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Eleições 2020 em Foz do Iguaçu

Leia as últimas notícias sobre Eleições 2020 em Foz do Iguaçu no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

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Eleições 2020: Foz do Iguaçu tem 183.306 eleitores e 54% são mulheres

Em 2020, 183.306 eleitores estão aptos a votar em Foz do Iguaçu nas eleições municipais. A informação é do Tribunal Superior Eleitoral.

Do total, 54,140% são mulheres, ou seja, 99.245 são eleitoras, enquanto que 84.061 são homens, o que corresponde a 45,860% dos votos, anota a Rádio Cultura.

Ainda segundo os dados, Foz teve um incremento de eleitores de cerca de 10,7% em relação a eleição de 2016, quando 165.730 estavam aptos a votar.

Entre outubro daquele ano e setembro de 2020 aumentaram 17.576 eleitores na cidade. Nas eleições municipais de 2016, 91% dos eleitores compareceram aos locais de votação.

Do total de eleitores em 2020, 31.161 são votos facultativos, sendo 510 menores de 18 anos e 30.651 são maiores de 60 anos.

O total de votos de pessoas que não são obrigadas a votar em Foz corresponde a 17% do total.

Os dados podem ser verificados no site do TSE clicando aqui.

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Idosos com voto facultativo são 8% do eleitorado no Paraná, e medo da Covid-19 pode tirá-los da votação

São mais de 686 mil eleitores com 70 anos ou mais no estado. Eleitores relatam ter medo de sair de casa para votar. TSE estipulou medidas de segurança para diminuir riscos.

O Paraná terá mais de 686 mil eleitores com mais de 70 anos aptos para votar nas eleições municipais de novembro, de acordo com as estatísticas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta faixa etária, que faz parte do grupo de risco da Covid-19, o voto é facultativo.

O número representa 8,4% de todos os 8,1 milhões de eleitores do estado.

Apesar dessa fatia do eleitorado vir crescendo, a participação de idosos na eleição de novembro pode cair por causa do receio deste público em relação com a pandemia.

O aposentado Darcy Silva, de 75 anos, é um dos eleitores que tem medo de ir à seção eleitoral no dia da votação. “Estou bastante temeroso. Sempre tem um pouco de aglomeração, e é isso que me preocupa”, afirmou.

Ele afirma que se não fosse por causa da pandemia, iria votar, como fez na eleição passada, quando já tinha a opção de não comparecer à votação. “Foram meses que me cuidei, fiquei em casa e deixei de ver familiares. Não vale a pena me arriscar agora”, disse.

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Beneficiário que assinar contrato formal para trabalhar em campanhas eleitorais pode perder auxílio emergencial, alerta advogado

Atenção aos beneficiários do auxílio emergencial do governo federal que estão de olho num trabalho extra durante a campanha eleitoral deste ano. Quem assinar contrato formal no período pode perder automaticamente o benefício.

O alerta é do advogado Gilmar Cardoso que lembra, de acordo com a legislação trabalhista, os cabos eleitorais terão que recolher contribuição à Previdência Social, que veda a contratação de pessoas que estejam recebendo o Bolsa Família, auxílio emergencial e aposentadoria por invalidez e tenham vínculo ativo com o INSS.

De acordo com o advogado, o auxílio é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados.

De acordo com o Art. 9º, XXI, da Instrução Normativa nº 971/2009, “pessoa física contratada por partido político ou por candidato a cargo eletivo para, mediante remuneração, prestar serviços em campanha eleitoral, deve contribuir à Previdência Social obrigatoriamente na qualidade de contribuinte individual”.

Advogado Gilmar Cardoso (Foto: Divulgação)

O artigo 100 da Lei nº 9.504/97 determina que a contratação de pessoal para prestação de serviços nas campanhas eleitorais não gera vínculo empregatício com o candidato ou com o partido contratantes, avisa.

Segundo Gilmar Cardoso, existe o risco de a pessoa que optar por trabalhar em campanha eleitoral com contrato formal, perder o valor assistencial. Isto porque o vínculo de emprego resultará no recolhimento previdenciário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“Considerando que a base de dados do Governo Federal está atualmente entrelaçada, constando qualquer recolhimento em tal base, significa que o segurado que estiver exercendo atividade remunerada pode ter o seu recebimento de natureza assistencial afetado”, afirma o advogado.

