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Economia

Leia as últimas notícias sobre Economia no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

Brasil, Destaques, Economia,

Conta de luz fica com bandeira amarela em janeiro, diz Aneel

Valor é menor do que o estabelecido para o mês passado

A bandeira utilizada como referência para as contas de luz será amarela em janeiro deste 2021. A definição foi tomada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Com isso, o preço da energia fica em R$ 1,34 para cada 100 quilowatts consumidos por hora. O valor é menor do que o estabelecido para o mês passado, quando foi ativada a bandeira vermelha, com preço de R$ 6,2 para cada 100 quilowatts consumidos por hora.

O sistema de bandeiras é utilizado para gerir o valor cobrado aos consumidores a partir das condições de geração de energia. Quando o quadro piora, a bandeira pode ser alterada em uma escala de verde, amarela e vermelha. 

Na mudança para a bandeira amarela, a Agência informou ter identificado melhoria no cenário de produção hidrelétrica com elevação das vazões dos afluentes dos principais reservatórios.

Por: Agência Brasil

Cultura, Destaques, Economia, Geral, Turismo,

Com crise no setor de eventos, produtoras se unem para aumentar número de clientes em 2021

Para fortalecer ainda o mercado de transmissões ao vivo, a Apple Produções acaba de adquirir a Flex, em um negócio que movimentou R$ 25 milhões

O setor de eventos encarou uma das piores crises de sua história por causa da pandemia do novo coronavírus. Muitas empresas viram o faturamento zerar e tiveram que demitir funcionários. Foi o caso da Flex, produtora fundada em 2012 por André Luis, com foco em equipamentos e mão de obra especializada em som, luz e imagem.

Somente a reinvenção poderia salvar a empresa. A saída foi apostar nas lives (transmissões ao vivo), principalmente as de grande porte, que garantiram receita recorrente no primeiro semestre. Nos últimos seis meses do ano, a situação melhorou e a Flex voltou a faturar, emplacando grandes eventos como a Expert XP 2020, organizado pela gestora de investimentos XP, e a Comic Con Experience (CCXP), produzida pelo Omelete Group.

Para esses encontros, a empresa colocou à disposição dois serviços lançados em 2020: o GoLive Experience, que combina infraestrutura, tecnologia e conteúdo; e o Area451, um complexo de estúdios criado sob medida para a realização de eventos à distância – são quatro estúdios profissionais, com camarins e áreas de alimentação, em uma área de mais de 4 mil metros quadrados.

A transformação chamou a atenção do até então concorrente Gijo Pinheiro, CEO da Apple Produções. Fundada nos anos 1980, a produtora atuava de forma parecida com a Flex – a diferença é que contava com mais equipamentos para aluguel. “As nossas conversas começaram antes mesmo da pandemia”, diz Pinheiro.

Segundo Luis, havia uma expectativa de que uma possível união com a Apple poderia deixar as operações mais eficientes. “Empresas com mais história conseguem ter uma rentabilidade maior, acumular ativos e consequentemente reinvestir mais. Para nós, isso era interessante.”

Ao observar a migração da Flex para os eventos digitais e transmissões ao vivo, Pinheiro entendeu que era a hora de propor a aquisição. Assim, as duas empresas atenderiam mais clientes e se fortaleceriam na pandemia. O negócio foi fechado no valor de R$ 25 milhões – o valor inclui a compra do negócio mais a abertura de filiais em Goiânia (GO) e Foz do Iguaçu (PR). Com isso, Luis passou a se tornar vice-presidente da operação, enquanto Pinheiro segue como CEO.

Agora, os dois torcem por tempos melhores. Os sócios acreditam que as transmissões totalmente digitais ainda serão mantidas pelo menos durante o primeiro semestre de 2021. Já no segundo, com a perspectiva da vacinação, a expectativa é por eventos híbridos, capazes de reunir grupos menores de pessoas. Para 2022, eles acreditam que a demanda reprimida do público trará ótimos resultados. “Vai ser quente. Estamos otimistas”, diz Luis.

