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TJPR elege nova cúpula diretiva do TRE-PR

O Pleno do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) elegeu, nesta segunda-feira (8), os desembargadores indicados para as vagas de presidente e vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) no biênio 2020/2022.

Concorreram à primeira vaga, no 1º turno: os desembargadores Vitor Roberto Silva, que recebeu 29 votos; Tito Campos de Paula, 22 votos; Paulo Roberto Vasconcelos, 18 votos; Carvílio da Silveira Filho, 10 votos; Roberto Antônio Massaro, 10 votos; Mario Helton Jorge, 4 votos e Fernando Ferreira de Moraes, 3 votos.

No segundo turno para a primeira vaga, o desembargador Vitor Roberto Silva obteve 56 votos, tendo sido eleito. O desembargador Tito Campos de Paula recebeu 39 votos.

Conforme a resolução TRE-PR nº 808/2018, os mandatos da presidência e da vice-presidência da Justiça Eleitoral do Paraná com início em 1º de fevereiro de 2020 passam de um para dois anos. A Corte do TRE-PR vai escolher quais dentre os dois desembargadores indicados pelo TJPR ocupará a vaga de presidente e qual deles exercerá a vice-presidência e corregedoria.

Veja mais no site do TRE-PR

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Giacobo destaca obras de Ratinho Junior em Foz do Iguaçu

O deputado Giacobo (PL) destacou nesta terça-feira, 5, o conjunto de obras, recursos e programas investidos em Foz do Iguaçu com a participação direta do governador Ratinho Junior e que traz um novo ciclo de desenvolvimento para a cidade e região. “São obras estruturantes e recursos que potencializam ainda mais Foz do Iguaçu como destino turístico do mundo, atraindo mais visitantes, criando mais empregos, o que é muito importante. A maioria das obras realizada tem o carimbo do Governo do Estado”, disse.

Entre obras e recursos, Giacobo citou a construção do viaduto na BR-277, entrada da cidade, e a reforma da pista do aeroporto internacional e a garantia de repasses para manutenção e atendimento do Hospital Padre Germano Lauck. “Ainda posso citar a construção da segunda ponte e da Perimetral Leste, que será custeada pela Itaipu, mas que também teve a condução do governador junto ao presidente Jair Bolsonaro e à direção da binacional”.

 Atualmente a pista do Aeroporto de Foz do Iguaçu tem 2.195 metros de comprimento por 45 metros de largura, é uma pista curta pra decolagem de voos de longa distância. A nova pista terá 2,8 mil metros, 605 metros a mais que a atual. A obra deve custar R$ 70 milhões e os recursos serão disponibilizados, na sua parte, pela Itaipu Binacional.

Novas obras – A obra da Ponte da Integração e uma via perimetral serão financiadas pela Itaipu, ao custo de R$ 463 milhões. A administração das obras está a cargo do Governo do Paraná. A ponte será construída nas proximidades do Marco das Três Fronteiras, ligando Foz do Iguaçu à cidade paraguaia de Presidente Franco. A previsão é de 36 meses para a conclusão e neste primeiro momento 400 operários serão contratados.  

“E ainda tem mais: Foz do Iguaçu será uma das primeiras cidades do Estado a recebeu um condomínio de 40 casas especialmente para os idosos. Um investimento de mais de R$ 4 milhões. Vai receber ainda o primeiro escritório de inteligência integrado da fronteira, são mais R$ 3 milhões, tem mais a cadeia pública, outros R$ 15 milhões”.

Foz do Iguaçu deve receber também, segundo Giacobo, um dos ramais da nova ferrovia de 1.280 quilômetros que ligará Paranaguá e Maracaju. “O Estado já anunciou que vai investir R$ 6 milhões na contratação do estudo de viabilidade técnica, econômica, ambiental e jurídica do projeto deste ramal ferroviário entre Foz do Iguaçu e Cascavel” disse.

Investimentos – Outra obras gestionada pelo governador Ratinho Junior junto ao governo federal é a duplicação da BR-469 (Rodovia das Cataratas) que vai ligar o aeroporto internacional à entrada do Parque Nacional do Iguaçu. “Já há um entendimento avançado para que a duplicação se concretize um parceria entre o Governo do Paraná e a União”.

