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MKT Gutierrez faz parcerias para desenvolver projetos de melhorias na gestão pública

Há 15 anos no mercado de inteligência política, a MKT Gutierrez está agregando um novo serviço ao seu portfólio: a capacitação de gestores e o planejamento de projetos para as administrações municipais, dentro do Programa Cidade Mais Inteligente, Sustentável e Humana. Com mais essa frente de atuação, em parceria com a NETPROJ, e Academia PoliAdministrtiva de Tadeu Comerlatto, a empresa passa agora a dar suporte técnico principalmente às administrações municipais, em projetos que estão em sinergia com a necessidade da população e que ao mesmo tempo planejam os municípios para o futuro.

NETPROJ

A parceria estratégica com a NETPROJ, empresa com mais de 26 anos no mercado, objetiva a melhoria da gestão pública e economia de recursos em áreas que vão abranger novas soluções para o tratamento de resíduos, qualificação de servidores públicos para atender à população, energias renováveis, dentre outros. “Na verdade, é um upgrade do que já fazemos, afinal, mais do que a organização de campanhas eleitorais e comunicação pública, a MKT já faz assessoria para criação de programas de governo e desenvolve um profundo relacionamento com as comunidades onde atua e com seus gestores”, diz o diretor da MKT, Daniel Gutierrez. 

TADEU COMERLATTO

Outra parceria é com Tadeu Comerlatto da Academia Poliadministrativa, para atuar na gestão de pessoas e capacitação de gestores. Tadeu já foi prefeito e tem 40 anos de experiência na área de capacitação de pessoas no serviço público. “Pessoas capacitadas e motivadas produzem melhores resultados”, enfatiza Comerlatto.

De acordo com Dr. Maximiliano Osório de Vargas, da NETPROJ, o programa engloba projetos em diversas áreas com o objetivo de provocar melhorias na gestão e economia de recursos, cada vez mais escassos nos municípios. “Com projetos adequados e bem implementados, é possível que os gestores potencializem os recursos e realizem mais em suas comunidades”, explica. Para Vargas, uma gestão de TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação) eficaz e uma reorganização na área tributária e gestão podem representar volumes de recursos que farão diferença nas áreas de saúde, educação e segurança, entre outras.

Um bom exemplo é o que se pode fazer na área de sustentabilidade, com a implantação de energias renováveis, como usinas solares (placas fotovoltaicas) e de biomassa, com aproveitamento do lixo urbano, o que a médio e longo prazos podem representar substancial economia aos cofres públicos. Ou ainda na área de zeladoria urbana, permitindo a rápida solução de problemas que incomodam os cidadãos e geram desgaste para a administração.

Na área de segurança pública, avaliada como prioridade em diversos municípios, o programa possibilita desde a estruturação de uma guarda municipal, até a instalação e o controle de câmeras para monitoramento do tráfego de veículos e de reconhecimento facial para identificar possíveis criminosos fugitivos do sistema penal. É oportuno lembrar que “cidades mais seguras acabam atraindo mais investidores do que aquelas com índices elevados de criminalidade”, sinalizam os especialistas.

No setor de turismo o programa abre um leque de possibilidades a partir da criação de aplicativos que vão identificar as potencialidades dentro das características de cada cidade: turismo rural, de aventuras ou de negócios.  “Muitos municípios têm um enorme potencial turístico inexplorado, quando poderiam estar gerando emprego e renda nesse setor com pouco investimento”, enfatiza Daniel Gutierrez.

Uma das principais ferramentas que o programa incorpora é o de zeladoria urbana, pelo qual os gestores podem acompanhar em tempo real serviços como controle de iluminação pública (onde há lâmpadas apagadas, por exemplo), incidência de dengue, controle do patrimônio, acesso a escolas e postos de saúde, localização de terrenos baldios e até infográficos sobre o coronavírus. “Há uma infinidade de possibilidades que dão ao gestor público as ferramentas necessárias para uma gestão mais efetiva e com respostas mais rápidas às necessidades da população”, informa Vargas.

Para mais informações sobre o programa e o desenvolvimento dos projetos os gestores podem fazer contato com a MKT Gutierrez pelo telefone (41) 3524-3579, diretamente com Daniel Gutierrez (41) 99969-4978, ou pessoalmente na sede da empresa em Curitiba, na Avenida Manoel Ribas, 2055, Mercês.

