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Tríplice Fronteira vai se unir em ato simultâneo para pedir a abertura da ponte com a Argentina

A Tríplice Fronteira vai se unir, no próximo sábado (25), para um ato simultâneo pedindo a reabertura da Ponte Internacional Tancredo Neves, fechada por decisão do governo argentino desde março do ano passado.

O ato, convocado pelas redes sociais, terá início às 9h tendo como base os marcos dos três países (incluindo Brasil e Paraguai), que se encontram as margens dos rios Iguaçu e Paraná.

“Dos Marcos do Brasil e do Paraguai, eles vão acompanhar com bandeiras e cartazes. barcos do rio também vão participar”, informam os organizadores.

Em áudios e imagens veiculada pelas redes sociais, paraguaios e brasileiros convocam uma manifestação para endossar o apoio ao pedido de abertura da Fronteira com a Argentina, adianta o LaVozDeCataratas.

A mobilização está marcada para este sábado 25 de setembro, na tríplice fronteira. Cada nação em sua terra, e seu marco histórico, respectivamente, se reunirá com bandeiras, pôsteres e canções para pedir ao presidente Alberto Fernández que permita a livre circulação entre os três países. Eles também acompanharão os barcos do Rio sem cruzar a fronteira de cada papís.

Veja mais em La Voz de Cataratas

Economia, Foz do Iguaçu, Turismo,

Roda gigante ao lado do Marco será o novo atrativo na Tríplice Fronteira

A Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina vai ganhar, nos próximos meses, um novo atrativo turístico. Trata-se de uma das maiores rodas gigantes do Brasil, que está sendo montada em Foz do Iguaçu, próxima ao Marco das 3 Fronteiras. A estrutura, que vai levar o turista a altura de um prédio de 30 andares, vai garantir uma visão panorâmica no encontro dos rios Iguaçu e Paraná.

 As obras da roda gigante, ao lado da cabeceira da Ponte Internacional da Integração Brasil-Paraguai (a segunda unindo os dois países em Foz do Iguaçu), estão em ritmo acelerado. Devido à grande altitude da obra, e os testes de iluminação realizados no período noturno, a estrutura já pode ser observada de diversos pontos da região do bairro Porto Meira.

“Outro dia estava na cozinha e reparei pela janela, logo no começo da noite, uma luz naquela região, que até então não existia”, contou o gerente de segurança de supermercado, André Felipe Santos. “Quando olhei com mais atenção, reparei que se tratava da roda gigante do Marco”, completou.

Panorama

As obras da roda gigante, que já é considerada como a “maior do Brasil”, estão avançadas. Ainda não se sabe a data de inauguração e nem o tamanho exato que terá, adianta o Portal da Cidade. O novo atrativo, que está sendo construído pela empresa Gramado Parks, terá aproximadamente 88 metros de altura.

A estrutura deve contar com 48 cabines climatizadas, com capacidade para até oito pessoas cada. Os compartimentos serão trazidos por navio. O futuro novo atrativo vai possibilitar uma visão panorâmica dos três países, Brasil, Paraguai e Argentina.

Segundo o site Hapfun, voltado a informações sobre parques de diversões, temáticos, aquáticos, lazer e entretenimento, a roda gigante de Foz do Iguaçu vai se chamar Foz Star, seguindo o exemplo da que foi instalada no Rio de Janeiro – Rio Star – e administrada pela mesma empresa, que também possuí uma roda gigante montada em Balneário Camboriú, Santa Catarina. 

A previsão da empresa é instalar outras três no país, incluindo a de Foz do Iguaçu. O terreno para o atrativo já foi preparado, as fundações instaladas e a montagem do equipamento iniciada. Falta agora saber quando ficará à disposição do público. Mas isso, a Gramado Parks não informa até o momento.