Por: Pequenas empresas e grandes negócios

Economia, Paraná,

Reajuste da Sanepar só começa a valer em 5 de fevereiro de 2021

Após três suspensões de reajuste, como parte das medidas de enfrentamento da pandemia e da crise hídrica, Agepar homologou o índice de 5,11%.

O Conselho Diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) aprovou, nesta terça-feira (29), o índice de reajuste da tarifa da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).

Após três suspensões de reajustes tarifários, como parte dos esforços de enfrentamento dos efeitos da pandemia de Covid-19 e da crise hídrica, foi homologado o índice de 5,11% para reajuste da tarifa cobrada pela companhia, com validade a partir de 5 de fevereiro de 2021.

A decisão também prevê a manutenção das políticas de tarifas diferenciadas para o Litoral, para as entidades de utilidade pública beneficentes, cadastradas pela Sanepar, assim como a política de Tarifa Social.

Destaques, Economia, Geral,

Paraguai estima possuir 600 casas de câmbio operando na informalidade

Cerca de 600 casas de câmbio operam atualmente em condições informais em todo o país, juntamente com cerca de 7.000 corretores (cambistas) na mesma situação, segundo estimativas administradas pela Associação de Casas de Câmbio.

Rogelio Welko, presidente do sindicato, deu os números e garantiu à Ultima Hora que se trata de uma competição desleal para as empresas formais do setor, cada vez menos presentes no mercado local.

De acordo com a análise de Welko, o setor informal está se expandindo em coincidência com as maiores demandas que são estabelecidas por casas de câmbio legais. Nesse sentido, manifestou preocupação com o mesmo efeito da Resolução 248 da Secretaria de Prevenção à Lavagem de Dinheiro ou de Patrimônio (Seprelad), que atualmente afeta o mercado varejista.

“Temos a experiência de que, quando fechamos uma agência, ex-funcionários se dedicam discretamente a mudar, ficar com os clientes e se tornar doleiros”, explica. Somam-se a isso as casas de câmbio que operam fora do controle do Banco Central do Paraguai (BCP).

Para o chefe da Associação das Casas de Câmbio, as operações que não podem ser realizadas no regime formal – por conta das novas exigências estabelecidas pela Seprelad – vão direto para as ruas, onde figuras importantes podem ser deslocadas sem existem registros do movimento das moedas.

Welko garantiu que até o momento as autoridades não responderam aos pedidos feitos para discutir o que está estabelecido na Resolução 248 e lamentou que não possam ser abertos espaços de diálogo, apesar dos anúncios feitos por representantes de instituições estatais.

O referido regulamento incorporou novos aspectos de combate ao branqueamento de capitais aplicáveis ​​às casas de câmbio supervisionadas pela Superintendência de Bancos do BCP. Segundo os agentes econômicos, em função da emissão, passou a ser exigida documentação para a realização de operações por valores entre US $ 50 e US $ 100, por exemplo.

Diego Marcet, assessor jurídico da Seprelad, havia ressaltado que há confusão a esse respeito, pois a instituição não exige documentos no caso de clientes de baixo risco e com operações que não ultrapassem três salários mínimos, apenas informações sobre eles.


Matriz anunciada sobre ações

Há dias, José Cantero, presidente do BCP, anunciou que a matriz atuará para que as casas de câmbio informais deixem de operar no mercado local. “O Banco na época fez uma revisão em nível de país de todas as casas de câmbio informais, notificou-as de sua irregularidade e fez os processos necessários para que parassem de funcionar. Hoje estamos para iniciar uma segunda etapa com relação a essas instituições ”, explicou.

Fonte: Última Hora

Chico Brasileiro, Destaques, Economia, Foz do Iguaçu,

Frentes de trabalho abrem mais de três mil vagas em Foz do Iguaçu

A instalação de um canteiro de obras para a construção da Perimetral Leste deve abrir 200 vagas para diversas ocupações (serventes, pedreiros, carpinteiros, motoristas, motoristas) aponta para a importância das obras públicas na criação novos de empregos e na retomada da economia em Foz do Iguaçu. Entre as obras estaduais, federais e municipais, as frentes de trabalho abriram a contratação de mais de três mil trabalhadores.

