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Itaipu Binacional

Leia as últimas notícias sobre Itaipu Binacional no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

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HMCC repassa cinco respiradores ao hospital municipal de Foz. Outros 12 foram doados nesta semana pelo MS

Desde o início da pandemia de covid-19, o hospital mantido pela usina repassou para o município dez desses equipamentos. Com o reforço do governo federal, são 22 no total.

A Fundação Itaiguapy, que administra o Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), repassou cinco respiradores para o Hospital Municipal Padre Germano Lauck (HMPGL), de Foz do Iguaçu, na última quinta-feira (9). Os equipamentos foram adquiridos com recursos da Itaipu Binacional.

Eles se somam a outros cinco respiradores, além de 15 monitores, 15 camas hospitalares, insumos como máscaras, luvas e medicamentos doados pela usina de Itaipu ao município. Foz recebeu nesta semana ainda outros 12 respiradores enviados pelo Ministério da Saúde. A soma total de respiradores doados pela usina e governo federal chega a 22.

“Esse esforço conjunto no combate à covid-19 na região Oeste do Paraná demonstra o carinho e a preocupação do governo federal e do diretor-geral de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, no enfrentamento da doença”, diz o coordenador do Grupo Estratégico da Covid-19 da Itaipu, coronel Aureo Ferreira.

Desde o início da pandemia, a usina adotou uma série de medidas e já investiu mais de R$ 23 milhões no enfrentamento ao novo coronavírus em diferentes frentes. Desse total, R$ 15 milhões foram investidos para a reestruturação do Hospital Ministro Costa Cavalcanti e também para ajudar Foz do Iguaçu e municípios vizinhos no combate à doença.

Respirador

Considerado essencial para garantir a sobrevivência de pacientes com quadros severos da covid-19, o equipamento auxilia os doentes com falta de ar a obter oxigênio para os pulmões e liberar o dióxido de carbono. Dos 12 enviados pelo Ministério da Saúde, dez estão sendo usados na UTI e dois na Unidade Móvel de Saúde. “As parcerias e doações garantem uma estrutura melhor dos serviços de saúde. Os maiores beneficiários são nossos pacientes”, agradeceu o diretor do HMPGL, Sérgio Fabriz.

Para o diretor superintendente do HMCC, Fernando Cossa, esta doação reforça o trabalho da força-tarefa que o Costa Cavalcanti, Itaipu e município estabeleceram para vencer a pandemia. “Essas iniciativas demonstram que estamos unidos numa ampla rede de solidariedade e com único objetivo: o de salvar vidas.”

Estrutura adequada

Hoje, Foz do Iguaçu conta com uma estrutura para atendimento da doença muito superior a de outros municípios, proporcionalmente. A estrutura montada especialmente para a covid-19 no município é composta por 45 leitos de UTI, 30 deles no Hospital Municipal Padre Germano Lauck e outros 15 no Hospital Ministro Costa Cavalcanti, além de 62 leitos de enfermaria nos dois hospitais. O município também está construindo mais 22 leitos que poderão ser utilizados como semi-intensivo ou de UTI no HMPGL.

Matéria do HMCC

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Roteiro memória: Itaipu vai oferecer tour histórico pelas vilas erguidas para a construção da usina. Veja fotos!

O passeio deverá operar a partir do funcionamento do Mercado Municipal, previsto ser aberto em junho de 2021.

Durante duas horas e meia, turistas e moradores de Foz do Iguaçu (PR) poderão fazer uma imersão pela história da usina de Itaipu a partir de um city tour temático e tecnológico pelas vilas erguidas durante a construção da maior produtora de energia do mundo.

A novidade deve ser oferecida quando o Mercado Municipal de Foz – hoje em fase de construção – já estiver funcionando. A estimativa de inauguração é para junho do ano que vem. Inicialmente, o tour funcionará de terça-feira a domingo, com saídas às 10h e às 15h. A gestão do serviço será feita pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI), que também gerencia o Complexo Turístico Itaipu.

Imagem histórica da Vila C de Itaipu

Mais uma opção

O passeio será mais um atrativo para quem visita o Destino Iguaçu. Ele vai preencher um espaço pouco explorado pelo turismo numa região mais próxima à Ponte da Amizade, na fronteira do Brasil com o Paraguai.
O city tour memória terá percurso de 16 quilômetros. A escolha do nome oficial do passeio será feita pela população por meio de um concurso. As regras serão definidas mais perto da inauguração.

