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Cultura

Leia as últimas notícias sobre Cultura no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado pelo por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

Coronavírus em Foz do Iguaçu, Cultura, Destaques,

Nesta semana, o festival “de volta para o cinema” chega a cidades de São Paulo, Paraná, Bahia e Minas Gerais

Foz do Iguaçu também está no roteiro. Ingressos custarão entre R$ 5 e R$ 20

Neste final de semana, cidades de quatro estados começam a exibir a programação do Festival “De Volta Para o Cinema”, parte do projeto #JuntosPeloCinema, que tem curadoria do crítico Érico Borgo. As cidades que entram no circuito esta semana são: as paulistas Campinas, Amparo, Araras, Bragança Paulista, Cosmópolis, Jundiaí, Penápolis, Votuporanga, Indaiatuba e Fernandópolis; Foz do Iguaçu, no Paraná; Salvador, Alagoinhas e Santo Antônio de Jesus, na Bahia; e as mineiras Guaxupé e Lavras.

O festival tem como objetivo marcar a reabertura de cinemas que já estão preparados para receber o público respeitando todos os protocolos de segurança e bem-estar estabelecidos pelos governos locais, com procedimentos bastante similares aos aplicados em todo o mundo – onde quase 70% das salas de cinema já estão abertas, segundo dados do Gower Street.

As salas de cinema estarão funcionando com redução de público, garantindo o distanciamento social seguro recomendado pelas autoridades até que as mesmas mudem os protocolos. Segundo a Feneec (Federação das Empresas Exibidoras de Cinema), os protocolos de segurança e bem-estar incluem: oferta de álcool gel em diversos pontos ao longo do percurso do cliente, sinalização de assentos bloqueados e que não serão vendidos para atender tanto o limite de ocupação quanto distanciamento social, intervalos entre as sessões ampliados para a higienização segura das salas, uso obrigatório de máscara tanto para clientes quanto funcionários, utilização de EPI (Equipamentos de Segurança Individual) para os funcionários, entre outras medidas aprovadas pelas autoridades governamentais.

Os preços dos ingressos do Festival são fixos, sendo para as salas convencionais R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada) e para as salas VIP R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada).

O Festival estreia nas cidades em que os cinemas foram autorizados a reabrir e fica em cartaz por até duas semanas. São oito grupos temáticos que brincam com títulos de grandes sucessos do cinema, em versões legendadas e dubladas e dos gêneros de ação, comédia, ficção científica, terror, fantasia, suspense e drama.

Cultura, Destaques, Foz do Iguaçu,

Docente da UNILA Gabriela Miola lança fotolivro com reflexões sobre o tempo e a relação entre ser humano e natureza

 A partir de imagens e poemas emergem reflexões poéticas sobre a memória, o feminino, o tempo, o agora e um olhar que busca uma reconexão com a natureza, sem desviar-se de um viés crítico sobre a pressa contemporânea e o relacionamento do ser humano com outros seres da natureza. O entrelaçar dessas temáticas está presente no fotolivro “Como abraçar o tempo”, da professora de Artes Visuais da UNILA Gabriela Canale Miola. A autora convida os leitores a refletirem sobre questões pertinentes ao contexto atual de pandemia e lança essa obra, segundo conta, com intuito de “compartilhar um suspiro de reconexão com o universo natural” e de destacar a importância da arte e da cultura, em tempos de desesperança. O fotolivro, que pode ser acessado gratuitamente no link n9.cl/9aub, foi lançado em agosto de 2020 e é um desmembramento de uma pesquisa realizada na UNILA. 

“O objetivo, mesmo que singelo, é sugerir que cada um de nós faça o exercício de observar como se relaciona com a natureza, seja no seu cotidiano, seja na forma com que se alimenta ou consome. E, de forma mais macro, como nossa espécie tem se imposto sobre todas as outras espécies, sem ser um texto pesado ou acusatório – mas encontrando abraços do tempo. No contexto de pandemia, é urgente que possamos refletir as consequências e as causas da urgência do nosso tempo e o quanto isso custou para o planeta”, explica a docente. O livro traz experiências vivenciadas pela autora durante uma residência artística em um mosteiro zen-budista, cercado pela Mata Atlântica – local onde pôde se deparar com outras lógicas, saberes, ciclos e ritmos.

