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Eleições 2020 em Foz do Iguaçu

Leia as últimas notícias sobre Eleições 2020 em Foz do Iguaçu no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

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“Não perco tempo com bandalheira”, diz o prefeito de Foz do Iguaçu Chico Brasileiro, após pedido de impugnação

O prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro (PSD), disse nesta sexta-feira, 5, que não vai ficar perdendo tempo com “bandalheira” que vai “seguir trabalhando” e “que a justiça seja feita”, em entrevista à Rádio Cultura em relação da ação movida pelo Podemos, partido do ex-prefeito Paulo Mac Donald Ghisi, que questiona a prestação de contas da campanha de reeleição de Brasileiro.

“Eu vejo isso como um jogo político de quem perdeu a eleição. É mais um jogo sujo para tentar tirar a gente do foco do trabalho. Eu enfrentei nos últimos quatro anos, pessoas que querem tirar a gente do trabalho para que fique perdendo tempo. Eu não vou ficar perdendo com essa bandalheira, eu vou seguir trabalhando e que a justiça seja feita”, completou Brasileiro na rádio durante a entrega de mais 25 moradias na Vila C.

A prestação de contas da campanha de reeleição de Brasileiro foi aprovada no Tribunal Regional Eleitoral e publicada nesta terça-feira, 2. O advogado Gilmar Cardoso disse que o Ministério Público Eleitoral, inclusive, referendou a aprovação das  contas da campanha

“As receitas foram devidamente registradas, com emissão de recibos eleitorais, bem como as despesas foram regularmente efetuadas. A movimentação financeira foi regular’, disse o juiz Gabriel Leonardo Souza de Quadros, da 147ª Zona Eleitoral, relator da aprovação no TRE.

Apesar de perder as eleições, Mac Donald Ghisi, não se contém. Seus advogados enviaram nota à imprensa afirmando que ele não está com a ficha suja na justiça, apto eleitoralmente. Mas o ex-prefeito é desmentido pelo Superior Tribunal de Justiça que publicou o “acórdão” da segunda turma do STJ dando provimento ao recurso do Ministério Público do Paraná mantendo a condenação por improbidade administrativa de Mac Donald. Ou seja, continua inelegível.

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Em 2020, Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu teve uma das maiores renovações de sua história

A eleição municipal de 15 de novembro de 2020 ficará marcada pela renovação expressiva nos quadros da Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu. A posse da nova legislatura será a partir das 14h desta sexta-feira (1º), com solenidade sem presença de público no Plenário da Casa de Leis.

Dos 15 parlamentares de então, 14 tentaram a reeleição, com apenas dois se reelegendo para um novo mandato. A renovação na Casa de Leis foi de aproximadamente 87%.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para o mandato 2021-2024, o PSD do prefeito Chico Brasileiro garantiu a maior bancada.

O partido terá quatro cadeiras que possivelmente serão ocupadas por Ney Patrício da Costa (2.000 votos), Karls Stoeckl (kalito) (2.011 votos), Adnan Abdallah El Sayed (1.920 votos) e Jacy Freitas (1.483 votos).

Democratas, Progressistas e PTB garantiram duas vagas na próxima legislatura – João José Arce Morales (1.362 VOTOS) e Jairo Cardoso de Souza (1.332), Protetora Carol Dedonatti (2.709 votos) e Alex de Lima Meyer (1.451) e o vereador Rogério Jorge dos Santos Ferreira Quadros (1.699 votos) e Edivaldo Alcântara de Oliveira (1.610 votos), respectivamente.

O MDB, PL, PSC, Podemos e Republicanos garantiram uma cadeira cada – Yasmin Victoria Souza Hachem ( 2.228 votos) , Anice Nagib Gazzaoui (1.394), Valdir de Souza (o Maninho) (1.301 votos), Ananias Cassol (1.355) e Admilson Aparecido Passos (1.144), respectivamente.

