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Meio Ambiente

Leia as últimas notícias sobre Meio Ambiente no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

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VÍDEO: Acumulado de chuvas faz vazão nas Cataratas chegar a quase duas vezes acima do normal. Assista!

O acumulado de chuvas dos últimos dias em Curitiba e na bacia hidrográfica do rio Iguaçu, fez a vazão média das Cataratas do Iguaçu subir quase duas vezes acima do nível normal, que é de 1,5 milhão de litros de água por segundo.

De acordo com os dados do monitoramento hidrológico da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), a vazão no atrativo turístico compartilhado entre Brasil e Argentina na região de Foz do Iguaçu estava em 3,6 milhões de litros por segundo na tarde desta quinta-feira (21).

Veja vídeo de hoje no atrativo

Para se ter uma ideia do aumento do volume de água, na segunda-feira (18), a vazão média estava em 974 mil litros de água por segundo.

Há um longo tempo não se via um volume de água tão grande no principal atrativo turístico da Tríplice Fronteira, incluindo o Paraguai.

No dia 16 de setembro de 2019, o Cabeza News cravou que as Cataratas estavam com menos da metade da vazão normal – 749 mil litros de água por segundo (AQUI para relembrar).

As fotos e o vídeo foram enviados por um colaborador do portal

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Projeto da Nova Ferroeste avança mais um passo no processo de licenciamento ambiental

Ibama concedeu Autorização de Captura, Coleta e Transporte de Material Biológico (Abio) para o projeto. Com a emissão da Abio, a empresa contratada para a elaboração do EIA/RIMA pode iniciar os levantamentos de campo relacionados à fauna.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu neste mês a Autorização de Captura, Coleta e Transporte de Material Biológico (Abio) para o projeto da chamada de Nova Ferroeste (Ferrovia EF-277). É mais uma etapa no processo de licenciamento ambiental do projeto, que foi qualificado no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do governo federal.

O Corredor Oeste de Exportação – Nova Ferroeste terá extensão de 1.370 quilômetros. O projeto abrange a construção de novos trechos e um corredor ferroviário de exportação ligando o polo produtor de grãos do Mato Grosso do Sul (MS) e do Oeste do Paraná ao Porto de Paranaguá. A iniciativa atende ao objetivo de ampliar a malha ferroviária nacional, de modo a atender o transporte voltado à exportação, o que favorece a competitividade, a integração e a segurança de mercadorias.

A Abio permite o início dos trabalhos de campo para o diagnóstico ambiental da fauna na área do projeto da Nova Ferroeste. Essa etapa é balizada por um plano de trabalho, analisado e aprovado pelo Ibama, no qual são indicados os pontos de amostragem e a metodologia a ser aplicada. Os dados a serem coletados em campo são essenciais para a avaliação de impactos ambientais da ferrovia, que será debatida com a sociedade após a conclusão dos estudos.

“Com a emissão da Abio, a empresa de consultoria contratada para a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) pode iniciar os levantamentos de campo relacionados à fauna, isto é, poderá realizar as atividades de monitoramento da fauna terrestre localizada na área do projeto”, explicou a secretária de Apoio ao Licenciamento Ambiental e à Desapropriação do PPI, Rose Hofmann.

A nova malha ferroviária inclui a construção de uma nova ferrovia entre Maracaju (MS) e Cascavel, um novo traçado entre Guarapuava e Paranaguá, um ramal multimodal entre Cascavel e Foz do Iguaçu, além da revitalização do atual trecho da Ferroeste, entre Cascavel e Guarapuava. As atividades de monitoramento ocorrerão nessas áreas amostrais.

Estudos

A Ferroeste foi qualificada em meados de 2020 no âmbito do PPI, o que acelera o seu processo de desestatização. O pedido foi feito pelo Governo do Paraná e significa que a União vai ajudar o Estado com apoio técnico regulatório necessário em diversas áreas, da modelagem e meio ambiente à atração de investidores.

O Governo do Paraná firmou um acordo de cooperação técnica com o Mato Grosso do Sul em 2020 para acelerar projeto. A empresa TPF Engenharia, contratada pelo Governo do Estado, está realizando os Estudos de Viabilidade Técnico-Operacional, Econômico-Financeira, Ambiental e Jurídica (EVTEA).

