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Apalavrado com o Podemos, Moro vai assinar filiação em novembro para disputar eleições

O ex-juiz Sergio Moro está apalavrado com o Podemos e desembarca no Brasil em novembro para assinar sua ficha de filiação ao partido. Interlocutores de Moro e parlamentares da legenda assumem que as conversas avançaram ao longo das últimas semanas e o que até então era uma sinalização do ex-ministro da Justiça em se filiar evoluiu para um compromisso em disputar as eleições de 2022.

Moro se juntará ao Podemos com a finalidade de disputar a Presidência da República. Alguns no Podemos dizem que se, por acaso, ele perceber que a perspectiva de furar a polarização entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) for difícil, ele poderá vir a concorrer como governador ou senador pelo Paraná.

A possibilidade de Moro não concorrer à Presidência, porém, é remota. Ele está convencido de que pode conseguir romper a polarização. Um dos motivos que o persuadiu a disputar o cargo é o resultado de uma pesquisa eleitoral interna do Podemos que o coloca na terceira colocação, com 10% das intenções de voto, segundo afirmam um senador e um deputado do partido.

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Brasil, Destaques, Política,

Por que Sergio Moro aceitaria ser candidato a presidente?

Se fosse eu no lugar dele, não aceitaria. O que faz você acreditar que ele vai aceitar?

André Luis Neves Leite

Talvez essa tenha sido a pergunta que eu mais respondi nos últimos dias e a resposta foi basicamente a mesma. A primeira coisa que me faz acreditar que Sergio Moro pode ser candidato é justamente o fato de que ele não é igual a você, não é igual a mim e não é igual a imensa maioria das pessoas comuns.

Precisamos entender que Moro é um ser diferente, daqueles que nascem de vez em quando, e são capazes de mudar o curso natural das coisas, daqueles que conseguem entrar para a história por meio do trabalho. Pessoas assim são exceções e não devemos tentar comparações.

Quando nós, pessoas comuns, inconscientemente nos comparamos com esses seres diferentes e nos colocamos no lugar deles, esperamos que eles tomem as decisões que nós tomaríamos e achamos estranho, ou colocamos como suspeita, qualquer decisão diferente da que teríamos. Agindo desta maneira, esquecemos que as decisões são diferentes porque eles são diferentes, e ponto final.

No exemplo específico do Moro, a maioria dos juízes, durante anos, não prendeu nenhum empresário ou político importante. Talvez se eu, você ou a imensa maioria estivesse no lugar dele, também não prenderíamos ninguém. Faríamos o nosso trabalho, não colocaríamos nossa família em risco etc. etc. etc.. Moro fez diferente por um único motivo, porque ele é diferente.

O mesmo raciocínio vale para ele ter deixado anos de magistratura, uma carreira sólida, estabilidade de emprego, férias, décimo terceiro salário e plano saúde, entre outros benefícios. Na visão de muitos, seria uma estupidez largar todas essas “garantias” para se arriscar em algo novo e instável, mas novamente Moro fez diferente. Ao aceitar o convite para assumir um ministério, ele trocou toda a segurança conquistada para correr atrás de seu objetivo de combater a corrupção, de conseguir fazer um Brasil melhor.

Aí, a maioria das pessoas “normais” começam com suas comparações: se largou tudo é porque compensa. Vai ganhar algo que a gente não sabe? (vaga STF) ou vai ter que “comer na mão” do patrão.

Então, o sistema se depara com um ser diferente, que não aceitou o curso natural e foi obrigado a dizer em voz alta e bom tom: “prezada, eu não estou a venda!!!” Ele não “comeu na mão” do patrão e não aceitou interferência no trabalho para o qual foi contratado. Novamente, Moro fez tudo diferente do que a maioria das pessoas “normais” fariam. Pela segunda vez, largou o cargo, porém agora para ser um desempregado. Deixou completamente sem entender aqueles que juravam que ele tinha largado a magistratura para ser indicado ao STF, provando mais uma vez que é um ser diferente, que conduz sua via pensando no coletivo e não em seus desejos individuais.

Então, meus caros, mesmo sem conhecer Sérgio Moro pessoalmente, sem nunca ter conversado, sem nunca ter trocado uma mensagem com ele, eu acredito que Moro será candidato apenas olhando para sua biografia, olhando para sua história de já ter feito várias vezes coisas inesperadas na óptica dos normais, mas sempre pautado pela ética, pela honestidade, competência, coragem e sempre com pensamento de que pode fazer um Brasil, assim como ele, DIFERENTE.

