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Itaipu Binacional

Leia as últimas notícias sobre Itaipu Binacional no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

Destaques, Foz do Iguaçu, Itaipu Binacional,

Presidentes do Brasil e Paraguai têm encontro em Foz do Iguaçu, a partir das 9h30, nesta terça-feira, 1º

Quarta visita a Foz, Bolsonaro vai ver de perto o andamento da segunda ponte, com mais de 40 das obras já executadas. A previsão é quem em maio de 2022 ela seja inaugurada.

A agenda dois presidentes do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, e Mário Abdo Benítez, o Marito, em Foz do Igyaçlu, no Paraná, começa a partir das 9h30. A recepção será feita pelo diretor-geral brasileiro da usina de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna. Ministros, deputados e prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, foram convidados para o encontro bilateral. Comitiva do governador do Paraná, Ratinho Massa Ratinho Júnior aguardará a chegada da comitiva presidencial no Aeroporto de Foz.

Bolsonaro virá acompanhado da primeira-dama, Michelle, assim como Marito, de sua esposa Silvana Abdo. Por volta das 10h40, o grupo está prevista a visita às obras da Ponte da Integração Brasil-Paraguai, com acesso pelo estacionamento do Marco das Três Fronteiras. No local, foram montadas tendas para o recebimento das autoridades, convidados e imprensa. Durante a visita, os presidentes assistirão a um vídeo do passo a passo da segunda ponte, com 40 por centos das obras em execução e as demais in iniciativas alinhadas com o governo federal para o desenvolvimento regional.

Está prevista uma fotografia dos presidentes com alguns dos operários que estão participando da construção. Logo depois, Bolsonaro e Marito se deslocam para o Hotel Recanto, onde haverá uma reunião de trabalho. Será oferecido um almoço pelo presidente da República e a senhora Michelle Bolsonaro ao presidente da República do Paraguai e primeira dama. Depois, os presidentes se despedem no local.

Foto: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional

Quarta visita a Foz

Será a quarta visita de Bolsonaro à fronteira e a sexta ao Paraná durante o exercício de seu mandato. Obras financiadas por Itaipu e já em execução estão na agenda. A primeira viagem a Foz foi em fevereiro de 2019, para a posse do general Joaquim Silva e Luna como diretor-geral brasileiro da Itaipu; a segunda, em maio do mesmo ano, para o lançamento da pedra fundamental da Ponte da Integração Brasil-Paraguai; e em agosto de 2020, para o lançamento da pedra fundamental da duplicação de um trecho de 8,7 quilômetros da BR-469, a Rodovia das Cataratas – obra que também é financiada pela Itaipu.

No mês passado, o presidente esteve em Renascença, no Paraná, para o lançamento da revitalização de um trecho de quase 48 quilômetros da Estrada Boiadeira, que terá também aporte de recursos da usina de Itaipu. A margem paraguaia da usina vai financiar uma terceira ponte, que ligará Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta, no país vizinho, com acesso ao oceano Pacífico.

Foto: Patrícia Iunovich

As duas obras – a ponte em Porto Murtinho e a revitalização da Estrada Boiadeira – farão conexão com a tão sonhada rota bioceânica, entre os oceanos Atlântico e Pacífico. O corredor permitirá a ligação dos portos brasileiros de Santos (SP) e Paranaguá (PR) ao Norte do Chile, reduzindo em até duas semanas o tempo de viagem das exportações do Brasil até os países do Oriente, principalmente China, Japão e Coreia do Sul.

Em Foz do Iguaçu será o terceiro encontro entre Bolsonaro e Marito – os outros dois foram na posse do general na Itaipu e no lançamento da pedra fundamental da Ponte, em 2019.

A Ponte

A Ponte da Integração Brasil – Paraguai, no Rio Paraná, é um sonho de mais de 30 anos da população que vive na fronteira entre os dois países, que finalmente será concretizado com o financiamento da obra pela margem brasileira da usina. Com quase 45% por cento das obras concluídas, a nova conexão vai desafogar o trânsito na Ponte da Amizade.

Do tipo estaiada, a ponte terá 760 metros de comprimento, com vão-livre de 470 metros, e contará com pista de 3,7 metros de largura em cada faixa, acostamento de 3 metros e calçada de 1,70 metro.

A nova ponte entre Brasil e Paraguai é uma obra do governo federal, com gestão do governo do Paraná (por meio do Departamento de Estradas de Rodagem – DER) e recursos da Itaipu Binacional. Estão sendo investidos na construção aproximadamente R$ 463 milhões, considerando a estrutura, as desapropriações e a criação da perimetral no lado brasileiro, que ligará a ponte à BR-277.