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Campanhas para prefeito de Foz do Iguaçu gastaram mais de R$ 2,2 milhões nas eleições deste ano

As campanhas dos nove candidatos a prefeito de Foz do Iguaçu, nas eleições municipais de 15 de novembro passado, juntas arrecadaram mais de R$ 2,5 milhões. No entanto, os gastos somaram mais de R$ 2,2 milhões. Os valores estão na prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ex-prefeito Paulo Mac Donald (Podemos) teve o maior gasto, seguido do prefeito reeleito Chico Brasileiro (PSD).

Em valores exatos, os nove candidatos receberam R$ 2.583.823,05 de diferentes fontes de repasse. O montante gasto por todos eles soma R$ 2.274.985,16. O prazo final para a prestação de contas final, de acordo com o advogado Gilmar Cardoso, foi dia 15 de dezembro. O ato é o único requisito para a diplomação dos eleitos, que aconteceu na sexta-feira (18).

O levantamento do GDia levou em consideração os valores registrados no site do TSE. O ex-prefeito Paulo Mac Donald Ghisi, candidato da coligação “Quem Ama Cuida” que reuniu DEM, PODE e PP, registrou os maiores valores recebidos e gastos. Durante a campanha, recebeu R$ 851.200,00 e informou o pagamento de R$ 809.640,80.

A maior parte dos recursos informada pelo ex-prefeito veio do Fundo Especial, que reúne os partidos da coligação, totalizando R$ 356,500,00 (41,8% do total). Paulo Mac Donald recebeu ainda R$ 312.700,00 em doações de pessoas físicas (36,7%) e R$ 182.000,00 em recursos próprios (21,3%). Ele recebeu 51.595 votos, mais de 39,2%, ficando em segundo lugar na apuração.

Panorama
O prefeito reeleito Chico Brasileiro, candidato da coligação “O Trabalho Continua” reunindo PSD, PSDB, PTB, MDB, PSC, PSB, SOLIDARIEDADE e PL, informou ter arrecadado R$ 791.563,25 e um gasto total de R$ 620.864,25. Quase a totalidade dos recursos recebidos veio de doações de pessoas físicas (78,6% do total).

Chico Brasileiro recebeu ainda R$ 149.200,00 de doações dos partidos de sua coligação e R$ 20.000,00 foram em recursos próprios. Na apuração, o prefeito acabou reeleito com 54.252 votos (41,2% do total).

O candidato Nelton Friedrich, da coligação “A Foz do Povo” reunindo REDE, PDT e CIDADANIA, ficou em terceiro no quesito valores recebidos (R$ 38.450,00) e total gasto (R$ 372.850,00). Quase a totalidade das doações vieram dos partidos que representou – R$ 375 mil (96,2% do total).

Nelton informou o repasse de R$ 8.450,00 de doação de pessoas físicas (2,1%) e R$ 6 mil em recursos próprios (R$ 1,5%). Ele recebeu 1.915 votos, totalizando 1,4% dos votos válidos e o sétimo mais votado.

Mais números
Tatiana Fruet (Pros) informou ter recebido R$ 369.630,59 e pago R$ 301.015,42; Sidnei Prestes (Republicanos) recebeu R$ 94.262,04, mesmo total de gasto informado; Luiz Henrique (PT) recebeu R$ 64.317,17 e pagou R$ 30.360,75.

Cassio Lobato (Patriota) arrecadou R$31.012,86 e gastou R$ 30.220,00, Ranieri Marchiro (PRTB) Recebeu R$ 23.400,00 e pagou R$ 15.762,00. O candidato Alemão (PCdoB), informou arrecadação e gasto zero.

Advogado Gilmar Cardoso

Preto no branco
De acordo com o advogado Gilmar Cardoso, o julgamento dos valores informados pelos candidatos nas eleições 2020, ficará para o próximo ano. “Neste ato será definido quando houver uma eventual reprovação ou irregularidades ensejarão penalidades e ações próprias”.