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Assassinato de empresário turco em Foz foi motivado por desavença financeira

A Polícia Civil elucidou o assassinato de um empresário de nacionalidade turca, registrado no ano passado, em Foz do Iguaçu. Depois de uma ampla investigação, foi desencadeada uma operação na manhã da última terça-feira (5), que resultou no cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão nas regiões dos bairros Três Lagoas e Porto Meira. As informações foram divulgadas nessa quinta-feira (7).

Atilla Ulvan, de 45 anos, foi morto com diversos disparos de arma de fogo na cabeça. O crime ocorreu no dia 21 de novembro de 2020, na região central de Foz. A vítima foi executada dentro do próprio carro ao parar no semáforo, no cruzamento das avenidas Jorge Sanwais e Paraná. 

Câmeras de monitoramento das vias flagraram o homicídio. Nas imagens é possível ver dois suspeitos em uma motocicleta. Eles emparelham com o carro do empresário e abrem fogo contra ele. Ao lado de Atilla, no banco do passageiro, estava uma mulher que não ficou ferida. 

Depois de apurar os fatos e analisar as imagens das câmeras, a polícia concluiu que pelo menos cinco pessoas participaram do crime. Dois foram detidos por mandado de prisão nesta semana. Eles têm 20 e 23 anos respectivamente. Outros três suspeitos, de 19, 24 e 31 anos, tiveram mandados de prisão temporária, expedidos e são considerados foragidos.

Conforme a delegada Iane Cardoso, a motivação do crime teria sido uma desavença financeira. A polícia pede a ajuda da população para localizar os procurados. Informações podem ser repassadas de forma anônima através dos números (45) 99843-6046, 181 e 197.

Por: GDia

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Com 80% das obras concluídas, multiviaduto dá nova “cara” a Ciudad del Este

As obras do multiviaduto de Ciudad del Este já ultrapassaram os 80%, segundo informações da Superintendência de Obras e Desenvolvimento da Itaipu do lado paraguaio, que está arcando com os investimentos.

Nesta semana foram concluídas as obras de pavimentação asfáltica de um trecho de 300 metros da Avenida Monsenhor Rodriguez, no setor sul da obra. Desta forma, esse setor foi liberado ao trânsito, assim como já havia sido liberada a Avenida San Blás.

As duas intervenções melhoraram substancialmente o fluxo de veículos na região e fazem parte da segunda parte da execução do projeto de aterramento das pontes que ligarão as Avenidas Perú e Júlio Cesar Riquelme.

Paralelamente prosseguem as obras de galerias pluviais, pontos de ônibus e iluminação. Esse etapa compreende também as passarelas inferiores, rampas e interconexões entre as avenidas.

As obras do multiviaduto de Ciudad del Este são esperadas há muitos anos e vai ser uma solução definitiva para os engarrafamentos históricos do quilômetro 7 durante as horas de pico. De acordo com a Itaipu, a finalização total das obras deverá ocorrer ainda no primeiro semestre deste ano.

A obra é financiada pela Itaipu com investimento de 11 milhões de dólares (cerca de R$ 60 milhões), com o objetivo de dar uma solução definitiva ao congestionamento gerado nos horários de pico daquele setor de Ciudad del Este, onde circulam até 100 mil veículos por dia. A obra é executada pelo Consorcio Vial del Este, formado pelas empresas paraguaias Tecnoedil SA e Constructora Acaray.

Por: GDia

Destaques, Geral,

Argentina também quer uma ponte com o Paraguai na Tríplice Fronteira

Depois que a ponte da Integração chegou a 50% das obras, as autoridades argentinas se espertaram e anunciam também uma ponte ligando Puerto Iguazú a Porto Franco, no Paraguai. O projeto já estaria em andamento, segundo a Rádio Iguazú.

Esta ligação é uma aspiração antiga dos moradores de Porto Franco, Ciudad del Este e Puerto Iguazú. Esta semana os presidentes Mario Abdo Benítez e Alberto Fernández conversaram sobre o projeto e decidiram levar adiante as negociações.