Isso ocorre porque a contratação de cabos eleitorais será diferente nestas eleições. As pessoas que têm interesse em trabalhar em campanha terão que contribuir com a Previdência Social.

Independente do valor que irá receber o empregado, no caso o Cabo Eleitoral, terá que contribuir com o INSS – Instituto Nacional do Seguro Social – sendo o valor mínimo de contribuição de aproximadamente R$ 80,00 (7,5% sobre o salário mínimo nacional), variando até 14% de desconto previdenciário para quem for contratado para ganhar acima de R$ 3 mil mensais.

E ainda, os interessados não podem estar recebendo benefício social, como por exemplo, ser aposentado por invalidez; aposentadoria especial a pessoas com deficiência, ser beneficiado com auxílio-doença, auxílio-acidente, e nem receber o BPC-LOAS – Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social, entre outros, uma vez que no ato da contratação a pessoa efetuara recolhimento junto à Previdência Social, na qualidade de contribuinte individual.

Gilmar Cardoso explica que diante dessa situação, as pessoas interessadas em trabalhar como Cabo Eleitoral nas eleições desse ano até podem ter vínculos com outros empregos, desde que não exerçam suas atividades no mesmo horário.

O advogado explicou que não existe um valor mínimo ou máximo para se remunerar estas pessoas, os cabos eleitorais, aqueles que entregam santinhos, carregam bandeiras, fazem a logística dos comícios, pedem voto e, de alguma forma, se comprometem com os candidatos.

Para quem for trabalhar como cabo eleitoral, é importante saber que todo o pagamento deve ser feito de forma oficial. “Muita atenção ao pagamento por fora, ao valor ‘extra’ pago pelo candidato. Isso é caixa 2, é crime, e pode resultar em problemas muito sérios para o candidato e também para quem recebe este recurso”, ressaltou.

E ainda, os interessados não podem estar recebendo benefício social, como por exemplo, ser aposentado por invalidez; aposentadoria especial a pessoas com deficiência, ser beneficiado com auxílio-doença, auxílio-acidente, e nem receber o BPC-LOAS – Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social, entre outros, uma vez que no ato da contratação a pessoa efetuara recolhimento junto à Previdência Social, na qualidade de contribuinte individual, alerta o advogado.

Gilmar Cardoso detalhou que no caso dos municípios com até 30 mil eleitores o número de mão de obra contratada,não poderá exceder a 1% do eleitorado. Nos demais municípios e no Distrito Federal, será de 1% mais uma contratação para cada mil eleitores que exceder o número de 30 mil. Não é admitida a contratação de menores de 18 anos.

Segurados da Previdência Social
Outra situação destacada por Gilmar Cardoso é a situação dos aposentados que também optarem por trabalhar formalmente em campanhas eleitorais.

De acordo com ele “o aposentado por tempo de contribuição pode trabalhar normalmente sem correr o rico de perder o benefício previdenciário. O que não pode trabalhar é o aposentado por invalidez ou aquele afastado que está recebendo auxilio doença”, ressalta o advogado, completado ainda que sobre a remuneração do aposentado também deve ser recolhido o INSS.

Regras recomendadas para contratação:
A contratação de pessoas deve ser feita por meio de contrato individual escrito, fazendo constar no contrato, a qualificação do contratado, nome completo, nacionalidade, estado civil, profissão, CPF, documento de identidade e órgão expedidor, número do PIS ou NIT, número Título de Eleitor e endereço do seu domicílio, as obrigações e os direitos concedidos, tais como:

  1. Valor da remuneração, respeitado o salário mínimo hora.
  2. Jornada de trabalho até 8 horas diárias e 44 semanais.
  3. Folga semanal.
  4. Concessão gratuita de água potável e em recipiente higiênico e adequado, durante toda a jornada de trabalho.
  5. Fornecimento de vale alimentação ou a concessão in natura de alimentação.
  6. Concessão de vale transporte, auxílio transporte ou fornecimento de transporte.
  7. Fornecimento gratuito de equipamentos de proteção individual, colete refletivo tipo X e protetor solar (FPS mínimo 30), quando necessários.
  8. Que a forma de pagamento das parcelas pecuniárias (salário, vale-transporte e/ou vale alimentação) deverá ser por meio de cheque nominal ou depósito bancário em nome do contratado, como forma de atender à legislação eleitoral.

