de valor fixo (consumo mínimo). O pedido foi realizado diretamente e também via parlamentares, porém até agora não foi atendido – causando enormes prejuízos ao setor.

União

A busca por alternativas para socorrer o Destino Iguaçu tem apoio do presidente da ACIFI (Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu), Faisal Ismail, que esteve presente ao encontro promovido no Centro de Capacitação Sindhotéis. Ele afirmou que são necessárias medidas urgentes e efetivas para a proteção de empregos e das empresas da principal indústria iguaçuense: o turismo.

Também participaram da teleconferência advogados e contadores dos estabelecimentos do setor. Todos em busca de soluções para preservar empregos e manter o mínimo de sustentabilidade financeira diante das ainda incipientes medidas adotadas pelos governos federal, estadual e municipal.

Um dos pilares de sustentação da economia e da geração de postos de trabalho em Foz, o turismo é uma das atividades mais afetadas pela pandemia. Atrativos, estabelecimentos comerciais e fronteiras com estados e países estão fechadas. Há cancelamentos de voos e restrição de acesso rodoviário. Esse quadro paralisa o segmento turístico nas Três Fronteiras.

Alternativas

Dessa forma, os participantes pensaram soluções para a crise. Foram discutidos temas como a Medida Provisória 927/2020, suspensão dos contratos de trabalho, redução de trabalho, férias, licenças, gratificações, trabalho a distância ou teletrabalho, compensação de jornada, por meio do banco de horas, fechamento do estabelecimento por determinação do poder público e a própria extinção da empresa.

Do ponto de vista tributário, a advogada explicou que a prorrogação de prazos para recolhimento de tributos municipais, estaduais e nacionais (impostos e taxas), bem como do FGTS e INSS, e aquisição de crédito a juros baixos. “As medidas iniciais do poder público apontam caminhos, mas ainda são insuficientes para resguardar as empresas do turismo do caos econômico”, frisou Sampaio.

Para além das decisões possíveis de serem tomadas no momento, a partir dos mecanismos concretos, o presidente do Sindhotéis pediu a todos muita cautela, buscando avaliar caso a caso. Neuso Rafagnin, Alexandre Sampaio e Lirian Cavalhero solicitaram à categoria que aguarde as novas medidas de compensação federais, estaduais e municipais previstas para esta semana.

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Santa Terezinha de Itaipu prorroga a primeira parcela do IPTU e do ISSQN para dezembro

O prefeito de Santa Terezinha de Itaipu, Cláudio Eberhard, prorrogou a 1ª parcela do Imposto IPTU de ISSQN para 20 de dezembro deste ano.

As demais parcelas (2ª a 8ª) seguem com datas pré-estabelecidas: a segunda, 11 de maio; terceira, 10 de junho; quarta, 10 de julho; quinta, 10 de agosto; sexta, 10 de setembro; sétima, 13 de outubro e oitava, 10 de novembro.

Os contribuintes que optarem pelo pagamento em cota única, com desconto de 5%, a data de vencimento permanece até 13 de abril de 2020.

Vale ressaltar, que aqueles que optarem pelo pagamento dos tributos fora do prazo inicial previsto, deverão inutilizar o boleto bancário emitido e solicitar junto ao Departamento de Receita e Cadastro Técnico Urbano a emissão de novo Documento de Arrecadação Municipal.

Tributos

O decreto municipal assegura ainda, a data 30 e abril de 2020, para o pagamento da taxa de localização e funcionamento, taxas de vigilância sanitária e alvará de localização e funcionamento.

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ACIFI e Prefeitura debatem retorno gradual e monitorado do comércio de Foz do Iguaçu

Em reunião na associação, prefeito anuncia diretrizes do plano para a retomada das atividades econômicas

O presidente da ACIFI, Faisal Ismail, e o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, reuniram-se na terça-feira, 31, para debater o plano de retomada gradativa da atividade comercial na cidade. Representantes de entidades e gestores da prefeitura participaram do encontro, que contou com interações por teleconferência.

Durante a reunião, Chico Brasileiro anunciou que o governo municipal fará o diagnóstico epidemiológico atual, baseado numa amostra estatística de testagem da população iguaçuense, a partir de dados coletados até sexta-feira, 3 de abril.

O prefeito fez uma análise das medidas restritivas que buscam reduzir o pico da demanda da assistência médica e antecipou que, na manhã de sábado, 4, será feita uma teleconferência com o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, e os prefeitos das maiores cidades do estado.

Ainda no sábado, 4, com base nos resultados dos exames dos casos no município e na reunião com o governador, será feita uma análise dos cenários possíveis da pandemia em Foz do Iguaçu, em conjunto com as entidades da sociedade civil organizada e Ministério Público.

Com essa análise, o governo municipal irá “programar o retorno gradual e monitorado das atividades econômicas do município com assunção recíproca de responsabilidades sanitárias”. O documento com esse passo a passo foi entregue pelo prefeito ao presidente da ACIFI.

