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Saúde

Leia as últimas notícias sobre Saúde no CabezaNews, site de informação com reportagens exclusivas, fotos, vídeos e conteúdos sobre Foz do Iguaçu e sobre o Paraná.

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Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

Paraná, Saúde,

Tragédia: Bebê de 9 meses morre engasgada com grão de pipoca em Entre Rios do Oeste, no Paraná

A menina estava com a pipoca na boca quando se desequilibrou, caiu e engasgou

Um bebê de apenas 9 meses morreu esta semana em Entre Rios do Oeste, no Oeste do paraná. Segundo o Costa Oeste News, a menina, que completaria 10 meses no próximo dia 29, teria se engasgado com um grão de pipoca.

A bebê estaria escorada em uma porta dentro de sua casa, com pipoca na boca, quando outra criança passou por ela e encostou no seu corpo. A bebê se desequilibrou e caiu de costas, se engasgando com o grão.

Ela chegou a ser encaminhada ao hospital do município, mas não resistiu e acabou falecendo. O corpo foi encaminhado ao IML de Toledo, onde foi localizado o grão de milho em sua garganta.

Coronavírus em Foz do Iguaçu, Destaques, Saúde,

Prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, testa novamente positivo para a covid-19

O prefeito Chico Brasileiro, que anunciou nesta semana o início da vacinação contra a covid-19 em Foz do Iguaçu, informou neste sábado, 16, que foi diagnosticado com infecção pelo novo coronavírus. Ele já teve covid em julho do ano passado.

Segundo a equipe médica que atendeu o prefeito, existe a possibilidade de ser um caso de reinfecção, uma vez que houve um intervalo superior a três meses em relação à primeira infecção e foram apresentados sintomas da doença novamente. Neste período, ele realizou outros exames que deram negativo para o vírus. Para a confirmação da reeinfecção, é necessário fazer o sequenciamento genético a fim de definir se a contaminação foi pela mesma cepa do coronavírus.

O prefeito está com sintomas como dores de cabeça, na garganta e no corpo. Ele está em casa, onde seguirá trabalhando, e cumprirá isolamento domiciliar conforme os protocolos de orientação dos órgãos de saúde.

Coronavírus, Educação, Luiz Claudio Romanelli, Saúde,

Romanelli destaca empenho das universidades para vencer o coronavírus

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) destacou nesta sexta-feira, 15, a importância do trabalho, estudos e pesquisas desenvolvidos pelas sete universidades estaduais do Paraná – Uenp, UEL, UEM, UEPG, Unespar, Unicentro e Unioeste – para vencer a pandemia do coronavírus. A Uenp e a Unioeste, por exemplo, já colocaram seus campi para funcionar como polos de vacinação.

Segundo Romanelli, as universidades estaduais têm uma relação direta de trabalho, municiando e auxiliando as autoridades sanitárias e prefeituras e, por muitas vezes, atendendo a população.

“As universidades estaduais assumiram um compromisso, desde março do ano passado, quando foram editadas as primeiras medidas de combate a covid-19. Desde então, juntas, passaram a adotar e construir soluções para enfrentar as dificuldades na área da saúde e da economia”, disse Romanelli

Desafio

Desde o início da pandemia, as sete universidades estaduais desenvolveram uma série de atividades em conjunto, desde a elaboração de planos de contingência e controle da propagação do vírus até a produção, em seus laboratórios, de grandes quantidades de álcool em gel, máscaras escudo de proteção e outros equipamentos que foram disponibilizados gratuitamente.

Romanelli também lembra o esforço para buscar e receber habilitação do Lacen (Laboratório Central do Paraná) para aplicar testes da covid-19. “As universidades estaduais também são parceiras da Secretaria da Saúde na ampliação de leitos de enfermaria e UTI nos hospitais Universitários de Maringá, Londrina, Ponta Grossa e do Oeste do Estado, oferecendo mais condições de tratamento aos pacientes positivados”, esclarece o deputado.