A soma dos investimentos da Itaipu em obras de infraestrutura é de aproximadamente R$ 1,4 bilhão. São obras que devem resolver diversos gargalos para o desenvolvimento regional. Nessa lista também estão a duplicação da BR-469, a Rodovia das Cataratas, a ampliação da pista de pouso e de decolagem do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu e a construção do Mercado Municipal, entre várias outras.

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“Mão na massa e renda extra”: Itaipu apoia projeto de panificação destinado a comunidades carentes

Verba do auxílio emergencial da margem brasileira da usina equipou a cozinha do projeto, que já formou duas turmas neste final de ano.

A ajuda não poderia vir em melhor hora. A margem brasileira de Itaipu garantiu auxílio eventual com repasse de recursos para um projeto assistencial que ensina panificação em comunidades carentes de Foz do Iguaçu (PR). Só nos últimos três meses, 30 pessoas não só conseguiram uma formação, mas também complementar a renda neste fim de ano, marcado pela pandemia e falta de empregos. E o que é melhor: as encomendas não param de chegar.

O projeto Cozinha Solidária é desenvolvido pela Cáritas de Foz do Iguaçu, com apoio de Itaipu Binacional, e funciona na casa de missão Comunidade Obra de Maria.

Os recursos para equipar a cozinha foram obtidos graças ao fundo eventual de Itaipu, ampliado neste ano para ajudar entidades assistenciais que sofreram o impacto econômico da crise do novo coronavírus. A Cáritas foi contemplada com R$ 80 mil, dos quais R$ 27 mil foram utilizados para a compra de 400 cestas básicas. Os R$ 53 mil restantes foram investidos diretamente no Cozinha Solidária.

A iniciativa atende pessoas de todas as idades – de adolescentes a avós –, com ênfase em moradores da ocupação Bubas e bairro Morenitas 2. “São áreas que concentram as famílias mais carentes”, disse o coordenador do projeto e responsável pela casa, missionário Erick Vargas.

Turma formada na última quarta-feira (25) já com os certificados na mão: oportunidade.

A venda de panetones caseiros, iguaria tradicional das festas natalinas, é um dos negócios mais promissores. “Já vendi mais de cem no último mês e tenho encomenda para entregar mais 220 em dezembro”, revelou Célia Roberto Fernandes, moradora da região do Porto Meira.

O espaço destinado ao curso ganhou tudo o que é necessário para a panificação: forno elétrico, batedeira, amassadeira, balança eletrônica, câmara fria, câmara de fermentação, freezer, mesas de inox, armários, assadeiras, talheres e até pia, entre outros itens. Nas aulas, os alunos recebem noções básicas para fabricação de diferentes tipos de pães, bolos e bolachas.

Duas turmas

De setembro para cá, foram formadas duas turmas, com 15 alunos cada – a última turma encerrou as atividades na última semana, com a entrega dos certificados de conclusão. As aulas foram dadas pelo panificador Euzébio Mendonça, que trabalhou de forma voluntária. “No final do curso, os alunos aprenderam a fazer a massa com as mãos, sem utilizar amassadeira ou batedeira. Assim, poderão reproduzir em casa o que aprenderam aqui”, observou Erick Vargas.

As aulas são dadas na missão Comunidade Obra de Maria, região do Porto Meira.

Abraçando a oportunidade

Célia Fernandes abraçou a oportunidade. Ela tem trabalho fixo durante a semana, como governanta, mas aproveitava o sábado e o domingo para preparar doces e salgadinhos em casa e reforçar o orçamento familiar. Com a pandemia, as festas – e as encomendas – diminuíram. O marido também perdeu o trabalho fixo. Foi nesta época que ela pesquisou e aprendeu a fazer pãezinhos de inhame, que fez sucesso na vizinhança.

Aí veio o convite para fazer o curso Cozinha Solidária. “Eu fiquei bem animada porque aprendi técnicas que não fazia em casa com os meus pães e cucas. Por exemplo, eu não trabalhava com ‘esponja’ (pré-fermentação), não pincelava meus pães com margarina”, recorda. “Então levei as novas técnicas para casa, modifiquei o trabalho com os pães e o resultado foi excelente.”

Linha de produção

As aulas de panetone permitiram a abertura de uma nova linha de produção na casa da Célia. Ela apresentou a novidade para amigas próximas e logo as encomendas começaram a aparecer. “Recebi uma encomenda de cem panetones de 100 gramas, que o cliente queria dar de presente. Fiquei super feliz”, disse. Agora são mais 220 para diferentes clientes.

Formada na primeira turma, Célia exibe orgulhosa o diploma do curso de panificação.

“O projeto (Cozinha Solidária) é uma bênção para quem tem interesse. Pode abrir portas de trabalho e ser muito útil para as famílias. Eu só tenho a agradecer”, finaliza.

