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Saúde

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Em Foz, nossa cobertura foca os principais acontecimentos da cidade, incluindo eleições 2020, o avanço da pandemia do novo coronavírus, as ações da Itaipu Binacional, bem como a administração do prefeito Chico Brasileiro.

O site não deixa de lado o que acontece no restante do estado do Paraná. Notas exclusivas dos bastidores da política, da Assembleia Legislativa, ações do governo do Paraná e da administração Ratinho Júnior. Assim como as principais notícias nacionais.

O CabezaNews é editado por Ronildo Pimentel, jornalista com mais de 30 anos de atuação em jornalismo impresso e digital.

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Secretaria de Saúde de Foz do Iguaçu amplia faixa etária para aplicação da vacina contra a meningite

Crianças com até dez anos de idade, ainda não vacinadas, devem receber uma dose da meningocócica C; medida tem por finalidade evitar surtos da doença, além de otimizar o uso das doses

A Secretaria Municipal da Saúde está ofertando a vacinação contra a meningite para crianças de até 10 anos, 11 meses e 29 dias de idade que ainda não tenham recebido nenhuma dose. Todas as unidades básicas de saúde disponibilizam as vacinas.

A vacina meningocócica C (Conjugada) está incluída no Calendário Nacional de Vacinação para crianças menores de cinco anos, sendo administrada aos 3 e 5 meses de vida e uma dose de reforço, preferencialmente aos 12 meses de idade.

“Para as crianças que por algum motivo perderam a oportunidade de receber a vacina nas idades indicadas, a recomendação é administrar uma dose até os 4 anos. Agora, com a nova recomendação do Ministério da Saúde, essa faixa etária foi ampliada para os 10 anos”, explicou a coordenadora do programa de imunização, Adriana Izuka.

A medida leva em consideração o atual cenário de baixas coberturas vacinais, observadas a partir de 2016, e agravada em 2020 com a pandemia da covid-19, possivelmente em virtude do receio da população em buscar os serviços de saúde para a atualização do Calendário de Vacinação.

Apesar da faixa etária de maior risco de adoecimento ser a das crianças menores de um ano de idade, os adolescentes e adultos jovens são os principais responsáveis pela manutenção da circulação da doença na comunidade, em decorrência de elevadas taxas de estado de portador do meningococo em nasofaringe.

“A adoção desta medida tem como objetivo aumentar a proteção contra a doença meningocócica, evitando a ocorrência de surtos pelo sorogrupo C, hospitalizações, sequelas e óbitos. Portanto, a única forma de controlar a doença é manter elevadas as coberturas vacinais, tanto na população infantil como em adolescentes”, lembra a secretária de saúde, Rosa Maria Jerônymo. As doses serão disponibilizadas temporariamente até dezembro de 2021.

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Foz do Iguaçu tem queda nos indicadores de covid e vai se tornar o primeiro destino 100% vacinado

Os principais indicadores do coronavírus (covid-19) seguem tendência de queda e Foz do Iguaçu acelera para se tornar o primeiro destino turístico com 100% da população adulta (acima de 18 anos) vacinada. O município teve a semana com o menor número de novos casos e registrou uma redução de aproximadamente 80% no número de óbitos por complicações da doença.

A Vigilância Epidemiológica confirmou, neste domingo (25), 11 novos casos de covid-19. Totalizando 41.692 registros da doença no município desde o início da pandemia, em março do ano passado. Destes, 40.436 pessoas já estão recuperadas – mais de 96,6% dos infectados. Dos 11 novos casos, cinco são mulheres e seis homens, com idades entre seis e 65 anos. Todos estão em isolamento domiciliar.

Do total de casos ativos na cidade, 96 pessoas estão em isolamento domiciliar, com sinais e sintomas leves, e 90 estão internadas. Foz do Iguaçu não registrou óbitos em consequência da covid-19 nas últimas 24 horas. No acumulado do mês, são 41 vidas perdidas – média de 1,64 por dia. No total, são 1.070 mortes pela doença no município desde o início da pandemia e uma taxa de letalidade de 2,57%.

Em queda

O avanço na vacinação tem refletido forte na redução dos indicadores da covid-19 em Foz do Iguaçu. O município fechou a semana com o menor número de novos casos de 2021. Entre segunda-feira (19) e ontem (25), foram contabilizados 167 testes positivados da doença – média de 23,85 diários. A análise tem como critério os boletins diários da Vigilância Epidemiológica.