O deputado observa ainda a preocupação com a retomada da economia com a elaboração de planos de auxílio econômico e tecnológico para atender aos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, para evitar que fossem prejudicados durante as medidas de isolamento social.

“As universidades não pararam as atividades curriculares por conta da pandemia. Pelo contrário, empreenderam atividades remotas nos cursos de graduação para minimizar, em consequência da suspensão das aulas presenciais e também desenvolveram inúmeras pesquisas na busca da compreensão da pandemia e do seu enfrentamento, entre tantas outras ações que merecem ser destacadas”, enfatiza.

Superação

Foi criado  – em parceria com a Superintendência-geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior,  Secretaria da Saúde, Fundação Araucária e a Itaipu Binacional -o programa extensionista com a atuação de mais de 1.000 pessoas, entre profissionais e estudantes da área da saúde, coordenados por professores das universidades, em diferentes municípios para enfrentar a covid19.

“Uma ação pioneira, que serviu de referência para o Brasil, por apresentar resultados surpreendentes na instalação de call centers e plataformas de telesaúde e telepsicologia, que ajudou a monitorar a entrada e saída de pessoas em barreiras sanitárias nas divisas do Estado. Com isso, o Paraná reforçou as ações de monitoramento, prevenção e tratamento da Covid-19 em todo o Estado”.

A UEL (Universidade Estadual de Londrina) por exemplo, criou o programa “Saúde do Trabalhador em Tempos de Covid-19: como se proteger e evitar a disseminação”, que promoveu, neste período de pandemia, orientação para 415 e treinamento de 3.782 multiplicadores de informação que chegou a 25.918 trabalhadores.

O projeto acessou aos trabalhadores mais conhecimento sobre a doença e as formas de prevenção, possibilitando que as orientações possam ser multiplicadas no ambiente de trabalho e levadas a familiares e amigos, o que ajuda a controlar a transmissão do vírus.

Central de atendimento

Na UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) foi criado um Call Center, onde bolsistas passaram a acompanhar e auxiliar pacientes que testaram positivo para covid-19. “Cada bolsista foi treinado para fazer o contato com os monitorados e os familiares dos pacientes todos os dias, trabalhando em sistema de rodízio”, explica Romanelli. De acordo com a universidade, este acompanhamento é importante para colher cada vez mais informações que embasam decisões em relação à doença.

Os atendentes tiram dúvidas, dão orientações sobre as formas de prevenção, cuidados e combate ao coronavírus, além de prestar atendimento psicológico à população. A central atende de 12 cidades da região dos Campos Gerais pelo número 0800 200 4300, das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana.

Já a Unespar (Universidade Estadual do Paraná) criou um observatório com informações epidemiológicas a respeito da covid-19, em âmbito nacional, estadual e regional com enfoque nas regionais de saúde do Estado.

Orientação

A UEM (Universidade Estadual de Maringá) realiza trabalho de orientação nas divisas do Paraná com São Paulo e Mato Grosso do Sul, onde mais de 20 mil pessoas já foram abordadas. Além de orientação, uma equipe composta por nove profissionais da saúde, entre enfermeiras e técnicas de enfermagem, monitora os motoristas que entram no Estado, para evitar a disseminação da covid.

O trabalho faz parte do projeto “UEM no combate ao coronavírus”. A Polícia Militar faz a abordagem e as equipes de saúde orientam e fazem as testagens para quem apresenta sintomas.

A Unicentro (Universidade Estadual do Centro Oeste) também desenvolveu várias ações para enfrentar a pandemia do coronavírus no Paraná envolvendo professores, alunos e servidores da instituição.

Vacinação

A Uenp (Universidade Estadual do Norte do Paraná) se cadastrou no plano nacional de operacionalização da vacinação e dispôs da estrutura e equipamentos, como o pessoal capacitado para a tarefa. Desde o início da pandemia, a Uenp tem trabalhado com projetos de pesquisa e extensão que atenderam milhares de pessoas, que foram impactadas física, social e economicamente.