Foi assim que Moro prendeu empresários e políticos poderosos.

Foi assim que largou anos de magistratura.

Foi assim que Moro saiu do ministério.

E eu acredito que será assim que Moro aceitará ser candidato nas próximas eleições. Não porque Sérgio Moro precise ser presidente do Brasil, mas porque vamos mostrar para Moro que o Brasil precisa que ele seja o nosso presidente.

Moro irá perceber que milhões de brasileiros ainda acreditam que o Brasil pode ser diferente!!

Finalizando, sabemos, que Sérgio Moro não é nenhum super-herói, não possui super poderes e, por isso, espero que o povo também faça algo DIFERENTE nas próximas eleições e renove o Congresso e o Senado com pessoas realmente comprometidas com a agenda anticorrupção.

* André Luis Neves Leite é ativista do Grupo Médicos com Sergio Moro

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Moro completa idade nova no domingo (1º) e incentivadores perguntam: Porque institutos de pesquisa o ignoram?

O ex-juiz da Operação Lava Jato e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro completa idade nova neste domingo (1º de agosto). Pelo Brasil, vários movimentos sociais, grupos e entidades prestam homenagem pelo aniversariante que completa amanhã 49 anos primaveras.

A data é festiva, mas uma pergunta povoa a cabeça dos incentivadores da candidatura presidencial do ex-juiz: Afinal, porque os institutos de pesquisas não o tem incluído nas enquetes sobre intenções de voto em 2022?

Nesta sexta-feira (30), pelo menos dois grandes institutos divulgaram os levantamentos sem o nome de Moro nos questionários estimulados, quando são apresentados os virtuais pré-candidatos.

O empresário e líder do movimento Cidadão Democrático de Direito, Fabio Aguayo, tem conversado com lideranças políticas e da sociedade civil, agregando cidadãos e de diversas atividades econômicas e sociais e profissionais liberais do Brasil, no intuito de convencer o ex-ministro a ser candidatos.

“É uma tarefa árdua, mas a gente acredita que ele vai aceitar esta missão”, disse. De acordo com ele, esta comoção, este apelo que os cidadãos estão fazendo pela candidatura dele é o melhor presente que o ex-juiz pode receber de aniversário.

“Do tanto que ele é aguerrido e reverenciado pelas pessoas que admiram seu trabalho e o papel que desempenhou nas funções públicas”, disse ele, seja como juiz federal ou como ministro da Justiça e ainda hoje como grande personalidade mundial.

“O aniversário é do Moro, mas sua candidatura seria um presente para boa parcela da população!”, completou Aguayo.

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Governabilidade

Sergio Moro

Governabilidade é um conceito equivocado. Pode ser compreendido na perspectiva do objeto a ser governado ou na do sujeito que governa. No primeiro sentido, por exemplo, um país pode ser fácil ou dificilmente governado ou até ser avaliado como ingovernável, independentemente de quem ocupa a posição de líder. A ingovernabilidade era o que se dizia, por exemplo, em relação à República de Weimar, do entreguerras: pela excessiva fragmentação partidária não haveria condições de governabilidade naquele sistema político independentemente de quem exercia a liderança.

A solução para a governabilidade envolveria não a troca da liderança, mas a mudança da forma de governo. A República de Weimar caiu com a ascensão ao poder de Você Sabe Quem, mas não foi mera troca de liderança e sim substituição de uma democracia pelo totalitarismo. Ironicamente, estavam os alemães melhores com a ingovernabilidade do que com a governabilidade de um tirano genocida. Já no segundo sentido, a governabilidade é avaliada na perspectiva de quem governa.

A liderança pode governar com facilidade, para o mal ou para o bem, ou ter perdido as condições para exercer o poder. Governabilidade pela liderança não depende necessariamente de que o governo seja bom, haja vista o exemplo de estados falidos, nos quais os governantes ainda assim se mantêm no poder.

A sucessão de governos ruins e de impeachments presidenciais gerou recente discussão no Brasil acerca da governabilidade. A culpa seria dos presidentes ou da forma de governo mal desenhada? No primeiro caso, bastaria ter a paciência de aguardar as próximas eleições ou precipitar a mudança por impeachment. No segundo, as eleições não alterariam o problema, sendo necessária uma reforma mais ampla. Seria o parlamentarismo ou alguma espécie de semipresidencialismo a solução? Há dúvidas.