A obra traz também reflexões a partir do projeto de pesquisa realizado na UNILA, intitulado “Arte e Natureza: poéticas e pedagogias da Mãe Terra”. Esse estudo de cunho teórico-prático consiste, segundo a professora Gabriela Miola, em “um resgate historiográfico, político, de imaginários sobre o que seria essa ideia de natureza, pensando a partir de uma perspectiva como o buen vivir e de pedagogias que entendem a Mãe Terra como uma grande professora”, esclarece. O buen vivir, cujos princípios estão presentes nas bases da Constituição da Bolívia e do Equador, remete a um movimento sócio-político, que ecoa críticas aos modos de vida de sociedades marcadas pela desconexão com a natureza.

A pesquisa parte de estudos articulados aos seguintes eixos: urgências da natureza em tempos de antropoceno; arte e pesquisa; arte e natureza; e arte, natureza e ensino. Essas temáticas são abordadas por meio de um saber interdisciplinar – com referências nos campos da filosofia, biologia, sociologia e arte – e também a partir da proposição de diálogos com diferentes linguagens, suportes e perspectivas de criação. A investigação engloba textos, trabalhos audiovisuais, reportagens, pinturas, performances, encenações, fotografias, entre outros suportes, a fim de estudar de que forma a espécie humana se relaciona com a natureza, como tema, prática comportamental e cosmovisão.

Dentre as noções de natureza abordadas pela pesquisa, está o que alguns pesquisadores têm chamado de antropoceno, Era em que se observam transformações intensas e desastrosas no ecossistema, causadas pelos seres humanos, a exemplo da poluição de naturezas diversas e do desaparecimento de espécies de animais e vegetais. Nesse sentido, esse estudo e o livro “Como abraçar o presente” dialogam e ganham outra dimensão no contexto atual, que inclui uma pandemia. Para Gabriela Miola, neste momento, um vírus lembra os seres humanos de que não há uma hierarquia entre eles, e que nós não estamos apartados da natureza. Também traz, como aponta a docente, “uma reflexão no campo da economia, da sociedade, da cultura, das relações humanas, das relações de poder, da geopolítica e da arte. [Uma reflexão sobre] como a arte vai se colocar, como é possível produzir, existir e resistir nesse novo paradigma?”, questiona.

Capa do livro “Como abraçar o tempo”
Cultura, Foz do Iguaçu,

Show online “Más allá de la frontera” reúne obras da música tradicional do Brasil, Venezuela, Paraguai e Argentina

As músicas tradicionais latino-americanas serão as atrações de um show instrumental ao vivo pela internet, a partir das 20h no próximo dia 26 de setembro.

No “Más allá de la frontera”, Betania Hernández (violino) e Orlando Martínez (violão), interpretarão obras do Brasil, Venezuela, Paraguai e Argentina.

Betania Hernández é multi-instrumentista venezuelana, que reside em Foz do Iguaçu há três anos. A artista já participou de diferentes eventos internacionais, sempre com a música latino-americana como sua principal referência. 

Orlando Martinez é violonista e compositor paraguaio, que já levou a música de seu país para diversos lugares do mundo, como outras partes da América Latina, para Europa, e também Ásia.

Juntos os dois vem se apresentaram há dois anos no circuito cultural de Foz do Iguaçu, como no Natal de Foz, bares, a casa, entre outros.

Nesse show online, serão apresentadas músicas de raiz latino-americana, como o joropo venezuelano, o festejo peruano, a polka paraguaia, a zamba argentina e, claro, a MPB brasileira.

Os ingressos estão à venda pela plataforma Sympla.