Imagem Histórica da Vila C de Itaipu

“A proposta é oferecer um roteiro que seja uma homenagem e motivo de orgulho para pioneiros e à comunidade em geral”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Joaquim Silva e Luna. E acrescenta: “É um projeto que traz legado para nossa gente e é inovador pelos equipamentos modernos que poderão ser acessados durante o trajeto”.

Todo o projeto está sendo desenvolvido com talentos da casa: equipes da Comunicação Social e do Turismo de Itaipu, com a curadoria de Sylvia Braga, atualmente cedida ao Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

A produção do conteúdo histórico está sendo feita por meio de pesquisa documental e bibliográfica, em publicações, jornais da época, teses e dissertações relacionadas à construção de Itaipu, assim como em acervos históricos, vídeos, fotografias e relatos testemunhais.

Homenagem à história

O tour será uma espécie de homenagem às histórias da usina e de Foz do Iguaçu, umbilicalmente conectadas. A proposta é ajudar a movimentar a economia local, por meio do turismo e, ao mesmo tempo, contribuir para resgatar e preservar a cultura local e o sentimento de pertencimento dos habitantes de Foz e das três fronteiras, de modo geral. Todas elas interligadas.

Imersão

Durante o roteiro, o turista ou morador fará uma espécie de viagem no tempo para reviver a época da construção da Itaipu (informações sobre os locais visitados, fatos e datas que marcaram a história da hidrelétrica). Sons ambientes da época serão usados para remeter o visitante ao período das obras, que chegaram a mobilizar 40 mil trabalhadores, simultaneamente.

Os turistas serão transportados em ônibus envelopado com imagens dos veículos usados na época da construção para levar os barrageiros.

Roteiro

O embarque será em frente ao Instituto Federal do Paraná (IFPR), instalado no antigo Floresta Clube, na Vila A – uma das construídas pela binacional. Depois, passará pelo Colégio Anglo Americano, Catedral Nossa Senhora de Guadalupe, Hospital Ministro Costa Cavalcanti, com parada na Casa do Barrageiro (que será recuperada e totalmente temática).

Imagens também do projeto do Gramadão

Outro ponto de interesse incluído é o Gramadão – um dos principais pontos de encontro da comunidade iguaçuense –, e que até lá será um grande parque de lazer, totalmente revitalizado, respeitando seu aspecto original e com poucas intervenções de concreto.

O tour inclui visita de 40 minutos à usina e retorno ao Mercado Municipal para o desembarque. Um audioguia, que será acionado por meio de um GPS, guiará o passeio em português, espanhol e inglês.

O roteiro poderá ser explorado também de formas independentes (veículo próprio, bicicleta, entre outros). Para esses casos, o visitante contará com o apoio tecnológico de um aplicativo e de totens interativos.

Imagens aéreas da Vila A, crédito: Kiko Sierich

Com um celular, o turista poderá usar o QR Code em alguns locais do roteiro para ter acesso a conteúdos exclusivos ou ainda direcionar seus tablets a um código de barras para outros pontos.

Óculos de realidade virtual vão compor o roteiro histórico. Eles ficarão disponíveis na Casa do Barrageiro, com visualização de imagens da época e passeio por algumas partes da construção da usina. Haverá venda de souvenirs em algumas paradas e espaço para fazer lanche.

Revitalização

O city tour memória entrará em operação num novo momento do turismo. Parte das melhorias dos atrativos do próprio Complexo Turístico Itaipu já estará adiantada. O local passa por uma grande revitalização. A Vila A, onde fica o Gramadão e o Centro Executivo da Itaipu Binacional, terá um sistema inteligente, que agregará uma moderna tecnologia para equipamentos públicos e segurança do bairro.

O turismo pelas vilas de Itaipu vai se conectar aos tradicionais atrativos turísticos de Foz do Iguaçu, que ficam do outro lado da cidade, na região das Cataratas do Iguaçu.

Silva e Luna diz que todas essas melhorias vão proporcionar uma nova forma de o turista vivenciar uma experiência no lugar que escolheu para visitar, o que permite uma introspeção e conhecer melhor sua gente e a história local. O diretor não tem dúvidas de que com o apoio do Programa Acelera Foz, que reúne sete entidades, entre elas Itaipu e PTI, o Destino Iguaçu estará ainda mais preparado para receber seus moradores e visitantes.