É certo que o nosso presidencialismo de coalizão, que é o formato adotado desde a redemocratização, apresenta sinais de esgotamento. Pela dificuldade da Presidência de obter uma maioria no Congresso para aprovar os seus projetos, impasses políticos têm sido frequentes, e na disputa entre Executivo e Legislativo, o segundo tem condições de demitir o presidente, mas este não tem como destituir os parlamentares. A tensão máxima tem resultado em ameaças de impeachment frequentes e, em dois casos, a sua efetivação.

Para obtenção da maioria parlamentar, ainda que temporária, o Executivo tem lançado mão progressivamente de expedientes de ética questionáveis e que reforçam o caráter patrimonialista e extrativista de nossas práticas políticas. A disponibilização de recursos aos parlamentares via emenda de orçamento ou a colocação de áreas da administração pública à disposição de loteamento político partidário são dois exemplos negativos.

Mas há situações piores. Um exemplo delas foi revelado no escândalo do Mensalão, em que o Supremo Tribunal Federal, liderado pelo ministro Joaquim Barbosa, reconheceu a “comprovação do amplo esquema de distribuição de dinheiro a parlamentares, os quais, em troca, ofereceram seu apoio e o de seus correligionários aos projetos de interesse do governo federal na Câmara dos Deputados”. Mas o estado da arte da putrefação foi escancarado pela Operação Lava Jato, com todos os detalhes e provas: os cargos nas estatais brasileiras eram loteados politicamente e os nomeados tinham por missão arrecadar recursos para enriquecimento ilícito de agentes e partidos políticos em troca da governabilidade.

Muitos agentes políticos alegam que a governabilidade demanda ceder ao fisiologismo, ao patrimonialismo, ao loteamento político de cargos e, em algum ponto, até mesmo à corrupção clara e aberta. No fundo, sempre li isso ao contrário, o fisiologismo, o patrimonialismo e o loteamento político eram desejados e precisavam encontrar uma justificação que os legitimassem de alguma forma. Da mesma forma, sempre é preciso encontrar uma razão, ainda que ilegítima, para a corrupção.

Foi exatamente o que ocorreu no Mensalão e nos casos revelados pela Operação Lava Jato. Apesar da corrupção escancarada, parte dos responsáveis pelos crimes justificava suas condutas ilegais e antiéticas com o o falso álibi da “governabilidade”. É uma técnica de neutralização da culpa, “fiz para manter a governabilidade”, assim como o célebre álibi “fiz porque todos fazem”. Mas quando se olha de perto ou em detalhes, essas frases não raramente parecem com “fiz porque era cúmplice”, “fiz porque não me importo” ou “fiz para manter meu poder ou ampliá-lo”.

A governabilidade é, por evidente, imprescindível para a estabilidade política e para que governos possam alcançar os seus objetivos. Mas não se pode ceder à corrupção para construir ou manter a governabilidade. Não é uma questão puramente moral ou legal. Quando se cede ao crime, constróise governabilidade efêmera. Os custos para mantê-la vão se tornando cada vez mais altos, pois o apetite da corrupção é insaciável. Além disso, premia-se os maus, e se desenha a tendência de que a política passe a ser cada vez mais dominada por criminosos e não por princípios.

Quando ainda ouço atualmente que não se governa sem se ceder à corrupção, tenho certeza de que, além da justificação hipócrita, vende-se, na prática, a governabilidade do futuro e na verdade o próprio futuro. Não é sobre essas bases que se pode construir uma agenda política moderna e voltada ao bem comum. Não conheço a história de qualquer país cuja estratégia bemsucedida de desenvolvimento tenha passado pela aceitação da corrupção como um mal necessário.

A lei e a Justiça precisam servir como um contraponto a essas tentações ilícitas. Não cabe às instituições da Justiça realizar cálculos políticos ou ceder a apelos para manter a duvidosa e momentânea governabilidade. Se alguém cometeu um crime, mesmo se poderoso e se envolver grande corrupção, deve haver punição, observado o devido processo legal. Ceder ao cálculo político é esvaziar a credibilidade da lei e da Justiça. Nem o apelo à governabilidade é válido, pois no médio e longo prazo ela é a maior vítima.

O julgamento do Mensalão e dos casos revelados pela Lava Jato mostrou que as instituições da Justiça podem funcionar e aplicar a lei, algo simples, mas revolucionário em um cenário histórico de impunidade da grande corrupção. Não é destino manifesto do Brasil ou de qualquer país ser uma nação corrupta.

