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Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

Brasil, Coronavírus, Destaques,

Governo federal inicia distribuição de mais cinco milhões de doses de vacina

O Ministério da Saúde vai distribuir mais de 5 milhões de doses de vacinas contra covid-19, de forma proporcional e igualitária a todos os estados e ao Distrito Federal. As entregas iniciaram ontem (21)

Do total de doses, pouco mais de 1 milhão correspondem à primeira remessa de vacinas da AstraZeneca/Oxford (Covishield), produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Outras 3,9 milhões são referentes a mais um lote da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan.

De acordo a pasta, em seu 7º Informe Técnico da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), a nova remessa da CoronaVac vai atender aos profissionais de saúde e idosos de 70 a 74 anos, enquanto os imunizantes da AstraZeneca contemplarão comunidades ribeirinhas e quilombolas.

A estratégia foi definida pelo Ministério da Saúde considerando as possíveis dificuldades logísticas para o atendimento a essas comunidades e o prazo maior para a aplicação da segunda dose da vacina produzida pela Fiocruz. Como o intervalo entre as doses é de 12 semanas, isso deve facilitar o cumprimento do esquema vacinal em locais de difícil acesso. No caso da vacina do Butantan, o intervalo máximo entre as doses é de quatro semanas.

“A expectativa é que essa distribuição contemple 100% dos moradores de comunidades ribeirinhas e 63% da população em comunidades quilombolas em todo o país”, informou a pasta. A previsão é que as doses pendentes para os povos quilombolas sejam entregues na próxima etapa de distribuição, o que deve acontecer na próxima semana, entre os dias 22 e 26 de março.

Garantia da segunda dose

Ainda segundo o informe, nesta etapa de distribuição, todas as doses da CoronaVac deverão ser usadas pelos estados como primeira dose. “A recomendação vem após a garantia da estabilidade de entregas semanais das remessas de vacinas com produção nacional e matéria-prima (IFA) importada. Essa estratégia vai possibilitar a aceleração da vacinação dos grupos prioritários no Brasil e redução dos casos graves de covid-19”, informou o Ministério da Saúde

O insumo farmacêutico ativo (IFA) da CoronaVac é produzido no laboratório chinês Sinovac, desenvolvedor da vacina e parceiro do Instituto Butantan.

De acordo com o Ministério da Saúde, até o momento, essa recomendação era destinada apenas para as doses da Covishield, devido ao intervalo de 12 semanas entre a primeira e a segunda aplicação. A pasta ressalta que aplicação das duas doses de cada imunizante deve seguir o intervalo estipulado, para completar o esquema vacinal e consequente imunização.

Cronograma

O Ministério da Saúde informou ainda que já coordenou nove pautas de distribuição de vacinas desde o dia 18 de janeiro, início da campanha de vacinação contra covid-19. Até o momento, foram enviadas aos estados e Distrito Federal cerca de 25 milhões de doses de imunizantes, com mais de 13 milhões de pessoas vacinadas.

Para o mês de março, há a previsão de entrega de um total de 30 milhões de doses: 23,3 milhões da CoronaVac, enviados pelo Butantan em remessas semanais e distribuídas na mesma periodicidade; 3,8 milhões da AstraZeneca/Oxford, vindas da Fiocruz; e mais 2,9 milhões de doses do mesmo imunizante adquiridos via Covax Facility, a aliança internacional da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Ministério da Saúde tem ainda contratos finalizados para receber 100 milhões de doses da vacina da Pfizer/BioNTech e 38 milhões de doses da Jonhson & Jonhson (produzida pela Janssen), até o fim do ano. A vacina Sputnik V também já entrou no cronograma da pasta, após contrato celebrado com a União Química, e já tem entregas previstas para abril, maio e junho.

(Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

As informações são de GDia

Brasil, Coronavírus,

Número de vacinados com 1ª dose no Brasil supera hoje o total de casos de covid

Incluindo segundas doses, o Brasil já superou a marca de 16 milhões de vacinas aplicadas

Com mais de 16 milhões de vacinas aplicadas até domingo, o número de pessoas que receberam ao menos uma dose supera 12 milhões nesta segunda-feira (22) e marca a virada, superando o total de casos confirmados de coronavírus no Brasil.

Apesar de estarmos enfrentando a segunda onda, que já afligiu EUA e europeus, dados do vacinabrasil.org mostram que o ritmo de vacinação é cinco vezes mais rápido que a proliferação do vírus.