Além de Itaipu e PTI, o Programa Acelera Foz é parte de um plano de retomada econômica e tem a coordenação estratégica do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu (Codefoz), Prefeitura de Foz, Sebrae, Programa Oeste em Desenvolvimento, Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (Acifi) e Conselho Municipal de Turismo (Comtur).

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Auxílio de Itaipu garante sustento de associação de catadores de Entre Rios do Oeste por seis meses

A Associação de Entre Rios do Oeste é uma das vinculadas ao Programa Coleta Solidária, da Itaipu.

Os profissionais da Associação Entrerriense de Catadores (Asec), de Entre Rios do Oeste, receberam na semana passada, cestas básicas e materiais de higiene e limpeza comprados com parte do fundo de auxílio eventual concedido pela Itaipu para ajudar as entidades a enfrentarem a pandemia da covid-19. O valor será vital para manter a entidade e os catadores pelos próximos seis meses. A Asec é uma das associações vinculadas à Itaipu por meio do programa Coleta Solidária e que receberá auxílio neste tempo de pandemia.

“Os recursos do auxílio eventual da Itaipu são uma importante ajuda para garantir um mínimo de condições para as entidades que prestam um inestimável trabalho socioambiental na região. Com esta ajuda, Itaipu faz sua parte para que a Associação passe pela crise enquanto não for possível retomar as suas atividades”, afirmou coordenador do Grupo de Trabalho Estratégico da Covid-19 da Itaipu

O valor será usado para a compra de máscaras de proteção, cestas básicas, kits de material de higiene pessoal e produtos de limpeza, materiais de primeiro socorro, além de outros produtos destinados aos catadores, às suas famílias e à própria entidade. Quatro containers para os resíduos também foram comprados com parte do valor.

A Asec foi fundada em novembro de 2010, com o objetivo de realizar a coleta do material reciclado do município, trazendo impacto social, econômico e ambiental. Atualmente, seis catadores trabalham na associação e a venda do material reciclado corresponde a toda a renda destes profissionais. Nos últimos meses, foram coletadas 18 toneladas de materiais reciclados em Entre Rios do Oeste.

Auxílio eventual

A margem brasileira da Itaipu destinou R$ 5,5 milhões do fundo de auxílio eventual para ajudar entidades humanitárias que perderam renda em consequência da pandemia da covid-19, na região Oeste do Paraná. Inicialmente, o recurso era de US$ 250 mil, (cerca de R$ 1,3 milhão), mas a empresa aumentou o auxílio para os R$ 5,5milhões que vão atender no total 76 instituições.

Ao todo, a usina já investiu R$ 23 milhões no combate à doença. O valor inclui a reestruturação do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, mantido pela usina, com recursos de R$ 15 milhões, e um convênio de R$ 4 milhões, em parceria com o governo do Estado, para contratação de bolsistas da área de saúde em todo o território do Paraná, entre outras medidas. Todas as ações seguem as diretrizes do governo federal para ajudar os mais vulneráveis.

Crédito: Gabriela Fernanda Sandri/ prefeitura de Entre Rios do Oeste

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Auxílio eventual de Itaipu dá fôlego a projeto social Um Chute Para o Futuro. VEJA FOTOS!

ONG atende normalmente 220 crianças e adolescentes de famílias de baixa renda, mas, na atual fase de pandemia, arrecada doações para ajudar essas famílias

Quando o tema é solidariedade, o projeto Um Chute Para o Futuro, em Foz do Iguaçu, dá de goleada. Em períodos normais, a Organização Não Governamental (ONG) atende 220 crianças e adolescentes do bairro Porto Belo.

Desde abril, quando precisou suspender as atividades com seu público, devido à pandemia, colaboradores e voluntários arrecadam cestas básicas e kits de higiene para doar a famílias atendidas pelo projeto e moradores do entorno.

O projeto Um Chute para o Futuro é uma das instituições atendidas com recursos do auxílio eventual de Itaipu, em Foz do Iguaçu. A usina aumentou os recursos desse auxílio, que inicialmente eram de US$ 250 mil (cerca de R$ 1,3 milhão), para R$ 5,5 milhões, que foram direcionados para 76 entidades prejudicadas pela pandemia.

