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O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

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Festival das Cataratas de Foz do Iguaçu tem nova data e dois eventos complementares serão on-line

Evento é considerado um dos maiores do turismo nacional e será realizado nos dias 2, 3 e 4 de dezembro

A comissão organizadora do Festival das Cataratas anunciou nesta quarta-feira (8) que a 15ª edição da feira – prevista inicialmente para ser realizada em junho – foi adiada para os dias 2, 3 e 4 de dezembro, em Foz do Iguaçu (PR).

“Entendemos que o adiamento é a medida mais prudente para este momento que exige muito cuidado e segurança de todos nós, entretanto mantemos o otimismo e a confiança quanto ao futuro do turismo, com as instituições e a população trabalhando juntas para que logo tudo esteja normalizado ”, destacou o idealizador e coordenador do evento, Paulo Angeli.

Os dois principais eventos complementares do Festival estão mantidos para as datas originais e serão realizados de maneira virtual. O Hackatour Cataratas – uma maratona de programação para o desenvolvimento de soluções para o turismo – ocorre nos dias 7, 8 e 9 de agosto, e o Fórum Internacional de Turismo do Iguassu – principal evento técnico científico do turismo nacional – segue nos dias 9, 10 e 11 de setembro, com apresentações de palestras e trabalhos on-line. Também em setembro devem ser realizadas as tradicionais rodadas de negócios em formato virtual.

De acordo o secretário de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos de Foz do Iguaçu, Gilmar Piolla, “o Festival de Turismo das Cataratas é uma ferramenta estratégica de marketing e de relacionamento com o mercado”. O adiamento, segundo ele, vai coincidir com as ações de retomada do turismo. A Paraná Turismo também apoiou a decisão. “Entendemos o momento e os motivos que levaram à mudança. Continuaremos juntos no apoio a este evento, que é um dos mais efeitos que participamos”, disse o presidente da instituição, João Jacob Mehl.

Paulo Angeli ressalta que o Festival, que está consolidado como um dos maiores eventos do turismo nacional, “será o grande marco para celebrar o novo momento do turismo”. Para 2020, o evento vai contar com a Feira de Turismo e Negócios, Rodada de Negócios, Salão de Turismo Cultural e Espiritualidade, Salão MICE Cataratas, Salão do Vinho Argentino e Arena Gastronômica, além de capacitações, visitas técnicas e eventos sociais.
Informações sobre estandes disponíveis podem ser obtidas pelo pelo e-mail comercial@festivaldascataratas.com ou pelos telefones (45) 3029-6603 e (45) 99958-0025.

Mais de 8 mil pessoas participaram do Festival das Cataratas em 2019. Foto: Divulgação

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Pós-Covid: Foz do Iguaçu vai buscar reposicionamento em relação ao turista doméstico na retomada

Foz do Iguaçu vai buscar o reposicionamento em relação ao mercado brasileiro na retomada da atividade turística após a crise sanitária devido ao novo Coronavírus.

O aquecimento do setor econômico será fundamental para a recuperação de postos de trabalho. Antes da pandemia, o destino turístico já se mantinha entre os três mais visitados por turistas internacionais no Brasil.

No entanto, o turismo doméstico ainda pode melhorar, afirmam representantes do trade turístico entrevistados pela jornalista Fabíola Sinimbú, para reportagem especial do Portal EBC (Agência Brasil). O Brasil, em especial Foz do Iguaçu, vive um período atípico devido as fronteiras fechadas, o que favorece as viagens internas no país.

A intenção é explorar o turismo de natureza, lazer, eventos corporativos e de compras para atrair este filão do mercado. A atividade turística em Foz do Iguaçu permanece fechada devido um decreto estadual. A Secretaria Municipal de Turismo calcula que o mês de julho tenha taxa de ocupação de apenas 8%, mesmo com o fim normativa, prevista para o dia 15. 

O setor aposta em uma boa temporada de turismo nacional para dezembro. A retomada integral, com a força do turismo internacional, somente em 2021. 