Para Faisal Ismail, o resultado do encontro foi positivo, pois estabelece um cronograma para avançarmos no plano de retomada gradativa do comércio com toda a responsabilidade, serenidade, seriedade e segurança que essa medida exige. Tal posição é compartilhada pelo presidente do Conselho Superior da ACIFI, Walter Venson.

Medidas

Além do diálogo com a prefeitura, a ACIFI tem atuado em várias frentes, como a busca de fornecedores e captação de recursos para aquisição de testes rápidos em massa, liberação de crédito às empresas do município, apoio ao Grupo Pró-Heróis Coronavírus Foz e articulação com Itaipu Binacional e Programa Oeste em Desenvolvimento para as ações de incentivo ao restabelecimento da atividade econômica na cidade.

A pedido da ACIFI, por exemplo, a prefeitura suspendeu, na semana passada, impostos e taxas municipais por 90 dias. Já no encontro desta terça-feira, 31, foi detalhado o pacote de emergência em apoio aos pequenos empresários, que está sendo analisado pela entidade para sua operacionalização.

Encontro

Participaram da reunião o presidente do Sindhotéis, Neuso Rafagin; o presidente interino do Sindilojas, Itacir Mayer; o presidente do Comtur, Carlos Silva; o presidente do Visit Iguassu, Felipe Gonzalez; a presidente do Observatório Social Brasil – Foz, Leonor Venson; o vice-presidente do Fundo Iguaçu, Camilo Rorato; o consultor do Sebrae/PR Marcelo Padilha; o diretor da Faciap, João Batista de Oliveira.

Pela prefeitura estiveram presentes o secretário municipal de Saúde, Nilton Bobato; o supervisor técnico da Divisão de Vigilância Epidemiológica, Roberto Valiente Doldan; e o secretário municipal de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos, Gilmar Piolla.

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Assembleia aprova proposta que autoriza repasse de 37,7 milhões e medidas de apoio a atingidos pelo coronavírus

Em sessão plenária, realizada de forma virtual, por causa da pandemia do coronavírus, a Assembléia Legislativa do Paraná votou e aprovou hoje (30) projeto de lei complementar que autoriza o repasse R$ 37,7 milhões do Fundo de Modernização da Assembleia para o Fundo de Estado da Saúde.

Também foram votadas medidas encaminhadas pelo governo do Estado e outras, de iniciativa dos deputados, com o objetivo de minorar os impactos econômicos provocados pela pandemia.

“A Assembleia Legislativa do Paraná, que foi a primeira a adotar as sessões virtuais para manter o Parlamento funcionando durante a crise provocada pela pandemia, deu hoje novo exemplo ao aprovar o repasse de recursos próprios para um fundo de saúde que vai atender a todos os paranaenses. Também aprovamos iniciativas do governo que vão socorrer os produtores rurais, pequenos empresários, além de empreendedores formais e informais além de mutuários da Cohapar”, disse o presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSDB).

Os deputados aprovaram também, em segundo turno de votação, os deputados, os projetos 66/2020 e 67/2020. O primeiro cria o Programa de Recuperação de Créditos, com isso, os mutuários da Cohapar poderão regularizar as dívidas com a Companhia com até 100% de isenção de juros e multas. O segundo projeto prorroga a vigência do Programa Morar Legal, de regularização de ocupação e titularidade até o final de 2021.

Também foram aprovados, dois projetos do Poder Executivo que têm o objetivo de contribuir para o desenvolvimento econômico do Estado, concedendo novas modalidades de créditos para os produtores rurais, pequenos empresários, além de empreendedores formais e informais.

As duas propostas tramitam em regime de urgência. A de número 130/2020 autoriza a concessão de financiamentos, com recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico para a Agência de Fomento do Paraná e para o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), através dos programas Banco do Agricultor Paranaense e Banco do Empreendedor Paranaense.

Já a proposta 131/2020 autoriza a Fomento Paraná a tomar providências no sentido de apoiar financeiramente empreendedores formais e informais e os municípios, quando homologada situação de emergência ou estado de calamidade pública.

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Chico Brasileiro anuncia pacote R$ 50 milhões em apoio aos pequenos empresários de Foz do Iguaçu

Proposta de créditos será submetida a Câmara de Vereadores e a Acifi – prefeitura vai bancar os juros

Ao lado do consultor do Sebrae, Marcelo Padilha, o prefeito Chico Brasileiro (PSD) anunciou nesta segunda-feira, 30, um pacote econômico no valor de R$ 50 milhões em apoio, principalmente, aos pequenos empresários de Foz do Iguaçu. Serão mais de R$ 30 milhões do Programa Foz Juro Zero destinados a microemprendedores (motoristas de aplicativos, taxistas, guias de turismo, entre outros) e mais R$ 20 milhões do Fundo de Aval para pequenas empresas (capital de giro, etc). 

O pacote, segundo Chico Brasileiro, será submetido à análise e aprovação da Câmara de Municipal de Vereadores e a Acifi (Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu”. “Estamos muito preocupados com as questões econômicas da cidade, principalmente os pequenos negócios, microempreendedor, pequeno empreendedor ou o autônomo. São essas pessoas que movimentam a economia nos bairros e estão precisando de um socorro para sobreviver nesse momento tão difícil”, disse.