“Com essa fase, cumpre requisito essencial e habilita o escolhido pelo voto popular a ser diplomado e considerado apto para assumir as funções a partir de janeiro de 2021, passando assim a exercer o mandato representativo”, completou o jurista.

Fonte: GDia

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Em Foz do Iguau, prefeito reeleito Chico Brasileiro é diplomado pela Justiça Eleitoral

Solenidade aconteceu na tarde desta sexta-feira (18)

Nesta sexta-feira (18), o prefeito reeleito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro foi diplomado pela Justiça Eleitoral. Seguindo todos os protocolos sanitários de prevenção a Covid-19, a solenidade aconteceu no Fórum Eleitoral da cidade sem a presença de público. O vice-prefeito eleito, Delegado Francisco Sampaio e os 15 vereadores eleitos também foram diplomados no ato.

“Tenho a honra, o dever e o desafio de conduzir Foz do Iguaçu por mais quatro anos. Seguirei trabalhando para fazer de Foz uma das melhores cidades do Brasil para se viver. Sei dos desafios a serem enfrentados, mas com a união de todos os iguaçuenses e muito trabalho venceremos”, declarou Chico Brasileiro.

A diplomação é o ato pelo qual a Justiça Eleitoral atesta que o candidato foi efetivamente eleito pelo povo e, por isso, está apto a tomar posse no cargo. Os diplomas dos eleitos para os poderes executivo e legislativo foram assinados pela Junta Eleitoral da 147° Zona Eleitoral do Paraná, atraves do juiz eleitoral Gabriel Leonardo.

“Muito obrigado Foz do Iguaçu pela confiança. Vamos dar continuidade ao ótimo trabalho quem vem sendo desenvolvido pelo prefeito Chico Brasileiro e também pelo atual vice-prefeito Nilton Bobato”, comentou o vice-prefeito eleito Delegado Francisco Sampaio.

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Chico Brasileiro, o vice e vereadores eleitos e reeleitos serão diplomados nesta sexta, 18

O prefeito Chico Brasileiro (PSD) e o vice-prefeito, Delegado Francisco Sampaio, e os 15 vereadores eleitos e reeleitos para a próxima legislatura da Câmara Municipal serão diplomados nesta sexta-feira (18), no Fórum Eleitoral de Foz do Iguaçu. O ato, programado para iniciar às 14h, terá uma série de restrições para evitar aglomerações e possibilidade de propagação do novo Coronavírus (Covid-19).

A diplomação dos eleitos é o último ato previsto no calendário das Eleições 2020. O rito, que deve ser realizado obrigatoriamente até o dia 18 de dezembro, terá participação apenas dos políticos que se elegeram no último dia 15 de novembro. Não será permitida a presença de familiares, nem dos suplentes devido a pandemia, informa a Justiça Eleitoral.

A solenidade, com normas diferenciadas, está prevista na flexibilização instituída pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR), na Portaria nº 598/2020, devido a pandemia. A medida possibilita ainda a emissão, pela internet, de diplomas dos candidatos eleitos e suplentes, no âmbito da Justiça Eleitoral do Paraná. O ato habilita o eleito a tomar posse no respectivo cargo, a partir de 1º de janeiro de 2021.

Além de Chico Brasileiro e o vice Francisco Sampaio, serão diplomados os vereadores reeleitos Rogério Quadros (PTB) e Anice Gazzaoui (PL) e os vereadores eleitos Ney Patrício, Kalito Stoeckl, Adnan El Sayed e Jacy Freitas (PSD), João Morales e Jairo Cardoso de Souza (Democratas), Protetora Carol Dedonatti e Alex Meyer (Progressistas), Edivaldo Alcântara de Oliveira (PTB), Yasmin Hachem (MDB), Valdir de Souza Maninho (PSC), Ananias Cassol (Podemos) e Admilson Galhardo (Republicanos).

