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Justiça

Leia as últimas notícias sobre Justiça no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

Justiça, Política,

TSE divulga tabela da representatividade de cada partido para fins da divisão do tempo na propaganda eleitoral gratuita

Apenas 10% do tempo disponível para a propaganda gratuita no rádio e na televisão serão distribuídos igualitariamente entre os partidos políticos. Os 90% restantes serão distribuídos proporcionalmente, conforme a representação das legendas na Câmara dos Deputados.

O advogado Gilmar Cardoso destacou que o Tribunal Superior Eleitoral tornou pública a tabela de representatividade dos partidos políticos na Câmara dos Deputados para fins da distribuição do tempo da propaganda eleitoral gratuita na rádio e na televisão nas Eleições 2020.

Pela ordem, PT, PSL, PP, PSD, MDB, PL, PSB, PRB,DEM, PSDB e PDT, são os partidos que terão os maiores espaços na programação, disse Gilmar Cardoso. Cada Comarca Eleitoral, com base nos partidos que solicitaram registro de suas coligações, reunirá os candidatos a fim de informar como ficou a distribuição do tempo, esclareceu o advogado.

Propaganda gratuita no rádio e TV

Canais de rádio e televisão passarão a transmitir a propaganda eleitoral gratuita a partir do dia 9 de outubro até o dia 12 de novembro, de segunda-feira a sábado, em dois horários. No rádio, a propaganda irá ao ar das 7h às 7h10 e depois das 12h às 12h10; já na televisão, a transmissão ocorrerá das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40.

As emissoras também deverão reservar em sua programação diária 70 minutos, no primeiro turno, e 25 minutos, no segundo, para a veiculação de inserções de 30 e 60 segundos de propaganda eleitoral. Esse conteúdo deverá ir ao ar das 5h às 0h, na proporção de 60% para candidatos a prefeito e 40% para candidatos a vereador, para os quais a distribuição do tempo de propaganda é feita a critério do respectivo partido.

Apenas 10% do tempo disponível para a propaganda gratuita no rádio e na televisão serão distribuídos igualitariamente entre os partidos políticos. Os 90% restantes serão distribuídos proporcionalmente, conforme a representação das legendas na Câmara dos Deputados.

Os programas de propaganda eleitoral na TV deverão ter transmissão inclusiva, com audiodescrição, legenda oculta e janela de Libras. Os filmes deverão exibir os candidatos, podendo também mostrar texto, fotos, jingles ou clipes de música ou vinhetas, de maneira a informar o nome do candidato, seu partido e coligação, se for o caso, e o seu número. A aparição de apoiadores é permitida, desde que sempre em companhia do candidato e limitada a 25% da duração do programa. São proibidas montagens, trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais.

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TJ-PR nega pedido da Prefeitura de Londrina e mantém liminar da Abrabar

Bares que tenham no alvará autorização para atuar como lanchonete ou restaurante poderão continuar abrindo normalmente

O presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), desembargador Adalberto Jorge Xisto Pereira, negou o pedido formulado pelo município de Londrina para suspensão da liminar que permitiu aos bares de Londrina cujos alvarás lhe permitam atuar nas atividades CNAE de “lanchonete” e/ou “restaurante”.

O direito aos estabelecimentos de atender a sua clientela “presencialmente”, mediante entrega em domicílio (delivery) ou retirada no local (take away/drive throug), foi conquistado após um Mandado de Segurança Coletivo apresentado pela Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), frente aos decretos restritivos da pandemia Covid-19.

“O TJ e a Justiça do Paraná têm sido o grande suporte para as atividades econômicas sobreviverem neste momento muito difícil”, disse o presidente da Abrabar Fábio Aguayo. “Se não fossem os julgamentos imparciais, as ações que impetramos, dentro da razoabilidade e bom senso, não teriam amparo”, completou ele, que participou em Londrina da luta dos empreendedores do setor.

