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Polícia Civil alerta para o aumento de golpes durante a pandemia. Veja como a maioria é praticada em Foz do Iguaçu

O isolamento social provocado pela pandemia do Covid-19 fez aumentar o número de golpes de diversos tipos, isso porque quadrilhas aproveitam o crescimento de transações digitais para capturar dados.

Em Foz do Iguaçu, a Polícia Civil emitiu um alerta para que a população fique atenta a ação de estelionatários, anotou o GDia.

Um levantamento feito pela instituição mostra que entre janeiro e maio de 2019 foram registrados 58 golpes na cidade.

No mesmo período deste ano foram 107 casos.  

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Foz do Iguaçu, Geral,

Em Foz do Iguaçu, menino de 11 anos morre após cair de prédio

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a criança caiu de um apartamento, a cerca de 10 metros de altura, no sábado (4), no Centro da cidade. Ele estava inconsciente quando foi socorrido, teve ferimentos graves e foi levada para o Hospital Municipal, posteriormente foi encaminhada ao Hospital Ministro Costa Cavalcanti onde teve morte cerebral nesta segunda-feira (6).

O Corpo de Bombeiros não soube precisar o andar em que a vítima morava, pois o atendimento da ocorrência foi rápido e, por isso, não foi possível levantar detalhes. Mas informou que a criança morava no 3º ou 4º andar do prédio e que a família não sabia dizer o que teria acontecido.

Até o momento, segundo o IML, o corpo não tinha sido levado para a polícia científica de Foz do Iguaçu porque a família decidiu doar os órgãos da criança.

A Delegacia de Homicídios informou que a princípio, foi tratada como queda de nível pelo Corpo de Bombeiros, mas irá apurar informações sobre o caso. O Conselho Tutelar de Foz do Iguaçu também investigará a ocorrência.

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Edital prevê investimentos de até R$2 milhões para inovação em empresas da região oeste do Paraná

Micro e pequenas empresas e startups podem se inscrever no Desafio Inova Oeste até o próximo dia 22

Com o objetivo de incentivar projetos de micro e pequenas empresas ou startups que visam o desenvolvimento da economia na região oeste do Paraná e, também, como forma de auxiliar no enfrentamento à crise do coronavírus, o Sebrae/PR em parceria com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Fundação Araucária, Itaipu Binacional e entidades que compõem o Sistema Regional de Inovação (SRI/Iguassu Valley), lançou a segunda edição do Desafio Inova Oeste.

O edital de incentivo à inovação na região prevê o apoio financeiro e econômico de projetos que podem promover o desenvolvimento e a implementação de soluções tecnológicas em startups ou pequenas empresas, gerando impactos positivos em toda a economia regional. Podem ser contemplados projetos das áreas de energia, saúde, produção de alimentos, varejo, turismo, cidades inteligentes, logística, meio ambiente, internet das coisas, indústria 4.0 e tecnologia da informação e comunicação (TIC).

Segundo o consultor do Sebrae/PR, Alan Debus, o projeto proporciona a inovação por necessidade (no momento da pandemia) e por oportunidade, visto que com toda a mudança de comportamento que a crise ocasionou, verificamos um novo comportamento dos consumidores e, por consequência, novas oportunidades de negócio.

“O Desafio traz um edital com valor expressivo que não exige contrapartida financeira: basta ter um projeto inovador, que provoque resultados imediatos, ajude a desenvolver a economia da região e possa ser colocado em prática até o fim do ano. É uma forma que encontramos de ajudar as empresas nesse momento, impulsionando empresas que ofereçam soluções para o contexto ou que podem auxiliar na retomada pós-pandemia”, explica Debus.

Até vinte empresas poderão ser selecionadas e cada projeto terá um valor financeiro de até R$ 58 mil. Os investimentos serão do PTI e Fundação Araucária com R$ 600 mil, R$ 560 mil do Sebrae/PR e R$ 840 mil de integrantes do SRI.