“Nós temos consciência de que as atividades não podem ser retomadas, mesmo com o cumprimento de todos os protocolos de responsabilidade sanitária que a gente implantou”, explicou o secretário de Turismo, Gilma Piolla. Ele lembra que Foz do Iguaçu foi um dos primeiros destinos a implantar as medidas, “mas a gente acredita que o momento certo de retomada é na curva descendente da pandemia”, disse.

Regional

As regiões turísticas do Paraná também estão apostando na retomada do turismo regional, mas o setor pede ajuda. Os planos para a volta das atividades foram debatidos na manhã de terça-feira (7), na audiência pública virtual “Efeitos da pandemia no setor do turismo e possíveis ações emergenciais”, da Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa.

O evento, convocado pelo presidente da comissão, deputado Soldado Fruet, começou com a apresentação das ações planejadas pela Paraná Turismo. Segundo o presidente Jacob Mehl, a autarquia vem trabalhando para a retomada do setor em conjunto com entidades de classe, Sebrae e Secretaria de Estado da Saúde.

Por: GDia

Coronavírus em Foz do Iguaçu, Turismo,

Paraná aposta no turismo regional para retomada, mas setor pede ajuda

O Governo do Paraná e entidades de classe ligadas ao turismo apostam no turismo regional para a retomada do setor pós-pandemia da Covid-19

Os planos para a volta das atividades turísticas foram debatidos na manhã desta terça-feira (7) na audiência pública virtual “Efeitos da pandemia no setor do turismo e possíveis ações emergenciais”, proposta e conduzida pelo presidente da Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa, deputado Soldado Fruet (PROS). Porém, após ouvir as ações planejadas pela Paraná Turismo, representantes de vários segmentos do turismo estadual reforçaram o pedido de ajuda financeira do Estado para garantir a sobrevivência tanto dos negócios quanto dos empresários e trabalhadores.

Segundo o presidente da Paraná Turismo, Jacob Mehl, a autarquia vem trabalhando para a retomada do setor em conjunto com entidades de classe, Sebrae e Secretaria de Estado da Saúde. “É impossível recomeçar sem turismo regional”, resumiu. Ele cobrou melhorias para alavancar o turismo rodoviário, que em Foz do Iguaçu representa 80% dos visitantes, e defendeu a criação do Fundo Estadual do Turismo, para estruturar as 14 regiões turísticas do Estado com sinalização, acessos e banheiros.

“Turismo de aventura, ecoturismo e turismo rural serão os primeiros beneficiados com o projeto de retomada, com foco no turismo regional de curta distância”, indicou o diretor de marketing da Paraná Turismo, Aldo Carvalho. Segundo ele, serão trabalhados roteiros de 200 quilômetros partindo de onze centros emissores, entre eles Curitiba, Ponta Grossa e Foz do Iguaçu. O plano de retomada do turismo foi dividido em três fases: definição dos mercados, protocolos sanitários e, atualmente, encontros virtuais de negócios. A ideia é lançar uma grande campanha promocional de comunicação para divulgar os destinos turísticos do Estado para os paranaenses.

“Temos que fazer o dever de casa nos municípios para que o turista tenha confiança de participar dos atrativos sem medo e sem prejudicar a saúde”, comentou Márcio Assad, dono de pousada e operadora de turismo na Lapa e representante da Cooperativa Paranaense de Turismo (Cooptur). O vice-presidente do Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação (Seha), Jonel Chede, relatou dificuldades para conseguir recursos das linhas de crédito federais. “Mas com o turismo regional, acredito que tenhamos uma retomada mais rápida”, disse.

O presidente do Sindicato Estadual dos Guias de Turismo do Paraná (Sindegtur), Wilson Lessnau Junior, salientou que “o trade todo sofre com a pandemia, mas o guia sofre mais porque é autônomo e depende unicamente do trabalho diário”. Ele cobrou a votação do Projeto de Lei nº 297/2020, do Soldado Fruet, que autoriza o Estado a criar um auxílio emergencial para guias de turismo autônomos. O guia de turismo e diretor secretário da Liga Independente de Guias de Turismo de Foz do Iguaçu (Liguia), Alexandre Barbosa, agradeceu o Soldado Fruet por apresentar o PL 297/2020 e os demais deputados que assinaram o pedido de tramitação em regime de urgência.

