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Educação

Leia as últimas notícias sobre Educação no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

Destaques, Educação, Paraná,

Consulta pública sobre colégios cívico-militares no Paraná é prorrogada até sexta-feira, 30 de outubro

Novo prazo permite que as escolas atinjam o quórum mínimo – mais da metade da comunidade escolar precisa registrar voto. Até esta quarta-feira (28), 70% do quórum mínimo dos pais, alunos, funcionários e professores somando todas as escolas selecionadas haviam participado.

A Secretaria da Educação e do Esporte do Paraná prorrogou até sexta-feira (30) o prazo de votação na consulta pública que vai decidir sobre a migração de 216 escolas tradicionais para o modelo Cívico-Militar. O novo prazo permite que as escolas atinjam o quórum mínimo – mais da metade da comunidade escolar precisa registrar voto.

Até o início da noite desta quarta-feira (28), 70% do quórum mínimo dos pais, alunos, funcionários e professores somando todas as escolas selecionadas haviam participado (mais de 48 mil pessoas). Das 216 escolas, 52 delas já alcançaram quórum mínimo, com maioria dos votos a favor do novo modelo.

Durante esta quinta e sexta-feira, as escolas continuarão com o processo de consulta pública. A comunidade escolar precisa ir presencialmente às instituições, entre às 08h e 20h. O resultado total da votação será divulgado na sexta-feira (30).

Novo modelo

O modelo de escolas cívico-militares vai proporcionar mais aulas aos estudantes, aprimorando a qualidade do ensino. “Teremos aulas adicionais de Português, Matemática e Civismo, para estudar leis, Constituição Federal, papel dos três poderes, ética, respeito e cidadania. Os alunos vão estudar mais”, explica Renato Feder, secretário da Educação e do Esporte. No Ensino Médio, haverá, ainda, a adição da disciplina de Educação Financeira.

Além de questões curriculares, outra mudança trazida pela nova modalidade de ensino, que será aplicada em escolas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, é a gestão compartilhada entre civis e militares.

O diretor-geral e o diretor auxiliar permanecem sendo civis e as aulas continuam sendo ministradas por professores da rede estadual, enquanto o diretor cívico-militar será responsável pela infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança, disciplina e atividades cívico-militares.

Haverá, também, de dois a quatro monitores militares do Corpo de Militares Estaduais Inativos Voluntários (CMEIV), conforme o tamanho da escola.

Consulta pública

Fazem parte da comunidade escolar professores, funcionários e pais de alunos matriculados na instituição. Caso o estudante seja maior de idade (18 anos), também participa da consulta. Para votar na consulta pública é necessário levar documento pessoal com foto, e recomenda-se que cada pessoa leve sua própria caneta.

Pais ou responsáveis votam de acordo com o número de estudantes matriculados sob sua tutela na escola, ou seja, uma mãe com três filhos pode votar até três vezes.

Estão sob consulta da comunidade colégios em regiões com alto índice de vulnerabilidade social, baixos índices de fluxo e rendimento escolar, conforme a legislação aprovada pela Assembleia Legislativa. As escolas também precisam estar em municípios com ao menos duas escolas estaduais na área urbana.

Educação, Paraná,

Governador do Paraná, Ratinho Junior, diz que aulas presenciais da rede estadual podem voltar em novembro

‘Onde estiver mais ameno [o índice de infecção], obviamente que volta de forma mais rápida à normalidade’, afirmou Ratinho Junior (PSD).

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), afirmou nesta segunda-feira (26) que as aulas presenciais da rede estadual podem voltar em novembro.

Por causa da pandemia, as aulas presenciais foram suspensas em 20 de março.

Em 19 de outubro, 54 escolas estaduais começaram a retomar com atividades extracurriculares presenciais .

“Começamos há 10 dias o retorno das aulas extracurriculares e também do reforço escolar. Isso está sendo ampliado pela Secretaria de Educação para outras escolas. Até o momento, tem sido bem organizado. Nenhum tipo de problema – tanto de segurança para os professores como alunos”, disse o governador.