“Construir inovação onde tem uma empresa grande aliada às pequenas startups e universidades é o caminho, pois é a integração de diferentes atores por um mesmo objetivo. Esse edital é a forma de ajudar você a fazer inovação do jeito certo”, afirma o presidente do Sistema Regional de Inovação (SRI) Iguassu Valey, Jadson Siqueira.

Inscrições

Segundo as regras do projeto, qualquer micro e pequena empresa ou startup que estiver com as obrigações sociais e tributárias em dia e possuir CNPJ regularizado sediado na região Oeste do Paraná pode participar. Os interessados precisam acessar imediatamente o site do Desafio Inova Oeste, baixar o edital e analisar os critérios e informações exigidas. Para aqueles que decidirem participar, é necessário que cumpram a primeira etapa do edital, que é até o dia 10/07/2020. Todas as inscrições são gratuitas.

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Evento mais grave da história da Copel mobiliza 2,7 mil eletricistas

Empresa mobilizou profissionais de todo Paraná. Desde início dos ventos, 1,8 milhão de unidades consumidoras foram alternadamente afetada – 38% do total atendidas pela Copel.

A Copel está enfrentando o pior evento climático de sua história em relação aos danos causados na rede de energia após o ciclone que atingiu o Paraná nesta semana. Desde as 10 horas de terça-feira (30), quando começaram os ventos fortes, 1,8 milhão de unidades consumidoras foram alternadamente afetadas – 38% do total de unidades consumidoras atendidas pela Copel.  

O pico de desligamentos aconteceu por volta de 17h20 de terça, com mais de 875 mil unidades consumidoras atingidas no Estado. As equipes da Copel atenderam com prioridade serviços públicos essenciais e seguiram buscando religar o maior número de consumidores ao longo da noite do mesmo dia e madrugada do dia seguinte. 

No começo da tarde de quarta-feira (1º), por volta das 13 horas, estavam abertos mais de 11,5 mil chamados de serviço em diferentes localidades. A média diária de serviços dos últimos três dias ficou em 5 mil. Em junho esse número fechou em 1,5 mil/dia.

A Copel chegou a ter mais de mil equipes – 777 delas de emergência – com 2,7 mil eletricistas próprios e terceirizados atendendo nas ruas. Profissionais do Interior foram deslocados para Curitiba, Região Metropolitana e Litoral para dar reforço nas áreas mais afetadas.  

O diretor-geral da Copel Distribuição, Maximiliano Orfali, enfatiza que toda a força de eletricistas da empresa está de alguma maneira envolvida, inclusive profissionais de outras áreas, além da operação e manutenção, como medição, automação e inspeção, entre pessoal próprio e terceirizado.

 “Foi realmente um caso excepcional, grave e histórico, e ainda assim os profissionais reconhecidamente qualificados da Copel atuaram de forma intensa para religar o mais rápido possível o maior número de consumidores”, afirma. 

Curitiba, RMC e litoral

Por conta do alto número de árvores e postes caídos, muitos trechos de redes estão exigindo reconstrução da estrutura. Desde o início do incidente, a Copel trocou 453 postes em diversas localidades do Paraná, e ainda restam 300 pendentes de troca (a média diária de troca de postes é 20).

Na Capital, a energia foi praticamente toda restabelecida. Restam apenas 1,5 mil desligamentos, o que corresponde a 0,2% do município. Nos últimos dias, o bairro do Uberaba foi um dos mais impactados, assim como boa parte da Cidade Industrial, Bacacheri, Fazendinha, Campo Comprido, Pinheirinho, Alto da Glória e Bom Retiro.

Curitiba e região receberam 66 equipes de eletricistas que foram remanejados do Norte e Noroeste do Paraná para reforçar o atendimento.

Na RMC alguns pontos estão demandando o trabalho de grandes equipes, como a Vila Macedo, em Piraquara. Ao todo, 35 postes foram ao chão com a tempestade. A Copel deslocou nove equipes, com 63 profissionais, para reconstruir os trechos.