Já o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Foz do Iguaçu e Região (Sindhoteis), Neuso Rafagnin, expressou preocupação com o decreto estadual de fechamento de atividades não-essenciais. “Os empresários não aguentam mais uma prorrogação dessa quarentena rígida”, enfatizou, frisando que o setor adotou medidas de segurança e higiene. Destacou os investimentos pesados da Itaipu na infraestrutura de Foz, mas pediu apoio do Governo e dos deputados para melhorias na infraestrutura e revisão da cobrança de tributos durante a pandemia.

“Se não tivermos apoio efetivo do poder público na questão de crédito e planejamento da reabertura do turismo, teremos problemas muito sérios na frente”, considerou Paulo Angeli, presidente do Conselho Municipal de Turismo de Foz do Iguaçu, que também criticou o novo fechamento de atividades por decreto estadual – a cidade havia iniciado a reabertura do turismo no dia 12 de junho. Ele concorda que o turismo regional vai alavancar a retomada, mas é preciso resolver os entraves do turismo rodoviário.

Por sua vez, o presidente da Associação de Motoristas por Aplicativo de Foz do Iguaçu (Amafi), Geronimo José dos Santos Centurion, reclamou da falta de medidas específicas de ajuda para a categoria. Contou que muitas vezes os próprios motoristas são obrigados a comprar equipamentos de proteção, como máscaras e álcool em gel.

Além do presidente Soldado Fruet, outros integrantes da Comissão de Turismo também participaram da audiência virtual: o vice-presidente Anibelli Neto (MDB) e os deputados Galo (Podemos), Professor Lemos (PT) e Maria Victoria (PP). O propositor da audiência disse que irá encaminhar as sugestões coletadas aos órgãos competentes. “Precisamos socorrer a categoria, que enfrenta muitas dificuldades nesse momento”, afirmou o Soldado Fruet, que na sessão remota desta terça-feira voltou a cobrar do Governo do Estado que viabilize um auxílio para os guias de turismo autônomos.

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Foz do Iguaçu aposta no turismo de compras para restabelecer economia, destaca a Agência Brasil

Município antecipa estratégias para reativar principal atividade

Com nova interrupção das atividades não essenciais desde o dia 1º de julho, por causa de um decreto estadual, o setor de turismo de Foz de Iguaçu, no Paraná, antecipa estratégias para reativar a principal atividade econômica da cidade. A aposta vem da abertura de diversas lojas francas, também chamadas free shops, que permitem a compra de produtos nacionais e importados livres de impostos.

Segundo o secretário municipal de Turismo, Gilmar Piolla, a ideia é desenvolver um novo segmento do setor, para oferecer mais atrativos aos turistas nacionais que, em um primeiro momento pós-pandemia, devem focar nos destinos brasileiros, por causa das restrições à entrada em outros países. “Nossa meta é atrair em torno de 25% do público que viaja para destinos de compras mundialmente famosos, como Miami, Paris e outros”, diz.

Ainda neste ano, seis lojas francas devem entrar em funcionamento na cidade, sendo que uma delas chegou a ser inaugurada pouco antes das medidas federais para conter a pandemia, que interromperam as atividades não essenciais desde o dia 17 de março em todo o país.

Os novos modelos de comércio são amparados pela Lei 12.723, de 2012, que permite lojas francas em cidades nas fronteiras do país, onde tanto a população local quanto os turistas podem consumir até US$ 300 ao mês, livres de impostos. Esse valor se torna ainda mais atrativo, ao se somar à cota de US$ 500, livre de impostos, que o turista pode consumir nas lojas francas de outros países, ao atravessar a fronteira.

Com a isenção tributária, os preços dos produtos chegam a sofrer redução de 64% para perfumes, 54% para bebidas, 53% para artigos de vestuário, 45% para aparelhos celulares e 37% para relógios, segundo a consultora e especialista em lojas francas, Elizângela de Paula Khun. Para o setor, esse será mais um apelo ao turista brasileiro, que deverá ser mais econômico diante do cenário incerto pós-pandêmico.