As informações são de GDia

Cultura, Educação, Foz do Iguaçu, Paraná,

Pesquisador fala sobre a comunidade árabe na Tríplice Fronteira

O programa “Qué Pasá”, produzido pela SECOM, convidou o cientista social e professor da UNILA Juan Agullo Fernandez para falar sobre  as origens e contribuições da comunidade árabe da fronteira

Agullo explica que a migração árabe teve início no século 19, mas se aprofundou após a queda do Império Otomano, ao fim da Primeira Guerra Mundial. Na América Latina, as maiores comunidades árabes são encontradas no Brasil, Argentina e Chile. 

Como aconteceu com a maioria dos imigrantes, europeus ou não, foi a busca por trabalho e melhores condições de vida que trouxe os árabes para a América Latina. Para a Tríplice Fronteira, essa imigração teve início ainda nos anos 1950, no momento em que o Estado brasileiro, destaca Agullo, passou a valorizar a região com a melhoria da infraestrutura de transporte. “Isso proporciona viabilidade econômica para a Tríplice Fronteira, mas também a torna atraente”, analisa. 

A comunidade árabe em Foz do Iguaçu e Ciudad del Este é formada basicamente por sírios, palestinos e, em sua maioria, libaneses. “Os libaneses têm experiências em fronteiras porque identificam essas regiões como proveitosas em termos comerciais.” Essa comunidade vai ganhando volume nos anos 1980 e 1990, com o início da construção da Itaipu e em consequência também da guerra civil que provocou a saída dos libaneses de seu país. 

Integração 

O pesquisador destaca o caráter multicultural da América Latina e, principalmente, do Brasil, como um fator facilitador da integração das comunidades árabes com as populações locais. “A América Latina é uma das regiões mais multiculturais do mundo. Esse é um dos grandes valores dessa região.” Nem mesmo a religião, que é um fator mais sensível, provoca desarmonia nas relações sociais, diz ele. 

“É preciso levar em conta que a migração árabe é uma diáspora, um conceito importante. As diásporas geralmente tendem a manter a identidade nacional, cultural ou religiosa e estabelecer conexões com as comunidades ou países de origem. Só que, ao longo do tempo, isso foi mudando”, comenta. Essa mudança se deu pela presença de comunidades já estabelecidas, principalmente no Rio de Janeiro e São Paulo, que passaram a ser a referência para aqueles que se estabeleceram em pontos mais distantes do país, como a Tríplice Fronteira. 

Identidade árabe 

Para ele, comunidade “não é o termo exato” para falar dos árabes da região. “Eu usaria o plural ‘comunidades’. O que tem é uma identidade árabe muito forte, em geral, na América Latina toda, e que, como acontece geralmente com os árabes, é uma identidade cultural, que tem vínculo com a língua, e religiosa, com vínculo com a religião islâmica. Falamos de comunidades porque não tem uma homogeneidade.” 

Questionado sobre as contribuições que os imigrantes árabes trouxeram à região, Agullo disse que esta é uma “pergunta fácil e difícil” ao mesmo tempo. Os elementos culturais, como a culinária, por exemplo, são mais fáceis de serem percebidos, mas estão limitados a contextos locais e mais difusos em cidades maiores, como São Paulo. “Às vezes, tem muito mais importância a força que essas comunidades têm conseguido graças a uma identidade diferenciada como grupo e como grupo de pressão, grupo comercial, que tem conexões com outras regiões do mundo, do que essas pequenas contribuições.” 

Em Foz do Iguaçu, diz o pesquisador, o tamanho da comunidade árabe ,a segunda maior do Brasil  faz com que a contribuição cultural seja maior. “Nós estamos acostumados com coisas que não são assim tão comuns”, comenta. 

O episódio completo está disponível no canal da UNILA no YouTube

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Artistas do Iguaçu: Conheça Miguel Hachen, o artista que criou uma linguagem própria para falar da tríplice fronteira

Miguel é o criador do Neoguarani e já levou trabalhos para diversos países, além de possuir uma obra marcante em Foz do Iguaçu

No centro de Foz do Iguaçu, na Praça da Paz, há uma obra monumental que conta a história da principal marca da cidade: A lenda das Cataratas do Iguaçu. É o relato sobre do amor proibido entre a bela Naipi e o intrépido Tarobá, que foi modelada, de forma única, pelas mãos de Miguel Héctor Hachen, um artista que reúne quase todas as características da região trinacional e decidiu transformá-las em um estilo artístico próprio: o Neoguarani.