Até final de março ou início de abril, uma nova frente de trabalho será aberta com a duplicação dos oito quilômetros da Avenida Cataratas. Uma obra financiada pela Itaipu Binacional, sob a coordenação e fiscalização do Governo do Estado, através do DER (Departamento de Estradas de Rodagens).

A maior parte das obras federais e estaduais, até municipais, é custeada pela Itaipu. Em nota à imprensa, a binacional afirma que são mais de 30 projetos em diversos segmentos, que movimentam a economia, geram empregos com um investimento de mais de R$ 1,4 bilhão.

“Juntas, as obras estruturantes criaram 1.400 empregos diretos e outros mil que serão criados no início da operação desses empreendimentos, como a segunda ponte, a Perimetral Leste, o Mercado Municipal, a reforma da Delegacia da Mulher e melhorias e ampliação do aeroporto, entre outras”. diz a Itaipu.

Força-tarefa

“Sabemos o valor de abrir frentes de trabalho neste momento. Na Itaipu, fizemos uma grande força-tarefa para que tudo volte o mais rapidamente possível à normalidade”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna.

Outras frentes de trabalho foram criadas pelo Governo Estado com a ampliação dos pavilhões da penitenciária estadual, a construção da nova cadeia pública e da implantação do condomínio do idoso. Há uma semana, a Cohapar assinou a ordem de serviço para a construção de mais 100 casas na cidade.

A prefeitura também abriu novas frentes de trabalho com um conjunto considerável de obras nas áreas de mobilidade urbana, educação, saúde, meio ambiente e infraestrutura. O prefeito Chico Brasileiro costuma dizer que Foz do Iguaçu tem os maiores programas estaduais de habitação, esse financiado pelo governo federal, e de pavimentação asfáltica, principalmente nos bairros.

Mais obras

A meta de Brasileiro é asfaltar 100% da cidade nos próximos quatro anos, o que demanda a contratação de várias frentes de trabalho, junto as obras de drenagem em curso. Entre elas, a canalização da bacia do Rio Mimbi a drenagem no bairro Monjolo, região do Jardim Central e Parque Monjolo. 

Em 2021, Chico Brasileiro vai entregar a revitalização do Bosque Guarani, do Centro de Educação Ambiental do Iguaçu e do Horto Municipal e reforma do Terminal de Transportes Urbano. Vai entregar as obras de três novos Cmeis (centros municipais de educação infantil) no Profilurb, Loteamento Buenos Aires e Jardim Jupira.

Na educação em curso, estão a reconstrução da Escola Gabriela Mistral, a reforma e ampliação das escolas João Adão da Silva e Altair Ferraz “Zizo”. “Transformar Foz do Iguaçu num canteiro de obras públicas vai contribuir, em muito, na retomada da economia  e na criação dos empregos esperados”, defende Chico Brasileiro.

Destaques, Economia, Foz do Iguaçu,

Zona de Livre Comércio do Paraguai e Brasil renovam acordo comercial

Após um evento virtual, foi oficialmente concluída a renovação do acordo de entendimento entre a Zona Franca de Manaus (Brasil) e a Zona Franca Global (Paraguai).

Dessa forma, busca criar ações de comum acordo e interesse, que facilitem o desenvolvimento das atividades tanto nas zonas francas, como nos aliados comerciais estratégicos.

Adianta a rádio La Clave que o contrato terá inicialmente a validade de cinco anos, conforme consta do documento assinado.

O acordo foi assinado pelo superintendente interino da ZFM, Algacir Antonio Polsin, e pelo presidente da ZFG, Pedro Osvaldo Céspedes, na presença de autoridades do Conselho Nacional de Zonas Francas (CNZF).

O principal objetivo deste acordo comercial é promover ações que promovam o desenvolvimento dos setores industrial, comercial e de serviços. Além da troca de conhecimentos e experiências empresariais.