‘Próximo da normalidade’

De acordo com Ratinho Junior, se esse ritmo continuar e se o índice de contaminação do novo coronavírus continuar caindo no Paraná, a ideia é de que na 2ª quinzena de novembro volte-se “próximo da normalidade para as aulas com os alunos de forma gradativa”.

“Onde estiver mais ameno [o índice de infecção], obviamente que volta de forma mais rápida à normalidade”, afirmou.

Por: G1

Destaques, Educação, Foz do Iguaçu,

Hussein Bakri e Ratinho Junior anunciam quatro colégios cívico-militares em Foz do Iguaçu

A partir do ano que vem, Foz do Iguaçu terá quatro colégios cívico-militares no novo projeto educacional desenvolvido pelo Governo do Estado.

Conforme anúncio feito nesta segunda-feira (26) pelo Governador Ratinho Junior (PSD) e pelo deputado Hussein Bakri (PSD), funcionarão nesse modelo as escolas estaduais Ipê Roxo, Professora Carmelita de Souza Dias, Presidente Costa e Silva e Tarquínio Santos.

O objetivo da medida é contribuir com o processo promovido pelo Executivo estadual para a contínua melhoria da qualidade da educação no Ensino Fundamental e no Ensino Médio.

“Já temos no Paraná um nível de excelência no quadro de servidores da Educação, comprovado recentemente no maior salto do Brasil na avaliação do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Os colégios cívico-militares serão uma opção a mais aos pais que assim desejarem, com uma metodologia nova que virá para se somar ao grande trabalho que já vem sendo feito em prol dos nossos alunos nas 2,1 mil escolas estaduais, sob o comando do secretário Renato Feder”, afirmou Hussein Bakri, que é Líder do Governo e Presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

Secretário Renato Feder, Governador Ratinho Junior e Deputado Hussein Bakri

O parlamentar também é o representante oficial de Foz do Iguaçu junto ao Executivo estadual, por indicação do prefeito Chico Brasileiro.

De acordo com o programa, a gestão compartilhada entre militares e civis vai ocorrer do 6.º ao 9.º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio. A implantação do modelo será de escolha livre da comunidade escolar por meio de consulta pública (votação) que será realizada ao longo desta semana.

Numa gestão compartilhada, as aulas continuarão sendo ministradas por professores da rede estadual, enquanto policiais militares serão responsáveis pelas áreas de infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança, disciplina e atividades cívico-militares. Haverá um diretor-geral e um diretor-auxiliar civis, além de um diretor cívico-militar e de 2 a 4 monitores militares conforme o tamanho da escola. Todos esses policiais serão inativos e voluntários, sendo remunerados por meio de diárias criadas por lei em 2017.

As escolas terão uma carga horária maior para aprofundar temas como cidadania, civismo e educação financeira. O desempenho dos colégios será medido continuamente por meio de metas que serão traçadas, e os uniformes dos alunos serão adquiridos pela Secretaria da Educação. Em caso de haver alta procura, a ocupação das vagas pelos alunos será definida por sorteio.

Fonte: Assessoria

Destaques, Educação, Paraná,

Justiça dá 48 horas para Saúde se manifestar sobre pedido de retorno às aulas de escolas particulares do Paraná

Em nota enviada à imprensa, o Sinepe questiona a decisão que liberou apenas as atividades extracurriculares

O desembargador Marques Cury, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), deu um prazo de 48 horas para que a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) se manifeste sobre o pedido de volta às aulas protocolado pelo Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sinepe). No mandado de segurança, a entidade alega que “o contínuo cerceio do direito de retomada das atividades escolares na modalidade presencial é conduta ilegal, absolutamente incompatível a realidade da pandemia de Covid-19 que encontra-se em manifesto descenso em seus números no estado”.

Em nota enviada à imprensa, o Sinepe questiona a decisão que liberou apenas as atividades extracurriculares. Segundo a entidade, o objetivo da ação judicial é garantir que as escolas particulares tenham o direito de “disponibilizar a seus alunos a possibilidade de uma retomada das aulas curriculares presenciais de maneira gradual, opcional – aos pais e alunos que optarem por este retorno – e segura”.