“Reconhecer os trabalhos sociais importantes para a comunidade é praticamente um dever de Itaipu, que cumprimos com a certeza de contribuir para uma sociedade melhor. Vamos continuar atentos ao que se faz de positivo para melhorar a vida de nossa gente”, afirmou o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna.

Com os recursos do auxílio eventual, somados às doações e ao trabalho de voluntários, o projeto Um Chute para o Futuro ganhou cara nova, já no ano passado, dentro do plano para garantir sua sustentabilidade. A sede conta agora com energia solar, poço artesiano e horta solidária, o que reduziu os custos de energia e água, permitindo que a instituição deixe de correr o perigo iminente de um corte desses serviços. A horta, por sua vez, melhorou a qualidade da alimentação.

Criada pelo professor Ronaldo Cleber Cáceres, em 2005, a instituição começou com dez crianças e foi ampliando o atendimento. Antes da pandemia – e quando a normalidade voltar -, a instituição atendia quase 200 crianças e adolescentes de 6 a 17 anos de famílias de baixa renda ou em situação vulnerável, no contraturno escolar. Ali eram e serão desenvolvidas várias atividades multidisciplinares.

Todo o trabalho desenvolvido no local tem como objetivo evitar que o público atendido fique na rua, à mercê do crime. A comida é um grande atrativo. Para muitas famílias, a doação constitui-se na única refeição que recebem. Ao longo dos anos, a instituição foi fortalecendo os vínculos com os usuários, familiares e a comunidade. Atualmente, é uma referência de projeto integrador e de relevância pública e social no território.

Fotos: Nilton Rolin e Ronaldo Cleber Cáceres

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Pouca água e muita produtividade: Itaipu chega à marca de 40 milhões de MWh gerados em 2020

A geração acumulada deste ano seria suficiente para atender ao consumo de eletricidade no Brasil por um mês e no Paraguai por dois anos e nove meses.

Em um ano com cenário hídrico desfavorável, mas marcado por recordes de produtividade (fazer mais com menos), a usina de Itaipu chega nesta quarta-feira (8) à produção acumulada de 40 milhões de megawatt-hora (MWh) em 2020.

Este montante de energia seria suficiente para atender o mundo todo por 15 horas e meia; o Brasil por um mês e o Paraguai por dois anos e nove meses. Ainda para ficar nos comparativos, a energia de Itaipu produzida em 2020 atenderia ao consumo do Estado do Paraná por um ano e três meses. E, por um ano, seria suficiente para atender 68 cidades do porte de Foz do Iguaçu (260 mil habitantes).

Diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, e o diretor técnico executivo da Itaipu, Celso Torino. Foto de arquivo: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional.

Outros dados levantados pela área técnica da usina mostram a importância de Itaipu no setor elétrico brasileiro. Os 40 milhões de MWh corresponderiam a cinco vezes a geração da usina de Xingó em 2019. Ou, ainda, a 1,4 vez a geração total da usina hidrelétrica de Tucuruí, a que mais produziu no País em 2019 (25 milhões de MWh).

Outros comparativos, até esse momento, entre a produção de Itaipu e das maiores usinas brasileiras, em 2019:

• 1,6 vez a geração da usina de Belo Monte;
• 2,4 vezes a geração da usina de Jirau;
• 2,3 vezes a geração da usina de Santo Antônio;
• 3,1 vezes a geração da usina de Ilha Solteira.

Em relação à produção de usinas internacionais em todo o ano passado, esse volume só foi superado pelas chinesas Três Gargantas e Xiluodu.

“Itaipu tem um papel primordial no desenvolvimento do Brasil e do Paraguai. Mesmo com a queda no consumo de eletricidade por causa da pandemia do novo coronavírus, nossos índices de produção e produtividade têm sido excelentes”, ressaltou o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna.

Segundo Silva e Luna, isso se deve a dois fatores principais. “O primeiro é a atuação da equipe de trabalho da usina, brasileiros e paraguaios que se unem para garantir a excelência; o outro, a qualidade das máquinas e o sistema de gestão da área técnica.”

Produtividade

Para o diretor técnico executivo, engenheiro Celso Torino, se a produção foi boa, apesar das condições hidrológicas pouco favoráveis, a produtividade alcançada no primeiro semestre de 2020 foi a maior de todos os tempos: 1,0881 megawatt médio produzido a cada metro cúbico de água que passou pelas turbinas da usina por segundo.