FUNDO

Em 2015, foi assinado o primeiro Memorando de Entendimentos entre a Zona Franca de Manaus e a Zona Franca Global. Foi na cidade de Manaus, na sede da Zona Franca. Na ocasião, o superintendente interino da ZFM, José Adilson Vieira e o presidente da ZFG, Pedro Céspedes, assinaram o documento.

No âmbito desse acordo, em 2016 uma delegação de empresários paraguaios visitou a Zona Franca de Manaus com o objetivo de atrair novas indústrias.

A seguir, falaram da possibilidade de habilitar em Ciudad del Este o Centro Logístico de Armazenamento e Distribuição de produtos do Parque Industrial de Manaus (PIM), cuja assinatura do convênio que estabelece o plano de trabalho foi assinado por Pedro Céspedes, presidente do a Zona Franca Global de Ciudad del Este; e a Superintendente da Zona Franca de Manaus, Rebecca García.

Destaques, Economia, Paraná,

Agropecuária foi base de sustentação da balança comercial do Paraná em 2020

Em 2020, agricultura sofreu com estiagem severa e pandemia, mas superou desafios e garantiu a produção de 40,57 milhões de toneladas em produtos vegetais

A agropecuária paranaense sofreu em 2020 os efeitos de estiagem, uma das mais severas estiagens dos últimos 100 anos, segundo o Simepar. Além da escassez de chuvas, o setor sentiu os impactos da pandemia que provocou paralisação de atividades, alterações de consumo e influenciou, de forma contundente, a comercialização de produtos.

Mesmo assim, o setor superou os desafios, e o resultado positivo da balança comercial mostrou que o agronegócio foi sua principal base de sustentação. De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, as três safras cultivadas no Estado renderam um total de 40,57 milhões de toneladas, volume 13% acima da anterior (18/19). No acumulado, a área ocupada chegou a quase 10 milhões de hectares.

Para a safra 2020/21, que está sendo plantada com atraso pela escassez de chuvas, a estimativa é de produção de 24,3 milhões de toneladas para a primeira etapa que começa a ser colhida em janeiro de 2021. Algumas culturas com perspectiva de crescimento na área plantada foram influenciadas pelos bons preços. A área ocupada alcançou 6,1 milhões de hectares.

PREÇOS – Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, mesmo passando pela estiagem prolongada, o resultado da safra de grãos no Estado foi surpreendente, tanto em volume como em valor de venda. Os produtores se beneficiaram do aumento das cotações do dólar, já que a maioria dos produtos cultivados no Paraná é commodities.

Para coroar o bom desempenho das lavouras, a comercialização do grão foi uma das melhores dos últimos anos para os produtores. O aumento de produtividade surpreendeu também os analistas do Deral. Houve perdas nas culturas da segunda safra, em decorrência da falta de chuvas, mas a maior parte teve bons preços pagos aos produtores.

Além disso, o fluxo foi rápido, sobretudo na soja, que teve sucessivos recordes de embarque nos últimos meses. Reflexo da alta do dólar, que deixou mais atrativos os preços das commodities. Para se ter uma ideia, os principais produtos cultivados no Estado, como soja e milho, tiveram valorização de quase 100%. A saca de soja, com 60 quilos, chegou a ser cotada a R$ 150,00. E o preço do milho atingiu R$ 75,00 a saca.

Com isso, o Deral já projeta um Valor Bruto da Produção acima de R$ 115 bilhões, capitaneado pela soja, que teve safra recorde este ano. A projeção do VBP de 2020, que será divulgado oficialmente no próximo ano, antecipa que só a soja terá um incremento de R$ 9,6 bilhões, em relação ao ano passado, devendo ultrapassar o faturamento de R$ 29 bilhões.

A disparada nos preços foi causada, em termos internacionais, pela China, que está comprando muitos grãos e carnes. A elevação nos preços das commodities foi potencializada no mercado interno com alterações no consumo das famílias. As medidas de contenção da pandemia de covid-19 incentivaram a população a ficar em casa, o que aumentou o consumo de alimentos básicos, com as famílias fazendo as próprias refeições.