Romanelli destaca que a Uenp, ao se colocar à disposição para ser um dos pontos de vacinação contra a covid-19, demonstra responsabilidade na linha de frente para atuar no combate efetivo ao coronavírus. “É uma ação quem envolve toda a comunidade acadêmica dos três campi, em Cornélio Procópio, Bandeirantes e Jacarezinho. São ações como essa que nos fazem acreditar que é possível, com a soma de esforços, vencer a covid-19”, afirma o deputado.

A Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná) também se colocou à disposição do governo federal para integrar o plano nacional de vacinação. A universidade vai ceder a estrutura física, equipes profissionais, salas, veículos e equipamentos para atender à população da região oeste do Estado.

“Todas as universidades estão comprometidas com o combate a covid e demonstram a importância, abrangência e responsabilidade com a saúde pública e a economia em todas as regiões do estado. Para vencer a pandemia somente com a união e o esforço de todos, para reduzir o impacto na saúde dos paranaenses e reduzir os efeitos provocados na economia”, disse Romanelli.

Coronavírus, Destaques, Paraná, Saúde,

Meta do Paraná é vacinar 4 milhões de pessoas do grupo de risco até maio

A vacinação começará por profissionais da saúde que estão linha de frente do combate ao vírus, formado por 272.817 pessoas; população indígena (10.565 pessoas); idosos que moram em asilos e casas de repouso com 60 anos ou mais (12.224 pessoas), além de quilombolas e comunidades tradicionais ribeirinhas.

O planejamento do Governo do Estado aponta para a vacinação contra a Covid-19 de aproximadamente 4 milhões de pessoas no Paraná até o fim de maio. Como o processo estadual vai seguir o Plano Nacional de Imunização (PNI) elaborado pelo Governo Federal, a tendência é de que a aplicação das doses comece já na próxima semana, abrindo os trabalhos pelos grupos considerados prioritários.

De acordo com o Plano Estadual de Imunização (PEI), a vacinação começará por profissionais da saúde que estão linha de frente do combate ao vírus, formado por 272.817 pessoas; população indígena mapeada em 30 municípios paranaenses (10.565 pessoas); idosos institucionalizados (moradores de asilos e casas de repouso) com 60 anos ou mais (12.224 pessoas), além de quilombolas e comunidades tradicionais ribeirinhas, quantidade que ainda está sendo contabilizada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).

Essa fatia da população será atendida logo na primeira remessa de vacinas que chegar ao Paraná. A estimativa da Sesa é que o Estado receba 100 mil dos 2 milhões de doses do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford e pelo Laboratório AstraZeneca. As vacinas serão importadas do Instituto Serum, um dos centros da AstraZeneca para a produção da vacina na Índia, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto destacou que outras 300 mil doses do imunizante Coronavac, do laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo, completarão o conjunto inicial de 400 mil doses. Mas, antes disso, a diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai se reunir no domingo (17) para discutir os pedidos de autorização para uso emergencial dos imunizantes.

“A orientação do governador Carlos Massa Ratinho Junior é para imunizar o Paraná por inteiro, sem deixar nenhum dos 399 municípios para trás. O nosso lema é Imuniza Paraná”, afirmou o secretário. “Porém, será um processo escalonado que deve durar um ano, que vai andando conforme as doses forem desembarcando no Estado”, acrescentou.

Grupos de risco

Na sequência, logo após o início da campanha e conforme os imunizantes forem chegando ao Paraná, a Sesa planeja vacinar as pessoas que integram o chamado grupo de risco, formado por idosos e pessoas com comorbidades, por exemplo. Os idosos serão divididos por faixa etária. Acima de 80 anos (250.630 pessoas), entre 75 a 79 anos (215.843 pessoas), de 70 a 74 anos (321.432 pessoas), de 65 a 69 anos (439.203 pessoas) e de 60 a 64 anos (554.705 pessoas).