O resultado é 2% superior ao mesmo período em 2019 e demonstra a eficiência no uso da água, em um ano em que esta matéria-prima foi bastante escassa – a afluência foi 12% inferior à observada no mesmo período em 2019, o pior cenário do histórico 1983-2020.

Já o índice de disponibilidade das unidades geradoras – ou seja, a porcentagem do tempo em que as máquinas ficaram disponíveis para serem usadas – foi de 97,24% no semestre, bem acima do valor de 94% estipulado como meta empresarial.

Outro indicador, o de indisponibilidade forçada – quando as unidades geradoras precisam entrar para manutenção de forma não prevista – ficou em 0,07%, muito abaixo dos 0,5% usados como referência.

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Lontra resgatada no litoral do Paraná é a nova moradora do Refúgio da Itaipu Binacional em Foz do Iguaçu

A filhotinha foi encontrada no litoral do Paraná e, após receber cuidados no Centro de Reabilitação de Fauna Marinha da UFPR, veio para o lar definitivo em Foz do Iguaçu (PR).

A família de habitantes do Refúgio Biológico Bela Vista, da usina de Itaipu, ganhou mais uma integrante no dia 24 de junho. A filhote de lontra-neotropical (Lontra longicaudis) Mara, que tem apenas dois meses de vida, foi encontrada em Guaratuba, no litoral do Paraná, no mês de maio. Ela recebeu os cuidados iniciais da equipe do Centro de Reabilitação de Fauna Marinha (CRD) do Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e graças a uma parceria entre as instituições, ganhou lar definitivo em Foz do Iguaçu (PR).

O Refúgio, que completou 36 anos no dia 27 de junho, recebeu a bebê como um presente. O espaço tem duas lontras macho da mesma espécie em seu plantel – Yuri e Bigode – e, agora, com a chegada da fêmea, surge a possibilidade de iniciar um projeto de reprodução em cativeiro para a futura reintrodução de indivíduos na natureza. Isso deve acontecer a médio prazo, quando Mara já estiver mais desenvolvida.

“O fato deste exemplar da espécie não ter condições de se reintegrar ao seu ambiente natural abre uma oportunidade para uma ação de conservação da espécie, por meio da reprodução em ambiente artificial”, explicou o superintendente de Gestão Ambiental da Itaipu, Ariel Scheffer.

A espécie Lontra longicaudis é classificada como “quase ameaçada de extinção” pelo Institituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

A pequena lontra viverá em um recinto específico para a espécie. “O ambiente que preparamos para a lontrinha é de qualidade, e possui um amplo espaço desenhado para suas necessidades e é enriquecido com elementos naturais de seu habitat”, disse Scheffer.

Segundo o médico veterinário Zalmir Silvino Cubas, da Itaipu, a lontra está bem adaptada e já ganhou peso desde a chegada a Foz. “Ela passa os dias no recinto fechado, onde nada e se exercita. À noite a levamos para o Hospital Veterinário, onde a temperatura é controlada”, informa. E, mesmo tendo vindo do litoral, ela parece estar se sentindo em casa: essa espécie de lontra é encontrada em todo o Paraná, inclusive na área do Reservatório da Itaipu.

Resgate

O animal foi retirado das margens de um canal de água doce por pessoas que acreditavam que a lontra estava sozinha e era muito pequena. A ausência da mãe faz com que o filhote não aprenda os comportamentos básicos para sobrevivência na natureza, como caçar e evitar predadores e outros perigos, por isso a necessidade de encontrar um lar para a pequena.

“Tivemos um feliz caso de sucesso com esse animal. É bem raro estabilizar um filhote desta espécie. A gente não só conseguiu mantê-la viva, como ela cresceu 23 centímetros no período de tratamento no Centro de Reabilitação de Fauna Marinha”, explica a bióloga e coordenadora do Laboratório de Ecologia e Conservação/UFPR, Camila Domit.

Os dois meses de tratamento no CRD permitiram que a bebê lontra começasse, aos poucos, a se alimentar sozinha, a nadar e explorar o ambiente. Diariamente, passou por exames clínicos de rotina e pesagem em jejum para acompanhamento do ganho de massa corpórea. O filhote ficou alojado em sala de estabilização, com temperatura controlada de 28°C no período noturno, tomando banhos de sol e praticando natação em água com temperatura de 27°C durante o dia.

