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Cultura

Leia as últimas notícias sobre Cultura no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado pelo por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

Cultura, Destaques,

Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19.

Gilmar Cardoso

Já dizia a poetisa e contista brasileira Cora Coralina: “Eu sou aquela mulher / a quem o tempo muito ensinou. / Ensinou a amar a vida / e não desistir da luta, / recomeçar na derrota, / renunciar a palavras / e pensamentos negativos. / Acreditar nos valores humanos / e ser otimista.”

Desde a primeira celebração oficial em maio de 1908 nos Estados Unidos para marcar a passagem do então Dia Nacional da Mulher, em reverência e referência ao ato em que cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país, muita coisa e fatos marcantes de importância aconteceram;  e nos anos 60, o movimento feminista ganhou corpo, até que em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas como sendo o Dia Internacional da Mulher.

Em países como os Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, março é dedicado inteiramente ao poder feminino, celebrando o Mês da História da Mulher.

        A referência histórica principal das origens do Dia Internacional das Mulheres é a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas realizada em 1910, em Copenhague, na Dinamarca, quando Clara Zetkin e outras militantes apresentaram uma resolução com a proposta de instituir oficialmente um dia internacional das mulheres.  

As russas soviéticas também tiveram um papel central no estabelecimento do 8 de março como data comemorativa e de lutas. Por “Pão e paz”, no dia 8 de março de 1917, no calendário ocidental, e 23 de fevereiro no calendário russo, mulheres tecelãs e mulheres familiares de soldados do exército tomaram as ruas de Petrogrado (hoje São Petersburgo). De fábrica em fábrica, elas convocaram o operariado russo contra a monarquia e pelo fim da participação da Rússia na I Guerra Mundial.

Muitas pessoas consideram o 8 de Março apenas uma data de homenagens às mulheres, mas, diferentemente de outros dias comemorativas, ela não foi criada pelo comércio – e tem raízes históricas mais profundas e sérias. Esse dia tem uma importância histórica porque levantou um problema que não foi resolvido até hoje. A desigualdade de gênero permanece até hoje.

No Brasil, a data também é marcada por protestos nas principais cidades do país, com reivindicações sobre igualdade salarial e protestos contra  a violência contra a mulher, dentre outras pautas não menos importantes.

Atualmente, para além da comemoração, a ideia é provocar reflexões e mudanças na sociedade mundial. Assim, na maioria dos países, nessa data realizam-se conferências, debates e reuniões, com o objetivo de discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe, até extirpar o preconceito e a desvalorização que ainda existem, mesmo com todos os avanços, com situações de salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional.

É importante ressaltar que esta data  marca não apenas a comemoração pelas vitórias e conquistas das mulheres, mas que se discute o papel da mulher na sociedade atual. O esforço ainda é para tentar diminuir e, quem sabe um dia acabar, com o preconceito e a desvalorização da mulher.

Mesmo com todos os avanços, ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Na política nacional  os dados mais recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) comprovam a importância do eleitorado feminino para a política brasileira. Dados de setembro de 2020 mostram que as mulheres são hoje 52,6% dos eleitores, enquanto os homens são 47,4%.  Apesar de ser maioria entre os eleitores (e também entre os eleitores com nível superior e nível médio completo), as mulheres não traduzem essa tendência em termos de participação política.

Ressalto, aos que ainda desconhecem, a existência da instituição  ONU Mulheres  criada, em 2010, para unir, fortalecer e ampliar os esforços mundiais em defesa dos direitos humanos das mulheres. Segue o legado de duas décadas do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM) em defesa dos direitos humanos das mulheres, especialmente pelo apoio a articulações e movimento de mulheres e feministas, entre elas mulheres negras, indígenas, jovens, trabalhadoras domésticas e trabalhadoras rurais.

Por meio de parcerias com a sociedade civil, os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, universidades, empresas e o sistema das Nações Unidas, a ONU Mulheres defende os compromissos internacionais assumidos pelos Estados-Membros da ONU com os direitos humanos das mulheres.

A ONU Mulheres anunciou o tema do Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2021 (IWD 2021) como “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19″.

A campanha exalta que as mulheres estão na linha de frente da crise da COVID-19 como profissionais de saúde, cuidadoras, inovadoras, organizadoras comunitárias e algumas das líderes nacionais mais exemplares e eficazes no combate à pandemia. A crise destacou tanto a centralidade de suas contribuições quanto os fardos desproporcionais que as mulheres carregam.

Ao saudá-las, neste dia, renovamos nosso reconhecimento a cada uma das mulheres, por sua insubstituível presença, participação e por seu protagonismo na construção de uma nova sociedade. 

Concluo a exortação e a homenagem pública às valorosas guerreiras do cotidiano com a mensagem do poeta, cordelista e declamador cearense, Bráulio Bessa:

“…Que todo dia seja dia de tu ser admirada pela força, pela garra, pela coragem estampada de ser verdadeira e justa mesmo sendo injustiçada.

Que todo dia seja dia de você ser engraçada, pois sorrir e fazer rir deixa a alma aliviada, mas se a tristeza chegar que tu seja consolada.

Que todo dia seja dia de sair pela calçada, de caminhar do seu jeito discreto ou com rebolada, de mini saia ou de burca e não ser assediada.