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Morre o ator Chadwick Baseman, o Pantera Negra, que levou as Cataratas para as telas do universo Marvel

Morreu esta madrugada o ator, diretor e roteirista Chadwick Boseman, o Pantera Negra, que levou imagens das Cataratas do Iguaçu para o Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) em um grande sucesso de cinema de 2018.

O Pantera Negra tinha 43 anos e há quatro anos lutava contra um câncer de cólon, segundo informação confirmada pelo perfil oficial do ator nas redes sociais.

“É com imensa dor que confirmamos a morte de Chadwisk Boseman. Chadwick foi diagnosticado com o terceiro estágio do câncer de cólon em 2016 e lutou contra isso ao longo dos últimos anos, enquanto a doença progredia para o estágio quatro. Um verdadeiro lutador, Chadwick persistiu a isso tudo e trouxe até vocês muitos dos filmes que vocês tanto amam”.

“De Marshall: Igualdade e Justiça a ‘Destacamento Blood’, o Black Bottom de Ma Rainey, de August Wilson, e muitos mais, todos foram filmados durante e em meio a incontáveis cirurgias e quimioterapias. Foi uma honra para sua carreira dar vida ao rei T’Challa, em ‘Pantera Negra’. Ele morreu em casa, com sua mulher e sua família ao lado. Sua família agradece aos fãs pelo amor e pelas orações, e pede que continuem respeitando sua privacidade durante este momento difícil.”, diz o comunicado.

Boseman morreu em sua casa na área de Los Angeles, na Califórnia (EUA), com sua mulher e família ao seu lado, disse o assessor Nicki Fioravante à Associated Press.

Veja mais sobre a carreira do ator no UOL

Cultura, Destaques,

Agências do Trabalhador auxiliam profissionais da cultura para receberem benefício da lei Aldir Blanc

Renda para profissionais da área cultural está prevista na lei federal Aldir Blanc, que homenageia o artista morto pela Covid-19 e instituiu um auxílio financeiro de R$ 3 bilhões para socorrer o setor no País durante a pandemia.

As 216 Agências do Trabalhador do Paraná e os Escritórios Regionais da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho já oferecem todo o suporte e orientação aos trabalhadores na área da cultura no Estado que necessitam fazer o cadastramento para o auxílio emergencial previsto pela Lei Aldir Blanc. O suporte iniciou na segunda-feira (24).

“Entendemos que hoje, mesmo com todas as tecnologias e facilidades que a internet nos proporciona, muitas pessoas ainda encontram dificuldade para realizar o cadastramento. Por isso disponibilizamos, em parceria com a Secretaria da Comunicação Social e da Cultura, as nossas Agências do Trabalhador para dar todo suporte durante o preenchimento do cadastro”, ressaltou o secretário da Justiça, Mauro Rockenbach.

“Essa colaboração é da maior importância para que o maior número possível de trabalhadores da Cultura seja beneficiado no Paraná”, disse a superintendente Cultura, Luciana Casagrande Pereira.

Lei Aldir Blanc

Sancionada em 29 de junho passado, a Lei Federal 14.017/2020 homenageia o artista morto pela Covid-19 e instituiu um auxílio financeiro de R$ 3 bilhões para socorrer o setor cultural no País durante a pandemia.  

O recurso vai garantir renda emergencial mínima de R$ 600 mensais a trabalhadoras e trabalhadores do setor que tiveram suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social causadas pela Covid-19 e não beneficiados por nenhum outro programa governamental, com o seguro-desemprego e o Auxílio Emergencial.

O repasse desses benefícios será feito pelos governos estaduais a partir de um cadastro disponibilizado aos profissionais da área cultural tão logo a Lei seja regulamentada.

As ações serão desenvolvidas pelos governos estaduais e municipais, cabendo ao Estado a distribuição dos recursos dos programas de renda emergencial e fomento, e aos municípios os de subsídios para os espaços culturais e, também, fomento.