Sou um pouco cético em relação à ideia de que a mudança da forma de governo resolveria os nossos problemas de governabilidade. Reforçar o poder do Congresso, com a fragmentação partidária atual, nos aproximaria da instabilidade política da República de Weimar ou mesmo da República Francesa no período do entreguerras, nenhuma delas com final feliz. Além disso, não deixa de chamar a atenção o histórico recente de presidentes da Câmara e, em menor medida, do Senado que foram acusados ou condenados criminalmente. Talvez o que precisemos de fato aprender é que a governabilidade só pode ser construída com a aplicação da lei e fazendo a coisa certa. O oposto disso é um beco sem saída.

* Sergio Fernando Moro é um jurista, ex-magistrado e professor universitário brasileiro.

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Médicos em apoio à candidatura de Sérgio Moro

Depois do grupo de empresários que iniciou um movimento para que o ex-juiz Sérgio Moro seja candidato a presidência da República, agora um grupo de médicos do Paraná também começa a fazer campanha para que ele aceite ser o candidato da terceira via.

Aliás, as adesões começam a aparecer vindas de outros estados da federação.

Além de apoiar Sérgio Moro em uma eventual candidatura à presidência, o objetivo do grupo também é servir de inspiração para que outros setores da sociedade civil organizada abracem o nome de Moro e participem dessa corrente, pedindo a Moro que aceite ser candidato.

Médicos que queiram participar do grupo de WhatsApp podem solicitar o ingresso por meio e-mail: [email protected]

As informações são de Paçoca com Cebola.

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Em vídeo, senador Oriovisto pede terceira via e apela a Sérgio Moro por candidatura a Presidência. Assista!

O senador Oriovisto Guimarães (Podemos) defendeu, em vídeo publicado no grupo Médicos com Moro, de Whatsapp, uma terceira via nas eleições presidenciais do ano que vem.

“O Brasil não pode se resumir a apenas duas opções políticas, a extrema-esquerda ou a extrema-direita. Estas opções são legítimas, tem direito de existir”, disse ele, sobre as pré-candidaturuas do ex-presidente Lula e para a reeleição do presidente Bolsonaro.

“Mas existem, como eu, milhões de brasileiros que querem uma terceira via, que querem uma opção mais ao centro, democrática, a alguém com cultura, conhecimento, honestidade, competência, um caminho novo. Chega de repetir”, orientou.

Oriovisto destacou que ele, o senador Alvaro Dias e muitas autoridades estão apelando ao ex-juiz Sérgio Moro para ser candidato nas eleições presidenciais. “E todos que querem fazer campanha para o Moro candidato, a hora é agora”, ressaltou.

Assista abaixo:

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Ao meio dia falo no Paçoca com Cebola sobre o Horário de Verão e a candidatura Moro

Quero convidar a todos para acompanharem, a partir das 12h no blog Paçoca com Cebola, entrevista com vou conceder ao vivo ao jornalista Cláudio Osti, para falar sobre dois temas importantes.

O primeiro é do pedido que o setor fará ao presidente Bolsonaro para que volte o horário de verão e o segundo sobre uma possível candidatura a presidente do nosso amigo o ex-juiz Sérgio Moro.

Assista aqui mesmo no blog ou diretamente no canal do youtube

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Grupo de empresários quer emplacar Sérgio Moro como a terceira via nas eleições 2022

Ex-juiz se reuniu no ano passado com partidos políticos e empresários e profissionais liberais de diversos segmentos

Um grupo de empresários de todo o país articula ações e apoios para incentivar o ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro a participar como candidato nas eleições de outubro de 2022. A intenção, de emplacar o ex-juiz e ex-ministro como alternativa de terceira via no pleito que vai definir o próximo presidente da República, ganhou destaque na imprensa nacional nesta segunda-feira (21).

O empresário Fabio Aguayo, presidente do Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares de Curitiba (Sindiabrabar) e amigo de Moro há anos, diz que a iniciativa é espontânea e tem motivado diálogo constante de empresários de diferentes estados.

“Recebemos apoio de empresários de todos os 26 estados e o Distrito Federal”, explica Aguayo. A ajuda vem de empreendedores dos mais diferentes setores, como de federações da indústria, do comércio e da agropecuária. “Mas também temos apoio de profissionais liberais, trabalhadores comuns”, destaca.

