Browsing Category

Curitiba

Leia as últimas notícias sobre Curitiba no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

O CabezaNews leva ao público notícias de utilidade pública, curiosidades, turismo, lazer, cultura. Sobretudo com um olhar voltado para a região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

Curitiba, Geral,

Homem morre após pegar fogo em cerimônia religiosa em Curitiba

Durante a madrugada desta quinta-feira, 6, um homem, identificado como Adriano Zairuka Pereira, de 39 anos, morreu no Hospital Evangélico depois de ter seu corpo queimado em uma cerimônia religiosa. O fato aconteceu durante um encontro em um centro espiritual, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC).

Paulo de Souza, que é tio da vítima, relatou que ele residia em Antonina, município do litoral paranaense, e viajou para a capital no último sábado, 1º. “No domingo de manhã, a mãe dele recebeu um telefonema dizendo que na madrugada o Adriano deu entrada no hospital com o corpo todo queimado, com queimaduras de terceiro grau”, disse Souza.

Ainda segundo Paulo, uma apuração foi realizada pela família afim de descobrir o que aconteceu com Adriano. Eles souberam que Adriano partiu da rodoviária para um centro espiritual. “Lá teria baixado um santo no corpo dele, que pediu por álcool, uma senhora serviu e quando viram ele estava em chamas. Apagaram o fogo e aí levaram ele para o hospital. Segundo uma pessoa que estava lá, diz que foi o santo que provocou o fogo””, relatou o tio da vítima.

Conforme o tio do rapaz, Adriano trabalhava como autônomo. A família não tem informações sobre qual motivo ele foi até a capital e se frequentava o centro espiritual.

As autoridades irão apurar o caso.

As informações são de Ponto Curitiba

Curitiba, Destaques, Justiça,

Em situação irregular, prefeitura de Curitiba não consegue retirar a certidão negativa

Por Aroldo Murá

O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, Fábio Camargo, negou o recurso para obtenção da certidão negativa pela Prefeitura de Curitiba. O documento, que é essencial para buscar empréstimos e financiamentos no Brasil e internacionais, não será emitido pois o município está em atraso com as prestações de contas deste ano, que deveriam constar no Sistema de Informações Municipais – Acompanhamento Mensal – SIMAM, do TCE. O despacho de Camargo é do dia 27 de abril.

Contas de chegar

Desde fevereiro, Curitiba não mostra ao Tribunal de Contas os gastos feitos e os pagamentos executados, bem como a planilha de pessoal da prefeitura. A ausência de prestação pode prejudicar a cidade. A estimativa é que com bancos, como a Caixa e Banco do Brasil, e entidades internacionais, BID e Agência Francesa de Desenvolvimento, a cidade tenha mais de R$ 1 bilhão em créditos em projetos ou repasses para obras em andamento.

Rombos e pedaladas

A falta de certidão acendeu um alerta na Comissão de Economia da Câmara Municipal de Curitiba, que já marcou data da prestação quadrimestral, como secretário das Finanças, Vitor Puppi, para o dia 26 de maio. Desde o início do ano, é possível uma série de suplementações orçamentárias na Prefeitura de Curitiba, retirando recursos inclusive de fundos ambientais para garantir o andamento de obras.

Puppi fala a todos que a cidade está com as contas em dias e que não há nenhum indício de pedaladas fiscais ou manobras para cobrir rombos. No entanto, a ausência de certidão pelo TCE mostra que algo não está bem na cidade. Ou que se quer acobertar dados que deveriam ter sido apresentados em fevereiro.

A língua é o chicote da ….

A ironia dessa situação é que o prefeito Rafael Greca, em sua primeira campanha, criticava ex-prefeito e deputado federal, Gustavo Fruet, de não saber administrar as contas da cidade e, por isto, que Curitiba não teria certidões negativas. Greca dizia que sabia fazer e administrar. Pelo visto algo ele esqueceu ao longo do seu primeiro mandato e na atual gestão, pois Curitiba está igual, sem certidão negativa.