Procedimento

De acordo com a Justiça Eleitoral, a imprensa poderá registrar o ato, desde que avisado com antecedência. O Fórum Eleitoral de Foz do Iguaçu está localizado na Avenida Costa e Silva, 1599, próximo a Rodoviária Internacional. 

Os suplentes de vereadores poderão tirar o diploma depois de hoje no site do TRE-PR, indo no diretório “Eleições/Diploma”. Para que o eleito e os suplentes sejam diplomados, é necessário estar com as contas eleitorais em dia.

Por: GDia

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Alerta: De 172 leitos disponíveis na Macro Oeste para casos de Covid, 157 estão ocupados

O alerta permanece, pois os casos confirmados têm aumentado significativamente.

Neste sábado (12) foram divulgados os novos números da ocupação de leitos específicos para casos de Covid-19, na região Macro Oeste. O alerta permanece, pois os casos têm aumentado significativamente.

De acordo com o balanço, 91% dos leitos de UTI estão ocupados, isso significa que do total apenas 15 leitos seguem disponíveis em toda a região que abrange as regionais de Cascavel, Toledo, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão e Pato Branco.

Apesar da disponibilidade de alguns leitos, o número é extremamente preocupante considerando a confirmação diária de novos casos que têm aumentado exponencialmente.

Por: CGN

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Na Câmara, Ney Patrício vai focar na retomada econômica de Foz do Iguaçu

A retomada econômica após a crise da pandemia do novo Coronavírus será a principal bandeira do vereador eleito Ney Patrício (PSD), que retorna ao legislativo de Foz do Iguaçu após 16 anos. Ele pretende buscar soluções para reduzir a carga tributária e vai trabalhar por um esforço conjunto em favor dos empreendedores. Em entrevista ao GDia, falou ainda sobre outras prioridades do novo mandato.

Natural de Araruna (PR), Ney tem 55 anos, é contador, advogado, gestor público, empresário e recebeu dois mil votos em 15 de novembro. No ano de 2000 ele conquistou o primeiro mandato, exercendo a presidência da Câmara de 2003 a 2004. Até o início do ano integrou o governo Chico Brasileiro como secretário da Fazenda e do Administração.

“Nossa principal bandeira é a retomada econômica”, reforça. De acordo com o vereador eleito, é difícil afirmar que a cidade deve fazer isso ou aquilo para recuperar os setores econômicos, ou pelo menos minimizar tais efeitos. “É necessário interagir com as entidades e a população para entender quais os efeitos e buscar soluções de curto e médio prazo”, frisou.

Entre as ações quer fomentar novos negócios, atrair empresas de ramos diferentes, criar créditos para investimentos dos pequenos, médios e grandes empresários e focar em frentes de trabalho em obras públicas. “Também revisar a carga tributária buscando incentivos aos segmentos econômicos para geração de empregos e renda”, ressaltou.

Sociedade atenta

Ney aproveitou para agradecer “os dois mil votos recebidos” e a equipe de trabalho pelo empenho. “São pessoas que confiaram em nossos compromissos sinceros”, disse. Sobre as eleições, como em todo país mostrou que a sociedade está atenta ao trabalho dos representantes e quer maior diversidade no meio político, “uma nova postura”. 

“Teremos nesta nova legislatura um grupo de vereadores heterogêneo, com representatividade em diversos setores, inclusive com maior participação feminina”, destacou. Ele acredita que este grupo esteja engajado em melhorar a imagem da Casa.

Um dos fatores que contribuíram na eleição foi o apoio de familiares, amigos, colegas de profissão e o bom conceito com empresários e pequenos empreendedores. “Eles foram a minha base antes e durante o processo eleitoral. Assumimos o compromisso em exercer um trabalho sério e responsável, como sempre priorizei na minha vida”.

O fator que mais representou dificuldade foi a má imagem da classe política, em geral. “Muitas pessoas estavam desacreditadas com a política, queriam renovação, mas entenderam que nossa candidatura teve objetivos claros, por isso, creio, depositaram voto de confiança neste propósito”, afirmou.