Geração de empregos
De acordo com estimativa de um estudo da FGV Projetos, em 2020 o Produto Interno Bruto (PIB) do turismo será de R$ 165,5 bilhões, o que representará queda de 38,9% na atividade.

Em todo o Brasil, a cidade de Foz do Iguaçu é uma das mais atingidas pela queda na atividade, causada pelas medidas de contenção da covid-19. “Nossa economia é muito dependente do turismo. Para você ter uma ideia, 40% dos empregos diretos e indiretos, formais e informais, da nossa economia são ligados à cadeia produtiva do turismo. Dois terços das receitas do Imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISSQN) também são provenientes do turismo”, diz Gilmar Piolla.

Segundo o secretário, o município promoveu medidas de redução de danos para a economia, como o estímulo à suspensão de contratos de trabalho para a participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador, que é prevista no Artigo 476A da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Para compensar a suspensão, a proposta também prevê uma complementação de renda e a garantia de estabilidade por período igual ao do afastamento do trabalhador.

Mesmo com essa possibilidade, a força de trabalho de Foz do Iguaçu foi atingida fortemente pela pandemia. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram saldo negativo de 5.157 postos de trabalho, entre janeiro e maio de 2020, um dos maiores impactos nacionais proporcionalmente à população da cidade.

Com a inauguração das lojas, a expectativa é que parte desses postos de trabalho seja reaberta. Uma das novas lojas pertence à rede Cell Motion, já estabelecida no Paraguai, com uma das maiores lojas francas de países fronteiriços.

Segundo o CEO do grupo, Jorbel Griebeler, somente a loja da rede, prevista para ser inaugurada em dezembro em um shopping localizado no principal corredor turístico de Foz do Iguaçu, tem previsão de gerar 150 emprego diretos, podendo chegar a 300 indiretos.

Com 2 mil metros quadrados, a loja do grupo deverá ser uma das maiores entre as seis que já estão autorizadas a abrir. Para Piolla, juntas elas devem gerar cerca de 600 novos empregos e o impacto de postos indiretos deverá representar boa parte da recuperação dos que foram fechados durante a pandemia.

Turismo nacional
A expectativa da gestão municipal é que a recuperação dos demais postos de trabalho aconteça com o reposicionamento da cidade em relação ao turista brasileiro. Antes da pandemia, a cidade de Foz do Iguaçu já se mantinha entre os três destinos mais visitados por turistas internacionais no Brasil, mas o turismo doméstico ainda pode melhorar, segundo Piolla.

Com esse potencial turismo doméstico, as fronteiras fechadas, as restrições da entrada de brasileiros nos destinos internacionais mais procurados e o turismo de natureza, lazer e eventos corporativos bem estruturados; Foz do Iguaçu passou a ser uma boa oportunidade de investimento para o grupo Cell Motion.

Griebeler conta que a decisão da rede em investir no novo empreendimento ocorreu após o fechamento da fronteira, quando a loja no lado paraguaio sofreu uma redução drástica de possibilidade de público, uma vez que 80% dos consumidores do local eram turistas brasileiros. “Para você ter uma ideia do tamanho do nosso negócio, recebíamos em torno de 10 mil pessoas por dia”. conta.

Enquanto as fronteiras não forem abertas, esse potencial para o turismo de compras poderá ser absorvido pelas novas lojas francas no Brasil e, depois disso, não concorrerão entre si, já que as cotas no Brasil e fora são cumulativas.

Atualmente, o setor permanece parado, e a secretaria municipal calcula que o mês de julho tenha taxa de ocupação de apenas 8%, mesmo com o fim do decreto estadual, previsto para o dia 15. O setor aposta em uma boa temporada de turismo nacional para dezembro e a retomada integral, com a força do turismo internacional, somente em 2021, para quando já existem mais 16 propostas de abertura de lojas francas em análise.

“Nós temos consciência de que as atividades não podem ser retomadas, mesmo com o cumprimento de todos os protocolos de responsabilidade sanitária que a gente implantou. Foz do Iguaçu foi um dos primeiros destinos a implantar, mas a gente acredita que o momento certo de retomada é na curva descendente da pandemia”, afirma Gilmar Piolla.

