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Leia as últimas notícias sobre Cultura no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado pelo por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

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Feiras livres de Foz do Iguaçu aliam riqueza cultural, geração de renda e se tornam pontos turísticos da cidade

São sete tradicionais feirinhas espalhadas pelos bairros que oferecem uma oportunidade de lazer para os visitantes e renda aos feirantes

De terça a domingo as ruas de Foz do Iguaçu transformam-se em um corredor da diversidade. Quem passa por elas pode encontrar, por exemplo, produtos coloniais, artesanatos e alimentos frescos. O roteiro da Feira das Nações, tradicional circuito de feirinhas de rua da cidade, é composto não apenas por uma variedade de produtos, mas também sotaques e costumes que trazem parte da história das origens da tríplice fronteira.

As feiras estão espalhadas por todas as regiões da cidade. Nos bairros, como a Vila C, Vila A, Porto Meira, Vila Yolanda, Morumbi, Jardim São Paulo, e no centro, sendo a da Avenida Juscelino Kubitschek a principal referência.

“As feiras livres de Foz do Iguaçu são também pontos turísticos muito famosos da cidade. Não só para os visitantes, mas é também um espaço saudável onde famílias iguaçuenses chegam para passar momentos agradáveis e conhecer mais sobre a variedade cultural é um dos grandes diferenciais da nossa fronteira”, afirmou o prefeito Chico Brasileiro.

Geração de renda

A riqueza cultural é uma aliada da geração de trabalho e renda impulsionados pelas feirinhas. Segundo a Fundação Cultural, quase 150 feirantes estão cadastrados para participar dos sete circuitos e outros 130 seguem na lista de espera.

Edma Machado e seu esposo Alderigi Machado trabalham há 17 anos como feirantes. É possível encontrá-los no clássico trailer preto com a “Tapioca da Dona Edma” e na barraquinha de pastel frito na hora, um ponto muito procurado nas feiras.

“Toda a nossa renda vem do trabalho com alimentação nas feiras. Participamos na Vila A e na Avenida JK, sendo muito gratificante e importante ter essa oportunidade de trabalhar em várias feiras”, conta Edma.

Para Lucymeire Amaral de Souza, a participação nesse roteiro foi essencial para uma nova fase na vida. Aposentada, passou a vender artesanatos na feira para uma renda extra e ocupar o tempo. “Sempre fui muito ativa e as feiras me ajudaram a manter essa rotina. Gosto muito, pois podemos expor nossos produtos, apresentando a cultura local e preservando-a. Apesar de estamos em uma fronteira atrativa para os importados, ainda tem pessoas que gostam de presentear com o artesanato. A interação é muito boa”, contou.

Medidas sanitárias contra o coronavírus

Como vários outros setores, a Feira das Nações também foi afetada pela pandemia da Covid-19. Para evitar a transmissão do coronavírus, as atividades foram paralisadas e só retornaram após a Fundação Cultural implantar o Termo de Responsabilidade Sanitária, o que garantiu mais seguranças aos locais.

“Precisávamos garantir o funcionamento dessa atividade com todas as medidas de segurança vigentes, pois muitos desses feirantes tiram toda a renda daqui. A cada vez mostramos a importância das feiras para o município e não medimos esforços para torná-las cada vez melhores”, disse Alexandre Barbosa, diretor de Projetos e Captação de Recursos Culturais.

Calendário de feiras

A principal feira é a que abre a semana, na Avenida JK aos domingos, sempre a partir das 8h. São quase 3 mil m² com áreas para barracas de artesanatos, trailers de alimentação e quiosques. Em poucos passos, você pode experimentar das delícias da culinária chinesa aos tradicionais produtos árabes.

O sucesso da atração é tão grande que recentemente a Fundação Cultual ampliou o circuito e decidiu manter também aos domingos a Feira da Vila A, para ampliar as opções de lazer para os iguaçuenses durante os finais de semana.

Às terças-feiras, o encontro é no Porto Meira; quarta-feira, na Vila A; na quinta-feira, Morumbi e Vila C; sexta-feira, na Vila Yolanda; e aos sábados na Praça da Bíblia e na Vila A – todas elas ficam abertas das 8h às 13h.

