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Saúde

Leia as últimas notícias sobre Saúde no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

Coronavírus, Destaques, Saúde,

Governo confirma que a Índia assinou contrato que permitirá ao Paraguai receber 2 milhões de vacinas

O chanceler paraguaio, Euclides Acevedo, confirmou terça-feira que foi assinado o contrato com a farmacêutica indiana Bharat Biotech que permitirá ao Paraguai adquirir 2 milhões de vacinas Covaxin, e anunciou que está previsto um primeiro lote de pelo menos 500 mil doses, em menos de um mês.

Em entrevista à Rádio Monumental, Acevedo explicou que “esta suposta proibição de exportação (da Índia) não afetou o nosso contrato, isso foi aperfeiçoado e o Paraguai assinou o contrato de 2 milhões de doses, o primeiro lote do qual teríamos em 20 dias” .

Assim, ele também anunciou que os 100 mil da mesma vacina que estão previstos em doação, para completar as 200 mil comprometidas com o Paraguai, serão embarcados nesta quinta (22), para que cheguem à América do Sul no final de semana. 

“Falei com o nosso embaixador em Dheli e esta carga de 100.000 doses é enviada na quinta-feira e no fim de semana teríamos essas 100.000 vacinas”, disse Acevedo.

Além dessas vacinas, o Paraguai espera receber cerca de 400 mil doses da farmacêutica Moderna, doada pelo Estado do Catar, e cujos procedimentos estão sendo realizados em Dubai. Segundo o chanceler, a carga já está em Bruxelas.

As informações são de La Clave

Coronavírus, Destaques, Foz do Iguaçu, Saúde,

Foz do Iguaçu registra taxa superior a 96% de recuperação dos moradores que testaram positivo para covid-19

Mais de 32 mil pessoas que contraíram a covid foram curadas da doença; prefeitura faz monitoramento e atendimento domiciliar de idosos e pessoas com comorbidades

Foz do Iguaçu registra 33.264 casos confirmados de covid-19 desde o início da pandemia, em março do ano passado. Destes, 32.088 pessoas – 96,46% dos casos – estão recuperadas. O número é muito superior à quantidade de casos ativos (429) que são os pacientes em acompanhamento médico ou isolamento domiciliar.

Segundo a Secretaria de Saúde, nas últimas 24 horas foram registrados três mortes e 55 novos casos. Ao todo, a cidade tem 744 óbitos. A incidência é de 12.989 a cada 100 mil habitantes, e a taxa de letalidade é de 2,25%. Foz do Iguaçu conta com 125 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 89 de enfermarias exclusivas para atendimento da doença. A ocupação de leitos UTI está em 77,60%, enfermaria em 39,33%.

A mortalidade em decorrência da doença reduziu significativamente em comparação com última quinzena de março, mês considerado com mais mortes desde o início da pandemia, 235 óbitos. O ano de 2021 é potencialmente um ano mais letal que 2020. No ano passado foram registradas 275 mortes por covid-19, enquanto, neste ano, são 472 óbitos em decorrência da doença.

Programa

Segundo o monitoramento da Vigilância Epidemiológica, a faixa etária com maior número de mortes foi entre 70 e 79 anos, do sexo masculino. Outro fator determinante para o agravamento da doença e identificado em 95,1% dos óbitos é a presença de uma ou mais morbidades e fatores de risco de saúde.

O prefeito Chico Brasileiro destacou em entrevista, que as comorbidades como hipertensão, diabetes e obesidade são um sinal de alerta quando associadas a um caso positivo de covid-19. “Foi diante desse monitoramento, realizado pelas equipes de saúde, que implantamos o programa de Atendimento Domiciliar Covid-19”.

“Esse programa atende idosos e pessoas com comorbidades, com a finalidade de acompanhar os casos de risco e reduzir as chances de morte das pessoas com alguma doença associada”, completou. De janeiro a março deste ano, o Atendimento Domiciliar Covid-19 fez mais de 900 visitas.

Coronavírus, Destaques, Paraná, Saúde,

Paraná ultrapassa marca de 2 milhões de doses aplicadas contra a Covid-19

Mais de 2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já foram aplicadas no Paraná. O número foi alcançado nesta quarta-feira (21), de acordo com o vacinômetroda Secretaria de Estado da Saúde. Foram aplicadas até o momento 2.018.742 doses, todas dos grupos prioritários definidos no Plano Estadual de Vacinação contra a doença. Dessas, 1.470.656 equivalem ao primeiro ciclo da imunização e outras 548.086 à dose de reforço, finalizando o processo. Os números são da atualização das 10h29.