O coordenador Erick Vargas antecipou que novas turmas devem ser formadas em janeiro, inclusive com a possibilidade de inclusão de modalidades diferentes, como confeitaria. “O apoio de Itaipu foi imprescindível para darmos o pontapé e começarmos o projeto. Agora é conosco.”

O coordenador estratégico da covid-19 da Itaipu, coronel Jorge Aureo, assessor especial do diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, disse que “em época de pandemia, os mais necessitados estão mais vulneráveis e precisamos reforçar nosso espírito humano e solidário. Nossa gente é a nossa prioridade. E esse curso está dando essa oportunidade”.

Auxílio emergencial

O auxílio eventual da margem brasileira de Itaipu foi ampliado em 2020 para R$ 5,5 milhões, permitindo o atendimento a entidades assistenciais, sem fins lucrativos, que sofreram impacto econômico causado pela pandemia de covid-19. O valor é mais de três vezes superior ao previsto antes da crise sanitária. Os recursos já beneficiaram quase 30 mil pessoas, direta ou indiretamente, em municípios do Oeste do Paraná.

Itaipu também investiu aproximadamente R$ 30 milhões em ações de combate à covid-19. O valor inclui a reestruturação do Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), mantido pela usina, um convênio com o governo do Estado para contratação de bolsistas da área de saúde em todo o Paraná, e capacitação de guias de turismo – entre outras medidas. Todas as ações seguem as diretrizes do governo federal para ajudar os públicos mais vulneráveis.

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Itaipu atingiu 70 milhões de megawatts-hora (MWh) neste domingo (29)

A geração acumulada da usina de Itaipu, em 2020, atingiu os 70 milhões de megawatts-hora (MWh) neste domingo (29), de acordo com a Diretoria Técnica da empresa. Essa quantia seria suficiente para atender o consumo do mundo por 27 horas; do Brasil, por um mês e 23 dias; do Paraguai, por quatro anos e 11 meses; da cidade de São Paulo, por dois anos e seis meses; do Estado do Paraná por dois anos e dois meses; ou, por um ano, 120 cidades do porte de Foz do Iguaçu (PR). Desde a entrada em operação, em maio de 1984, no acumulado nestes 36 anos e seis meses, são mais de 2,7 bilhões de MWh – marca jamais alcançada e que dificilmente será batida por outra usina.

Os 70 milhões de MWh, quando comparados com a produção anual de 2019 das maiores usinas do sistema de energia do Brasil, correspondem a 2,4 vezes ao que produziu a hidrelétrica de Tucuruí (PA); a 2,8 vezes a geração da usina de Belo Monte (PA); a 4,1 vezes o que gerou Santo Antônio (RO); 4,2 vezes de Jirau (RO); 5,4 vezes a geração da Ilha Solteira (SP) e nada menos que 8,8 vezes a de Xingó (AL/SE). 

A usina totalmente brasileira que mais produziu no ano de 2019 foi Tucuruí, com cerca de 29 milhões de MWh, seguida de Belo Monte, com cerca de 25 milhões de MWh.

O diretor técnico executivo da Itaipu, o engenheiro Celso Torino, explica a importância desse montante e do atendimento de ponta da usina: “Além da binacional estar garantindo o percentual da energia vinculada à potência contratada da Eletrobras da energia afluente, independentemente do nível do reservatório, na tarde de quarta-feira, 25, atendeu-se a uma demanda emergencial na hora de pico do sistema na ordem de 1.510 MW adicionais”. Essa demanda é equivalente ao consumo de Curitiba (PR). 

Mas não foi só dessa vez que a Itaipu atendeu, com robustez, um pedido urgente de energia adicional do setor elétrico. Quando as altas temperaturas bateram na casa dos 40°C, a binacional atendeu com eficiência e qualidade as necessidades do sistema.

“É um trabalho que depende de sinergia de todo o corpo funcional binacional para dar certo, além de bom relacionamento com os parceiros, como o Operador Nacional do Sistema (ONS), Ande, Furnas e Copel, entre outros”, reforça Torino.

Para o diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, “num ano atípico, com cenário hidrológico desfavorável e fechamento de fábricas e comércio em alguns estados, o que diminuiu a oferta por energia, a Itaipu vem cumprindo à risca seu papel com sustentabilidade”. 

Imprensa Itaipu

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Veja agenda dos presidentes do Brasil e do Paraguai que voltam a se encontrar em Foz do Iguaçu dia 1º

Será a quarta visita de Bolsonaro à fronteira e a sexta ao Paraná durante o exercício de seu mandato. Obras financiadas por Itaipu e já em execução estão na agenda.

Os presidentes do Brasil e do Paraguai, Jair Bolsonaro e Mario Abdo Benítez, o Marito, se encontrarão em Foz do Iguaçu, nesta terça-feira, dia 1º, para visitar as obras da Ponte da Integração Brasil – Paraguai, financiada pela margem brasileira da usina de Itaipu, e participar de uma reunião de trabalho no Hotel Recanto Cataratas.