No acumulado do mês, Foz do Iguaçu contabilizou 1.089 novos casos da doença – média de 43,56 por dia. Em junho, a Vigilância Epidemiológica registrou 3.354 testes positivados de covid-19 – média de 111,8 novos casos diários. No comparativo entre um mês e outro, julho registra uma queda de aproximadamente 70% dos casos.

O número de óbitos por consequência da covid-19 também vem apresentando queda bastante representativa à medida que a vacinação contra a doença avança. Nesta última semana, de segunda até domingo, foram oito mortes por complicações da doença.

Em junho, Foz do Iguaçu registrou 133 óbitos por conta do coronavírus – média de 4,43 por dia. Desde o início da pandemia, o município contabilizou 1.070 mortes por complicações da doença, com uma taxa de letalidade de 2,57% sobre o total de infectados.

Manter cuidados

A secretária municipal de Saúde, Rosa Maria Jerônymo, comentou a queda nos casos de óbitos com a aceleração da vacinação contra a covid-19. “Gente, olha que bacana poder ver a vacinação avançando e o número de óbitos caindo”, ressaltou, ao postar um quadro sobre a evolução dos casos em suas redes sociais.

“Esse gráfico representa o avanço da cobertura vacinal e a redução do número de óbitos por covid-19”. A imagem veiculada pela secretária, mostra a curva representada por uma linha azul, da primeira dose, e a linha verde com a cobertura de segunda dose de vacina, com as colunas mostrando o número de óbitos.

“A partir de 44% da cobertura vacinal de 1ª dose se observa a queda gradativa no número de óbitos desde o dia 13/06”, ressaltou Rosa Jerônymo. Que completou: “Representando uma queda de 78% no número de óbitos nas últimas cinco semanas. #vacinasalvavidas”.

A secretária, no entanto, reforçou que é essencial manter os cuidados para manter os números da covid baixos e aguardar um avanço ainda maior da vacinação, especialmente da segunda dose. “Ainda não é momento para baixarmos a guarda. Precisamos manter aqueles cuidados que repetimos desde o início da pandemia: uso de máscaras, distanciamento social e higienização das mãos”, destacou.

Vacinação

Foz do Iguaçu caminha célere para ser a primeira cidade a vacinar 100% da população adulta entre os principais destinos turísticos do País. Ranqueada entre 2º e 3º lugares na preferência de visitantes nacionais e estrangeiros, a cidade está vacinando os moradores com 26 anos ou mais, à frente de São Paulo (28/29 anos), Rio de janeiro (35), Salvador (34), Maceió (33 anos), Natal (33) e Gramado (37 anos).

A vacinação em Foz está na frente das principais cidades do Paraná: Curitiba (37 anos), Londrina (28/27 anos), Ponta Grossa (35 anos), Maringá (34 anos) e Cascavel (32 anos) e São José dos Pinhais (36 anos). “Esperamos em breve o segundo lote extra de vacinas e completar a imunização dos moradores da cidade com pelo menos a primeira dose”, disse o prefeito Chico Brasileiro.

Foz do Iguaçu já tem 73% da população adulta vacinada com a primeira dose. Desde o início da vacinação, em janeiro, foram aplicadas 190.643 doses da vacina contra a covid, 144.608 de primeira dose, 39.556 de segunda dose e 6.479 doses únicas.

Com informações de GDia.

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Em Foz do Iguaçu, unidade Padre Ítalo 24h volta a atender normalmente a partir de segunda-feira (26)

Desde o final de maio, a unidade era referência ao atendimento de casos sintomáticos com covid, que agora serão feitos na UPA do Morumbi

A partir desta segunda-feira (26), a Unidade 24 Horas Padre Ítalo, no Porto Meira, deixa de atender exclusivamente os casos sintomáticos de covid-19 e passa a atender pacientes com outras demandas de saúde. A assistência às pessoas com sintomas do coronavírus será na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Dr. Walter Cavalcante Barbosa, no Morumbi.

A Unidade Padre Ítalo estava como referência no atendimento aos casos com covid, fazendo a triagem, coleta de exames e o acompanhamento dos pacientes, desde o final de maio. Com a redução do número de casos e de internamentos pela doença, devido ao avanço da vacinação, a Secretaria Municipal de Saúde reorganiza a rede para reforçar a assistência a outras enfermidades e traumas.