Que todo dia seja dia de você ser mais ousada, de amar quem quiser amar e por alguém ser amada, o amor é o melhor transporte pra seguir essa jornada.

Enfim mulher, que todo dia seja dia de não ter a voz calada e se alguém ousar calar, que essa voz seja elevada. Que todo dia seja o dia da mulher ser respeitada”.

Lute como uma Mulher e Parabéns pelo seu dia!

  • GILMAR CARDOSO, Advogado, Poeta, Membro do Centro de Letras do Paraná e da Academia Mourãoense de Letras. 
Cultura, Foz do Iguaçu,

Maria Cheung traz NuiToy em exposição virtual

O vídeo está disponível nas redes sociais e no canal de Youtube da artista

A artista visual Maria Cheung estreia nova exposição virtual nesta terça- feira, 23 de fevereiro. Maria foi uma das contempladas do Edital de Credenciamento nº01/2020, relativo ao “Corredor Cultural de Foz do Iguaçu”, promovido pela Prefeitura, por meio da Fundação Cultural.

A artista inscreveu-se com a proposta da exposição virtual NuiToy aprovada no credenciamento de artistas, profissionais e fazedores de Cultura.
A mostra foi exposta originalmente em 2008, no Museu de Arte de Santa Catarina, em Florianópolis. O vídeo traz uma compilação de imagens produzidas pelos fotógrafos Alexandre Marchettti, Danísio Silva e pela própria artista.

Privilégio de nascimento

NuiToy (menina em cantonês), traz para o centro de discussão a preferência das famílias chinesas pelos meninos, característica levada às últimas consequências a partir da política do filho único, de controle de natalidade, imposta pelo governo em 1979 e só extinta em 2015.

Para além da crítica ao controle de natalidade, Maria Cheung destaca neste trabalho a desvalorização da mulher, em direção oposta à extrema valorização do varão, aquele que, via de regra, traria consigo a missão de perpetuar o nome da família.

“Em NuiToy eu falo de direitos básicos negados à mulher. Falo do direito de viver com dignidade, como cidadãs. Reflito sobre o direito negado de nascer – já que era altíssimo o número de abortos-, o direito de sonhar, brincar, estudar, celebrar aniversários…”, salienta a artista que deixou seu país aos sete anos de idade e, anos mais tarde, por meio da arte conceitual resgatou suas origens e passou a refletir sobre a sua própria condição de mulher.

Serviço
Para ver a exposição:
facebook.com/maria.cheung.315
mariacheung57

Cultura, Destaques, Paraná,

Décima edição de “Às vezes, aos domingos” tem como convidados Fábio Campana e Marianna Camargo

Em 21 de março, a partir das 17 horas, no Instragram @maricotacamargo, acontece a décima edição de “Às vezes, aos domingos” com Fábio Campana e Marianna Camargo. Iniciativa de Guido Viaro e Marcio Renato dos Santos, o projeto mensal on-line tem por objetivo dar visibilidade a escritores paranaenses ou radicados no Paraná, em um formato no qual um convidado entrevistar o outro, além da leitura de textos autorais.

Iguaçuense radicado há décadas em Curitiba, Fábio Campana é um dos mais conhecidos jornalistas em atividade no Estado. Ele estreia em uma live neste projeto.

“Evitei ao máximo [participar de uma live], até por ter outras prioridades. Prefiro os livros, a música e outras urgências. Mas resolvi participar de uma live por ser uma edição de ‘Às vezes, aos domingos’, um dos projetos culturais mais relevantes realizados nos últimos tempos”, afirma Campana, autor, entre outras obras, dos romances O guardador de fantasmas (1996) e Ai (2007) e dos livros de poemas Paraíso em chamas (1994/2013), E coisas extraordinárias aconteciam (2016) e O ventre, o vaso e o claustro: canções de ex-menino para amor sem nome (2017).

Campana chama atenção para um detalhe do projeto: “Às vezes, aos domingos” é uma ação da iniciativa privada. De acordo com o escritor, Guido Viaro e Marcio Renato dos Santos idealizaram essa proposta, no mínimo, necessária, em que escritor entrevista escritor.

Fábio Campana vai conversar sobre a sua obra literária e poética na décima edição do projeto.

“É uma ideia simples, mas, talvez por isso mesmo, impecável. Nem sempre, mas muitas vezes os mediadores atrapalham um bate-papo. Já artista entrevistando artista é outra possibilidade. Um tigre conhece outro tigre”, comenta o editor da Travessa dos Editores. 

Ele ainda salienta que “Às vezes, aos domingos” tem as digitais do Guido Viaro, (“grande autor, uma das vozes mais sofisticadas e necessárias do nosso tempo”), mas também as marcas do Marcio Renato dos Santos, na definição de Campana, “um dos grandes realizadores culturais”. “Nem preciso citar, basta conferir o currículo dele para saber do que estou a falar: pluralidade, repertório, empatia e competência”, enfatiza. 

Diálogos, poesia

Paulistana radicada em Curitiba, Marianna Camargo, a exemplo de Campana, ainda não tem participou de lives. “Mas creio que será uma experiência surpreendente”, diz a autora de Salto, reunião de poemas e crônicas com ilustrações de Marciel Conrado – livro contemplado no edital “Outras Palavras”, do Governo do Paraná, em 2020, com previsão para ser publicado nos próximos meses.