Edição: Graça Adjuto
Fonte: Agência Brasil

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Sindhotéis reivindica à prefeitura funcionamento de hotelaria e gastronomia de Foz do Iguaçu

Sindicato defende abertura de estabelecimentos para amenizar crise grave enfrentada pelo setor

O Sindhotéis está em diálogo permanente com o prefeito Chico Brasileiro a respeito da “quarentena mais restritiva” decretada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nas cidades de maior incidência da covid-19 do Paraná e confirmada pela Prefeitura de Foz do Iguaçu, na última terça-feira, 30.

Pelos decretos estadual e municipal, as atividades consideradas “não essenciais” estão suspensas de 1º a 14 de julho em Foz do Iguaçu e mais seis macrorregiões do Paraná. O diálogo visa esclarecer as regras válidas para os meios de hospedagem e permitir desde já o funcionamento da gastronomia (setor novamente atingido pelos governos).

O presidente do Sindhotéis, Neuso Rafagnin, diz que é preciso esclarecer as dúvidas sobre as restrições. O encontro contou com a participação do diretor-executivo do Sindhotéis, Plácido Oliveira, e do empresário Vilmar Andreola. Devido as lacunas nos decretos, a posição é temporária.

Considerando que os dois decretos não citam explicitamente o fechamento dos meios de hospedagem, o setor permanece autorizado a funcionar em condições normais, seguindo os protocolos de segurança já estabelecidos em normativas anteriores.

Essa é a posição até que haja uma definição explícita por parte do Governo do Estado sobre Foz do Iguaçu. Chico Brasileiro antecipou que os prefeitos que integram a AMOP (Associação dos Municípios do Oeste do Paraná) estão em negociação com o Governo do Estado para definir esta e outras lacunas deixadas pela legislação.

Defesa da gastronomia

Para o presidente do Sindhotéis, os empresários de restaurantes, bares, lanchonetes e similares estão esgotados e com seríssimas dificuldades para manter as portas abertas. A restrições aos estabelecimentos do setor , sobretudo da gastronomia, é um retrocesso, critica o dirigente.

“Foz vem adotando medidas saneadoras, por isso não deveria ter sido incluída no decreto estadual uma vez que aqui os empresários do turismo, da hotelaria e gastronomia vinham cumprindo a sua parte nas medidas de prevenção. Se tem exageros, é onde o estado não fiscaliza”, pondera Rafagnin.

Transporte coletivo

Outro assunto importante abordado na reunião diz respeito a restrição imposta aos funcionários dos hotéis de utilizar o transporte coletivo. O prefeito prometeu suspender a restrição. O diretor-executivo do Sindhotéis, Plácido Oliveira, e superintendente da Foztrans, Fernando Maraninchi, alinharam o tema visando a autorização de transporte de funcionários de hotéis, pousadas e motéis.

Prorrogação impostos

Também foi abordada nova prorrogação do vencimento de impostos municipais. Isso porque em julho vence o prazo de 90 dias que prorrogou o pagamento de tributos como IPTU e ISSQN. Chico Brasileiro anunciou que o prazo para o pagamento será prorrogado por mais 30 dias, com possibilidade ampliar a medida no futuro.

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Viagens para o Sul entre as primeiras opções de lazer dos moradores do Nordeste, adianta a Abav-CE

Os destinos “próximos, de carro” e também do Sul do Brasil, em especial Serra Gaúcha, Foz do Iguaçu e Porto Alegre, estão entre as primeiras opções de viagens de lazer dos “cearenses e moradores do Nordeste como um todo” no período pós-pandemia.

A informação é do presidente da Associação Brasileira de Agências de Vaigens (Abav-CE), Murilo Santa Cruz, ao falar sobre descontos nos preços de pacotes de viagens, ao Diário do Nordeste.

“Os pacotes, de uma forma geral, estão mais baratos do que antes da pandemia. Em alguns pacotes a gente verifica descontos que variam de 40% a 60%. Dependendo do pacote alguns destinos têm descontos maiores”, , informou o presidente.