No site da Caixa, que atua como agente operador do benefício, há especificações de quem não tem direito ao auxílio. Um dos grupos citados é daqueles que estão recebendo benefícios previdenciários, assistenciais ou de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família.

FGTS
Como não há vínculo empregatício na contratação de pessoal para trabalhar na campanha eleitoral, candidato e partido político, na condição de contratantes, estão desobrigados de depositar, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8% da remuneração paga ou devida, correspondente ao FGTS.

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Em campanha pela reeleição de Chico Brasileiro, deputado Hussein Bakri participa de caminhada em Foz

Líder do Governo na Assembleia Legislativa e representante oficial de Foz do Iguaçu junto ao Governo do Estado, o deputado Hussein Bakri (PSD) fez campanha neste sábado (17) pela reeleição do prefeito Chico Brasileiro (PSD). Acompanhados do candidato a vice, Delegado Francisco Sampaio, e de postulantes à Câmara de Vereadores, os dois participaram de uma caminhada no bairro Porto Meira.

“Foz do Iguaçu é uma cidade importantíssima sob vários aspectos: polo no extremo Oeste do Paraná, principal destino turístico do Estado, região de fronteira com Paraguai e Argentina. Um município de tamanha relevância e de posição estratégica precisa ser administrado por gestores competentes e comprometidos com o desenvolvimento da cidade”.

“Por isso, tenho certeza que o prefeito Chico Brasileiro é merecedor de poder continuar o brilhante trabalho que vem fazendo à frente da administração municipal. Sua gestão está completamente alinhada com o projeto do PSD e do Governador Ratinho Junior para o Paraná e vai alçar Foz a voos cada vez mais altos ao longo dos próximos quatro anos”, afirmou Hussein Bakri.

Ainda no sábado, o parlamentar esteve na Mesquita Omar Ibn Al-Khattab, onde participou de uma reunião e foi homenageado pela comunidade árabe. Bakri foi o articulador para que saíssem do papel as obras de recape, pavimentação e dragagem na região do Jardim Central e do Parque Monjolo, onde fica situada a mesquita. O local sofre com um problema histórico de alagamentos, que aflige mais de 5 mil moradores.

Estão sendo investidos R$ 5,5 milhões a partir de uma engenharia financeira na qual o Governo do Estado destinou esse volume de recursos para o Hospital Padre Germano Lauck. A medida deu uma folga ao caixa municipal para que a prefeitura pudesse bancar as obras solicitadas pela comunidade árabe. Atualmente em 30%, os trabalhos têm previsão de conclusão em dezembro.

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Dois institutos registram pesquisa de intenção de voto a prefeito em Foz do Iguaçu. Resultado sai na quinta, 22

A realização de duas pesquisas de intenção de voto vai movimentar durante a semana os bastidores das eleições 2020 em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná.

De acordo com o site de controle de pesquisas eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dois institutos registraram os levantamentos nesta sexta-feira (16).

Vox Data

O instituto Vox Data Pesquisas e Assessoria informou que irá entrevistar, até dia 18 de outubro (domingo), 800 eleitores sobre a intenção de voto deles para prefeito no dia 15 de novembro.

A divulgação dos números poderá ocorrer já a partir do dia 22 (quinta-feira), a margem de erro é de 3,44% e o nível de confiança é 95%. 

A pesquisa, segundo informado ao TSE, foi contratada por R$ 10 mil pelo próprio instituto.

Opinião

O Instituto Opinião Pesquisa e Assessoria também irá entrevistar 800 eleitores do dia 18 a 20 de outubro (domingo a terça-feira, respectivamente).

A divulgação do resultado poderá ocorrer a partir do dia 22 (quinta-feira), a margem de erro prevista é de 3,44% e o nível de confiança é 95%.