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Destaques, Economia, Foz do Iguaçu,

ACIFI desenvolveu ações em sete eixos em 2020

Este ano será marcado na história da ACIFI pelas diferentes frentes de trabalho para executar o planejamento realizado antes da pandemia e ao mesmo tempo superar os desafios impostos pelo coronavírus. Sem hesitar, a entidade atualizou os planos para o primeiro ano na nova sede e para o Centro Integrado de Desenvolvimento Regional, diante dos obstáculos de 2020.

A Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu manteve as atividades associativistas, institucionais, comerciais e do Programa Empreender, além de ter buscado desenvolver uma agenda para enfrentar o coronavírus, o que passou pela criação e consolidação do programa Acelera Foz e reabertura de fronteiras.

ASSOCIATIVISMO e INSTITUCIONAL

União Foz  
Eleita em março, a gestão “Unindo Foz” tomou posse em abril tendo Faisal Ismail presidente da Diretoria e Walter Venson presidente do Conselho Superior. São 61 dirigentes (17 diretores, 38 membros do Conselho Superior e seis do Conselho Fiscal) a conduzir a entidade de maio de 2020 a abril de 2022.

Sede estruturada 
Após a inauguração da sede própria, no fim de 2019, foi a vez de começar 2020 concluindo a compra e instalação dos móveis e equipamentos modernos para melhor receber os associados, convidados e colaboradores. Hoje temos uma infraestrutura-modelo entre o sistema associativista do Brasil. 

Omoiru 
Conclusão da entrega das escrituras do Omoiru, um marco na história do associativismo e do cooperativismo. O repasse das chaves do residencial e da área comercial é resultado dos esforços da comunidade associativista por meio da Sociedade de Propósito Específico Omoiru. A SPE foi responsável por todas as etapas do empreendimento residencial e comercial (com investimento total de R$ 31 milhões), desde a elaboração do projeto à comercialização dos apartamentos e supervisão da obra.

Presença na Faciap e Caciopar 
A ACIFI atuou firme pelo fortalecimento do sistema associativista paranaense. Uma das ações mais recentes envolveu a Caciopar (Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Paraná). Em dezembro, o empresário e advogado Flávio Furlan, de Toledo, foi confirmado presidente da Caciopar, e o presidente da ACIFI, Faisal Ismail, foi eleito presidente do Conselho Deliberativo, para o biênio 2021/2022. Faisal também foi escolhido para integrar o Conselho de Administração da Faciap. Já o conselheiro da ACIFI Roni Temp integrará o Conselho Superior da Faciap.

Resgate empresarial 
ACIFI integra a rede formada por instituições, empresas e poder público que oferece benefícios exclusivos para quem aderir ao Resgate Empresarial – projeto cujo objetivo é estimular o desenvolvimento por meio do fortalecimento empresarial. Integram o programa: Sebrae, Sicoob, Sincofoz e prefeitura. Essa união está viabilizando serviços gratuitos, benefícios e atendimentos exclusivos no associativismo, cooperativismo de crédito e consultoria.

Observatório Social 
Apoio ao Observatório Social Brasil – Foz do Iguaçu, com parcerias em busca de mais transparência e eficiência na gestão pública municipal, novos mecanismos de controle social e educação financeira, além do aporte via Conselho da Mulher Empresária e Executiva. Laços renovados com a nova diretoria presidida por Danilo Vendruscolo.

Oeste em Desenvolvimento 
Por diversas vezes ao longo do ano, ACIFI e Programa Oeste em Desenvolvimento andaram conjuntamente por entenderem que as pautas em prol do progresso de Foz do Iguaçu passam pelo crescimento de toda a região. Foi o caso das ações conjuntas para a retomada socioeconômica pós-coronavírus, Acelera Foz, modais de transporte, redução do pedágio, SRI/Iguassu Valley, entre outras bandeiras.