Contexto

No pedido de suspensão da liminar, feito contra a Abrabar, a Prefeitura destacou os riscos de aglomeração de pessoas, longa permanência sem utilização de máscaras e, que por isto mesmo, a intenção seria “restringir o funcionamento dos estabelecimentos que possuem a atividade principal de ‘bar’ constante do seu alvará”, como forma de possibilitar a fiscalização do setor.

No despacho, o desembargador Xisto Pereira informa que Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos do Ministério Público (MPPT) opinou pelo indeferimento do pedido de suspenção dos efeitos da liminar “por considerar que o município de Londrina não demostrou grave risco de lesão à saúde pública”.

Xisto Pereira lembra que a decisão liminar determinou expressamente que caberá aos estabelecimentos beneficiados  respeitar as medidas sanitárias e o horário de funcionamento para atendimento presencial e de abster-se de vender ou fornecer bebidas alcoólicas para consumo no local e em suas imediações, conforme consta nos decretos municipais.

Sem lesão

Para o desembargador, a simples alegação de que o Município terá dificuldades em realizar a fiscalização do cumprimento das medidas adotadas para a desaceleração da pandemia, em especial a restrição da venda de bebidas alcoólicas, “não se presta a concretizar a situação de grave lesão” exposta no artigo 4º, da Lei Federal nº 8.437/92.

“Ausente assim, a grave lesão à ordem, à saúde, à segurança ou à economia públicas, não se vislumbra fundamento suficiente para a medida de suspensão da tutela de urgência concedida pelo juízo de origem”, anotou no despacho. Que completou: “Nessas condições, indefiro o pedido de suspensão da decisão liminar”.

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Cinco homens são presos praticando pesca subaquática no Rio Iguaçu

Na tarde desse sábado (26) cinco homens foram presos praticando pesca subaquática no Rio Iguaçu, localizado no Parque Nacional do Iguaçu.

A assessoria do órgão de segurança, adianta o Portal 24, informou que foram aprendidos todo o material de pesca e ainda 33 kg de peixe da espécie tilápia.

Os peixes são exóticos, porém os homens estavam pescando em local proibido por lei. 

Todos foram encaminhados para delegacia da Polícia Federal de Foz do Iguaçu e foram multados pelo ICMBio em 2.000 cada.

Foz do Iguaçu, Justiça,

Irmãos mortos em chacina em Goioerê serão sepultados em Foz do Iguaçu

Os corpos dos irmãos Wanderson e Jhonatam Matos, mortos em uma chacina na tarde de sexta-feira (25) em Goioerê, no Noroeste do Paraná, serão sepultados em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado.

A transferência dos corpos foi uma decisão dos familiares, segundo o portal Tribuna da Região. A terceira vítima, Dário Rodrigues, será sepultado em Goioerê no final da tarde deste domingo (27).

A execução dos irmãos – Wanderson e Jhonatam – estaria motivada a um homicídio que teriam praticado recentemente em Foz do Iguaçu, segundo apurou a Tribuna.

Após o crime, os irmãos fugiram para Goioerê, onde já haviam residido. A mudança foi estratégica, uma vez que ambos estariam recebendo ameaças na região da fronteira do Brasil com Paraguai e Argentina.

Em Goioerê, Wanderson e Jhonatam alugaram uma casa na Rua Pérola, onde acabaram sendo localizados e mortos, no final da tarde de sexta-feira.

Ainda conforme informações levantadas pela Tribuna, a mãe de Wanderson e Jhonatam, teria sido assassinada em Foz do Iguaçu.

Ainda não foram divulgadas informações sobre o horário e o local do sepultamento dos irmãos.

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ISS será recolhido no município do consumidor e não mais no município da empresa que presta o serviço

Nova lei altera recolhimento do ISS para município onde serviço é prestado e redistribui R$ 6 bi do ISS em beneficio dos municípios do interior

O advogado Gilmar Cardoso destaca a sanção sem vetos pelo presidente Jair Bolsonaro da Lei Complementar 175 de 23 de setembro, que estabelece regras para o recolhimento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) pelo município onde está o cliente (destino), e não mais na cidade-sede do prestador do serviço (origem) . A legislação foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (24).