Cultura, Curitiba, Destaques,

Com fotos icônicas de Salles e da pandemia, colaborador do blog concorre no Brasília Photo Show

Eduardo Matysiak está indicado nas categorias “fotojornalismo documental” e “lockdown”

O fotojornalista Eduardo Matysiak, colaborador do Cabeza News, participa do maior festival de fotografia do país, o Brasília Photo Show, chamado por alguns de “o Oscar da fotografia brasileira”.

O fotojornalista, que é de Curitiba (PR), foi indicado em duas categorias – “lockdown” e “fotojornalismo documental”.

Na primeira categoria, Matysiak participa com um registro sobre a pandemia do novo Coronavírus (foto acima).

Na categoria “fotojornalismo documental”, ele participa com um registro polêmico do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente), que aparece com dois ‘chifrinhos’ formados pelas pontas dos mastros das bandeiras ao fundo (foto abaixo).

Contexto

O Brasília Photo Show reúne os principais profissionais da fotografia do Brasil e do mundo.

A participação do público, interagindo com sugestões e apoios através das redes sociais, é fundamental para a escolha dos vencedores.

A imagem de Salles feita por Matysiak e que concorre ao prêmio foi publicada na página oficial do evento (AQUI para ver e apoiar o profissional paranaense).

AQUI para ver mais informações do evento

Cultura, Destaques, Foz do Iguaçu,

Com internet, underground de Foz do Iguaçu ganha um novo fôlego

A internet se tornou uma grande aliada para a divulgação de bandas, músicos, atores, poetas, fanzineiros e produtores da cultura underground de Foz do Iguaçu.

As lives nas redes sociais, que viraram febre com a chegada do novo Coronavírus, deram o “caminho” para divulgação das obras de artistas independentes com pouco, ou quase nenhum, espaço nos veículos de comunicação tradicionais.

A base deste novo fôlego do underground de Foz do Iguaçu tem sido o Jhonny Studio/Bar na região do Jardim Califórnia, próximo ao Templo Budista.

O espaço cultural criado pelo casal punk/HC Jhonny e Josce Garcia, tem sido a casa de mais de uma dezena de bandas de rock, duplas sertanejas, pagodeiros e outros gêneros musicais.

Josce e Jhonny Garcia. Foto: Facebook

O Estúdio do Jhonny se tornou endereço de músicos que buscam outros músicos para formar seus próprios projetos musicais. “Buscamos fazer nossa parte ajudando quem precisa”, dizem Jhonny e Josce.

A ideia de aliar a internet à divulgação cultural ganhou força nos dias 5 e 6 de junho, com a transmissão ao vivo de um festival cultural, que seria realizado com público no Teatro Barracão, mas foi adiado devido a pandemia.

Galera no Jhonny Studio/Bar

O organizador do evento, o produtor cultual e músico Giovani “Lixo” Fagundes, fechou uma parceria com o casal Garcia, com as apresentações das bandas e outras atividades no Estúdio do Jhonny.

Os dois dias contaram com apresentações de bandas, workshop de guitarra e declamações de poesias. Entre uma apresentação e outra, Lixo conversava com os músicos e convidados especiais.

Da live surgiu o “Estúdio em Cena”, programa transmitido ao vivo pelo grupo do Jhonny Studio/Bar no Facebook, a partir das 16h de todo sábado.

As edições são marcadas por muitas entrevistas, som ao vivo, bate-papo com clientes do bar e interação da galera pela internet.

barÔmetro

A rede de computadores deverá ganhar, já a partir da manhã deste sábado (15), um novo programa criado para mostrar as manifestações culturais independentes de Foz do Iguaçu.

O barÔmetro é idealizado pelo músico Kleber Vinícius, o Klebão, e terá transmissões ao vivo e simultâneas pelo Facebook e Youtube.

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Guarda Mirim de Foz do Iguaçu completa 43 anos em época de pandemia. Veja mensagens!

A Guarda Mirim de Foz do Iguaçu completou, neste domingo (26), 43 anos de fundação como uma referência em capacitação e encaminhamento de jovens ao primeiro emprego. A instituição, que nasceu de um projeto social encampado pela ex-primeira-dama Lea Leoni Viana no final da década de 1970, já atendeu mais de 30 mil adolescentes de 14 a 18 anos.