“A possibilidade de entrevistar e ser entrevistada por Fábio Campana também me estimulou a participar, pois achei o projeto inédito e original. Além do mais, será uma honra ser entrevistada por ele”, diz a jornalista, poeta e escritora.

Jornalista, escritora e poeta, Marianna Camargo também participa do projeto mensal on-line.

Fábio Campana diz que Marianna Camargo é uma das vozes mais criativas da poesia contemporânea. Este ano, a Travessa dos Editores vai publicar Irreversível, livro com 50 poemas produzidos por Marianna nos últimos 20 anos.

“Tive a honra de selecionar os textos poéticos e ainda tenho a satisfação de assinar o prefácio. O Brasil, que ainda desconhece, vai ter a oportunidade de conhecer uma voz poética única, peculiar e potente”, diz Campana, acrescentando que, para ele, conversar com a Marianna é sempre uma alegria, “um evento”.

“Ela atuou por anos na Ideias, onde deixou um legado no jornalismo, com texto preciso e apurado. Ela brilha por onde atua. Grande jornalista. Então, será formidável entrevistar e ser entrevistado pela Marianna”, completa Campana.

Cultura, Destaques, Geral,

Longa documental ‘Portuñol’ estreia dia 25 no Cinema. Obra estará em cartaz em Foz do Iguaçu

Vencedor de melhor longa gaúcho no Festival de Cinema de Gramado de 2020, ‘Portuñol’ chega às salas de cinema de Porto Alegre (RS) e Foz do Iguaçu (PR) no dia 25 de fevereiro (quinta). No documentário, a diretora Thais Fernandes e equipe visitam diversas regiões fronteiriças do Brasil para registrar a maneira como os idiomas se fundem e se entrelaçam no dia a dia da América Latina.

Da mistura de culturas nasce o portuñol que dá título à produção. Com cenas gravadas na fronteira de Foz do Iguaçu, o longa estreia no Cine Cataratas (Cataratas JL Shopping).

O filme faz paradas pela Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai para interagir com comerciantes, artistas e acadêmicos. “É um documentário de encontros”, resume Thais. “Este foi um dispositivo que eu achava importante: é um filme de viagem em que os encontros acontecem realmente na frente da câmera”, explica a cineasta.

A diretora não conhecia pessoalmente nenhum dos entrevistados antes das gravações. Em clima de animação, os moradores locais trazem à tela reflexões pessoais, músicas, poesias e ritmos desconhecidos do grande público brasileiro.

Os diálogos dos personagens alternam entre o português, o espanhol e o guarani. “A língua é invisível. Um dos nossos desafios foi transformar este fenômeno cultural em uma narrativa imagética”, avalia Thais. Junto à reflexão do idioma, somou-se o conceito da fronteira:

“Ao longo do caminho o espaço se perde, e o que importa já não é mais onde estamos, mas sim quem são as pessoas que constroem essa identidade latina diversa”.

A equipe buscou personagens que refletissem o espírito dessas regiões, e entre eles encontrou rappers indígenas, estudantes colombianos, poetas do portuñol selvagem, professores universitários e até um grupo da cumbia que canta em portunhol na divisa Brasil/Uruguai. “A letra de uma das músicas fala sobre o atravessar pra lá e pra cá entre países, de uma maneira divertida. O clima é de celebração latina”, descreve Thais.

A distribuição é da Lança Filmes, com produção da Vulcana Cinema e coprodução da Epifania Filmes, Globo Filmes e GloboNews.

“Portuñol” (2020), dir. Thais Fernandes Dia 25 de fevereiro (quinta),nos cinemas em Porto Alegre (RS) e Foz do Iguaçu (PR);

Duração: 70 min;

Classificação Indicativa: em análise.

Sinopse:
Uma viagem através da cultura fronteiriça do
Brasil com seus vizinhos hispanohablantes. A cumbia uruguaia, o rap guarani e a poesia do Portuñol Selvagem se juntam nesse road movie que rompe fronteiras, desvenda latinidades e une personagens diversos.

Ficha técnica

Direção e Roteiro: Thais Fernandes
Direção de Fotografia: Pedro Clézar
Produção Executiva: Fabiano Florez, Jessica Luz e Mariana Mêmis Müller
Trilha Musical: Bruno Mad e Lucas Kinoshita
Trilha Sonora Original: Bruno Mad e Lucas Kinoshita
Montagem: Jonatas Rubert
Desenho de Som: Kiko Ferraz Studios
Elenco: Gerson Claure Terrazas, Isabel Terraça Oliveira, Mauro Martins, José Carlos Duarte, Mano Zeu, Carlos, Andres “Jecke” Figueredo, Delmira Peres, Fabian Velazquez, Juan Luis Chamorro, Diana Pereira, Julio Mario Prent Pointiers, Rodrigo Queiroga, Adalberto Ruhoff, André Campos Silva, Renata de Oliveira Manfio, María Betania Hernández , Ana Luiza Suficiel, Douglas Diegues, Sacha Cardona, Eliana Fernandes, Lilian Daiane Pimentel Cândia, Juan Jose Mareco Gomez, Natacha Luhan Ortega Dos Santos, Giovanna Carvalho Cristaldo Felex, Tamara Paniagua, Maria Antonia Monzòn Paes, Simon Paniagua, Marina Paniagua, Javier Rodas, Rosario Brochado, Scarlett Aline Patrón, Agustín Aquino, Sandy de Paula, Eduardo Palermo, Alessandro Maciel Lopes, Nahuel Dutra e Suzana Mancilla.

