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Retomada de obras no Paraná vem em boa hora, diz Romanelli

O Estado reiniciou uma série de obras que estava paralisada, o que pode ajudar a economia neste momento de pandemia, avaliou nesta segunda-feira, 1º de junho, o deputado  Luiz Claudio Romanelli (PSB). “É mais um passo que o Estado toma na sua proposta da retomada da economia. As obras vêm em boa hora”.

“O Paraná foi o que menos perdeu postos de trabalho entre os três estados do Sul, mesmo assim perdemos 55 mil postos de trabalho somente em abril, disse Romanelli.

A Fundepar, adianta Romanelli, retomou 156 obras em todo o estado, garantindo mais de 1,4 mil empregos nos canteiros de obras. “São R$ 100 milhões em construções de escolas, ampliações de espaços, reparos e restauração”.

Recomendações

As obras estavam paralisadas por conta de uma série de irregularidades. As medidas de proteção adotadas pelo Estado, aprovadas pela Assembleia Legislativa, integram o plano de recomendações para garantir a segurança dos trabalhadores e evitar a proliferação da Covid-19.

“São recomendações necessárias para que os trabalhadores possam realizar suas atividades com tranquilidade, como o uso da máscara e o distanciamento que deve ser mantido entre os operários”, disse Romanelli.

Dentre as obras retomadas está a construção do Colégio Estadual William Madi, em Cornélio Procópio. Construída em uma área de 12 mil metros quadrados, doada pela prefeitura, o colégio terá três mil metros e vai atender a comunidade da região do Jardim Figueira.

Conclusão

Entre as obras paralisadas, o governo já concluiu a construção da quadra coberta no Colégio Estadual do Campo de Joá, que fica num distrito rural de Joaquim Távora. A escola, localizada 30 quilômetros da área urbana, é o único ponto de referência para os 200 moradores do distrito. “Há 30 anos as aulas de educação física aconteciam em um terreno atrás do colégio, com bambus e árvores que eram usados como traves de futebol”, lembra o deputado.

Além destes dois municípios, Romanelli anunciou que o Estado retomou as obras do Centro Estadual de Educação Profissionalizante de Colorado. “Esse foi um desafio que assumi com o prefeito Marcos Mello em 2017 e, desde então, não desisti de lutar por essa importante conquista para Colorado e região, que agora se concretiza”, disse Romanelli.

Iniciadas em 2012, as obras de construção do centro de ensino foram paralisadas em 2014. O investimento é de R$ 7,25 milhões. Cerca de R$ 2,6 milhões já foram pagos. Os recursos são dos governos federal e estadual.

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Em Foz do Iguaçu, Jardim Patriarca e Morenitas recebem obras de drenagem

A Prefeitura de Foz do Iguaçu está executando mais uma grande obra de drenagem no bairro Porto Meira.

Nesta etapa, os serviços acontecem no jardim Patriarca e no Morenitas, com investimentos que chegam a quase R$ 3 milhões. No ultimo final de semana o prefeito Chico Brasileiro acompanhou os trabalhos. 

“Este é o maior programa de drenagem urbana da história da cidade. Esses serviços, com recursos do povo iguaçuense, vão acabar com o sofrimento de centenas de famílias que ainda convivem com alagamentos. Muito em breve esse problema será superado”, comentou o prefeito. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos em ate 9 meses. 


Os serviços ocorrem atualmente com duas equipes. No Patriarca os trabalhos começaram pela Rua Pitangueiras e seguirão por toda a região. Já no Morenitas, as ações se concentram em uma área técnica na Avenida Javier Koelbel, próximo a Rua Paulino Ferreira. 

“No passado, infelizmente, a urbanização sem controle dos impactos ambientais no entorno do Arroio Ouro Verde trouxe vários problemas, entre eles a diminuição das áreas permeáveis, o que está diretamente ligado aos problemas de alagamentos”, lembrou o secretário de obras, Cezar Furlan. 

Projeto

O projeto no Jd. Patricarca direcionará as águas provenientes do bairro para o Horto Municipal, que receberá os projetos de bacias de detenção e retenção, com o intuito de evitar que essas águas escoem para a parte baixa da bacia – Morenitas I e II – evitando assim o alagamento dessa região. No Morenitas, o projeto também reduzirá custos com a manutenção das galerias, e, principalmente, vai aumentar a capacidade de vazão e escoamento da água da chuva. 