As informações são de Paraná Portal

Colunistas, Coronavírus no Paraná, Curitiba, Fabio Aguayo,

Índice de transmissão da Covid-19 volta subir e Curitiba pode ter novas restrições

A imprensa estadual destacou nesta quinta-feira (06) que o índice de transmissão da Covid-19 voltou a acelerar em Curitiba. A notícia nos trás uma reflexão diante da doença, que pode trazer novas medidas restritivas afetando principalmente a gastronomia e entretenimento e todas as atividades correlatas ao turismo

Entre os destaques na imprensa está o alto risco de contaminação pelo coronavirus dentro dos terminais e dos ônibus do transporte coletivo de Curitiba e região metropolitana. Na Câmara Municipal, a vereadora Carol Dartora propôs à prefeitura de Curitiba a implementação de um sistema de rodízio de horários no comércio e nos serviços da capital paranaense.

Tal medida, aprovada pelos vereadores, traria impacto, também, no transporte coletivo, reduzindo as aglomerações, em certo horários de pico, como já constatado em fiscalização rigorosa feita pelos técnicos do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), como mostra a foto do alto que ilustra esta nota.

Essa questão do rodízio de horários no comércio já foi me apresentada pelo presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Camilo Turmina, em um encontro para debatermos ideias para auxiliar no combate à Covid-19. O momento é de diálogo, união e ações, entre as instituições, para reduzirmos a curva de contaminação.

O que falta agora é transparência e planejamento e debater com a sociedade civil quais serão as medidas a serem adotadas. Temos ciência de que se continuar este crescimento serão inevitáveis as restrições. O decreto atual tem validade até o dia 12 de maio.

Coronavírus, Curitiba, Economia,

Dia das Mães ajuda restaurantes de Curitiba a amenizar prejuízo com bandeira vermelha

No próximo domingo, quando se celebra o Dia das Mães, Curitiba estará aberta. De forma excepcional, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) autorizou que comércios, shoppings, restaurantes e outros serviços e atividades consideradas não essenciais atendam o público presencialmente no dia 9 de maio.

Segundo a secretária Márcia Huçulak, é uma oportunidade para que filhos e mães celebrem a data – desde que respeitando a segurança dos protocolos sanitários, é claro. Já para o setor gastronômico, será uma chance de ao menos mitigar os efeitos econômicos causados pela imposição de medidas mais restritivas durante os 23 dias de vigência da bandeira vermelha na capital paranaense, entre março e abril, quando estabelecimentos como restaurantes e lanchonetes funcionaram em horário restrito de segunda a sábado, atendendo apenas na modalidade delivery (medida que foi seguida pelos demais municípios da Região Metropolitana).

Tradicionalmente, o Dia das Mães é uma das datas mais movimentadas para a gastronomia paranaense, competindo com outras celebrações como o Dia dos Namorados e o Reveillon. Neste ano, porém, diante da necessidade de distanciamento social e da imposição de limite de pessoas nos estabelecimentos (uma pessoa para cada 9m² em Curitiba e 50% da lotação máxima nos municípios metropolitanos), alguns cuidados estão sendo tomados.

Um deles é pedir aos clientes que façam reservas antecipadamente, até para que se evite aglomerações do lado de fora dos estabelecimentos e para que os restaurantes possam atender de forma mais organizada e segura aos clientes. Em alguns locais, inclusive, estão sendo fixados limite de lugares para reserva, numa situação à qual as famílias já estão se adaptando, conforme relata Marcelo Stebner Campos, sócio-proprietário do Terrazza 40, localizado no Bigorrilho.

Leia mais em Bem Paraná

Coronavírus no Paraná, Curitiba, Destaques, Justiça,

TCE-PR, Câmara e entidades de turismo tem mesmo entendimento sobre Covid em ônibus superlotados

Julgamento no STF pode mudar o tratamento da Prefeitura às empresas de transporte coletivo de Curitiba

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), conselheiro Fábio Camargo, recebeu nesta terça-feira (4) os vereadores Sargento Tânia Guerreiro (PSL) e Éder Borges (PSD), para discutir sobre a situação do transporte coletivo de Curitiba. A preocupação dos parlamentares é com relação as aglomerações nos terminais e o excesso de passageiro nos ônibus.

Ambos os fatos já foram apontados pelos técnicos do TCE-PR, em fiscalizações recentes. Esta constatação motivou o Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares de Curitiba (SindiAbrabar), Federação das Empresas de Hospedagem, Gastronomia e Entretenimento do Paraná (Feturismo) e a Confederação Nacional do Turismo (CNTur), a sugerir maior controle e punições as concessionárias.