O objetivo de incluir a Padre Ítalo, além de outras nove Unidades Básicas de Saúde (UBS), no atendimento covid foi desafogar a UPA do Morumbi e o Hospital Municipal Padre Germano Lauck. Atualmente, a taxa de ocupação da UTI do hospital, que ficou em 100% por dois meses, está em 74%. A UPA também está com uma menor demanda, principalmente dos casos mais graves da doença.

“Esse alívio que a redução de casos trouxe ao sistema municipal de saúde permitiu que mudássemos a estratégia. Assim como estamos retornando, a partir de agosto, as cirurgias eletivas, também podemos dar maior atenção a outros casos que necessitam de atenção e ficaram represados por conta da pandemia”, afirma a secretária municipal de Saúde, Rosa Maria Jerônymo.

As UBS também voltaram a atender normalmente os pacientes e hoje dedicam-se, principalmente, à campanha de imunização contra a covid. Com o recebimento de um lote extra de vacinas, a Secretaria Municipal de Saúde espera vacinar 100% da população adulta, pelo menos com a primeira dose, até a primeira quinzena de agosto.

Até sexta-feira (23), Foz do Iguaçu recebeu 217.340 doses e aplicou 204.586, sendo 156.413 ?rimeira dose, o que representa 78,9% da população adulta. A secretaria aguarda o recebimento de novas doses para retomar o agendamento da população em geral, que parou em 26 anos.

Plantão Covid

As coletas dos exames RT-PCR, que fazem a detecção do coronavírus, serão feitas exclusivamente na UPA do Morumbi e no hospital municipal. Para o agendamento dos exames, a orientação é sempre procurar primeiro o Plantão Covid. O acesso ao serviço pode ser feito pelo telefone (45) 3521-1800 (Whatsapp e ligação) ou ligação gratuita pelo 0800 645 5655. O paciente passa por uma avaliação prévia antes de ser encaminhado para a realização da coleta.

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Com mais de 14 mil segundas doses neste sábado (24), vacinados chegam a 1.816.473 no Paraguai

As autoridades sanitárias do Paraguai dedicaram o sábado, (24) para reforçar a vacinação de segunda dose contra o covid-19, chegando a 14.026 vacinados – país tem agora 1.816.473 doses apicadas.

Em todas as vacinas do país, as segundas doses são aplicadas em quem recebeu a vacina AstraZeneca entre os dias 24 e 30 de abril. Como aqueles que receberam as vacinas Moderna, Sinopharm e Covaxin há quatro semanas.

O único local que continua com a aplicação das primeiras doses é o Autódromo “Rubén Dumot” (ex Aratiri), onde pessoas com mais de 20 anos podem ser imunizadas 24 horas por dia. Até as 12h deste sábado, 3.605 pessoas foram vacinadas.

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Colunistas, Luiz Claudio Romanelli, Paraná, Saúde,

“Equipes de saúde são grandes protetores da vida”, diz Romanelli

Com a redução (abaixo dos 70%) da ocupação dos leitos de UTI nos hospitais e com avanço da vacinação (7,4 milhões de doses aplicadas), o deputado Luiz Claudio Romanelli destacou neste domingo, 25, o trabalho dos profissionais de saúde no enfrentamento da covid. “A população já reconhece o empenho e a dedicação de todos profissionais dos hospitais e unidades de saúde e das equipes de imunização que agora se desdobram na vacinação dos paranaenses”, disse Romanelli.

O deputado, que superou a covid com as vacinas e tratamento em hospital, enfatiza ainda que durante boa parte de um ano e quatro meses de pandemia, os profissionais que estão trabalhando na linha de frente para tratar as pessoas doentes se expuseram, diariamente, a riscos para salvar vidas. “Dobraram as jornadas e os plantões num trabalho extenuante, salvaram vidas, confortaram famílias e agora aceleram a imunização assim que recebem as doses das vacinas”.

Romanelli avalia que agora o compromisso das equipes com a saúde dos paranaenses pode ser medido pelos mutirões de vacinação, inclusive com trabalho noturno e nos finais de semana, assim como a preocupação em realizar a busca ativa e das inúmeras iniciativas de vacinação na casa de quem tem dificuldade de mobilidade.

“São servidores incansáveis que dão um grande exemplo de comprometimento com o bem comum. As equipes municipais de saúde estão de parabéns por todas as estruturas e estratégias que estão agilizando a vacinação em todas as cidades do Paraná”, elogia o deputado Romanelli. “Sempre que tem vacina, ela vai para o braço dos paranaenses”.