“Os destinos mais agressivos (no preço) são exatamente para fora do País que é para onde se tem uma demanda menor. Tem pouco cliente querendo ir para fora do Brasil e quem quer viajar está optando viajar pelo Brasil”, completou Murilo.

Segundo a CVC, no geral, hotéis dentro do Brasil estão oferecendo tarifas até 30% mais em conta para o final do ano e em comparação com o mesmo período do ano passado.

Para a agência, a retomada do mercado de turismo se dará pelas viagens de lazer em destinos domésticos, de forma gradativa, a partir deste mês.

“A grande maioria dos hotéis e resorts parceiros da CVC já informaram que estão reabrindo de forma gradativa a partir de julho. A procura por orçamentos está mais concentrada para embarques no final do ano, rumo a destinos nacionais”, destacou.

Leia mais no Diário do Nordeste

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Lado argentino das Cataratas do Iguaçu pode reabrir para moradores de Puerto Iguazú

O governo da província de Misiones avalia a proposta do lado argentino do Parque Nacional do Iguaçu, de reabrir o atrativo para moradores de Puerto Iguazú, no próximo final se semana.

O governador Oscar Herrera Ahuad, disse que a reabertura aproveitando o feriado da próxima segunda-feira (15), em homenagem ao General Martín Miguel de Güemes, seria como um teste para a retomada do turismo no Parque Nacional.

Herrera ressaltou que mesmo com o grande movimento do último feriado de Dia dos Pais, em 21 de junho, a curva epidemiológica se manteve estável.

Em toda a província de Misiones foram registrados 40 casos de Covid-19, com 36 recuperados e três mortes. No último domingo (5) não houveram novos registros da doença.

Por: Rádio Cultura

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Efeito Coronavírus: Dreams Park Show de Foz do Iguaçu suspende atividades por 14 dias

Atendendo à determinação dos Governos Estadual e Municipal, o Complexo Dreams Park Show, em Foz do Iguaçu, suspende as atividades por 14 dias. O objetivo é combater a proliferação do coronavírus.

O Complexo já havia fechado as portas em março e reaberto no dia 10 junho, com várias medidas de segurança, assim como os demais atrativos turísticos da cidade.

“Precisamos fazer a nossa parte na luta contra esse vírus. É uma pausa estratégica. Voltaremos em breve”, afirmou a gerente Comercial do Dreams Park Show, Paula Haito.

O Complexo conta com seis atrativos: Museu de Cera, Maravilhas do Mundo, Vale dos Dinossauros, Dreams Ice Bar, Super Carros e Dino Adventure. Em breve, vai inaugurar o Dreams Motor Show.

Mais informações no Facebook do Dreams Park Show

Foz do Iguaçu, Turismo,

Carlos Silva faz balanço das atividades do Comtur, Conselho de Turismo de Foz do Iguaçu

Conselho Municipal de Turismo elege nova diretoria

O ano de 2020 começou promissor para o turismo iguaçuense, que vinha de recorde de visitação em seus principais atrativos, novos investimentos na rede hoteleira e obras de infraestrutura pleiteadas há décadas saindo do papel. Nesse cenário, eram muitos os desafios e os projetos pautados pelo Conselho Municipal de Turismo (Comtur), definidor das políticas públicas do setor.

Veio a pandemia de covid-19. O horizonte de expansão foi substituído pela necessidade de medidas emergenciais. Nesse momento emblemático pelo qual passam Foz do Iguaçu e o Brasil, o Comtur elegeu sua nova diretoria nessa quarta-feira, 1º, em sessão plenária por videoconferência, seguindo as recomendações sanitárias vigentes.

Empresário e idealizador do Festival das Cataratas, Paulo Angeli foi eleito presidente. O vice-presidente é Yuri Benites, gerente-geral do Complexo Turístico Itaipu (CTI). Eles foram eleitos por aclamação entre os representantes das entidades públicas e privadas do turismo de Foz do Iguaçu.