Produção:
Vulcana Cinema

Coprodução:
Epifania Filmes, Globo Filmes e GloboNews

Distribuidora: Lança Filmes

Sobre a Diretora – Thais Fernandes, Formada em jornalismo pela PUCRS. Desde 2007 trabalha como montadora e diretora de projetos audiovisuais para televisão e cinema. Atua também no teatro como dramaturga e diretora, focada atualmente em projetos para o público infantil.

Foi coordenadora de finalização do Núcleo de Programas Especiais da RBS-TV (2007 a 2009), e participou do taller de realização de documentários da EICTV, Cuba em 2008. Trabalhou em 2009 como assistente de montagem na Casa de Cinema de Porto Alegre, onde participou das séries
“Fantasias de uma Dona de Casa” e “Família Brasil”
(RBS-TV), e “Que Exploração é essa?” (Canal Futura). Montou da série documental “Sonho de Guri” (2012) e os curtas documentais “Cidades Redesenhadas” e “Felizardo, um Retrato em Meio Tom”, todos dirigidos por Liliana Sulzbach. Em 2014 lançou o webdocumentário interativo “A Cidade Inventada”, no qual assina produção executiva e edição de vídeos. No mesmo ano, estreia o espetáculo teatral “No que Você está Pensando?”.

Seu primeiro documentário interativo como diretora, “Um Corpo Feminino” (2016), deu origem ao curta de 2018 que circulou por diversos festivais internacionais. Outro de seus créditos é a direção e roteiro da série documental “Afinal, Quem é Deus?”
(2019). “Portuñol” é seu primeiro longa-metragem.

Sobre
Lança Filmes – Distribuidora
Lança Filmes é uma empresa distribuidora de conteúdo audiovisual. Distribuindo longas e curtas-metragens, séries e novos formatos, em festivais, em mostras, no cinema, em VOD, na televisão fechada e aberta, na internet e em novas plataformas. Entre seus títulos estão:
“Dromedário no Asfalto”
(2014), “Tamara”
(2018), “Yonlu”
(2018), “A Cidade dos Piratas”
(2019), “Amor e Misericórdia: Faustina”
(2020) e”Disforia”
(2020).

Sobre Vulcana Cinema – Produtora

Vulcana Cinema é uma produtora brasileira fundada em 2018 por Jessica Luz e Paola Wink que acumulam mais de dez anos de experiência atuando como produtoras das empresas Besouro Filmes e Tokyo Filmes em Porto Alegre. Elas produziram mais de vinte curtas entre eles “O Teto sobre Nós” (Locarno Competition 2015) e “Damiana” (Cannes Competition 2017, TIFF Competition 2017) e longas como “Castanha”(Berlinale Forum 2014), “Rifle” (Berlinale Forum 2016), “Tinta Bruta” (Berlinale Panorama 2018) e “5 Casas” (IDFA First Appearance Competition 2020), além de diversas séries para TV.

Com foco em cinema de autor, primeiros longas e mercado internacional, seus projetos foram agraciados por importantes fundos internacionais como Hubert Bals Fund, IDFA Bertha Fund e Visions sud Est e participaram de laboratórios como EAVE Puentes, Torino Film Lab e Binger Film Lab. Atualmente desenvolvem os novos projetos de Davi Pretto, Caroline Leone, Thais Fernandes e da dupla Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, bem como os primeiros longas de Bruno Carboni, Marcela Bordin e Germano de Oliveira.

Sobre
Epifania Filmes – Co-Produtora Com dez anos de mercado, a Epifania Filmes, da produtora-executiva Mariana Mêmis Müller, reúne em seu currículo a realização de curtas, séries e longas-metragens. Dentre suas principais produções estão a primeira série internacional de ficção da RBS-TV, “Sapore d`Italia” (2010) e o documentário “Filme Sobre um Bom Fim”. Lançado em agosto de 2015, o longa começou sua carreira no circuito de Festivais, com seleção para a Mostra Oficial do festival de documentários “É tudo Verdade”, e depois da estreia permaneceu 16 semanas em cartaz em Porto Alegre.

Em 2018 lançou os documentários longas-metragens “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (coprodução com Coelho Voador, Boulevard, Anti Filmes e Canal Brasil) e “Pra Ficar na História” (coprodução com Teimoso Filmes e Artes e GloboNews) e em 2020 lançou o longa ficcional “Disforia”, de Lucas Cassales, (em coprodução com Sofá Verde Filmes). É produtora do FRAPA Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre desde sua primeira edição, em 2013.

Sobre Globo Filmes e GloboNews – Co-Produtoras
A associação entre a GloboNews e a Globo Filmes tem entre seus principais objetivos formar plateias para o documentário e, em consequência, ampliar o consumo desses filmes nas salas de cinema. A parceria tem contribuído para um importante estímulo ao documentário no Brasil, onde o gênero ainda tem pouca visibilidade quando comparado aos demais países.