Neste domingo (21), o Brasil chegou à marca de 16.005.701 de vacinas aplicadas, das quais 11.839.295 foram primeira dose, enquanto o número de contaminados por covid atingiu 12.002.173 casos totais. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Em 5 de fevereiro, quando começaram as segundas doses, a média diária de vacinas aplicadas era de 211 mil. Na sexta, fechou em 380 mil.

O ritmo aumentará muito após o Ministério da Saúde liberar os Estados de fazer estoque para segunda dose. Estas serão fornecidas a tempo.

Apesar de todas as críticas, o Brasil segue vacinando mais, inclusive proporcionalmente, que os elogiados Alemanha, França e Itália.

A situação poderia ser bem melhor sem a perda de tempo da briga política entre Jair Bolsonaro e o governador paulista João Dória.

Brasil, Coronavírus, Destaques,

Boa notícia: Brasil recebe hoje 1,02 milhão de vacinas do consórcio Covax-Facility

Covax-Facility é uma aliança internacional da OMS

O Brasil recebe hoje (21) o primeiro lote de vacinas contra covid-19 provenientes do consórcio Covax-Facility. Serão 1.022.400 doses que chegarão ao país às 18h. A chegada das vacinas foi confirmada pela representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) no Brasil, Socorro Galiano.

Galiano enviou na sexta-feira (19) uma carta endereçada ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. “É com satisfação que informamos que o primeiro embarque, referente a 1.022.400 doses da vacina contra Covid-19, adquiridas através do mecanismo Covax, chegará ao Brasil no dia 21 de março de 2021”, disse ela, na cara.

Na carta ao ministro, a representante da Opas/OMS no Brasil também acrescentou que 90% das doses têm vencimento em 31 de maio de 2021 e as demais 10% em 30 abril de 2021. A Covax-Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS) que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19. Trata-se de um consórcio internacional com o objetivo de garantir acesso igualitário à imunização.

De acordo com o comunicado do consórcio, a projeção é que sejam enviadas 330 milhões de doses das vacinas da Pfizer/BioNTech e Oxford/AstraZeneca na primeira metade de 2021 para 145 países integrantes da aliança, que reúne mais de 150 nações.

As informações são de Agência Brasil

Brasil, Destaques, Paraná,

Governo envia doações de paranaenses para vítimas das enchentes no Acre

O Governo do Estado enviou 48 mil peças de roupas doadas por paranaenses para a população do Acre, atingida por fortes enchentes no mês passado. As doações foram feitas nas sedes do Corpo de Bombeiros a partir de uma ação conjunta do Poder Público e da sociedade civil. A ação, iniciada em 25 de fevereiro, foi coordenada pela Superintendência Geral de Ação Solidária e contou com o apoio da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.

A coleta foi realizada durante quinze dias, em diversos pontos do Estado, inclusive nas sedes de órgãos da administração estadual. Para a primeira-dama Luciana Saito Massa, que preside o Conselho de Ação Solidária, o sentimento é de gratidão imensa a todos que compartilharam a solidariedade nesta campanha. As 48 mil peças de roupa foram higienizadas e separadas por gênero e tamanho. Elas vão ser entregues em Rio Branco para a Secretaria de Assistência Social do Acre, que ficará responsável pela distribuição às famílias locais.
As roupas foram enviadas em três caminhões da Defesa Civil paranaense, que partiram de Curitiba na manhã desta sexta-feira, e a expectativa é que a viagem dure entre três e quatro dias. Segundo o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig, a campanha foi um sucesso e demonstrou mais uma vez a solidariedade do povo paranaense.

Ele destaca que a viagem é longa, mas as ações de ajuda humanitária não vão parar pela distância. //SONORA CEL FERNANDO SCHUNIG.// De acordo com o Coronel Schunig, são conhecidas as dficuldades logísticas das regiões mais extremas do Brasil por conta da sua dimensão. Por isso a ação em conjunto com a primeira-dama do Estado, Luciana Saito Massa, que liderou o pedido de que o Paraná fosse solidário e ajudasse os irmãos do Acre. //SONORA CEL FERNANDO SCHUNIG.// As intensas chuvas no Acre em fevereiro causaram uma das maiores inundações de sua história, atingindo cerca de 130 mil pessoas, o que provocou o decreto de situação de emergência nos municípios. Além disso, o Estado também enfrenta a situação da pandemia de Covid-19, da dengue e conflitos migratórios na região.