A medida, que entrará em vigor em 2021, traz justiça tributária e ajudará o desenvolvimento de milhares de municípios. Trata-se de um bolo de R$ 6 bilhões que será redividido. Com a mudança, os impostos que hoje são destinados aos cofres das cidades que abrigam as sedes das empresas passam a ser repassados a todos os municípios, o que pode representar uma redistribuição de cerca de R$ 6 bilhões ao ano. O Brasil possui 5.570 municípios, mas, de acordo com dados de 2017, 63% da receita do ISS ficava nas mãos de 35 municípios. A expectativa é de que a medida gere um aumento de cerca de 20% na arrecadação das cidades. Para os municípios do Paraná, segundo a última estimativa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a previsão é de um acréscimo de R$ 344 milhões na arrecadação após o fim do período de transição.

A necessidade de aprovação de projeto que regulamenta o recolhimento de ISS decorre de mudanças feitas pela Lei Complementar 157, de 2016, que transferiu a competência da cobrança desse imposto do município onde fica o prestador do serviço para o município onde o serviço é prestado ao usuário final. Até dezembro de 2016, o ISS ficava com o município de origem — onde está localizado o fornecedor do bem ou serviço, explicou.

Os serviços que terão a arrecadação transferida para o destino são os de planos de saúde e médico-veterinários; de administração de fundos, consórcios, cartões de crédito e débito, carteiras de clientes e cheques pré-datados; e de arrendamento mercantil (leasing), destaca Gilmar Cardoso.

Originário do Projeto de Lei Complementar (PLP) 170/2020, o texto regula o recolhimento do ISS pelo município do consumidor, e não da empresa que presta o serviço. A mudança será gradativa, até 2023, para que cumpra o determinado em legislação de 2016, informa o advogado.“A partir desta lei, haverá redução progressiva, ano a ano, do valor atribuído ao município do local do estabelecimento prestador do serviço, que antes era o sujeito ativo do tributo, a fim de que possa se adaptar à perda”, explicou Gilmar Cardoso.

Transição

A proposta segue entendimento do STF definindo regras de transição que deem segurança jurídica aos municípios e permitam às prefeituras que perderão receita o ajuste gradual do caixa.

Em 2021, 33,5% do tributo serão arrecadados na origem e 66,5% no destino. Em 2022, ficarão 15% na origem e 85% no destino. A partir de 2023, 100% do ISS ficará com o município onde está o usuário do serviço.

Arrendamento mercantil

Na Câmara, os deputados deixaram de fora da mudança os serviços de agenciamento, corretagem ou intermediação de contratos de leasing, de franquia e de compra de créditos (factoring), que continuarão a ser arrecadados pelo município onde essas empresas têm sede.

A decisão atendeu a pedido da CNM, tendo em vista que esses serviços são geralmente prestados por pessoas físicas. Entretanto, o serviço de arrendamento mercantil propriamente dito fica sujeito à nova regra de competência da cobrança, esclareceu Gilmar Cardoso.

Tomador e prestador

No caso dos planos de saúde ou de medicina, a proposta considera usuário do serviço a pessoa física vinculada à operadora por meio de convênio ou contrato. Mesmo quando houver dependentes, será considerado apenas o domicílio do titular do contrato para fins de arrecadação.

Em relação à administração de cartão de crédito ou débito, o tomador do serviço é o primeiro titular do cartão. Caberá à cidade em que o gasto for realizado ficar com o ISS correspondente. São considerados

dministradores as bandeiras, credenciadoras e emissoras dos cartões de crédito e débito, destacou o advogado.

O cotista será considerado o tomador do serviço de administração de carteira de valores mobiliários ou de gestão de fundos e clubes de investimento. No caso de administradoras de consórcios, o cliente do serviço é o consorciado.