Organização

A mudança nas coligações partidárias exigiu maior organização da classe política nesta eleição. Afirma Ney que os partidos que conseguiram agrupar candidatos com o pensamento coletivo na cidade tiveram votações suficientes para se elegerem. “Fator que contribuiu para a renovação, mas volto a frisar que, a vontade popular em diversificar os representantes, foi ainda o principal aspecto nesta grande mudança”.

A renovação representa o desejo de que é necessário que o legislativo esteja presente nos debates da cidade, no dia-a-dia do cidadão, na busca por soluções de problemas na saúde, educação, segurança entre outras áreas, na fiscalização e aplicação de forma correta dos recursos públicos, diz.

Ney informou que durante o processo eleitoral apresentou o que avançou nas demandas da cidade, e o que pode melhorar, “mas nossa prioridade será a retomada econômica”, frisou. Ele fez um apelo aos colegas vereadores para juntos trabalhar em projetos e ideias, com a sociedade organizada e Poder Público.

A intenção é incentivar os empreendedores, trazer melhorias para que as pequenas, médias e grandes empresas possam gerar mais empregos e renda. “Sobretudo, simplificar os processos para as empresas, e diversificar as fontes econômicas”, ressaltou.

Trabalho conjunto

O vereador eleito reforçou o compromisso com a população por um mandato produtivo e presente nas principais demandas da sociedade. “Acredito que o apoio do quadro de servidores da Câmara será fundamental para que não só o Ney Patrício, mas todos vereadores desta nova legislatura realizem um trabalho mais conectado com as reivindicações que ecoam pela população”.

Sobre a redução do número de assessores ou orçamento da Câmara, Ney disse que não é possível fazer uma discussão sem antes um debate construtivo com os demais vereadores e sociedade. “Acredito que em primeiro lugar precisa ficar claro o papel e os resultados gerados por cada assessor, cada funcionário da Casa de Leis, incluindo nós, futuros vereadores”, concluiu.

Por: GDia

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Renovação na Câmara possibilita um novo momento político para Foz do Iguaçu, afirma João Morales

O fim das coligações proporcionais e a formação de chapas com os famosos puxadores de votos, não teve um grande peso na renovação na Câmara de Vereadores. Mas a mudança nos quadros da Casa de Leis, representa a possibilidade de Foz do Iguaçu viver um novo momento político. A avaliação é do vereador eleito João José Arce Morales. Em entrevista ao GDia, avaliou o pleito e falou de temas polêmicos.

O empresário natural de Foz do Iguaçu, João Morales, recebeu 1.362 no último dia 15 de novembro e garantiu o primeiro mandato no legislativo municipal, no período 2021-2024. O vereador eleito, com formação superior, vai completar 41 anos de idade na próxima sexta-feira (11 de dezembro).

De acordo com João Morales, a inexistência de coligação proporcional, pouco contribuiu para a renovação da Câmara de Foz do Iguaçu – dos 15 parlamentares atuais, 14 foram candidatos e dois se reelegeram. “O fato dela ter existido, se deu pela força popular, que buscava novas alternativas para o legislativo”. 

“A renovação na Câmara representa a possibilidade de Foz do Iguaçu viver um novo momento político”, ressaltou. Ao avaliar o pleito de 2020, o vereador eleito disse que “foi uma das eleições mais disputadas da história da cidade, pelo número de candidatos e a dificuldade de acesso aos eleitores devido a pandemia (do novo Coronavírus)”, ressaltou.

Restrições da pandemia

O expressivo apoio que recebeu de lideranças e formadores de opinião em todos os bairros de Foz do Iguaçu foi o fator que mais contribuiu na eleição de João Morales, de acordo com ele. Por outro lado, a impossibilidade de realizar reuniões amplas representou a maior dificuldade da campanha.
De acordo com João Morales, reunir um grande número de pessoas ficou inviável devido aos cuidados sanitários necessários devido a pandemia. “E a necessidade de evitar aglomerações acabou fazendo com que o trabalho demandasse um número mais elevado de visitas individuais”, informou.