O Paraná recebeu o prêmio de “Estado mais solidário do Brasil”, concedido pelo programa Pátria Voluntária do Ministério da Cidadania em março de 2020. A premiação foi criada como uma forma de reconhecimento e fomento às práticas cidadãs promovidas em todo o país. Na ocasião, o Paraná ocupou os três primeiros lugares do pódio da premiação, que somou o número de horas de atividades voluntárias realizadas por organizações da sociedade civil, do setor público, empresarial ou por pessoas físicas.

Repórter: Marcelo Galliano
As informações são de Agência de Notícias do Paraná

Brasil,

Anvisa facilita importação direta de medicamentos para intubação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai permitir a importação direta de insumos por hospitais e redes hospitalares para agilizar o acesso a medicamentos de intubação e equipamentos de suporte ventilatório.

A intenção é facilitar o acesso a medicamentos utilizados em UTI para intubação, entre outros procedimentos. Segundo a Anvisa, as medidas regulatórias emergenciais ainda serão detalhadas, mas elas garantirão a flexibilização de critérios para a aquisição desses insumos.

Em pelo menos 18 estados, o chamado “kit intubação” dura, no máximo, 20 dias. A informação foi dada na última quinta-feira pelo Fórum de Governadores. No mesmo dia, os governadores encaminharam ofício ao Ministério da Saúde para solicitar a compra emergencial de medicamentos para intubação.

As medidas regulatórias emergenciais da Anvisa ainda serão detalhadas, mas elas garantirão a flexibilização de critérios para a aquisição desses insumos. Ainda nesta sexta, a Anvisa afirmou que empresas fornecedores de insumo sem registro na agência devem entrar em contato com o órgão.

Brasil, Coronavírus,

Brasil registra alta de 355 mil mortes nos últimos 12 meses, dizem cartórios

Com a pandemia da Covid-19, o Brasil atingiu o recorde de mortalidade desde o início da série “Estatísticas do Registro Civil”, criada em 2003. Ao total, 1.498.910 pessoas morreram entre março de 2020 e fevereiro de 2021, de acordo com dados dos Cartórios de Registro Civil do país, disponibilizados no Portal de Transparência do Registro Civil.

Os números compõem duro contraste com a realidade do ano anterior. Estatisticamente, é um aumento de 31% em relação à média histórica, e 13,7% em relação ao cálculo de 2019. Dentro dos 31%, repousam 355.455 vidas brasileiras.

Grande vítima da sobrecarga da rede hospitalar e insuficiência administrativa demonstrada pela crise de oxigênio, a região norte foi a mais agravada. Só o estado do Amazonas enfrentou crescimento de 86,8%. Outros destaques pelo Brasil são Espírito Santo (42,8%), Santa Catarina (36,4%)e Maranhão (33,3%).

O levantamento chega em meio à campanha vagarosa de vacinação nacional, e logo após o mês mais letal da pandemia — coincidentemente, o mais curto do ano. Fevereiro contou com 119.335 mortes ao longo de seus 28 dias, e os números ainda podem aumentar, já que os prazos para registro preveem intervalo de até 15 dias entre falecimento e lançamento de registro no Portal da Transparência. Além disso, alguns estados adotaram expansão de prazo para comunicação de registro em razão da situação emergencial.

“Poder disponibilizar em tempo real estas estatísticas, em um momento tão delicado, para que a sociedade possa se informar, tem sido um trabalho diferenciado” diz Gustavo Renato Fiscarelli, presidente da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), que administra o portal.

As informações são de Consultório Jurídico

Brasil,

Senador José Maranhão morre de Covid-19 aos 87 anos

O senador José Maranhão (MDB-PB), 87 anos, faleceu nesta segunda-feira (8) em São Paulo (SP), em decorrência de complicações da covid-19. Ele estava internado havia 71 dias, desde o fim de novembro, quando foi diagnosticado com a doença.

Senador mais idoso da legislatura atual, Maranhão deu entrada no Hospital Alberto Urquiza Wanderley, em João Pessoa (PB), em 29 de novembro, dia do segundo turno das eleições municipais de 2020. Após votar, o senador passou mal e foi encaminhado para exames.