“Este ano não tivemos festa para que nos próximos estejamos juntos comemorando!”, diz a Guarda Mirim, em seu perfil no Facebook. A instituição mantém em seus quadros, instrutores qualificados e profissionais como psicólogos e assistentes sociais, entre outros, que ajudam a monitorar os jovens assistidos.

O presidente, Hélio Cândido do Carmo, também usou as redes sociais para lembrar o aniversário da Guarda Mirim, o primeiro em uma época de pandemia. “No mês do seu aniversário em situação de normalidade, estaríamos comemorando esta data especial com campeonato interno, almoço com os empresários parceiros da aprendizagem, autoridades e personalidades que em muito contribuíram para o desenvolvimento social da organização”, disse.

“Estamos em isolamento social, mas ela (a Guarda Mirim) está lá ‘firmada em uma rocha’ com a força motora o coração e o cérebro, trabalhando, reinventando, cheios de esperança de que em breve tudo isso vai passar”, disse Hélio do Carmo. Ele lembra que, muitos dos jovens que passaram pela instituição, hoje são pessoas formadas e servem de inspiração à nova geração.

Mais homenagens
Sem as tradicionais comemorações presenciais, muitos ex-guardinhas e familiares usaram os perfis nas redes sociais para render suas homenagens à Guarda Mirim. “Eu fiz parte desta instituição a quase 40 anos atrás, Parabéns a toda equipe envolvida, desejo a todos muito sucesso”, anotou JP Goncalves.

A ex-guardinha Leni Pereira Gomes, aproveitou para dar os parabéns a Hélio Cândido do Carmo. “Eu nunca vou esquecer minha querida Guarda Mirim”, frisou. “Parabéns.. tenho o privilegio de ser vizinha dessa instituição maravilhosa”, contou Janete Brozowski Pertile. “Só quem vivencia sabe o quanto essas datas são importantes”, comentou Leci Desbessel.

“Sinto orgulho de ter passado pela Guarda Mirim, como aprendi com as professoras Rosa, Lurdes e Márcia”, contou Maria Candido. Ela fez questão de destacar o presidente e as equipes que trabalham na secretaria e na cozinha da instituição. “Pessoas que tinham empatia, me deram a maior força quando queimou minha casa, lembro como hoje, tenho imensa gratidão por todos vocês”, concluiu.

Gláucia Warken de Souza deixou uma mensagem de esperança neste período de pandemia e que, segundo ela, “esta reinvenção do viver traga estímulo e inspiração para novas boas práticas para a Guarda Mirim”. O ex-guardinha e comunicador social Gilmar Rodrigues também registrou seu agradecimento. “Orgulho de ter feito parte!”, disse.

Contribuição
A vereadora Nanci Rafain Andreola, que já garantiu conquistas para a Guarda Mirim, também deixou sua mensagem. “Parabéns a todos vocês que lutam por esta instituição a tantos anos! Principalmente a mentora Lea”, pontuou.

“Parabéns a esta linda instituição pois ajudou muitos jovens desta cidade. Meu irmão saiu da Guarda Mirim para a marinha e hoje está aposentado. Meus filhos (5 deles) passaram por ela também”, contou Maria Freire.

“Amo a Guarda Mirim”, disse Eliane Preto. De acordo com ela, a instituição tem uma equipe comprometida com os adolescentes, “são como uma família. Eles ajudam, orientam, ensinam, compartilham, ouvem. Vocês tem um projeto e uma missão linda”, frisou ela, que fez questão de homenagear o mastro Maestro Vanderlei Aparecido da Silva.

A ex-guardinha Franciney Maradona se considera uma guarda mirim. “Nunca deixarei de ser. Hoje, nosso projeto é inspirado neste trabalho”, ressaltou. Outro que fez questão de registrar a gratidão é o também ex-guardinha Valdir Pereira da Silva. “Muito orgulho de ter feito parte dessa instituição que fez diferença na minha vida e de centenas de outras pessoas”, concluiu.