Drenagem na região

Os investimentos da Prefeitura em drenagem urbana na região sul já somam quase R$ 10 milhões. Somente nos últimos meses, foram implantadas novas aduelas e redes de galerias pluviais nas regiões do Pq. Ouro Verde e também no bairro Três Fronteiras. 

Na vistoria do fim de semana aos canteiros de obras, os vereadores Edson Narizão e João Miranda acompanharam o prefeito.

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Gratidão por 13 meses de aprendizado na SaúdeS

Nilton Bobato

Sem medo de errar, cumpri a missão que me foi delegada pelo prefeito Chico Brasileiro, há mais de um ano, quando a assumi o comando da Secretaria da Saúde.

Deixo a gestão da Secretaria, mas não abandono minha missão de ajudar na Saúde. Continuarei dedicado à coordenação do Comitê de Crise da Covid-19 e seus grupos de trabalho.

Ou seja, a Saúde não perde com minha saída da pasta, ganha o reforço de um Secretário com experiência de gestão e compromisso histórico com o SUS, mantendo nosso trabalho de liderança a frente do contingenciamento ao Novo Coronavírus.

Saio para cumprir os prazos da Legislação Eleitoral, com a intenção de manter o projeto de reconstrução da cidade em conjunto com o prefeito Chico Brasileiro.

Das missões impostas na saúde, vale lembrar do final das filas nas portas das unidades de saúde, da unificação dos sistemas de informação, do agendamento on line, implantação do prontuário eletrônico e fim de filas de diversas ecografias, entre outros exames.

Entregamos ainda obras como a Unidade 24 horas Padre Ítalo, UBS do São Roque, CAPS II e Unidade de Tratamento de Doenças Infecciosas.

Ampliação da cobertura do Saúde da Família e a contratação de 300 novos servidores por concurso, foram outras conquistas importantes.

Covid-19

Posso dizer que a contenção a Covid-19 foi a mais intensa batalha que já travamos na Saúde Pública. E em Foz, com uma equipe técnica dedicada e competente, tomamos as decisões corretas no tempo certo e realizações ações e investimentos que nos permitem conviver com um certo controle da circulação do vírus em Foz. E, em especial, nesta batalha continuaremos atuando com prioridade.

Gratidão

Convivi com uma equipe maravilhosa, tecnicamente competente, socialmente comprometida e engajada eticamente.Gratidão por terem me recebido com tanto carinho e terem me permitido aprender com cada um/uma de vocês.Peço que recebam com o mesmo carinho e dediquem a mesma energia ao novo Secretário, Giuliano Inzis, que tem os mesmos compromissos e uma vontade enorme de somar.

Nilton Bobato é jornalista, escritor e vice-prefeito de Foz do Iguaçu

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Autoridades paraguaias pensam em “cédula sanitária” para reabrir a Ponte Internacional da Amizade

Foz do Iguaçu emitiria um controle sanitário para abertura gradual da fronteira

Apesar do Alto Paraná ser um dos focos de contágio no país, o governo e as autoridades de saúde do departamento estão analisando junto com seus colegas do estado do Paraná (Brasil) a possibilidade de estabelecer um tipo de “certificado de saúde” que permitiria um movimento controlado e restrito de pessoas, nos dois lados da ponte da amizade.

Esse cenário de reabertura gradual da fronteira é pensado no fato de que os proprietários da maioria das empresas em Ciudad del Este e nas cidades vizinhas moram do outro lado da ponte. E como eles não podem ir para esse lado, seus negócios e empresas fecharam.

“Aqui temos dois problemas: abrimos tudo e todos morremos de Covid; Ou mantemos tudo fechado e passamos fome ”, disse o Dr. Carlos Torrás, coordenador do programa de enfrentamento à Covid-19 no Alto Paraná.

O coordenador é a favor de procurar um “meio termo” e tentar, de acordo com o que acontece nas fases da quarentena, “abrir as fronteiras, a ponte ou as lojas gradualmente e com rigorosos controles sanitários.”

Isso envolverá a realização de “testes diários” da Covid para quem entrar para emitir uma autorização de saúde temporária.