“A linguagem plástica ou estilo Neoguarani surge como uma corrente estética que tenta dar identidade visual e representar as nossas tradições. Somos o resultado de uma mistura cultural com grande influência do povo guarani (tanto em vocábulos da língua portuguesa falada no Brasil, como na culinária e na toponímia regional), que é resgatada nesta forma de expressão artística”, afirma Miguel.

Grande parte dos diversos trabalhos que Hachen têm realizado são murais em que, segundo o movimento muralista surgido no México no início do século passado, os artistas executam obras monumentais, realistas e de grande compromisso social.

No centro de Foz do Iguaçu, na Praça da Paz, ele contou a história da lenda das Cataratas do Iguaçu com uma obra mural

Reencontro com as raízes

O artista de 58 anos, nascido na Argentina, mas morador de Foz há 31 anos e iguaçuense de coração, retrata em suas obras tudo aquilo que vivenciou, desde a infância, na província de Missiones (Argentina), em contato com a cultura indígena e os povos gaúchos do Rio Grande do Sul.

A conversa com o artista foi realizada em frente ao painel que ele projetou e finalizou em 2018, após nove meses de execução, na qual empregou diversos materiais. Ao retomar as lembranças de como o criou, relembra que, na verdade, o Neoguarani como conceito sempre fez parte da sua vida.

Miguel estudou Artes Plásticas na Associação Estímulo de Belas Artes e na Nova Escola de Artes Visuais, ambas em Buenos Aires. Foi durante esse período na capital que percebeu a importância da cultura nas expressões artísticas.

Oficina de arte Neoguarani realizada em La Plata, Argentina.

“Eu nasci no meio do mato. Meu primeiro contato com a luz elétrica foi somente aos 11 anos, quando me mudei para Buenos Aires. Eu morava a poucos quilômetros de uma aldeia Mbyá-Guarani, então tudo o que eu aprendi ali, as vivências da infância, marcaram para sempre. Fui para a capital, estudei arte e voltei para me reencontrar com a minha cultura”.

Foi nessa epifania que surgiu o Neoguarani. A partir dela, Miguel percebeu que poderia desenvolvê-la em diversas formas de expressão artística, desde que a essência fosse mantida.

“Posso dizer que ela surgiu ‘sem querer’. Já trabalhava em uma linguagem própria antes dela, que também tinha boa aceitação. Mas comecei a me engajar com o muralismo e percebi que poderia aplicar o conceito Neoguarani em cerâmicas, pinturas e até nas poesias que escrevo sem empregar artigos nem preposições, tal como na língua guarani”.

A tríplice fronteira levada para longe

As obras criadas pelo artista já foram levadas para países vizinhos da América do Sul, como Argentina, Paraguai, Bolívia e Chile, seja para realizar exposições, ministrar cursos ou oficinas de arte pública. A Arte Neoguarani também atravessou o oceano para formar parte de acervos na Itália, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos e Marrocos, dentre outros países.

“Noutros países as pessoas veem as minhas obras e a identificam com a região. Para minha surpresa, o estilo Neoguarani já foi objeto de estudo em trabalhos de escolas, colégios e até de teses de graduação e doutorado em faculdades de arte como a UBA (Universidade de Buenos Aires) e a Universidade de Alexandria, no Egito. Eu acho sensacional, pois o Neoguarani se espalhou pelo mundo de uma forma que eu nem esperava”.