Atualmente, a travessia entre as duas cidades é feita por balsa. A ligação na região é apenas por meio de Foz do Iguaçu, pela Ponte Tancredo Neves, entre Argentina e Brasil, e Ponte da Amizade, entre Foz e Ciudad del Este, no Paraguai. Uma segunda ponte entre Foz do Iguaçu e Presidente Franco, no Paraguai, está sendo construída.

 “Após 50 anos estamos construindo duas pontes entre o Paraguai e o Brasil (Ponte da Integração e uma na fronteira com o Mato Grosso do Sul). Vou dizer ao presidente Fernández que a integração entre Paraguai e Argentina não pode ficar atrás da integração entre Paraguai e Brasil”, comentou o presidente paraguaio quando participava de um evento na usina de Yaciretá.

A Rádio Iguazú afirmou que já existe um projeto sendo finalizado e entrevistou o engenheiro Miguel Vega. Ele afirmou que o projeto já existe há mais de 20 anos, mas que foi preciso redimensiona-lo para atender as demandas crescentes da região.

 “Tecnicamente está sendo analisado o projeto, há propostas distintas e conversas de uma nova localização. A minha ideia é poder colocar novamente a proposta para quem tem poder de decisão” salientou o engenheiro na entrevista.

De acordo com Vega, a ligação entre Argentina e Paraguai na tríplice fronteira ganha força com o projeto de construção da Rota Bioceânica, que vai ligar o Oceano Atlântico ao Pacífico. A rodovia passa pelo estado do Paraná, no Brasil, chega ao Mato Grosso do Sul, corta o Chaco paraguaio e chega ao Chile. Também estão sendo desenvolvidos projetos para construção de uma ferrovia entre os dois pontos.

“A Rota Bioceânica vai permitir que o Paraguai se converta em um aliado estratégico não só para nossos países vizinhos, senão para toda a região. A Rota Bioceânica será a maior rodovia da América do Sul, grande parte passando pelo Chaco Paraguaio, para que um país sem acesso ao mar se converta em uma conexão entre o Oceano Atlântico com o Pacífico e desenvolver a logística para que a região se torne mais competitiva” comemorou Mario Abdo Benítez.

Localização

O engenheiro Vega acredita que a melhor localização da ponte seria próximo ao Porto Península, no lado argentino, e em Presidente Franco, ficaria ao sul do Parque Moisés Bertoni, ligando a Rua Monday, que conecta a rede viária da cidade paraguaia. “Essa é a ideia, mas ainda tem muitos pontos a serem resolvidos” disse o engenheiro.

Por: GDia

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Pandemia reduz fluxo na BR-277 durante o Feriado de Ano Novo

O fluxo de veículos no trecho de 387,1 quilômetros da BR-277, entre Guarapuava e Foz do Iguaçu, sob concessão da Ecocataratas, empresa do grupo EcoRodovias, apresentou queda de 13% em comparação ao Feriado de Ano Novo de 2019, entre os dias 29 de dezembro e 3 de janeiro, conforme levantamento do CCO (Centro de Controle Operacional) da concessionária. Nestes seis dias, o movimento de veículos pelas praças de pedágio totalizou 289.360, inferior aos 332.558 veículos contabilizados no mesmo período de 2019. Deste total, 25% representaram o tráfego pela praça de pedágio de São Miguel do Iguaçu.

O dia de maior movimento foi domingo, 3 de janeiro, com 63.185 veículos. No feriado prolongado, a Ecocataratas realizou 398 atendimentos a panes seca, mecânica e elétrica. A maioria envolveu pane mecânica, com 118 registros.

Ao longo do percurso, a Ecocataratas oferece aos usuários socorro médico e resgate; guinchos para veículos leves e pesados; inspeções de tráfego; caminhão-pipa para atendimento a incidentes e focos de incêndio e seis bases dedicadas aos SAU´s (Serviços de Atendimento ao Usuário), com água, café, banheiros e fraldários.

Em caso de emergência, a concessionária coloca à disposição o número 0800 3 450 277. E como forma de agilizar os atendimentos e fazer o acompanhamento de situações emergenciais, a Ecocataratas conta com serviço de vídeomonitoramento, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal.