O levantamento foi contratado pelo Três Foz Studio FM Rádio Via Internet / Band FM Foz, ao custo de R$ 12,5 mil.

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Termina nesta sexta, 16, prazo para partidos preencherem vagas remanescentes de vereadores

O advogado Gilmar Cardoso alerta que de acordo com o calendário eleitoral do TSE, a data de 16 de outubro é o último dia para partidos preencherem vagas remanescentes às eleições proporcionais para as eleições de 15 de novembro. Devem ser observados os percentuais para candidaturas de cada gênero, observa.

Gilmar Cardoso destaca que de acordo com o calendário eleitoral, os órgãos de direção dos partidos políticos têm até sexta-feira, 16 de outubro, para preencherem vagas remanescentes para a eleição proporcional (vereador), caso as convenções partidárias não tenham indicado o número máximo de candidatos a que têm direito. No caso, devem ainda ser observados os percentuais mínimo e máximo para candidaturas de cada gênero.
Segundo o advogado, o artigo 10, caput, da Lei das Eleições diz que cada partido pode registrar candidatos para as Câmaras Municipais no total de até 150% do número de lugares a preencher. Já o § 3o determina que cada partido preencha o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo.

Para requerer o registro de candidatura, o interessado deve ter nacionalidade brasileira, idade mínima para o cargo de vereador (18 anos), domicílio eleitoral na cidade do pleito desde 4 de abril de 2020 e filiação partidária deferida até a mesma data. O requerimento deve ainda conter certidões expedidas por órgãos públicos, entre as quais a de quitação eleitoral. O interessado também não pode estar incurso em causas de inelegibilidade, previstas na Constituição Federal e na Lei Complementar n. 64/90, descreve.

Gilmar Cardoso disse que essa previsão é uma concessão da lei eleitoral que prevê que quando faltar 30 dias para as Eleições, os órgãos de direção dos partidos podem indicar candidatos para as vagas não preenchidas nas convenções para as eleições proporcionais, observados os percentuais mínimo e máximo para candidaturas de cada gênero, no caso de as convenções para a escolha de candidatos não terem indicado o número máximo previsto no caput do art. 10 da Lei nº 9.504/1997 (Lei nº 9.504/1997, art. 10, § 5º).

Gilmar Cardoso afirma que os pedidos de registro para vagas remanescentes seguem o mesmo rito dos pedidos de registro de candidatura feitos no prazo. “Os partidos devem informar o número do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) no Candex para poder registrar candidatos nas vagas remanescentes”, explica.

Números

Tratando-se de eleições proporcionais, cada partido pode lançar até 150% do número de lugares a preencher, observado percentual mínimo de gênero, chamado de “quota de gênero”. Assim, cada partido deve observar número mínimo de 30% de candidatos de um gênero e máximo de 70% de outro, ou seja, pelo menos 30% de mulheres e no máximo 70% de homens, ou vice-versa.

Se, nas convenções, o partido ou a coligação não indicaram o número máximo de candidatos ao qual tenham direito, os órgãos de direção dos partidos podem preencher as vagas não preenchidas, ou seja, as vagas remanescentes até 16 de outubro de 2020.

O cálculo dos percentuais para cada sexo deve ser sempre efetuado sobre o número de candidaturas requeridas, mesmo nos casos de vagas remanescentes ou substituição.

O que é necessário para ser candidato?
• Nacionalidade brasileira;
• Pleno exercício dos direitos políticos;
• Alistamento eleitoral;
• Idade mínima 18 anos (vereador) e 21 anos (prefeito e vice). No primeiro caso a data limite é a do registro de candidatura e, no segundo, a da posse;
• Desincompatibilização dentro do prazo, se houver necessidade;
• Domicílio eleitoral desde 04 de abril de 2020;
• Filiação partidária deferida até 04 de abril de 2020.

Quem não pode ser candidato?