Quanto ao leasing, o tomador do serviço é o arrendatário domiciliado no país. No caso do arrendatário no exterior, o tomador é o beneficiário do serviço no país.

Em todas as transações envolvendo pessoas jurídicas, será considerada tomadora aquela unidade favorecida pelo serviço, independentemente da denominação (filial, sucursal etc).

O ISS é uma das pouquíssimas fontes de tributo dos municípios e com essa nova norma legal garante uma maior arrecadação à grande maioria dos municípios brasileiros, os quais por sua vez, municípios têm condições de cobrar e fiscalizar o ISS, avalia Gilmar Cardoso.

Antes o imposto ficava no município que é sede das operadoras. Com a sanção desse projeto os municípios, em especial os do interior, recuperam esse montante, que antes engordava o caixa de pouquíssimas cidades. Com certeza essa redistribuição é a forma mais justa para fazer com que o imposto devido fique no município onde ocorreu a transação e se reverta em investimentos e melhorias para toda a população da região, concluiu o advogado Gilmar Cardoso.

O início da vigência da nova lei será em 1º de janeiro de 2021.

Curitiba, Destaques, Justiça,

Eleições 2020: Justiça Eleitoral manda Greca retirar postagens do Instagram

O juiz Rodrigo Domingos Peluso Junior, da 117ª Zona Eleitoral, determinou que o prefeito Rafael Greca (DEM) retirar as postagens do  no Instagram. O entendimento da justiça eleitoral é de as postagens que configuram propaganda eleitoral, vedada no momento.

O prefeito ainda recebeu uma multa de R$ 10 mil e se não cumprir o que foi determinado, terá de pagar mais R$ 5 mil por dia. A ação foi proposta pelo MDB.

Veja no PDF a íntegra da sentença

“Condeno, ainda, o Representado (Rafael Greca), com fulcro no mesmo § 4º do artigo 83 da Resolução nº 23 .610/19 do TSE, ao pagamento da multa no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais)”, diz a sentença do juiz.

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Interrompemos a nossa programação normal… Começa domingo (27) a propaganda das Eleições 2020

A partir do próximo domingo (27) será permitida a propaganda eleitoral, inclusive na internet, lembra o advogado Gilmar Cardoso, consultado pelo Cabeza News sobre as datas importantes do calendário das Eleições 2020.

Especialista em legislação eleitoral, Cardoso arrisca dizer que a disputa pelo eleitorado no ambiente digital vai se intensificar a partir deste ano, especialmente em função da pandemia do novo Coronavírus.

Protagonista na campanha eleitoral de 2018, a internet ganha ainda mais força na disputa por votos deste ano no contexto de isolamento social imposto pela pandemia, ressalta.

A campanha eleitoral, que começa no próximo domingo (27), tem regras específicas no meio digital e alterações em relação aos últimos pleitos, afirmou o advogado.

Amplamente adotadas durante a quarentena, as lives, que são as transmissões ao vivo na internet, poderão ser utilizadas enquanto instrumento de comunicação das campanhas.

Advogado Gilmar Cardoso (Foto: Divulgação)

É proibida a participação de artistas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu no fim do mês passado a presença de candidatos nos chamados “livemícios”, como apresentações virtuais promovidas por artistas com o intuito de fazer campanha eleitoral, mesmo que os eventos não sejam remunerados.

Outra mudança na campanha deste ano diz respeito aos conteúdos falsos. No ano passado, entrou em vigor a lei que atribui a mesma pena de denúncia caluniosa com fins eleitorais, com prisão de até oito anos, a quem divulgar notícias falsas também com finalidade eleitoral.

Para não cometer infração eleitoral sujeita ao pagamento de multas e responsabilização em ação própria, os partidos, candidatos e apoiadores devem estar atento às normas, frisa Gilmar Cardoso.

O que pode

A propaganda eleitoral é permitida em sites de partidos e candidatos a partir de domingo (27) nos endereços eletrônicos comunicados à Justiça Eleitoral. Todas as páginas devem ser hospedadas em provedores localizados no Brasil.