Em atendimento às medidas de segurança e saúde, todos os cuidados são adotados para garantir a prevenção sanitária, tanto de usuários como dos colaboradores da Ecocataratas, como por exemplo uso dos kits de prevenção compostos de máscara, luvas e álcool gel. Nas cabines, acrílicos e pias de higienização das mãos garantem a proteção dos colaboradores e motoristas.

Para o supervisor da CCO da Concessionária Ecocataratas, Márcio José da Silva, a redução do tráfego na BR-277 entre Guarapuava e Foz do Iguaçu ocorreu por conta das restrições de circulação em função da pandemia de Covid-19 e o rigor na fiscalização nas áreas de fronteira.

Para saber mais informações sobre a Ecocataratas acesse o site www.ecocataratas.com.br, por meio do Twitter: @ecocataratas ou no Instagram: @ecocataratas_ acompanhe as nossas redes sociais e fique bem informado. Para entrar em contato com a concessionária ligue para o 0800 345 0277.

Crédito: Assessoria Ecocataratas

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Setor de gastronomia e entretenimento entra em 2021 com cinco grandes desafios

Abrabar estima que dificuldades vão perdurar por pelo menos dois anos

Os empresários do setor de gastronomia e entretenimento entraram em 2021 tendo pela frente cinco grandes desafios. A maioria é reflexo da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) que chegou em março de 2020 com o lockdown e fechamento das atividades econômicas e os decretos restritivos.

O primeiro grande desafio do setor é o endividamento, explica Fábio Aguayo, presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar). Sem poder abrir os estabelecimentos, as dívidas com aluguel de imóveis, taxas e impostos e salários dos funcionários acumularam, “e vão por pelo menos mais dois anos até pagar”, disse.

Manter as atividades do negócio será uma das tarefas mais complexas diante da crise econômica e as restrições diante da expansão da Covid-19. “Também nos deparamos  com a manutenção dos empregos com estabilidade após fim programa do Governo”, ressaltou.

A Abrabar também estima grandes dificuldades em conter o reajuste de aluguéis. “Por fim, o quinto grande desafio para o setor será conviver com as restrições sem fim impostas via decretos municipais e do Governo do Estado e as limitações de funcionamento”, completou Aguayo.

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UNILA assina contrato para construção do segundo prédio de aulas no Campus Integração

Representantes da UNILA e da empresa BRJ Construções assinaram, nesta terça-feira (29), o contrato para a construção do segundo prédio de salas de aula do Campus Integração, localizado na Avenida Tancredo Neves. Com esta nova construção, a Universidade começa 2021 com duas obras em andamento: o primeiro prédio do campus, iniciado em janeiro de 2020 e com previsão de entrega ainda no primeiro trimestre do próximo ano; e este novo bloco. Juntas, as duas edificações somarão aproximadamente 5.000 m², que serão dedicados a atividades acadêmicas.

O novo edifício multiuso contará com 10 salas de aula com capacidade para 50 estudantes e três salas para 25 estudantes. Há ainda salas para atividades administrativas e salas para professores, além de espaços específicos, como sanitários e atividades de manutenção. Quando finalizado, o prédio terá capacidade para atender 575 estudantes por turno.

A ordem de serviço para a construção do novo edifício foi assinada nesta quarta-feira (30) e, de acordo com o secretário de Implantação do Campus, Aref Kzam, o prazo para a entrega do prédio finalizado já está contando. “A empresa terá 420 dias para executar a obra, equivalendo a 14 meses. Portanto, a entrega está prevista para início de março de 2022”, observa o secretário.

Orçamento

O orçamento total para a obra será de R$ 5.482.697,26, com recursos advindos do orçamento da Universidade e também com o aporte de 1,5 milhão provenientes do Ministério da Educação (MEC). Com isso, o orçamento para a execução completa da obra já fica assegurado e empenhado ainda em 2020.