Por: GDia

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Reação Química parte para o vamos fazer!!!

Banda de Punk Rock/HC de Foz do Iguaçu criou canal no Youtube para divulgar composições próprias

A história do Rock n Roll é formada por bandas, músicos e compositores que buscam na música um caminho para contestar, defender ideais e expor o comportamentos nada sociais de notáveis sociais. A banda Reação Química, após oito anos de estrada, partiu para o vamos fazer e criou um canal no Youtube para divulgar composições próprias.

A nova fase do grupo de Punk Rock HC de Foz do Iguaçu, que nasceu inspirado em composições clássicas do gênero na década de 1980, é expressada em composições próprias com mensagens afirmativas de quem não aceita o sistema como está posto.

“A Vida é uma Infinita Luta!”, berra Giovane Fagundes, o Sid Lichus, vocalista fundador e principal compositor das letras. “Vamos lutar!”, ressalta o músico ao anunciar as primeiras composições que saíram da fase de projeto e hoje ganham repercussão nas mídias sociais.

A mais nova composição, “Eutanásia!”, chama a atenção para um dilema que passou a ocupar o imaginário da sociedade com a evolução da medicina e os aparelhos que mantém seres vivos. “Desligue os aparelhos, me dê uma injeção, deitado nesta cama, me sinto num caixão”, diz a primeira fase da obra.

A Reação Química, que tem ainda em sua formação os irmãos Gab Camargo (bateria) e Ariel Armstrong (Guitarra), mais Rodrigo Anarc (Guitarra), Volney Primaz (bateria) e Ronny Rotten (baixo), quer alçar voos mais ousados. “A próxima etapa inclui as gravações de duas inéditas, uma homônima da banda e outra que fala de um pastor e seu interesse em dinheiro e bens pessoais”, diz Sid Lichus.

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Catuaí Palladium de Foz do Iguaçu promove show on-line nesta segunda, 13, Dia Mundial do Rock

Orquestra Cordas do Iguaçu tocará clássicos de bandas como Led Zeppelin, AC/DC, Iron Maiden e Metallica nesta segunda-feira (13), Dia Mundial do Rock.

Para celebrar o Dia Mundial do Rock, comemorado em 13 de julho, o Catuaí Palladium Shopping Center convidou a Orquestra Cordas do Iguaçu – que já é parceira do empreendimento em outros projetos – para um show inédito pelas redes sociais, a partir das 20h. Clássicos de Metallica, AC/DC, Scorpions, Iron Maiden e Led Zeppelin fazem parte do repertório que será interpretado pela orquestra.

O grupo faz parte do projeto social Cordas do Paraná, que forma crianças e adolescentes carentes como músicos instrumentistas e atende 280 alunos. Além das aulas gratuitas que recebem, parte dos estudantes de música recebe bolsa incentivo entre R$ 300 e R$ 500 e contam com o apoio o Ministério da Cultura. A transmissão ao vivo que acontecerá nesta segunda-feira (13), será com um grupo reduzido de músicos, apenas os professores do projeto.

“A parceria do Grupo Tacla Shopping com o Cordas do Iguaçu é antiga, com diversas apresentações ao vivo já realizadas. Apoiamos este projeto e admiramos muito o trabalho que, além de ser social, reúne diversos talentos. Queremos ajudá-los mesmo neste momento em que não é possível realizar shows e eventos. A música já provou que tem o poder de transformar a sociedade, agora estamos mostrando que ela tem o poder de ajudar o próximo também”, conta a diretora de marketing do Grupo Tacla Shopping, Cida Oliveira.

A live será transmitida no YouTube ou no Instagram do shopping  e siga as instruções de acesso). Para ajudar o Projeto Cordas do Iguaçu, doações de qualquer valor podem ser realizadas pelo site Vakinha – plataforma destinada a financiar projetos por meio de doações on-line – e pelo QR Code que aparecerá durante a transmissão ao vivo.