O mesmo desembargador autorizou no último dia 14 a reabertura das escolas privadas de Londrina, representadas pelo Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Norte do Paraná (Sinepe/NPR). “É certo que a reabertura deverá ser gradual, escalonada, híbrida e sob o viés acolhedor. Trata-se, nesse momento, de priorizar o acompanhamento pedagógico, social e psicológico dos infantes, sem qualquer intenção conteudista de ‘buscar o tempo perdido’ em relação ao ano letivo”, disse.

Aumento

Na quarta-feira (21), o secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto, afirmou que um aumento no número de casos e mortes por coronavírus foi registrado nos últimos três dias no estado. Ele ressaltou a importância da população continuar com as medidas de prevenção contra o vírus. “Nos últimos três dias, começamos a detectar uma nova alta no número de casos confirmados e também de óbitos de paranaenses que estão internados nos hospitais. Quero chamar a atenção para isso: a pandemia não acabou”, disse.

Entre os pontos colocados pela Sesa, está uma taxa de infecção inferior a 0,8.

Por: Banda B

Destaques, Educação, Paraná,

Pais devem assinar termo para alunos retomar atividades extracurriculares presenciais no Paraná, diz Seed

Retorno presencial acontece a partir de terça-feira (20) em 54 escolas do estado.

Os pais ou responsáveis por alunos das escolas que retornarão as atividades extracurriculares presenciais devem assinar um termo de compromisso, informou a Secretaria Estadual de Educação (Seed), neste sábado (17).

As atividades estão programadas para retornar em 54 escolas do estado a partir de terça-feira (20).

O documento está disponível no site da Seed. Nele, os responsáveis devem declarar que os estudantes cumprem os requisitos para o retorno das atividades e que vão respeitar as medidas de segurança e higiene no ambiente escolar.

Os requisitos são:

  • O estudante não ter apresentado sintomas da Covid-19 nos últimos 14 dias.
  • Compromisso de entrar em contato com a escola caso o aluno apresente algum tipo de sintoma
  • Uso de máscara pelo aluno e higienização das mãos

Segundo a secretaria, equipes das escolas que retomarão as atividades começaram a avisar pais e responsáveis das crianças e adolescentes neste sábado (17) sobre a necessidade de adesão ao termo de compromisso.

A Seed informou que as escolas devem reabrir na segunda-feira (19), para receber os documentos assinados. Os alunos também podem entregar o termo no dia de retorno das atividades. Cada escola tem um calendário próprio de início das atividades.

Retorno por regiões

A retomada das atividades foi anunciada pelo governo no dia 9 de outubro. O retorno vai acontecer de forma gradual, em escolas de regiões onde as taxas de transmissão do coronavírus estão mais baixas.

São 54 escolas de 30 cidades.

Em todos colégios serão disponibilizados equipamentos de proteção como máscaras, álcool em gel e termômetros, seguindo o que determina o protocolo de prevenção à Covid-19.

Para continuar lendo: G1

Educação, Paraná,

Deputado Requião Requião Filho destaca o Dia do Professor

“Independente do desafio, os professores são a prova de que defender a educação é sempre o melhor caminho”, escreve o deputado estadual Requião Filho.

“Seja em sala de aula, nas ruas, ou até mesmo através de uma tela de celular. Se temos a chance de ter um futuro melhor para o Paraná, é porque eles lutam diariamente pelos jovens de hoje”, ressalta o parlamentar.

Que completa: “Tenho orgulho de defender os professores desde o início de minha trajetória. Feliz Dia dos Professores!”

Destaques, Educação,

Professor: A profissão que forma todas as outras. Parabéns pelo seu dia!

Gilmar Cardoso

“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina!”  (Cora Coralina, poetisa goiana, 96 anos de idade que publicou seu primeiro livro aos 76

No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima – caso tivesse sido cumprida.

“Dia do Professor” é comemorado no Brasil em 15 de outubro. A data foi oficializada por meio do Decreto Federal nº 52.682 de 14 de outubro de 1963.