Giacobo cita o programa escola segura que já atende oito colégios em Foz do Iguaçu. “Esse programa reforça segurança das escolas e do seu entorno”. E ainda a garantia do repasse de R$ 25,7 milhões para custeio do hospital Padre Germano Lauck, além da compra de equipamentos. “O hospital atende exclusivamente pelo SUS mais de 640 mil moradores de Foz e região”.

Outra obra importante, adianta Giacobo, é a implantação de 8,8 quilômetros de tubulação e de uma estação elevatória no Distrito Industrial Morumbi na cidade. O investimento da Sanepar chega a R$ 2 milhões. “Assim, por baixo, o Estado conseguiu viabilizar mais de R$ 600 milhões em obras em Foz do Iguaçu. Mostra ainda o perfil municipalista do governador Ratinho Junior e atenção especial que ele dá a nossa cidade”, completa.

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Ponte da Integração trará mais segurança e benefícios socioeconômicos à fronteira

Esta é a opinião dos principais representantes dos setores ligados à segurança pública e à fiscalização de fronteira.

Para representantes de organismos de segurança de Foz do Iguaçu, a construção da segunda ponte sobre o Rio Paraná, na região das três fronteiras, trará benefícios econômico-sociais, ordenamento de tráfego e mais conforto para os diferentes públicos que fazem diariamente a travessia entre Brasil e Paraguai. A constatação generalizada é que vai representar não apenas um novo ciclo econômico para a região, mas também novos investimentos em segurança na fronteira mais visitada do Brasil.

Para o delegado da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu, Paulo Bini, a Ponte da Integração Brasil – Paraguai, que deve ser entregue em 2022, trará maior fluidez no comércio internacional e mais conforto para o turista, porque com ela passará a existir uma separação das funções das duas pontes, já que a segunda será voltada principalmente à travessia de cargas.

Segundo ele, todos sairão ganhando. “OS caminhoneiros brasileiros e paraguaios não precisarão ter um horário fixo para atravessar de um país para o outro e os turistas não vão mais competir com o transporte de cargas”. De acordo com Bini, não há qualquer indício de que a nova ligação venha a favorecer ações ilícitas.

Natural de Foz do Iguaçu, o delegado chefe da Polícia Federal na cidade, Mozart Fuchs, conhece bem o problema da saturação da Ponte da Amizade. “Acompanhei e acompanho as dificuldades de haver uma única ponte ligando com o Paraguai, porque o fluxo é muito intenso”, conta. Ele reconhece que será necessário “uma mobilização maior dos efetivos de fiscalização e policiamento para os registros migratórios e o combate ao crime organizado”.

Já para o diretor do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteira (Idesf), Luciano Barros, a nova ponte vai permitir um crescimento gigantesco do comércio exterior em um ponto altamente estratégico. “A tríplice fronteira é a mais rica e movimentada de todos os quase 16 mil quilômetros de fronteiras do Brasil com outros países.”

Fiscalização

O movimento intenso de turistas na tríplice fronteira facilita a ação de grupos de criminosos, que aproveitam para atravessar drogas, armas, munições e contrabando para o lado brasileiro, não só pela fronteira seca, mas também pelo Rio Paraná. A construção da nova ponte vai contribuir com o aumento da fiscalização, já que contará com novas aduanas e sistemas de controle completos, voltados principalmente para as cargas.

A passagem de pedestres na nova ponte não será problema, já que o número será pequeno em comparação com o da Ponte da Amizade, onde só passarão turistas e moradores a pé, em carros particulares, vans, ônibus e motos, o que vai permitir direcionar a fiscalização para este tipo de público.

O investimento previsto é de R$ 463 milhões, dos quais R$ 323 milhões serão usados na Ponte da Integração e R$ 140 milhões nas obras da Perimetral Leste, ligação entre a nova ponte e a BR-277. Assim como a ponte, a Perimetral também será totalmente custeada pelo lado brasileiro de Itaipu.

Como os caminhões utilizarão rotas diferentes para sair de Foz, diretamente pela Perimetral Leste, também será facilitado o controle das cargas. Isso sem contar a redução de riscos de acidentes no trecho urbano da cidade, utilizado hoje por veículos pesados para acesso à BR-277. Do lado de Foz do Iguaçu, portanto, em vez de diminuir, a segurança na fronteira tende a aumentar, com equipes distribuídas pelas duas pontes, conforme atestam representantes da Polícia e Receita Federal.