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) são coordenados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), da Universidade de São Paulo (USP). Na área ambiental ainda faltam liberações para trabalhos de campo de outros órgãos intervenientes, como Fundação Nacional do Índio (Funai) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A expectativa é colocar a Nova Ferroeste em leilão na B3 entre final de 2021 e o começo de 2022 já com o EVTEA e o EIA/RIMA da ferrovia que liga Maracaju a Paranaguá concluídos.

“O projeto é consistente, foi bem construído e é considerado um dos mais viáveis para investimentos no Brasil porque facilita o carregamento próximo aos produtores e a entrega com segurança nos navios, além de se aliar aos projetos em andamento da nova roupagem ferroviária, com conexão até Paranaguá, Foz do Iguaçu e o Mato Grosso do Sul”, afirmou o diretor-presidente da Ferroeste, André Gonçalves. “Temos que facilitar a integração dos modais. É a chave para o País avançar nos próximos anos”.

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Observação de pássaros e seus (en)cantos: venha fazer birdwatching no Parque das Aves. Assista!

Atrativo é o único no mundo que possibilita o avistamento e apreciação de quase 150 espécies de aves da Mata Atlântica. Venha conhecer as aves que aqui gorjeiam

Os primeiros meses de 2021 são os melhores para quem quer praticar observação de aves, conhecido também como birdwatching. E o Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, é um dos melhores lugares do mundo para quem quer conhecer uma rica diversidade de aves da floresta da Mata Atlântica.

O Parque concentra cerca de 1.500 aves de 150 espécies, a maioria da Mata Atlântica, algumas muito raras, outras ameaçadas de extinção, e mais da metade resgatada de tráfico e maus-tratos.

Com câmeras, binóculos e olhares curiosos, os visitantes podem acompanhar as aves interagindo entre elas e com o ambiente. E nessa época, as aves estão mais ativas e exibidas. Isso porque o verão e a primavera são normalmente os períodos de reprodução da maioria das espécies, e o colorido da estação convida todos a saírem da toca.

Araponga no Viveiro Os Pequenos Marrons vocalizando

De acordo com a CEO do Parque das Aves, Carmel Croukamp, o birdwatching é opção de ecoturismo por todo o Brasil pelo fato de se situar em uma zona privilegiada, onde a diversidade biológica é gigantesca e com singular riqueza natural.

“O Parque das Aves se destaca pela pluralidade de centenas de espécies da Mata Atlântica. As pessoas gostam de observar e fotografar as aves, e a atividade tem crescido com a popularização das câmeras digitais, redes sociais e sites colaborativos. Então venham passarinhar”, convida.

Carmel acrescenta ainda que é possível conciliar a biodiversidade em meio à presença humana e que o turismo de observação de aves abre um leque de possibilidades de geração de renda, ao mesmo tempo em que promove a conscientização ambiental e ampara o uso sustentado dos recursos naturais.

Cantos da Mata

Do imponente piar de um enorme gavião-real ao modesto som produzido por um pequeno periquito. Do gutural grito das araras na hora da comida à bela melodia dos cantos dos sabiás no alvorecer da região da tríplice fronteira, observar as aves é uma excelente oportunidade para redescobrir a Mata Atlântica e uma paisagem sonora única que só neste bioma é possível saber.

Alguns observadores conhecem as aves só pelo som, como o estridente canto das arapongas. Já as entonações dramáticas do corrupião, que consegue imitar as vocalizações e o cantos de outros pássaros, só com muito treino para conseguir identificar.

As primeiras horas da manhã e o final da tarde são os horários de maior atividade das aves. Entretanto, algumas espécies têm hábitos diferenciados, como as corujas, por exemplo, então procure saber os horários e as épocas do ano de maior atividade de cada uma.

“Traga sua câmera, registre esse momento e mostre ao mundo as belezas da Mata Atlântica. E não esqueça de nos marcar nas postagens das redes sociais”, diz Carmel.

Lembrando que o Parque das Aves abre todos os dias, das 9h às 17h, e o uso de máscaras é obrigatório durante toda a visita, inclusive para tirar fotos.