“Se você fizer testes e fornecer um registro ou certificado de saúde que possa ser usado, que dure quatro ou cinco dias, você poderá fazer isso. Mas não poderemos abri-lo ao público em geral ”, explicou Torrás, logo após sair de uma teleconferência que realizou com seus colegas brasileiros e na qual autoridades departamentais e estaduais falaram em concordar com um protocolo de saúde comum com representantes das câmaras de comércio de ambos os países.

“Se pensarmos assim, falaremos sobre o tratado do Mercosul que diz ‘trânsito livre até 12 quilômetros do lado da fronteira’. Nesta base, você pode ver como habilitar a ponte para que os cidadãos que vivem em Ciudad del Este e os cidadãos que vivem em Foz de Yguazú tenham um tráfego um pouco mais regular; mas também não é de graça ”, explicou.

Ele insistiu que essa eventual flexibilidade deveria ser uma estratégia multissetorial e bilateral entre as duas cidades. Isso em vista do fato de que no Brasil “eles não estão tendo restrições como a nossa”.

Enquanto o tráfego clandestino na fronteira continua, a idéia é controlar os cidadãos que desejam atravessar; passam por testes cujos resultados seriam dados em 24 horas. “Se Foz pegar as baterias e disser: todo mundo que entra no Brasil vai ser testado ou todo mundo que vai para o Paraguai deve ser testado, aí teremos controle, mesmo que não tenham. os resultados imediatamente. Mas se tivermos uma resposta ou solução em 24 horas, pode-se esperar em um hotel durante esse período. Então, lá ele pode estar em Ciudad del Este ou Foz do Iguaçu”, afirmou.

Ele ainda não pensa – esclareceu – que este é um cenário de compra.

“Em Ciudad del Este, a maioria dos proprietários das lojas moram em Foz. Então, eles devem escolher se ficam naquele lado do rio ou ficam desse lado “, disse ele.

Torrás garantiu que o prefeito de Foz, Francisco Lacerda, e o secretário de Saúde Pública do Estado do Paraná estão comprometidos em replicar os protocolos de saúde do Paraguai.

“Como o Paraná é um estado federal, está aberto a cumprir certas regras. A Câmara de Comércio de Foz e sua contraparte paraguaia, também o Prefeito de Foz e a Secretaria de Saúde estão comprometidos e existe uma predisposição para isso ”, afirmou.

Além disso, ele disse que em Foz eles oferecem seus laboratórios para amostras do Alto Paraná. “Eles têm capacidade para analisar mais de 1.000 testes diários. Aqui pegamos as amostras e enviamos para Assunção ”, disse.

Por: Última Hora

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Artigo: Contra o mercado ilegal

Renê Garcia Junior, na Gazeta do Povo

Apesar dos esforços das forças de segurança que atuam no local, as fronteiras do nosso estado sofrem com os criminosos que as atravessam diuturnamente, despejando no Paraná inúmeros produtos ilegais e drogas. No caso do cigarro, item mais contrabandeado, a operação montada pela ilegalidade é pensada nos mínimos detalhes. Não podia ser diferente, pois estamos falando de um “negócio” que movimenta R$ 12 bilhões.

Anualmente, 63,4 bilhões de cigarros do crime inundam o país. Segundo o Ibope, 57% do tabaco consumido no Brasil é contrabandeado, o que representa seis em cada dez cigarros vendidos. A maioria deles (94%) vem do Paraguai. Para mostrar em detalhes como esse esquema de contrabando (que envolve os dois países) funciona, o programa Fantástico, da Rede Globo, exibiu recentemente uma grande reportagem.

A trajetória dos cigarros que entram ilegalmente no país parte das poderosas indústrias paraguaias, que pagam um dos impostos mais baixos do mundo para comercializar seus produtos; passa nas mãos dos atravessadores, que se embrenham em estradas e rios para desovar sua carga; e chega às mãos do crime organizado, que financia a compra de armas e o tráfico de drogas. Aqui, o produto do crime cai nas graças do consumidor, por pagar menos que o legal. Há, portanto, uma concorrência desleal com as mercadorias lícitas, uma vez que estas mercadorias têm a incidência de 71% de imposto no Brasil.

O Paraná bateu recorde de movimentação de cigarro ilegal. Segundo o Ibope, o contrabando respondeu por 77% de todos os cigarros que circularam no estado em 2019. O mercado ilegal movimentou cerca de R$ 1,3 bilhão. O levantamento mostrou que das dez marcas mais vendidas no Paraná, sete são contrabandeadas e, juntas, respondem por 71% do mercado. A campeã de vendas é a ilegal Classic, que lidera com 28% de participação. Para se ter uma ideia, se todas as vendas ilegais fossem convertidas em legais, o estado arrecadaria em ICMS o total estimado de R$ 624 milhões, os quais poderiam ser revertidos em saúde, segurança e educação, por exemplo.