Apreensões

Entre as duas pontes, o monitoramento do Rio Paraná será facilitado. A montante (acima) de Itaipu, por onde passa o volume maior de armas, munições, drogas, contrabando e descaminho, a Operação Hórus continuará agindo, sem prazo para acabar e sem pontos fixos. Criada pelo Ministério da Justiça, a operação provocou um prejuízo de R$ 4,5 bilhões para as organizações criminosas em seis meses, com a apreensão de 18,7 milhões de maços de cigarros, 145 veículos, 50 embarcações e 3,6 toneladas de drogas.

Com o aumento da repressão, as organizações criminosas já sentem escassez de mão de obra para trabalhos ilícitos, de acordo com o coordenador-geral de Fronteiras do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Eduardo Bettini.

Importância

Embora também represente um aumento da segurança em Foz do Iguaçu, já que estará localizada num trecho hoje pouco fiscalizado, o principal objetivo da Ponte da Integração Brasil-Paraguai é o de fomentar ainda mais os negócios entre os dois países e, especialmente, permitir o acesso e a troca de mercadorias entre outros países próximos, como Argentina, Chile e Bolívia, por exemplo.

Já a ponte sobre o Rio Paraguai, entre Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta, representará a sonhada ligação entre os oceanos Atlântico (Porto de Santos) e Pacífico, via portos do Chile. Isso também será possível entre o Porto de Paranaguá e Antofagasta, no Chile, futuramente.

“São obras estruturantes apoiadas por Itaipu para garantir o desenvolvimento econômico dos dois países”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna. Ele lembra que a Ponte da Integração estará concluída dentro de três anos, mas antes de pronta já atrairá novos investimentos à região, dos dois lados do Rio Paraná. Representará, assim, um novo ciclo de desenvolvimento para os dois países e permitirá a integração socioeconômica de boa parte da América Latina.

Sonho antigo

A segunda ponte sobre o Rio Paraná é um sonho antigo, de brasileiros e paraguaios. As negociações entre o Brasil e o Paraguai começaram em 1992, mas ao longo dos últimos anos muitos percalços impediram sua concretização.

Foi preciso que os presidentes Jair Bolsonaro e Mario Abdo Benítez, em nome da amizade entre os dois povos, selassem o acordo para que a margem brasileira de Itaipu construísse essa ponte, enquanto a margem paraguaia ficou responsável por outra, sobre o Rio Paraguai.

“Elas são de fundamental importância para os dois povos”, disse Bolsonaro no lançamento da pedra fundamental da Ponte da Integração, em maio deste ano. “Vamos fortalecer a conectividade entre o Brasil e o Paraguai”, ressaltou o presidente paraguaio.

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Romanelli defende que governo derrube acordos do MPF com pedageiras

O deputado Romanelli (PSB) disse nesta quinta-feira, 17, que os dois novos processos instaurados pela Controladoria-Geral do Estado (CGE) contra as concessionárias de pedágio apontam para a revisão dos acordos de leniência feitos pelo MPF (Ministério Público Federal). “O Estado não anuiu (aprovou) os acordos feitos pelo MPF e o pedágio. Eles são lesivos, contrários ao interesse público, e atendem, principalmente, os interesses das concessionárias”, reafirmou Romanelli.

“Outra notícia boa é de o Estado estuda medidas para impedir as empresas, exploradas do pedágio, de participar das próximas licitações. E não devem participar mesmo. Destaco ainda o trabalho pela CGE e a PGE”, completa Romanelli. Os contratos com as concessionárias se encerram em 2021 quando o Estado pretende abrir nova licitação para pedagiar 4,1 quilômetros de rodovias federais e estaduais.

Ainda nesta quinta-feira, a Agência Estadual de Notícias adiantou que a CGE instaurou mais dois processos administrativos contra concessionárias Ecovia, Ecocataratas e Rodonorte – empresas que já reconheceram a prática de atos de corrupção. A controladoria também estuda medidas para impedi-las, até a apuração de responsabilidades, de assinar contratos com a administração pública.

Atos lesivos

“Embora tenham celebrado acordo de leniência com o Ministério Público Federal, onde reconheceram a prática de atos lesivos à administração pública, as empresas não comunicaram os termos do acordo à CGE, descumprindo, assim, cláusula proposta no próprio acordo de leniência do Ministério Público Federal”, afirmou o controlador-geral Raul Siqueira.