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Vídeo flagra onça pintada andando no Parque Nacional do Iguaçu. Assista!

Carlos Ivan Pereira Batista, que trabalha com transporte e guia no Hotel das Cataratas, registrou um flagrante daqueles de tirar o fôlego.

Na noite desta quarta-feira (13), por volta das 21h, ele seguia pela rodovia que liga o portão de entrada do Parque Nacional do Iguaçu as Cataratas, quando avistou uma onça pintada andando tranquilamente.

As imagens foram registradas já no período noturno. Carlos informou que já havia fotografado outras onças, mas esta foi a primeira vez que conseguiu filmar.

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Polícia Militar e Corpo de Bombeiros intensificam ações nas praias às margens do Rio Paraná

Desde o início do Verão Consciente, em 19 de dezembro, há um trabalho conjunto entre as forças de segurança estaduais e prefeituras para ações preventivas e ostensivas e, também, de orientação e fiscalização para evitar a transmissão do coronavírus.

As ações da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram reforçadas nas praias de água doce às margens do Rio Paraná. Entre os locais mais procurados pelos visitantes estão as prainhas do município de Porto Rico, como Santa Rosa, Carioca e Cabeça da Ilha Mutum, além de Porto de São José, no município de São Pedro do Paraná e Porto Camargo, em Marilena.

Desde o início da Operação Verão Conscientes, em 19 de dezembro, até 10 de janeiro, oito pessoas foram detidas pela Polícia Militar na região. O Corpo de Bombeiros registrou dois afogamentos sem gravidade e o comércio é fiscalizado e orientado em relação às normas e medidas de prevenção ao coronavírus.

O coordenador do Verão Consciente 2020/21 das costas Oeste e Noroeste pela PM, coronel Adilson Luiz Correa dos Santos, destaca que o trabalho conjunto entre as forças de segurança estaduais, a Prefeitura de Porto Rico e a Secretaria Municipal de Saúde é importante para atender a demanda da região e atuar tanto de forma preventiva, quanto ostensiva, cumprindo as medidas de segurança e protocolos sanitários.

“O Governo do Estado e a Secretaria da Segurança Pública, preocupados com as aglomerações durante o período do verão, estão intensificando algumas ações, principalmente de orientação ao turista para o cumprimento das medidas de segurança e prevenção recomendadas pela Secretaria da Saúde contra a Covid-19”, explicou coronel.

A Polícia Militar, coordenada pelo 3º Comando Regional da Polícia Militar (3º CRPM), conta com efetivo de cerca de 400 militares estaduais para atuação durante a temporada na região de Porto Rico, Porto São José e Porto Maringá.

Apesar do maior movimento nas praias, a PM registrou 106 ocorrências de naturezas diversas, uma queda de 15,2%, na comparação ao mesmo período da temporada anterior, quando foram 125, de 20 de dezembro a 10 de janeiro.

Houve aumento de 10% nos boletins de ocorrências em Porto Rico em relação ao ano passado (de 59 foi para 65) durante os 22 dias de operação. Em Porto Maringá foi registrada queda de 75%, de quatro para um caso. Em Porto São José foram seis boletins de ocorrência no mesmo período da temporada anterior e dois nesta (-66%).

Para o comandante da 3º Companhia Independente da Polícia Militar, major Josmar Franciso Moreira, essa redução é resultado do trabalho integrado entre as instituições vinculadas à Secretaria de Estado da Segurança Pública, que também conta com o apoio da Marinha.

“Nós fazemos um trabalho em conjunto com as Policias Militar, Ambiental, Corpo de Bombeiros e a Marinha para chegar da melhor forma aos reais resultados, que não diminuíram por conta da pandemia, mas pelo trabalho intensificado e de diversas operações ágeis, com o objetivo de orientar os estabelecimentos comerciais e as pessoas que estão frequentando a região”, explicou o major.

Além das atividades para a segurança dos moradores e turistas com patrulhamento preventivo e ostensivo, são feitas orientações e fiscalizações para o uso de máscara e respeito ao distanciamento.

“Com isso, a gente espera que as pessoas cumpram as orientações e possam curtir o verão de forma segura e sem maiores problemas em razão da pandemia que estamos vivendo”, disse o oficial supervisor pela PM durante a operação Verão Consciente, tenente Rodrigo Escarmanhani Rodrigues.