O contingente de moradores do Estado com comorbidades soma 1.172.812. Outros grupos vêm na sequência, totalizando pouco mais de 4 milhões de pessoas. “A ideia é conseguir imunizar o grupo de risco em até 90 dias e aproximadamente quatro milhões de paranaenses até o fim de maio”, ressaltou Beto Preto.

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Paraguai aprova uso emergencial da vacina russa

A Sputnik já está registrada assim em dois países do Mercosul, pois a Argentina também deu a autorização emergencial. Outros países que tomaram a mesma medida foram Bolívia, Venezuela, Argélia, Sérvia e Palestina

Adianta o Valor Investe que o Fundo Soberano da Federação da Rússia anunciou hoje a aprovação da vacina russa Sputnik V pelo Ministério de Saúde do Paraguai para uso emergencial. Isso significa que a autorização foi dada sem testes clínicos adicionais no país, segundo o Fundo.

A Sputnik já está registrada assim em dois países do Mercosul, pois a Argentina também deu a autorização emergencial. Outros países que tomaram a mesma medida foram Bolívia, Venezuela, Argélia, Sérvia e Palestina.

Nesta semana, o CEO do Fundo, Kirill Dmitriev, anunciou que o fundo pediria com a companhia brasileira União Química autorização de emergência à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a Sputnik V.

Alem disso, ele anunciou que acertou com a empresa brasileira para fornecer 150 milhões de doses da vacina — primeiro fornecimento de 10 milhões de doses para o Brasil neste primeiro trimestre.

O preço da dose da Sputnik V é de menos de US$ 10, o que a torna abordável para países em desenvolvimento, na avaliação em Moscou.

A Sputnik tem eficácia de mais de 90% com proteção contra casos severos da covid-19, segundo os russos. Já foi aprovada para uso de emergência em países como Argentina, Bolívia, Argélia, Sérvia e Palestina.

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Estado disponibiliza leitos de UTI para recém-nascidos vindos de Manaus

Pedido foi feito pelo Ministério da Saúde à Secretaria Estadual da Saúde. Já estão disponibilizados 25 Leitos de UTI neonatal – 10 nos Hospitais Monastier e 15 do Rocio, em Campo Largo.

O Governo do Paraná se colocou à disposição para prestar assistência em saúde para 25 recém-nascidos que estão em Unidades de Terapia Intensiva em Manaus. Foram disponibilizados 10 leitos no Hospital Infantil Waldemar Monastier e 15 no Hospital do Rocio, ambos de Campo Largo.

O pedido de ajuda foi feito pelo Ministério da Saúde para a Secretaria da Saúde do Paraná na manhã desta sexta-feira (15), para leitos de UTI neonatal para 61 pacientes recém-nascidos. Do total solicitado, 25 estão disponíveis já a partir desta sexta-feira.

De acordo com o secretário da Saúde, Beto Preto, o Estado está se organizando para acolher esses pacientes. “Recebemos com muita sensibilidade esse pedido para UTI para os bebês. Nos mobilizamos de forma a ajudar humanitariamente esses pacientes com todas as condições que temos aqui”, disse o secretário Beto Preto.  O deslocamento dos pacientes recém-nascidos será de responsabilidade da prefeitura de Manaus. 

HOSPITAL INFANTIL WALDEMAR MONASTIER

A unidade hospitalar voltada para o público infantil é própria do Estado e referência em cirurgia pediátrica de alta complexidade. Fica localizada em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. O hospital tem 84 leitos, sendo 30 de UTI neonatal, 10 UTI pediátrico e 54 de enfermaria.

O Hospital possui atendimento humanizado, exemplo disso é que todas as crianças são acompanhadas o tempo todo por seu familiar ou responsável, incluindo os pacientes em UTI. Cada leito tem uma poltrona confortável para que a pessoa permaneça bem acomodada. Desde que iniciou a pandemia, todos os pacientes e seus acompanhantes passam por um período de isolamento até que fique pronto o resultado do exame para diagnóstico da Covid realizado logo no acolhimento à internação. Esta é uma medida para evitar a transmissão da doença dentro do Hospital.