Em dias nublados, a lontrinha foi mantida em sala com temperatura regulada e lâmpadas ultravioleta A e B para auxiliar o processo de mineralização óssea.

A história da lontra servirá de alerta para pessoas que, mesmo bem intencionadas, removem animais de seus hábitats. “Aproveitaremos a história da captura deste filhote retirado erroneamente de ninho em ambiente natural para educar as pessoas e mostrar a necessidade de não capturar animais em seu hábitat natural e de não interferir ou alterar estes hábitats”, disse Scheffer. Isso porque a retirada de um filhote pode afastá-lo da mãe e impedir seu desenvolvimento em ambiente natural. Neste caso, antes de manipular o animal, sempre avise as autoridades ambientais.

O RBV

O Refúgio Bela Vista tem cerca de 1.200 hectares de áreas verdes e abriga um hospital veterinário especializado em animais silvestres, um criadouro científico com foco em espécies ameaçadas de extinção, um biotério e produção de vegetação para alimento das espécies em cativeiro, e um zoológico que está aberto a turistas e moradores, com foco em educação ambiental. A visitação está suspensa temporariamente, em função da pandemia de covid-19.

O local mantém e gerencia populações representativas da fauna silvestre em cativeiro de espécies nativas, constituindo um banco genético vivo para conservação, pesquisa e conscientização ambiental. Também são desenvolvidas iniciativas de pesquisa e biotecnologia para aumentar a reprodução ex situ (fora do lugar de origem) e a conservação de espécies selvagens ameaçadas de extinção ou de interesse para reintrodução das áreas protegidas da Itaipu.

*Com informações da Assessoria de Imprensa da UFPR

Fotos: Rubens Fraulini/Itaipu Binacional

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Hospital mantido por Itaipu registra mais três altas de pacientes recuperados de covid-19

Desde domingo (5), Hospital Ministro Costa Cavalcanti passou a contar com 15 leitos de UTI (antes eram 10) e 12 leitos de semi-intensivo

O Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), mantido pela Itaipu Binacional, deu alta a três pacientes recuperados de covid-19, entre domingo (5) e segunda-feira (6). Foi a maior quantidade de altas da doença já registradas em dois dias pelo centro hospitalar desde o início da pandemia do novo coronavírus.

Um dos pacientes foi atendido gratuitamente (custos bancados pela Itaipu) e os outros dois por planos de saúde. O HMCC, que atende casos graves de covid-19, registrou até agora 18 altas, das quais 10 sem custos para o Estado ou município.

Fernando Cutrim, de 45 anos, e Cleuzimar do Nascimento, de 61, foram liberados no domingo. Já Arlindo Palma, de 53 anos, saiu nesta segunda-feira. Para os três, a alta foi uma grande vitória, assim como para as equipes médicas e a diretoria do hospital.

Mais cinco leitos ativados

Para ajudar na demanda da região, o Hospital Costa Cavalcanti ativou neste domingo (5) mais cinco leitos de UTI (eram 10). Hoje, o centro hospitalar tem 14 pacientes internados na ala exclusiva da covid-19, entre eles, 11 na UTI Covid e três na ala semi-intensiva.

Os 15 leitos de UTI do HMCC se somam aos outros 25 de do Hospital Municipal Padre Germano Lauck. O HMCC dispõe ainda de 12 leitos de semi-intensivos; o municipal tem 12 leitos de transição e 40 de enfermaria.

A Itaipu já investiu mais de R$ 23 milhões no enfrentamento da covid-19 na região. A ação segue as diretrizes do governo federal.

(Fonte: Assessorias de Comunicação HMCC e Itaipu)

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Projeto Social Meninos do Lago lança o ‘Foz no mesmo barco’ para ajudar alunos durante a pandemia Covid-19

Com a paralisação das aulas para os alunos do Projeto Social Meninos do Lago, em Foz do Iguaçu, no Paraná, a equipe resolveu fazer uma pesquisa e avaliar como estava a situação de isolamento das crianças e também se suas famílias estavam precisando de ajuda. A resposta foi que muitos estão precisando de apoio.

Adianta o Surto Olímpico que, entre várias conversas, foi decidido unir os esforço através de uma arrecadação de alimentos para os familiares de alunos.