Continue lendo em: AEN

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Mais de 20 pessoas foram presas em 2020 por caça ilegal no Parque Nacional do Iguaçu

Vinte e sete pessoas foram presas em flagrante em 2020 pelo crime de caça ilegal nas dependências do Parque Nacional do Iguaçu (PNI), em Foz do Iguaçu e região. As prisões ocorreram durante operações deflagradas pela Polícia Ambiental em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). 

Durante todo o ano passado as equipes de segurança realizaram um total de 15 ações na unidade de conservação. Como resultado deste trabalho intensivo foram localizadas e destruídas 121 armadilhas de caça, entre elas cevas (feita com milho para atração e abate de animais silvestres), saleiros (que atrai animais como porco-do-mato, anta e veado) e jiraus (poleiro de madeira armado com cipós). 

Boa parte das armadilhas foi encontrada em acampamentos clandestinos. Foram 13 locais identificados e destruídos em 2020. A análise dos materiais recolhidos ajudará no direcionamento das próximas operações no PNI, tendo como base os pontos mais usados pelos criminosos.

“Nós programamos nossas operações de acordo com as estatísticas, então nós vamos analisar aquilo que foi apreendido e o georreferenciamento. Acreditamos que estamos no caminho certo, dessa forma, neste ano teremos resultados ainda melhores”, explicou o tenente da PM Ambiental, João Vitor Arnas. 

Mesmo com a pandemia, o trabalho da polícia não parou. Houve, inclusive, uma intensificação das atividades, que trouxe resultados positivos. Foi registrado um aumento nas apreensões de armas de fogo, por exemplo. No ano passado as equipes recolheram 11 armas de diversos calibres. Em 2019 foram apreendidos apenas seis artefatos do tipo. 

As pessoas presas em unidade de conservação com esse tipo de material respondem por crime contra o meio ambiente e também por porte, em grande parte das vezes, ilegal de arma de arma de fogo. “Os infratores, quando presos em flagrante, são encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal mais próxima, por se tratar de crime de competência da esfera federal. Além das multas e medidas cautelares aplicadas, os infratores respondem ainda na esfera civil e criminal pela conduta criminosa”, ressalta a PM Ambiental.

Desafios da fiscalização e prejuízos da caça ilegal 

O Parque Nacional do Iguaçu conta com mais de 185 mil hectares do lado brasileiro e abrange 14 municípios. Segundo a polícia, a grande extensão torna a fiscalização desafiadora. Uma das maiores dificuldades, por exemplo, é o fato de os caçadores não se intimidarem com a presença das equipes policiais.  

Para combater a prática da caça ilegal e da pesca predatória os militares apelam para os patrulhamentos a pé na mata e fazem uso da tecnologia, como mapeamento de áreas para facilitar a identificação dos pontos com maior incidência de crimes. “A Polícia Militar sempre investe no parque de tecnologia e de pesquisa. Tudo o que possa auxiliar em nosso trabalho é bem-vindo e recebe investimento”, destacou o tenente João Arnas.

Por: GDia

Foz do Iguaçu, Meio Ambiente,

Vídeos mostram água da chuva arrastando motocicletas na região central de Ciudad del Este. Assista!

As fortes chuvas que começaram a cair no final da manhã desta terça-feira (12) alagaram ruas e becos em Ciudad del Este, centro comercial do Paraguai, na fronteira com o Brasil.

Em grupos de Whatsapp circulam vídeos mostrando a força das águas arrastando motocicletas em uma das laterais da principal avenida de acesso à Ponte Internacional da Amizade, que separa o país de Foz do Iguaçu.

Em Foz do Iguaçu, num trecho da Avenida JK, uma viatura da Polícia Militar ficou praticamente submersa devido a um alagamento.

Assista abaixo:

Tempo
De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a tarde começa muito quente e abafada na maioria das cidades do Paraná.

O calor contribui para a rápida formação/intensificação de nuvens de chuva/tempestade nas próximas horas em vários municípios do Estado.

Por enquanto, os temporais são de curta duração, bem isolados e mais intensos entre os setores oeste e noroeste.