O impacto do contrabando de cigarros é profundo, pois com ele ocorre, na esfera tributária, a deterioração do comércio formal, principalmente o varejista. Hoje, o crime organizado atua em várias frentes na venda de produtos e de forma muito agressiva. Portanto, precisamos fazer a lição de casa. Identificar a geografia do crime e fazer a fiscalização conjunta ou compartilhada em todo o processo com os estados, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e o Ministério Público. O comércio ilegal extermina o comércio bom.

Renê Garcia Júnior é secretário da Fazenda do estado do Paraná.

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Programa Foz Juro Zero terá atendimento presencial e vai dispensar exigência de Serasa e SPC

O programa Foz Juro Zero vai dispensar a consulta cadastral ao Serasa e ao SPC para análise das solicitações de crédito até o limite de R$ 6 mil.

A medida deve facilitar acesso ao crédito para trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs) e microempresários (MEs), impactados pela crise da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Outra novidade do programa será o atendimento presencial, a partir desta segunda-feira, 1º de junho, mediante agendamento pelo WhatsApp(045) 98423-3132, para entrega da documentação exigida para liberação do empréstimo. As mudanças foram anunciadas pela Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu,Sebrae-PR e Fomento Paraná, instituição parceira contratada para operacionalizar as linhas de crédito.

“Com o atendimento presencial, esperamos resolver o problema da lentidão na análise dos cadastros, pois o envio da documentação por e-mail não estava se mostrando eficiente. Estamos com mais de mil propostas com documentação incompleta. No atendimento presencial, mediante agendamento por telefone, faremos a checagem dos documentos no ato e já encaminharemos a proposta para liberação da Fomento Paraná”, afirma o secretário de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos, Gilmar Piolla. 

Por ser uma operação de crédito regulada pelo Banco Central, apesar de eliminar a consulta ao Serasa e SPC, alguns cadastros ainda poderão sofrer restrições, alerta o coordenador do Banco do Empreendedor, Volnei Lampert.

Segundo ele, o tomador do empréstimo não pode ter pendências com a Fomento Paraná ou outra instituição financeira enão pode, ainda, estar inscrito no Cadastro de Inadimplentes – Cadin, da União e do governo estadual. Multas de trânsito e débitos com a Previdência Social ou Receita Federal podem inviabilizar a operação de crédito. Inadimplências provocadas pela crise da pandemia, como atrasos no pagamento das contas de água, energia e IPVA, serão desconsideradas.

Atendimento presencial

Após agendamento pelo WhatsApp, o atendimento presencial será realizado de segunda à sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h na sede do Centro Integrado de Desenvolvimento Regional, da Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu (ACIFI), onde foi montada uma estrutura exclusiva, com maior comodidade, para quem procura o programa Foz Juro Zero. O endereço é Rua Padre Montoya, 490.

Serão atendidas entre 80 e 100 pessoas por dia, seguindo os cuidados sanitários exigidos para evitar a disseminação da COVID-19. O uso de máscara é obrigatório, assim como as medidas de higienização das mãos e o distanciamento social.

“ É muito importante que o interessado leve os documentos necessários de acordo com o tipo de crédito, pois assim conseguiremos dar andamento ao processo de liberação do crédito com maior agilidade”, reforça o consultor do Sebrae, Marcelo Padilha.

Canal de dúvidas

As dúvidas podem ser sanadas de segunda à sexta, das 8h às 12 horas e das 14h às 18 horas, pelos seguintes números de WhatsApp: (045) 99985-0006  – (045) 99997-4848 – (045) 98423-3132 – (045) 98424-5844.

A orientação é para que o empreendedor consulte o canal de dúvidas antes de agendar atendimento presencial. Cada pedido negado por pendência ou inconsistência na documentação significa um tempo gasto na análise, o que atrasa a avaliação de outros pedidos, gerando um tempo maior para a liberação dos recursos.