A iniciativa visa o fortalecimento e a promoção dentro do mercado audiovisual brasileiro, através da coprodução e da exibição desses longas.
O projeto completa sete anos em 2021 e a parceria estimula a criação de longas-metragens que, após a exibição nas salas de cinema, vão ao ar na emissora. Ao longo desse período, os filmes foram vistos por mais de seis milhões de pessoas no canal por assinatura e o alcance médio das produções foi de 450 mil telespectadores por exibição.

Foram lançados filmes como “Babenco – Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer:
Parou”, escolhido para representar o Brasil na busca por uma indicação ao Oscar 2021 na categoria Melhor Filme Internacional e premiado como melhor documentário sobre cinema da Venice Classics, mostra paralela do 76º Festival de Veneza em 2019,”Cidades Fantasmas” e “Cine Marrocos”, vencedores respectivamente do Festival É Tudo Verdade 2017 e 2019, Slam: Voz de Levante e Pitanga, premiados respectivamente nos Festivais do Rio e de Tiradentes em 2017, e A Corrida do Doping – até o momento, o filme mais visto na faixa da GloboNews.

Outros destaques foram o longa coletivo “5 x Chico – O Velho e Sua Gente”, sobre comunidades banhadas pelo Rio São Francisco, selecionado para quatro festivais internacionais na França; “Tim Lopes – Histórias de Arcanjo”, sobre a trajetória do jornalista morto em 2002; “Betinho – A Esperança Equilibrista”, que narra a vida do sociólogo Herbert de Souza, “Menino 23”, que acompanha a investigação do historiador Sidney Aguilar a partir da descoberta de tijolos marcados com suásticas nazistas em uma fazenda no interior de São Paulo, ambos vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2016 e 2017, respectivamente; “Setenta”, de Emília Silveira, sobre a militância política nos anos 1970, que recebeu dois prêmios no 8º Festival Aruanda (Paraíba), incluindo o de Melhor Filme pelo júri popular; e o premiado “Meu nome é Jacque”, de Angela Zoé, que enfoca a diversidade sexual a partir da experiência da transexual Jacqueline Rocha Cortês, eleito o Melhor Longa Nacional pelo júri do Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema 2016.
Em 2021, são mais de 30 filmes em produção, envolvendo mais de 30 produtoras de diferentes regiões do país, ajudando a fomentar o mercado.

Confira o trailer em Lança filmes Portuñol | Trailer oficial

Cultura, Destaques, Foz do Iguaçu,

Fábio Camargo recebe obra literária sobre Foz do Iguaçu, incorporada ao acervo da biblioteca do TCE-PR

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), Fábio Camargo, recebeu do amigo pessoal Edilson, na última semana, o livro ilustrado “Cataratas e a Floresta do Iguaçu”, de Alex. P. Schorsch, autor radicado em Foz do Iguaçu.

A obra, de acordo com Fábio Camargo, já está incorporada ao acervo do TCE-PR “para que assim possa ser preservado e sirva de fonte de pesquisa e de leitura”, afirmou.

Em post nas redes sociais, o presidente aproveitou para falar com projeto “Tribunal Itinerante”, em que pretende levar parte da estrutura do TCE-PR para os 399 municípios do Paraná.

Abaixo a íntegra da nota de Fábio Camargo:

Gosto muito de valorizar o meu estado, o Paraná. Um dos lugares que mais despertam interesse é a cidade de Foz do Iguaçu, principalmente pela Cataratas do Iguaçu e seu entorno, de uma beleza reconhecida mundialmente.

Essa semana que passou recebi a visita do amigo Edilson. Ele costuma comercializar livros. Sempre que possível adquiro alguns livros para presentear meus filhos e incentivar o hábito de leitura.

Das mãos do Edilson, eu a Tikinha, recebemos uma obra de arte, pode se dizer: o livro ilustrado “Cataratas e a Floresta do Iguaçu”, de Alex. P. Schorsch. Ao folhar a bela edição, fiquei impressionado com as imagens.

Prontamente, já disponibilizei ao acervo do Tribunal de Contas para que assim possa ser preservado e sirva de fonte de pesquisa e de leitura.

No Tribunal Itinerante pretendemos visitar os 399 municípios. Será gratificante, além de levar o TCE para a sociedade, conhecer cada cidade do Paraná.

Documentário

O autor da obra mencionada pelo presidente do TCE-PR é o fotógrafo e cineasta Alex Schorsch, que recebeu recentemente o prêmio Funarte com documentário sobre Maria Cheung (AQUI para relembrar).

O filme destaca a trajetória da conceituada artista nascida em Hong Kong, China, e radicada desde 1987 na fronteira trinacional entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Alex e a artista visual de Mar del Plata (Argentina), Silvia Liliana Spertino, que também vive na cidade há quase três décadas, assinam o roteiro que marca a parceria iniciada recentemente, e a estreia de Spertino como produtora.

O documentário mostra, em 17 minutos, a trajetória de Maria Cheung a partir da infância, em Hong Kong, passando pela viagem de navio da China ao Brasil, a chegada da família em São Paulo, sua iniciação nas artes plásticas, até os dias atuais.