  1. Os inalistáveis e os analfabetos:
    • Estrangeiros;
    • Conscritos (serviço militar obrigatório);
    • Analfabetos.
  2. Hipóteses previstas na Lei Complementar nº 64/90:
    • Aqueles declarados como inelegíveis por decisão judicial;
    • Cônjuge, parentes consanguíneos de até 2º grau ou por adoção do chefe do Executivo em âmbito nacional, estadual e municipal, salvo em caso de reeleição.
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Eleições 2020: Gustavo Tramontin quer a diversificação econômica e fortalecimento de conselhos em Foz

Foz do Iguaçu precisa diversificar sua matriz econômica (hoje estabelecida no turismo), fortalecer os conselhos municipais e buscar o alinhamento com a Itaipu e o Governo Federal. A cidade precisa investir mais no turismo e no ensino de línguas nas escolas da rede pública municipal. Os planos são de Gustavo Tramontin, candidato a vice de Tatiana Fruet, na série de do programa Contraponto da Rádio Cultura, com parceria do jornal GDia.

Ao falar sobre sua motivação para participar do pleito, o empresário Gustavo Tramontin disse que é o “sentimento de revolta” em ver o potencial de Foz do Iguaçu, que é conhecida internacionalmente, “e nós não estamos dando a atenção devida, nem se quer ao turismo, quem dirá ao nosso povo”, frisou.

“Temos aeroporto internacional, Cataratas, a fronteira mais importante do país e esse potencial todo está adormecido por falta de um gestão competente”, disse. Como experiência, o candidato disse que já foi presidente do Conselho Paranaense de Ótica e Optometria, onde lutou pela categoria nos legislativos estadual e federal.

Parceria

Tramontin disse que conhece Tatiana Fruet há algum tempo e o convite “aconteceu desde quando ela decidiu ser candidata a prefeita”, disse. Ele revelou que no começo ficou um pouco reticente, relutante, “porque será uma dedicação, tenho meus negócios, projetos…”, afirmou. 

O candidato também criticou a gestão municipal que “não resolveu a pandemia” e criou outros “problemas econômicos, desempregos, sociais, psicológicos, etc…”. Estes fatos o deixaram revoltado, foi quando pensou que era um sinal para que viesse compor com a Tatiana, “com o discurso de fomentar essa cidade, de mudar, de trabalhar pelo povo iguaçuense”.

Retomada econômica

Sobre geração de empregos, Tramontin disse que o turismo é sempre o primeiro tema lembrado para a geração de empregos na cidade. “O turismo vai ser tratado com carinho, vai ser sempre o principal fomentador de economia. Mesmo antes da pandemia, a gente não via um atendimento especial junto ao turismo, durante a pandemia pior ainda”.

Disse ele que faltou apoio ao setor que ficou sem trabalho. O candidato também criticou o investimento na reforma do Centro Municipal de Turismo e de Artesanato neste período. “Acho que não é eleger prioridade com sabedoria, precisamos pensar no nosso povo, na nossa mão de obra que está tão desassistida”.

Somar forças

Tramontin também falou de como será a gestão, em uma possível eleição como vice-prefeito. “Nós vamos somar muitas forças com o governo federal, com a Itaipu. A Tatiana Fruet conversa diariamente com o general Silva e Luna que é um ótimo gestor, o melhor gestor que a Itaipu já teve”, disse.

“Temos um deputado estadual, que é o esposo da Tatiana (Soldado Fruet), que também pode conseguir fomentar a nossa cidade, nosso trabalho”, afirmou. Em relação aos vereadores, já que a coligação reúne apenas dois partidos – Avante e Pros, “vamos esperar as eleições. Temos vários nomes e apostamos que os nossos chegarão lá”.

Acreditar nos jovens

O candidato disse que é muito estranho hoje ver os ônibus carregados de gente de Foz do Iguaçu, indo nas cooperativas das cidades vizinhas. “Deveria ser ao contrário, cidades pequenas se reportarem a cidades maiores para buscar emprego”, disse.

A cidade precisa, de acordo com ele, fomentar todas as áreas e preparar os jovens. “Sou empregador e adoro. Tenho um olho que, quando vejo jovem de 17 a 18 anos que quer trabalhar em uma entrevista, nem leio o currículo, de conversar com a pessoa, olhar no olho sei que essa pessoa tem um potencial danado”.