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Jornalista busca recursos para publicar livro contando a história do futebol feminino de Foz do Iguaçu

O que você estava fazendo no dia 26 de novembro de 2011? Provavelmente, poucos vão se lembrar. Mas, para as jogadoras, comissão técnica e torcedores do Foz Cataratas Futebol Feminino, a data é muito especial. Foi neste dia que a equipe conquistou a Copa do Brasil, então único torneio nacional da modalidade no país. E toda essa campanha e trajetória, partida por partida, foi relembrada no livro O Ano em que o Foz Cataratas Conquistou o Brasil, escrito pelo jornalista iguaçuense Bruno Zanette.

Depoimentos – A obra reúne entrevistas com jogadoras que marcaram presença naquele time vitorioso, entre elas a artilheira Daiane Moretti, a capitã Marina Aggio, a autora do primeiro gol da história do Foz, Bia Vaz e muitas outras. Além da comissão técnica e jornalistas que cobriram aqueles jogos memoráveis em locais marcantes, inclusive na Vila Belmiro, casa do Santos Futebol Clube.

Parceria – No ano em que a conquista completa dez anos, um registro histórico com textos de apresentação e prefácio, escritos pelas jornalistas Patricia Zeni e Fabiula Wurmeister, respectivamente. As fotos dos jogos são do repórter fotográfico Christian Rizzi, revisão do jornalista Douglas Furiatti e a diagramação do publicitário Lucas Marcoviz Florão. O livro possui 72 páginas coloridas e com ficha técnica das dez partidas realizadas naquela campanha que encerrou com o título iguaçuense, a primeira conquista nacional de um esporte coletivo de Foz do Iguaçu.

Recursos – Para conseguir realizar a impressão e finalizar a diagramação, além de poder oferecer diversas recompensas aos apoiadores, é preciso arrecadar, no mínimo, R$ 12 mil em 45 dias. Caso contrário, o valor é devolvido aos apoiadores e o projeto não sai do papel.

São vários brindes que estão destacados nas recompensas à direita da tela, com diferentes valores e com o que puder ajudar, fará este jornalista muito feliz! Quem não puder colaborar com pagamentos, ajudará muito apenas compartilhando e fazendo essa ideia chegar a mais pessoas, conforme é o propósito do Catarse!

Para colaborar, acesse www.catarse.me/oanodofoz.

Nesta terça-feira (11), em entrevista para a Rádio Itaipu FM, o jornalista contou um pouco da experiência dele e falou sobre o projeto. Confira a entrevista AQUI.

O Autor – Bruno Zanette é jornalista, nascido e formado em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná. Começou a carreira escrevendo de forma voluntária para o site Gosto de Ler, em 2007. No rádio, teve diversas experiências a partir de 2008, passando especialmente pelo jornalismo esportivo. Nele, já foi repórter, narrador, comentarista e plantão esportivo. Relembra com orgulho a passagem pela CBN Foz, entre 2010 e 2013.

Escreveu matérias esportivas para a Gazeta do Povo e cobre visitas presidenciais na tríplice fronteira para a Folha de S.Paulo. Também já esteve na Foz TV, Jornal Primeira Linha, GDia, Clickfoz, H2Foz, Cultura AM, Itaipu FM e, no momento, presta serviços para o Portal da Cidade e rádio 97 FM.

O Ano em que o Foz Cataratas Conquistou o Brasil é o seu primeiro livro totalmente autoral, já que em 2011 participou das entrevistas e escreveu alguns textos no livro sobre os 60 anos da Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI).

Divulgação

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Artista Plástica de Foz do Iguaçu transforma paixão em atividade principal na pandemia

Ela se desligou do Turismo e voltou a pintar

Desde a infância Patrícia Brixner mantém um interesse especial pelas artes. Quando criança, ficava horas contemplando a paisagem e depois transferia as impressões para a tela ou para uma folha de papel. A primeira pintura em tela foi aos 12 anos de idade. Desde aquela época, não faltou apoio da família, sempre foi a maior incentivadora do talento da pequena artista.