Campus Integração

Esta nova edificação dá corpo ao Campus Integração, somando-se aos espaços em construção e já construídos para alocação das atividades da Universidade. Quando finalizados, os dois blocos de aulas atenderão aproximadamente 3.450 estudantes de diversos cursos da Universidade. “Esta é a segunda obra que estamos conseguindo implementar dentro de 1 ano e meio de gestão, e considero um avanço fundamental pois caminhamos para consolidar 5.000 m² de espaços acadêmicos próprios. Essa é uma importante mudança de paradigma institucional para a Universidade que, ao longo destes 10 anos, precisou funcionar apenas em imóveis alugados. Isso traz excelentes perspectivas para potencializar a aplicação desses recursos, que hoje vão para os aluguéis, nas atividades finalísticas da nossa instituição”, declarou o reitor Gleisson Brito.

O projeto completo do Campus Integração inclui, ainda, três prédios de alojamento estudantil com capacidade para atendimento de 288 estudantes; centro de convivência com espaços administrativos, depósito de material de limpeza, cozinha coletiva, lavanderia, sala de jogos, biblioteca, sala de estar e um auditório; quadra poliesportiva; e urbanização da área de estacionamento.

Com esta nova construção a UNILA começa 2021 com duas obras em andamento
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Com crise no setor de eventos, produtoras se unem para aumentar número de clientes em 2021

Para fortalecer ainda o mercado de transmissões ao vivo, a Apple Produções acaba de adquirir a Flex, em um negócio que movimentou R$ 25 milhões

O setor de eventos encarou uma das piores crises de sua história por causa da pandemia do novo coronavírus. Muitas empresas viram o faturamento zerar e tiveram que demitir funcionários. Foi o caso da Flex, produtora fundada em 2012 por André Luis, com foco em equipamentos e mão de obra especializada em som, luz e imagem.

Somente a reinvenção poderia salvar a empresa. A saída foi apostar nas lives (transmissões ao vivo), principalmente as de grande porte, que garantiram receita recorrente no primeiro semestre. Nos últimos seis meses do ano, a situação melhorou e a Flex voltou a faturar, emplacando grandes eventos como a Expert XP 2020, organizado pela gestora de investimentos XP, e a Comic Con Experience (CCXP), produzida pelo Omelete Group.

Para esses encontros, a empresa colocou à disposição dois serviços lançados em 2020: o GoLive Experience, que combina infraestrutura, tecnologia e conteúdo; e o Area451, um complexo de estúdios criado sob medida para a realização de eventos à distância – são quatro estúdios profissionais, com camarins e áreas de alimentação, em uma área de mais de 4 mil metros quadrados.

A transformação chamou a atenção do até então concorrente Gijo Pinheiro, CEO da Apple Produções. Fundada nos anos 1980, a produtora atuava de forma parecida com a Flex – a diferença é que contava com mais equipamentos para aluguel. “As nossas conversas começaram antes mesmo da pandemia”, diz Pinheiro.

Segundo Luis, havia uma expectativa de que uma possível união com a Apple poderia deixar as operações mais eficientes. “Empresas com mais história conseguem ter uma rentabilidade maior, acumular ativos e consequentemente reinvestir mais. Para nós, isso era interessante.”

Ao observar a migração da Flex para os eventos digitais e transmissões ao vivo, Pinheiro entendeu que era a hora de propor a aquisição. Assim, as duas empresas atenderiam mais clientes e se fortaleceriam na pandemia. O negócio foi fechado no valor de R$ 25 milhões – o valor inclui a compra do negócio mais a abertura de filiais em Goiânia (GO) e Foz do Iguaçu (PR). Com isso, Luis passou a se tornar vice-presidente da operação, enquanto Pinheiro segue como CEO.

Agora, os dois torcem por tempos melhores. Os sócios acreditam que as transmissões totalmente digitais ainda serão mantidas pelo menos durante o primeiro semestre de 2021. Já no segundo, com a perspectiva da vacinação, a expectativa é por eventos híbridos, capazes de reunir grupos menores de pessoas. Para 2022, eles acreditam que a demanda reprimida do público trará ótimos resultados. “Vai ser quente. Estamos otimistas”, diz Luis.

Por: Pequenas empresas e grandes negócios

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Grêmio vê assédio crescer e pode perder Pepê, jogador de Foz do Iguaçu, antes de final com o Palmeiras

O Grêmio pode ter um desfalque importante na final da Copa do Brasil, diante do Palmeiras. O assédio a Pepê, atleta nascido em Foz do Iguaçu, aumentou no final do ano passado e pelo menos duas propostas oficiais são esperadas para janeiro.