Atuação

Foz do Iguaçu poderá contar com um mandato comprometimento, buscando trabalhar alternativas para melhorar as políticas públicas, que vão ao encontro a necessidade da população. “Acredito que o prefeito quer o melhor para a nossa cidade. Cabe ao legislativo acompanhar, fiscalizar e sugerir as demandas das quais o município carece”, comentou, sobre o entendimento que terá com o governo Chico Brasileiro.

João Morales diz que tem um conhecimento considerável do dia a dia da Câmara. “Porém, sempre temos algo a aprender. Buscarei atuar em todas as demandas que surgirem”, disse ele, admitindo que tem alguns pontos de partida para sua atuação.

Entre os temas que pretende defender estão maior apoio ao comercio exterior (despachantes aduaneiros, transportadores, caminhoneiros…) e profissionais do turismo (agencias, donos de vans, motoristas, guias…).

O vereador eleito terá como bandeiras ainda o apoio ao esporte e lazer (categorias de base e amador, inclusão social com atividades, locais de lazer às famílias) e entidades que atendam as pessoas portadoras de necessidades especiais “e região da grande Três Lagoas”, frisou.

Assessores

Sobre a polêmica envolvendo a redução do número de ajudantes dos parlamentares, João Morales tem uma posição firme. “Vejo que a assessoria de um vereador é um espaço de grande relevância, pois existem demandas que surgem no dia a dia e durante o mandato”. 

“Sou de acordo de que este espaço seja ocupado por pessoas que deem o melhor funcionamento e atendimento ao contribuinte, e deve ser feita com muito comprometimento, ressaltou. Por esse motivo, ele é contra a redução. “A respeito da diminuição de gastos (da Câmara), estaremos discutindo com os demais vereadores e o futuro presidente da Casa”, adiantou.

Na Câmara, João Morales vai defender as PPPs (parcerias público, privado) com políticas iniciais de controle, não punitiva/restritiva. A intenção, diz ele, é buscar auxiliar as empresas, criando condições e opções de funcionamento com incentivo de crédito com taxas reduzidas, estudo para redução de taxas e impostos, proporcionando o aumento na geração de emprego e serviços no município.

Por: GDia

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Fim das coligações obrigou os partidos qualificar lideranças, diz Jairo Cardoso, vereador eleito de Foz do Iguaçu

O fim das coligações proporcionais (legislativo) obrigou os partidos políticos a se organizarem para apresentar lideranças mais qualificadas nas eleições de 2020. A avaliação é do vereador eleito Jairo Cardoso de Souza (Democratas). O fator contribuiu ainda na renovação na Câmara de Foz do Iguaçu, disse ao GDia. Ele defende a mobilização dos conselhos e órgãos de classe para a cidade sair da crise econômica provocada pelo novo Coronavírus.

Jairo Cardoso está no terceiro mandato como conselheiro tutelar e recebeu 1.332 votos no dia 15 de novembro passado, conquistando o primeiro mandato na Câmara Municipal. Natural de Foz do Iguaçu, ele é estudante de História e Gestão Pública e vai completar, no próximo dia 28 de dezembro, 38 anos de idade.

De acordo com Jairo Cardoso, a eleição deste ano foi bastante atípica, principalmente pelo fim da coligação proporcional, onde os partidos indicavam três, quatro candidatos com maior viabilidade e se fechava naquele bloco. “Essa renovação pela forma diferente de contagem também, as somatórias”, disse.

A renovação, de acordo com ele, também ocorreu por que os partidos puderam se organizar, se qualificar e aqueles que com melhor desempenho conseguiram a representatividade. “Significa também um recado que as urnas mandaram, querem ver trabalho, ação e aqueles que não mostraram, que tiveram dificuldade no seu papel, foram suprimidos”.