Em Foz, além do referido mural na Praça da Paz, Miguel também é o autor de “Ysy, Kuarahy ha Yvytu” (A Mãe Água, o Sol e o Ar), trabalho que remete às origens da região em meio ao polo de tecnologia e desenvolvimento dentro do Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

Revolução cultural em Foz do Iguaçu

Há mais de três décadas na cidade, não há como negar que Miguel possui raízes muito firmes em Foz do Iguaçu. Além de acompanhar todo o desenvolvimento recente do município, também já atuou como professor, escreveu para jornais e criou uma conexão com tudo o que se passa na famosa Terra das Cataratas.

“Apesar de seus 107 anos de história, é impossível negar o quanto Foz do Iguaçu se desenvolveu após a construção da Itaipu Binacional. A cidade foi transformada e reconhecida pelos atrativos únicos. Isso tudo influenciou na cultura. Com tanta gente vinda de lugares diferentes, foi formada uma espécie de arquipélago de ilhas culturais, mas que ainda precisam se tornar um continente com identidade própria”.

Por conhecê-la tão bem, ele chega à conclusão de que Foz passa por uma grande revolução cultural, e assim como muitas cidades em que o mundo já viu isso acontecer, é impossível imaginar até onde ela poderá chegar.

“Hoje em dia centenas de estudantes vêm para cá todos os anos, por conta das universidades. São jovens que buscam mais arte e exigem produtos culturais de qualidade. Vejo que a arte está sendo bastante valorizada, mas com maior apoio e divulgação a nossa população irá reconhecer e valorizar ainda mais o trabalho dos artistas locais com projeção internacional”.

Para o futuro, Miguel espera essa revolução, enquanto cria obras sobre o passado que nos ajudam a compreender o presente e de onde viemos.

Fotos: Welyton Manoel

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Itaipu investe R$ 4 milhões no Centro de Medicina Tropical da Tríplice Fronteira

Administrado pela Fundação de Saúde Itaiguapy, o CMT passará por ampla reforma, que inclui ampliação do Laboratório de Saúde Única

Por meio de um convênio com a Fundação de Saúde Itaiguapy, administradora do Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), a Itaipu Binacional está investindo R$ 4 milhões na reforma e ampliação do Centro de Medicina Tropical (CMT) da Tríplice Fronteira, em Foz do Iguaçu (PR). As obras para a ampliação do Laboratório de Saúde Única do CMT começaram no dia 14 de julho.

A ideia é transformar o novo espaço em um centro de referência para diagnóstico de alimentos e de sanidade animal, que são pilares para a economia rural, oferecendo exames de biologia molecular, microbiológicos e físico-químicos de alta qualidade.

O convênio entre a Itaipu e a Fundação prevê a ampliação dos serviços do CMT, incluindo 345,19 m² de reformas na atual estrutura localizada na Avenida Araucária, na Vila A, e 74,25 m² de novas edificações, além de aquisição de equipamentos, mobílias e insumos. Com a ampliação, o CMT poderá atender a agroindústrias de laticínios, importadoras de alimentos, abatedouros, entre outras cooperativas que atuam no setor do agronegócio.
Segundo o gerente da Unidade, Robson Delai, o Oeste do Paraná é a região que concentra o maior rebanho de suínos do estado e uma das maiores cadeias de produção de frango do mundo, abrigando grandes cooperativas do País. Também produz carne bovina e leite. “Exames de sanidade que hoje são feitos fora da região, com um custo maior e demora na obtenção de resultados, poderão ser feitos no laboratório do CMT”, explicou.

Os novos exames servem para diagnosticar tanto as enfermidades mais comuns em frangos, bovinos e suínos, como a salmonelose (infecção provocada pela bactéria salmonela) ou doenças do aparelho respiratório, até doenças mais raras e inexistentes no Paraná (como peste suína). Outro serviço que deverá ser oferecido é o monitoramento da qualidade e sanidade do leite produzido na região.

“Estes resultados auxiliarão nos serviços como o do Ministério da Agricultura e da Secretaria de Saúde do Paraná, e dos municípios da área de influência da Itaipu, e de agricultores e produtores rurais”, enfatizou o diretor superintendente da Fundação Itaiguapy, Fernando Cossa.