O total de paranaenses vacinados equivale a 12,7% da população do Estado, estimada pelo censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 em 11.516.840 pessoas, e a 31% das cerca de 4,6 milhões de pessoas incluídas entre os grupos prioritários. São aquelas que estão mais expostas ao vírus, como trabalhadores da saúde e da segurança pública, ou que correm mais riscos de apresentar piora ou morrer pela doença, como pessoas com mais de 60 anos ou que apresentam alguma comorbidade.

A aceleração no processo de imunização no Paraná está relacionada às campanhas recentes adotadas pelo Governo do Estado junto aos municípios com foco em atingir o máximo possível de pessoas e fazer com que as doses enviadas pelo Ministério da Saúde cheguem rapidamente aos braços dos paranaenses.

Com o Vacina Paraná de Domingo a Domingo, salas de vacinação ao redor do Estado estão funcionando ininterruptamente, todos os dias da semana. Já o Corujão da Vacinação estendeu os horários de aplicação até a meia-noite em algumas cidades para atingir aquele público que por algum motivo não consegue comparecer em horário comercial.

“Não queremos vacina em estoque. O trabalho do Governo do Estado é para que as doses cheguem o mais rapidamente possível às 22 Regionais de Saúde e de lá para os 399 municípios paranaenses. Precisamos vacinar, vacinar e vacinar. É a solução para vencermos essa pandemia”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

APLICAÇÃO – O Paraná recebeu do Ministério da Saúde, até agora, 2,8 milhões de doses da vacina contra a Covid-19. A maior parte já foi repassada aos municípios: de acordo com o Vacinômetro, 2.433.979 vacinas foram distribuídas. Das destinadas para a primeira dose, o índice de aplicação é de 102,4%. Ou seja, foram usadas algumas vacinas reservadas para a segunda dosagem. A taxa de reforço é de 54,6%.

As doses são administradas conforme a ordem prevista no Plano Estadual, iniciando por pessoas idosas em Instituições de Longa Permanência, indígenas, pessoas com deficiência institucionalizadas, trabalhadores da saúde, quilombolas e idosos, que são vacinados regressivamente até chegar à faixa dos 60 anos. A partir daí, será iniciada a imunização das pessoas com comorbidades.

No Paraná, profissionais das forças de segurança e salvamento e das Forças Armadas já estão sendo vacinados. Com a vacina já aplicada em praticamente 100% dos profissionais da saúde e nos primeiros da fila, a vacinação no Paraná está na faixa etária entre os 60 e os 64 anos.

Municípios – Na ordem, os municípios com o maior quantitativo aplicado até agora em números absolutos, somando a primeira e a segunda dose, estão Curitiba (349.093), Londrina (132.402), Maringá (85.414), Cascavel (69.415) e Ponta Grossa (57.130).

As informações são de Agência de Notícias do Paraná

Busão Foz, Coronavírus no Paraná, Foz do Iguaçu, Saúde,

Foz do Iguaçu divulga mais três óbitos e registra 55 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 22/04/2021, 55 casos de covid-19. No total, são 33.264 casos da doença no município desde o início da pandemia. Destes, 32.088 pessoas já estão recuperadas.

Dos 55 novos casos, 35 são mulheres e 20 homens, com idades entre 2 meses e 94 anos. Entre eles, 47 estão em isolamento domiciliar e 8 internados.

Do total de casos ativos, 293 pessoas estão em isolamento domiciliar, com sinais e sintomas leves, e 136 estão internadas.

Óbitos

Foz do Iguaçu registrou 3 óbitos em consequência da covid-19. As vítimas são 2 homens de 49 e 60 anos e 1 mulher de 64 anos. No total, são 747 mortes pela doença no município desde o início da pandemia.

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Foz do Iguaçu espera vacinar todos com mais 60 anos ainda em abril

A secretária de saúde, Rosa Jeronymo, disse nesta quarta-feira, 21, que a expectativa é vacinar contra a covid-19 todas as pessoas com 60 anos ou mais ainda neste mês de abril, mas para isso precisa receber mais doses que devem enviadas pelo Ministério da Saúde. Na última semana, segundo Rosa Jeronýmo, foram aplicadas 11 mil segundas doses.