Ministros de Estado e o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, também devem participar do encontro. A recepção será feita pelo diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna.

Esta será a quarta visita do presidente Bolsonaro a Foz do Iguaçu e a sexta ao Paraná durante o exercício do mandato.

Foto: Rubens Fraulini / Itaipu Binacional

A primeira viagem a Foz foi em fevereiro de 2019, para a posse do general Joaquim Silva e Luna como diretor-geral brasileiro da Itaipu; a segunda, em maio do mesmo ano, para o lançamento da pedra fundamental da Ponte da Integração Brasil-Paraguai; e em agosto de 2020, para o lançamento da pedra fundamental da duplicação de um trecho de 8,7 quilômetros da BR-469, a Rodovia das Cataratas – obra que também é financiada pela Itaipu.

No mês passado, o presidente esteve em Renascença, no Paraná, para o lançamento da revitalização de um trecho de quase 48 quilômetros da Estrada Boiadeira, que terá também aporte de recursos da usina de Itaipu.

A rodovia fará conexão com a tão sonhada rota bioceânica. A margem paraguaia da usina vai financiar uma terceira ponte, que ligará Porto Murtinho, MS, e Carmelo Peralta, no país vizinho, com acesso ao oceano Pacífico.

Em Foz do Iguaçu será o terceiro encontro entre Bolsonaro e Marito – os outros dois foram na posse do general na Itaipu e no lançamento da pedra fundamental da Ponte, em 2019.

A Ponte

A Ponte da Integração Brasil – Paraguai, no Rio Paraná, é um sonho de mais de 30 anos da população que vive na fronteira entre os dois países, que finalmente será concretizado com o financiamento da obra pela margem brasileira da usina. Com mais de 40 por centodas obras concluídas, a nova conexão vai desafogar o trânsito na Ponte da Amizade.

Do tipo estaiada, a ponte terá 760 metros de comprimento, com vão-livre de 470 metros, e contará com pista de 3,7 metros de largura em cada faixa, acostamento de 3 metros e calçada de 1,70 metro.

A nova ponte entre Brasil e Paraguai é uma obra do governo federal, com gestão do governo do Paraná (por meio do Departamento de Estradas de Rodagem – DER) e recursos da Itaipu Binacional. Estão sendo investidos na construção aproximadamente R$ 463 milhões, considerando a estrutura, as desapropriações e a criação da perimetral no lado brasileiro, que ligará a ponte à BR-277.

A soma dos investimentos da Itaipu em obras de infraestrutura é de aproximadamente R$ 1,4 bilhão. São obras que devem resolver diversos gargalos para o desenvolvimento regional. Nessa lista também estão a duplicação da BR-469, a Rodovia das Cataratas (BR-469), a ampliação da pista de pouso e de decolagem do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu e a construção do Mercado Municipal, entre várias outras.

Os recursos

Desde o momento da posse da atual gestão da Itaipu foi estabelecida uma nova relação da empresa com a região Oeste do Paraná, sobretudo com Foz do Iguaçu, cidade-sede da usina.

Por meio de uma política de austeridade, fundamentada nos princípios da administração pública contidos no artigo 37 da Constituição Federal (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência), cada megawatt-hora gerado, cumprindo à risca a atividade-fim da hidrelétrica, também passou a ser transformado em desenvolvimento por meio de obras que deixarão um legado permanente para a região.

Patrocínios e convênios foram revistos e todas as atividades da margem brasileira foram centralizadas em Foz do Iguaçu, onde está instalada a usina. Toda a diretoria se estabeleceu na cidade, que também recebeu os empregados que estavam lotados em Curitiba e Brasília. A redução de gastos proporcionada por essas e outras ações permitiu direcionar recursos para as obras que vão transformar definitivamente a região num grande polo de desenvolvimento.

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Itaipu atinge 70 milhões de megawatts-hora (MWh) neste domingo (29)

Quantia é suficiente para atender o mundo por 27 horas; o Brasil, por um mês e 23 dias e o Paraguai por 4 anos e 11 meses.

A geração acumulada da usina de Itaipu, em 2020, vai atingir os 70 milhões de megawatts-hora (MWh) no início da tarde deste domingo (29), segundo previsão da Diretoria Técnica da empresa. Essa quantia seria suficiente para atender o consumo do mundo por 27 horas; do Brasil, por um mês e 23 dias; do Paraguai, por quatro anos e 11 meses; da cidade de São Paulo, por dois anos e seis meses; do Estado do Paraná por dois anos e dois meses; ou, por um ano, 120 cidades do porte de Foz do Iguaçu (PR). Desde a entrada em operação, em maio de 1984, no acumulado nestes 36 anos e seis meses, são mais de 2,7 bilhões de MWh – marca jamais alcançada e que dificilmente será batida por outra usina.