Excesso

Outro fator que dificulta a eleição de vereador é o grande número de candidatos. “A minha avaliação é que as urnas trouxeram um recado importante, o rompimento da velha política”. O vereador eleito diz que sai satisfeito do processo, “em virtude da mudança e candidatos com grandes estruturas financeiras não foram decisivos”. “Os eleitores, “aparentemente”, estão votando em ideias e projetos novos”. 

O trabalho em três mandatos no Conselho Tutelar, atuando na política pública e conhecendo as demandas, é apontado como fator que contribuiu na eleição. “Também a nossa família. Meu pai, pastor Izidio Cardoso, há mais de 45 anos tem feito um trabalho social dentro da comunidade evangélica”. 

A maior dificuldade foi a estrutura financeira. De acordo com ele, “embora as urnas tenham dado um show”, existem pessoas que ainda apoiam quando tem benefício financeiro. “Nós, de família humilde, de bairro, tivemos dificuldades em virtude disso”, contou Jairo Cardoso.
Mandato e Executivo

O vereador eleito disse que vai defender políticas públicas voltadas as crianças, adolescente, família e melhorias para a população. Em relação ao prefeito Chico Brasileiro, diz que, aquilo que for proposto para benefício, melhoria, “estaremos empenhados”. 

Quando precisar cobrar, representar, denunciar, mostrar as dificuldades, também teremos esse papel, ressaltou. “Vamos buscar o melhor, independente do gestor, queremos ver o município se desenvolvendo e aquilo que for de bem, vai ter o nosso apoio e o que for ao contrário, nos posicionaremos”, disse.

Jairo Cardoso adiantou que está se inteirando do dia a dia da Câmara, conhecendo os servidores, estudando o regimento interno e se atualizando da Lei Orgânica para uma boa legislatura. “Vamos defender menos burocracias no serviço público, lutar pelo período integral na educação e mais oportunidades do primeiro emprego ao jovem”.

Quem produz, fica

O vereador eleito falou sobre os assessores dos gabinetes. De acordo com ele, se forem improdutivos vai defender a redução. “Agora, se você tem uma assessoria que produz, contribui para uma boa legislatura apresentando demandas, atendendo ao público, acho que é válido”. 

O que traz essa sensação da redução do número de vereadores é a improdutividade. “Se está produzindo é bem-vindo. É uma questão que deve ser debruçada com muita cautela, com bom entendimento para não haver prejuízo ao legislador e a população. O importante é uma assessoria produtiva, assessoria inerte traz dificuldades”.

Mobilização

Sobre a crise econômica provocada pela pandemia, o vereador eleito afirma que é preciso mobilizar os conselhos municipais, econômicos, de direitos, associação comercial, indústria e comércio. “Vai ser um ano muito atípico, de grandes dificuldades, de grandes prejuízos e com certeza o município tem que dar uma resposta”, afirma.

De acordo com ele, Foz arrecada mais de R$ 1,2 bilhão e tem condições de trazer alternativas para a geração de emprego e renda, até se recuperar dessa crise que vai deixar um legado muito triste com postos de emprego fechados. “Temos que nos reorganizar e readaptarmos para vencer esse momento”, concluiu.

Por: GDia

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Precisa pensar os eventos temáticos de Foz do Iguaçu como investimento, não gasto, diz Cabo Cassol

Foz do Iguaçu precisa pensar na elaboração de um calendário oficial de eventos temáticos, que devem ser pensados como investimentos, não como gastos. A avaliação é do vereador eleito Ananias Cassol, ao destacar projetos para a recuperação econômica do município, provocada pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). Em entrevista ao GDia, falou ainda sobre campanha e bandeiras que vai defender no legislativo.

Natural de Santo Antônio do Sudoeste (PR), Ananias Cassol é Cabo da Companhia de Choque da Polícia Militar e recebeu 1.355 votos para exercer o primeiro mandato na Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu. Ele tem formação superior completa e 43 anos de idade.