Siqueira explicou que o acordo celebrado com o MPF não impede que o Estado faça a investigação e a definição de responsabilidades em desfavor das concessionárias. A CGE entende que, possivelmente, os valores dos acordos de leniência firmados com o MPF são inferiores aos efetivamente devidos. “Está sendo realizado um estudo, com outros órgãos, agências reguladoras, enfim, um levantamento de todo o Estado, com o objetivo de se apurar o justo e correto valor eventualmente desviado dos cofres públicos. Vamos apurar o mais importante: o dano à população” afirmou o controlador-geral do Estado.

O diretor da CGE, Daniel Berno, disse que podem ser adotadas medidas que se disponham a impedir que novas contratações gerem prejuízo aos cofres públicos e garantam o ressarcimento dos valores desviados por corrupção e improbidade administrativa. “Os acordos de leniência trazem benefícios e vantagens tanto para as empresas quanto para o Estado do Paraná, e podem ser propostos a qualquer momento, independentemente de ter em aberto processos administrativos de responsabilização ou não”, acrescentou Berno.

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Grupo Macuco Safari marca presença na 24ª edição da FIT – Feira Internacional de Turismo de América Latina

*Assessoria com informações FIT

Buenos Aires, capital da Argentina, tornou-se a capital do turismo no último sábado (5), quando foi oficialmente aberta uma das feiras mais importantes do setor, na América do Sul, a FIT-Feira Internacional de Turismo da América Latina, encerrada nesta terça-feira (8).

Distribuída em um espaço de 34.625 metros quadrados, a feira exibiu números impressionantes: foram contabilizados quase 2 mil expositores; 72 mil visitantes-cerca de 32 mil destes, profissionais do setor, e 114 palestras realizadas.

Ambiente e clima perfeitos para se estabelecer contatos, realizar negócios, conhecer cases de sucesso e atualizar-se.

Principal emissor

Dados do Ministério do Turismo atestam que em 2018 os argentinos representaram 40% dos visitantes internacionais no Brasil. Foz do Iguaçu e, mais precisamente, os passeios operados pelo grupo Macuco Safari (Kattamaram II, Itaipu Kattamaram, Macuco Safari e Macuco Rafting), são contemplados com uma boa parcela desses visitantes.

Visivelmente impressionada pela grandiosidade da feira, Natália Santos, gerente geral do grupo Macuco, falou de sua importância para o setor: “a FIT vem crescendo de forma impressionante, a cada ano, e hoje, representa um espaço bastante significativo para a promoção dos nossos atrativos, além de nos possibilitar ampliar ainda mais o fluxo turístico com a Argentina, principal emissor de visitantes para Foz do Iguaçu”, avaliou.

Natália Santos e Cleverson Teixeiras, gerentes geral e comercial do grupo Macuco

Já o gerente comercial, Cleverson Teixeira, para quem a FIT figura como excelente vitrine e oportunidade de se fazer contatos -muitos mais que negócios-como fez questão de salientar, apontou um dado que considera relevante ao participar nesse tipo de evento.

“Boas parcerias nascem dentro desse espaço de feira. Daí a importância de se participar, bater perna pelos corredores, conhecer pessoas, empresas, divulgar os produtos, trocar informações e cartões. Os contatos realizados dentro de uma feira como a FIT, via de regra trazem, posteriormente, resultados surpreendentes”.

Em 2018 Foz do Iguaçu recebeu 2,4 milhões de turistas argentinos. Depois da FIT, Cleverson acredita que esse número será ultrapassado. “Os argentinos adoram o Brasil, Foz do Iguaçu, o Macuco Safari, os passeios de Kattamaram e todos os demais atrativos do destino Iguaçu. Quem ainda não conhece, saiu da FIT decidido quanto a sua próxima viagem de férias”, finalizou.

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Grupo Macuco Safari leva a exuberância das águas do Destino Iguaçu à ABAV Expo 2019

Da assessoria com informações ABAV 2019

O passeio de barco pelo rio Iguaçu, até o cenário exuberante das Cataratas; atividades como o cachoeirismo, no Salto Macuco, e o rafting, nas corredeiras do rio.

A navegação pelos rios Iguaçu e Paraná em passeios com vista dos três países da fronteira trinacional -Brasil, Argentina e Paraguai, a bordo do Kattamaram II.