Destaques, Paraná, Saúde,

Governo vai usar frota aérea para agilizar transporte da vacina no Paraná

Três aviões e um helicóptero serão incorporados à frota de caminhões para agilizar o transporte do imunizante para as 22 Regionais de Saúde do Estado, repetindo a estratégia usada na testagem da população. Juntas, as aeronaves têm capacidade para transportar em torno de 3 mil quilos por viagem.

O Governo do Estado apresentou nesta sexta-feira (15) parte da estrutura logística que será usada na distribuição das vacinas contra a Covid-19 no Paraná. Três aviões e um helicóptero serão incorporados à frota de caminhões para agilizar o transporte do imunizante para as 22 Regionais de Saúde, atingindo todo o Estado. A intenção é garantir a aplicação da vacina nos paranaenses o mais rapidamente possível. O evento com a participação de técnicos da Saúde e da Casa Militar ocorreu no Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba.

De acordo com a Casa Militar, um novo avião, em fase final de aquisição pelo Governo, será integrado ao sistema de imunização em até 30 dias. E, se necessário, a frota que atende a Segurança Pública também pode ser utilizada.

“Vamos usar a experiência adquirida no transporte de órgãos para transplante, em que o Paraná é referência, e também nos testes para a Covid. Só no ano passado foram 500 horas/voo, garantindo agilidade e rapidez”, destacou o chefe da Casa Militar, tenente-coronel Welby Pereira Sales.

Ele ressaltou que o transporte para o Interior será feito por meio de rotas aéreas, atendendo mais de uma Regional da Saúde por viagem. O planejamento é para que as aeronaves sejam usadas em deslocamentos maiores.

Com o ingresso das aeronaves, o tempo de deslocamento para que todos os municípios sejam abastecidos é estimado em 48 a 72 horas. “O helicóptero, por exemplo, pode ser utilizado para chegar em locais de difícil acesso”, disse. “Será um serviço de excelência, com a vacina chegando o mais rapidamente possível para a população”, acrescentou o chefe da Casa Militar.

Economia

Sales reforçou que o novo avião, um King Air, foi comprado pelo Estado com os recursos economizados com a devolução do jatinho alugado que em outras gestões atendia ao governador. A medida foi determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e integrou a reforma administrativa que tornou o Estado mais enxuto.

“E a frota do Governo não vai aumentar, já que com a chegada desta aeronave, duas outras antigas, do tipo Caravan de 1985, serão leiloadas”, explicou.

Vacinação

O processo de vacinação no Paraná vai seguir o Plano Nacional de Imunização (PNI) elaborado pelo Governo Federal. O Ministério da Saúde espera começar na próxima semana as imunizações dos grupos considerados de risco. A estimativa é que o Estado receba 100 mil dos 2 milhões de doses do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford e pelo Laboratório AstraZeneca. As vacinas serão importadas do Instituto Serum, um dos centros da AstraZeneca para a produção da vacina na Índia, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Além disso, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, a expectativa é por outras 300 mil doses do imunizante Coronavac, do laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo. A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai se reunir no domingo (17) para discutir os pedidos de autorização para uso emergencial dos imunizantes.

De acordo com o secretário, o grupo prioritário estadual é formado por cerca de 272 mil profissionais da linha de frente do combate à Covid-19, índios acima de 18 anos mapeados em comunidades isoladas de 30 municípios do Paraná e idosos que vivem em asilos e casas de repouso. “Será um processo que deve durar o ano todo, de forma escalonada conforme forem chegando as vacinas. Mas a ideia é conseguir imunizar o grupo de risco em até 90 dias e quatro milhões de paranaenses até o fim de maio”, afirmou Beto Preto.