100% – O deputado informa que praticamente todas as regionais de Saúde já aplicaram 100% das vacinas recebidas para a primeira dose. Ele cita os exemplos das regiões de Cornélio Procópio e de Jacarezinho, que imunizaram 260 mil pessoas. Nos dois casos, todas as doses que chegaram para a imunização inicial já foram aplicadas. A segunda dose e a dose única chegaram para 101 mil pessoas.

O Paraná soma 5,7 milhões de pessoas imunizadas com uma dose ou com dose única, atingindo 65,68% da população adulta, e 1,7 milhão de segundas doses. “Se tivéssemos recebido vacinas no tempo adequado, muitos paranaenses teriam sido salvos”, entende Romanelli.

Coronavírus, Destaques, Paraná, Saúde,

Paraná vai receber 649.420 doses de vacinas contra Covid-19 nesta semana

O Paraná deve receber nos próximos dias mais 649.420 doses de vacinas contra a Covid-19. O envio da nova remessa foi confirmado pelo Ministério da Saúde neste domingo (25). O lote inclui cerca de 130 mil doses para a primeira aplicação, o que deve garantir o avanço da campanha de imunização por idade no estado. As demais são destinadas a grupos prioritários imunizados no primeiro semestre.

O lote será composto por 361.250 doses do imunizante Covishield, da AstraZeneca; 170.000 da CoronaVac, do Instituto Butantan/Sinovac; e 118.170 doses da Comirnaty, produzida pela Pfizer/BioNTech. O governo federal ainda vai confirmar a data da distribuição.

Das vacinas Covishield, 63.000 chegam por meio do consórcio Covax Facility, enquanto as outras 298.250, serão enviadas diretamente pelo Ministério da Saúde, todas destinadas à segunda dose. As 170 mil doses da Coronavac serão destinadas para primeira e segunda aplicação. Já das 118.170 Comirnaty, que completam o lote, 44.891 são para primeira dose e o restante para segunda.

Assim que chegarem ao Estado, os imunizantes serão recebidos e separados pela Secretaria de Estado da Saúde, no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, para serem distribuídos rapidamente entre as 22 Regionais de Saúde.

O objetivo da Secretaria é aplicar pelo menos a primeira dose em 80% da população com mais de 18 anos no Paraná até o final de agosto. O restante da população adulta será imunizado até o final de setembro.

VACINÔMETRO – O Paraná já tem mais de 2 milhões de paranaenses com o esquema vacinal completo, ou seja, que receberam as duas doses das vacinas ou a dose única da vacina contra o coronavírus.

De acordo com o Vacinômetro do Sistema único de Saúde (SUS), até a manhã deste domingo foram administradas 7.527.239 doses no Estado, sendo 5.496.811 primeiras doses e 2.030.428 doses únicas ou segundas doses.

Com informações de Agência de Notícias do Paraná

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Em domingo sem óbito, Foz do Iguaçu registra 11 novos casos de Coronavírus

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 25/07/2021, 11 casos de covid-19. No total, são 41.692 casos da doença no município desde o início da pandemia. Destes, 40.436 pessoas já estão recuperadas.

Dos 11 novos casos, 5 são mulheres e 6 homens, com idades entre 6 e 65 anos. Todos estão em isolamento domiciliar.

Do total de casos ativos, 96 pessoas estão em isolamento domiciliar, com sinais e sintomas leves, e 90 estão internadas.

Óbito

Foz do Iguaçu não registrou óbitos em consequência da covid-19 nas últimas 24 horas. No total, são 1.070 mortes pela doença no município desde o início da pandemia.

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Prédios públicos do Paraná ficaram azul nesta semana para conscientizar sobre Síndrome do X Frágil

O poder público paranaense se uniu à campanha Eu Digo X para conscientizar a população sobre a Síndrome do X Frágil, condição genética que afeta o desenvolvimento intelectual, o comportamento e provoca atrasos na fala. O Palácio Iguaçu e o Palácio das Araucárias, sedes do Governo do Estado, e o prédio da Assembleia Legislativa do Paraná ficaram iluminados de azul ao longo de toda a semana para lembrar o Dia Mundial da Síndrome do X Frágil, celebrado em 22 de julho. A ação termina neste domingo (25).

A iluminação de prédios e monumentos públicos de Curitiba atende a um pedido do Instituto Buko Kaesemodel, entidade sem fins lucrativos que realiza pesquisas, diagnóstico, orientação e mapeamento da síndrome no Estado, além de promover o projeto Eu Digo X, que divulga informações sobre o assunto.