Segundo o diretor, a ampliação irá favorecer especialmente as cooperativas que trabalham com a exportação de carnes. “Com o credenciamento do laboratório, laudos oficiais, com selo do Ministério da Agricultura, poderão ser emitidos em menos de 24 horas, dando agilidade a processos de movimentação e liberação de cargas”, completou.
O diretor geral-brasileiro da Itaipu Binacional, general João Francisco Ferreira, destacou a responsabilidade da empresa com o desenvolvimento territorial e a importância do agronegócio para a economia da região. “Com esse investimento, a Itaipu está dando uma importante contribuição que terá reflexos positivos na geração de receitas para os produtores rurais da região”, afirmou Ferreira.

Mais sobre o CMT

Quando pensado, o Centro de Medicina Tropical (CMT) possuía um único objetivo: dar agilidade a processos de análises laboratoriais epidemiológicas em Foz do Iguaçu e região trinacional. Quatro anos depois de inaugurado, o CMT cumpre seu papel com destaque e relevância no campo da pesquisa, além de, atualmente, ser referência em outros tipos de análises, graças a uma metodologia própria, parcerias importantes e equipe qualificada.

De início, o Centro de Medicina era um local para análises epidemiológicas, principalmente, de doenças causadas pelos chamados arbovírus, causadores de doenças como a dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela.

Com a pandemia do novo coronavírus, o SARS-COV-2, decretada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o Centro de Medicina Tropical passou a ter um papel ainda mais importante para o Hospital Ministro Costa Cavalcanti e também toda a 9ª Regional de Saúde do Paraná. Em março de 2020, o CMT foi o primeiro laboratório do interior do estado a ser autorizado pelo Laboratório Central (Lacen/PR) para realizar diagnósticos dos testes para covid-19. Desde então, mais de 75 mil amostras já foram analisadas.

Atualmente, o laboratório é referência também na análise de outras amostras de vírus presentes em animais, alimentos e humanos, processos que já estão em execução e justificam a ampliação do CMT em 2021.

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Polo Iguassu comemora 25 anos de história com série especial

Fundado em 09 de julho de 1996, o Instituto Polo Internacional Iguassu foi uma iniciativa dos empresários do turismo da Região Trinacional preocupados em consolidar uma região de interesse turístico internacional que nos últimos 25 anos vem se consolidando cada dia mais.

Entre Pesquisa, Educação e Gestão, o Poloiguassu contribui com o desenvolvimento da região trinacional ora como agente técnico para execução de projetos, ora como ator articulador em diferentes espaços de debate e planejamento da atividade turística.

Numa série especial de 5 postagens em nossas páginas do Instagram e Facebook (@poloiguassu), conseguimos relembrar grandes conquistas e resultados dos últimos 25 anos. Tivemos também o prazer de ter alguns fundadores e ex-presidentes falando um pouco de suas atuações à frente do Instituto.

Felipe Gonzalez, um dos fundadores do Polo Iguassu, comenta que “o Polo Iguassu nasceu com a vocação para trabalhar e unir as três fronteiras e fazer com que a trinacionalidade seja cada vez mais fortalecida. O Instituto nos enobrece e nos orgulha muito pelas ações que vem desenvolvendo e tenho muita satisfação de ter tido o privilégio de trabalhar na sua fundação e também em parceria, enquanto líder de outros agentes de turismo”. Gelsi Kother Rucker, atual Diretora Administrativo-Financeira e também fundadora do Polo Iguassu, diz que “é emocionante saber que a gente plantou uma sementinha e ela germinou e hoje os frutos falam por si. Parabéns a todos que estão na direção do Instituto, com todos os esforços, para fazer que todos os projetos sejam realizados com sucesso”.