O trecho sul da RMC foi o mais atingido. Nesta sexta-feira (03), Rio Negro segue com 1,3 mil desligamentos; Quitandinha com 4,5 mil; Campo do Tenente com 1,4 mil; Mandirituba com 3,5 mil e Tijucas do Sul com 2,5 mil. Em São José dos Pinhais, também uma das mais atingidas, os desligamentos diminuíram para 5,1 mil. 

No Litoral, Morretes e Antonina concentraram os maiores danos e Guaraqueçaba ainda está em situação crítica, com 3,5 mil unidades consumidoras sem energia.

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Grupo de Trabalho de Segurança Pública LGBTQ+ do Paraná retoma atividades

Reunião por videoconferência discutiu a reestruturação do Núcleo de Proteção a Vulneráveis, da Polícia Civil, e o desenvolvimento de uma cartilha de orientação para atendimento e correta tipificação do delito de homofobia

O Grupo de Trabalho de Segurança Pública no âmbito da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTQ+) retomou as atividades, após uma pausa de dois anos. As atividades foram retomadas em encontro por videoconferência, nesta semana.

Compõem o grupo todas as instituições da Secretaria da Segurança Pública do Paraná, a Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, OAB Paraná, Grupo Dignidade e Transgrupo Marcela Prado. No encerramento de junho, mês do Orgulho Gay, a reunião por videoconferência discutiu a reestruturação do Núcleo de Proteção a Vulneráveis, que funciona na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil.

 “A ideia é combater o preconceito, termos a noção de respeito às pessoas diferentes, sempre na ideia de que o amor nunca falha”, destacou o coordenador do Núcleo, delegado Claudio Marques Rolin e Silva. “Toda pessoa que precisar de ajuda da polícia judiciária, terá seu caso será levado com muita seriedade até a resolução”, disse ele.

Outro tema foi o desenvolvimento de uma cartilha de orientação para atendimento e também a correta tipificação do delito de homofobia de acordo com a recente decisão do STF.

“Reativamos o grupo e hoje tivemos a primeira reunião por vídeoconferência para voltar a acompanhar as políticas públicas voltadas para melhor atender a comunidade”, disse o integrante do Grupo Dignidade, Marcel Jeronymo.

 Segundo o delegado Marques, a intenção é dar continuidade aos trabalhos e às missões. “O público LGBTQ+ tem alguns pedidos, que são muito coerentes e que vamos fazer o possível para atender”, afirmou. Uma nova reunião foi marcada, para o fim do mês de julho.

 O que é

O grupo foi criado por meio da Resolução 379/2015 da Secretaria da Segurança Pública, mas em 2017 teve uma parada nos trabalhos. Em junho deste ano a atuação foi retomada. O objetivo é subsidiar a elaboração de políticas públicas voltadas a este público.  O grupo também tem o objetivo de articular, junto ao poder público estadual e entidades de defesa de direitos da população LGBTQ+, a adoção de mecanismos de capacitação das unidades policiais e prisionais quanto ao atendimento de ocorrências relacionadas a crimes de ódio e delitos de intolerância.

Compete ainda ao grupo fomentar a cooperação de órgãos e entidades, no âmbito do poder público estadual, com vista ao reconhecimento e respeito à população LGBT, assim como a adoção de medidas necessárias à criação de um observatório de boas práticas em segurança pública, relacionadas ao enfrentamento à homofobia e transfobia.

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Operação Metrópolis já apreendeu mais de três toneladas de drogas

Em apenas uma semana de ação, a Operação Metrópolis já retirou de circulação mais de três toneladas de drogas de diversos tipos, 60 mil pacotes de cigarros contrabandeados e mais de 400 munições de vários calibres. Também foram recolhidas 14 armas de fogo no período. O prejuízo aos criminosos passa de R$ 7 milhões. 

Os resultados foram apresentados na tarde de quarta-feira (1°), pela coordenação do 5° Comando Regional da Polícia Militar, na sede do 14° Batalhão da Polícia Militar em Foz do Iguaçu. Participaram da coletiva equipes da PM, Guarda Municipal, Receita Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal, que também integram a ação. 