Transporte terrestre

Além das aeronaves, o Governo do Estado conta com quatro caminhões com baús refrigerados, todos monitorados por satélite, para distribuição das vacinas. Cada veículo tem capacidade de transportar aproximadamente 228 mil frascos do imunizante.

Com a incorporação da frota aérea, o planejamento prevê utilizar os caminhões para viagens mais curtas, com o deslocamento para cidades próximas de Curitiba. Os principais centros de distribuição dos materiais funcionam na capital.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, esses veículos costumam transportar por mês de 600 mil a 1 milhão de doses de vacinas para outras doenças.

Outros nove caminhões estão à disposição para o carregamento da chamada carga seca, formada por luvas, seringas, agulhas, máscaras, aventais e outros itens. Cinco são da Secretaria da Saúde e quatro da Defesa Civil do Paraná. Cada veículo consegue transportar 18 toneladas de material.

O deslocamento deste material para as 22 Regionais de Saúde começou nesta sexta-feira (15). “A ordem do governador Ratinho Junior é para imunizar o Paraná por inteiro, todos os 399 municípios. A vacina será distribuída de maneira igualitária, atendendo a todos os paranaenses”, reforçou o secretário. 

Apenas entre agulhas e seringas, o Estado conta atualmente com 11 milhões de unidades em estoque, quantidade que vai saltar para 27 milhões nos próximos dias com a compra de mais 16 milhões, em fase final de aquisição pela Secretaria de Estado da Saúde.

Centro de distribuição

Os materiais para a campanha de vacinação contra a Covid-19 estão centrados em dois pontos principais de Curitiba: o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), para vacinas e carga seca, e o Ginásio de Esportes do Tarumã, apenas para carga seca.

Desses locais saem todos os produtos que vão garantir o processo de imunização contra o coronavírus em todos os 399 municípios paranaenses. São ao todo 1.850 salas de vacinação.

A estrutura paranaense conta ainda com 21 câmaras frias já adquiridas e outras 180 em processo de aquisição. Mais 31 câmaras frias para armazenamento serão compradas em parceria com o governo federal. O Estado dispõe também de freezers para produção de gelo, equipamentos de ar-condicionado, contêineres refrigerados de 40 pés para armazenamento de 100 mil doses de vacinas, caminhões refrigerados para distribuição de imunizantes e a perspectiva de implantação de câmaras modulares para armazenamento de frios nas Regionais de Saúde.

Chico Brasileiro, Destaques, Saúde,

Chico Brasileiro detalha início da vacinação em Foz do Iguaçu. Assista!

O prefeito Chico Brasileiro detalhou nesta sexta-feira, 15, como será o início da vacinação contra o coronavírus em Foz do Iguaçu. A cidade, no primeiro momento, deve receber na semana que vem três mil doses do imunizante da Secretaria Estadual de Saúde e o grupo, entre os prioritários, que vai receber as primeiras vacinas será os profissionais de saúde da linha de frente no atendimento aos pacientes com a covid-19.

“O ministro de Saúde (Eduardo Pazuello) nos informou que a primeira remessa seria da Astrazeneca, essa seria a primeira fase, e em seguida receberíamos uma grande quantidade de doses da Coronavac”, disse Chico Brasileiro em entrevista à imprensa.

A prefeitura, segundo Chico Brasileiro, vai receber as vacinas em dose dupla. “Os trabalhadores da saúde no geral terão prioridades, porém a prioridade da prioridade, que são aqueles que receberão as doses iniciais, são os que estão trabalhando com a covid-19”, reiterou.

Rede

O prefeito adiantou que as vacinas serão aplicadas diretamente no hospital municipal Padre Germano Lauck, hospital Costa Cavalcanti, hospital da Unimed, Upas e Samu. “Em seguida, a vacina será aplicada nos outros profissionais de saúde quando chegar a segunda remessa. Mas temos também os idosos, começando pela faixa de 75 anos, depois vai reduzindo essas faixas, mas a prioridade será os idosos hospedados em clínicas, abrigos, asilos e em situação de vulnerabilidade”.