Na madrugada do dia 3 de dezembro, ele foi transferido para o Hospital Vila Nova Star, na capital paulista, com insuficiência respiratória provocada pelo coronavírus. O quadro evoluiu para uma pneumonia viral.

O corpo será levado para sua terra natal, Araruna, na Paraíba, onde será enterrado. Ele será substituído no Senado pela suplente Nilda Gondim (MDB-PB), já em exercício desde o início de janeiro. O mandato da chapa vai até 2023.

continue lendo em Agência Senado .

Brasil, Destaques,

Vitória de Bolsonaro: Arthur Lira e Rodrigo Pacheco são os novos presidentes da Câmara e Senado

O presidente Jair Bolsonaro garantiu duas importantes vitórias nesta segunda-feira (1º de fevereiro), no retorno dos trabalhos legislativos do Congresso Nacional, que reúne Câmara e Senado.

No meio da tarde Bolsonaro emplacou seu candidato Rodrigo Pacheco (DEM-MG) para presidência do Senado, em substituição a Davi Alcolumbre (DEM-AP). Pacheco recebeu 57 votos contra 21 da senadora Simone Tebet (MDB-MS).

Na Câmara, próximo da meia da noite, o presidente venceu com seu indicado Arthur Lira (PP-AL), que recebeu 302 votos, superando os 145 votos do segundo colocado Baleia Rossi (MDB-SP), candidato do agora ex-presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Com as vitórias nas duas casas, Bolsonaro espera agora avançar em seus projetos enviados de reforma e reajustes ao Congresso Nacional.

Lira e Pacheco comandam Câmara e Senado no biênio 2021-2022.

Brasil, Coronavírus, Destaques,

Covid-19: Ministério da Saúde confirma compra de mais 54 milhões de doses da CoronaVac

Pasta tem contrato com Butantan para total de 100 milhões de doses

O Ministério da Saúde confirmou nesta sexta-feira (29) a opção de compra de mais 54 milhões de doses da vacina contra a covid-19 CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

Em vídeo divulgado pela assessoria do ministério, o secretário executivo da pasta, Élcio Franco, comunicou o posicionamento e declarou que haverá esforços para agilizar o registro definitivo do imunizante.

“Estamos solicitando o cronograma à Fundação Butantan para podermos celebrar o contrato já na semana que vem. E também solicitando a antecipação do registro junto à Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] para iniciarmos a vacinação em massa da população brasileira”, disse.

No contrato entre o ministério e o Instituto Butantan, por meio de sua fundação, a pasta havia adquirido um lote inicial de 46 milhões, com possibilidade de compra das mais 54 milhões de doses, totalizando 100 milhões ainda neste ano.

O ministério teria até maio para comunicar a opção de compra, mas nos últimos dias, o Instituto Butantan oficiou o ministério solicitando que o posicionamento fosse dado logo de modo a permitir um melhor planejamento da fabricação de imunizantes pelo órgão.

fonte: Agência Brasil

Brasil, Foz do Iguaçu,

Brasil fecha fronteiras terrestres e aquáticas para turistas

O Brasil passou a restringir a entrada de estrangeiros por terra e por água. A restrição vale para todas as nacionalidades, conforme recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para adoção da medida, o governo brasileiro considerou o surgimento de variantes da Covid-19 no Reino Unido, Irlanda do Norte e na África do Sul.

“Considerando o impacto epidemiológico que a nova variante do coronavírus, identificada no Reino Unido e na República da África do Sul, pode causar no cenário atual vivenciado no País […] Fica restringida a entrada no País de estrangeiros de qualquer nacionalidade, por rodovias, por outros meios terrestres ou por transporte aquaviário”, diz um trecho da portaria

Imigrante com residência fixa no Brasil; cônjuge, companheiro, filho, pai ou curador de brasileiro e estrangeiro a serviço de organismo internacional, residentes fronteiriços de cidades-gêmeas estão aptos a entrar no país. As exceções, no entanto, não se aplicam aos venezuelanos.

A chegada de estrangeiros pelos aeroportos não está proibida, salvo de voos que tenham origem ou passagem pelo Reino Unido, Irlanda do Norte e África do Sul. Para o caso de voos vindos de outros países, deverão ser cumpridos os requisitos migratórios. O estrangeiro que quiser vir de avião para o Brasil deverá apresentar documento provando a realização de teste RT-PCR realizado em até 72 horas antes do embarque.

Por: Mercado e Eventos