O dia escolhido faz referência ao Imperador Dom Pedro I, que no dia 15 de outubro de 1827 criou no país uma Lei Imperial sobre o Ensino Elementar no Brasil – conhecida como Escola de Primeiras Letras. Todas as cidades a partir deste decreto deveriam ter Escolas de Primeiro Grau, contendo contratação de professores assalariados e cronograma de disciplinas.

A primeira contribuição da Lei de 15 de outubro de 1827 foi a de determinar, no seu artigo 1º, que as Escolas de Primeiras Letras (hoje, ensino fundamental) deveriam ensinar, para os meninos, a leitura, a escrita, as quatro operações de cálculo e as noções mais gerais de geometria prática. Às meninas, sem qualquer embasamento pedagógico, estavam excluídas as noções de geometria. Aprenderiam, sim, as prendas (costurar, bordar, cozinhar etc) para a economia doméstica.

Cento e vinte anos depois do decreto, em 1947, quando um professor paulista teve a ideia de transformar a data em feriado e iniciou a tradição de homenagear os professores no dia 15 de outubro, em referência ao decreto de D. Pedro I, quando quatro professores realizaram uma parada para celebrar os profissionais da área e fazer novos planos para o próximo ano.

A ideia surgiu porque o período letivo do segundo semestre escolar era muito longo, ia de 1 de junho a 15 de dezembro, com apenas dez dias de férias em todo o período. Cansados, literalmente, um pequeno grupo de quatro educadores, liderados por Samuel Becker, teve a ideia de organizar um dia de folga, para amenizar a estafa. O dia também serviria como uma data para se analisar os rumos do restante do ano letivo.

 Foi então que o professor Becker sugeriu que esse encontro acontecesse no dia 15 de outubro. A sugestão foi aceita e a comemoração teve presença maciça de professores e alunos, que levavam doces de casa, para uma pequena confraternização.

           O discurso do professor Becker, além de ratificar a idéia de se manter na data um encontro anual, ficou famoso pela frase “Professor é profissão. Educador é missão”. A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963.

          O Decreto definia a essência e razão do feriado: “Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.

 Alguns anos depois, o governo instituiu o Decreto Federal nº 52.682/63 como Feriado Escolar. Como previsto no Art.3º: “Para comemorar condignamente o dia do professor, aos estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.

Ser professor é ser um profissional que forma outros profissionais, por tanto, uma das áreas de atuação mais importantes no mundo.  O número de professores no Brasil deveria suprir a necessidade da população, juntamente com o investimento na capacitação, no plano de carreira, entre outras categorias que impactam a sociedade e deveriam ser revistas com urgência.

Para tornar-se um país mais desenvolvido, mais igualitário (social e econômico), com menos criminalidade, com mais acesso aos direitos básicos, entre outros fatores, é necessário que o governo invista principalmente na Educação em todos os âmbitos.

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A educação é um direito humano fundamental e um bem público. Ela transforma vidas, ao conduzir o desenvolvimento econômico e social. Ela promove a paz, a tolerância e a inclusão social. Ela é a chave para a erradicação da pobreza. Por fim, ela permite que crianças e jovens realizem seu potencial.

O gosto pela aprendizagem é a inspiração que o mundo precisa para evoluir. Feliz Dia do Professor!

GILMAR CARDOSO, advogado, poeta, é membro do Centro de Letras do Paraná e da Academia Mourãoense de Letras.

Destaques, Educação, Paraná,

MPPR manifesta posição contrária à nova política de educação inclusiva

No entendimento da instituição, a nova regra, que prevê o retorno de escolas e classes especiais somente para estudantes com deficiência, fere a Constituição Federal, a Lei Brasileira de Inclusão

O Ministério Público do Paraná, por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Criança e do Adolescente e da Educação, manifestou nesta sexta-feira, 9 de outubro, posição contrária ao Decreto Presidencial 10.502/20, sancionado em 30 de setembro, que institui a Política Nacional de Educação Especial.

No entendimento da instituição, a nova regra, que prevê o retorno de escolas e classes especiais somente para estudantes com deficiência, fere a Constituição Federal, a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) e a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

A mobilização, a partir de compartilhamento de conteúdo nas redes sociais, busca reafirmar a toda a sociedade a luta do Ministério Público pela educação das pessoas com deficiência sem qualquer tipo de segregação ou discriminação.