Adianta o UOL Esportes que a saída do meia-atacante, que não é obrigatória por conta das finanças, tem sido admitida e caso ocorra gerará baixa na decisão do mata-mata.

Porto, Sevilla e Zenit são os principais interessados em Pepê. O Grêmio detém 70% dos direitos econômicos e recusou ofertas em agosto com argumento de que já havia negociado Everton Cebolinha com o Benfica.

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Destaques, Foz do Iguaçu, Geral,

Morre o pioneiro Santo Salvatti, ex-presidente do Sindihotéis e fundador do Hotel Salvatti de Foz do Iguaçu

Morreu neste sábado (02), aos 79 anos de idade, o pioneiro Santo Salvatti, ex-presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (Sindihotéis) e sócio-fundador do Hotel Salvatti. Em nota o Sindihotéis lamentou a perda e, em nome da Diretoria e associados, deixou condolências aos familiares.

O desenvolvimento de Foz do Iguaçu e do Sindhotéis estão diretamente ligados a trajetória de Santo Salvatti. O empresário foi sócio-fundador da Associação de Hotéis e Similares de Foz do Iguaçu, fundada em 1974, que viria a dar origem ao Sindhotéis em maio 1975.

“Perdemos um amigo, um empreendedor e ex-presidente do sindicato (1979 a 1982), com um grande legado para a nossa história”, lamentou o presidente do Sindhotéis, Neuso Rafagnin.

O corpo de Santo Salvatti será velado a partir das 19h deste sábado na capela do Cemitério São João Batista de Foz do Iguaçu. O enterro acontecerá no domingo (03), às 10h da manhã.

Agora pouco Bebel Salvatti, filha do pioneiro, postou o seguinte comunicado nas redes sociais:

Boa tarde a todos familiares e amigos do nosso pai Santo Salvatti.
Vimos através desta informar o falecimento de nosso pai querido hoje dia 02 de janeiro de 2021 às onze da manhã de uma parada cardíaca em consequência da Covid 19.
Seu corpo será velado a partir das 19 horas do dia de hoje
na capela do Cemitério São João Batista de Foz do Iguaçu. O enterro acontecerá amanha dia 3, domingo, às 10:00 horas da manhã.
Deus receba nosso pai em seu paraíso.

Em homenagem a Santo Salvatti, o Sindihotéis resgatou sua trajetória registrada no livro “Memórias”, editado pela instituição, em 2017.

Abaixo a íntegra do texto:

Um empreendedor que acredita no futuro

(Santo Salvatti em registro para a Galeria de Presidentes do Sindhotéis, em 2009 – Foto Marcos Labanca)

Santo Salvatti nasceu em Concórdia, Santa Catarina, em novembro de 1941. Passou a infância em Cacique Doble e, com 12 anos de idade, foi para Vila Flores e Veranópolis, no mesmo estado, onde estudou num colégio de freis capuchinhos. Mais tarde, viveu em Porto Alegre, de 1959 a 1962. Neste ano, veio para Foz do Iguaçu trabalhar, numa empresa da família, com exportação de madeira para a Argentina.

Naquela época, a população de Foz era de aproximadamente 25 mil habitantes, e a cidade não tinha asfalto, água encanada, esgoto nem energia elétrica (somente das 18h às 22h). Enfim, a infraestrutura era muito precária. A travessia do Rio Paraná era feita de lancha. Santo Salvatti lembra que quando precisava de serviços como comunicação com Buenos Aires, Rosário, Curitiba ou Porto Alegre, ia para Puerto Iguazú, onde havia um rádio no prédio do correio que contatava com a telefonia central de Buenos Aires. De lá também era mais fácil a locomoção aérea.

Paralelamente ao trabalho na empresa familiar, o jovem adquiriu, como negócio particular, a hoje extinta Churrascaria dos Pampas, localizada na Rua Almirante Barroso, porque percebeu no turismo uma das principais atividades econômicas nas Três Fronteiras. Foz não era vista como ponto turístico, apesar de as Cataratas já serem conhecidas mundialmente. Havia poucas churrascarias e poucos hotéis, recorda o empresário.