A Síndrome do X Frágil é causada por uma mutação no gene FMR1, que inibe ou reduz a produção da proteína FMRP, essencial para o desenvolvimento do sistema nervoso e de várias funções cerebrais.

De acordo com o Instituto Buko Kaesemodel, é a principal causa hereditária atrelada à de deficiência intelectual, e muitas vezes pode estar associada com o autismo. Ela recebe este nome porque é possível observar, nas pessoas afetadas pela síndrome, uma porção mais frágil nas células do braço longo do cromossomo X.

Sintomas e diagnóstico – A Síndrome do X Frágil apresenta sintomas e sinais variados e que não são obrigatórios, o que dificulta a definição do quadro clínico, podendo inclusive ser confundida com outras condições. Por isso, a presença dos sintomas não significa que o paciente tenha, necessariamente, o diagnóstico, que é obtido através da análise do DNA e deve ser realizada quando as características físicas e comportamentais são acompanhados de deficiência intelectual.

Entre os sintomas, estão deficiência intelectual ou dificuldade no aprendizado, déficit de atenção, atraso para começar a andar ou engatinhar, atraso na fala, dificuldade em manter o olhar ao falar com alguém, face alongada e mandíbula proeminente, orelhas grandes e em forma de abano, testículos de tamanho maior que o normal, articulações mais flexíveis que o normal (hiperextensibilidade), os hábitos de agitar e morder as mãos a ponto de causar ferimentos.

A síndrome não tem cura, mas o acompanhamento profissional ajuda a melhorar a qualidade de vida da pessoa afetada e da família. Sintomas como ansiedade, agressividade e depressão podem ser tratados com medicação apropriada. Os acompanhamentos pedagógicos e psicológicos podem favorecer o desempenho escolar, e algumas terapias como fonoaudiologia e terapia ocupacional contribuem para tornar a vida social mais saudável.

As informações são de Agência de Notícias do Paraná.

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Mais de dois milhões de paranaenses já estão completamente imunizados no contra a Covid-19

O Paraná ultrapassou neste sábado (24) a marca de 2 milhões de paranaenses com o esquema vacinal completo, ou seja, que receberam as duas doses das vacinas (CoronaVac/Butantan, Pfizer/BioNTech e AstraZeneca/Fiocruz) ou a dose única (Janssen/Johnson & Johnson) contra a Covid-19. O novo registro, de 2.014.393 pessoas completamente imunizadas, foi lançado nesta manhã no Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde.

O número representa 17,49% de toda a população paranaense, estimada em 11,5 milhões pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e 23,05% quando considerada apenas a parcela dos vacináveis, habitantes com 18 anos ou mais, formada por 8.736.014 pessoas.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, com o aumento de pessoas imunizadas o Estado passa a criar um escudo imunológico coletivo da população. “A força de reprodução do vírus é contida, já que ele começa a encontrar organismos protegidos”, afirma.

Se o esquema vacinal não for concluído, segundo Beto Preto, aquele organismo continua livre para ser infectado pelo vírus Sars-Cov-2. “Temos uma infecção de transmissão comunitária franca e livre e, por isso, fatalmente quem não tomar a vacina será um campo fértil para ser atingido pelo vírus”, acrescenta.

Desde o início da Campanha de Vacinação no Estado, até agora, foram imunizados 5.738.553 paranaenses com uma dose ou com a dose única, atingindo 65,68% da população adulta. No total, 7.462.274 doses já foram administradas no Paraná. São 5.447.881 primeiras doses, 1.723.721 segundas doses e 290.672 doses únicas.

No momento, três em cada quatro cidades paranaenses vacinam a população geral na faixa dos 30 anos, reforçando a isonomia entre municípios promovida pela Secretaria estadual desde o início do plano de imunização. “Toda semana, com muita agilidade, distribuímos todos os imunizantes recebidos pelo Estado aos municípios, que por sua vez, têm feito um grande trabalho na vacinação da população”, destaca Beto Preto.

O Paraná é o quinto estado brasileiro que proporcionalmente mais vacinou sua população adulta contra a Covid-19 com pelo menos uma dose ou a dose única. A meta estabelecida pela Secretaria do Paraná é vacinar 80% dos cidadãos com pelo menos uma dose até o final de agosto, e atingir os 100% até setembro.