Na apresentação literária do livro “Cataratas e a Floresta do Iguaçu”, menciona-se que se trata de um tesouro da natureza, a cachoeira mais bonita do mundo.

É apenas a jóia que coroa a selva, com uma biodiversidade extremamente rica, funciona como um corredor migratório para a flóra e a fauna nativas.

É vital a preservação desse tesouro da natureza sul-americana para garantir a sobrevivência de milhares de especies raras.

Este livro valoriza a singular e frágil importância da Floresta Iguaçu e é um alerta para que a comunidade preserve esse bem para as futuras gerações.

Sobre a Biblioteca

A Biblioteca do TCE/PR, foi criada pelo Decreto-Lei n. 627, de 2 de junho de 1947 (decreto que cria o TCE/PR), instalada em setembro de 1955 e teve sua organização iniciada em abril de 1956.

Com um acervo especializado em direito administrativo, constitucional, previdenciário, ambiental, licitação, contabilidade, informática e áreas correlatas, no ano de 1966 possuía 650 títulos e 1.320 volumes; atualmente possui, aproximadamente, 13.500 itens (englobando livros, artigos de periódicos, anais, obras de referência, memória do TCE, relatórios, monografias, dissertações, CD-ROM, fitas VHS e DVD).

O desenvolvimento deste acervo obedece a critérios rigorosos na seleção e aquisição de todos os materiais.

A Biblioteca do Tribunal de Contas do Estado do Paraná – TCE/PR tem como missão fornecer informação jurídica – bibliográfica, jurisprudencial e de legislação – aos diversos segmentos do TCE e, eventualmente, de outras instituições, bem como bibliotecas da área.

A visão, para os tempos atuais, consiste em disponibilizar bases de dados – de doutrina e de legislação – a todos os segmentos do Estado do Paraná, possibilitando acesso online às informações indexadas pela Biblioteca.

Cultura, Destaques, Foz do Iguaçu,

Abertos editais do projeto SESC Sonoro para apresentações musicais no SESC em Foz do Iguaçu e mais 7 cidades

Músicos, intérpretes e compositores de todo o Brasil já podem se inscrever na seleção da propostas

O projeto Sesc Sonoro – Circuito está recebendo inscrições para shows musicais e debates em oito cidades do estado.

A ideia, adianta o Cultura930, é criar um espaço de apresentações para artistas, fomentar e difundir a música autoral brasileira.

A iniciativa abre oportunidade para músicos divulgar seus trabalhos pelo Paraná e aos clientes do Sesc PR, que terão acesso a diferentes produções culturais, além de uma agenda constante de apresentações.

As inscrições estão abertas até o dia 31 de março e as apresentações ocorrerão nas cidades de Apucarana, Curitiba, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Londrina, Medianeira, Pato Branco e São José dos Pinhais, no período de agosto a dezembro.

O edital completo está disponível no site SescPR

Mais informações no (41) 3304-2232 ou no e-mail evandro.rodrigues@sescpr.com.br.

Cultura, Destaques, Foz do Iguaçu,

Conexão Foz-Buenos Aires Esta no Ar. Assista em primeira mão a “Rebelión”

Grupo de rap-rock portenho lança clipe e se prepara para invadir o Brasil

Quando a banda de Buenos Aires, capital Argentina, subiu ao palco do MegaRock em 2019 falando um português cheio de gírias algumas pessoas até estranharam. O que eles não sabiam é que o “ENois La Familia” é resultado do encontro de um dos pioneiros do rap em Foz do Iguaçu com um MC “porteño”.

Essa mistura com cara de banda de rock, levada de rap, uma forte influência latina, já colocou Foz do Iguaçu para dançar e agora está conquistando cada vez mais o público argentino. O clipe da música Rebelión, segundo da carreira , foi lançado ontem (08) e chama a atenção de quem assiste.

“Tivemos que aproveitar essa pausa da pandemia da melhor maneira possível. Tinhamos planos de seguir fazendo shows e até voltar a tocar no Brasil no ano passado então resolvemos finalizar esse vídeo e apostar na divulgação.” explica Kanibal.

O brasileiro Alex “Kanibal” Maurício, que fez parte do grupo “0.1” no final dos anos 90 em Foz do Iguaçu e o MC argentino Charly Mussón, são as vozes embaladas pela banda que também conta com Maxi Silvera no violão e voz, Guillermo Bustamante na bateria, Leandro Fiorentino no baixo, Mariano González na percussão e Joa Fernández na guitarra.

A recém lançada “Rebelión” faz parte do novo trabalho da banda, ainda na fase final de produção. Com uma poesia leve e um ritmo funkeado a música e aborda a questão da discriminação e a truculência das forças de segurança. O clipe tem a direção de Günther Lüstemberg e foi gravado no Club Costa Brava em Buenos Aires.

“Por aqui todos se animam quando falamos em voltar a tocar em Foz, queremos ir pra outras cidades do Brasil também, tínhamos feito planos pra maio de 2021 e fomos surpreendidos com a fronteira ainda fechada e a lentidão da vacina. Mas esperamos em breve encontrar todos com muita saúde para curtir juntos mais uma vez.” concluiu.