A suavidade e o encantamento do passeio no lago de Itaipu, a partir do Porto Kattamaram, no Complexo Turístico Itaipu.

As maravilhas das águas do Destino Iguaçu proporcionadas pelo grupo Macuco Safari estão em destaque na 47ª ABAV Expo Internacional de Turismo e 52º Encontro Comercial Braztoa.

O evento, que encerra nesta sexta-feira, 27 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, reúne companhias aéreas, empresas marítimas, destinos nacionais e internacionais, operadoras, agências, seguradoras e locadoras de veículos, entre muitos outros segmentos.

Black Friday – Nesta sexta-feira (27), último dia da Expo, o espaço será aberto ao público final que poderá se beneficiar da Black Friday de Viagens, com a compra de pacotes, produtos e serviços de turismo nacionais e internacionais, com descontos entre 5% e 50%.

São 500 pacotes formatados por operadores da Braztoa e que serão vendidos por agências associadas à ABAV.

Números do setor – Estudo do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), divulgado em março de 2019 aponta que o setor do turismo representa 8,1% do PIB brasileiro e, em 2018 registrou 6,9 milhões de empregos no Brasil.

De acordo com dados do Braztoa, só em 2018, 6,5 milhões de brasileiros viajaram; destes, 5 milhões para destinos dentro do Brasil.

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Segurança na fronteira recebe reforço concentrado em Foz do Iguaçu

São duas ações: uma operação com as Forças Armadas do Brasil e do Paraguai e um encontro com a participação de ministros de 11 países

Uma operação de segurança integrando as Forças Armadas do Brasil e do Paraguai, e um encontro dos ministros de Justiça e Segurança dos países do Mercosul, ambos sediados em Foz do Iguaçu, reafirmam o compromisso governamental de aumentar a vigilância em toda a faixa de fronteira. As ações, apoiadas pela Itaipu, são distintas, mas interligadas pelo mesmo foco: o combate ao crime organizado.

A Operação Paraná, que está prevista para acontecer entre 27 de setembro e 3 de outubro, reunirá uma série de iniciativas conjuntas, com a participação de 300 integrantes das Forças Armadas brasileira e paraguaia. A ação será desenvolvida nos municípios lindeiros ao reservatório de Itaipu, com diferentes exercícios militares. O último dia é reservado para uma manobra conjunta na usina.

Já o encontro de ministros, agendado para 4 a 7 de novembro, nas dependências do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), reunirá ministros da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Suriname. Um dos focos será o combate aos crimes transnacionais, normalmente praticados por organizações criminosas especializadas.

Operação Paraná
A inclusão de um exercício militar na usina de Itaipu na Operação Paraná corrobora a importância da obra para o Brasil e o Paraguai. “Por se tratar de uma área binacional, extremamente sensível e de soberania dos dois países, não se pode pensar em um exercício unilateral”, explica o chefe da Assessoria de Informações da usina, Francisco Ronald Fernandes.

E complementa: “Essa é, também, uma grande oportunidade para fortalecer os laços de amizade entre as Forças Armadas dos dois países”. Segundo Ronald, “a operação combinada deixa como legado conhecimento para novos exercícios binacionais”.

Crime organizado
O diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, que foi ministro da Defesa entre fevereiro e dezembro de 2018, afirma que, mais do que nunca, Brasil, Paraguai e países limítrofes precisam unir forças para ensejar o combate a um mal que hoje já não tem fronteiras: o crime organizado.

“As organizações criminosas movimentam um volume de dinheiro tão elevado que, para combatê-las, é preciso um amplo esforço de inteligência e de ações vigorosas, envolvendo as forças de segurança não apenas na fronteira, mas no destino final do tráfico”, afirma.

Silva e Luna acredita que a linha de ação pensada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para a fronteira com o Paraguai, que integrará as várias forças de segurança, é o caminho certo.

O Paraguai, diz o general, “tem o maior interesse nesta cooperação binacional, porque hoje está sofrendo cotidianamente com a ação de criminosos, nas ruas e nas prisões dominados por facções como o PCC e o Comando Vermelho, de origem brasileira”.