Os 70 milhões de MWh, quando comparados com a produção anual de 2019 das maiores usinas do sistema de energia do Brasil, correspondem a 2,4 vezes ao que produziu a hidrelétrica de Tucuruí (PA); a 2,8 vezes a geração da usina de Belo Monte (PA); a 4,1 vezes o que gerou Santo Antônio (RO); 4,2 vezes de Jirau (RO); 5,4 vezes a geração da Ilha Solteira (SP) e nada menos que 8,8 vezes a de Xingó (AL/SE).

A usina totalmente brasileira que mais produziu no ano de 2019 foi Tucuruí, com cerca de 29 milhões de MWh, seguida de Belo Monte, com cerca de 25 milhões de MWh.

O diretor técnico executivo da Itaipu, o engenheiro Celso Torino, explica a importância desse montante e do atendimento de ponta da usina: “Além da binacional estar garantindo o percentual da energia vinculada à potência contratada da Eletrobras da energia afluente, independentemente do nível do reservatório, na tarde de quarta-feira, 25, atendeu-se a uma demanda emergencial na hora de pico do sistema na ordem de 1.510 MW adicionais”. Essa demanda é equivalente ao consumo de Curitiba (PR).

Mas não foi só dessa vez que a Itaipu atendeu, com robustez, um pedido urgente de energia adicional do setor elétrico. Quando as altas temperaturas bateram na casa dos 40°C, a binacional atendeu com eficiência e qualidade as necessidades do sistema.

“É um trabalho que depende de sinergia de todo o corpo funcional binacional para dar certo, além de bom relacionamento com os parceiros, como o Operador Nacional do Sistema (ONS), Ande, Furnas e Copel, entre outros”, reforça Torino.

Para o diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, “num ano atípico, com cenário hidrológico desfavorável e fechamento de fábricas e comércio em alguns estados, o que diminuiu a oferta por energia, a Itaipu vem cumprindo à risca seu papel com sustentabilidade”.

E complementa: “essa atuação vem sendo não só na geração de eletricidade limpa e renovável, mas também em outras frentes, seguindo as diretrizes de sua missão e da boa governança dentro dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”.

Até 25 de novembro, para se ter uma ideia, a produtividade média da binacional em 2020 foi de 1,0876 MW/m³/s, valor superior ao obtido no mesmo período de 2019 (1,0793 MW/m³/s). A produtividade média anual daquele ano foi de 1,0794 MW/m³/s, a maior do histórico.

Outro destaque é que, até o dia 25, o fator de disponibilidade operacional (FDO) das unidades geradoras de Itaipu em 2020 foi de 96,88%, enquanto o fator de indisponibilidade forçada operacional (FIFO) foi de 0,07%. Todos esses indicadores refletem a eficiência na gestão da produção e dos ativos da usina.

Fotos: Rubens Fraulini / Itaipu Binacional.

Coronavírus em Foz do Iguaçu, Destaques, Itaipu Binacional, Saúde,

Covid-19: Hospital Costa Cavalcanti já analisou mais de 30 mil testes para diagnóstico da doença em Foz e região

A média de exames diários chega hoje a 450. O suporte do HMCC tem sido fundamental para dar um panorama geral do número de casos registrados da doença no município e em parte do Oeste do Estado.

Em sete meses, o laboratório do Centro de Medicina Tropical (CMT) do Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), mantido pela Itaipu Binacional, fez um total de 30.939 testes para diagnóstico da covid-19, número registrado nessa quinta-feira (26). A média de exames diários hoje chega a 450.

O CMT tem analisado os testes de RT-PCR aplicados em Foz do Iguaçu e nos municípios que compõem a 9ª Regional de Saúde desde março, quando foi habilitado pelo Laboratório Central do Paraná (Lacen). O suporte do HMCC tem sido fundamental para dar um panorama geral em relação ao número de casos registrados da doença no município e em parte do Oeste do Estado.

Para o diretor assistencial do HMCC, Sandro Scarpetta, toda essa quantidade de exames realizados (comparativamente à população de Foz de 260 mil, atingiria 12%) representa o compromisso da instituição e da Itaipu com o cuidado de toda a região.

“Somos um centro hospitalar que conta com uma estrutura completa, inclusive alas destinadas ao atendimento de pacientes graves com a covid-19”, disse Scarpetta. “E poder realizar esse trabalho de testagem juntamente com toda a regional, reforça esse atendimento humanizado e de qualidade”, completou o diretor.

Antes do laboratório obter autorização do Lacen, os exames para detecção do novo coronavírus eram enviados para Curitiba. Os resultados demoravam cerca de uma semana para sair, por causa de toda a logística envolvida.