Na próxima etapa, cumprida a vacinação dos idosos, serão vacinados outros grupos prioritários. “As estratégias da campanha de vacinação e o estabelecimento de grupos populacionais prioritários a serem vacinados são de definição do Ministério da Saúde. Segundo o que consta no Plano Estadual de vacinação, os próximos grupos serão as pessoas com comorbidades, trabalhadores da educação e continuar vacinando as equipes de segurança”, disse a secretária.

Sobre a compra de vacinas articulada pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Rosa Jeronymo reafirmou a adesão de Foz do Iguaçu ao consórcio da FNP e a previsão é da compra de 30 milhões de doses, “Foz aderiu ao consórcio da Frente Nacional de Prefeitos, o projeto de lei foi aprovado pela Câmara de Vereadores. Mais de 2.000 municípios aderiram e agora o consórcio está negociando com a Rússia, a compra de 30 milhões de doses”, disse.

Mais doses – “Está nas tratativas porque essa vacina precisa da liberação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas o Ministério da Saúde está acompanhando e dando apoio para que haja a liberação da Anvisa e na ajuda da importação e na logística de distribuição para os estados, após isso os Estados farão as entregas aos municípios”, completou.

Rosa adianta que com as doses do consórcio, metade dos 250 mil moradores de Foz do Iguaçu será imunizada até o mês de agosto. “Se conseguirmos fazer essa compra (do consórcio da FNP), eu acredito que até agosto a gente consiga vacinar metade da nossa população”.

As informações são de GDia

Coronavírus, Destaques, Paraná, Saúde,

Governo do Paraná ativa leitos de UTI em 12 municípios que nunca tiveram esse serviço na saúde pública

O Governo do Estado ativou, desde o início da pandemia, 124 leitos de UTI em municípios que nunca tiveram este tipo de apoio para internação. São municípios com população de 10 mil a 47 mil habitantes espalhados por todas as regiões do Paraná.

A estratégia contempla especialmente a política de gestão da regionalização da saúde, conforme diretrizes do Governo do Estado. O objetivo é que as pessoas possam contar com suporte médico/hospitalar mais perto das suas casas, especialmente no período da pandemia da Covid-19.

“É um esforço contínuo desde março de 2020 para levar assistência especializada, com equipamentos e profissionais, para as regiões do Estado, beneficiando todos os municípios, independente do porte, mas sempre de acordo com a necessidade de logística e com foco na regionalização dos serviços de saúde”, afirmou o secretário da Saúde do, Beto Preto.

Doze municípios tiveram estruturas abertas neste pouco mais de um ano da pandemia. O investimento destes leitos de UTI é feito com recursos do Governo do Estado e também do governo federal. O custeio mensal é de aproximadamente R$ 6 milhões.

“Neste período, e enquanto perdurar a pandemia, 12 municípios que nunca tiveram UTI receberam este benefício e estão podendo tratar os casos graves de Covid-19 sem precisar de deslocamento para cidades maiores. Sabemos da urgência que a infecção do coronavírus pode causar e por isso a implantação destes leitos exclusivos para o tratamento da doença”, disse o secretário.

Descentralização – Na macrorregião Leste, pela primeira vez foram ativados leitos UTI nos municípios de Laranjeiras do Sul (10 leitos no Instituto São José) e no município da Lapa, com seis leitos de Unidade de Terapia Intensiva no Hospital São Sebastião, autorizados na semana passada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Na macro Oeste, Assis Chateaubriand conta com 28 leitos de UTI no Hospital Moacir Miqueletto; Palotina, com 10 no Hospital Abrão Delazzari; Chopinzinho, com 10 no Instituto São Rafael; Nova Aurora, com 6 no Hospital Dr. Aurélio; Cerro Azul, com 3 no Hospital Bom Samaritano; e Missal, com 3 no Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Fátima.

Já no Noroeste, os leitos de UTI inéditos foram implantados nos municípios de Colorado, com 20 no Hospital Santa Clara; Goioerê, com 10 na Santa Casa, e em Astorga, com 3 no Hospital Cristo Rei.

Outros 15 leitos de UTI também foram abertos pela primeira vez no Hospital Regional do Norte Pioneiro, em Santo Antônio da Platina.

“A decisão de implantação e ativação dos leitos de UTI Covid pela Sesa leva em conta as necessidades regionais, considerando o cenário diário da pandemia”, explicou o diretor de Gestão em Saúde da Sesa, Vinícius Filipak.