A Operação Metrópolis foi deflagrada com o objetivo de unir as equipes de segurança no combate ao contrabando, descaminho e tráfico de armas, drogas e munições, especialmente nas regiões de fronteira. Os trabalhos visam impedir a ação de criminosos, que passaram a utilizar estradas rurais e travessias clandestinas no Lago de Itaipu e Rio Paraná para a passagem de ilícitos. 

Mais de 600 policiais atuam diariamente nas regiões com o maior índice de crimes em Foz e em outros 14 municípios da região Oeste no momento. O policiamento está sendo realizado com ações preventivas e repressivas por meio de patrulhamentos aquáticos; bloqueios em estradas vicinais, rodovias e perímetro urbano; com abordagem de pessoas e veículos.

Na última segunda-feira (29) uma equipe do Gotamotran do 14° BPM, com o apoio da Guarda Municipal, realizou a abordagem de mais de 80 veículos em pontos distintos da cidade. Foram verificados os documentos dos condutores e passageiros em busca de pendência judiciais e irregularidades.  Como resultado foram recolhidos três veículos e confeccionados 15 autos de infração. 

Além das 120 viaturas empregadas nas fiscalizações, as equipes de segurança contam também com o apoio da aeronave Falcão 7 do Batalhão de Operações Aéreas da Polícia Militar. O helicóptero tem comunicação direta com as equipes em terra, o que facilita as ações em locais de difícil acesso. 

Além das apreensões realizadas nesta primeira semana de trabalho, os policiais também realizaram a prisão em flagrante de 76 pessoas e recuperaram 11 veículos com registro de furto ou roubo. As ações seguem por tempo indeterminado na Tríplice Fronteira e demais municípios do Oeste paranaense. 

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Vereador propõe auxílio-emergencial para profissionais de comunicação autônomos de Foz do Iguaçu

O vereador Elizeu Liberato (PL) quer informações do Poder Executivo sobre possibilidade de estudos a respeito de concessão de auxílio aos profissionais de imprensa autônomos de Foz do Iguaçu.

A proposição foi uma das novidades do início, nesta quinta-feira (02), das sessões do legislativo iguaçuense no mês de julho.

Na justificativa, Liberado informa que, em virtude da crise econômica causada pela pandemia do novo Coronavírus, os profissionais da comunicação perderam muitos recursos de publicidade para seus canais independentes (blogs, impressos, canais de Youtube…) neste momento.

“Alguns enfrentam dificuldades para cobrir suas despesas de família”, ressalta o texto.

As sessões da Câmara começaram com pauta extensa. Dentre os temas principais está a saúde com assuntos relacionados, por exemplo, aos resultados pendentes de testagem para covid-19.

O auxílio aos profissionais do turismo e transporte escolar também voltaram ao debate durante a sessão virtual desta quinta-feira, 02 julho.

Leia mais na agência de notícias da Câmara de Foz

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Projeto de lei quer aumentar segurança dos trabalhadores dos serviços de entrega em Foz do Iguaçu

Em sendo aprovado, PL deve obrigar que empresas de entrega forneçam máscaras e álcool em gel aos funcionários

Está tramitando na Câmara Municipal e recebeu parecer favorável das comissões um projeto de lei 47/2020 que fixa a obrigação de empresas responsáveis pelos serviços de entrega e frete via motocicleta de distribuir gratuitamente máscaras, álcool em gel e luvas aos seus funcionários, para prevenção a covid-19. A matéria é de autoria da Vereadora Nanci Rafagnin Andreola (DEM).

O projeto que visa garantir a segurança do trabalhador também tramita no Legislativo Iguaçuense concomitante com a discussão nacional que se faz a respeito da segurança no trabalho neste período de pandemia. Inclusive, nesta quarta-feira, 1 de julho, está marcada greve nacional dos entregadores que buscam por direitos e melhores condições de trabalho.