Licério Santos, um de nossos ex-Presidentes, comentou que “tive o privilégio, e para mim foi um presente, de ter participado do Polo Iguassu. Sinceramente, sinto que ganhei mais do que doei pois recebi uma contribuição muito grande de experiência de vida e ensinamentos que levo comigo sempre! Parabéns!”. Nossa atual presidente, Paula Adriana CanellaHaito da Luz, desejou “mais 25 anos de sucesso e que toda essa trajetória persista, independentemente de qualquer situação que estejamos vivendo no momento!”.

Para mais informações, nos siga nas redes sociais @poloiguassu e no nosso site www.poloiguassu.org.

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Governador confirma que Foz do Iguaçu receberá lote adicional de vacinas contra covid-19

Anúncio foi feito durante reunião virtual do Fórum Nacional de Governadores nesta terça-feira (13); vacinas extras são reivindicadas pelo prefeito Chico Brasileiro e a secretária de saúde desde fevereiro

O Paraná vai receber um lote adicional de 90 mil vacinas contra a covid-19 para atender as regiões de fronteira com a Argentina e o Paraguai, incluindo Foz do Iguaçu. A confirmação foi feita pelo governador Ratinho Junior nesta terça-feira (13). As doses extras para Foz são reivindicadas pelo prefeito Chico Brasileiro e a secretária municipal de Saúde, Rosa Maria Jeronymo, desde fevereiro deste ano.

A expectativa é que o lote adicional de vacinas seja recebido ainda em julho. O anúncio do governador foi feito no Palácio Iguaçu, durante reunião virtual do Fórum Nacional de Governadores, em que o Ministério da Saúde apresentou o novo cronograma de chegada e distribuição de vacinas contra a covid-19 para este trimestre, iniciado em julho.

Na última quarta-feira (07) o prefeito Chico Brasileiro e a secretária de Saúde, Rosa Maria Jerônymo, reuniram-se em Brasília com o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, para reforçar o pedido de mais doses de vacinas para o município, considerando a movimentação diária entre os países, o que aumenta o risco de transmissão do vírus, inclusive de novas variantes.

Eles receberam o apoio da Secretaria Estadual de Saúde (SESA), representada pelo diretor-geral da Secretaria Estadual de Saúde, Nestor Werner Júnior, e o chefe de gabinete, César Neves, que entregaram ofício ao Ministério solicitando que já nos próximos lotes sejam consideradas mais vacinas para atender a região de fronteiras do Paraná. Também tiveram suporte do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

“Esse apoio do Governo do Estado, por meio da SESA, e do Conasems foram fundamentais para o atendimento da nossa reivindicação por mais vacinas. Com a sinalização positiva do governo federal, foi estabelecido o consenso de que é preciso ter um olhar diferenciado para as regiões de fronteira”, afirmou o prefeito Chico Brasileiro.

“Estamos muito felizes em ver atendida nossa solicitação e reforçamos o compromisso que fizemos na reunião em Brasília de, assim que chegarem as doses, nos organizamos para que sejam aplicadas o mais rápido possível. Temos uma equipe muito capacitada e prestativa que irá se dedicar a essa missão”, afirma a secretária municipal de Saúde, Rosa Maria Jerônymo.

Além de Foz do Iguaçu, também serão contemplados pela remessa extra os municípios de Barracão, Guaíra e Santo Antônio do Sudoeste.

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Ação fotográfica “Um Marco na Minha Vida” celebra os 118 anos do Marco das 3 Fronteiras

O aniversário do monumento é dia 20 de julho; e quem ganha presente são os visitantes

Se você faz parte dos milhões de visitantes que já presenciaram o encontro único entre Brasil, Argentina e Paraguai, no Marco das 3 Fronteiras – Brasil, o lugar mais charmoso de Foz do Iguaçu, provavelmente levou do atrativo diversas lembranças carinhosas e uma galeria lotada de fotografias, não é?

Para celebrar o aniversário de 118 anos do Marco das 3 Fronteiras, no dia 20 de julho de 2021, o atrativo lança a ação fotográfica “Um Marco na Minha Vida”, convidando todos que já visitaram o local a compartilhar seus registros e concorrer a diversos prêmios.