— Sempre gostei da área de hotelaria e gastronomia, porque em Porto Alegre fui trabalhar justamente em um hotel, além de estudar à noite. Peguei gosto e conhecimento. Então chegando aqui percebi o potencial do turismo de Foz do Iguaçu. Após a Churrascaria dos Pampas, tive outro negócio no turismo, alugando o antigo Gralha Azul. Também comprei a primeira Kombi que levava os turistas aos pontos turísticos de Foz do Iguaçu.

(Santo Salvatti com prefeito Tércio Albuquerque – Foto: Arquivo Família)

Por isso mesmo, resolveu apostar e permanecer em Foz. Após quatro anos de sua chegada, casou-se com Ivanilde Maran Salvatti em 1966. Da união nasceram os quatro filhos do casal: Dalton, Newton, Isabel e Thiago.

A ideia do empreendedor era também abrir um hotel. Para viabilizar o negócio, vendeu a churrascaria e, em 1974, inaugurou o Hotel Salvatti, que pertencia à família Salvatti – no qual funcionou um cinema e a primeira discoteca da cidade. Estabelecimento padrão quatro estrelas, sediou o primeiro escritório de Itaipu e recebeu vários hóspedes importantes. Posteriormente, em 1979, o empresário adquiriu o San Martin Hotel, do qual é sócio-diretor atualmente.

(Santo Salvatti com empresários do turismo e imprensa –  Foto: Arquivo Família)

“O Hotel Salvatti foi considerado na época, depois do Hotel das Cataratas, o melhor hotel do Oeste paranaense. Era um de quatro estrelas muito conceituado. O perfil daqueles que nos visitavam não era de compras, como também não é mais hoje, era turismo de família, de convenções, pessoas de poder aquisitivo mais elevado do que é hoje.”

O sindicato
Santo Salvatti é sócio-fundador da Associação de Hotéis e Similares de Foz do Iguaçu, fundada em 1974. Em uma das reuniões, foi constituído o estatuto do atual sindicato. Ele lembra com orgulho a mobilização na época que transformou a associação em sindicato, certificação atribuída pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social, em 19 de junho de 1974. Em 1979, já com o Sindhotéis formalizado, Salvatti ocupou a presidência.

(Santo Salvatti exibe planta baixa do Centro de Convenções –  Foto: Arquivo Família)

— Um de nossos objetivos era evitar a má imagem de Foz do Iguaçu de dois aspectos: o trabalho do “piranha”, pois não temos a necessidade de que ele indique o hotel em que o turista tem que ficar, e a imagem que começou a surgir na época que Foz era só contrabando, só tóxicos.

Em sua opinião, o sindicato sempre foi atuante, protegendo os empresários e colaborando na divulgação de Foz, por isso sua gestão buscou unir a categoria, incentivar o trabalho em conjunto, criar metas de curto, médio e longo prazo, sempre olhando para o futuro para construir uma perspectiva de desenvolvimento turístico. O terreno da atual sede do sindicato foi uma doação da prefeitura (gestão de Clóvis Cunha Vianna) quando ele era presidente.

“A criação do sindicato era necessária para Foz do Iguaçu porque criou o espírito de associativismo entre os hoteleiros. Os problemas e as soluções deságuam no Sindhotéis. A entidade é um elo de toda a classe turística iguaçuense, tanto da hotelaria quanto da gastronomia, entre outros segmentos.”

Segundo ele, hoje a imagem negativa do passado não existe, pois a cidade é um destino turístico consolidado. Mas ainda é necessário resolver problemas de infraestrutura, como no aeroporto, na entrada de Foz e na BR-469. As adversidades, porém, não tiram seu otimismo. Para ele, alguns dos problemas são a falta de união do povo e a incapacidade de eleger bons políticos, a exemplo de um deputado federal para defender os interesses locais em Brasília.

— Os governantes deveriam olhar mais para Foz, pois aqui o turismo é uma das atividades que mais geram riqueza, empregos e renda. Ela está numa posição geográfica privilegiada, então tem condições de ser um grande centro da América do Sul, porque a tendência da cidade é progredir.

(Ministro Costa Cavalcanti (à esquerda) e Santo Salvatti (à direita) – Foto: Arquivo Família)