Aí surgiu a campanha “Foz no mesmo barco”, idealizada e executada pelo IMEL – Instituto Meninos do Lago, em parceria com voluntários e empresários de vários setores na cidade.

O objetivo foi amenizar o problema gerado pela falta de alimentos nos lares dos alunos do projeto neste período de pandemia e a meta é atender entre 60 a 80 famílias, que já estão recebendo as doações.

“Um dos valores fundamentais que prezamos na canoagem é a união e o trabalho em equipe. Imaginamos elaborar uma campanha onde ‘remamos juntos’, todos no mesmo barco. Desta maneira surgiu a nossa campanha”, diz o voluntário Guto Mazine.

Várias empresas aderiram ao projeto, além do Rotary Club de Foz do Iguaçu – Nova Fronteira, que doou 41 cestas básicas inicialmente e reforçará a ajuda no mês de junho com a mesma quantidade de alimentos e também kits de higiene e limpeza. A ação já conseguiu arrecadar 1,2 toneladas de doações.

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Profissionais de turismo agradecem ajuda providencial de live solidária na usina de Itaipu

Cerca de 600 guias de turismo, taxistas, motoristas e camareiras foram beneficiados pela ação, que arrecadou R$ 84 mil. “Ajuda bem-vinda na hora certa.”

São vários rostos e histórias que se entrelaçam. Profissionais do setor turístico, que antes podiam ajudar, hoje estão precisando de um empurrãozinho para conseguir sobreviver ao impacto econômico e social das medidas de combate e controle da covid-19. Esses homens e mulheres, cerca de 600 pessoas, entre guias de turismo, taxistas, motoristas e camareiras, de Foz do Iguaçu, foram beneficiadas pela live solidária na usina de Itaipu, transmitida pela internet no dia 10 de junho, e agradecem a “ajuda bem-vinda na hora certa”.

A live solidária com o cantor iguaçuense Gabriel Smaniotto arrecadou R$ 84 mil. Esse valor foi convertido em cartões-alimentação, cada um no valor de R$ 150. Eles foram distribuídos para pessoas que perderam renda durante a pandemia. Muitos estão totalmente parados, aguardando a retomada definitiva do turismo para voltar a trabalhar.

Os cartões, entregues entre quinta (2) e sexta-feira (3), podem ser usados em mais de 150 mercados espalhados em diversos bairros de Foz, um incentivo aos pequenos empresários, que também sofrem com o atual cenário econômico.

A iniciativa é do Programa Acelera Foz e contou com o apoio do Polo Iguassu, das administradoras de cartões Nutricard e Greencard, e da Liga Independente dos Guias de Turismo (Liguia). A ação teve a adesão de pessoas físicas e jurídicas. Muitas pessoas trabalharam de forma voluntária em toda a concepção do show, transmitido de forma online.

“Esse é o Brasil que, com certeza, todos queremos: uma sociedade unida. Um Brasil forte que mostra, em qualquer situação, especialmente nas mais difíceis, sua solidariedade e força para seguir em frente”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna.

Durante a entrega dos cartões, muitas pessoas fizeram questão de deixar gravados ou por escrito o agradecimento à iniciativa, que se soma à de muitas outras empresas, instituições e voluntários.

A usina de Itaipu, por exemplo, investiu diretamente mais de R$ 23 milhões no enfrentamento à pandemia na região Oeste. Dinheiro usado, entre outras iniciativas, na criação de uma ala exclusiva do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, preparada com 15 leitos. Desse total, 10 de UTI e outros 12 de semi-intensivo estão disponíveis, gratuitamente, para atendimento à população.

Na reestruturação do hospital foram R$ 15 milhões. Já do auxílio eventual, ação voltada para instituições beneficentes, sem fins lucrativos, a soma chega a R$ 5,5 milhões. A iniciativa está em consonância com as diretrizes do governo federal

“Meu marido acabou de voltar da sede da Acifi [Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu], onde os cartões foram entregues, e eu gostaria de agradecer a todos os envolvidos nesta ação. Vai nos ajudar muito. Obrigada”, disse Alessandra Conci, esposa de um guia de turismo. “Nunca nos imaginamos nessa situação. Sempre fomos nós a ajudar e hoje somos nós que estamos precisando. Deus abençoe a todos vocês”, disse outro beneficiado pela live.