As empresas não estão cumprindo os protocolos de segurança sanitária durante a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). “Inclusive, os vereadores me apresentaram um projeto de lei, já protocolado na Câmara Municipal, que visa reduzir a superlotação dos ônibus na capital paranaense durante o período da pandemia”, destacou Fábio Camargo nas redes sociais.

“Esse diálogo entre as instituições e gestores públicos, com troca de informações e ideias, é importante no combate à Covid-19”, completou o conselheiro. O sistema de transporte público urbano tem um dos principais índices de transmissão da Covid-19, perdendo apenas para os ambientes hospitalares.

Menor lotação e multa
O projeto citado pelos vereadores determina a redução para 50% da lotação máxima dos ônibus e cria multa de R$ 5 mil por veículo flagrado excedendo esse limite, a ser cobrado pela Urbs das concessionárias. As medidas permaneceriam em vigor enquanto durar o estado de emergência na capital.

Em março, o TCE concedeu liminar cautelar determinando ao município a restrição na circulação dos ônibus do transporte coletivo da capital. Na decisão, o presidente Fábio Camargo busca conter a propagação do coronavírus e assegurar o fornecimento do serviço aos trabalhadores da área de saúde e demais atividades consideradas essenciais, inclusive de vacinação contra a Covid-19.

A liminar chegou no Supremo Tribunal Federal (STF) após o Tribunal de Justiça (TJ-PR) reverter a decisão e só não chegou a um desfecho na última sessão, devido o ministro Alexandre de Moraes pedir vistas do processo SS 5482. O debate tem grande interesse público e está sendo acompanhado por outras cortes em todo o país.

Colaboradores
Recentemente a CNTur passou a atuar como colaboradora no julgamento da ação no STF, para conter a superlotação dos ônibus de Curitiba, como medida de prevenção à propagação do coronavírus. A ação será julgada pelo Pleno, em sessão virtual agendada de 30 de abril a 07 de maio.

“Nossa intenção é contribuir com elementos fáticos e dados técnico-científicos para que o julgamento ocorra de forma precisa e justa”, afirma a advogada Vanessa Grassi Severino, que representa a CNTur e é autora do agravo regimental apresentado ao STF. “A intervenção assistencial no processo justifica-se porque buscamos a proteção de direitos sociais e a defesa do interesse público”, acrescenta.

A Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), assim como a CNTur, também é amicus curie (colaboradora da ação) no STF. “Nossa motivação é por entender que este tema merece ampla discussão neste momento agudo da pandemia”, afirma o presidente Fábio Túlio Filgueiras Nogueira, do TCE da Paraíba.

Na terça (4), o deputado estadual Requião Filho encaminhou pedido para também colaborar na ação. “O TCE-PR fundamentou a decisão cautelar em dados técnicos e científicos, de modo que a restrição ao transporte público de Curitiba tem por escopo justamente minimizar”, destacou o advogado Fernando Delazari, que representa o parlamentar.

Coronavírus no Paraná, Curitiba, Saúde,

Projeto da Abrabar quer evitar propagação da Covid durante as fiscalizações da Aifu

Entidades receberam denúncias de que muitos agentes foram trabalhar infectados pelo novo Coronavírus em Curitiba

A Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) iniciou esta semana a apresentação, às Câmaras de Vereadores, de minuta de projeto de lei que busca evitar a propagação do novo Coronavírus (Covid-19) durante as fiscalizações aos estabelecimentos e atividades econômicas no Paraná. A proposta surgiu após denúncias encaminhadas à Feturismo e ao SindiAbrabar, de que agentes de Curitiba foram trabalhar infectados pela doença.

De acordo com a proposta, os integrantes das fiscalizações e operações integradas de cumprimento de normas administrativas municipais e estaduais, deverão implementar mecanismos de proteção própria contra a doença. “Especialmente os agentes públicos da linha de frente que participam presencialmente e aos cidadãos fiscalizados”, diz o presidente da Abrabar, Fábio Aguayo.

A iniciativa garante a realização de testes periódico ou semanal de Covid-19 destes agentes, antes de participarem das fiscalizações. “Os agentes devem apresentar o PCR negativo, para conhecimento dos superiores hierarquicamente”, ressalta a proposta da Abrabar. Os profissionais deverão usar ainda proteção em acrílico nos veículos de fiscalização e adotarem o distanciamento social adequado nas operações.