Com o aumento significativo de casos de covid-19 nas últimas semanas, em toda a área de abrangência, o laboratório tem readequado as rondas de exames, para entrega dos resultados em tempo mais curto e também aumentou a equipe de colaboradores para esse trabalho.

“Alguns pacientes precisam ser internados e, para saber o local correto para que ele não infecte outras pessoas ou venha a ser infectado, é preciso agilidade. Isso tem sido prioridade em nosso laboratório”, explicou a gerente de apoio técnico, Carla Basile. Para ela, “esta resposta rápida para os municípios é extremamente relevante para que possam adotar a melhor estratégia de atendimento”.

Para casos urgentes do HMCC, o Centro de Medicina tem conseguido entregar resultados em até três horas. Já para casos ambulatoriais, a média é de quatro horas. “Nossos processos têm melhorado a cada dia. Essa agilidade é fruto da experiência que temos obtido”, observou o gerente do CMT, Robson Delai.

Foz e 9ª regional

Dos mais de 30 mil exames realizados, 54% correspondem a testes coletados em Foz e, os outros 46%, em municípios da 9ª regional, composta por Itaipulândia, Matelândia, Medianeira, Missal, Ramilândia, São Miguel do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, Serranópolis e Foz do Iguaçu.

Reforço na prevenção

Com novos casos sendo confirmados diariamente, o Hospital Costa Cavalcanti e a Itaipu, empresa que montou uma frente para atuar diretamente nos casos da doença, tanto na prevenção quanto no tratamento, com aportes de mais de R$ 30 milhões, reforçam o alerta.

“As pessoas precisam continuar com as medidas de prevenção, como o uso de máscara em ambientes coletivos, e especialmente a higienização das mãos e o distanciamento social”, diz o coordenador do Grupo de Trabalho Covid-19, da margem brasileira da Itaipu, coronel Aureo Ferreira. O investimento na saúde da população de Foz e região atende diretriz do general Joaquim Silva e Luna, direror-geral brasileiro de Itaipu.

O HMCC ainda tem oferecido um serviço de teleorientação aos beneficiários do Plano de Saúde Itamed e colaboradores do centro hospitalar e da Itaipu Binacional. O contato pode ser feito pelo telefone (45) 3576-8300.

Uma equipe liderada por médicos está disponível para tirar dúvidas e orientar pessoas com casos suspeitos. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Nos sábados, domingo e feriados, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Assessorias de Comunicação do HMCC e Itaipu
Fotos: Rubens Fraulini / Itaipu Binacional

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Itaipu vai utilizar tecnologia para controle de plantas aquáticas

A Itaipu Binacional vai modernizar o monitoramento do reservatório com a aquisição de um aparelho norte-americano que vai auxiliar o trabalho dos técnicos de campo no controle das plantas aquáticas, as chamadas “macrófitas”. Nestas quarta (25) e quinta-feira (26), os profissionais da Divisão de Reservatório participam de um treinamento para uso do aparelho. O objetivo é garantir a qualidade e a quantidade de água adequadas para a geração de energia na usina e para os usos múltiplos do reservatório.

O aparelho funciona como uma espécie de “sonar”: ele é mergulhado na água e emite um pulso que é captado por um software, ajudando o técnico de campo a classificar o que é lama, planta ou pedra. Com o equipamento, não é necessária a coleta de grande quantidade de plantas para serem analisadas em laboratório.

“É possível até mesmo medir a altura da planta, e essa informação é muito importante, porque quando se sabe a área ocupada e a altura, é possível avaliar a biomassa da macrófitas e, assim, tomar decisões precisas”, afirmou o gerente da Divisão de Reservatório da Itaipu, Irineu Motter.

De acordo com Irineu, até o momento, não houve necessidade de fazer qualquer intervenção no reservatório com a retirada das macrófitas. Iniciativas como estas são feitas, geralmente, pelas prefeituras dos municípios lindeiros, para garantir a balneabilidade das praias da Costa Oeste. O monitoramento das macrófitas, explica Irineu, é feito pela Itaipu em parceria com a Universidade Estadual de Maringá (UEM).

A ferramenta integra uma série de melhorias da Diretoria de Coordenação para modernizar o monitoramento das macrófitas e se antecipar na tomada de decisões sobre ações ambientais. Outra melhoria é o acompanhamento por satélite pela Plataforma Planet, recurso integrado à plataforma de geoprocessamento e gestão dos usos múltiplos do reservatório e áreas protegidas. Com o acesso diário a essas imagens, está em desenvolvimento um sistema de alerta da ocorrência de macrófitas no reservatório.

O que são macrófitas?