Central do Empreendedor
Começou a funcionar a Central do Empreendedor, no Centro Integrado de Desenvolvimento Regional, na ACIFI. O espaço disponibiliza serviços da Casa do Empreendedor, que atendia na Avenida Brasil, além do Escritório de Compras Públicas, Resgate Empresarial, Junta Comercial do Paraná e serviços de licenças empresariais das secretarias municipais da Fazenda, Meio Ambiente e da Vigilância Sanitária, para empreendedores de todos os portes.

Por: GDia

Destaques, Economia, Foz do Iguaçu,

Foz do Iguaçu registrou criação de quase mil empregos em novembro, segundo dados do Caged

Aos poucos a economia de Foz do Iguaçu dá sinais de que está reagindo frente à crise que se instalou com a chegada do novo Coronavírus (Covid-19), em março deste ano. Pelo segundo mês consecutivo, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) captou avanço significativo na abertura de postos de trabalho. Em novembro, foram quase mil novos empregos, ante 729 no mês de outubro.

Em números exatos, o setor de serviços foi o que teve o maior acúmulo de vagas abertas. Foram 1.433 admissões, contra 939 demissões e um saldo de 494 novos postos de trabalho. Em segundo aparece o comércio, com 350 criadas – 1.032 contratações contra 682 desligamentos. 

Os setores da construção civil e da indústria aparecem em terceiro e quarto lugares com saldo de 70 vagas abertas (206 admissões contra 136 demissões) e saldo de 27 vagas (108 contratações ante 81 demissões), respectivamente.

“Sem dúvida nenhuma, este resultado do Caged mostra e demonstra que estamos no caminho certo”, disse Mário Camargo, presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu (Codefoz). Ele lembra que, após o lançamento do programa Acelera Foz, os meses de outubro e novembro já demonstravam uma aceleração nas contratações, nos empregos formais, “sem dúvida nenhuma esse é o caminho”. 

“Nós estamos trabalhando para que consigamos voltar aos patamares do ano passado e creio que já estamos até passando”, disse Camargo. Na avaliação dele, a confirmação da abertura de 941 novos empregos, demonstra que as forças da cidade estão no caminho certo.

“As entidades estão preocupadas, Itaipu, PTI, governo municipal, Acifi, Codefoz, Comtur, POD, Sebrae… Todos envolvidos na geração de empregos para enfrentar esses desafios que passamos durante essa pandemia”, disse. Os números do Caged demonstram uma boa tendência para o ano que vem. “Com certeza iremos aumentar muito esses números”, concluiu.

Consolidação dos trabalhos

De acordo com o presidente da Associação Comercial e Empresarial (Acifi), Faisal Ismail, os números do Caged em novembro, mostram a consolidação dos trabalhos realizados por toda sociedade organizada e órgãos participantes. “Enfrentamos a pandemia de frente, fazendo com que as pessoas, após um aumento de dificuldades no começo, tenha trazido uma força muito grande”, disse.

Foz do Iguaçu, na avaliação de Faisal, foi a cidade mais afetada do Paraná devido ao setor turístico. “Temos que entender que o comércio é um dos principais agregadores desses empregos formais hoje”, frisou. Ele acredita que em dezembro não será diferente a consolidação dos empregos. 

Infraestrutura e emprego

As obras da Ponte da Integração Brasil-Paraguai e da Perimetral Leste, que começa nos próximos dias, são financiadas com recursos da Itaipu e tem reflexos diretos na geração de novos empregos. Ambas estão previstas para serem concluídas em meados de 2022 e vão resolver ainda um problema de logística de Foz do Iguaçu, destaca o diretor-geral brasileiro da usina, general Joaquim Silva e Luna.

“Essas e outras obras financiadas por Itaipu estão abrindo frentes de trabalho numa época difícil”, analisou Silva e Luna. Que completa: “Em tempos de pandemia, é a chance de ouro pra muita gente. Ficamos felizes em poder ajudar. É o presente de Natal e Ano Novo que muitos esperavam”.