Neide, guia de turismo, também registrou sua gratidão. “Queremos agradecer à Itaipu pela live solidária, com parceria do Polo Iguassu, pela ajuda que nos proporcionou nesse momento difícil que estamos vivendo, e também à Liguia. Muito obrigada.”

Outra profissional beneficiada foi na mesma linha: “Queremos agradecer por esse importante apoio justamente no momento que mais precisamos”. Para o guia Lourival Gomes Reis, o cartão chegou na hora certa. “Veio numa hora maravilhosa para mim. Acredito que, assim como para mim, para a maioria contemplada também. Obrigado do fundo do coração.”

Saturnino Dionísio, que perdeu 100% da renda, fala da importância dessa ajuda. “É muito importante para mim. Vai ajudar bastante. Meu forte abraço a todos os envolvidos.” Douglas Carvalho também agradeceu. “É providencial para esta época que estamos vivemos. Meu muito obrigado.”

Prestação de contas

Dos R$ 84 mil, entre doações de pessoas físicas e jurídicas, Itaipu colaborou diretamente com R$ 50 mil para a iniciativa da retomada do turismo. Já por meio de Picpay e depósito em conta, as doações somaram R$ 34.050. O Polo Iguassu entregou, de forma escalonada, para profissionais do setor turístico, mais de 560 cartões alimentação e 40 cestas básicas arrecadados durante a live. Das 40 cestas básicas, 20 foram doadas pelo Hotel Tarobá, dez pela Comercial Della Preve e outras dez do Empório dos Bolos.

Em dinheiro, fizeram doação para a live as empresas Cataratas S. A., Idisa Veículos, Cooperativa Lar, Cooperativa Frimesa, Posto Azteca, Sicoob Três Fronteiras, Complexo Dreamland, Churrascaria Rafain Show, Cooperativa Sicredi e Rede Costa Oeste de Comunicação.

Nutricard e Greencard abriram mão da cobrança do serviço. O apresentador Airton José, que comandou a apresentação da live, juntamente com a jornalista Izabeli Ferrari, também abriu mão do cachê. Ele começou sua carreira como guia e hoje é um dos mais respeitados radialistas do Brasil.

O Programa Acelera Foz tem a coordenação estratégica do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu (Codefoz), Itaipu Binacional, Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Prefeitura de Foz, Sebrae, Programa Oeste em Desenvolvimento, Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (Acifi) e Conselho Municipal de Turismo (Comtur).

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Filhote de lontra resgatado em Pontal do Paraná será apresentado terça-feira, 7, no Refúgio Biológico da Itaipu

O filhote de lontra resgatado em Pontal do Paraná, no litoral do Estado, será apresentado na próxima terça-feira (7), às 9h no Refúgio Biológico da Itaipu, em Foz do Iguaçu.

O resgate do animal foi necessário após o mesmo dar sinais de que não tem condições de retornar a natureza, conforme relatou o portal Correio do Litoral.

Abaixo mais da sobre a apresentação e o Refúgio Biológico da Itaipu

O Refúgio Biológico Bela Vista (RBV), da Itaipu Binacional, recebeu um filhote de lontra no dia 24 de junho, encaminhado pelo Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise de Saúde de Fauna Marinha da UFPR, localizado no balneário de Pontal do Sul, em Pontal do Paraná.
O animal foi encontrado em Guaratuba, no litoral do Paraná, em maio, após ser retirado das margens de um canal de água doce por pessoas que acreditavam que a lontra estava sozinha e era muito pequena. Levado à unidade da UFPR, o filhote foi devidamente tratado.

Por ter cerca de apenas dois meses, sem a presença da mãe e indefeso, o filhote – uma fêmea – não tem condições de sobreviver sozinho. A ausência da mãe faz com que ele não aprenda os comportamentos básicos para sobreviver na natureza.

Mas não foi difícil achar um lar definitivo para ele. A parceria entre Itaipu e UFPR possibilitou a chegada do animal a Foz do Iguaçu, onde, no RBV, viverá em um amplo espaço desenhado para as necessidades da espécie e enriquecido com elementos naturais de seu hábitat.

O RBV já tinha duas lontras macho em seu plantel e, agora, com a chegada da fêmea, surge a possibilidade de iniciar um projeto de reprodução em cativeiro para a futura reintrodução de indivíduos na natureza. É mais um presente para o RBV, que completou 36 anos no último dia 27.