As macrófitas aquáticas são plantas que têm grande capacidade de adaptação, podendo habitar ambientes variados de águas doce, salobra e salgada, além de locais com água parada ou corrente. Elas são essenciais ao perfeito equilíbrio do ambiente aquático, sustentando um elevado número de organismos, diminuindo a turbulência das águas e sedimentando os materiais em suspensão. São também utilizadas para a desova e refúgio de vários organismos aquáticos, como peixes e insetos.

Imprensa de Itaipu

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Expedição do Conhecimento pode ser visitada no Ecomuseu a partir desta quinta-feira (26)

A estrutura itinerante, inaugurada durante o Show Rural Coopavel, ficará disponível para visitação por uma semana.

O Ecomuseu de Itaipu recebe, nesta quinta-feira (26), um novo atrativo: o caminhão da Expedição do Conhecimento, uma estrutura itinerante que traz atividades interativas de educação ambiental sobre os temas “água”, “energia” e “sustentabilidade”. O caminhão fica no Ecomuseu por uma semana, até 2 de dezembro. A próxima exibição será somente em fevereiro de 2021. A iniciativa é da Itaipu Binacional em parceria com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

A Expedição do Conhecimento foi lançada em fevereiro deste ano, durante o Show Rural Coopavel, em Cascavel. O objetivo do projeto é levar ciência e educação ambiental aos municípios na região de influência da Itaipu. No início do ano, Itaipu e PTI se reuniram com representantes dos municípios do Oeste do Paraná para planejar a programação e definir as contrapartidas das prefeituras, mas, por conta da pandemia da covid-19, o projeto foi adiado.

No Ecomuseu, serão mais de 20 atividades de educação ambiental, oferecidas em um caminhão-baú de 15 metros de extensão, além das tendas de apoio. Cada sessão tem capacidade para dez pessoas. A visita é feita respeitando todos os protocolos de segurança sanitária contra a disseminação do novo coronavírus.

O passeio começa com um panorama sobre todas as formas de energia, desde o Sistema Solar até a energia das células humanas. O visitante também tem contato com um telescópio solar, uma maquete demonstrando como funciona uma casa sustentável e jogos interativos. Na parte interna do caminhão-baú, estão informações sobre biomas, rios voadores, o ciclo da água e a importância do Sol como fonte primária de energia.

Em um dos pontos do circuito, o visitante aprende como é possível gerar energia limpa e iluminar uma cidade, pedalando numa bicicleta. Óculos de realidade virtual também levam o público a uma imersão na Mata Atlântica, um dos biomas brasileiros. Todo o roteiro foi planejado com acessibilidade visando a inclusão, com elevador e piso tátil.

O Ecomuseu está aberto de terça a domingo, das 10h às 18h. Moradores dos municípios da região binacional e lindeiros ao Lago de Itaipu têm isenção no ingresso para o passeio no Ecomuseu, que fica na Avenida Tancredo Neves, 6702, Jardim Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR).

Para mais informações e reservas, entrar em contato com (45) 3576-7000 ou info@turismoitaipu.com.br. O site é www.turismoitaipu.com.br.

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Natal de Luzes trará magia mapeada para a Catedral Nossa Senhora de Guadalupe de Foz do Iguaçu

Serão 18 dias de espetáculos diários; a decoração ficará no local por mais de um mês.

A dez dias para o início do Natal de Luzes de Itaipu, que se integra à festa natalina de Foz do Iguaçu, o terreno da Catedral Nossa Senhora de Guadalupe, na Vila A, começa a mudar. Logo, a magia tomará conta do local. A Vila de Natal começa a ser montada e os preparativos para a projeção mapeada estão em ritmo acelerado.

De 5 de dezembro a 5 de janeiro, moradores e turistas desfrutarão de uma festa encantadora. Serão 18 dias de espetáculos, das 20h às 00h, com diversas sessões, e decoração natalina por mais de um mês.

Do mundo das ideias para a prática, muita gente se envolveu no projeto. Sem esse apoio, nada seria possível. Da Itaipu, arregaçaram as mangas as áreas de Serviços Gerais, Coordenação, Financeira e Comunicação Social. Também colaboram a Prefeitura Municipal, Polícia Militar, Foztrans, Guarda Municipal, Copel e Hospital Ministro Costa Cavalcanti.

Mais do que agradecer a população de Foz do Iguaçu pelo acolhimento, especialmente num momento de excepcionalidade, em função da pandemia da covid-19, o Natal de Luzes de Itaipu espera agregar, incluir e envolver, trazendo uma programação diversificada.

De várias partes da cidade, será possível ver a projeção na catedral. Presencialmente, as pessoas poderão interagir e tirar fotos nos elementos natalinos espalhados pelo local. “Será um espetáculo mágico e de grande reflexão, pois trata-se de uma das mais celebradas festas cristãs, símbolo de irmandade”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna.