“Os entes públicos poderão adotar outros mecanismos além dos descritos neste artigo, que julgarem necessários para evitar a propagação do Coronavírus”, diz inciso da proposta.  “A obrigatoriedade determinada nesta Lei, abrange todas as Secretarias e órgãos Públicos envolvidos na fiscalização individual ou operação integrada”, ressalta.

A proposta também prevê multa de R$ 5 mil ao órgão público e ao agente que descumprir a normativa. As despesas decorrentes da aplicação da Lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas, se necessário.

Denúncias

A Abrabar informa que elaborou a proposta após receber denúncia de agentes atuando nas operações em Curitiba, mesmo infectados. “Por não saber de seu estágio e prevenção de saúde e também de estar em vários ambientes que propiciou sua contaminação despercebida e por se tratar de forma assintomática e nenhuma reação, pode ter causado transmissão involuntária”, diz a justificativa.

Importante ressaltar que não existe norma editada publicamente ou regras explicitas a sociedade civil organizada para que os agentes públicos também tenham mecanismos ou segurança jurídica para se protegerem. 

“Muitas vezes os agentes se arriscam para não perder posição ou as variáveis da remuneração como hora extra e adicional noturno, assim não comunicam de estarem contaminados ou se estão aptos/ou recuperados do confinamento imposto pela Covid-19”. O tema pode causar polêmica ou receio de discussão, segundo a Abrabar, já que muitos trabalham amedrontados por dever de oficio, não se sentindo confortáveis com a situação.

Abaixo a íntegra da minuta do projeto de lei

Projeto de lei Nº

Determina a implementação de mecanismos de proteção contra a propagação do Coronavírus nas fiscalizações aos estabelecimentos e atividades econômicas de Curitiba.

Art. 1º Os integrantes das fiscalizações e operações integradas de cumprimento das normas administrativas municipais e estaduais editadas para reduzir a transmissão e infecção pela Covid-19 deverão implementar os seguintes mecanismos de proteção própria contra a propagação do Coronavírus para os agentes públicos da linha de frente que participam presencialmente e aos cidadãos fiscalizados:

I – teste periódico ou semanal de COVID- 19 dos agentes públicos que estão presencialmente nas fiscalizações individuais ou operações integradas;
II – para participar das fiscalizações os agentes devem apresentar o teste negativo de Covid-19, o PCR negativo deverá ser de conhecimento dos superiores hierarquicamente dos agentes públicos;
III – proteção em acrílico nos veículos de fiscalização;
IV – adequado distanciamento social nas fiscalizações;
V – Portar álcool em gel, seja em spray ou liquido; 
IV – utilização de termômetro digital; 
§ 1°. Os entes públicos poderão adotar outros mecanismos além dos descritos neste artigo, que julgarem necessários para evitar a propagação do Coronavírus. 
§ 2°. A obrigatoriedade determinada nesta Lei, abrange todas as Secretarias e órgãos Públicos envolvidos na fiscalização individual ou operação integrada.

Art. 2° O órgão público e o agente que descumprir o determinado por esta Lei quando da fiscalização de normas administrativas e leis editadas de combate e transmissão de infecção pela COVID-19, ficará sujeita a uma multa no valor de R$ 5.000 (cinco mil) e anotação no histórico do agente público. 

Art. 3° O Poder Executivo, por meio de seus órgãos competentes, regulamentará o disposto nessa lei. 

Art. 4° As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão por cota de dotações orçamentárias próprias, suplementadas, se necessário. 

Art. 5° Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Justificativa

Este projeto de lei objetiva estabelecer mecanismos eficazes capazes de combater a propagação do Coronavírus quando da fiscalização das operações integradas ou individuais nos estabelecimentos e atividades econômicas, principalmente preservando as vidas dos agentes públicos, cidadãos e dos representantes dos estabelecimentos vistoriados.

Apesar de todo o trabalho de conscientização e mobilização no combate e na criação de regras e penalidades aos cidadãos, estabelecimentos comercias e demais atividades econômicas, recebemos informações que muitos agentes foram trabalhar infectados, por não saber de seu estágio e prevenção de saúde e também de estar em vários ambientes que propiciou sua contaminação despercebida e por se tratar de forma assintomática e nenhuma reação ao vírus da COVID-19, pode ter causado transmissão involuntária.