Saúde

Sobre o setor, Tramontin disse que todas as unidades de saúde vão trabalhar das 7h às 22h, “Isso vai desocupar as UPAs, que estão lotadas. A gente vai descentralizar o atendimento. Hoje você vê pessoas que buscam um exame, uma cirurgia eletiva na espera. A desculpa hoje é o covid, mas esse problema é muito antigo”, ressaltou.

Indagado se pensa em extinguir alguma secretaria, o candidato disse que gosta de falar da transformação da Fundação Cultural em  uma pasta dentro da Educação. “Qual o objetivo? Manter a função dela e talvez até dinamizar, porque penso que ela pode fazer mais”, afirmou. O candidato também criticou, a exemplo de Tatiana, a falta de assistência aos artistas locais durante a pandemia.

Por: GDia

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Justiça Eleitoral defere candidatura de Paulo Mac Donald e outros oito candidatos em Foz do Iguaçu

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deferiu, na manhã desta quinta-feira (15), a candidatura de Paulo Mac Donald para prefeito de Foz do Iguaçu, no pleito de 15 de novembro próximo. A informação consta no serviço de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais do TSE.

Mais cedo, Paulo Mac Donald havia obtido uma importante vitória. O juiz  Wendel Fernando Brunieri, da 46ª Zona Eleitoral, julgou improcedente os pedidos de impugnação de  candidatura e notícia de inelegibilidade.

As ações, que foram encaminhados no prazo hábil de cinco dias após a publicação do edital de candadatura, foram rejeitadas devido a “inexistência, no presente momento, de causas de inelegibilidade” contra o ex-prefeito, anotou o juiz em seu despacho.

Dos nove candidatos inscritos para o pleito em Foz do Iguaçu, oito haviam tido as candidaturas deferidas pelo TSE. além de Mac Donald, foram confirmados os nomes de Alemão (PCdoB), Cassio Lobato (Patriota), Chico Brasileiro (PSD), Nelton Friedrich (PDT), Ranieri Marchioro (PRTB) Sidnei Prestes (Republicanos) e Tatiana Fruet (Pros). Luiz Henrique do PT ainda aguarda julgamento.

Por: GDia

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Justiça Eleitoral julga candidaturas e recursos até dia 26. Oito candidatos em Foz do Iguaçu já foram deferidos

A Justiça Eleitoral julga até segunda-feira (26) os registros das nove candidaturas a prefeito de Foz do Iguaçu. Para vereador são 364 inscrições, ressalta a Rádio Cultura.

No dia 26 todos os pedidos de registros de candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador, inclusive os impugnados e os respectivos recursos, devem estar julgados e publicadas as decisões.

Até metade da tarde desta quinta-feira (15), oito candidaturas majoritárias para prefeito haviam sido julgadas e deferidas pela Justiça Eleitoral – Alemão (PCdoB), Cassio Lobato (Endireita Foz), Chico Brasileiro (O Trabalho Continua), Paulo Mac Donald (Quem Ama Cuida), Ranieri (PRTB), Sidnei Prestes (Foz com novas idéias), Nelton Friedrich (A Foz do Povo) e Tatiana Fruet (Renova Foz).

Aguardando julgamento apenas o registro de candidatura de Luiz Henrique (PT).

Para vice-prefeito foram deferidas as candidaturas de Bibiana Orsi (Quem Ama Cuida), Delegado Francisco Sampaio (O Trabalho Continua). Dra. Leila (PRTB), Pastor Murça (Foz com Novas Idéias) e Ricardo Albuquerque (Endireita Foz). Aguardando julgamento estavam as candidaturas de Amilton Farias (A Foz do Povo), Gustavo Tramontim (Renova Foz) e Marcelo Arruda (PT).

A candidatura de Diego Carvalho (PCdoB) havia sido indeferida por falta de documento no processo de registro de candidatura. Em entrevista para a Rádio Cultura o candidato informou que recorreria da decisão.

Dos 364 candidatos ao legislativo, até o início da manhã de quinta-feira (15), três eram indicadas com o status de renuncia e outras três haviam sido inferidas.

Também na segunda-feira acaba o prazo para a substituição de candidatos e para que partidos e coligações comuniquem à Justiça Eleitoral as anulações e deliberações dos aos decorrentes de convenção partidária.