Por: GDia

Economia, Foz do Iguaçu,

Bancos e comércio geral atenderão em horário especial nos feriados de final de ano em Foz do Iguaçu

Quem ainda não garantiu os itens para ceia de Natal ou os presentes para a família precisa se apressar. Mercados, supermercados e similares atenderão nesta quinta-feira (24) das 8h às 18 horas. As lojas de rua funcionarão das 9h às 17h apenas. No dia 25 não haverá expediente no comércio geral. Esta mesma programação vale para o dia 31 de dezembro e 1° de janeiro. 

Os shoppings de Foz também adotaram um horário especial para este final de ano. As lojas do Cataratas JL atenderão hoje das 10h às 18h. No Catuaí Palladium o atendimento começa às 11h e também se encerra às 18h. No Natal e Ano Novo ambos os estabelecimentos estarão fechados. 

Esta programação é negociada todos os anos, entre o Sindicato dos Empregados no Comércio de Foz (Sinecofi) e o Sindicato do Comércio Varejista (Sindilojas), com base em um acordo coletivo. 

Agências bancárias 

Hoje (24) as agências bancárias abrem para atendimento ao público em horário especial: das 9h às 11h. No dia 25 não haverá expediente. O último dia útil do ano para atendimento ao público, com expediente normal para a realização de todas as operações bancárias solicitadas pelos clientes, será 30 de dezembro. Já nos dias 31 e 1°as instituições financeiras estarão fechadas. 

A população poderá utilizar os canais alternativos de atendimento bancário, como mobile e internet banking, caixas eletrônicos, banco por telefone e correspondentes para fazer transações financeiras. Os carnês e contas de consumo (como água, energia, telefone e etc) vencidos nos feriados poderão ser pagos sem acréscimo no dia útil seguinte. 

Repartições públicas e saúde 

A Prefeitura de Foz e as demais repartições públicas entraram em recesso na quarta-feira (23) e retornam ao atendimento normal apenas no dia 4 de janeiro. A rede de urgência e emergência, composta pelo SAMU, Hospital Municipal, UPAs João Samek, no Jardim das Palmeiras e Dr. Walter Cavalcante, no Morumbi e Unidade Padre ítalo, no Porto Meira; mantém o atendimento 24 horas, de forma ininterrupta.

Todas as 29 Unidades Básicas de Saúde (UBS) funcionarão em regime de escalas, paralisando somente nos dias 24 e 25 de dezembro e 31 de dezembro e 1º de janeiro. A sede da Secretaria de Saúde, na Avenida Brasil, também funcionará durante o recesso, paralisando o atendimento ao público somente nos dias 24, 25, 31 de dezembro e 1° de janeiro.

O Centro de Especialidades Médicas (CEM), situado na Avenida Brasil nº1777, vai paralisar durante o feriado e recesso, entre os dias 24 de dezembro a 01 de janeiro, retornando ao atendimento no dia 4 de janeiro, primeira segunda-feira de 2021.

Turismo 

O Centro de Atendimento ao Turista (CAT), na Avenida das Cataratas, funcionará durante o recesso, no período de 23, 24, 26 a 31 de dezembro de 2020 e 2 de janeiro de 2021, com expediente em horário normal, das 8h às 20h. Nos dias 25 de dezembro de 2020 e 1° de janeiro de 2021, das 10h às 20h.

O Posto de Informação, na Rodoviária Internacional de Foz do Iguaçu, funcionará, nos dias 25 de dezembro de 2020 e 1° de janeiro de 2021, das 10h às 16h e no período de 23, 24, 26 a 31 de dezembro de 2020 e 2 de janeiro de 2021, expediente em horário normal, das 7h às 18h.

O Parque Nacional do Iguaçu estará aberto todos os dias, inclusive nas vésperas e feriados de Natal e ano-novo. Nos dias 24 e 25 de dezembro, a unidade funcionará das 9h às 16h. Já nos dias 31 de dezembro e 1° de janeiro, o atendimento aos visitantes será das 8h às 16h. 

A visita panorâmica da Itaipu pode ser feita diariamente entre as 8h30 e 17h30. O Marco das Três Fronteiras funciona de terça a domingo das 15h às 21h.

Por: GDia