É permitido o envio de propaganda eleitoral via e-mail e aplicativos de mensagens instantâneas. No entanto, os endereços devem ser cadastrados gratuitamente com consentimento do titular. Também é obrigatório disponibilizar mecanismo que permita o descadastramento pelo destinatário, o que deve ocorrer em até 48 horas após a solicitação.

Em blogs e redes sociais, a propaganda eleitoral também é permitida, com conteúdo gerado ou editado por candidatos, partidos políticos, coligações ou eleitores.

Os impulsionamentos de conteúdos nas redes sociais (pagamento para que as postagens tenham mais visibilidade) são autorizados, desde que identificados e contratados somente pelas páginas dos candidatos, partidos políticos e coligações — ou seja, não podem ser terceirizados a empresas nem feitos por perfis pessoais de apoiadores, por exemplo. Os impulsionamentos também são limitados às ferramentas das próprias redes sociais, sendo proibidas aplicações externas, ainda que gratuitas.

A realização de lives (transmissões ao vivo pelas redes sociais) está permitida, desde que não tenham a participação de artistas.

O que não pode

Qualquer outro tipo de propaganda eleitoral paga que não seja o impulsionamento é proibida.

Proibida a manifestação que ofenda a honra ou a imagem de candidatos, partidos ou coligações.

O impulsionamento para difamação de candidaturas de adversários também é proibido.

Proibida a realização de novas postagens e de impulsionamentos de publicações no dia da eleição, o que configura boca de urna.

Proibido o disparo em massa (por robôs) de mensagens instantâneas sem autorização do destinatário.

Proibida a contratação direta ou indireta de grupo de pessoas com a finalidade específica de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou denegrir a imagem de candidato, de partido político ou de coligação.

Proibida a divulgação de fatos sabidamente inverídicos, as fake news, assim como a veiculação de conteúdos de cunho eleitoral por usuários falsos ou anônimos. A pena para esses casos pode chegar a oito anos de prisão.

Também é proibida a realização de propaganda via telemarketing em qualquer horário.

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Três candidatos a prefeito de Foz do Iguaçu já aparecem no sistema de divulgação da Justiça Eleitoral

Os candidatos Tatiana Fruet (PROS), Ranieri Marchioro (PRTB) e Cassio Lobato (Patriota) são os primeiros que disputam a Prefeitura de Foz do Iguaçu a aparecer no sistema de divulgação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

AQUI para acompanhar os registros oficiais

Apesar do registro, as três candidaturas aguarda julgamento, segundo o portal e devem ser confirmados cinco dias após 26 de setembro, último dia para pedir o registro de candidaturas.

Apos o sábado (26), partidos, coligações, candidatos, Ministério Público ou qualquer cidadão terá prazo de cinco dias para pedir a impugnação de candidatura com base nas leis de inelegebilidade ou da ficha limpa.

Além dos três, Foz do Iguaçu tem outros seis candidatos a prefeito – Chico Brasileiro que tenta a reeleição pelo PSD, Paulo Mac Donald Ghisi (Podemos), Nelton Fruet (PDT), Luiz Henrique (PT), Aneucir Lauermann, o Alemão (PCdoB) e Sidnei Prestes (Republicano).

Em todo Paraná, o sistema já recebeu 642 pedidos de registros de candidatura a prefeito, 642 a vice-prefeito e 15.949 para vereador nas eleições de 15 de novembro.

Justiça, Paraná,

A propaganda eleitoral em locais de acesso público e igrejas está proibida

O advogado Gilmar Cardoso afirma que a proibição de propaganda eleitoral em bens públicos é ponto forte da lei. “A realização de propaganda eleitoral em bens públicos e em bens de acesso público, tais como ginásios e comércio em geral, bem como em templos e igrejas está terminantemente vedada pela legislação eleitoral. E, a cada eleição, temos que reiterar que a propaganda eleitoral no interior das igrejas, por exemplo, é expressamente proibida a qualquer tempo, pois os templos constituem bens de uso comum, sendo neles vedada a veiculação de propaganda de qualquer natureza”, adverte.