Carlos Silva. (Foto: Marcos Labanca)

Presidente do conselho em duas gestões seguidas, de 2018 a 2020, Carlos Silva faz um balanço positivo da atuação do colegiado. Silva, que teve como vice-presidente Licério Santos, destaca o fortalecimento institucional do Comtur, a valorização das entidades e dos conselheiros, a ampliação do diálogo com a comunidade e a qualificação das pautas deliberadas pelo plenário.

“Ampliamos o número de instituições que integram o Comtur e valorizamos as entidades e seus representantes, estimulando a participação de cada conselheiro”, frisa. “O Grupo 1, responsável pelo trabalho técnico, também foi fortalecido, objetivando embasar e qualificar as matérias apreciadas nas sessões”, completa Carlos Silva

Além do diálogo natural mantido com a Secretaria Municipal de Turismo e com as instituições que o integram, o Comtur consolidou sua interlocução com a sociedade. Após a eleição dos representantes políticos da cidade, pactuou com deputados estaduais e federais e com gestores as reivindicações e os interesses do turismo de Foz do Iguaçu.

No ano passado, o Comtur foi protagonista da Conferência Municipal de Turismo, que elegeu as metas e projetos para dez anos. “Ajudamos a promover um amplo debate com a comunidade, com pré-conferências específicas para cada setor, envolvendo desde o morador da cidade ao empresário, passando pelo trabalhador, técnicos e academia”, relata Carlos Silva.

A atuação do Comtur com a Gestão Integrada do Turismo e o setor empresarial, aponta Carlos Silva, pode ser analisada a partir do reconhecimento do Destino Iguaçu em níveis estadual e nacional. “Nosso turismo esteve nas principais premiações do país, inclusive com a escolha da Gestão Integrada pelo Ministério do Turismo como uma boa prática.”

Conquistas

De acordo com Carlos Silva, as deliberações da plenária do Comtur responderam às demandas do setor. Ele cita a atuação do conselho em definições orçamentárias, análise e aprovação de projetos e na agenda propositiva ao poder público. 

Entre as matérias que passaram pelo Comtur, Silva enumera, entre outras, a regulamentação do transporte por aplicativo, o novo decreto de eventos e a conquista da Companhia de Atendimento ao Turista da Polícia Militar. A renovação do termo de cooperação da Gestão Integrada do Turismo e o regramento dos serviços de vallet e parklet também fazem parte das ações.

O Comtur ainda atuou junto a outros organismos a favor da melhoria da segurança pública, como no pedido de mais policiamento na região da Ponte Internacional da Amizade e na permanência do efetivo policial durante o verão. Obras de infraestrutura, com a Perimetral Leste, para desafogar o trânsito de caminhões no corredor turístico, também são pleitos defendidos pelo conselho.

Plenária do conselho em sessão para debater pautas do turismo (Foto Marcos Labanca/Arquivo)
Paraná, Turismo,

Audiência pública vai debater ações emergenciais para o setor do turismo

Por proposição do deputado Soldado Fruet (PROS), presidente da Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), será realizada na próxima terça-feira, dia 7 de julho, às 10h, uma audiência pública por videoconferência com o tema “Efeitos da pandemia no setor do turismo e possíveis ações emergenciais”.

Segundo o parlamentar, o objetivo é tratar da situação em que se encontram os trabalhadores autônomos, empresários e funcionários do ramo e possíveis medidas emergenciais para mitigar suas perdas.

De acordo com o Soldado Fruet, o debate se justifica “diante do imenso prejuízo sentido pelo turismo em decorrência da pandemia de Covid-19, setor de suma importância para o Estado, tanto na apresentação de nossas terras a visitantes brasileiros e estrangeiros, quanto pela pujante arrecadação de impostos que gera, mas que agora vive à míngua e sem perspectiva de melhora, em razão das restrições de locomoção e viagens vistas no mundo todo”.

“Esses paranaenses precisam, mais do que nunca, de ações emergenciais, junto aos órgãos governamentais, para saírem dessa triste situação”, argumenta o Soldado Fruet. Por este motivo, explica, se faz necessária a realização desta audiência pública para debater o cenário atual, ideias, sugestões, anseios e possíveis atitudes que possam ser tomadas para auxiliar os profissionais do setor.