Linhas de crédito

O programa Foz Juro Zero oferece três linhas de crédito para diferentes públicos: R$ 1.500,00 para trabalhadores informais; R$ 3.000,00 para MEis e microempresas com até 12 meses de fundação; e R$ 6.000,00 para MEIs e microempresas com mais de 12 meses de fundação. A carência é de 12 meses e o prazo de pagamento, de até 24 meses. Não é necessário avalista. A Prefeitura Municipal investirá R$ 3 milhões para bancar a taxa de juros. 

Acelera Foz

O Foz Juro Zero faz parte de uma série de ações do programa Acelera Foz, lançado neste mês, e que tem como objetivo recuperar a economia da cidade, abalada com impacto da pandemia. Fazem parte da iniciativa o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu (Codefoz), Prefeitura Municipal, Itaipu Binacional, Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Sebrae, Programa Oeste Desenvolvimento, Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI) e Conselho Municipal de Turismo (Comtur), dentre outras instituições.

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Giuliano Inzis assume a Secretaria Municipal da Saúde de Foz do Iguaçu

Inzis se destacou pelo trabalho como coordenador do Poliambulatório do Porto Meira

O psicólogo Giuliano Inzis assume, a partir desta segunda-feira (1º de junho), a Secretaria Municipal da Saúde de Foz do Iguaçu, substituindo o vice-prefeito Nilton Bobato, que retoma os trabalhos no gabinete, ao lado do prefeito Chico Brasileiro.

Bobato permaneceu à frente da pasta por 13 meses e realizou um importante trabalho em defesa do SUS, cuja principal marca é a expressiva ampliação do acesso da população aos serviços de saúde.

“Não há rompimento na sequência do trabalho, a vinda de Giuliano dará reforço à equipe”, confirmou. Bobato mantem sua participação na pasta como membro do Comitê de Enfrentamento a COVID-19. “Não vou interferir, mas estarei auxiliando no que for necessário”, informou.

Há 22 anos no Brasil, o italiano Giuliano Inzis é psicólogo e tem formação em filosofia e teologia. Em Foz, atua desde 1997 em instituições de saúde como a Sociedade Civil Nossa Senhora Aparecida (junto ao Poliambulatório), tendo passagem pelo Hospital Municipal, quando integrou os conselhos Social de Saúde, de Assistência Social e de Direitos da Criança. Também foi coordenador da Rede Proteger, e desde 2009 é membro da diretoria do Observatório Social, entidade da qual se desliga para assumir a secretaria.

“A expectativa é de poder contribuir numa perspectiva de redução de dano. Vamos trabalhar para que o impacto da pandemia seja o menos desastroso para todos. Quero contribuir da melhor forma. Fico lisonjeado com o convite”, disse Giuliano. Nenhuma alteração na equipe está prevista inicialmente.

O novo secretário participa hoje (01) de uma transmissão ao vivo pelo Facebook da Prefeitura de Foz, às 18h30.

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O futuro não demora

A resposta de Foz do Iguaçu frente à retomada do desenvolvimento socioeconômico pós-pandemia

Pedro Rodrigues

Num momento em que o mundo ainda assiste atônito as consequências sociais e econômicas causadas pelo avanço global do novo coronavírus, Foz do Iguaçu figura entre as centenas de cidades brasileiras diretamente atingidas pela doença que, em menos de seis meses, impôs ao planeta o que se convencionou chamar de “o novo normal”.

Graças a Deus e aos cuidados sanitários administrados pela prefeitura, com apoio fundamental da grande maioria da população e do empresariado local, a cidade tem conseguido retardar a velocidade de contágio da doença.

Desde de 18 de março, data em que foi registrado o primeiro paciente da covid-19, Foz do Iguaçu teve até final de maio, 128 casos confirmados e três óbitos. Números que evidenciam o acerto da gestão do prefeito Chico Brasileiro, que tem como prioridade salvar vidas.

O remédio para controlar o coronavírus trouxe efeitos colaterais fortes. Em paralelo às ações para garantia do isolamento social dos iguaçuenses, tão necessário ao combate à proliferação do vírus, a cidade recebeu um duro golpe no pilar central de sua base econômica: o turismo.

Diante do fechamento das fronteiras com Paraguai e Argentina, o cancelamento e suspensão de milhares de passeios nos atrativos e estadias em hotéis, pousadas, Foz do Iguaçu encerrou o primeiro quadrimestre deste ano com 12.132 demissões, frente a 8.375 admissões. Um saldo negativo de 3.757 vagas de emprego.

Divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) na última quarta-feira (27), o levantamento aponta que o desempenho negativo não foi exclusividade de Foz do Iguaçu, mas se repetiu também praticamente em todas as outras cidades do país.

A análise dos dados revela ainda que o maior volume de dispensas ocorreu entre os meses de março e abril, consequência direta da crise provocada pela pandemia. Os setores mais afetados foram o comércio de rua e o de prestação de serviços, hotéis, bares e restaurantes.

Para responder aos desafios impostos por este “novo normal”, já que ainda não temos perspectiva concreta de reabertura da fronteira, e tão pouco ideia de quando haverá vacina para essa doença, a união de diferentes setores que integram o poder público local resultou no programa “Acelera Foz”. A medida serve também no enfrentamento aos efeitos colaterais.

Fundamentado em sete eixos e com a união de oito instituições parceiras, a iniciativa vai garantir uma nova fase de crescimento ordenado da economia da cidade e região. Com base em obras estruturantes, em um plano estratégico de marketing para Foz do Iguaçu, na retomada econômica do turismo, educação e qualificação empreendedora, no incentivo à inovação e atração de investimentos, no apoio à produção e comercialização e em políticas públicas, a expectativa é da geração, em médio prazo, de 10 mil novos empregos.

O programa tem a coordenação estratégica da prefeitura, do conselho de desenvolvimento econômico e social, Itaipu Binacional, do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Sebrae, Programa Oeste em Desenvolvimento, Acif) e Conselho Municipal de Turismo.

A estimativa é de que sejam investidos inicialmente mais de R$ 22 milhões. Com o apoio de outros investidores, cerca de R$ 435 milhões deverão ser injetados para movimentar a economia local nos próximos três anos.

Todo este dinheiro será alocado em diversas frentes, como na construção da nova ponte entre Brasil e Paraguai, na ampliação da pista de pouso e decolagem do Aeroporto Internacional, no Mercado Municipal, na futura revitalização do Gramadão, em ciclovias e em estudos para a duplicação da Rodovia das Cataratas, entre outras.

Enquanto representantes do poder público, importante destacar que estamos cientes dos desafios colocados e preparados para reestruturar a base econômica de nossa cidade.

Mais que compartilharmos dados que levam à desesperança, acreditamos na resiliência e na capacidade de reinvenção de todos. O futuro não demora, e em Foz do Iguaçu ele já começou.

Pedro Rodrigues é jornalista e gestor público, diretor de Desenvolvimento Socioeconômico e Integração Regional na prefeitura de Foz do Iguaçu.

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VÍDEO: La Voz de Cataratas completa 17 anos com muita informação. Assista o clipe comemorativo!

O primeiro site de notícias de Puerto Iguazú (Argentina) está completando 17 anos de muita informação e serviço a partir das Três Fronteiras, incluindo Brasil e Paraguai.

Editado pela jornalista Kelly Ferreyra, o portal sempre inovou na forma de transmitir notícias utilizando as diferentes plataformas que a comunicação permite.

Vida longa ao La Voz de Cataratas, que em seu nome presta uma homenagem ao principal atrativo da região!

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Paraguai anuncia mais rigor na fronteira. Lojistas que moram em Foz poderão entrar em Ciudad del Este

O ministro do Interior do Paraguai, Euclides Acevedo, visitou Ciudad del Este no domingo, 31, e anunciou que o controle da fronteira será mais rigoroso, devido ao aumento de casos de contágio comunitário e sem nexos no departamento de Alto Paraná, nos últimos dias.

Segundo o jornal ABC Color, o ministro teve um encontro com militares na Base Aérea Naval e, depois, também se reuniu com autoridades policiais.

A intenção é fazer um trabalho coordenado entre militares, policiais, promotoria e outras instituições públicas, para evitar a entrada ilegal de pessoas, principalmente pelo Rio Paraná.

Empresários detidos por entrar ilegalmente no Paraguai, pelo Rio Paraná. Foto Edgar Medina, Última Hora

O jornal Última Hora informou que o ministro Euclides Azevedo negou que haverá um isolamento de Alto Paraná, devido aos casos de novo coronavírus, conforme boatos que circularam na região.

A diretora de Migrações do Paraguai, Ángeles Arriola disse que empresários que moram em Foz do Iguaçu e têm lojas no Paraguai estão autorizados a entrar no país.

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