Na adolescência foi aprimorando o traço, imprimindo novos cenários, contrastes e emoções. Mas a vida adulta, devido aos compromissos profissionais, acabou deixando a paixão pelas telas em segundo plano. Começou a trabalhar no Turismo, ajudando a definir destinos e roteiros de muitas famílias em viagens dentro e fora do país.

 O que antes era prioridade, passou a ser realizado apenas nas horas vagas e a cada obra concluída, surgiam pedidos de amigos e parentes interessados em comprá-las. Mas, como tantos outros artistas, não conseguia desapegar e vendê-las, mas muitas vezes presenteou os amigos com as telas.

Mudanças – Com a chegada da pandemia, mudaram os hábitos, conceitos e inúmeros profissionais passaram a repensar a própria atividade no mercado de trabalho. Com a Patrícia não foi diferente. O isolamento social tirou do fundo do armário tintas, pincéis e o desejo de se expressar nas antigas telas. Foi então que voltou à cena a artista plástica Patrícia Brixner.

A então consultora de viagens que deixou o Turismo e encarou o desafio de viver exclusivamente da arte, da pintura. E como tudo na vida dessa artista é feito com muita intensidade, ela não perdeu tempo.

A carreira – Patrícia já definiu um espaço que em breve vai abrigar um atelier onde os quadros dela e de outros artistas de Foz e região estarão à venda.  “Teremos um espaço para mostrar os quadros, fotos, gravuras, e técnicas que são usadas. Agora estou exercitando o desapego (risos) ”.

“Eu quero ajudar as pessoas escolher os quadros que transferem algum sentimento e boas lembranças, dando uma consultoria personalizada, orientando o que ficaria melhor nos ambientes. Uma parede vazia é um desperdício”, comentou.

Influência – Patrícia Brixner nasceu em Foz do Iguaçu em setembro de 1989, numa família de pai motoristas e mão dona de casa. Ela é a terceira filha entre quatro irmãos. A veia artística herdou da mãe, que sempre fez artesanato para decorar a casa.

Casada, a empreendedora tem um filho de 8 anos. Ela foi influenciada por artistas como Van Gogh, Monet, Renoir e Tarsila do Amaral. Buscava registar paisagens rurais e campestres.

“ Lembro que na época eu produzi uma série intitulada ‘paisagens singelas’, com vários quadros retratando a natureza e casas de campo cheio de cores vivas, mas hoje concentro o meu interesse em novas técnicas, principalmente em pinturas abstratas, onde meu processo criativo é explorado e encontra liberdade e possibilidades”, explicou.

Expressionistas abstratos como Jackson Pollock e Mark Rothko, a aplicação de cores puras, sem mistura, de Henri Matisse e as formas geométricas da brasileira Beatriz Milhazes também compõem parte do estilo da artista iguaçuense.

“Gosto muito da tinta a óleo para pintura de pessoas e paisagem. Nas telas abstratas a minha preferência é para tinta acrílica, aquarela, tinta a álcool e o nanquim, por serem mais fluídas e permitem mais movimento”, comentou Brixner.

Novamente com o apoio da família, Patrícia está animada com o novo empreendimento e em breve promete agitar a cena cultural da cidade. “A pintura é o que faz os meus olhos brilharem. E uma frase que dizem ser de Van Gogh tem tudo a ver com o que penso sobre arte: É bom amar muitas coisas, pois aí está a verdadeira força, quem ama muito, realiza muito e pode realizar sempre mais, e o que é feito no amor é bem feito”

Ascom Patrícia Brixner.

Foto divulgação

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Blog do Fábio Campana completa 20 anos com cara nova

O mais completo e influente site de política do Paraná está de cara nova. O blog do Fábio Campana estreou neste sábado (8) um novo layout, mais moderno e fluído. Entre coluna digital e blog, Fábio Campana está completando 20 anos no ar em 2021.

A nova estruturação dá mais destaques aos espaços de notícias, que estão mais claros, e organiza os temas nas editorias abordadas. A intenção é incluir e organizar o conteúdo de forma mais intuitiva e trazer uma experiência mais leve e agradável de leitura e também mais compartilhável.