Importante ressaltar que não existe norma editada publicamente ou regras explicitas a sociedade civil organizada para que os agentes públicos também tenham mecanismos ou segurança jurídica para se protegerem.

Muitas vezes os agentes se arriscam para não perder posição ou as variáveis da remuneração como hora extra e adicional noturno, assim não comunicam de estarem contaminados ou se estão aptos/ou recuperados do confinamento imposto pela COVID-19, seu trabalho na fiscalização deve estar condicionado ao distanciamento social e ser realizado de forma segura, essas medidas, por si só, garantirão proteção a todos os envolvidos agentes públicos e os cidadãos e empresas vistoriados e fiscalizados. 

O tema pode causar polemica ou receio de discussão, muitos trabalham amedrontados por dever de oficio, não se sentindo confortáveis com essa situação, e incrédulos de que não existe norma interna de prevenção, no qual vem em bom momento o Projeto de lei no qual poderá conter aumento no índice de contágio. 

Como forma de tranquilizar os agentes públicos que não terão que arcar com as despesas dos testes que será irrisório em comparação que a prevenção vai proporcionar uma maior segurança a toda sociedade e demais profissionais da segurança publica, bem como às pessoas que convivem com eles, é que busca a implementação destas medidas, que reduzem significativamente a possibilidade de contágio pelo Coronavírus (Covid-19).

Com vista a tornar mais efetivo o controle desta pandemia, preservando a saúde das pessoas, é que se requer o apoio dos presentes pares para a aprovação deste projeto de lei.

Coronavírus, Curitiba, Economia,

Descumprimento de medidas contra Covid já resultou em mais de R$ 8,7 milhões em multas em Curitiba

A prefeitura de Curitiba já aplicou mais de R$ 8,7 milhões em multas por descumprimento das medidas restritivas de enfrentamento à pandemia de Covid-19 desde o início da vigência da Lei Municipal 15.799/2021, em 5 de janeiro, e até o fim da última semana. Ao todo, foram lavrados 791 autos de infração lavrados em 2.346 fiscalizações realizadas nas Ações Integradas de Fiscalização Urbana (Aifus) e pela Guarda Municipal.

Somente entre os dias 26 e 29 de abril, a força-tarefa da prefeitura e do governo do estado fiscalizou 59 estabelecimentos, o que resultou em 13 autos de infração e na interdição de 13 locais, além de R$ 85 mil em multas por infração às regras sanitárias previstas no Decreto 730/2021. Foram autuados bares nos bairros Capão Raso, Lindoia, Mossunguê, Centro, Boa Vista, Santa Cândida, Bairro Alto, Guaíra e Centro. Além disso, foram flagradas irregularidades em uma tabacaria na CIC e em uma casa noturna no Bairro Alto.

Fora as autuações, durante o mês de abril mais de 16 mil pessoas foram orientadas por guardas municipais nas mais diversas situações, em cerca de dois mil locais. As pessoas autuadas pelo município ainda têm o direito de recorrer no processo administrativo. De acordo com a prefeitura, os valores arrecadados com as multas são aplicados no enfrentamento da emergência em saúde pública no município.

As informações são de Gazeta do Povo

Curitiba, Destaques, Economia,

Abrabar recorre à Câmara para garantir bares sem cozinha até 21h em Curitiba

Entidade reforça ao presidente Tico Kusma que já existem duas frentes de discussões sobre este tema na Casa de Leis

A Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) recorreu à Câmara de Vereadores para garantir a abertura dos bares e casas noturnas sem cozinha até às 21h em Curitiba. Como a bandeira laranja foi prorrogada por mais 14 dias, estes estabelecimentos não podem exercer as atividades por que não tem alvará de restaurante e lanchonete.

Ao presidente Tico Kusma, a entidade lista pedidos para a categoria voltar a trabalhar e lembra que na Casa de Leis, já existem duas discussões avançadas sobre o funcionamento de bares e casas noturnas e o retorno das casas de eventos. A Câmara tem sido muito atenciosa, especialmente com nossos colaboradores, diz o presidente Fábio Aguayo.

No ofício, o mesmo encaminhado ao prefeito e outros órgãos de Curitiba, a Abrabar pede a flexibilização da bandeira laranja, especialmente com os bares sem cozinha. “Não achamos justo a nova bandeira não sincronizar com o decreto estadual que liberou a atividade das 10h às 23h. O ideal é que funcionasse até às 23h, como todo Paraná, mas se isto for empecilho, aceitamos até às 21h”, diz.