As estruturas montadas têm equipamentos que foram cedidos pelo Estado, dentre respiradores e monitores, além de doações que chegaram ao Paraná e foram entregues às instituições, ou ainda que foram adquiridos pelo próprio prestador de serviços.

Balanço – Nesta quarta-feira (21) o Paraná conta com 1.834 leitos de UTI e 2.769 leitos de enfermaria para adultos. A rede exclusiva também tem 22 UTIs e 34 enfermarias pediátricas. São 63 municípios integrados nessa estratégia de atendimento. Mais de 70 mil atendimentos já foram realizados.

As informações são de Agência de Notícias do Paraná

Busão Foz, Coronavírus em Foz do Iguaçu, Saúde,

Foz registra mais três óbitos e 69 novos casos de coronavírus em 24 horas

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 21/04/2021, 69 casos de covid-19. No total, são 33.209 casos da doença no município desde o início da pandemia. Destes, 32.010 pessoas já estão recuperadas.

Dos 69 novos casos, 38 são mulheres e 31 homens, com idades entre 2 e 85 anos. Entre eles, 64 estão em isolamento domiciliar e 5 internados.

Do total de casos ativos, 313 pessoas estão em isolamento domiciliar, com sinais e sintomas leves, e 142 estão internadas.

Óbitos

Foz do Iguaçu registrou 3 óbitos em consequência da covid-19. As vítimas são 2 homens de 48 e 77 anos e 1 mulher de 74 anos. No total, são 744 mortes pela doença no município desde o início da pandemia.

Destaques, Paraná, Saúde,

Paraná confirma cinco novos casos de chikungunya e mais 1.289 casos de dengue em uma semana, diz Sesa

Desde agosto, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (20), estado soma 9.909 casos de dengue, com 18 mortes; mosquito Aedes aegypti transmite as duas doenças, além de zika vírus

Um novo boletim, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta terça-feira (20), aponta que o Paraná registrou cinco novos casos de chikungunya e mais 1.289 casos de dengue na comparação com a semana anterior.

Com o aumento, o estado chegou ao total de 9.909 casos confirmados de dengue e 29 de chikungunya no período epidemiológico, que começou em agosto de 2020.

Veja a lista de casos de dengue por município
Há casos confirmados de dengue em 247 municípios do estado. Do total de confirmações, 8.741 casos são considerados autóctones – quando o paciente contrai a doença no município onde mora.

Ainda de acordo com a secretaria, o Paraná possui 55.198 notificações para a dengue, em 354 cidades. O estado apresenta ainda 10.856 casos sob investigação.

Municípios com mais casos confirmados de dengue:

Londrina: 1.616;
Paranaguá: 1.470;
Sengés: 1.291;
Campina da Lagoa: 542
Serranópolis do Iguaçu: 376;
Ubiratã: 336;
Foz do Iguaçu: 296;
Santa Helena: 239;
Rolândia: 224;
Mercedes: 217.

Mortes por dengue

Nesta semana, o estado não teve confirmações de novas mortes por dengue, segundo a Sesa. Em boletins anteriores, os óbitos pela doença chegaram a 18 no período, com registros em 10 cidades.

Total de óbitos por cidade no período:
Londrina: 5 mortes;
Foz do Iguaçu: 3 mortes;
Paranaguá e Cambé: 2 mortes cada;
Apucarana, Paraíso do Norte, Santo Antônio do Caiuá, Maringá, Assaí, Alvorada do Sul: 1 morte cada.

Zika e chikungunya

Desde agosto de 2020, o Paraná registrou 193 notificações para chikungunya. Do total de 29 casos confirmados, 27 são autóctones e dois casos são importados de outro estado.

O boletim aponta ainda um caso autóctone de Zika vírus, confirmado em meses anteriores. O estado possui 50 notificações para Zika.

Sintomas

Com o alerta para o combate aos focos do mosquito, que transmite também a chikungunya, a secretaria destacou a atenção necessária para os sintomas.

A chikungunya, segundo a Sesa, causa febre e dores nas articulações. Outros sintomas incluem dor muscular, dor de cabeça, náusea, fadiga e erupção cutânea.

Conforme a secretaria, aproximadamente 50% dos casos evoluem para a forma crônica: as dores podem persistir por meses ou até anos, causando debilitação do paciente.

As informações são de G1 Globo

Coronavírus, Destaques, Saúde,

Covid-19: mortes de mulheres grávidas e puérperas dobram em 2021

Aumento do grupo foi maior do que na população em geral

O número de mortes de grávidas e puérperas – mães de recém-nascidos – por covid-19 mais que dobrou em 2021 em relação à média semanal de 2020. Além disso, o aumento de mortes neste grupo ficou muito acima do registrado na população em geral, segundo dados analisados pelo Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 (OOBr Covid-19).