Gilmar Cardoso frisa que a lei eleitoral prevê no seu artigo 37 que nos bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do poder público, ou que a ele pertençam, e nos bens de uso comum, inclusive postes de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos, é vedada a veiculação de propaganda de qualquer natureza, inclusive pichação, inscrição a tinta e exposição de placas, estandartes, faixas, cavaletes, bonecos e assemelhados.

O advogado explica ainda que nos bens de uso comum, para fins eleitorais, incluem-se as estradas, ruas e praças e também aqueles a que a população em geral tem acesso, tais como cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios, estádios, ainda que de propriedade privada. É vedada ainda a colocação de propaganda eleitoral em árvores e jardins situados em áreas públicas, bem como em muros, cercas e tapumes divisórios.

Os candidatos, partidos políticos e coligações devem cumprir rigorosamente as proibições impostas quanto à propaganda eleitoral em bens públicos e de uso comum, afirma o advogado. O eleitor deve estar atento à conduta dos candidatos. “Penso que a solução dos problemas políticos brasileiros passa por uma maior atenção dos cidadãos ao comportamento dos candidatos de uma forma geral. É indispensável que o eleitor entenda que o processo eleitoral é dirigido a ele, eleitor, que deve assim rejeitar e denunciar aqueles que sujam equipamentos urbanos, que é atitude contrária à norma”, afirma.

Gilmar Cardoso alerta que é importante que todos os cidadãos estejam atentos aos casos de violação da lei eleitoral, informando aos órgãos de fiscalização quando isso ocorrer. O Tribunal Regional Eleitoral tem espaço específico, em sua página, para receber denúncias de ocorrência de propaganda eleitoral irregular. Os cidadãos podem também enviar denúncia diretamente para a Procuradoria Regional Eleitoral, inclusive, através de email; ou tambem tem a sua disposição o aplicativo gratuito Pardal para Denúncias Eleitorais.

Quem desrespeitar essas restrições quanto à propaganda será notificado a retirá-la dentro de 48 horas, além de restaurar o bem, sob pena de multa de R$ 2 mil a R$ 8 mil, a ser fixada em representação, após ser dada a oportunidade de defesa.

No entanto, a legislação permite colocar mesas para a distribuição de material de campanha e o uso de bandeiras ao longo das vias públicas, desde que essas peças sejam móveis e não atrapalhem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos. A colocação e a retirada desses engenhos devem ocorrer das 6h às 22h, informa Gilmar Cardoso.

Ressalte-se, que a propaganda eleitoral pode ser afixada, de forma espontânea e gratuita, em propriedades privadas que não sejam de uso comum, por meio de adesivos, proibidas inscrições a tinta, não podendo exceder 0,5 m². Portanto, não pode haver, sujeito à multa, propaganda em cinemas, clubes, shopping centers, templos, ginásios, estádios e outros locais de uso comum, concluiu o advogado.

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Prefeito de São Miguel do Iguaçu é preso em operação que investiga fraude de mais de R$ 8,6 milhões em licitações

O prefeito de São Miguel do Iguaçu, Cláudio Dutra, foi preso preventivamente em uma operação do Ministério Público do Paraná e da Divisão de Combate à Corrupção que apura fraudes de mais de R$ 8,6 milhões em licitações no município.

Conforme a Polícia Civil, além do mandado de prisão contra o prefeito, estão sendo cumpridos 12 mandados de busca e apreensão contra um grupo suspeito fraudar diversos processos licitatórios.

Um dos alvos, informa o G1, é o secretário municipal de Administração, Valdecir Lago.

De acordo com a promotoria, os mandados são cumpridos na prefeitura, na casa e na chácara do prefeito e também na casa do secretário.

A assessoria de comunicação da prefeitura ainda não se manifestou sobre a ação.

O prefeito foi levado para a sede do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Foz do Iguaçu.

Leia mais em: G1