O novo layout, desenvolvido pela agência Poolbliq, que também desenvolve o site do CabezaNews, foi construído ao longo de dois meses e com uma série de opiniões de fiéis leitores.

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Agenda: Em casa nova, Café Cultural traz Alexandre Borges neste sábado

Neste sábado dia 8 de maio, o programa recebe o ator Alexandre Borges da Tv Globo. As artistas e produtoras Daniela Valiente e Cleise Vidal, do projeto cultural O Foguete, também participam do programa,  que traz notícias do universo cultural, convidados nacionais e locais, em bate papo sobre o desenvolvimento artístico em Foz do Iguaçu e no Brasil. 

Sobre Alexandre Borges 

Alexandre Borges Corrêa ganhou destaque na TV quando interpretou o personagem cômico Danilo na novela “Laços de Família” (2000), ao lado de Juliana Paes. Também foi sucesso em “Avenida Brasil” (2012), na qual deu vida ao polígamo Cadinho, que tinha três mulheres e proporcionou muitas gargalhadas nos telespectadores. O ator foi casado com a atriz Júlia Lemmertz de 1993 a 2015. O casal tem um filho, Miguel, nascido em 1996.
Nascido em Santos, no litoral de São Paulo, o galã trabalhava como vendedor de sanduíches na praia e como plantonista de imóveis antes de iniciar a carreira artística. Quando completou 18 anos, em 1985, Alexandre se mudou para São Paulo e integrou o grupo de teatro Boi Viador. No mesmo ano, o santista estreou nos palcos com a peça “Velhos Marinheiros”.

Já na televisão, o primeiro trabalho veio com a novela “Guerra Sem Fim” (1993), na extinta TV Manchete. Em paralelo com a trama, ele atuou na montagem “Hamlet”. Em 1994, fez seu primeiro trabalho na Globo na minissérie “Incidentes em Antares”. Na emissora, o galã já participou de mais de 20 folhetins, seriados e especiais, dentre eles: “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Celebridade” (2003), “Caminho das Índias” (2009).
Além de todas essas novelas, Alexandre fez parte do elenco de mais de 25 filmes. O primeiro longa foi em 1991, quando atuou em “A Paixão Cigana”. Em 1999, ele chegou a estrelar três filmes: “Amor que Fica”, Um Copo de Cólera”, Até que a Vida Nos Separe”.  

Como Diretor Teatral, iniciou a carreira no espetáculo “Uma Pilha de Pratos na Cozinha”, sob texto de Mário Bortolotto, e produção da Ymbu Entretenimento – empresa integrante do grupo Experiência Entretenimento. 

Sobre Cleise Vidal e Daniela Valiente  

Cleise Vidal tem formação em design e é artista plástica. Já morou na Indonésia. Daniela Valiente é jornalista atou na área mais de 20 anos (a maior parte deles dedicado ao jornalismo cultural), e sempre criou pequenos personagens, e artista plástica. Juntas reuniram forças tanto na Casinha Laranja (que conta com a parceria do pessoal do Empório com Arte na parte de gastronomia) quanto no Foguete. 

O Foguete lança sua segunda edição 

Com distribuição gratuita, publicação independente traz arte local como principal pauta para desenvolver o crescimento da cena cultural.

Lançada em plena pandemia, a mídia impressa O Foguete, assinada pelo coletivo Artérias (Daniela Valiente, Cleise Vidal e Sabrina Menis), chegou  na segunda quinzena de abril à sua segunda edição. 

Campanha 

Junto à edição do Foguete foi lançada a Campanha Padrinhos Mágicos, em que  qualquer pessoa pode adquirir uma camiseta e participar da edição auxiliando no custeio da impressão. As camisetas estão disponíveis na Casinha Laranja (Rua Irlan Kalischeswski, 404 – Vila 

Café Cultural 

Sábados das 12h às 13h
Apresentação Fabrício Chianello e Jeffinho Farias
Convidados da semana Alexandre Borges, Cleise Vidal e Daniela Valiente 
Rádio Band FM Foz do Iguaçu – sintonia: 100,5 FM

As informações são de GDia

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Seleção Poesia Brasileira vai beneficiar novos autores. Veja como participar!