Uma média de 10,5 gestantes e puérperas morreram por semana em 2020, chegando a um total de 453 mortes no ano passado em 43 semanas epidemiológicas. Já em 2021, a média de óbitos por semana chegou, até 10 de abril, a 25,8 neste grupo, totalizando 362 óbitos neste ano durante 14 semanas epidemiológicas.

Segundo o levantamento houve um aumento de 145,4% na média semanal de 2021 quando comparado com a média de mortes semanal do ano passado. Enquanto isso, na população em geral, o aumento na taxa de morte semanal em 2021 na comparação com o ano anterior foi de 61,6%.

A professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e uma das criadoras do observatório, a médica Rossana Francisco avalia que o país precisa de políticas públicas direcionadas para a população de gestantes e puérperas para conseguir reduzir sua mortalidade. O OOBr Covid-19 usa dados do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) e, segundo a atualização mais recente, com números até 10 de abril deste ano, desde o início da pandemia foram confirmados 9.985 casos de covid-19 entre gestantes e puérperas, com 815 mortes.

Morte materna elevada

A médica, que também é presidente da Associação de Medicina e Obstetrícia do Estado de São Paulo (Sogesp), afirma que a morte materna no Brasil, em geral, é elevada e que havia uma fragilidade no atendimento às gestantes e puérperas dentro do sistema de saúde no país. Diante de elementos como a sobrecarga nesse sistema por conta da pandemia e o surgimento de variantes de covid-19 – que podem estar associadas a casos mais graves da doença -, há uma piora no atendimento a este grupo.

“Quando olhamos a situação da gestante e da puérpera, já temos uma rede de saúde que não é muito organizada para atenção a casos graves para este público, tanto que [o Brasil] tem uma razão de morte materna de 55 [mortes por 100 mil nascidos vivos], deixando claro que realmente temos uma dificuldade na atenção para a saúde da mulher, especialmente gestante e puérpera”, disse a médica. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que a razão de morte materna seja menor que 20.

A falta de acesso aos tratamentos da doença, como internação em unidades de terapia intensiva (UTIs) e intubação, foram apontados como alguns dos gargalos no atendimento a esse grupo. Os dados do observatório mostram que uma em cada cinco gestantes e puérperas mortas por covid-19 (23,2%) não chegaram a ser admitidas em UTIs e, em um terço das mortes (33,6%), elas não foram intubadas.

“Para falarmos de acesso, pensando em uma doença que é grave e respiratória, todo mundo deveria ter acesso à intubação orotraqueal e também à UTI. Só nisso, já vemos que tem uma deficiência nessa atenção à gestante e puérpera”, avalia Rossana. Segundo a médica, para diminuir as mortes é preciso haver ações com o objetivo tanto de prevenção da covid-19 neste grupo específico como para melhorar a rede de atendimento.

A médica orienta que essas mulheres façam isolamento social e usem máscara, além de destacar a necessidade de garantia para que gestantes e puérperas possam fazer seus trabalhos em home office. “Temos que primeiro dar publicidade a esses dados para que as mulheres conheçam e entendam que gestantes e puérperas são um grupo de maior risco do que a população geral. Quando elas pegam covid-19, o risco que elas têm de evoluir para uma forma grave e precisar de uma UTI e de uma intubação é maior do que temos na população geral”.

Além disso, um dos objetivos do observatório é que os gestores públicos possam ter uma base de dados com este recorte. A ferramenta permite a análise não só dos casos no Brasil, mas de forma separada por estados e por municípios. “Então que se fortaleça e que se organize a rede de atenção à gestante e puérpera para garantir que ela consiga ter acesso a uma unidade hospitalar que tenha terapia intensiva, que tenha obstetras especializados em gestação de alto risco e também o serviço de neonatologia adequado.”

Rossana disse que, no ano passado, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) alertou que grávidas corriam mais risco de desenvolver formas graves da covid-19 na comparação com o total da população de mulheres. Segundo ela, a gestante tem um risco maior de precisar de uma internação em UTI, de precisar de intubação orotraqueal e até um risco maior de óbito.

