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Parque Nacional do Iguaçu é fonte e estímulo para o estudo científico

Vista do rio Iguaçu, que corta o Parque Nacional do Iguaçu, acima das Cataratas do Iguaçu

No mês de junho, coincidindo com a Semana do Meio do Ambiente, por exemplo, foi divulgado que o Parque Nacional do Iguaçu é a unidade com maior número de espécies do inseto conhecido como esperança (família Tettigoniidae)

O Parque Nacional do Iguaçu é uma unidade de conservação referência em turismo sustentável, com atrações para todos os públicos, estando aberta para constantes estudos científicos. Todos os meses, além de milhares de turistas, o parque também recebe dezenas de pesquisadores interessados na rica biodiversidade da natureza e em todas as conexões que o ambiente proporciona.

No mês de junho, coincidindo com a Semana do Meio do Ambiente, por exemplo, foi divulgado que o Parque Nacional do Iguaçu é a unidade com maior número de espécies do inseto conhecido como esperança (família Tettigoniidae). Foram 89 espécies divididas em cinco subfamílias.

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O resultado foi demonstrado em uma pesquisa de mestrado, realizada dentro do parque pelo biólogo Marcos Fianco, em parceria com a Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana), e veiculada na revista internacional Zootaxa, publicação periódica de artigos científicos e descrição de novas espécies.

Para que mais descobertas como essa aconteçam, o Parque Nacional do Iguaçu segue abrindo as portas para as universidades, como fez com a Cátedra Araucária, assinada pelo Governo do Paraná, que simboliza a adesão de mais de 30 instituições de ciência, tecnologia e inovação ao documento. O objetivo principal é o desenvolvimento territorial sustentável do Eixo Capricórnio (América do Sul, África, Austrália e Polinésia Francesa).

“É uma honra e um privilégio o parque fazer parte do nascimento da Cátedra Araucária. Gerar conhecimento, desenvolver capital humano e estimular a inovação voltada ao enfrentamento dos grandes desafios globais da atualidade são ações não somente importantes, mas essenciais”, declarou a chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Cibele Munhoz Amato.

Toda a iniciativa da cátedra é da Fundação Araucária e do Institute Mines Télécom d’Alés – IMT Mines Alès, na França, e baseada em um contexto de mudanças climáticas e transformação digital. Todo esse processo trará oportunidades de ensino e conscientização à população, formação de docentes e pesquisas colaborativas entre instituições para programas de pós-graduação.

Créditos fotografia:
Parque: Bruno Bimbato
Cátedra: Moisés Bonfim/UNILA

Serviço

Parque Nacional do Iguaçu
www.icmbio.gov.br/parnaiguacu/

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