A entidade recorreu aos vereadores por entender que o legislativo é um palco importante para discutir o futuro do setor durante e após a pandemia Covid-19. “A nova Mesa Diretora, com sensibilidade incrível, tem tentando trazer os debates sobre a importância de nossas atividades econômicas no desenvolvimento de Curitiba e região metropolitana”, ressalta. 

Os vereadores Tico Kusma, Alexandre Leprevost e Flávia Francischini, respectivamente presidente, vice-presidente e primeira-secretária, tem representado a importância do Turismo e da Gastronomia na economia e na geração de empregos é renda. “Estes posicionamentos tem contado com apoio da maioria dos parlamentares”, completa Aguayo.

Alvará extraordinário e sugestões

O presidente da Abrabar lembra que no último dia 20, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou projeto que concede autorização extraordinária para que bares e casas noturnas funcionem como lanchonetes e restaurantes durante a pandemia. O parecer favorável do vereador Marcelo Fachinello aprovado por unanimidade, credecia o projeto para votação em plenário.

Na quarta (28), os vereadores aprovaram cinco sugestões à prefeitura, de medidas para ativar a economia e recuperar segmentos mais impactados pela pandemia. A lista inclui reabertura dos empreendimentos destinados a eventos sociais, como casas de festas, recepções e buffets infantis com lotação de até 50% da capacidade, limitada a 100 pessoas.

Assinam o pedido os vereadores Alexandre Leprevost, Denian Couto, Flavia Francischini, Marcelo Fachinello e Nori Seto. Mauro Ignácio, autor de indicação semelhante aprovada última semana, defendeu a medida argumentando os negócios geram empregos e impostos.

Coronavírus no Paraná, Curitiba, Destaques, Economia,

Novo decreto de Ratinho Junior autoriza abertura do comércio aos domingos no Paraná. Baixe o PDF!

O governador Ratinho Junior editou, nesta sexta-feria (30), um novo decreto em que autoriza a abertura do comércio aos domingos em todo o Paraná.

A flexibilização das regras de enfrentamento ao novo Coronavírus (Covid-19) já vale a partir deste final de semana e inclui bares, restaurantes, lanchonetes, shoppings centers e comércio em geral.

O decreto 7.506/2021 entra em vigor amanhã, 1º de maio, e vai até o dia 15 de maio, como é possível conferir na íntegra disponível abaixo e PDF:

Apesar de a medida valer em todo o Paraná, a Prefeitura de Curitiba não deverá acatar a medida, ampliando a crise nos setores de gastronomia, entretenimento e eventos, segundo a Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar).

“Sentimos uma insensibilidade este momento em que falta apoio com quem precisa de um dia de trabalho para sustentar ou manter seu negócio”, desabafa Fábio Aguayo, presidente da entidade.

Curitiba, Geral, Paraná,

Mulheres no mercado de trabalho e no âmbito familiar: a potência feminina!

Mulheres no mercado de trabalho e no âmbito familiar: a potência feminina

“Por trás de toda mulher bem-sucedida, existe ela mesma!”

Lydia Luyza Gandolfi Cardoso

O papel da mulher, ao longo da história, foi definido pela sociedade como secundário, na qual prevalecia uma ideologia machista.

Foram vários séculos de lutas para conseguirmos dar início às transformações e conquistas que as mulheres sonhavam. Antigamente, o risco de vida de mulheres/homens eram diferentes, a mulher que ficava em casa, com os afazeres domésticos e o homem saia para trabalhar fora.

A “boa esposa” era a mulher que cuidava bem de sua casa e dos filhos do seu marido. A partir da segunda guerra mundial, momento onde o mundo parou e realmente mudou, a realidade de muitas dessas mulheres foi transformada; elas viram-se obrigadas a mudar de atitude, a assumir o comando de casa, dos negócios e da família. E assim começou a nossa revolução, e foi mundial! A partir desses fatos, foram surgindo necessidades diferentes, a mulher saiu de casa para o trabalho e para ajudar complementar a renda familiar. Depois, com a revolução capitalista, as mulheres começaram a assumir cargos em indústrias, acompanhando o avanço tecnológico e, trabalhando, por exemplo, na produção e no manuseio das máquinas.