As informações são de Agência Brasil

Coronavírus, Paraná, Saúde,

Paraná já vacinou 86% do público acima de 65 anos

Quase nove em cada dez pessoas com idade acima de 65 anos já tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no Paraná. O Estado vacinou 1.057.518 pessoas nessa faixa etária, 86% de um público que conta com 1.227.551 pessoas, de acordo com o Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19. A meta da Secretaria de Estado da Saúde é completar ainda neste mês a vacinação dos idosos com 60 anos ou mais, para dar continuidade ao cronograma dos demais grupos prioritários previstos no plano.

Quando o Estado iniciou a vacinação de domingo a domingo, a maior parte dos municípios paranaenses estava vacinando pessoas com idade próxima aos 70 anos. Além de reduzir dia a dia a idade de quem é vacinado, três semanas depois o Paraná já aplicou a vacina em 39.762 pessoas com idade entre 60 e 64 anos, faixa etária com a maior população entre os grupos de idosos, compreendendo 554.705 pessoas.

Para o secretário estadual da Saúde, Beto Preto, a prioridade é que todo esse grupo seja vacinado até 30 de abril, conforme o Estado receba as remessas de imunizantes do Ministério da Saúde. “Temos em estoque todos os insumos usados na vacinação e uma estrutura com 1.850 salas nas unidades básicas de saúde, com equipes focadas e a capacidade de vacinar de 150 mil a 180 mil pessoas por dia”, afirma.

“Confiamos que o Ministério da Saúde entregue quantitativos maiores nas próximas semanas, estamos em contato direto com a pasta e a expectativa é que até o final do mês o Brasil tenha mais 11 milhões de doses, das quais em torno de 550 mil devem vir ao Paraná”, explica Beto Preto. “Nossa vontade é que, até 30 de abril, possamos chegar à grande maioria dos idosos com 60 anos ou mais. É uma luta, queremos fazer a vacinação acontecer com os mutirões de domingo a domingo, com o Corujão da Vacinação e no dia a dia das unidades de saúde”, ressalta.

Até o momento, o Ministério da Saúde enviou ao Estado 2,8 milhões de doses de vacinas, das quais 1.911.307 já foram aplicadas. Na última atualização do Vacinômetro da Secretaria da Saúde, no início da noite desta segunda-feira (19), 1.430.281 paranaenses já tinham recebido a primeira dose, sendo que 481.015 completaram o processo de imunização ao receber a dose de reforço.

Faixas Etárias – Entre o público dos idosos, a faixa etária dos 80 aos 84 anos foi a que teve a maior porcentagem de vacinados, com 98% das 126.822 pessoas recebendo a primeira dose (124.813 vacinadas). Em metade delas (62.946) já foi aplicada a segunda dose.

Atendidos há mais tempo na campanha de vacinação, 96% das pessoas com idade entre 85 e 89 anos foram imunizadas com a primeira dose – 70.584 de um público de 73.362 paranaenses dessa faixa etária. Do total vacinado, 57% (40.605) receberam a segunda dose. Entre os 215.843 idosos de 75 aos 79 anos de idade, 204.399 (94%) receberam a vacina, sendo que em 133.494 já foram aplicadas as doses de reforço, a maior porcentagem entre esse grupo, 65% entre os vacinados.

Na faixa dos 70 aos 74 anos, 298.934 pessoas foram vacinadas, 93% de um público de 321.432. Destes, 33.877 (11% entre os vacinados) já completaram a imunização com a segunda dose. Na população com idade entre 65 e 69 anos, 325.349 receberam a primeira dose do imunizante, 74% de um universo de 439.203 pessoas.

Além desses grupos, o Paraná já imunizou praticamente 100% das pessoas com 60 anos ou mais que vivem em Instituições de Longa Permanência para Idosos. No público com mais de 90 anos o percentual de imunizados está em 65%.

A avaliação da Secretaria da Saúde, porém, é que o número previsto pelo Ministério da Saúde de paranaenses nessa faixa etária é maior do que a realidade. Das 50.889 pessoas que constavam no Plano Estadual de Vacinação, 33.439 receberam a primeira dose da vacina e 29.455 a segunda, 88% dos imunizados desse grupo.

Gripe – Além da imunização contra a Covid-19, o Paraná deu início, na semana passada, à campanha de vacinação contra a influenza. A meta é imunizar contra a gripe pelo menos 90% do público-alvo, estimado em 4,4 milhões de pessoas. A vacinação será realizada de forma escalonada, com os grupos prioritários estão distribuídos em três etapas.

As informações são de Agência de Notícias do Paraná