Os recursos dos dois programas são das cooperativas de crédito e a prefeitura vai dispor de R$ 5 milhões para pagar os juros e créditos garantidores. “O motorista de aplicativo, o taxista ou guia de turismo vai poder emprestar R$ 2 mil, R$ 3 mil, R$ 5 mil e a prefeitura vai pagar os juros”, disse o prefeito.

“Estamos contando com o importante apoio do Sebrae e esse conjunto de ações será apresentado a Acifi, aos vereadores e à toda à sociedade para que todos possam analisar as medidas como uma alternativa no enfrentamento a crise do coronavírus,  onde todos estamos passando por profundas dificuldades”, completou Chico Brasileiro.

Como funciona – O consultor do Sebrae, Marcelo Padilha, disse que o momento exige uma série de medidas e as medidas econômicas são muito importantes. “Esse conjunto de ações vai poder contribuir para que o empreendedor e o empresário consigam ter um fôlego, poder respirar nesse momento de crise”. 

“Essas ações foram construídas de maneira coletiva, são vários secretários, técnicos da prefeitura e especialistas que participaram de uma análise profunda pra poder definir quais serão essas medidas. Existe um desafio,  mas é preciso respostas rápidas porque sabemos que o dia a dia do empresariado é muito difícil. Nós temos análises do empreendedor brasileiro e os pequenos negócios em um momento de crise conseguem sobreviver até 13 dias somente”, completou.

O prefeito Chico Brasileiro reiterou todo o apoio necessário aos empreendedores e da necessidade deles ter uma vida mais longa nos negócios. “A ideia com esse conjunto de ações é evitar o fechamento de empresas, evitar que tenha desemprego, Vamos dar o máximo de apoio necessário para que eles possam ficar no mercado por muito mais tempo e aguentar esse momento que todos estamos passando”. 

“Oito grandes ações que são de impacto para os empreendedores de Foz do Iguaçu. Sistema de micro finanças chamado Foz Juro Zero – empreendedores com grande necessidade que precisam receber diariamente. O pequenos empresários vão poder alavancar até R$ 30 milhões no mercado para créditos relacionados a pagamentos de despesas com folha, pagamento de aluguel, capital de giro”, detalhou o prefeito.

“Esse conjunto de ações vai poder contribuir para que o empreendedor e o empresário consigam ter um fôlego, poder respirar nesse momento de crise”, diz o Sebrae

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Em transmissão ao vivo, secretário da Fazenda esclarece sobre o pacote do Governo do Paraná

Atividade está programada para as 13h30 desta terça, 31. Prepare sua pergunta sobre o pacote anunciado pelo governador Ratinho Junior

O secretário estadual da Fazenda, Renê Garcia Junior, vai esclarecer aos empresários do setor de gastronomia, entretenimento e turismo, nesta terça-feira (31), todos os detalhes sobre o pacote de R$ 1 bilhão para manter empregos anunciado na última sexta-feira (27) pelo governador Ratinho Junior (PSD).

A live com Renê Garcia, a partir das 13h30, é organizada pelo Sindicato da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), a pedido de parte do segmento. No pacote, Ratinho Junior destaca linhas de crédito com juros menores e carência de um ano para pagamento, prorrogação do pagamento do ICMS, renovação de incentivos fiscais, entre outros benefícios.

O setor de gastronomia e entretenimento, em especial do turismo, pede ações mais robustas do Governo do Estado, por ser um dos que mais sofre com a crise provocada pelo novo Coronavírus, que resultou na paralisação das viagens e o fechamento do comércio.

A Feturismo, entidade voltada a defesa do setor turístico do Estado, encaminhou ofício ao governador com sugestões de ações proativas baseadas em reivindicações das 14 regiões turísticas do Paraná. O plano, também divulgado entre empresários da Abrabar, pede a criação de um pacote específico para socorrer os empreendedores, possibilitando a manutenção de empregos no segmento.

Entre as estão prorrogação do prazo de pagamento de imposto estadual, isenção ou redução da base de cálculo do ICMS para produtos como álcool gel, hipoclorito de sódio, máscaras e luvas, prorrogação de prazos de pagamento do ICMS de empresas fechadas em função das medidas de restrição de atividades, criação de programas de financiamento pós-enfrentamento da crise, carência de dois a seis meses dos contratos de financiamento em andamento, entre outros.

Preto no branco
A intenção, segundo o presidente Fábio Aguayo (SindiAbrabar), é dar voz aos agentes do segmento. O secretário Renê Garcia vai ajudar a entender melhor este pacote e outras situações que afligem o empresariado da categoria no Estado.

“Já deixamos abertos os nossos canais para as perguntas e dúvidas a serem direcionadas ao secretário para ele abordar na live direta com o setor”, informa Aguayo.

SERVIÇO:
Live com o secretário estadual da Fazenda, Renê Garcia
Dia e horário: Terça-feira (31), a partir das 13h30
Canal: Facebook do SindiAbrabar