“Foz do Iguaçu está preparada para começar a aplicação da vacina. Outros grupos de pessoas que têm doenças e outras comorbidades serão definidos na próxima fase, de acordo com o número de vacinas que vão chegar no Brasil, de outras marcas, que o Ministério da Saúde está negociando”.

Chico Brasileiro afirmou que a logística está preparada, que a vacinação vai começar, mas que é necessário manter os cuidados para evitar o contágio e a transmissão. “Vamos continuar nos protegendo porque a pandemia não acabou, vai ser importante que todos participem e no devido momento, todos serão imunizados para que nossa cidade possa estar protegida contra a covid-19”, completou.

Coronavírus em Foz do Iguaçu, Saúde,

Em dia com mais três óbitos, Foz do Iguaçu registra 140 novos casos de Coronavírus

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 15/01/2021, 140 casos de COVID-19, totalizando 20.504 casos da doença no município. Deste total, 19.656 pessoas já estão recuperadas.

Dos novos casos, 76 são mulheres e 64 homens, com idades entre 2 e 82 anos. Dos novos casos, 4 pessoas encontram-se hospitalizadas e 136 estão em isolamento domiciliar.

Dos casos confirmados, 447 estão em isolamento domiciliar com sinais e sintomas leves, e 93 pessoas estão internadas.

Óbitos

Foz do Iguaçu registrou mais 3 óbitos em consequência da COVID-19, totalizando 308 mortes pela doença no município. As vítimas são dois homens de 49 e 75 anos que estavam internados no Hospital Ministro Costa Cavalcanti, e uma mulher de 81 anos que estava internada no Hospital Municipal Padre Germano Lauck.

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Foz do Iguaçu está pronta para iniciar vacinação contra o coronavírus

Profissionais da linha de frente no enfrentamento à doença, idosos em situação de asilo e indígenas receberão as primeiras doses

A Secretaria Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu está preparada para iniciar a vacinação contra o coronavírus (Covid-19), anunciada pelo ministro Eduardo Pazuello nesta quinta-feira, 14, durante reunião com a Frente Nacional dos Prefeitos. O prefeito Chico Brasileiro e a secretária municipal de Saúde, Rosa Jeronymo, participaram do encontro virtual.

De acordo com Pazuello, as primeiras 8 milhões de doses de vacinas emergenciais – 6 milhões produzidas pelo Instituto Butantan com a farmacêutica chinesa Sinovac e 2 milhões da Universidade de Oxford em parceria com a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) – devem receber a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no próximo domingo, 17. 

A rede municipal de saúde de Foz está pronta para receber os imunizantes e fazendo o levantamento dos grupos prioritários que receberão as primeiras doses. 

Na terça-feira, 19, está prevista a divulgação do cronograma de distribuição de vacinas por Estado – o Paraná deve receber 5% dos imunizantes. 

Conforme anunciado pelo Ministério de Saúde, neste primeiro momento serão vacinados os profissionais que fazem parte da linha frente de enfrentamento ao coronavírus, idosos em situação de asilo e indígenas. 

A secretária municipal de Saúde explica que o município está fazendo o levantamento quantitativo dos profissionais que receberão as vacinas, que deverão ser aplicadas nos hospitais e unidades em que atuam. 

Foz do Iguaçu já possui estoque de seringas e agulhas e repassou ao Governo do Estado a relação dos demais insumos necessários para garantir a vacinação da população. 

Ainda segundo a secretária, todas as unidades de saúde já estão prontas para as próximas etapas da imunização, que devem abranger idosos de 75 anos. 

Rosa é incentivadora da campanha “Vacina já, eu vou tomar”. “A imunização representa segurança para a retomada das atividades que estão paralisadas. Mesmo assim, para garantir que vençamos essa pandemia, precisaremos manter as medidas de higienização, uso de máscaras e evitar aglomeração”, avalia a secretária.