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Parque Nacional do Iguaçu completa 82 anos neste domingo, 10 de janeiro

O Parque Nacional do Iguaçu celebrará 82 anos de criação neste domingo, dia 10 de janeiro, sem o tradicional corte do bolo, que historicamente era compartilhado com visitantes, funcionários, comunidade e autoridades, no Centro de Visitantes. A festa do aniversariante será simbólica por conta dos protocolos de proteção – que limitam o acesso de pessoas por hora – para visitar a unidade de conservação neste período de pandemia do coronavírus.

Foto: Bruno Bimbato

Como o aniversariante é muito querido no Brasil e no mundo, a chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Cibele Munhoz Amato, deixa uma mensagem à comunidade local, às pessoas que já estiverem na unidade de conservação um dia e aos brasileiros e viajantes do mundo que sonham em visitar o Patrimônio Natural da Humanidade. “O aniversário do parque é uma celebração da conservação da natureza, da biodiversidade, do desenvolvimento regional das cidades vizinhas ao parque, do fortalecimento do turismo sustentável, do meio ambiente, da economia e da imagem do Brasil. Os 82 anos do parque é uma construção de todos os segmentos da sociedade.”

Cibele Munhoz (Foto: Marcos Labanca)

82 anos do sucesso

O Parque Nacional do Iguaçu foi criado em 10 de janeiro de 1939, por meio do Decreto-Lei nº 1.035, do então presidente da República Getúlio Vargas. No ano de 1986, recebeu o título, concedido pela Unesco, de Patrimônio Natural da Humanidade. Já as Cataratas do Iguaçu, localizadas no interior da unidade de conservação, receberam o título de Maravilha Mundial da Natureza no dia 11 de novembro de 2011.

Foto: Nilton Rolin

O Parque Nacional do Iguaçu se consolidou, nessas oito décadas, como referência na conservação da natureza e no turismo sustentável no mundo. O parque, que é um dos mais visitados do Brasil, protege uma área de 185 mil hectares de Mata Atlântica e uma rica biodiversidade, constituída por espécies singulares da fauna e flora brasileiras. A unidade de conservação brasileira, localizada no Oeste do Paraná, faz fronteira com a Argentina, na província de Missiones. Já as Cataratas do Iguaçu estão situadas entre a cidade brasileira de Foz do Iguaçu e a argentina Puerto Iguazú.

A sua riquíssima biodiversidade e a raridade de beleza cênica contribuíram para transformar o Parque Nacional do Iguaçu em Patrimônio Natural da Humanidade, no ano de 1986, e no abrigo da Maravilha Mundial da Natureza, no ano de 2011, em votação mundial. Atualmente, o parque realiza ações de visitação pública, pesquisa, educação ambiental e proteção. Todo esse cuidado e trabalho integrado proporcionam aos visitantes condições únicas e inesquecíveis de contato com uma das mais raras feições da natureza.

Meia Maratona das Cataratas (Foto: Jean Pavão)

Gestão de referência no Brasil

O Parque Nacional do Iguaçu é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão federal responsável pela administração das unidades de conservação federais do Brasil. Desde o ano de 1999, o parque conta com gestão dos serviços de visitação turística da concessionária Cataratas do Iguaçu S.A., empresa genuinamente iguaçuense que integra o Grupo Cataratas.

Selecionamos 82 fotografias para celebrar o aniversário do Parque Nacional do Iguaçu. Confira: https://bit.ly/397kSix (créditos nas descrições das imagens)

O Parque Nacional do Iguaçu está aberto para a visitação pública, todos os dias, das 8h às 16h. Os ingressos para visitar a unidade são vendidos exclusivamente on-line, no site www.cataratasdoiguacu.com.br. E como neste momento o parque está com limitação de público por hora, o visitante precisa realizar a aquisição e agendar o dia e o horário da visita. A compra está sujeita à disponibilidade de vagas. Não há restrição de idade para fazer o passeio.

Foto: Christian Rizzi

Parque Nacional do Iguaçu

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Baixa vazão do rio Iguaçu prejudica abastecimento de água em Puerto Iguazú, na Argentina

A baixa baixa vazão do rio Iguaçu tem afetado o abastecimento de água potável em Puerto Iguazú, na fronteira da Argentina com o Brasil, em Foz do Iguaçu.