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Cultura, Curitiba,

Agenda cultural: Carnaval literário com Paulo Venturelli e Eliege Pelpler

Paulo Venturelli afirma: “Já que carnaval é a festa da carne, literatura é sempre carne viva, pulsante, carne sangrando em cima dos olhos que às vezes se negam a ver.

” O professor de literatura aposentado da UFPR faz o comentário referindo-se à nona edição de “Às vezes, aos domingos”, que em fevereiro de 2021 acontece no dia 14, domingo de carnaval.

Venturelli participa do encontro com Eliele Pepler, a partir das 17 horas, no Instagram @eliegepepler. Professora de literatura e língua portuguesa no IFPR, doutora em Letras pela UFPR, a curitibana Eliege Pepler diz que participar de uma live sobre literatura, como “Às vezes, aos domingos”, é um presente.

“Porque acredito ser um espaço para falar sobre o que eu mais gosto, que é a leitura literária, e o quanto ela me move na criação de outros mundos possíveis”, afirma a autora de Histórias Esquecidas, livro de contos contemplado no edital “Outras Palavras”, do Governo do Paraná, em 2020.

Para Venturelli, participar de “Às vezes, aos domingos” é, em primeiro lugar, um ato de resistência ante tantos descalabros pelos quais o Brasil passa “capitaneado por obscurantistas”.

“Também é uma forma de levar um pouco do meu trabalho a outros”, completa Venturelli, acrescentando ainda que, em seu entendimento, este projeto – em alguma medida – estimula a leitura.

“Quem sabe uma pessoa, da audiência, venha a procurar meus e outros livros e assim iniciar um processo de leitura que o leve a pensar com mais clareza a si mesmo e ao mundo que o cerca. Literatura é uma arte inquietante e só pessoas inquietas pensam e procuram alterar algo no mundo, saindo da bovinização”, comenta Venturelli, autor de uma dezena de títulos – o mais recente é Três Contos (2020).

Carnavalizando tudo

Idealizado e com curadoria de Guido Viaro e Marcio Renato dos Santos, “Às vezes, aos domingos” acontece mensalmente desde julho de 2020 e tem a finalidade de criar visibilidade para autores paranaenses ou radicados no Paraná.

Já participaram do projeto, entre outras vozes, Andréia Carvalho Gavita, Roberto Nicolato, Francine Cruz, João Lucas Dusi, Carlos Machado, Jô Bibas, Alvaro Posselt, Jaqueline Conte, Jonatan Silva, Otto Leopoldo Winck e Willy Bortolini.

E essa nova edição, um encontro literário em um domingo de carnaval? Pode funcionar? Paulo Venturelli analisa que domingo de carnaval em plena pandemia é um contrassenso em termos reais.

“Já que não dá pra sair e festejar, é possível ir à tela ver/ouvir alguém falando, talvez trazendo um brinde à vida nestes tempos de morte. Carnaval é vida. Literatura é vida recriada”, comenta o escritor que tem dois imóveis em um mesmo prédio – em um deles, ele vive, no outro guarda e relê os 15 mil títulos que comprou e leu durante décadas.

Brotheragem literária

Eliege Pepler conheceu Paulo Venturelli em 1999, quando ela começou a estudar Letras na UFPR. “Ele foi meu professor de Literatura Brasileira, e lembro do impacto que a sua figura,  o tom da voz dele e o conteúdo do que ele dizia causaram naquela menina que eu era”, conta.

Imediatamente após conhecer Venturelli, Eliege viu-se emparedada diante dos seus preconceitos (“cultivados no seio familiar e no ambiente de trabalho que eu tinha até então”): “Encontrei nas aulas do Venturelli uma possibilidade de finalmente superar minhas fragilidades e inconsistências.”

Já Paulo Venturelli diz que Eliege Pepler é uma das mulheres mais corajosas e guerreiras que ele conhece. “Sua história de vida dá um romance de Nelson Rodrigues. Tem um coração gigantesco. É sensível, crítica, esperneia contra o ‘real’ que empesta o nosso cotidiano”, define Venturelli, que não deixa de ressaltar que a literatura de Eliege Pepler é inquieta, busca caminhos não trilhados e dá voz a mulheres que enfrentam barra pesada.

Cultura, Foz do Iguaçu,

Banda de rock iguaçuense lança primeira música autoral no Dreams Motor Show

A banda iguaçuense Magnun Rock Machine lança seu primeiro single dia 11 de fevereiro no palco do Dreams Motor Show, às 20h.


A mostra de “Simplesmente”, de autoria do baixista da banda, Sandocam Minikowisk, será feita durante um evento, com apresentação de músicas que marcaram a trajetória da banda, que está na estrada há 12 anos. Depois do lançamento, “Simplesmente” estará disponível em todas as plataformas musicais, como Spotify, Deezer e Apple Music.

Embora a letra vá ser apresentada ao público somente no espetáculo, Sandocam contou que é um pop rock, tendo como inspiração seu grande ídolo Nando Reis. “Acredito que vocês vão gostar. É uma música que mostra o lado bom da vida. Acho que poetizei o nosso dia a dia”, adiantou.

No mesmo show, será lançado também o primeiro clipe da banda, gravado no Centro de Convenções, sob a direção do Estúdio Pífano. Segundo o vocalista da banda, Magnun Fernando Peloi, “Simplesmente” é a primeira música do álbum da banda. “Até o final do ano queremos lançar mais cinco músicas e mais um clipe”, afirmou.