Ministros na Itaipu
A agenda do encontro ministerial ainda está sendo finalizada, mas será o ministro Sérgio Moro quem dará as boas-vindas a seus pares. Em seguida, está prevista uma visita às instalações do futuro Centro Integrado de Inteligência. Inspirado em modelo dos Estados Unidos, o escritório vai se chamar “Fusion Center” e funcionará em uma área de 600 metros quadrados no Parque Tecnológico Itaipu.

O projeto abriga 16 instituições, como Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Agência Nacional de Inteligência (Abin), Ministério da Defesa, Unidade de Inteligência Financeira (UIF – antigo Coaf) e Receita Federal, entre outras.

Principais funções
O escritório vai integrar o trabalho operacional dos órgãos de controle e investigação. Além de apoio operacional para as ações das polícias na fronteira, o Fusion Center também vai auxiliar em investigações do Brasil inteiro, por meio do levantamento de informações, processamento e difusão.

O escritório em Foz do Iguaçu funcionará em conjunto com o Centro Integrado de Inteligência inaugurado recentemente em Curitiba. O Fusion Center também vai auxiliar na criação de protocolos de troca de informações entre instituições.

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BPFRON apreende maconha líquida no Oeste do Paraná. Produto seria consumido em piteiras de cigarro eletrônico

Autoridades alertam pais que não dão importância sobre uso de cigarros eletrônicos

Policiais Militares do BPFRON apreenderam no interior de um ônibus nesta terça-feira (10) em Cascavel, no Oeste do Paraná, um rapaz transportando aproximadamente 250 ponteiras e oito frascos contendo uma substância líquida de princípio ativo THC – Tetra Hidro Canabinol.

Na abordagem do ônibus, que fazia a linha Foz do Iguaçu-Londrina (PR), o proprietário identificado como A.M. contou aos policiais do pelotão ROCAM que faziam patrulhamento, que se tratava de medicamento para cachorro.

Os produtos, adquiridos no Paraguai, seriam levados até Bauru, em São Paulo. Nas buscas no bagageiro do ônibus foi localizado uma mala com diversas “embalagens contendo um líquido que possuía odor bastante similar a maconha”, informam o boletim.

A tentativa de “migué” do suspeito não colou, uma vez que os policiais perceberam, em diversas das embalagens, escritas em inglês que tal substância continha 91% de THC, o principio ativo da maconha e que o produto continha “CANNABIS” Sativa, nome científico da “maconha”.

Diante das evidências, A. M teve de acompanhar a equipe até a Delegacia da Polícia Federal de Cascavel, foram realizados testes preliminares das substâncias, sendo o resultado positivo para o princípio ativo da maconha.

O suspeito recebeu voz de prisão por crime de tráfico de droga. Com ele haviam 244 ponteiras de uma marca, 3 ponteiras de outra e 8 frascos sem rótulos de caracterização contendo substância liquida de princípio ativo THC.

As autoridades alertam pais que não dão importância sobre uso de cigarros eletrônicos – Viper – Piteiras. “O THC líquido pode ser consumido de forma dissimulada”.

O uso dos cigarros eletrônicos pode estar ligados a seis mortes recentes nos Estados Unidos, provocadas por enfermidade pulmonar relacionada ao mesmo. Veja reportagem sobre o tema na CNN

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Contra ataques cibernéticos, Itaipu amplia parceria com PTI e Exército

A Itaipu Binacional vai ampliar as ações em defesa cibernética, com apoio do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e do Exército Brasileiro. O assunto foi discutido nesta quarta-feira (24), em Foz do Iguaçu (PR), em uma reunião de trabalho coordenada pelo diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, e pelo chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército, general Décio Luís Schons.

Uma das estratégias será fortalecer a atuação do Laboratório de Segurança Eletrônica, de Comunicações e Cibernética (Lasec²), vinculado ao Centro de Estudos Avançados em Proteção de Estruturas Estratégicas (Ceape²) e em fase de instalação no Parque Tecnológico.

O Lasec² foi criado dentro de um acordo de cooperação firmado por Itaipu, Exército e Parque Tecnológico, em 2014, e contará com ambientes de simulação e sistemas para identificar vulnerabilidades. O laboratório manterá um banco de dados atualizado, relacionando as principais ameaças cibernéticas do planeta.

Ameaça global

O general Silva e Luna observou que a ameaça cibernética é hoje uma das maiores preocupações em termos de defesa, não só do Brasil, mas de todas as forças armadas modernas. Como exemplo, ele disse que o próprio Ministério da Defesa brasileiro, que ele chefiou até o ano passado, sofria (e rechaçava) ataques diários.