A ação fotográfica valoriza o monumento e o momento das pessoas no atrativo. A participação é aberta a todos os turistas e moradores da cidade. Serão escolhidos dez registros mais marcantes, seguindo critérios, como: originalidade, cenário, curiosidade, mensagem, história, ineditismo e aspectos singulares do Marco das 3 Fronteiras.

Como participar

Para participar da ação, celebrar o aniversário do Marco, e ainda concorrer a diversos prêmios, os visitantes precisam compartilhar em suas redes sociais o melhor registro que possuem no Marco das 3 Fronteiras. Utilizar a hashtag #UmMarcoNaMinhaVida e marcar o perfil oficial do atrativo é obrigatório para validar a participação. Os visitantes são convidados a contarem o que mais os marcou na visita às Três Fronteiras.

Premiação

A escolha dos vencedores da ação fotográfica será realizada por um comitê de fotógrafos e convidados. O período para publicar a sua imagem e participar será de 12 a 19 de julho de 2021. O anúncio dos registros premiados será realizado no aniversário do Marco, dia 20 de julho, nas redes oficiais do atrativo. Os vencedores ganharão uma série de prêmios megaespeciais. Confira a lista:

Prêmios
Da primeira à quinta colocação:
2 ingressos para visitar o Marco das 3 Fronteiras (@marco3fronteiras);
jantar para duas pessoas no Restaurante Cabeza de Vaca (@restaurantecabezadevaca);
2 ingressos para visitar o Parque Nacional do Iguaçu – Cataratas do Iguaçu (@cataratasdoiguacu); e
almoço para duas pessoas no Restaurante Porto Canoas (@porto.canoas).

Da sexta à décima colocação:
1 kit de brindes do Marco das 3 Fronteiras contendo: um moletom, uma cerveja Jaguarete, uma caneca, um boné e um chaveiro.

Bora participar? Celebre o aniversário desse monumento histórico da região e concorra a prêmios maravilhosos! Caso você não tenha uma fotografia no Marco, ainda dá tempo de visitar e fazer o seu registro: o Marco das 3 Fronteiras abre de terça a domingo, das 15h às 21h.

Ao publicar a sua foto com a tag #UmMarcoNaMinhaVida, você declara que autoriza a possível publicação da imagem nas redes sociais do Marco das 3 Fronteiras – Brasil e assegura que a imagem enviada não constitui, sob nenhuma circunstância, qualquer violação aos direitos de propriedade intelectual de terceiros.

Serviço:
Ação fotográfica “Um Marco na Minha Vida”
Período para publicação das fotografias: de 12 a 19 de julho de 2021
Divulgação dos vencedores: dia 20 de julho de 2021

Mais informações
instagram.com/marco3fronteiras
[email protected]
+55 (45) 3132-4116

Central de Atendimento ao Visitante (WhatsApp)
+55 (45) 9137-3444 (wa.me/554591373444)

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Embaixada dos EUA doa equipamentos para as forças policiais que atuam nas fronteiras

A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil doou ao Paraná 4 toneladas de equipamentos para unidades da Polícia Militar que atuam na tríplice fronteira. São itens para uso em operações de prevenção e combate à criminalidade e, também, voltados para treinamento, capacitação e tecnologia. A entrega dos materiais terá início em julho e se concretizará em setembro deste ano.

De acordo com o secretário estadual da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares, que se reuniu com embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, em Foz do Iguaçu, na semana passada, esse apoio será fundamental, principalmente para o serviço do Batalhão de Fronteira da Polícia Militar (BPFron), mas também para o Grupo Tigre, da Polícia Civil, e a Polícia Federal, entre outros grupos das forças policiais do Estado.

“A chegada deste material vai complementar a capacitação, a tecnologia, o armamento e os equipamentos já utilizados em todos os projetos que a Secretaria da Segurança Pública já desenvolve na região de fronteira”, destacou Marinho.