O evento de lançamento será realizado na presença de convidados, com limitação de público seguindo as normas de segurança.

A Banda
A Magnun Rock Machine já se apresentou em várias cidades do Paraná, Santa Catarina e também do Paraguai e da Argentina. Já abriu shows de bandas nacionais como Roupa Nova, Nando Reis, Engenheiros do Hawaii, Jota Quest, Tianastácia, Biquíni Cavadão, Malta, Armandinho, Vitor e Léo e Caetano Veloso.

Em seus espetáculos, apresentam um estilo eclético com as mais variadas influências, calcadas principalmente no estilo pop/rock nacional e internacional dos anos 80 e 90.

No Motor Show
“Estamos muito felizes de a banda ter escolhido o palco do Dreams Motor Show para lançar seu primeiro single. Temos uma história juntos, de sucesso e solidariedade”, afirmou a gerente Comercial do Dreams Park Show, Paula Haito.

A banda já se apresentou dezenas de vezes no palco do Museu de Motos. Os shows que mais chamaram a atenção do público foram as duas lives solidárias em prol dos trabalhadores do turismo. Na primeira live, realizada em junho de 2020, antes mesmo da inauguração do espaço, foram arrecadadas 450 cestas básicas. A banda também foi responsável pelo show de inauguração do atrativo, em outubro.

O Motor Show é o espaço ideal para os amantes de motocicletas e do bom e velho rock’n’roll. É o primeiro museu de motos clássicas e customizadas com espaço gastronômico e de shows na região de Foz do Iguaçu, e um dos sete atrativos do Complexo Dreams Park Show.

Proporciona uma experiência única, onde é possível admirar vários modelos exclusivos das belas motos Harley-Davidson e Indian. Tudo isso, degustando uma gastronomia americana e um chope gelado, enquanto vivencia o ambiente tradicionalmente estadunidense.

O atrativo conta com uma área de 2,3 mil metros quadrados e capacidade para mais de 1,5 mil pessoas. Dentro do espaço, há um bar principal com palco para shows e dois bares de apoio. Ao todo, são três andares de muitas descobertas.

O Dreams Motor Show está aberto todos os dias, das 9h às 22h e está localizado bem pertinho das Caratas do Iguaçu. Mais informações no Dreams Motor Show .

Cultura, Paraná,

Escritor radicado em Curitiba, José Alexandre Saraiva é finalista no prêmio Off Flip 2021

Com textos inéditos, o escritor, jornalista, músico e advogado José Alexandre Saraiva é finalista nas três categorias do Prêmio Off Flip 2021, Poesia, Conto e Crônica. Autor do livro “De Labiata a Lagoa da Canoa passando por Tacaratu, via Quipapá ou Caruaru”, Saraiva tem histórico em concursos literários. Em 2020, foi finalista do Conto Brasil, do concurso Parem as Máquinas do Off Flip em três categorias e do Prêmio Internacional de Literatura Cidade Conselheiro Lafayette (MG). Em 2019, De Labiata a Lagoa foi finalista do prêmio da Biblioteca Nacional na categoria Ensaio Literário.

Saraiva lembra que nas três categorias selecionado como finalista, nenhum de seus personagens é de natureza humana. “A natureza, duas rolinhas e um filhote criado com excesso de zelo, um tico-tico e a flor do mandacaru, típica do Nordeste, estão no centro do conto, da crônica e do poema”

O Prêmio Off Flip dá visibilidade a novos autores de talento, incentiva a criação de literatura em língua portuguesa e proporciona a participação dos vencedores na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), prevista para acontecer em julho de 2021.

Os vencedores serão contemplados com prêmios em dinheiro e cotas de livros. Todos os finalistas serão avaliados por uma curadoria especial e seus textos publicados numa obra, em formato de coletânea, com o selo da Off Flip. Os autores vencedores serão anunciados em março.

Nascido em Panelas, interior de Pernambuco, José Saraiva é advogado, jornalista, músico e escritor. Autor do livro “De Labiata a Lagoa da Canoa passando por Tacaratu, via Quipapá ou Caruaru”. Membro do Centro de Letras do Paraná, da Academia de Letras “José de Alencar”, do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná e do Instituto dos Advogados do Paraná, conquistou prêmios literários de abrangência nacional, um deles de minicontos escrito com dez linhas. Na área musical, foi laureado em Paris por tradicional instituição literária e artística, na categoria composição. Tem obras publicadas no campo do direito e um livro de crônicas, duas delas levadas às telas pela RPC, sistema de comunicação paranaense afiliado à Rede Globo.

Dentre os livros que prefaciou, destaca-se “A Verdade sobre Guanella – relato histórico de um drama protagonizado pela FEB na Segunda Guerra”. Foi homenageado pela Câmara Municipal de Curitiba com a Medalha Fernando Amaro de Literatura, pela OAB de Pernambuco, Subseção de Caruaru, que denominou de José Alexandre Saraiva a Sala dos Advogados do Fórum da Comarca de Panelas, e pela Escola Estadual de Referência em Ensino Médio da mesma cidade, que, igualmente, designou a biblioteca da instituição com o seu nome.

Por: Bem Paraná