Lydia Luyza Gandolfi Cardoso

O momento mágico, que esperamos por décadas, e que agora temos a oportunidade de seguir batalhando por ele, é fruto da luta de milhares delas que vieram antes de nós. Muitas mães, avós e tias, que incorporam o espírito guerreiro e feminino e que gritaram primeiro: “Ei, alto lá, estamos aqui!”.

Reitere-se que nas últimas décadas do século XX, presenciamos um dos fatos mais marcantes na sociedade brasileira, que foi a inserção, cada vez mais crescente, da mulher no campo do trabalho, fato este explicado pela combinação de fatores econômicos, culturais e sociais.

Alguns dados relevantes e embasados, em 2007, demonstram que a população brasileira chegou a quase 190 milhões de brasileiros, com a estimativa de 51% de mulheres, hoje o Brasil tem 6,3 milhões de mulheres a mais que homens, e somos quase 105 milhões, enquanto eles somam 98,5 milhões, segundo pesquisa do IBGE.

A conta não fecha! Se somos maioria, porque ainda sofremos tanto com o machismo no mercado de trabalho, tanto no âmbito familiar quanto fora dele? O machismo no mercado de trabalho é um assunto que deveria ser abordado sempre. A desigualdade de gênero acontece o tempo todo, principalmente em áreas onde mais homens laboram. Além de ser um assunto que precisamos debater, o machismo no mercado de trabalho é algo que precisamos combater diariamente. O segredo está na palavra COMBATER.

Começando com o trabalho não remunerado da mulher, especialmente o realizado no âmbito familiar, nossa atuação não é contabilizada pelo nosso sistema estatístico e não possui valorização social, o que é inaceitável. A dona de casa, trabalha até o dobro do que o homem que sai trabalhar as 7h e retorna as 18h. Em especial, as mães, essas tem trabalho integral e, o mínimo de valorização. Inaceitável!

Você homem, que está lendo esta análise e tomando seu café e, (para alguns, ainda que minoria) provavelmente, chamando de “mimimi”; pergunte hoje para sua esposa, sua mãe, sua irmã ou para sua filha, quantas vezes na vida ela se sentiu ameaçada, ofendida, assediada ou lesada por um homem. É importante mantermos o diálogo sobre o assunto desta forma mais próxima, para que possamos exercer nosso papel perante a sociedade. Entender melhor o lado de uma das mulheres que sofreram machismo no mercado de trabalho, em casa, nas ruas, nos bares, na rua!
Machismo não se atura, não se respeita, e sim, se combate! Atualmente, as mulheres possuem muito mais voz que em tempos passados, o que nos permite estudar, conhecer, debater assuntos sociais de políticas públicas que possam nos auxiliar. Mas, ainda temos muito a fazer. Principalmente porque o empoderamento feminino não chega a muitos lugares. Infelizmente! Onde o empoderamento feminino não chegar, seja uma intermediadora. Leve a nossa voz para outros lugares, principalmente em comunidades carentes.

Formas que você pode apoiar a causa:

  • Denuncie casos de abuso psicológico e assédio;
  • Tenha empatia com outras mulheres, exercite a sororidade;
  • Converse com outras mulheres e ouça suas dúvidas, medos e lutas individuais;
  • Apoie mulheres empreendedoras e caso seja uma, opte por dar lugar a presença feminina nas vagas disponíveis, ofereça oportunidade!
  • Caso faça parte de uma comunidade carente, fale sobre feminismo, sobre a luta da mulher, dê voz às novas gerações!
  • Apoie o trabalho de outras mulheres;
  • Não julgue a presença feminina no mercado de trabalho;
  • Valorize a mulher dona de casa, tudo que ela faz para que você chegue do trabalho e possa dormir tranquilo;
  • Crie sua filha, de forma que ela saiba que o mundo está repleto de possibilidades para ela, desde que batalhe e lute por seus sonhos, não diminuam as filhas de vocês.

Onde uma mulher chora, todas sofremos também! Não basta resistir, tem que florescer.
Nós somos uma potência de força incalculável. Unano-mos sempre e estejamos juntas!

  • LYDIA LUYZA GANDOLFI CARDOSO, acadêmica de Direito em Curitiba, atua na área do marketing digital.