As equipes técnicas estão trabalhando para fazer a transição para sistemas flutuantes de bombeamento para garantir água bruta para a estação de tratamento, desde que o rio volte ao seu nível normal de operação.

Toda a comunidade é solicitada a cuidar da água, informa o portal LaVozDeCataratas.

A empresa responsável pelo serviço disse que foram colocadas em funcionamento as bombas centrífugas flutuantes, para abastecimento do reservatório, que ajudará a manter o bombeamento contínuo para a estação de tratamento de água.

A instalação é feita pela Imas com a empresa responsável pela construção da segunda fábrica.

Meio Ambiente, Paraná,

Governo reforça compromisso com o Pacto Global da ONU

Governador destaca que o Estado tem como meta continuar a missão de promover a sustentabilidade corporativa. O Pacto Global incentiva a luta contra a corrupção, a defesa do meio ambiente e o trabalho conjunto sobre as pautas de direitos humanos.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior encaminhou na semana passada um Comunicado de Engajamento (COE) ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, para renovar por mais dois anos o compromisso do Paraná com o Pacto Global, iniciativa que incentiva a luta contra a corrupção, a defesa do meio ambiente e o trabalho conjunto sobre as pautas de direitos humanos.

No texto, o governador destaca o que o Estado tem como meta continuar a missão de promover a sustentabilidade corporativa. Ele também assevera que o Paraná desenvolve projetos e políticas pioneiras em parceria com os municípios para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, de olho na Agenda 2030.

A adesão do Estado ao Pacto Global aconteceu em 2014. Desde então a administração pública estadual vem adotando uma série de medidas voltadas a boas práticas de gestão, como o compliance, reformas administrativas e transparência nos gastos e investimentos.

No Governo do Estado, a coordenação das atividades é do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico Social (Cedes). Desde a adesão o órgão é responsável por articular iniciativas com as prefeituras, outros Poderes e entidades da sociedade civil organizada.

A adesão ao Pacto Global está aberta a qualquer instituição com personalidade jurídica. Empresas e organismos do terceiro setor também podem formalizar o seu compromisso com os princípios propostos pela ONU.

AGENDA 2030 – Outra parceria do Paraná com a ONU acontece no âmbito da Agenda 2030, um compromisso de desenvolvimento sustentável firmado por chefes de Estado e de Governo na Assembleia Geral da entidade em 2015. Esse encontro resultou em 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que englobam 169 metas, e devem ser alcançados até 2030.

Entre os resultados já obtidos pelo Paraná está a construção de um dos maiores quadros de indicadores ODS desagregados a nível municipal. São 95 indicadores nos 399 municípios.

Também foi desenvolvida uma plataforma BI (Business Intelligence ) de acompanhamento desses indicadores e estão em andamento diversas parcerias para execução de projetos contra o desperdício de alimentos, capacitação, alinhamento de planos diretores e de instrumentos de planejamento orçamentário.

O Cedes também foi responsável pela aproximação com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) dentro do programa Abordagem Territorial, que busca avaliar metas e resultados dos compromissos globais em alguns municípios. O Paraná é o representante brasileiro em um grupo de trabalho que auxiliará alguns países e regiões a atingirem os 17 ODS.

O Estado possui, ainda, uma estratégia de engajamento, a Paraná de Olho nos ODS, que tem como objetivo desenvolver capacidades no setor público visando o planejamento, execução e monitoramento de políticas públicas alinhadas aos ODS, por meio de ferramentas que oportunizam o acompanhamento e a análise dessas políticas.

Dentro dessa estratégia existe uma parceria formal do Governo do Estado com 359 dos 399 municípios para a implementação dos ODS. O Paraná também desenvolveu um site para a troca de boas iniciativas em diversas áreas e é pioneiro ao incluir os 17 desafios no Plano Plurianual que encaminha ao debate público.

Diversos parceiros da estratégia Paraná de Olho nos ODS também colaboram com essa integração de forças, dentro do escopo da administração estadual e fora dele, como o Tribunal de Contas do Estado, o Tribunal de Justiça, a Associação Comercial e outros órgãos da sociedade civil organizada.