O mundo passa por grandes mudanças. Historicamente, nos momentos mais obscuros da humanidade, a poesia sempre desempenhou um papel importante de arte e questionamento

Estão abertas as inscrições para, Seleção Poesia Brasileira, Sarau Brasil 2021. Podem participar da seleção, todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos. Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa. O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados. A classificação dos poemas resultará no livro, Sarau Brasil 2021, Antologia Poética.

O certame está entre as mais destacadas seleções literárias da língua portuguesa. A licença poética em pleno exercício, através do ineditismo da nova poesia em sua forma e conteúdo. A poesia contemporânea egressa do cotidiano, merecedora das condições de permanência entre o que há de melhor no patrimônio literário brasileiro. A seleção literária é uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural, alcançando o grande público, escolas e faculdades.

Inscrições gratuitas.

De 05 de abril a 05 de agosto de 2021 pelo site, www.concursonovospoetas.com.br

Para o esclarecimento de dúvidas, escreva para o endereço da Vivara Editora Nacional, atendimentotelefone@vivaraeditora.com.br

Realização: Vivara Editora Nacional

Apoio cultural: Revista Universidade

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III Festival de Circo Social da Fronteira começa na próxima terça-feira (4)

O evento é online, com transmissão pelo canal “Troupe Luz da Lua Circo” no YouTube

Começa nesta terça-feira (4) o III Festival de Circo Social da Fronteira. O evento é realizado pela Troupe Luz da Lua, de Foz do Iguaçu. A abertura oficial será realizada às 14h e na sequência, às 15h, está programada uma Oficina de Chicote, com Karine Bredariol.

O evento termina no dia 29 e até lá serão realizadas apresentações e oficinas, como Acrobacia Solo, Tecido Acrobático, Malabares, Parada de Mãos, Acroyoga (prática que mistura exercícios da yoga convencional com acrobacias), Monociclo e Pratinho Chinês, com vários artistas.

Acompanhe a programação AQUI

Foto: Divulgação

As informações são de Cris Loose Compartilha

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Falta de ciclovias no programa Federal de concessão é tema de audiência publica da frente parlamentar sobre pedágio

A Frente Parlamentar sobre o Pedágio da Assembleia Legislativa do Paraná, que discute a nova modelagem de concessões rodoviárias proposta pelo Governo Federal para o Estado, realiza mais uma audiência pública na próxima quinta-feira (06) às 9 horas para debater o tema “Pedágio: estruturas cicloviárias e passagens de fauna”. Além da tarifa pelo menor preço, obras realizadas no início da concessão e o fim da taxa de outorga e do degrau tarifário, os parlamentares defendem que a nova concessão preveja no contrato a construção de ciclovias e passagens para animais silvestres.

A proposição é do coordenador da Frente, deputado Arilson Chiorato (PT). “Vamos tratar da ciclomobilidade em todo o Estado e também das passagens da fauna silvestre. Essa pauta é uma demanda dos cicloativistas e muita oportuna a ser discutida neste momento. O número de ciclistas tem aumentado consideravelmente nos últimos anos, principalmente nas regiões metropolitanas, onde as bicicletas são usadas como um meio de transporte alternativo e sustentável, além da prática esportiva e de lazer. Queremos discutir esse novo formato de concessão de forma ampla, porque o trânsito vai muito além dos veículos automotores”, explica Chiorato.

Integrante da Frente Parlamentar, o deputado Goura (PDT) chama a atenção para a necessidade de inclusão de estrutura cicloviária e de corredores ecológicos que garantam a passagem de animais silvestres. “São mais de três mil quilômetros de rodovias e na proposta consta a previsão de apenas 73 quilômetros de ciclovias. A maior parte das ciclovias previstas é de ambos os lados das vias. Assim, pode-se entender que a extensão coberta por infraestrutura cicloviária é 1% de toda extensão proposta para os demais veículos”, observa. Ele lembra ainda que não existem projetos para as ciclovias previstas.