Municípios – Considerando a proporção da população vacinada com as duas doses das vacinas contra a Covid-19, conforme o Ranking da Vacinação da Secretaria de Estado da Saúde, Miraselva lidera com 26,15% da população imunizada completamente. Em seguida, aparecerem Pontal do Paraná (25,85%), Barra do Jacaré (25,52%), Terra Roxa (25,13%), São Manoel do Paraná (24,98%), Nova Laranjeiras (24,83%) e Floraí (23,96%).

Em relação aos municípios com o maior percentual de população vacinada com a dose única, no caso da Janssen, Porto Vitória aparece no topo do Ranking com 9,85% de cobertura. Na sequência estão Itaperuçu (8,82%), Siqueira Campos (8,71%), Sertanópolis (8,17%) e Manoel Ribas (7,07%).

Em números absolutos, os municípios que mais vacinaram com ambas as doses ou a dose única das vacinas contra a Covid-19 são Curitiba (1.313.801), Londrina (374.940), Maringá (366.675), Cascavel (225.454), Ponta Grossa (192.760), Foz do Iguaçu (175.094), São José dos Pinhais (167.557) e Colombo (129.701).

As informações são de Agência de Notícias do Paraná

Foz do Iguaçu, Saúde,

Em Foz, ações preventivas são metas do novo Plano Municipal de Saúde

O novo instrumento de gestão com indicadores para o quadriênio 2022 e 2025 está sendo elaborado pela Secretaria Municipal de Saúde e deverá ser submetido à Câmara de Vereadores e Comus em agosto

Diretores da Secretaria Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu discutiram, nesta sexta-feira (22), as diretrizes do Plano Municipal de Saúde para os próximos quatro anos. O encontro aconteceu no gabinete da secretária Rosa Jerônimo para elencar e alinhar os indicadores de Saúde que serão monitorados entre 2022 e 2025. A proposta da pasta é que seja um plano monitorável, considerando as ações de enfrentamento à andemia de Covid-19, e que se encaixe na realidade orçamentária e na condição geográfica da cidade.

O foco é a consolidação das atuais parcerias e criação de novas, com instituições de ensino, entidades sociais, órgãos públicos e organizações internacionais de interesse da saúde coletiva, com vistas a implementar um novo modelo de assistência à saúde no Município. O novo instrumento de gestão deverá prever, ainda, a criação de dispositivos legais complementares, necessários para ampliação da figura da autoridade sanitária local.

A ratificação do papel da Secretaria de Saúde como único regulador, ordenador e gestor do Sistema Único de Saúde (SUS) de Foz do Iguaçu, bem como a implantação e aprimoramento do Sistema Municipal de Controle Social no SUS também deverá elencar o PMS. O conteúdo está sendo elaborado e ainda precisa passar pela aprovação da Câmara Municipal de Vereadores e do Conselho Municipal de Saúde (Comus) até o mês de agosto.

Além desse norteamento, a secretária Rosa Jerônymo sugeriu que os diretores atuem fortemente em ações preventivas – identificando as causas das doenças – e na adoção de providências para suplantá-las, buscando reprogramação no Plano Diretor de Regionalização do Estado e a inserção na Programação Anual de Saúde ou na própria redação do Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAPS.

O COAP é um acordo de colaboração firmado entre os entes federativos, no âmbito de uma Região de Saúde, com o objetivo de organizar e integrar as ações e os serviços relacionados para garantir a pontualidade da assistência à saúde da população. De acordo com a secretária, a meta é um planejamento tripartite, em todas as dimensões.

“Faremos um planejamento tripartite, de ampla programação de custeios permanentes e financiamentos especiais das demandas de saúde na fronteira, em todas as dimensões”, disse Rosa Jeronymo, ressaltando especial atenção à assistência e emergência que são específicas de Foz do Iguaçu, fronteira com o Paraguai e Argentina.

Planejamento

Na reunião, Larissa Borges dos Santos de Menezes, sanitarista da Atenção Básica, falou sobre a importância de um plano consistente, de fácil leitura e exequível. “Com indicadores quantificados e avanço das metas apresentadas em planejamentos anteriores que possibilitem mensurar a resolutividade do sistema”, complementou ressaltando a importância da pactuação do que vai acontecer no quadriênio.

O documento final apresentará todas as propostas de melhorias na área da saúde do município, definindo as diretrizes de acordo com os princípios do SUS e pensadas conforme a realidade de cada diretoria. Participaram do encontro as diretorias de Vigilância em Saúde, Atenção Primária, Saúde Mental, Auditoria e Controle, Assistência Especializada, Manutenção e Compras, Gestão em Saúde, e o coordenador do Fundo Municipal de Saúde.