A estratégia de atuação foi idealizada pela Subcomissão em Defesa da Educação Especial do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH) do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais, considerando que a Nova Política de Educação Especial não foi construída a partir de debate com a sociedade civil, nem alinhada com os princípios da Constituição Federal. O Ministério Público do Estado do Paraná reitera que a educação inclusiva é aquela que garante acesso, permanência, participação e aprendizagem a todos, sem distinção.

Assessoria MPPR

Destaques, Educação, Foz do Iguaçu,

Projeto da UNILA propõe metodologia inovadora para o ensino-aprendizagem de ciências

“Os alunos são instigados a realizar pesquisas e análises sobre um assunto do seu cotidiano, como também a expor seus argumentos de maneira respeitosa.”

Apresentar uma nova metodologia ativa de ensino-aprendizagem de ciências é um dos objetivos do projeto de extensão “Aprender a viver: mediando relações (sobre, com e no) mundo através do ensino de Biologia”, desenvolvido por docentes e estudantes da UNILA. O projeto se propõe a estudar e aplicar a técnica das Controvérsias Controladas, que tem o objetivo de estimular a alfabetização científica e o pensamento crítico entre alunos de ensino médio.

A coordenadora do projeto, professora Marcela Stuker Kropf, explica que a técnica estimula o debate de temas complexos. “Os alunos são instigados a realizar pesquisas e análises sobre um assunto do seu cotidiano, como também a expor seus argumentos de maneira respeitosa. O tema escolhido pode ser um chamariz para o estudo de conceitos científicos, relacionados a aspectos sociais, políticos, éticos, entre outros.

Assim, o ensino de ciências pode se tornar mais motivador e contextualizado à realidade dos alunos”, disse. Além da aprendizagem conceitual, a técnica das Controvérsias Controladas permite o desenvolvimento da habilidade de argumentação, focando na construção de ideias e posicionamentos sobre diversas esferas da vida, o que faz com que os participantes consigam resolver problemas cotidianos com mais eficiência e de forma democrática.

O projeto de extensão está desenvolvendo debates com alunos do ensino médio de escolas estaduais de Foz do Iguaçu. O primeiro encontro foi realizado no mês de setembro, de modo virtual, com estudantes do 2º ano do ensino médio do Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva. Na ocasião, os alunos participaram da simulação de uma conferência fictícia para debater a retomada do ensino presencial durante o período da pandemia de Covid-19. Os alunos foram divididos em grupos que representavam os principais personagens envolvidos na controvérsia: a comunidade científica e da área da saúde; os profissionais da educação; o governo e os proprietários de escolas particulares.

Cada equipe teve duas semanas para preparar sua apresentação no debate, envolvendo pesquisa sobre o tema, caracterização de personagens e redação de informe indicando sua posição no debate, incluindo a argumentação a ser utilizada. No dia do debate, cada grupo apresentou sua posição e teve espaço para criar e responder perguntas para as outras equipes. Ao final, os participantes foram convidados a compartilhar suas experiências, incluindo a manifestação pessoal acerca do tema discutido, a motivação pessoal durante a atividade e principais aprendizados. As discentes da UNILA que integram o projeto – as graduandas em Ciências da Natureza Isabelly Rios, Ingredy Medrado e Natasha Pilar González – realizaram a mediação, de maneira a instigar os participantes a refletirem sobre sentimentos, ideias e desafios encontrados durante a vivência da técnica.

“Foi muito interessante observar a defesa dos argumentos pelos alunos. A dinâmica foi um lugar em que diferentes perspectivas foram debatidas com respeito e tolerância, algo que tem que ser praticado em todas as esferas de convívio social. É gratificante ver que os alunos entenderam isso e cresceram em vários aspectos com essa experiência”, contou Ingredy Medrado, voluntária do projeto de extensão.

O projeto tem ainda uma dimensão aplicada à pesquisa, já que pretende verificar o impacto da técnica no conhecimento cognitivo dos alunos. Essa primeira experiência se desdobrará em um Trabalho de Conclusão de Curso de uma das alunas, incluindo as reflexões sobre a sua prática enquanto docente em formação.