Programação

A principal atração da festa será a projeção mapeada, com um roteiro surpresa, na parte externa da Catedral. A produtora responsável pela apresentação é a Visualfarm, empresa de São Paulo (SP) pioneira no Brasil na criação de espetáculos públicos projetivos e no uso do video mapping (mapeamento de vídeo).

O terreno da Catedral abrigará uma vila de Natal, com barracas de artesanato e elementos decorativos para visitação do público. O prédio do Centro Executivo também será decorado com o mesmo tema.

Em vários pontos, será possível posar para fotos. Tudo será montado com segurança, atendendo rigorosamente os protocolos sanitários, com respeito ao distanciamento social, distribuição de álcool em gel e obrigatoriedade do uso de máscaras, entre outros.

Os turistas e moradores serão recepcionados pela Troupe Luz da Lua, uma forma encontrada para valorização dos artistas locais.

Não haverá cobrança de ingresso, mas quem quiser poderá levar um quilo de alimento não perecível. As doações serão repassadas para entidades beneficentes.

Fotos: Sara Cheida / Itaipu Binacional

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Inscrições para a gincana “Todos contra a Dengue” serão simplificadas e estendidas. Participe!

O prazo de adesão, previsto até dia 25 de novembro, será estendido até o dia 2 de dezembro. Prêmios somam R$ 165 mil.

Para facilitar a participação da população na Gincana “Todos contra a Dengue”, a partir de agora as associações de moradores não precisarão mais fazer o cadastro de fornecedores na Itaipu como pré-requisito básico. Essa etapa só será exigida dos vencedores da premiação.

“Essa mudança é para desburocratizar o processo e torná-lo mais ágil. Com isso, o prazo de inscrição, previsto inicialmente para o dia 25 de novembro, será estendido até o dia 2 de dezembro. Ou seja: ficou bem mais fácil a participação da nossa gente”, explica o coronel Jorge Aureo Ferreira, assessor especial do diretor-geral brasileiro da Itaipu, general Joaquim Silva e Luna. E faz um pedido: “Vamos lá, mobilize seu bairro e nos ajude a vencer essa guerra”. A dengue está à espreita e pode matar.

Os três bairros que atingirem a maior pontuação na gincana receberão prêmios de R$ 55 mil do auxílio eventual da margem brasileira de Itaipu, totalizando um investimento de R$ 165 mil. Além da premiação, todos os bairros participantes receberão Certificado de Participação e o selo de “Bairro Amigo da Saúde”.

A ação é voltada para associações de bairro e entidades sem fins lucrativos de Foz do Iguaçu. O objetivo é mobilizar a população, com ações práticas e educativas, para conter a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença.

A mobilização é uma inciativa da margem brasileira de Itaipu, por meio do Grupo de Trabalho Itaipu Saúde, e conta com o apoio de vários parceiros, entre eles a Prefeitura, Centro de Controle de Zoonoses, Centro de Medicina Tropical do Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), Corpo de Bombeiros, entre outros.

O formulário eletrônico para participar está disponível neste endereço.

Todas as inscrições deverão ser acompanhadas de Declaração de Cessão de Direitos Autorais e Uso e Veiculação de Imagem, de acordo com os modelos fornecidos pela comissão organizadora.

Ficou com dúvidas? Entre em contato com a comissão organizadora pelo WhatsApp no número (45) 9 8815-0673.

Como vai funcionar

A gincana “Todos Contra a Dengue” está dividida em cinco categorias: vistoria nas residências do bairro; envolvimento comunitário; ações individuais e coletivas; limpeza de vias públicas; e produção de vídeo.

As vistorias residenciais serão feitas pelas equipes de agentes de endemias do CCZ mediante sorteio prévio. Cada residência que atender aos protocolos adotados pela Vigilância Sanitária receberá um selo verde e renderá 50 pontos para o seu bairro.

As demais ações, como sensibilização, disseminação de informações e orientação à população, coleta de materiais, limpeza de terrenos e vias, limpeza de quintais, extermínio de focos e criadouros do mosquito Aedes aegypti, assim como mutirões de limpeza e coleta de resíduos, deverão ser comprovadas por fotos ou vídeos para que o bairro receba a pontuação correspondente. O envio deve ser feito para a comissão organizadora pelo WhatsApp (45) 9 8815-0673.

Uma comissão formada por Itaipu e parceiros acompanhará a execução da gincana e avaliará as ações enviadas e validará a pontuação final.

Devido à ampliação do prazo de inscrições, a avaliação e contagem da pontuação ocorrerão em nova data, assim como a divulgação do resultado. A entrega da premiação e dos certificados será feita em sessão pública, também em data e local a serem definidos.

O regulamento da gincana está disponível no link.