Para o general Décio Luís Schons, a parceria entre Itaipu e Exército atende necessidades das duas instituições, “visando acima de tudo o interesse nacional e o bem comum”. “Acredito que exista sobre todos nós uma grande responsabilidade. Temos que fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que isso (ataques cibernéticos) não aconteça. E, se acontecer, que estejamos preparados”, salientou.

Ainda sobre o acordo com Itaipu, ele disse que se trata de uma parceria “ganha-ganha”. “Porque vai fazer tudo o que Itaipu necessita em termos de prevenção tecnológica, particularmente em relação a esses riscos cibernéticos. E, ao Exército, em particular, vai dar a oportunidade de capacitação para o nosso pessoal.”

O general Silva e Luna destacou que o projeto de defesa cibernética também será importante no processo de atualização tecnológica das unidades geradoras, trabalho que já está em andamento e deve se estender pelos próximos 14 anos. “O momento é oportuno e vamos avançar nesta direção”, disse, classificando a parceria com o Exército como “estratégica para Itaipu e para o Brasil”.

Após o encontro, no Centro Executivo da binacional, na Vila A, o grupo fez uma visita técnica às instalações do Parque Tecnológico, onde receberam informações sobre o andamento do projeto de baterias de sódio, do sistema híbrido de armazenamento de energia (parceria com o Exército) e do próprio Ceape².

A reunião de trabalho teve a participação do chefe de Tecnologia e Inovação e Comunicações do Exército, general Bráulio de Paula Machado; do chefe de Ensino, Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, general Hildo Vieira Prado Filho; e do comandante de Defesa Cibernética, general Guido Amin Naves – entre outros representantes do Exército.

Pela Itaipu, participaram os diretores de Coordenação, general Luiz Felipe Carbonell; técnico executivo, Celso Torino; e financeiro executivo, Anatalicio Risden Junior. Também estavam presentes o chefe da Assessoria de Informações, Francisco Ronald Rocha Fernandes, o superintendente de Segurança Empresarial, Alfredo Santos Taranto, representantes de outras áreas da empresa e também do Parque Tecnológico Itaipu.

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Começam os preparativos para a XIV Festa do Colono de Foz do Iguaçu

A Secretaria de Agricultura de Foz do Iguaçu em parceria com o Sindicato Rural e a Prefeitura de Santa Terezinha de Itaipu promovem no próximo domingo (28) a tradicional Festa do Colono, na Comunidade Rural de Aparecidinha.

O evento, que chega a sua 14ª edição, contará com a Caminhada da Natureza a partir das 8 horas e almoço com churrasco partir das 12 horas.

Os ingressos para o almoço estão sendo vendidos por membros da comunidade e também no Sindicato Rural a R$ 60 (2,5 kg de costela) e R$ 110 (5 kg de costela). Para o almoço, é necessário que os convidados levem pratos e talheres. Também serão servidos acompanhamentos, como saladas, mandioca e arroz.

A festa é realizada todos os anos em comemoração ao Dia do Colono, celebrado em 25 de julho, e ao Dia do Agricultor, comemorado em 28 de julho. De acordo com a Secretaria de Agricultura, a expectativa é que mais de mil pessoas participem da festa.

“Antes da caminhada, às 7 horas da manhã, será servido um café colonial, com pães, doces, cucas e produtos da agricultura familiar. Durante a festa, os visitantes também poderão adquirir produtos frescos, como queijos, mel, compotas e hortaliças na feira de produtos coloniais”, adiantou o secretário Michieu Platini de Oliveira.

Caminhada
Promovida em parceria com o Instituto Conhecer para Conservar, SOS Mata Atlântica e Secretaria de Esportes, a Caminhada da Natureza é aberta para adultos e crianças (desde que acompanhadas dos pais ou responsáveis).

O trajeto de quase 10 quilômetros na área rural contempla os municípios vizinhos de Foz do Iguaçu e Santa Terezinha de Itaipu. A inscrição para a caminhada é gratuita e pode ser feita na hora.

A Festa do Colono é uma promoção do Governo do Município de Foz do Iguaçu, através da Secretaria de Agricultura e conta também com o apoio da Fundação Cultural e Guarda Municipal.