Prestação de contas parcial

Tem início na quarta-feira (21) e termino no domingo (25) o período para a prestação de contas eleitorais com o registro e movimentação financeira e/ou estimável em dinheiro ocorrida desde o início da campanha até o dia 20 de outubro. Esta prestação de contas parcial deve ser incluída no Sistema de Prestação de Contas Eleitorais.

Por: Rádio Cultura

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Eleições 2020: Diego Carvalho vai trabalhar pela inclusão e direitos humanos em Foz do Iguaçu

A inclusão social de moradores de rua e comunidade carente que está a margem da sociedade e os direitos humanos, terão uma atenção especial em Foz do Iguaçu, a partir de janeiro do ano que vem. O compromisso é do ator e diretor de teatro Diego Carvalho, candidato a vice-prefeito na chapa liderada por Alemão, do PCdoB, na série de entrevistas do programa Contraponto da Rádio Cultura, em parceria com o jornal GDia.

A representação da juventude na política é o principal motivador de Diego Carvalho a participar das eleições. “A política muitas vezes não credibiliza o jovem a estar ali, a dar a sua opinião”, disse. De acordo com ele, existe um grande número de jovens em todos os lugares, que se pré-dispõe a estar em cargos de vice-prefeito e vereador. “O protagonismo da juventude que precisa ocupar os espaços”.

Sobre como pretende ajudar na administração da cidade, caso eleito, Diego disse que fez parte de movimentos em que aprendeu na prática como conversar e dialogar com as pessoas, inclusive, em direito humano. “Então, posso muito bem estar junto ao prefeito dialogando com a população e os jovens. Acho que essa é a missão do vice-prefeito”, afirmou.

O candidato disse que pretende também ajudar a fiscalizar e fazer com que as coisas sejam cumpridas. “Porque é isso que a população espera. Não é só política, eles querem que o médico esteja no hospital, que a cultura esteja boa, que tenha uma praça… Nós que vamos ter que estar ali dialogando, não só com o município, mas com o estado e com o país”.

Pandemia

Diego pretende acionar muitos órgãos e usar a experiência daquilo que o governo municipal vem fazendo na pandemia, de acompanhar as pessoas em situação de rua, devido ao aumento nos últimos meses. “Acho que para tudo isso a gente precisa acionar a nossa sociedade, colocar a comunidade dentro desta situação e precisamos, de algum modo, ouvir esses moradores de rua”.

Na avaliação do candidato, muitas vezes estas pessoas não são escutadas. “A gente quer fazer a política pública, conversar com essas pessoas e achar métodos e mecanismos que não seja somente o centro POP (Centro de Referência para Atendimento à População em Situação de Rua), mas que sejam outros conselhos, outras entidades que também dê a mão e façam esse acompanhamento”.

Escolha interna

Diego Carvalho destacou que a parceria com Alemão, candidato a prefeito, foi decidida internamente. “Fizemos parte de várias gestões e a gente nesse processo tinha autonomia para lançar um quadro que pudesse dialogar com a comunidade, que seja parecido com a comunidade, é essa a figura do Alemão, um senhor, trabalhador, que também é comunista”, frisou.

Por ser de um partido com ideologias de esquerda, Diego revelou que tem enfrentado muitas “brigas” que resultam em “xingamentos” e “palavras horríveis”, especialmente na internet. “Mas não é só comunismo, a gente está trazendo um projeto popular, que dialoga com a realidade da população. Nesse ponto, quando nosso partido chegou a essa conclusão e nos pesquisou, aceitamos o convite de se lançar e representar”.

Planos de ação

Sobre o diálogo e a gestão de fato, Diego Carvalho disse que, caso eleitos, ele e Alemão irão encaixar as propostas e uma das prioridades do governo é cuidar da população como um todo, especialmente na educação. “Temos relatos de mães que tem que deixar seu filho às 9h da manhã e buscar as 12h na creche. É impossível que a mãe tenha a segurança que seu filho esteja sendo bem cuidado se ela tem que sair do seu serviço para buscar”.

Por: GDia