Assessoria

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Governo autoriza o retorno de atividades extracurriculares no Paraná

Retomada deve ocorrer a partir do dia 19 de outubro na rede estadual e também nas escolas municipais e privadas, prioritariamente onde o risco de infecção seja mais baixo. Podem ser ofertados reforço escolar e nivelamento, além de atividades de educação física, idiomas e artes, sempre seguindo rígidos protocolos de sanitários.

O Governo do Estado anunciou nesta sexta-feira (9) a retomada da grade de atividades extracurriculares na rede estadual de Educação a partir do dia 19 de outubro. A medida também abrange as escolas municipais e privadas para turmas do Infantil (a partir de 5 anos), Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio. As aulas curriculares presenciais seguem suspensas.

A decisão foi tomada com base em dados das secretarias estaduais da Saúde e da Educação e Esporte, e leva em conta a redução do risco epidemiológico, com queda de contágio, redução nos números de mortes e da ocupação dos leitos em hospitais. A proposta é oferecer reforço escolar e nivelamento, além de atividades de educação física, idiomas e artes, sempre seguindo rígidos protocolos de sanitários.

“Temos é um grupo de trabalho que está estudando a maneira de voltar a abrir as escolas, prioritariamente naquelas cidades em que a circulação do vírus já está mais baixa. Se caso o professor, a diretora e aluno e os pais entenderem que a criança precisa de reforço, a escola estará à disposição para dar essa atenção”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Adesão

O secretário de Estado da Educação e do Esporte, Renato Feder, informa que o retorno será facultativo à adesão das famílias, devendo os pais ou responsáveis autorizar a presença dos filhos nas atividades extracurriculares. Com base nas autorizações dos pais, serão definidas a logística da reabertura tanto para as escolas estaduais, municipais e privadas.

Feder acrescenta que na rede estadual continuam as aulas remotas no Aula Paraná, que hoje atende 1,07 milhão de alunos. “Manteremos as aulas, com atividades escolares, meetings entre os professores e alunos e todas as atividades que continuam no Aula Paraná”, disse.

Atividades possíveis

São consideradas atividades extracurriculares recursos escolar e nivelamento; aprofundamento da aprendizagem; atendimento educacional especializado; atendimento pedagógico individualizado; cursos de idiomas; experimentação e iniciação científica; cultura e arte, esporte e lazer; tecnologias da informação, da comunicação e uso de mídias; meio ambiente; direitos humanos; promoção da saúde; e mundo do trabalho e geração de rendas.

Regras

A Secretaria da Saúde orientou a equipe de educação do Estado que a a retomada das atividades seja feita de forma segura. Entre as regras estabelecidas entre as secretarias, por meio do Comitê ‘Volta às Aulas’, constam orientações sobre monitoramento de temperatura corporal na entrada das escolas; higienização dos espaços de aula; distanciamento físico mínimo entre indivíduos e escalonamento de corpo docente para o ensino presencial, entre outros pontos.

O uso de máscaras, por exemplo, será obrigatório para todas as pessoas que frequentarem as escolas, em todos os espaços de uso coletivo – inclusive no interior das salas de aula. Haverá álcool em gel nas salas abertas aos alunos, salas de professores em espaços comuns da escola.

Estudantes e profissionais da educação que sejam comprovadamente parte do grupo de risco não deverão voltar às atividades presenciais. “Tenho sido enfático que só poderemos retornar com as aulas presenciais com a queda sustentada de casos. Quem vai dizer se podemos retornar ou não é o comportamento da pandemia”, afirma o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Segundo ele, o Estado tem observado há algumas semanas a queda no número de casos e óbitos, mas ainda é necessário cautela. “Temos uma estrutura hospitalar robusta, que nos dá segurança e retaguarda, e uma estratégia de testagem que deu certo. Todos estes elementos nos permitem esse movimento agora. No entanto, insisto que os protocolos devem ser seguidos, mesmo que não tenhamos aulas presenciais”, ressaltou o secretário Beto Preto.

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