Entre os trabalhadores estão professores de universidades federais, militares e membros do Ministério Público. “Tem bastante gente, muitos professores de universidades federais. Na Bahia, por exemplo, fui procurado, o que é bastante expressivo em meio a toda essa polarização atual”, comemora.

Estímulo a Moro

A rede de apoiadores tem a intenção de estimular o ex-juiz lançar sua candidatura. Moro já conversou com partidos políticos sobre uma candidatura. A intenção é demonstrar publicamente este apoio de integrantes dos diferentes segmentos sociais. “Ninguém pode ser candidato de si mesmo”.

“Agora, para aceitar o maior desafio da vida dele, tem que ter gente por trás para estimular e dar essa força de que ele não está sozinho, existe uma corrente no Brasil que segue sua linha de conduta, ética, pensamento, e é isso que temos que engrossar na sociedade civil”, destaca Aguayo. No ano passado, Moro se reuniu com grupos de apoiadores.

A intenção é promover novos encontros. Até 2022, com o apoio oferecido, Aguayo acredita que Moro voltará a ser provocado até tomar alguma decisão. “Várias correntes partidárias, movimentos sociais e pessoas de figuras públicas relevantes no país já o procuraram. E acredito que todos continuarão a tentar convencê-lo”, destaca.

Ação ostensiva

A iniciativa dos apoiadores de Moro tem como meta espalhar outdoors em diferentes cidades brasileiras, sobretudo nas maiores do país, a exemplo de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Belo Horizonte. Mas essa é uma estratégia que ficará para quando o período eleitoral permitir.

A intenção é evitar o que aconteceu ao próprio presidente, por exemplo. Após ele ter mostrado uma camiseta que ganhou de apoiador, entrou na mira do Ministério Público Eleitoral (MPE) por propaganda eleitoral antecipada. Em função disto, as primeiras ações serão voltadas apenas nas redes sociais.

“Temos todo o cuidado e cautela de não incorrer em crime eleitoral ou campanha extemporânea. Tanto que, por enquanto, vamos ficar nas redes sociais, não vamos colocar o outdoor. Até porque nas redes, que são livres para opinião e não estamos pedindo voto, está viralizando as peças que produzimos”, afirma Aguayo.

Uma das peças mostra Moro posicionado diante de duas portas, uma identificada com o nome de Jair Bolsonaro, e outra do ex-presidente Lula. Em uma, consta a mensagem “O Brasil não precisa escolher sempre o pior. Ele merece uma opção segura”. Em outra, a mensagem “O Brasil tem jeito e merece uma opção segura”.

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Mais um Whatsapp falsificado, agora da nossa amiga Rosângela Moro!

Hoje pela manhã relatei aqui nesta coluna, que estava sendo vítima de um golpe praticado pelo Whatsapp, com alguém pedindo dinheiro em meu nome.

Pois bem, no decorrer do dia descobri que mais gente teve conta de Whats falsificada, desta vez a nossa amiga Rosângela Moro, esposa do ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro.

“Aviso: Alguém manda mensagem em meu nome pedindo $$$$. Usa minha foto, meu numero e todos os meus contatos! Não sou EU!!!!!!!”, escreveu Rosângela em seu perfil no Instagram.

Além dela, outras autoridades tem relatado que nos últimos dias tiveram os celulares clonados ou foram vítimas de contas falsificadas de Whatsapp.

Meus amigos, volto a pedir a atenção de todos. Fiquem atentos para não caírem neste golpe praticado por gente sem caráter e sem escrúpulos.

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Apesar do STF, Moro define partido e marca prazo para decidir sobre 2022

Ex-ministro de Jair Bolsonaro e ex-juiz da Lava-Jato, ele sofreu dura derrota no STF e pode tentar resgatar biografia na política

Depois de ter a biografia de juiz implacável com corruptos sepultada pelo STF, Sergio Moro terá uma dura decisão a tomar: entrar ou não para a política?

Nos últimos dias, o ex-ministro de Jair Bolsonaro vinha conversando com aliados e ponderando sobre o futuro. Em uma dessas conversas, revelou duas decisões.A primeira: o prazo limite para decidir seu futuro político, segundo Moro disse a um amigo, é o mês de outubro.

A segunda: Moro bateu o martelo sobre seu partido e, para tristeza do pessoal do Novo, avisou que, se for disputar o Planalto, será pelo Podemos.

As informações são da coluna Radar, na revista Veja