Entre os materiais doados constam equipamentos de treinamento e cursos desenvolvidos a partir dessa parceria, incluindo bonecos para primeiros socorros, simulador de ferimentos para Atendimento Pré-Hospitalar (APH) de combate, simulacros de carabinas e pistolas, software de simulação de tiro, munição de treinamento, óculos de proteção e abafadores eletrônicos, entre outros.

Também foram doados itens para uso em operações, como placas balísticas, coletes modulares, binóculos, visores termais, rádios comunicadores, espelhos para inspeção veicular, kits para Atendimento Pré-Hospitalar (APH), algemas, mochilas, lanternas e outros materiais que contribuirão para o trabalho dos policiais militares.

O recebimento destes materiais é fruto de uma parceria do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) com a Embaixada e consulados dos EUA. De acordo com o secretário, os bons resultados obtidos pela unidade policial no enfrentamento dos crimes transfronteiriços nos últimos anos têm contribuído para a segurança da população paranaense.

Reunião – Durante a reunião, que ocorreu no Centro Integrado de Operações de Fronteira (CIOF), foi firmado, ainda, compromisso de cooperação mútua para compartilhamento de informações visando o combate à criminalidade. Também participaram o delegado de Polícia Federal Emerson Antônio Rodrigues e o comandante do Batalhão de Polícia de Fronteira (Bpfron), major André Cristiano Dorecki.

Estiveram presentes no encontro representantes do Departamento Federal de Investigação (FBI), da Polícia Federal, Polícia Civil do Paraná e de Santa Catarina, Polícia Militar do Paraná, Departamento Penitenciário do Paraná (Depen-PR), integrantes da comissão de trabalho da Secretaria da Segurança Pública e Guarda Municipal de Foz do Iguaçu.

As informações são de Agência de Notícias do Paraná

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Poloiguassu completa 25 anos e lança Podcast para promover diálogos de Fronteira

Podcast Diálogos de Fronteira terá primeiro episódio lançado no dia 09 de julho, data do aniversário de 25 anos do Poloiguassu, e ao longo de 12 meses abordará temas relacionados ao Desenvolvimento Econômico, Humano e Sustentável da Região Trinacional do Iguassu

Fundado em 09 de julho de 1996 o Instituto Polo Internacional Iguassu foi uma iniciativa dos empresários do turismo da Região Trinacional preocupados em consolidar uma região de interesse turístico internacional que nos últimos 25 anos vem se consolidando cada dia mais. Entre Pesquisa, Educação e Gestão, o Poloiguassu contribui com o desenvolvimento da região trinacional ora como agente técnico para execução de projetos, ora como ator articulador em diferentes espaços de debate e planejamento da atividade turística.

Nesse sentido, um projeto que aliou ambas vocações, e teve grande repercussão entre 2008 e 2013, foi o Diálogos de Fronteira. Em parceria com diferentes instituições, ao longo dos 5 anos de execução foram realizados diversos encontros, debates, oficinas e mesas redondas que tratavam de diversos assuntos pertinentes a região fronteiriça daquele período.

Buscando reativar aquele espírito, em 2021 o Instituto lança o Diálogos de Fronteira Podcast. Um programa no formato de áudio que terá novos episódios a cada 15 dias a partir do dia 09 de julho. A cada mês serão debatidos novos temas, sendo que sempre o primeiro episódio abordará o assunto de forma mais informativa enquanto o segundo episódio do mês contará com a presença de autoridades da região e um especialista sobre o assunto. O programa irá ao ar pelo Spotify e contará com um canal no Youtube para os episódios com convidados.

A iniciativa é patrocinada pela Itaipu Binacional e conta com o apoio do Conselho de Desenvolvimento Trinacional composto pelos Conselhos de Desenvolvimento Municipais de Foz do Iguaçu (CODEFOZ), Ciudaddel Este (CODELESTE) e Puerto Iguazú (CODESPI).

Para mais informações nos siga nas redes sociais @poloiguassu e no nosso site www.poloiguassu.org.

Assessoria