Veja mais em Assembleia Legislativa do Estado do Paraná

Confira a agenda da assembleia legislativa para a semana que vem

A Assembleia Legislativa do Paraná programou uma série de eventos para a primeira semana de trabalhos do mês de maio. Além das sessões plenárias nas tardes de segunda a quarta-feira e das reuniões de comissões temáticas, outros eventos aproximam a sociedade do Poder Legislativo. Confira:

  • Na segunda-feira tem a audiência pública “Histórico do Parque Nacional do Iguaçu – Relevância para Biodiversidade”, comandada pelo deputado Goura (PDT), presidente da Comissão de Ecologia, Meio Ambiente e Proteção aos Animais.

O encontro reúne especialistas e lideranças das regiões Oeste e Sudoeste para discutir o presente e o futuro da maior área de preservação da Mata Atlântica no país. O evento começa às 7 da noite com transmissão ao vivo da TV Assembleia e redes sociais do Legislativo.

  • Na quinta-feira acontece a audiência pública “Pedágio: estruturas cicloviárias e passagens de fauna”, da Frente Parlamentar Sobre o Pedágio, coordenada pelo deputado Arilson Chiorato (PT).

O encontro remoto é uma oportunidade para discutir a inclusão das ciclovias no modelo apresentado pelo Governo Federal para as concessões das rodovias paranaenses após o término dos atuais contratos, em novembro.

Segundo o deputado Goura, membro da Frente Parlamentar, mais de três mil quilômetros serão concedidos, mas apenas 73 quilômetros contam hoje com vias especiais para os ciclistas.

  • Já na sexta-feira, tem a audiência pública “PEC 32/2020, Reforma Administrativa e os Prejuízos para o Serviço Público e Servidores” para discutir a Proposta de Emenda à Constituição do Poder Executivo Federal para dar início à Reforma Administrativa.

O encontro é uma proposta dos deputados: Professor Leu (PT), Luciana Rafagnin (PT), Arilson Chiorato, Boca Aberta Junior (PROS) e Goura.

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30 de abril, Dia Internacional do Jazz!

O Dia Internacional do Jazz é celebrado a 30 de abril desde 2012. A iniciativa foi tomada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) para promover e destacar o papel do Jazz na união das pessoas e de suas culturas. É uma música sem preconceitos, livre, aberta a novas interpretações e novas contribuições.

A comemoração tem como objetivo lembrar a importância deste gênero musical e o seu tributo na promoção de diferentes culturas e povos ao longo da história. O jazz é um estilo musical que apela à criatividade e à improvisação e está associado à luta pela liberdade.

Origem do Jazz
O jazz teve origem nos Estados Unidos da América, através da comunidade afro-americana no século XIX, tendo-se popularizado nas primeiras décadas do século XX.

New Orleans é reconhecida como a cidade onde nasceu o jazz. Acredita-se que a palavra jazz advém da gíria norte-americana.

Miles Davis, Chet Baker, Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Nina Simone, John Coltrane, Louis Armstrong, Edward Ellington e Dizzy Gillespie são alguns dos grandes nomes do jazz.

Jazz em Portugal
O jazz não tem grande tradição em Portugal. Alguns dos nomes conhecidos do jazz português são Carlos Barreto, Carlos Bica, Joana Rios, Luísa Sobral, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Rão Kyao, André Matos.

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Vereador indica construção de estações culturais em dois grandes bairros de Foz do Iguaçu

O vereador Kalito Stoeckl encaminhou indicação ao prefeito Chico Brasileiro que determine estudos para viabilizar a construção de estações culturais nos bairros Morumbi e Porto Meira, nas regiões Leste e Sul de Foz do Iguaçu.

As estruturas, de acordo com o parlamentar, vão cobrir uma “carência de incentivo cultural nas comunidades” de Foz do Iguaçu, “situação que se intensifica ainda mais quando olhamos para as regiões mais humildes”, ressalta.

Para Kalito, o poder público pode “atuar de forma eficaz para minizar os efeitos decorrentes do crescimento de desenvolvimento de uma sociedade distante dos meios culturais”.

– Vereador Kalito Stoeckl (Foto: Redes Sociais)

A intenção é estender para as regiões o modelo da unidade da “Estação Cultural João Sampaio” do bairro Vila C, Norte de Foz do Iguaçu (foto no alto da nota).

No PDF abaixo a íntegra da indicação