A matéria sustenta que a crise é antes de tudo sanitária, evidente que afetou em muito a economia também. Esse cenário então acabou aumentando a demanda por serviços de entrega e esses trabalhadores ficam cada vez mais expostos ao risco de adoecer. O projeto busca trazer mais segurança para os entregadores e para os clientes.

A ideia do texto é que haja penalização para quem descumprir as medidas. A primeira penalidade seria de notificação para cumprimento em até 5 dias. Em caso de reincidência aplicação de multa a empresa de até 2 UFFIs, o que atualmente equivalem a de até 2 UFFIs, o que atualmente equivalem a 174,16 por funcionário que não tenha sido suprido. O dinheiro arrecado com essas multas devem ir para o Fundo Municipal de Saúde.

Fonte: CMFI

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Dengue apresenta sinais de redução no Paraná, informa a Saúde

Chegada do frio e ações de combate ao mosquito explicam o resultado.   Mas orientação é que a população continue alerta para detectar e eliminar focos do mosquito.

O boletim quinzenal da dengue divulgado hoje (30) pela Secretaria da Saúde do Paraná apresenta sinais de redução dos índices da doença no Estado. Quatro municípios tiveram autoctonia excluída nesta publicação, ou seja, deixaram de apresentam casos com origem no próprio município. As cidades são Céu Azul, Engenheiro Beltrão, Icaraíma e Paranavaí.

A mudança na temperatura é um dos fatores que influenciam neste resultado. Com a chegada dos dias frios o mosquito transmissor da dengue diminui a circulação e assim a proliferação fica atenuada.

Outro fator avaliado são as atividades de combate realizadas pelos municípios, por meio das regionais de saúde e sob coordenação da Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde. Cerca de 70 cidades receberam ações para remoção técnica dos criadouros, com participação de equipes de profissionais da própria secretaria estadual. Além disso, a secretaria realizou capacitações em vários municípios, tanto para a eliminação de grandes focos, como de manejo clínico a doença.

Entre fevereiro e junho, o Governo do Estado fez o aporte de mais de R$ 7 milhões beneficiando 216 municípios nas ações de ações de combate á dengue. “Mesmo durante o difícil enfrentamento da Covid-19 e mesmo com a chegada do inverno vamos manter as atividades que visam acabar com a dengue. A dengue segue como uma das maiores preocupações do estado”, disse o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto. Os repasses foram oficializados pelas resoluções 782, 190, 227 e 345,  publicadas em Diário Oficial do Estado.

“Todos temos que seguir vigilantes quanto ao mosquito Aedes Aegypti; este é uma apelo que fazemos à população, precisamos acabar com os criadouros da dengue pois ainda registra milhares de casos e cerca de 90% dos criadouros estão nos domicílios”, salientou o secretário.

Dados

O boletim quinzenal totaliza 217.891 casos no período, com início do monitoramento no final de julho do ano passado. São 5.817 casos a mais que o informe anterior divulgado há 15 dias; 243 cidades estão em epidemia e 30 em situação de alerta para a dengue.

Nove óbitos que estavam em investigação entre fevereiro e maio foram confirmados no novo informe. Agora são 157 mortes confirmadas por dengue no período. Três óbitos foram de moradores de Maringá, dois homens, um de 89 anos, portador de doença autoimune, e outro de 81 anos, sem comorbidade, e uma mulher de 63 anos, com hipertensão e artrite reumatóide. Um óbito foi em Foz do Iguaçu, homem de 68 anos com hipertensão e diabetes; um em Cascavel, mulher de 66 anos, também com hipertensão e diabetes; um em Francisco Alves, mulher de 61 anos, com hipertensão, diabetes e insuficiência cardíaca;  um em Ibiporã, mulher de 70 anos, com hipertensão; um em Marechal Cândido Rondon, mulher de 34 anos, com doença crônica do fígado ; e um óbito em Ubiratã, mulher de 29 anos, portadora de diabete.