Sobre a retomada econômica, Cabo Casso defende um calendário oficial de eventos temáticos. “Nosso Natal, por exemplo, deve ser pensado como um investimento, não gasto. Temos que planejar com muita articulação. A iniciativa privada vem dia após dia se distanciando”, disse.

De acordo com o vereador eleito, a organização tem que envolver Câmara, Prefeitura e iniciativa privada. “Para que o Natal das Cataratas seja dentro de 3, 4 ou 5 anos, o maior evento do país. Outra coisa que defendo é que precisamos chamar Brasília para nos socorrer”.

A cidade, na avaliação dele, tem a possibilidade de cobrar dos deputados federais, para viabilizar os casinos. “Temos a possibilidade de transformar nosso aeroporto em um hub de cargas também. Apoiar o empresariado é a melhor forma de gerar emprego e renda a curto, médio e longo prazo”, frisou.

Fator de dificuldade

A pandemia, de acordo com Cabo Cassol, colaborou para tornar a eleição mais difícil. “Mas vejo de forma muito satisfatória, até mesmo porque fui eleito para o cargo no qual pleiteava, os obstáculos se farão presentes em qualquer etapa da vida, faz parte do processo”, analisou.

Sobre o fator que mais facilitou, diz ele, foi o clamor da sociedade por mais seriedade e transparência no serviço. “Isso fez com que a Câmara tivesse uma renovação incrível. No meu caso particularmente, o que mais influenciou na decisão do eleitor em me dar um voto de confiança foi com certeza a minha história, meus amigos e família”.

Por outro lado, o número excessivo de candidatos fez com que a pulverização dos votos diminuíssem muito os votos para vereador. “A pandemia diminuiu a abertura para visitarmos os amigos”.

Desejo de mudança

Cabo Casso admite que não estudou muito a legislação eleitoral, mas que o fim das coligações pouco influenciou na renovação na Câmara. “Pelo que temos ouvido e até mesmo percebido é que a renovação tem mais haver com um desejo da sociedade, o povo iguaçuense estava de certa forma cansado”.

“A imagem do legislativo de Foz estava muito ofuscada pelos escândalos dos últimos anos”. Para ele, precisa alinhamento com o interesse do povo e executivo e legislativo passarem a pensar na vida dos que moram na cidade. “Com isso, o termo oposição sairá de cena”, acredita.

Fiscalização

Precisa mostrar a sociedade que a principal missão de um vereador é fiscalizar o uso correto dos recursos do pagador de impostos, acredita Cabo Cassol. “Toda sociedade terá dentro do meu gabinete uma equipe pronta e capacitada para atender a população naquilo que for possível”. 

“Sempre lembro as pessoas e gosto de frisar: quem tem a chave do cofre é o prefeito, o dono das obras e gestor do município. Os vereadores não fazem obras, fazem leis e cumprimento das mesmas”. Sobre o prefeito, o vereador eleito disse que desejo a ele sucesso que se refletirá na cidade toda. “Ninguém em sã consciência deve torcer contra”, ressaltou.

Ambientação

Cabo Cassol disse que está se inteirando sobre o ritmo das coisas dentro da Câmara e com certeza estará totalmente habituado rapidamente. Na Casa, ele terá como bandeiras principais o esporte e segurança pública. “Porém, não me furtarei em debater nenhum tema que se apresentar para tal”. 

“Quando me faltar conhecimento, pode ter certeza que buscarei tanto nas pessoas que puderem me ajudar quanto na literatura”, disse. Ele entende que precisa deixar bem claro que “os tempos estão mudando e deter o conhecimento nas mais diversas áreas é imprescindível para melhor representar o cidadão”.

Cabo Cassol diz que precisa estar a par de tudo que acontece dentro da Câmara para poder emitir um parecer sobre os assessores. “De pronto posso dizer que sempre que o dinheiro é gasto pensando apenas no individual, o coletivo é lesado, gerir os recursos da Câmara pensando nas famílias que estão padecendo, trará um proveito muito maior a todos”, concluiu.

Por: GDia